Panelaços contra Bolsonaro invadem até gravações de vídeos adultos
Os panelaços contra Jair Bolsonaro invadiram a pornografia internacional. Brian “Hunk Hands” Crabtree, que se apresenta no portal Pornhub como especialista em dar uma ajuda manual a mulheres, viaja o mundo gravando suas massagens íntimas, e no vídeo de sua passagem pelo Rio, ela chega a interromper uma sessão de sexo oral para perguntar, em inglês: “O que é esse barulho com um monte de gente batendo panelas e tampas?” “É [um protesto] contra o presidente”, explicou a mulher, que no vídeo tem o rosto encoberto. “Interessante”, ele responde. O vídeo adulto foi publicado no fim de semana e o som das panelas fica mais claro quando o casal sai no terraço do apartamento para gravar outra cena sexual. Apesar do barulho, eles não parecem se incomodar – nem com as panelas, nem com a possibilidade de serem vistos. O Brasil tem vivido diversos panelaços contra Bolsonaro. Como só os seguidores do presidente acreditam que a pandemia é uma gripezinha, as manifestações de protesto seguem as indicações do isolamento social, trocando as ruas pelo bater de panelas. E têm se intensificado cada vez mais. O que começou como manifestação contra a minimização da crise sanitária representada pelo novo coronavírus evoluiu para uma rejeição completa do governo. O panelaço mais recente aconteceu na sexta (24/4) durante o pronunciamento do presidente após a demissão do Ministro da Justiça Sérgio Moro.
Truque de Mestre vai ganhar terceiro filme
A Lionsgate está desenvolvendo um terceiro filme da franquia de suspense “Truque de Mestre” (Now You See Me). O estúdio fechou contrato com Eric Warren Singer, indicado ao Oscar por seu trabalho em “Trapaça” (2013), para escrever a nova sequência. Singer também roteirizou o vindouro “Top Gun: Maverick” e o drama de bombeiros “Homens de Coragem” (2017). E foi ele quem procurou a Lionsgate com o projeto. “Eric sempre foi fascinado pela arte da enganação e ilusão, em todas as suas formas. Ele veio até nós com uma ótima história que usa a mitologia de ‘Truque de Mestre’ e leva os Quatro Cavaleiros a um nível completamente novo, com o elenco antigo e novos personagens”, disse o presidente da Lionsgate, Nathan Kahane, em comunicado. “A franquia ‘Truque de Mestre’ foi construída deixando o público surpreso e curioso. Como qualquer bom mágico sabe, você não pode repetir truques. Eric e sua equipe de ilusionistas têm um truque especial na manga para esse filme.” O roteirista terá liberdade para criar novos personagens e novas histórias, mas embora o elenco não tenha sido anunciado, a premissa sugere o retorno de alguns protagonistas. Um dos destaques da franquia é justamente seu elenco estelar, que traz Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Dave Franco e Isla Fisher/Lizzy Caplan (revezando-se nos dois filmes) como os Quatro Caveleiros, ilusionistas famosos, que se envolvem em crimes mirabolantes e desafiam a polícia com sua impunidade, mas seus talentos não os impedem de ser vítimas de interessados em explorá-los. As tramas também incluem papéis importantes para Mark Ruffalo, Morgan Freeman e Michael Caine, sem esquecer de Daniel Radcliffe, que participou como vilão do segundo filme. Os dois primeiros filmes arrecadaram US$ 687 milhões mundialmente e o novo voltará a ser produzido por Bobby Cohen e Alex Kurtzman, responsáveis pelos anteriores. Para completar, o mágico Jonathan Bayme foi anunciado como consultor dos truques cinematográficos.
