Continuação de Venom ganha título oficial e nova data de estreia
A Sony oficializou o adiamento e revelou o título da continuação de “Venom”. O filme vai se chamar em inglês “Venom: Let There Be Carnage” (Que Haja Carnificina) e seu lançamento, originalmente previsto para outubro, foi transferido para junho de 2021. O nome oficial da produção refere-se ao vilão Carnificina, introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme com interpretação de Woody Harrelson. Fotos do set já revelaram o visual do personagem em sua identidade de Cletus Kasady, antes de sua transformação num simbionte assassino. A continuação também terá Tom Hardy e Michelle Williams de volta aos papéis de Eddie Brock/Venom e sua namorada Anne Weying, e ainda destaca a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como a vilã Shriek, namorada do Carnificina. Para completar, a direção está a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer, responsável pelo primeiro longa. Prevista para ser uma filmagem bastante corrida, a produção foi suspensa devido à precaução contra a pandemia do novo coronavírus e ainda não tem previsão para ser retomada.
Chris Pine negocia estrelar nova versão de O Santo no cinema
O ator Chris Pine, intérprete de Steve Trevor em “Mulher-Maravilha” e do Capitão Kirk em “Star Trek”, está em negociações finais para estrelar uma nova franquia. Segundo o site Deadline, a Paramount quer o astro de ação na nova versão de “O Santo” (The Saint), que será comandada pelo diretor de “Rocketman”, Dexter Fletcher. Criado pelo escritor Leslie Charteris, o Santo é um personagem literário dos anos 1920, mas deve sua grande popularidade a uma série da década 1960, estrelada por Roger Moore. A atração fez um sucesso tão grande que acabou credenciando o ator a virar James Bond. Identidade “secreta” de Simon Templar, o Santo é basicamente um Robin Hood moderno, um ladrão britânico que rouba criminosos em nome de boas causas, enriquecendo enquanto ajuda os oprimidos. A Paramount já filmou o personagem em 1997, num longa estrelado por Val Kilmer (“The Doors”) e dirigido por Philip Noyce (“Salt”), mas a produção se afastou bastante da premissa original, mostrando o protagonista contratado pela máfia russa para roubar uma fórmula de fusão de energia, até uma bela cientista entrar em cena para fazê-lo rever seus pecados. Apesar de a nova versão ainda estar em estágio inicial, o projeto se arrasta há pelo menos quatro anos e chegou a motivar negociações anteriores com Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”) para estrelar o longa. Um dos últimos a entregar roteiro para a atual adaptação foi Seth Grahame-Smith (“Uma Aventura Lego”), mas por enquanto não há maiores informações sobre o rumo da nova trama nem sobre o cronograma de produção. Relembre abaixo a abertura da série clássica:
Versão juvenil de Sherlock Holmes, com Millie Bobby Brown, vai parar na Netflix
A Netflix comprou os direitos de exibição do filme “Enola Holmes”, uma espécie de derivado juvenil do universo de Sherlock Holmes. Originalmente produzido pela Legendary Pictures para o cinema, o longa é estrelado por Millie Bobby Brown, que ficou famosa como a Eleven de “Stranger Things”, e ainda destaca Henry Cavill, atualmente na série “The Witcher”, e Helena Bonham Carter, a Princesa Margaret de “The Crown” – três produções originais do serviço de streaming. A produção pretendia iniciar uma franquia cinematográfica, baseada na coleção literária “Os Mistérios de Enola Holmes”, da escritora Nancy Springer – já foram lançados seis livros da personagem. Além de estrelar no papel-título, Millie Bobby Brown também é produtora do filme, que traz Henry Cavill como seu irmão Sherlock Holmes e Helena Bonham Carter como sua mãe. Na trama, Enola Holmes busca a ajuda de seus irmãos mais velhos, Mycroft e Sherlock, para investigar o desaparecimento de sua mãe em seu aniversário de 16 anos, mas logo percebe que nenhum dos dois está muito interessado no mistério. Assim, ela decide viajar sozinha para Londres, iniciando sua própria carreira de detetive, sempre um passo à frente de Sherlock. “Enola Holmes” marca a estreia em longa-metragem do diretor Harry Bradbeer (das séries “Dickensian” e “Fleabag”). O roteiro é de Jack Thorne (“Extraordinário”). E apesar do contrato com a plataforma de streaming, ainda não há previsão de estreia.
