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Machismo gera treta generalizada antes do apontamento de A Fazenda 18

Alfredo assusta até a ficante ao confrontar Ana, enquanto Tina rejeita beijo, enfrenta ataques e acaba acusada de assédio

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Hackers atacam Ancine com xenofobia, ameaças e apoio a Flávio Bolsonaro

Invasão exibe candidato fazendo gesto de arminha e Júlia Zanatta chicoteando mapa do Nordeste, além de sugerir ataques terroristas

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Reality

A Fazenda 18: Peões transformam treta com Ariela em bullying coletivo

Mônica, Fran, Giovanna, Darlin e Mayk se voltam contra a peoa, enquanto participantes dançam e fazem acrobacias durante a confusão

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12 de outubro de 2026
Etc

Maurício Mattar nega deboche contra Frota: “Eu te amo”

Ator afirma que suas risadas eram dirigidas a Sandro Rocha, e não ao apoio político do amigo, e tenta desfazer desentendimento

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12 de outubro de 2026
Série

Morre RJ Mitte, o Walter Jr. de Breaking Bad, aos 34 anos

Ator tinha paralisia cerebral como seu personagem na série e se tornou ativista pela inclusão de pessoas com deficiência em Hollywood

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12 de outubro de 2026
  • Etc

    TV Brasil é proibida de fazer homenagem à atriz Letícia Sabatella

    29 de abril de 2020 /

    Uma homenagem à atriz Letícia Sabatella, que aconteceria na TV Brasil no sábado passado, foi cancelada na véspera pela EBC (Empresa Brasil de Comunicação), responsável pela programação do canal. Letícia Sabatella seria tema de uma edição do programa “Recordar é Viver”, que trataria da sua carreira, mas, um dia antes do programa ir ao ar, segundo a apuração do colunista Anselmo Goes, do jornal O Globo, houve uma ordem para que fosse tirado da grade. Em vez do programa sobre a atriz, acabou indo ao ar uma edição sobre o humorista Agildo Ribeiro (1932-2018). Procurada, a EBC informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não vai comentar o caso. Já Sabatella falou ao Globo na tarde desta quarta-feira (29/4), contando que não sabia da homenagem nem da proibição de sua exibição. Questionada sobre a ordem da EBC, ela disse acreditar “fortemente” que foi censura. “A vida de artistas e ativistas tem se tornado cada dia mais difícil e exigido bastante resistência de nossa parte”, comentou. A atriz tem um posicionamento político abertamente contrário ao governo Bolsonaro. Em 25 de março, ela publicou um post nas redes sociais com a frase “Não há álcool gel que limpe as mãos de quem digitou 17”, em referência ao número de Bolsonaro na eleição. “Esse revanchismo demonstra muito medo ou covardia e, por fim, a fragilidade de quem o exerce”, acrescentou. A notícia gerou revolta entre os artistas que lamentam o aparelhamento das instituições pelos bolsonaristas – um processo, ironicamente, igual ao que Bolsonaro condenava nos governos petistas. Um post no Instagram do coletivo 342Artes, liderado pela produtora Paula Lavigne, condenou a ação da EBC. “A democracia segue sendo desrespeitada por Bolsonaro. Vamos nos calar? Toda nossa solidariedade à Letícia”, diz a mensagem do grupo. A publicação foi compartilhada por artistas como Caetano Veloso, Daniela Mercury, Paula Burlamaqui, Dira Paes, Alinne Moraes, Letícia Colin, Bianca Bin, Nathalia Dill, Juliana Alves e Laila Garin. Ver essa foto no Instagram Absurdo! Programa em homenagem à @leticia_sabatella foi censurado da programação da TV Brasil e removido da grade na véspera da exibição. A Democracia segue sendo desrespeitada por Bolsonaro. Vamos nos calar ? Toda nossa solidariedade à Letícia. #342Artes #LeticiaSabatella #censuranuncamais Uma publicação compartilhada por 342 Artes (@342artes) em 28 de Abr, 2020 às 7:50 PDT