Filmes lançados em streaming poderão concorrer ao Oscar 2021
A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas vai aceitar que filmes lançados apenas em streaming concorram ao Oscar 2021. A decisão reflete o estado atual da indústria, com o fechamento dos cinemas em quase todo o mundo e o fortalecimento das plataformas digitais como opção para lançamentos durante a pandemia do novo coronavírus. As mudanças foram determinadas após uma reunião do Conselho de Governadores da Academia por videoconferência nesta terça-feira (28/4). Até então, só poderiam concorrer ao Oscar filmes exibidos em pelo menos uma sala de cinema de Los Angeles por sete dias, com três sessões diárias. Em comunicado, a Academia informou que a flexibilização para permitir inscrição de títulos de streaming só vai valer durante a pandemia e os filmes que forem lançados após o fim do isolamento deverão seguir as regras antigas. “A Academia acredita firmemente que não há maneira melhor de experimentar a magia dos filmes do que vê-los em um cinema. Nosso compromisso com isso é inalterado e inabalável”, diz o texto assinado pelo presidente da Academia, David Rubin, e pela diretora executiva, Dawn Hudson. “No entanto, a pandemia historicamente trágica da covid-19 exige essa exceção temporária às nossas regras de elegibilidade para prêmios. A Academia apoia nossos membros e colegas durante esse período de incerteza. Reconhecemos a importância de seu trabalho ser visto e comemorado, especialmente agora, quando o público aprecia filmes mais do que nunca.” A Academia aproveitou o comunicado para anunciar também que as categorias de mixagem e edição de som serão combinadas em uma única categoria, de Melhor Som, para a premiação do Oscar 2021 – reduzindo assim o número total de troféus concedidos para 25. A combinação das duas categorias era uma vontade antiga dos organizadores, que encontrava resistência entre os sindicatos profissionais. A realização da 93ª edição do Oscar continua prevista para 28 de fevereiro de 2021. A Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood também deve anunciar em breve mudanças em suas regras de elegibilidade para o Globo de Ouro de 2021.
Documentário de Spike Jonze sobre os Beastie Boys chega na Apple TV+
A Apple disponibilizou o documentário sobre a banda The Beastie Boys, dirigido pelo cineasta Spike Jonze (“Ela”). O filme teria première no Festival SXSW e seria lançado nos cinemas, exclusivamente no circuito IMAX, mas o festival foi cancelado e os cinemas fechados pela pandemia do novo coronavírus. Assim, saiu no fim de semana diretamente em streaming. Com estrutura não convencional, “Beastie Boys Story” traz Mike Diamond (Mike D) e Adam Horovitz (Ad-Rock) apresentando e comentando cenas da carreira da banda para uma plateia, e foi gravada durante um evento de 2018, em que a dupla levou ao palco os altos e baixos de 40 anos dos Beastie Boys para o lançamento de um livro – “Beastie Boys Book”, livro de quase 600 páginas, em que contam de forma detalhada e anárquica a história do grupo. O filme une essa performance com imagens de arquivo do trio original, que também inclui o falecido Adam Yauch (MCA), que morreu de câncer em 2012. Com uma longa relação com os Beastie Boys, Spike Jonze chegou a dirigir vários clipes da banda, como “Sabotage” e “Sure Shot”, o que lhe permitiu maior acesso ao material de arquivo e apoio para a produção do filme. Veja abaixo o trailer de “Beastie Boys Story”.
Príncipe Harry participará de episódio comemorativo de Thomas e Seus Amigos
O príncipe Harry gravou uma participação especial para a série animada britânica “Thomas e Seus Amigos”. A produção ganhou um vídeo de bastidores que revela os detalhes do projeto. O episódio é comemorativo dos 75 anos da criação de “Thomas e seus Amigos” e também traz versões animadas do pai e da avó de Harry, que são o príncipe Charles e a rainha Elizabeth II. Na trama, um dos amigos de Thomas recebe uma honra especial no palácio de Buckingham. O desenho é baseado na coleção literária sobre locomotivas falantes “The Railway Series”, do reverendo Wilbert Awdry, que começou a ser publicada em 1945 e segue até hoje. Seu filho Christopher, para quem ele concebeu as histórias originais, continuou seu legado com novas publicações a partir de 1983. A série animada, por sua vez, foi lançada no Reino Unido em 1984 pelo canal ITV. Os primeiros anos tiveram alguns hiatos de produção, porque a técnica utilizada, animação computadorizada, ainda estava dando seus primeiros passos e a renderização era extremamente demorada. Por isso, a série vai chegar apenas à sua 24ª temporada com o lançamento do episódio especial. Apesar disso, a produção tem a mesma idade do príncipe Harry, atualmente com 35 anos. Intitulado “Thomas e Seus Amigos: Visitando a Rainha” (Thomas & Friends: The Royal Engine), o capítulo contará com introdução de Harry, que falará justamente sobre suas lembranças de infância do desenho. “Muitas crianças foram entretidas, inspiradas e educadas em temas importantes por essas histórias e personagens”, ele declarou em comunicado. Além de Harry, o desenho também contará com participação da atriz Rosamund Pike (“Garota Exemplar”), que vai dublar uma personagem chamada Duquesa, a locomotiva falante da família real. O especial será disponibilizado pela Netflix em todo o mundo, inclusive no Brasil, na sexta-feira (1/5). Veja abaixo o vídeo com cenas e bastidores da produção.
