Festival de Veneza mantém data original em setembro
O Festival de Veneza confirmou nesta segunda-feira (20/4) que vai acontecer em setembro, data original de sua sua 77ª edição, apesar da pandemia de coronavírus que forçou o cancelamento de importantes eventos culturais em todo o mundo, como o Festival de Cannes, na França. “O calendário será de 2 a 12 de setembro para o 77º Festival de Cinema, dirigido por Alberto Barbera”, anunciou a Bienal de Veneza, organizadora do festival, em comunicado. Mas nem tudo acontecerá conforme originalmente previsto antes do mundo se enclausurar. Festival de cinema mais antigo do mundo, o evento italiano, que geralmente credencia mais de 2 mil jornalistas, será reduzido devido à crise sanitária, com exibições para um público limitado de críticos e com poucos convidados estrangeiros, explicaram os organizadores. Atualmente, a Itália está em um lockdown quase completo, com todos os cinemas e empresas não essenciais fechados. O país figura entre os mais atingidos pela pandemia de coronavírus no mundo, com 179 mil infecções confirmadas e mais de 23 mil mortes atribuídas ao contágio de covid-19, segundo dados do Instituto Johns Hopkins em 20 de abril. Mas a situação começa a se estabilizar, permitindo que planos para abrir o comércio deixem de ser apenas uma esperança distante. Se o Festival Veneza acontecer como planejado em setembro, poderá se beneficiar de uma rica seleção de filmes destinados a Cannes. Isto se não enfrentar a concorrência direta de uma edição tardia do evento francês. Oficialmente, a edição deste ano de Cannes não foi cancelada, apenas adiada por tempo indeterminado.
Tom Lester (1938 – 2020)
O ator Tom Lester, que ficou conhecido pela série da década de 1960 “O Fazendeiro do Asfalto” (Green Acres), morreu nesta segunda (20/4) aos 81 anos. Ele estava na casa de sua noiva e cuidadora em Nashville quando passou mal. O ator sofria há anos do Mal de Parkinson. Lester nasceu no Mississípi, onde foi criado em uma fazenda. Cursou Química e Biologia e, ao se formar, virou professor. Mas apesar de todo o estudo, acabou ficando famoso como um caipira iletrado na TV. A lenda diz que ele enfrentou a competição de mais de 400 atores para o papel que o consagrou, e só venceu por ser o único entre eles que sabia ordenhar uma vaca. Mas não foi exatamente assim. Depois de ir a Los Angeles e conhecer a professora de teatro Lurene Tuttle, Lester atuou em peças teatrais ao lado de Linda Kaye, filha de Paul Henning, o produtor que havia criado duas comédias rurais de grande audiência na rede CBS, “A Família Buscapé” e “Petticoat Junction”, e que estava planejando lançar um spin-off. “Naquela época, Henning era o produtor de comédia mais poderoso do mundo”, disse Lester, em uma entrevista antiga. “Então ele veio ver a peça de Linda… e acabou gostando de mim, conheceu minhas pequenas idiossincrasias e tudo mais, porque nós passamos a ter pequenas festas na casa dele, bebíamos Coca-Cola, comíamos cachorros-quentes e passávamos um tempo juntos”. Henning acabou escalando Lester num pequeno papel, que deveria durar só alguns episódios, já que a trama de “O Fazendeiro do Asfalto” era centrada em outros personagens, o casal formado por Oliver Arnold (Eddie Albert) e Lisa (Eva Gabor), um advogado bem-sucedido de Manhattan e sua elegante noiva que deixaram a cidade grande para viver numa fazenda falida perto de Hooterville. O personagem de Lester, Eb Dawson, morava na fazenda, era amigo de um porco chamado Arnold e chamava Lisa e Oliver de pais. Mais importante que isso: ele era muito engraçado. Tanto que acabou fazendo mais sucesso que os protagonistas, levando os produtores a fixar o ator no elenco central. O público gostou tanto do caipira vivido por Lester que seu personagem fez crossovers, aparecendo nas outras duas produções de Henning – em seis capítulos de “Petticoat Junction”, estrelada por sua amiga Linda Kaye, e em três de “A Família Buscapé”. “O Fazendeiro do Asfalto” durou seis temporadas, de 1965 até 1971, mas ainda se manteve no ar por muitos e muitos anos em reprises. Depois do cancelamento, o ator apareceu em outras séries, como “O Jogo Perigoso do Amor”, “Marcus Welby”, “Os Pioneiros” e “A Supermáquina”, mas nunca mais teve um papel fixo. Também não conseguiu emplacar carreira no cinema, apesar do sucesso de seu primeiro longa, “Benji, o Filme” (1974), que lançou o famoso astro canino do título. Seu segundo filme só estreou 15 anos depois e foi um terror B, “Violência e Terror” (1989). E ele ainda apareceu em “Gordy: O Porquinho Herói” (1994), um ano antes de “Babe, o Porquinho Atrapalhado” (1995) virar blockbuster nos cinemas. Mas a doença o atingiu cedo e os trabalhos se tornaram cada vez mais raros. Ele abandonou a produção artística para se recolher em sua vida pessoal, embora tenha ressurgido recentemente para um último papel de caipira, na comédia “Campin’ Buddies”, de 2014.