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  • Etc

    Atriz de Pretty Little Liars ataca Trump após avô morrer de covid-19: “Acreditou em suas mentiras”

    29 de abril de 2020 /

    A atriz Holly Marie Combs, conhecida por ter vivido a bruxa Piper na série “Charmed” e a mãe de Aria (Lucy Hale) em “Pretty Little Liars”, fez duras críticas a Donald Trump, após relatar em rede social que o avô faleceu de covid-19. Na mensagem, ela afirmou que o avô foi eleitor do presidente dos EUA e acreditou quando ele disse que o vírus não era tão perigoso. “Meu avô morreu hoje. Ele votou em você. Ele acreditou quando você disse que esse vírus não era pior que uma gripe. Ele acreditou em todas as mentiras que você disse. Ele morreu hoje de covid-19, um dia depois do seu 66º aniversário de casamento. Você é uma desgraça para a raça humana”, declarou ela no Twitter, sobre Trump. Assim como Bolsonaro, que disse que o novo coronavírus era uma “gripezinha”, Trump tuitou em março que o novo coronavírus seria tão perigoso quanto uma gripe comum. Combs fez seu ataque em resposta a uma nova postagem do presidente negando ter minimizado os efeitos do coronavírus. Ela também escreveu na rede social que estava sem tolerância alguma com defensores de Trump. My grandfather died today. He voted for you. He believed you when you said this virus was no worse than the flu. He believed every lie you muttered and sputtered. He died today from Covid-19 one day after his 66th wedding anniversary. You’re a disgrace to the human race. — Holly Marie Combs (@H_Combs) April 27, 2020 Zero tolerance for Trumpers. Zero. Take it to someone else’s timeline. Not today Satan. — Holly Marie Combs (@H_Combs) April 28, 2020

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  • Etc

    Cinemas da China devem reabrir em junho

    29 de abril de 2020 /

    O vice-secretário geral do governo municipal de Pequim, Bei Chen, revelou que a capital da China reduzirá seu estado de emergência no dia 30 de abril, permitindo que locais de entretenimento, como cinemas e museus, possam reabrir no início de junho, após a conclusão do Congresso Nacional do Povo. Em entrevista coletiva, Chen disse que o governo da cidade “ofereceria uma série de políticas de apoio à indústria cinematográfica” e que “cada agência de cinema regional introduzirá também suas próprias políticas de apoio”. Os cinemas da China, segundo maior mercado de filmes de mundo, estão fechados há mais tempo, desde o final de janeiro, como prevenção contra a pandemia do novo coronavírus. Em março, mais de 600 salas de exibição receberem autorização para reabrir suas portas, mas a permissão foi revertida após uma semana, com a volta do aumento no registro de infectados. Estima-se que a suspensão completa da exibição de filmes resultou num prejuízo de vários bilhões de dólares em custos fixos e perda de receita com ingressos. A China já passou pelo pico da infecção e, nas últimas semanas, começou a registrar dias sem mortes por covid-19.