Regina Duarte já teria percebido a roubada em que se meteu
Regina Duarte começa a perceber ter cometido o maior erro de seus 73 anos de vida. Há quase duas semanas em isolamento, em São Paulo, a secretária Nacional de Cultura estaria, segundo o colunista Anselmo Gois, de O Globo, cada vez mais impressionada com as pedras que estão colocando em seu caminho, em Brasília. A curta nota de Gois tem o título de “punhalada nas costas”. Empossada no cargo no começo de março, só agora ela conseguiu definir o número dois da secretaria. Mas não foi por falta de iniciativa. Desde o dia de sua posse, ela enfrenta ataques do gabinete do ódio e seus (supostos) líderes extremistas Olavo de Carvalho e Carlos Bolsonaro. Quem assumiu como seu braço direito foi o advogado Pedro Horta, que é bolsonarista confesso, após a preferência inicial da atriz, o gestor público e produtor Humberto Braga, ser alvo de uma campanha nas redes sociais que o acusava de ser um “esquerdista” tentando se infiltrar no governo. A secretária da Cultura teria tentado indicar outros “esquerdistas”, e um deles foi barrado pelo próprio presidente. Na semana passada, o pesquisador Aquiles Brayner, indicado para a diretoria do Departamento de Livro, Literatura e Bibliotecas, foi demitido apenas três dias após sua nomeação, também após pressão de perfis radicais nas redes sociais. Segundo Brayner, estes extremistas fazem um “grande complô para derrubar qualquer ação legítima no âmbito da cultura”. Ela também está tendo que engolir ataques de Sérgio Camargo, da Fundação Palmares, supostamente seu subordinado, que Bolsonaro não lhe deixa demitir. E o pesadelo se estende à indefinição das chefias do Iphan e a Funarte, dois dos mais importantes órgãos vinculados à pasta da Cultura. Para aceitar o convite de Bolsonaro para assumir a Cultura, a atriz encerrou sua relação contratual de mais de 50 anos com a rede Globo. Ela abriu mão de sua carreira, benefícios e um salário muito maior para atender ao apelo do presidente, acreditando em promessas de “carta branca” para montar sua equipe que não estão sendo cumpridas. As dificuldades têm paralisado a secretaria de Cultura, o que, tudo indica, seria o objetivo maior da atividade bolsonarista. Enquanto isso, Regina ouve queixa constante de artistas que clamam por apoio à classe, gravemente atingida pelo fim das atividades imposto pela pandemia de coronavírus. Segundo outra colunista da grande imprensa, Mônica Bergamo da Folha de S. Paulo, ela tem recebido apelos de seus familiares para deixar o governo, que foram intensificados depois da demissão de Sergio Moro da Justiça. Essa campanha teria agradado Bolsonaro. A Folha apurou que ele disse a aliados que espera que parta da própria Regina uma decisão de deixar o governo. Para ajudar, ele teria dado carta branca para seus apoiadores aumentarem o tom das críticas contra a secretária. A ex-atriz chegou a dizer que considerava Bolsonaro incompreendido. Em menos de dois meses no governo, já pode tê-lo compreendido o suficiente para se lamentar.