Globoplay libera Os Normais, A Grande Família e mais séries clássicas em streaming
A plataforma Globoplay liberou mais cinco séries de comédia que fizeram grande sucesso na TV. A partir desta segunda-feira (20/4), “Os Normais” (2001-2003), “A Grande Família” (2001-2014), “Toma Lá Dá Cá” (2007-2009), “Tapas e Beijos” (2011-2015) e “A Diarista” (2004-2007) estão liberadas de graça para não assinantes do serviço. O conteúdo permanecerá disponível gratuitamente durante 60 dias na plataforma, juntando-se a outros títulos que já tinham sido liberados, como as séries “Shippados” (2019) e “Sandy & Junior” (1999-2002), a primeira parte da novela “Amor de Mãe” e o “Sinta-se em Casa”, humorístico que Marcelo Adnet protagoniza durante a quarentena. Para completar, o serviço de streaming também tinha liberado, durante o mês passado, séries infantis como “Detetives do Prédio Azul”, “Escola de Gênios”, “Mya Go”, “Bob Zoom”, “Valentins”, “Dr. Calça Dimensional”, longas animados da Disney e todas as temporadas de “Malhação”. “Desde que o isolamento social se intensificou no país, a Globoplay vem disponibilizando, de tempos em tempos, uma série de conteúdos que podem ser acessados gratuitamente. Ao todo já foram mais de 70 títulos”, disse a plataforma, em comunicado.
Estreia do novo filme de Batman é adiada para o final de 2021
O novo filme do Batman, protagonizado por Robert Pattinson, teve sua estreia adiada em três meses por conta da pandemia do coronavírus. Originalmente previsto para junho de 2021, agora será lançado em 1 de outubro de 2021 nos EUA. A mudança foi necessária devido à interrupção das filmagens, como medida de prevenção, o que impede a concretização do cronograma original do estúdio. Por conta disso, a mudança de “The Batman”, como o filme foi batizado em inglês, não foi a única anunciada pela Warner. Outros filmes da DC Comics tiveram seus lançamentos alterados. Mas nem todos foram adiados. “The Flash”, curiosamente, foi adiantado. Vai estrear em junho de 2022, em vez de julho daquele ano como previsto. Em compensação, a continuação de “Shazam” passou de abril de 2022 para novembro de 2022. Desta lista, apenas “The Batman” estava em produção. “The Flash” e “Shazam”, assim como a sequência de “Aquaman” e o longa de “Adão Negro”, estrelado por Dwayne Johnson, ainda estão em fase de roteiro. A Warner, porém, já tem um filme de super-herói da DC Comics pronto para estrear: “Mulher-Maravilha 1984”. Originalmente previsto para 4 de junho no Brasil, também teve seu lançamento adiado, mas os planos do estúdio apostam numa chegada aos cinemas ainda neste ano, mais exatamente em 13 de agosto.