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  • Etc,  Filme

    Maiores redes de cinema dos EUA decidem boicotar os filmes da Universal

    29 de abril de 2020 /

    As duas maiores redes de cinema dos EUA reagiram contra a decisão da Universal de dar mais atenção às plataformas on demand, as “locadoras virtuais”, após o sucesso estrondoso de “Trolls 2” em VOD nos EUA. A AMC Theatres e a Cineworld, dona da rede Regal Cinemas, anunciaram que não vão exibir novos filmes da Universal Pictures enquanto o estúdio não desistir de lançar longas simultaneamente nos cinemas e nos serviços de streaming on demand. “Trolls 2” testou o mercado como a primeira sequência de blockbuster lançada direto em streaming – oficialmente, de forma simultânea em VOD e nos cinemas (fechados) – e também o preço que o público estaria disposto a pagar por um produto premium digital. O valor de US$ 19,99 por locação é US$ 10 mais caro que o custo médio de um ingresso de cinema nos EUA. Mas a aposta deu certo. Mais que certo. Disponível há apenas três semanas, a versão digital da continuação rendeu US$ 100 milhões, quase o mesmo que o lançamento cinematográfico do primeiro filme, que durante igual período de exibição, em 2016, gerou US$ 116 milhões nas bilheterias. O detalhe é que os serviços de streaming dão maior retorno financeiro, já que ficam com uma parcela menor da arrecadação. Ao todo, a Universal faturou US$ 77 milhões, deixando apenas 23% do faturamento total com as plataformas. Já as salas de exibição ficam com 50% dos rendimentos. Considerando que a bilheteria norte-americana do primeiro “Trolls” ficou em torno dos US$ 153 milhões, após a divisão com os estabelecimentos o filme rendeu apenas US$ 76,5 milhões para o estúdio. Ou seja, menos do que a Universal já arrecadou com o VOD de “Trolls 2″. Em entrevista ao Wall Street Journal, o presidente da Universal, Jeff Shell, afirmou que o resultado “superou nossas expectativas e mostrou que o lançamento on demand é viável”. Ele também anunciou que vai materializar o pior pesadelo do parque exibidor. “Quando os estabelecimentos reabrirem, pretendemos lançar filmes nos cinemas e on demand”. “É decepcionante para nós, mas os comentários de Jeff sobre as ações e intenções unilaterais da Universal não nos deixaram escolha. Portanto, com efeito imediato, a AMC não exibirá mais filmes da Universal em nenhum de nossos cinemas nos Estados Unidos, Europa ou Oriente Médio”, disse Adam Aron, presidente e CEO da AMC Theatres, em comunicado sobre o boicote. “Essa política afeta todo e qualquer filme da Universal e entra em vigor hoje, permanecendo quando nossos cinemas reabrem, e não é uma ameaça vazia ou mal considerada”, continuou ele. “Incidentalmente, essa política não visa apenas a Universal… também se estende a qualquer estúdio ou cineasta que abandonar unilateralmente as práticas de janelas atuais, sem negociações de boa fé entre nós, para que eles, como distribuidores, e nós, como o exibidores, possamos nos beneficiar mutuamente sem sermos prejudicados com essas mudanças. Atualmente, com o comentário feito pela imprensa, a Universal é hoje o único estúdio contemplando uma mudança geral no status quo. Portanto, essa comunicação merece uma resposta imediata”. É um “movimento inapropriado” do estúdio, condenou também Mooky Greidinger, CEO da Cineworld. “Nós investimos muito nos nossos cinemas ao redor do mundo, e isso permite que os estúdios deem aos seus clientes a melhor experiência possível. Não há como contestar que a tela grande é a melhor forma de assistir a um filme”, argumentou, em seu próprio comunicado. Além das duas redes, a entidade que reúne os maiores exibidores, a NATO (sigla em inglês da Associação Nacional dos Donos de Cinema) também se pronunciou, chamando atenção sobre a condição excepcional do sucesso de “Trolls 2”. Para ela, a arrecadação do filme em VOD não poderia ser usado pela Universal como uma “desculpa para pular o lançamento” tradicional de seus maiores filmes, pois esse lucro impressionante não é o “novo normal de Hollywood”. “Essa performance é consequência do isolamento de milhões de pessoas que estão em suas casas em busca de entretenimento, não uma mudança na preferência do espectador”, disse a organização em comunicado. A NATO chega a afirmar não ter se surpreendido com os números acima da média do filme, já que as famílias em quarentena estão com opções limitadas para entreter crianças, público-alvo de “Trolls 2″. “A Universal não tem razão para usar circunstâncias incomuns em uma situação sem precedentes como trampolim para pular o lançamento nos cinemas”, segue o texto. “Cinemas trazem uma experiência imersiva e compartilhada que não pode ser reproduzida – uma experiência que muitos consumidores de plataformas digitais viveriam se não estivessem presos em suas casas, desesperados para assistir algo em família”, conclui a NATO. Diante da reação dos exibidores, a Universal distribuiu uma nota de esclarecimento, ressaltando que continua dedicada ao cinema e que os comentários de seu presidente foram mal-interpretados. “Acreditamos absolutamente na experiência cinematográfica e não declaramos o contrário. Como dissemos anteriormente, daqui para frente, esperamos lançar filmes diretamente para os cinemas, bem como no VOD, quando essa via de distribuição fizer sentido. Estamos ansiosos para ter conversas privadas adicionais com nossos parceiros de exibição, mas estamos desapontados com essa tentativa aparentemente coordenada de confundir nossa posição e nossas ações”, afirmou a Universal. “Nosso objetivo ao lançar ‘Trolls 2’ em VOD era oferecer entretenimento a pessoas que estão abrigadas em casa, enquanto os cinemas e outras formas de entretenimento externo não estão disponíveis. Com base na resposta entusiasmada ao filme, acreditamos que fizemos o movimento certo”, acrescenta a declaração. A ameaça dos donos de cinemas, entretanto, não afeta o mercado neste momento em que os cinemas encontram-se fechados devido à crise do novo coronavírus. E tampouco leva em consideração movimentos de outros estúdios, como a Disney e a Warner, que também relocaram filmes destinados ao parque exibidor para lançamentos digitais – “Artemis Fowl: O Mundo Secreto” será disponibilizado em 12 de junho na Disney+ (Disney Plus) e a animação “Scooby! O Filme” ganhará chegará para aluguel e compra digital em 15 de maio nos EUA. A avaliação do mercado, entretanto, sinaliza como pouco provável que as duas redes de cinema possam se dar ao luxo de deixar de exibir “Velozes e Furiosos 9”, “Minions: A Origem de Gru” e “Jurassic World 3”, especialmente a maior delas, a AMC, que foi bastante impactada pela pandemia por causa de sua grande carga de dívidas. Após o fechamento de todas as salas da AMC na segunda metade de março, os analistas de Wall Street previram que o circuito seria forçado a declarar falência. O próprio CEO da empresa, que vociferou em comunicado, encontra-se entre os funcionários licenciados devido à crise sanitária.