Franquia de terror Hellraiser vai virar série da HBO
A HBO está desenvolvendo uma série baseada na franquia de terror “Hellraiser”, que já conta com 10 filmes. O projeto foi criado por uma equipe de peso, com roteiros de Mark Verheiden (criador da série do “Monstro do Pântano”) e Michael Dougherty (“Godzilla II: Rei dos Monstros”) e direção de David Gordon Green (do novo “Halloween”, de 2018). Green tem um relacionamento de longa data com a HBO, como produtor e diretor das séries de comédia “Eastbound & Down”, “Vice Principals” e “The Righteous Gemstones”. A série não será um reboot, mas uma continuação e expansão da mitologia imaginada pelo escritor Clive Barker sobre os Cenobitas, liderados pelo icônico personagem Pinhead. Considerado o “Stephen King britânico”, Barker adaptou um livro de sua autoria (“The Hellbound Heart”) para virar cineasta com o primeiro filme da franquia, “Hellraiser – Renascido do Inferno”, lançado em 1987. A história original envolvia um cubo sinistro, que prometia prazeres transcendentes, mas na verdade abria as portas do inferno, condenando almas a uma eternidade de sofrimento nas mãos dos terríveis Cenobitas. Uma dessas vítimas era um homem chamado Frank (Sean Chapman), que em busca de prazeres proibidos encontra o artefato capaz de abrir a porta para outra dimensão e tem seu corpo dilacerado pelos anjos do inferno (os cenobitas). A partir daí, sua amante Julia (Clare Higgins) faz de tudo para libertá-lo do inferno, praticando rituais sinistros sem que sua família desconfie de seus planos. Até que sua sobrinha Kirsty (Ashley Laurence) encontra o artefato maldito e, sem querer, acaba invocando os cenobitas. O lançamento de “Hellraiser” causou enorme impacto com sua mistura de sadomasoquismo, inferno, pactos demoníacos, artefato maldito, ultraviolência gore e criaturas de pesadelos – entre elas, o fantástico Pinhead, um cenobita que tem a cabeça inteira coberta por alfinetes. Virou um dos marcos do terror da década de 1980. O filme ganhou uma continuação oficial em 1988, escrita pelo próprio Barker, mas o sucesso acabou tirando a franquia das mãos de seu criador, resultando em filmes cada vez mais fracos e distantes do clima original – assim como Jason, de “Sexta-Feira 13”, Pinhead também foi parar até numa nave espacial. Ao todo, dez filmes foram lançados, mas os seis últimos saíram direto em DVD – entre eles, “Hellraiser: Inferno” (2000), dirigido por Scott Derrickson, que depois fez “Doutor Estranho”. O último lançamento aconteceu em 2018, mas um projeto de refilmagem do original chegou a ser concebido antes disso na produtora da franquia, a Dimension dos irmãos Weinstein. Com o escândalo dos abusos sexuais de Harvey Weinstein, a Dimension entrou em colapso e os direitos foram adquiridos pela Spyglass, que no ano passado chegou a contratar o roteirista David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e o diretor David Bruckner (“O Ritual”) para a produção. A série não tem relação com esses planos de remake.
Festival Varilux disponibiliza mostra online gratuita com 50 filmes franceses
O Festival Varilux, mostra já tradicional do cinema francês contemporâneo, não vai mais acontecer entre 4 e 17 de junho nos cinemas brasileiros. Com sua 11ª edição suspensa, os organizadores analisam a possibilidade de data no segundo semestre. Enquanto dura o impasse, o festival se desdobra num evento digital, que reúne alguns filmes das seleções passadas. Batizada de Festival Varilux em Casa, a mostra traz 50 títulos franceses, e já pode ser acessada no site festivalvariluxemcasa.com.br – é necessário apenas um cadastro simples para ter acesso. Entre os longas que devem ficar no ar por quatro meses figuram produções protagonizadas pelos principais atores do país, como “Quem Você Pensa que Sou”, com Juliette Binoche, “A Última Loucura de Claire Darling”, com Catherine Deneuve, “O Retorno do Herói”, com Jean Dujardin, “Um Instante de Amor”, com Marion Cotillard e Louis Garrel, “Rock’n Roll”, com Guillaume Canet, “A Revolução em Paris”, com Adèle Haenel, e “Branca como a Neve”, com Isabelle Hupert. A lista é ampla e inclui desde terror com zumbis até animações recentes de Asterix disponibilizadas em versões dubladas. Confira a seleção abaixo: Abril e o Mundo Extraordinário Avril et le monde truqué. França/Bélgica/Canadá, 2015. Direção: Franck Ekinci, Christian Desmares. Com: Marion Cotillard, Philippe Katerine, Jean Rochefort. 