Versão virtual do Festival SXSW terá apenas sete longas
Apenas sete dos 135 longas originalmente previstos para o Festival SXSW (South by Southwest) aceitaram a proposta dos organizadores para exibição online. Cancelado devido à pandemia de coronavírus, o evento texano vai apresentar os filmes de sua edição de 2020 num festival virtual na plataforma de streaming da Amazon, no dia 27 de abril. As obras ficarão disponíveis durante dez dias, de graça, na página inicial americana do Prime Video, serviço de streaming de vídeos da Amazon. A baixa adesão reflete a inquietação gerada pela proposta, com vários cineastas preocupados com o impacto que a disponibilização numa plataforma de streaming poderia ter sobre suas perspectivas de vendas futuras. Além disso, filmes com comercialização garantida recusaram o convite por acreditar que isso prejudicaria sua exibição nos cinemas. E ainda houve títulos adquiridos por plataforma rivais que nem consideraram a possibilidade. “Este é realmente um momento sem precedentes. As pessoas estão esperando o novo normal. E outros estão esperando o retorno ao normal”, disse a diretora do Festival SXSW, Janet Pierson, ao site The Hollywood Reporter . “Estamos apenas tentando tirar o melhor de uma situação complicada. E essa foi uma oferta concreta e empolgante da Amazon, que permite a uma grande variedade de cineastas a oportunidade de apresentar seus filmes a um público que de outra forma não conseguiria atingir”. Uma fonte da Amazon disse que o número de filmes que decidiram participar atendeu às suas expectativas. “Entendemos que todo filme tem sua própria estratégia e sabemos que essa oportunidade pode não fazer sentido para todo cineasta”, disse Jennifer Salke, diretora da Amazon Studios. “No entanto, stamos entusiasmados em fornecer essa plataforma para aqueles que querem compartilhar suas histórias agora. Até que possamos estar juntos pessoalmente novamente, esperamos que esta programação permita que essas histórias maravilhosas atinjam virtualmente os amantes do cinema em todo o país. ” Dos sete longas, quatro são obras de ficção e três são documentais. O brasileiro “Medida Provisória”, primeiro longa dirigido por Lázaro Ramos, não está entre eles. Três dos quatro dramas são produções francesas, um vem da Guatemala e todos os documentários foram feitos por americanos. A programação, que pode ser conferida aqui, ainda inclui mais 32 curtas e produções episódicas. Além das exibições dos filmes, o festival virtual também contará com painéis pré-gravados e sessão de perguntas e respostas produzidas pela equipe do SXSW. O acesso será gratuito, mas apenas para IPs dos Estados Unidos.
Marvel dispensa showrunners de O Justiceiro e da série inédita Helstrom
A Marvel encerrou os contratos de dois showrunners. Segundo informações do site da revista The Hollywood Reporter, o estúdio teria dispensado Steve Lightfoot, que trabalhou na série “O Justiceiro”, cancelada pela Netflix, e Paul Zbyszewski, responsável pela série “Helstrom”, que ainda nem estreou na plataforma Hulu. Os dois foram os primeiros showrunners dispensados durante a pandemia, no momento em que estúdios de todos os tamanhos começam a apertar seus respectivos cintos. Mas não está claro se o corte tem relação com a crise sanitária. “O Justiceiro” já tinha acabado e “Helstrom” foi a última série produzia pela Marvel Television, divisão encerrada e absorvida no final do ano passado pela Marvel Studios, responsável pelos filmes da empresa. Neste contexto, as dispensas podem fazer parte de uma reorganização maior do estúdio. Zbyszewski ainda acompanhará os trabalhos de pós-produção de “Helstrom”, que conseguiu gravar toda a sua temporada inaugural antes da paralisação das atividades por precaução contra o novo coronavírus. Procurada pelo THR, a Marvel não quis se manifestar. Zbyszewski era produtor-roteirista de “Agents of SHIELD”, “Hawaii Five-0” e “Lost” e sua dispensa deixa incerto o futuro de “Helstrom”, já que todas as outras produções live-action da Marvel Television foram canceladas – de “Agents of SHIELD”, que ainda vai exibir sua última temporada em maio, até “Fugitivos” (Runaways), encerrada