KondZilla realiza festival online de funk no YouTube
O diretor de clipes e produtor Konrad Dantas, mais conhecido como KondZilla, entrou na onda dos shows online que se popularizaram na quarentena, e lança nesta segunda (20/4) o KondZilla Festival em Casa, lives beneficentes que reunirão estrelas do funk como Lexa, Kevinho, MC Kekel e Jottapê. O evento terá duas edições. Além desta segunda, também vai acontecer na sexta (24/4), sempre a partir das 20h no YouTube. As apresentações acontecerão no canal do próprio KondZilla, que é o mais visto do YouTube, e trará, além de músicas, pedidos de doações para a CUFA (Central Única das Favelas). O objetivo é ajudar a população mais pobre durante a pandemia do novo coronavírus. Na primeira live, vão se apresentar Lexa, Kevinho, Dani Russo e o MC Dede, conhecido pelo funk “Pow Pow Tey Tey”. Já na sexta-feira, o line-up do evento conta com MC Kekel, MC MM, Jottapê e Mila, do hit “Tudo Ok”. O canal de KondZilla é o maior do YouTube, com mais de 57 milhões de inscritos. Além dos artistas que se apresentam no festival online, ele também produziu e lançou clipes de nomes conhecidos do funk, como Kevinho, Bonde das Maravilhas e MC Bin Laden. Além disso, o produtor também criou a série brasileira “Sintonia”, estrelada por Jottapê e já renovada para a 2ª temporada na Netflix.
Peacock: Trailers do novo streaming incluem revivals de Galera do Barulho e Punky, a Levada da Breca
A plataforma americana Peacock, serviço de streaming com conteúdo da NBCUniversal, divulgou os primeiros trailers de suas atrações originais. A iniciativa acompanha a disponibilização de uma versão gratuita e com anúncios do serviço, preliminarmente para os assinantes da Comcast, empresa provedora de internet e TV paga – que é a dona da NBCUniversal. A antecipação não inclui material inédito, que só será conhecido na inauguração oficial, marcada apenas para 15 de julho nos EUA – e sem previsão para o resto do mundo. Além de incluir uma biblioteca de conteúdo da NBCUniversal, como “Jurassic Park”, “Velozes e Furiosos”, “Minions”, “The Office” e acesso antecipado ao programa “The Tonight Show”, de Jimmy Fallon, o serviço tem notícias (da NBC News) e esportes (a NBC tem os direitos de transmissão das Olimpíadas de 2020), e ainda buscará atrair mais assinantes com seus produtos originais. Ao todo, foram encomendadas 15 atrações originais. Algumas estão em fase inicial, como o novo remake/reboot de “Battlestar Galactica”, a cargo do produtor-roteirista Sam Esmail (criador de “Mr. Robot”). Outras foram interrompidas pela paralisação dos trabalhos devido à pandemia do novo coronavírus, incluindo o drama “Dr. Death”, estrelado por Jamie Dornan (“Cinquenta Tons de Cinza”) e Alec Baldwin (“30 Rock”). Entre as primeiras séries que a Peacock pretende colocar rapidamente no ar estão dois revivals de sucessos dos anos 1980: “Galera do Barulho” (Saved by the Bell) e “Punky, a Levada da Breca” (Punky Brewster), sitcoms voltadas ao público infantil. Ambas ganharão continuações, mostrando o que aconteceu com os personagens originais, agora adultos (e interpretados pelos mesmos atores), que precisam lidar com versões mirins de si mesmos – seus filhos e, no caso de “Galera do Barulho”, filhos de seus amigos. Estes dois projetos já estavam em desenvolvimento e foram incorporados ao serviço. Por conta disso, contavam com uma produção mais adiantada. A estratégia também permitiu que o segundo telefilme derivado da série “Psych” e a nova minissérie baseada no clássico sci-fi “Admirável Mundo Novo” (Brave New World), obra icônica de Aldous Huxley, também pudessem ser gravados antes da crise sanitária. A lista de produções ainda inclui a sitcom de espionagem “Intelligence”, estrelada por David Schwimmer (“Friends”), que já passou no Reino Unido, e um de seus programas mais esperados: a comédia de época “Angelyne”, com Emmy Rossum (“Shameless”), sobre a celebridade que criou o status de ser “famosa apenas por ser famosa”, nos anos 1980. Veja abaixo os trailers dos seis programas que a Peacock vai estrear em julho nos EUA.