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  • Música

    Especial musical Disney Family Singalong vai ganhar segunda edição

    29 de abril de 2020 /

    A rede ABC vai produzir uma segunda edição do “Disney Family Singalong”, bem-sucedido especial beneficente em que astros famosos cantaram clássicos dos filmes da Disney. Exibido há duas semanas, o especial foi visto por 10,3 milhões de espectadores ao vivo e atingiu uma classificação de 2,6 pontos na audiência entre os adultos de 18 a 49 anos – o maior público qualificado do canal desde a transmissão do Oscar. A segunda edição será exibida em 10 de maio, o dia das mães, com apresentação de Ryan Seacrest (do “American Idol”), mas os convidados ainda não foram revelados. A primeira edição contou com participações de duas das cantoras mais populares dos EUA, Beyoncé e Ariana Grande, além da reunir o elenco de “High School Musical”, entre muitos outros convidados – veja alguns dos clipes da atração neste link. “O ‘Disney Family Singalong’ foi um evento bonito, e uniu milhões de famílias ao redor do país, enchendo os nossos corações de alegria e músicas, além de prover alimentação muito necessária para os nossos vizinhos que estão sofrendo” disse Claire Babineaux-Fontenot, CEO da Feeding America, campanha beneficente que recebeu doações do público durante a transmissão do programa. Assim como o primeiro “Disney Family Singalong”, este segundo especial também vai arrecadar dinheiro para a Feeding America, que está ajudando a alimentar população carente dos EUA durante a pandemia do novo coronavírus.