na Hulu. Nos quadrinhos, o protagonista de “Helstrom” é Daimon Helstrom, filho de um demônio, concebido por uma mulher mortal chamada Victoria Wingate. Tanto que suas publicações foram lançadas no Brasil com o título de “Filho de Satã”. Na trama original, Daimon e sua irmã, Satana Helstrom, herdaram poderes da escuridão. No entanto, enquanto Satana abraçou sua herança, Daimon se agarrou a sua humanidade. Ainda criança, foi internado num orfanato jesuíta e cresceu obcecado em destruir o mal. Ele se estabeleceu como um investigador ocultista e exorcista, e tomou posse de um tridente satânico, que transformou em arma para lutar contra o próprio pai e seus seguidores. Mas a série pretendia mudar tudo isso. Na adaptação, Daimon será filho de um serial killer e sua irmã vai se chamar Ana. Os irmãos terão um relacionamento complicado, pela forma como lidam com o que existe de pior na humanidade, cada um com uma atitude diferente. O elenco destaca Elizabeth Marvel (presidente nas séries “House of Cards” e “Homeland”) como Victoria Helstrom, que está enclausurada em um hospício há décadas, acusada de uma série de assassinatos, enquanto Tom Austen (o Jasper de “The Royals”) e Sydney Lemmon (vista como piloto de helicóptero de um episódio memorável de “Fear the Walking Dead”) vivem seus filhos. Traumatizados pelos supostos crimes da mãe, os irmãos Daimon e Ana dedicariam suas vidas a combater os membros mais sórdidos e violentos da sociedade, um capítulo por vez. O elenco ainda inclui Ariana Guerra (“Raising Dion”), Robert Wisdom (“Ballers”), June Carryl (“Mindhunters”) e Alain Uy (“The Passage”). Detalhe: a personagem de Ariana Guerra, Gabriella Rosetti, é um homem nos quadrinhos, um padre inspirado no filme “O Exorcista” (1973), conhecido como Devil-Hunter, o caçador de demônios.
É oficial: Jogos Vorazes vai ganhar prólogo com equipe dos filmes originais
A Lionsgate anunciou que irá desenvolver um prólogo de “Jogos Vorazes”, sua franquia mais bem-sucedida. O filme será uma adaptação do novo livro de Suzanne Collins, “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” (The Ballad of Songbirds and Snake), que será lançado em 19 de maio nos EUA. A produção vai reunir uma equipe que já adaptou o universo literário de Collins: o diretor Francis Lawrence, o roteirista Michael Arndt e a produtora Nina Jacobson. No cinema, os três livros da escritora viraram quatro filmes que faturaram quase US$ 3 bilhões em bilheteria. Nina Jacobson produziu todos os quatro, Lawrence dirigiu os três últimos e Arndt escreveu o melhor, “Jogos Vorazes: Em Chamas”. Lançados originalmente entre 2008 e 2010, os livros de “Jogos Vorazes” retratavam o mundo distópico de Panem, dividido em “distritos”, que anualmente ofereciam tributos para os jogos vorazes, uma competição da qual apenas um saía vivo. Os quatro filmes foram lançados logo após o final da publicação da trilogia, entre 2012 e 2015. O prólogo, porém, não traz a protagonista Katniss Everdeen, mas outro personagem bastante conhecido dos fãs da saga: o futuro presidente Snow, o grande vilão da distopia imaginada por Collins. “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” se passa 64 anos antes do primeiro livro. Um trecho da edição em inglês, revelado recentemente pela imprensa americana, mostra Snow como um jovem de 18 anos, nascido em berço de ouro e ansioso por construir o seu próprio legado. Nos quatro filmes já produzidos pela Lionsgate, o papel do presidente Snow foi interpretado por Donald Sutherland. “O novo livro de Suzanne valeu a espera. Ele oferece tudo o que os fãs podem esperar e esperar dos ‘Jogos Vorazes’, além de abrir novos caminhos e apresentar uma quadro inteiramente novo de personagens”, disse Joe Drake, presidente do Lionsgate Motion Picture Group, em comunicado. Collins também atuará como produtor executivo do novo filme. “A Lionsgate sempre foi o lar cinematográfico dos ‘Jogos Vorazes’, e estou encantada por retornar a eles com este novo livro”, disse a escritora em seu próprio comunicado. Diante da pandemia do novo coronavírus, ainda não há cronograma de produção nem previsão de estreia para a adaptação.