Vida de Mauricio de Sousa vai virar filme
A vida de Mauricio de Sousa, criador da Turma da Mônica, vai virar filme, com produção e direção de Pedro Vasconcelos (de “Fala Sério, Mãe!”). O roteiro será inspirado na autobiografia “Maurício – A História Que Não Está no Gibi”, lançada em 2017 e que homenageia os 60 anos de carreira do artista. Assim como o livro, o filme deve fazer um longo passeio pela história de Maurício, indo desde a infância humilde em Mogi das Cruzes, quando ele descobriu a paixão pelos quadrinhos após encontrar um gibi em uma lata de lixo, a época em que atuou como repórter policial, o início da carreira de desenhista, o lançamento da tirinha de Bidu, a inspiração nos filhos para criar novos personagens, o estouro da Mônica e assim por diante, até os dias atuais, com o sucesso de seu próprio estúdio, Maurício de Sousa Produções, que além de quadrinhos produz séries e filmes baseados em seus personagens. O elenco ainda não foi escalado, mas a expectativa de lançamento do filme é apenas para 2023.
4ª temporada de Sob Pressão vai abordar pandemia do novo coronavírus
A série médica da rede Globo “Sob Pressão” vai incluir o coronavírus na trama de sua 4ª temporada. A informação de que a pandemia seria tema da atração estrelada por Júlio Andrade e Marjorie Estiano foi ventilada há alguns dias por Fernando Oliveira, colunista de televisão do portal UOL, e confirmada neste domingo (19/4) numa reportagem de O Globo, sobre o impacto da quarentena nas produções de TV do Brasil. O jornal não deu outros detalhes sobre como se dará a incorporação da crise sanitária na série, que é inspirada pela precariedade do sistema público de saúde do Brasil. O roteiro da nova leva de episódios estaria sendo refeito para abordar a pandemia. Todas as produções dramáticas da TV brasileira estão com gravações suspensas por tempo indeterminado, mas os autores seguem escrevendo capítulos em suas casas, aguardando a volta de atores e equipes aos estúdios. Apesar da iniciativa, esta deve ser a única abordagem da pandemia na programação de ficção da Globo. Na mesma reportagem, Manuela Dias, autora da novela “Amor de Mãe”, disse que tocaria no tema apenas de passagem, por meio de um comentário de Davi, o ambientalista vivido por Vladimir Brichta, que falará sobre uma “possibilidade de pandemia”. Ela mencionou que a inclusão da quarentena no folhetim acabaria com a narrativa dramática. “Pensei muito sobre se deixaria a covid-19 entrar na novela. Por um lado, existe uma curiosidade de como os personagens se virariam na quarentena, mas acho que o vírus iria sequestrar a novela. Em vez de procurar Domênico, Lurdes estaria trancada tentando não pegar o coronavírus”, observou a teledramaturga.
Veja os 20 melhores shows do festival digital One World: Together at Home
Ainda não há levantamento oficial, mas o festival “One World: Together at Home”, espécie de “Live Aid” online, deve ter batido recordes de audiência com sua sintonia global ao longo do sábado (18/4). Apesar disso, boa parte do evento foi dedicado a discursos e vídeos sobre a crise sanitária, com o espaço dedicado à música dividido entre talentos díspares. Considerado a “live das lives”, o festival online teve curadoria de Lady Gaga, que juntou artistas de diferentes gerações numa mistura desencontrada de nomes consagrados e representantes do pop menos memorável. Não bastasse o excesso de musiquinhas melosas, chamou atenção a preferência de pós-adolescentes por karaokês constrangedores de clássicos cinquentenários – só Billie Eilish acertou o tom. Coube aos veteranos Rolling Stones dar o melhor show da noite (mesmo com bateria pré-gravada e Charlie Watts tocando o ar), graças ao ainda impressionante vocal de Mick Jagger – em grande contraste ao fiapo de voz de Paul McCartney. Já na turma pop, Taylor Swift foi facilmente a mais emociante, com música inspirada na luta de sua mãe contra o câncer. Destaque da nova geração, a francesa Christine and the Queens representou bem a turma eletrônica, minoritária na seleção. Mas faltou reggae, música brasileira, mais rock, rap e talentos da cena indie para compensar o excesso enjoativo de breguice. Para completar, Beyoncé aparecer para não cantar só foi pior que a ausência de Madonna. Confira abaixo 20 shows que se destacaram na “live das lives”, pelo filtro da Pipoca Moderna – sem ordem de preferência, mas declaradamente em campanha pela versão Lollapalooza desse tipo de evento.