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  • Filme

    Continuação de Venom define título e data de estreia no Brasil

    29 de abril de 2020 /

    A Sony definiu o título nacional e a data de estreia da continuação de “Venom” no Brasil. “Venom: Let There Be Carnage” foi batizado de “Venom: Tempo de Carnificina” e chegará aos cinemas nacionais em 24 de junho de 2021, um dia antes do lançamento nos EUA. O título oficial refere-se ao vilão Carnificina (Carnage, em inglês), introduzido na cena pós-créditos do primeiro filme, com interpretação de Woody Harrelson. Fotos do set já revelaram o visual do personagem em sua identidade de Cletus Kasady, antes de sua transformação num simbionte assassino. A continuação também terá Tom Hardy e Michelle Williams de volta aos papéis de Eddie Brock/Venom e sua namorada Anne Weying, e ainda destaca a atriz Naomie Harris, indicada ao Oscar por “Moonlight” (2016), como a vilã Shriek. Para completar, a direção está a cargo de Andy Serkis (“Mogli: Entre Dois Mundos”), que substitui Ruben Fleischer, responsável pelo primeiro longa. A sequência de “Venom” foi um dos lançamentos que sofreu adiamento devido à pandemia do novo coronavírus — antes, a produção deveria chegar aos cinemas em outubro deste ano. Apesar da nova data de estreia, o longa não terminou as filmagens e permanece com sua produção suspensa devido à pandemia – e sem previsão para retomar os trabalhos.

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  • Etc,  Filme

    Irrfan Khan (1967 – 2020)

    29 de abril de 2020 /

    Irrfan Khan, o ator veterano de Bollywood que estrelou “Quem Quer Ser um Milionário?”, “A Vida de Pi” e “Jurassic World”, morreu nesta quarta-feira (29/4) em Mumbai, aos 53 anos. Khan foi diagnosticado com um câncer raro, neuroendócrino de alto grau, em março de 2018 e passou um tempo em Londres sendo tratado antes de voltar ao trabalho no ano passado. Ele estava internado num hospital em Mumbai desde o início desta semana devido a uma infecção no cólon. Em sua carreira, que durou mais de 30 anos, o ator viveu muitos vilões, mas se destacou mais por sua versatilidade, além da humanidade e intensidade que trouxe para cada papel. Nascido em Rajasthan, Khan foi inspirado a seguir a carreira de ator por seus heróis Dilip Kumar e Marlon Brando, e começou a trabalhar em produções televisivas antes de fazer sua estréia no cinema em 1988, no aclamado drama “Salaam Bombay”, de Mira Nair, indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Especializando-se em interpretar vilões, ele recebeu elogios da crítica como o líder de um gangue estudantil no cultuado “Haasil” (2003), de Tigmanshu Dhulia, além de chamar atenção como o ambicioso protagonista de “Favorite” (2003), de Vishal Bhardwaj, uma adaptação de “Macbeth”, de Shakespeare, passada no mundo do crime indiano. Por curiosidade, ele ainda estrelou o “Hamlet” indiano, “Haider”, também dirigido por Bhardwaj. Sua carreira internacional começou em 2001, quando protagonizou o filme de estreia do diretor britânico Asif Kapadia, “Um Guerreiro Solitário”. O drama existencial, ambientado no Rajastão feudal, venceu o BAFTA de Melhor Filme Britânico e apresentou Khan ao público ocidental. Ele voltou a trabalhar com Mira Nair nos EUA, em “Nome de Família” (2006) e num segmento da antologia “Nova York, Eu Te Amo” (2008). Contracenou com Angelina Jolie em “O Preço da Coragem”(2007), de Michael Winterbottom, e participou do filme indiano de Wes Anderson, “Viagem a Darjeeling” (2007). Mas a grande maioria do público ocidental só começou a notá-lo após o fenômeno “Quem Quer Ser um Milionário?” (2008), de Danny Boyle, no qual interpretou o inspetor de polícia que interroga o personagem de Dev Patel. O sucesso da produção britânica lhe credenciou a participar de blockbusters americanos, como “O Espetacular Homem-Aranha” (2012), de Marc Webb, “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” (2015), de Colin Trevorrow, “Inferno” (2016), de Ron Howard, e principalmente “As Aventuras de Pi” (2012), de Ang Lee, que venceu quatro Oscars. O ator demonstrou sua versatilidade em comédias com grandes sucessos indianos, como “Piku” (2015), de Shoojit Sircar, e “Hindi Medium” (2017), de Saket Chaudhary. Este último bateu o recorde de maior bilheteria de estreia na Índia e ainda registrou a segunda maior abertura de um filme indiano na China. Além de fazer rir, ele também fez chorar, ao apaixonar o público com o popular drama romântico “The Lunchbox” (2013), de Ritesh Batra, premiado nos festivais de Cannes e Toronto. Graças à popularidade de seus filmes, Khan se tornou o ator indiano mais conhecido do público ocidental. Seu último trabalho foi “Angrezi Medium”, uma sequência de “Hindi Medium” lançada em março, que também foi o último filme a ser exibido nos cinemas indianos antes de o país entrar em “lockdown” devido ao surto do novo coronavírus. “O carisma que você trouxe para tudo o que fez foi pura mágica”, tuitou a atriz Priyanka Chopra (“Baywatch”) sobre seu colega. Os dois trabalharam juntos na comédia “7 Khoon Maaf” (2011), do diretor Vishal Bhardwaj. “Você inspirou muitos de nós.” Colin Trevorrow, que dirigiu o astro indiano em “Jurassic World” – Khan viveu o dono do parque – lembrou-o como “um homem pensativo que encontrava beleza no mundo ao seu redor”. E o ator Riz Ahmed (“Venom”) simplesmente declarou que ele era um de seus heróis e “um dos maiores atores de nosso tempo”.