Sandman: Neil Gaiman está aprimorando roteiros da série na quarentena
O escritor Neil Gaiman revelou que a paralisação das produções de séries, devido à pandemia do novo coronavírus, está lhe permitindo tempo para aprimorar os roteiros da atração baseada em sua criação mais famosa, os quadrinhos de “Sandman”. A adaptação dos quadrinhos da DC Comics já tinha começado a ser produzida pela Netflix. Conversando com fãs na plataforma Tumblr, Gaiman disse que as gravações estavam prestes a iniciar quando veio a ordem de suspender todos os trabalhos. “Os roteiros da 1ª temporada estavam escritos, começaram as escalações de elenco, diretores estavam contratados e os cenários estavam construídos”, explicou o escritor. “Tudo estava pronto para começar a produção e daí nós demos pause. Voltaremos assim que o mundo estiver pronto para retomar os dramas de TV. Enquanto isso, estamos usando o momento para melhorar os roteiros o máximo possível”. Em uma entrevista recente, o escritor afirmou já ter desenvolvido, ao lado dos produtores-roteiristas David S. Goyer (“Batman – O Cavaleiro das Trevas”) e Allan Heinberg (do filme da “Mulher-Maravilha”), histórias para dois anos da produção. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o negócio é milionário, o maior que já envolveu personagens da DC Comics e renderá a série mais cara já feita pela WBTV (Warner Bros Television), superando inclusive os valores do vindouro “Watchmen” da HBO. Ainda sem uma data para chegar à Netflix, “Sandman” pode formar um universo de Gaiman na Netflix. O autor também criou a versão de Lúcifer, que tem sua própria série na plataforma. Por sinal, a súbita vontade da Netflix em continuar a produzir “Lucifer” parece apontar para planos de integração entre as duas atrações.
Hollywood: Trailer da minissérie revela bastidores preconceituosos da Era de Ouro do cinema
A Netflix divulgou o primeiro trailer legendado de “Hollywood”, nova série do produtor Ryan Murphy, criador de “American Horror Story”, “American Crime Story” e “Pose” no FX. A prévia revela a ambição da história, que retrata o preconceito racial e sexual dos anos 1940/50 em meio a todo o glamour da Era de Ouro de Hollywood. Além disso, mistura sua trama fictícia com personalidades reais da época, como os atores Rock Hudson e Vivien Leigh. A atração é apresentada como “uma minissérie sobre um grupo de atores e cineastas aspirantes na Hollywood do pós-Guerra, tentando atingir a fama a qualquer custo”. Segundo a sinopse, a trama também irá “fornecer um olhar único sobre a Era de Ouro de Hollywood, chamando atenção para o sistema injusto e parcial, que continua até hoje em relação à discriminação por raça, gênero e sexualidade. Hollywood pretende expor e examinar décadas de dinâmicas de poder e revelar como a cena do entretenimento estaria hoje se não isso tivesse sido desmantelado”. Desenvolvida por Murphy em parceria com Ian Brennan (com quem criou “Glee” e “Scream Queens”), “Hollywood” vai reunir artistas que já trabalharam com o produtor em outros projetos, como Dylan McDermott (“American Horror Story”), Joe Mantello (“The Normal Heart”), Patti LuPone (“Pose”), Darren Criss (“Glee” e “American Crime Story”), David Corenswet (“The Politician”) e até Jim Parsons – o eterno Sheldon de “The Big Bang Theory” atuou para Murphy no telefilme “The Normal Heart” (2014), sobre a epidemia da Aids. Mas há novos parceiros na lista: Maude Apatow (“Euphoria”), Samara Weaving (“Ready or Not”), Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Holland Taylor (“Two and a Half Men”), Jake Picking (“Sicário: Dia do Soldado”) e a estrela da Broadway Jeremy Pope. A segunda série de Murphy para a Netflix (a primeira foi “The Politician”) tem estreia marcada para 1 de maio.