Maior live de todos os tempos arrecada quase US$ 130 milhões contra covid-19
A maior live de todos os tempos, “One World: Together At Home”, também conhecida como “live das lives”, arrecadou US$ 127,9 milhões em doações durante sua realização. Os valores foram revelados pela ONG Global Citizen, responsável pelo evento, na madrugada deste domingo (19/4). O montante arrecadado será destinado para ajudar os profissionais de saúde que lutam contra a pandemia da covid-19. “US$ 127,9 milhões arrecadados para o alívio da covid-19”, informou a Global Citizen no Twitter, em post que também agradeceu Lady Gaga por ajudar na criação do evento histórico de transmissão global. A cantora teve a missão de fazer uma curadoria e convidar alguns artistas, além de ter aberto o evento principal com uma música em homenagem aos profissionais da saúde que lutam contra o coronavírus. O festival digital contou com a participação de músicos consagrados como Paul McCartney, Elton John, Stevie Wonder e The Rolling Stones (com bateria imaginária), entre outros. Anitta foi a única artista brasileira convidada, mas ela não cantou. Ao final, Lady Gaga também integrou uma apresentação conjunta com Celine Dion, Lang Lang, John Legend e Andrea Bocelli, cantando a música “The Prayer”. Além de informar a arrecadação e agradecer artistas, a Global Citizen encerrou seu post lembrando que as pessoas devem manter o isolamento social pelo mundo para coibir o avanço do novo coronavírus. “Para todos em todo o mundo: mantenham-se fortes, mantenham-se seguros, em breve estaremos juntos pessoalmente”. $127.9 million for COVID-19 relief. That is the power and impact of One World: #TogetherAtHome. Thank you @ladygaga for helping @GlblCtzn create this historic global broadcasting event. To everyone around the world: Stay strong, stay safe, we will be together in person soon. pic.twitter.com/QudE6j7reF — Global Citizen (@GlblCtzn) April 19, 2020
Ator de Blue Bloods tem a perna amputada devido a complicações de covid-19
O ator e cantor Nick Cordero, que foi indicado ao Tony (o Oscar do teatro) e trabalhou no filme “Despedida em Grande Estilo” e nas séries “Blue Bloods” e “Law & Order: SVU”, teve a perna amputada após complicações decorrentes de sua infecção pela covid-19. Ele se encontra sedado numa UTI de Nova York desde 1º de abril. A esposa de Cordero, Amanda Kloots, compartilhou as notícias em um vídeo de Stories no Instagram na tarde deste sábado (18/4). “Recebemos notícias difíceis ontem”, ela contou, sobre a luta do ator de 41 anos contra o coronavírus. “Basicamente, tivemos problemas na perna direita com a coagulação e a circulação de sangue nos dedos dos pés, que não está acontecendo com a cirurgia e tudo mais. Então, eles o colocaram em anticoagulantes para a coagulação e, infelizmente, os anticoagulantes causaram outros problemas – pressão arterial e algum sangramento interno no intestino -, então tiramos o diluente de sangue, mas isso causou novamente coagulação na perna direita. Portanto, a perna direita será amputada hoje”. No fim de semana passado, Kloots disse que seu marido havia desenvolvido uma nova infecção no pulmão e precisou ser ressuscitado, e que então ele passou por uma cirurgia. “Eles tiveram muita dificuldade em recuperá-lo”, disse ela na época. Ela concluiu com uma mensagem esperançosa: “Um pedido … eu sei que isso não é possível, mas hoje é dia de milagre, então o que não pedir? Eu só queria poder vê-lo. Segurar sua mão. Tocar seu rosto. Eu acredito que isso o ajudaria a acordar. ” Mais tarde, Kloots atualizou a situação de Cordero via Instagram: “Recebi um telefonema do hospital dizendo que Nick saiu da cirurgia vivo e está indo para seu quarto. Amém! Ele está nos ouvindo!!! Ele está ouvindo o amor e suas vozes todos os dias. Eu tenho certeza