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  • Série

    Goosebumps vai ganhar série do produtor dos filmes

    29 de abril de 2020 /

    A franquia “Goosebumps” vai voltar para a TV. A Scholastic, editora da coleção de livros de terror infanto-juvenis do escritor RL Stine, associou-se com a Sony Pictures Television para o projeto, que será produzido por Neal H. Moritz, produtor dos dois filmes de “Goosebumps” lançados recentemente pela divisão cinematográfica da Sony – em 2015 e 2018. Com inúmeros livros e derivados publicados de 1992 até os dias de hoje, “Goosebumps” é uma antologia de histórias sobre crianças e adolescentes em situações aterrorizantes. E já tinha rendido uma adaptação televisiva bem-sucedida, exibida com sucesso na antiga Fox Kids, entre 1995 e 1998. “Goosebumps mantém crianças e famílias à beira de seus assentos há quase 30 anos e estamos muito entusiasmados em fazer parceria com a Sony Pictures Television e Neal H. Moritz para dar vida à marca duradoura de uma maneira nova para a geração atual”, disse Iole Lucchese, presidente da Scholastic Entertainment em comunicado. “Desde a mundialmente famosa série de livros até um programa de licenciamento em grande escala e até filmes live-actions estrelados por Jack Black, Goosebumps continua muito popular e esperamos apresentar novas aventuras para dar aos fãs ainda mais arrepios”. Apesar do anúncio da produção, não há detalhes adicionais sobre a nova série, nem sequer onde será exibida.

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  • Filme

    Karen Gillan vai enfrentar seu clone em nova sci-fi

    29 de abril de 2020 /

    A atriz Karen Gillan (de “Guardiões da Galáxia” e “Jumanji”) vai estrelar a sci-fi “Dual”, produção indie escrita e dirigida por Riley Stearns (“A Arte da Autodefesa”). A trama acompanhará uma mulher (Gillan) com doença terminal que opta por passar pelo processo de clonagem, para diminuir a dor da perda nos seus amigos e família. Quando ela milagrosamente consegue se recuperar da doença, precisa se livrar da sua clone. Mas as tentativas de fazê-la desaparecer dão errado, e as duas são levadas a participar de um duelo até a morte. Além de Gillan, o elenco também contará com Aaron Paul (das séries “Breaking Bad” e “Westworld”), Beulah Koale (“Hawaii Five-0”), Martha Kelly (“Baskets”) e Jesse Eisenberg (“Batman vs. Superman”), que já trabalhou com Stearns em seu único longa anterior, “A Arte da Autodefesa”, lançado no ano passado. A produção ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    Agents of SHIELD: Trailer da temporada final leva personagens para os anos 1930