Diretor revela primeira imagem de bastidores da produção de Shang-Chi, da Marvel
O diretor de “Shang-Chi and the Legend of the Ten Rings”, Destin Daniel Cretton, revelou a primeira foto de bastidores do elenco, capturada antes da paralisação da produção devido à pandemia do novo coronavírus. Na imagem, o ator Simu Liu (da série “Kim’s Convenience”) , que interpreta Shang-Chi, aparece ao lado de Awkwafina (“A Despedida”) e o astro de filmes de ação de Hong Kong Tony Leung (“O Grande Mestre”). “Esta foi nossa última saída juntos antes do Corona socar o mundo na cara”, escreveu o diretor na legenda da foto. As filmagens, que tinham começado em março, foram interrompidas devido à pandemia de coronavírus, e Cretton chegou a ser isolado e testado para a covid-19. Apesar do susto, o resultado foi negativo. A adaptação dos quadrinhos de “Shang-Chi”, também conhecido como o Mestre do Kung Fu, é a primeira superprodução da carreira do diretor, que recentemente assinou o drama jurídico “Luta por Justiça”, com Michael B. Jordan (“Pantera Negra”), Jamie Foxx (“O Espetacular Homem-Aranha 2”) e Brie Larson (“Capitã Marvel”). Já o roteiro foi escrito por Dave Callaham, criador da franquia “Os Mercenários”, que também assina o roteiro de “Mulher-Maravilha 1984” e “Zumbilândia 2”, e atualmente desenvolve o reboot de “Mortal Kombat” e “Homem-Aranha no Aranhaverso 2”. Após mudanças no cronograma de lançamentos da Disney, a estreia do filme ficou para 29 de abril de 2021 no Brasil, uma semana antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Pre-covid hang with @awkwafina, @simuliu & the legend Tony Leung. This was our last night out before Corona punched the world in the face. Uma publicação compartilhada por Destin Cretton (@destindaniel) em 17 de Abr, 2020 às 10:32 PDT
Remake de Amor, Sublime Amor ganha várias fotos com elenco e o diretor Steven Spielberg
A Disney divulgou 11 novas fotos oficiais do remake de “Amor, Sublime Amor” (West Side Story), dirigido por Steven Spielberg. As imagens apresentam coreografias e a caracterização do elenco central, além de registrar o próprio diretor em cenas de bastidores. Protagonizado por Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) como Tony e a estreante Rachel Zegler, que superou mais de 30 mil candidatas em testes pelo papel de Maria, “Amor, Sublime Amor” é uma versão contemporânea de “Romeu e Julieta” passada em Nova York no final dos anos 1950. Além da mudança de locação e época, a adaptação acrescenta à tragédia shakespeariana de amor proibido elementos de delinquência juvenil, preconceito racial e muita música e dança. O elenco do filme ainda conta com Ariana DeBose (Anita), Ana Isabelle (Rosalia), Corey Stoll (Tenente Schrank), Brian d’Arcy James (Policial Krupke), Curtiss Cook (Abe) e Rita Moreno, que interpreta Valentina e é também uma das produtoras executivas do filme – após vencer o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante na primeira adaptação cinematográfica do musical da Broadway. A versão original do musical estreou na Broadway em 1957 com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, e foi transformada em filme em 1961, com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”). Considerado um dos melhores musicais de todos os tempos, o longa venceu 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. A nova versão foi escrita por Tony Kushner, que trabalhou com Spielberg em “Munique” (2005) e “Lincoln” (2012). Os dois também estavam desenvolvendo “The Kidnapping of Edgardo Mortara”, que foi preterido por “The Post” e acabou abandonado. As filmagens começaram em junho e a estreia ainda segue confirmada em 17 de dezembro de 2020 no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Um Crime para Dois: Nova comédia do diretor de Doente de Amor ganha trailer e data de estreia na Netflix
A comédia “The Lovebirds” ganhou título nacional e trailer legendado para sua estreia no Brasil. Feita pela Paramount, que chegou a divulgar seu lançamento no circuito cinematográfico, a produção foi adquirida pela Netflix após o fechamento dos cinemas, durante a crise sanitária criada pelo novo coronavírus, e agora vai sair diretamente em streaming no dia 22 de maio, com o nome de “Um Crime para Dois” no Brasil. A prévia mostra Kumail Nanjiani (“Silicon Valley”) e Issa Rae (“Issa Rae”) como um casal apaixonado, que tem a vida virada do avesso quando os dois se tornam suspeitos de assassinato. “Um Crime para Dois” é a segunda parceria de Najiani com o diretor Michael Showalter. Eles também fizeram juntos o sucesso “Doentes de Amor”, em 2017. Já o roteiro é de Martin Gero (criador da série “Blindspot”) em parceria com Aaron Abrams e Brendan Gall (que também trabalham em “Blindspot”). O lançamento da Netflix vai acontecer uma semana após a data em que o filme seria exibido no Brasil – e um mês após a estreia prevista para os cinemas nos Estados Unidos. Um detalhe curioso é que a Netflix aproveitou até a arte do pôster original da Paramount. Compare abaixo.