disso. Obrigado a Deus por cuidar dele e dos incríveis médicos e enfermeiros do hospital Cedars-Sinai. Eu posso dormir esta noite.” Kloots tem mantido os amigos da família e seguidores do Instagram atualizados sobre a saúde de Cordero durante toda a sua hospitalização. Ela disse que ele testou negativo para covid-19 duas vezes, antes de um terceiro teste dar positivo. Ver essa foto no Instagram We got Nicks song on the radio guys! Thank you to @stevievanzandt every night at 6pm EST on @siriusxm channel 21!!! Holy Moly!!! AND right after we finished singing tonight I got a phone call from the hospital saying that Nick made it out of surgery alive and he is headed to his room to rest and recover! AMEN! He is hearing us!!! He is hearing the support, the love and your voices everyday. I just know it. Thank you God for watching over him and for the incredible doctors and nurses @cedarssinai hospital! ❤️ I may sleep tonight. Uma publicação compartilhada por AK! ⭐️ (@amandakloots) em 18 de Abr, 2020 às 3:56 PDT
Tenet: Filme misterioso de Christopher Nolan ganha novas fotos
A Warner divulgou novas fotos de “Tenet”, o novo e misterioso thriller de Christopher Nolan (“Interestelar”). As imagens destacam o protagonista John David Washington (“Infiltrado na Klan”) e o coadjuvante Robert Pattinson (“Bom Comportamento”). Apesar da divulgação de um trailer, a produção ainda não teve sua premissa explicada, mas o primeiro vídeo mostrou o protagonista ingressando numa equipe secreta após ser considerado morto, com a motivação genérica de “tentar impedir a 3ª Guerra Mundial”. O resto do elenco inclui Elizabeth Debicki (“As Viúvas”), Clémence Poésy (“The Tunnel”), Martin Donovan (“Big Little Lies”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”) e Dimple Kapadia (“Confinados”), atriz veterana de Bollywood em seu primeiro grande papel em Hollywood, além de dois velhos habitués dos filmes de Nolan, Michael Caine (trilogia “Batman”) e Kenneth Branagh (“Dunkirk”). Rodado em sete países com câmeras IMAX e filme analógico de 70mm, “Tenet” deveria estrear em 23 de julho no Brasil, uma semana após o lançamento nos Estados Unidos, e apesar da improbabilidade disso acontecer, essa data ainda não foi remarcada.
Versão digital de Sonic: O Filme chega ao Brasil na quarta-feira
Um dos últimos sucessos de bilheteria antes do fechamento dos cinemas pela pandemia do novo coronavírus já vai chegar às plataformas digitais no Brasil. “Sonic: O Filme”, adaptação do famoso videogame do ouriço azul mais veloz do mundo, será disponibilizado na AppleTV, Google Play, Xbox Video e Playstation Store a partir da próxima quarta-feira (22/4). Uma semana depois, em 29 de abril, o filme será lançado para locação nas principais operadoras de TV paga do país. As cópias digitais de “Sonic: O Filme” contarão com diversos conteúdos extras, como cenas excluídas, erros de gravação e faixa de comentários do ator Ben Schwartz (“House of Lies”), dublador original de Sonic, e do diretor Jeff Fowler. Maior estreia de um filme baseado em videogame, “Sonic: O Filme” faturou US$ 58 milhões em seu lançamento nos EUA. Mas a pandemia encurtou sua trajetória cinematográfica, finalizada com US$ 300 milhões em bilheteria mundial. Jeff Fowler fez sua estreia como diretor de longas à frente de “Sonic”, após disputar o Oscar de Melhor Curta Animado por “Gopher Broke” (2004). O filme também contou com produção do diretor Tim Miller (de “Deadpool”), que roteirizou “Gopher Broke” com Fowler, e seu elenco ainda inclui James Marsden (“Westworld”), Tika Sumpter (“Policial em Apuros”), Neal McDonough (“Legends of Tomorrow”), Adam Pally (“The Mindy Project”) e Jim Carrey (“Sim Senhor”) como o vilão Dr. Ivo Robotnik, cientista maluco que é o grande inimigo de Sonic no game clássico.