    29 de abril de 2020 /

    A rede americana ABC divulgou o pôster e o trailer da 7ª e última temporada de “Agents of SHIELD”. O material revela que, depois de levar os personagens para o futuro, a trama desta vez transcorre no passado, mais precisamente nos anos 1930. A prévia mostra alienígenas viajantes no tempo, participação especial de Enver Gjokaj como Daniel Sousa (personagem de “Agent Carter”) e qual é a “missão final” dos protagonistas: salvar a HIDRA. Criada por Joss Whedon (diretor de “Os Vingadores”), seu irmão Jed Whedon e a cunhada Maurissa Tancharoen, “Agents of SHIELD” foi a primeira série live-action da Marvel Television, lançada em 2013 como derivado de “Os Vingadores”, até então a maior bilheteria de um filme de super-heróis. Ironicamente, será também a última série da produtora, que foi extinta no ano passado, após uma sucessão de fracassos e vexames. O Marvel Studios, responsável pelos filmes, também vai passar a realizar as séries adaptadas dos quadrinhos da empresa. Os episódios finais começam a ser exibidos a partir de 27 de maio nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Sony.

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  • Filme

    Lançamento digital de Trolls 2 já rendeu US$ 100 milhões nos EUA

    29 de abril de 2020 /

    A arrecadação do lançamento digital de “Trolls 2” em VOD nos EUA surpreendeu os analistas de mercado e o próprio estúdio Universal. A sequência já arrecadou cerca de US$ 100 milhões em aluguéis virtuais só no mercado norte-americano. Previsto para estrear nos cinemas em abril, o filme acabou tendo seu lançamento suspenso por causa da pandemia do novo coronavírus. Mas em vez de programar uma nova data, o estúdio resolveu disponibilizá-lo logo nas plataformas on demand. A iniciativa enfrentou protesto das empresas exibidoras, por receio do que isso poderia representar para a janela cinematográfica e para os futuros lançamentos de franquias populares. “Trolls 2” testou o mercado, como a primeira sequência de blockbuster lançada exclusivamente em streaming, e também o preço que o público estaria disposto a pagar por um produto premium. O valor de US$ 19,99 por locação é US$ 10 mais caro que o custo médio de um ingresso de cinema nos EUA. Mas a aposta deu certo. Mais que certo. Disponível há apenas três semanas, a versão digital da continuação rendeu quase o mesmo que o lançamento cinematográfico do primeiro filme, que durante igual período de exibição, em 2016, gerou US$ 116 milhões nas bilheterias. O detalhe é que os serviços de streaming dão maior retorno financeiro, já que ficam com uma parcela menor da arrecadação. Ao todo, a Universal faturou US$ 77 milhões, deixando apenas 23% do faturamento total com as plataformas. Já as salas de exibição ficam com 50% dos rendimentos. Considerando que a bilheteria norte-americana do primeiro “Trolls” ficou em torno dos US$ 153 milhões, após a divisão com os estabelecimentos o filme rendeu apenas US$ 76,5 milhões para o estúdio. Ou seja, menos do que a Universal já arrecadou com o VOD de “Trolls 2″. Em entrevista ao Wall Street Journal, o presidente da Universal, Jeff Shell, afirmou que o resultado “superou nossas expectativas e mostrou que o lançamento on demand é viável”. Ele também anunciou que vai materializar o pior pesadelo do parque exibidor. “Quando os estabelecimentos reabrirem, pretendemos lançar filmes nos cinemas e on demand”. Diante disso, a NATO (sigla em inglês da Associação Nacional dos Donos de Cinema) decidiu se pronunciar, por meio de comunicado, chamando atenção sobre a condição excepcional do sucesso de “Trolls 2”. Para os proprietários de salas exibidoras, a arrecadação do filme em VOD não poderia ser usado pela Universal como uma “desculpa para pular o lançamento” tradicional de seus maiores filmes, pois esse lucro impressionante não é o “novo normal de Hollywood”. “Essa performance é consequência do isolamento de milhões de pessoas que estão em suas casas em busca de entretenimento, não uma mudança na preferência do espectador”, diz o texto do comunicado. A NATO chega a afirmar não ter se surpreendido com os números acima da média do filme, já que as famílias em quarentena estão com opções limitadas para entreter crianças, público-alvo de “Trolls 2”. “A Universal não tem razão para usar circunstâncias incomuns em uma situação sem precedentes como trampolim para pular o lançamento nos cinemas”, segue o texto. “Cinemas trazem uma experiência imersiva e compartilhada que não pode ser reproduzida – uma experiência que muitos consumidores de plataformas digitais viveriam se não estivessem presos em suas casas, desesperados para assistir algo em família”, conclui a NATO. Vale lembrar que a animação não foi disponibilizada em VOD no mundo inteiro. Por enquanto, o estúdio mantém os planos de realizar uma estreia cinematográfica de “Trolls 2” no Brasil, prevista para outubro. Apesar dessas ressalvas, a Universal já planeja seu próximo lançamento nas plataformas digitais. O estúdio anunciou que “The King of Staten Island”, nova comédia de Judd Apatow (“Ligeiramente Grávida”, “Descompensada”) estreará no dia 12 de junho diretamente on demand. O estúdio não está sozinho nessa iniciativa. De olho no sucesso de “Trolls 2”, a Warner resolveu também lançar a animação “Scooby! O Filme” em VOD, em vez de esperar a reabertura dos cinemas.