The Midnight Gospel: Animação psicodélica do criador de Hora da Aventura estreia na Netflix
A Netflix disponibilizou nesta segunda (20/4) a 1ª temporada de “The Midnight Gospel”, a nova animação de Pendleton Ward, criador da série “Hora de Aventura”, grande sucesso do Cartoon Network. Os oito episódios de aproximadamente 20 minutos já podem ser conferidos na plataforma. Ward desenvolveu “The Midnight Gospel” em parceria com o comediante e apresentador Duncan Trussell (que dublou Ron James em “Hora de Aventura”), e com apoio do estúdio Titmouse Animation, responsável por “Big Mouth”, outra série animada da Netflix. A nova atração acompanha Clancy, um “locutor interdimensional com um simulador de multiverso defeituoso, que decide deixar o conforto de sua casa para entrevistar seres de mundos em extinção”. A produção é inspirada no podcast de Trussell, “Duncan Trussell Family Hour”, que já acumula mais de 360 edições com entrevistas com Dan Harmon (criador de “Rick & Morty”), Rob Schrab (criador de “The Suits”) e muitas celebridades exotéricas em discussões metafísicas sobre o sentido do universo. Como o trailer abaixo atesta, o resultado é altamente psicodélico. Confira.
Casseta & Planeta abre festival de lives do governo de São Paulo
O grupo de humor Casseta & Planeta abre nesta terça-feira (21/4), às 21h30, o festival de lives #CulturaEmCasa, promovido pelo governo do estado de São Paulo. A trupe de humoristas terá ainda uma segunda apresentação no dia 28 e Helio de la Peña, um dos integrantes do Casseta, anunciou no Instagram que os cachês do grupo serão doados integralmente ao projeto social Mães da Favela, da Central Única das Favelas, para beneficiar famílias carentes de São Paulo. A programação ainda prevê participações do rapper Rincon Sapiência, na quarta-feira, além de outros shows, como Marcelo Jeneci, Céu, Leci Brandão, Erasmo Carlos e Karol Conka, ao lado de performances de atores, como Eva Wilma e Elias Andreato. Veja abaixo as apresentações confirmadas, que acontecerão diariamente às 21h30. O festival #CulturaEmCasa é uma iniciativa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e acompanha o lançamento de uma plataforma de streaming também chamada de #CulturaEmCasa. O serviço, gratuito, foi planejado para reunir conteúdos exclusivos, como as lives, e também acervo das diferentes entidades administradas pela pasta, como a Osesp (Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo), a São Paulo Companhia de Dança e a Pinacoteca de São Paulo. O projeto está orçado em R$ 1 milhão. Em comunicado, a secretaria explica que o valor foi remanejado de “projetos de difusão que foram suspensos devido à pandemia do coronavírus e que visavam os mesmos objetivos: democratizar o acesso a conteúdos culturais e gerar oportunidades para artistas e técnicos”. O montante cobre a criação, a produção de conteúdo, a atualização e a manutenção da plataforma, que deve ser mantida no ar mesmo depois de a quarentena acabar, como um projeto em constante atualização. Segundo o secretário Sérgio Sá Leitão, além de ser uma forma de levar as produções culturais para mais pessoas durante a pandemia e também depois dela, a plataforma foi pensada como um meio de geração de renda para os profissionais do setor, que estão desempregados. Todos os autores, artistas e técnicos envolvidos no projeto estão sendo remunerados. Sem propostas para a Cultura durante a crise sanitária, o presidente Jair Bolsonaro deixou claro seu apreço pela classe ao se manifestar contra a iniciativa no seu palanque virtual. Confira abaixo o vídeo de apresentação do projeto e a programação de lives, que poderão ser conferidas no site da plataforma: https://culturaemcasa.com.br/ 21/04 às 21h30: Casseta & Planeta 22/04 às 21h30: Rincon Sapiência 23/04 às 21h30: ARAP, com Elias Andreato 24/04 às 21h30: Anelis Assumpção + Curumim 25/04 às 21h30: Marcelo Jeneci 26/04 às 21h30: Eva Wilma 27/04 às 21h30: Céu 28/04 às 21h30: Casseta & Planeta 29/04 às 21h30: Leci Brandão 30/04 às 21h30: Aílton Graça 01/05 às 21h30: Tulipa 02/05 às 21h30: Erasmo Carlos 03/05 às 21h30: Karol Conka