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  • Música,  Série

    Série documental do BTS ganha trailer com cenas de shows no Brasil

    29 de abril de 2020 /

    A boy band BTS divulgou em seu canal no YouTube o trailer da série documental “Break the Silence”, que acompanha o septeto sul-coreano em apresentações ao redor do mundo. O filme traz cenas dos shows do grupo no Brasil, que aconteceram nos dias 25 e 26 de maio de 2019 em São Paulo. Com direito a muitas imagens de bastidores, cenas de esgotamento e autocongratulações, o documentário segue os integrantes do BTS durante as apresentações da “Love Yourself World Tour” e a “Speak Yourself Tour”. A produção será dividida em sete episódios, disponibilizados às terças e quintas, entre 12 e 28 de maio, na loja virtual do grupo. O BTS estava no começo de sua nova turnê, “Map of the Soul”, quando a pandemia do coronavírus estourou e os shows precisaram ser cancelados. Por conta disso, não há previsão para a volta do grupo aos palcos.

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  • Série

    Criadora de Orange Is the New Black fará série sobre o distanciamento social da covid-19

    28 de abril de 2020 /

    A produtora-roteirista Jenji Kohan, criadora da série “Orange is the New Black”, vai produzir uma antologia sobre a vida durante a pandemia de covid-19. Com o nome de “Social Distance” (Distanciamento Social, em tradução literal), o projeto é uma nova parceria com a Netflix e está sendo descrito como um diário visual do momento atual. “Nosso trabalho como contadores de histórias é refletir a realidade e, nesta nova realidade bizarra e desconcertante que estamos vivendo, sentirmos paixão por encontrar conexão, já que todos permanecemos à distância”, explicou a produtora, em comunicado. “Fomos inspirados a criar uma série de antologias que conta histórias sobre o momento atual em que vivemos – histórias únicas, pessoais e profundamente humanas que ilustram como estamos vivendo separados. Estamos nos desafiando a fazer algo novo: criar e produzir virtualmente para que nosso elenco e equipe possam permanecer saudáveis”. Os capítulos serão feitos com interação apenas por meio de videoconferência entre o elenco e a equipe técnica. Por conta da quarentena, o projeto necessitará que os atores façam mais que atuar. Eles também terão que gravar todas as cenas, cuidar da iluminação, da cenografia (a arrumação), do set (suas casas) e outros detalhes da produção. Apesar da iniciativa, “Social Distance” não é o primeiro projeto de antologia da pandemia. Há duas semanas, a HBO Europa anunciou a produção de uma série espanhola “da quarentena”, chamada “En Casa”, com episódios independentes de até 15 minutos filmados por cinco cineastas espanhóis em suas casas, e o canal britânico ITV encomendou uma atração com a mesma premissa para o produtor Jeff Pope (“Stan & Ollie”), chamada “Isolation Stories”. Ainda não há previsão para a estreia de nenhuma dessas séries.

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