105 min. Livre. Em uma realidade diferente daquela conhecida pela história, Napoleão 5º reina na França e cientistas de todo mundo estão desaparecendo misteriosamente. Diante disso, a jovem Abril, acompanhada do gato falante Darwin, decide procurar seus pais cientistas. Amor à Segunda Vista Mon Inconnue. França/Bélgica, 2019. Direção: Hugo Gélin. Com: François Civil, Joséphine Japy e Benjamin Lavernhe. 118 min. 12 anos. Certo dia, um rapaz acorda em uma realidade na qual nunca conheceu o amor de sua vida. Ele então precisa reconquistar a antiga mulher, que se tornou uma desconhecida. Um Amor Impossível Un Amour Impossible. França/Bélgica, 2018. Direção: Catherine Corsini. Com: Virginie Efira, Niels Schneider e Jehnny Beth. 136 min. 16 anos. No fim da dÈcada de 1950, um homem de uma família rica se envolve com uma secretária. Eles se apaixonam e ela engravida, mas ele se recusa a casar devido à diferença de classe. Nos anos seguintes, a moça batalha para que ele assuma a paternidade da criança. Adaptação do livro de Christine Angot. A Aparição L’Apparition. França, 2017. Direção: Xavier Giannoli. Com: Vincent Lindon, Galatea Bellugi e Patrick d’Assumção. 137 min. 12 anos. Quando uma jovem francesa diz ter visto a Virgem Maria, milhares de peregrinos começam a segui-la. O Vaticano, então, convida um jornalista para investigar o caso. Asterix e o Domínio dos Deuses Astérix – Le Domaine des Dieux. França/Bélgica, 2014. Direção: Louis Clichy e Alexandre Astier. Com: Roger Carel, Guillaume Briat, Lor‡nt Deutsch, Laurent Lafitte. 85 min. Livre. Asterix e Obelix atrapalham os planos de Júlio César, tenta convencer o povo gaulês a se juntar voluntariamente ao império romano para então conquistá-lo. Asterix e o Segredo da Poção Mágica Astérix – Le Secret De La Potion Magique. França, 2018. Direção: Louis Clichy e Alexandre Astier. 85 min. Livre.Na animação, os guerreiros gauleses precisam encontrar um novo guardião para a fórmula da poção mágica preparada por Panoramix. Durante sua busca, eles lutam para evitar que a receita seja descoberta por inimigos. Através do Fogo Sauver ou périr. França, 2018. Direção: Frédéric Tellier. Com: Pierre Niney, Anaîs Demoustier e Chloé Stefani. 116 min. O bombeiro Franck se sacrifica para salvar seus homens em um incÍndio em Paris. Ao acordar no hospital, ele precisa aprender a viver com as cicatrizes. Branca como a Neve Blanche Comme Neige. França/Bélgica, 2019. Direção: Anne Fontaine. Com: Lou de Lage, Isabelle Huppert e Charles Berling. 112 min. Uma jovem que trabalha no hotel de seu falecido pai é odiada pela madrasta, que herda a propriedade. Um dia, o amante da viúva se apaixona pela enteada e eles fogem juntos. Na fazenda para onde se mudam, sete príncipes se apaixonam por ela. A Busca do Chef Ducasse La Quetê d’Alain Ducasse. França, 2017. Direção: Gilles de Maistre. 84 min. Um dos chefs mais celebrados da gastronomia francesa, o monegasco Alain Ducasse tem várias estrelas Michelin em diferentes restaurantes ao redor do mundo. Aqui, ele é acompanhado durante dois anos por uma equipe de filmagens, que mostra sua busca por novos horizontes. Carnívoras Carnivores. França/Bélgica, 2018. Direção: Jérémie Renier e Yannick Renier. Com: Leîla Bekhti, Zita Hanrot e Bastien Bouillon. 86 min. 14 anos. Na trama, duas irmãs sonham em ser atrizes famosas, mas só a mais nova se destaca e consegue trabalho. Sem recursos, a mais velha vai morar com a irmã torna-se sua assistente e a rivalidade entre elas se acentua. Os Cowboys Les Cowboys. França, 2015. Direção: Thomas Bidegain. Com: François Damiens, Finnegan Oldfield e Agathe Dronne. 105 min. 12 anos. Quando a filha de 16 anos de um trabalhador desaparece com o namorado muçulmano, ele vai em busca da menina no submundo da cooptação de jovens europeus por extremistas islâmicos. Foi indicado à categoria Câmera de Ouro do Festival de Cannes de 2015. Cyrano Mon Amour Edmond. França/Bélgica, 2018. Direção: Alexis Michalik. Com: Thomas Solivéres, Olivier Gourmet e Mathilde Seigner. 109 min. 12 anos. Baseado na vida do poeta e dramaturgo francÍs Edmond Rostand (1868-1918), o filme o acompanha à beira dos 30 anos, com dois filhos e em busca de trabalho. Ele então oferece uma comédia, que ainda não escreveu, para uma personalidade do teatro. A obra, “Cyrano de Bergerac”, mais tarde, seria aclamada pela crítica. Leia a crítica. De Carona para o Amor Tout le Monde Debout. França, 2018. Direção: Franck Dubosc. Com: Franck Dubosc, Alexandra Lamy e Elsa Zylberstein. 109 min. 12 anos. Na comédia romântica francesa, um homem bem-sucedido e mentiroso compulsivo tenta seduzir uma jovem fingindo ser deficiente físico. Quando ele conhece a irmã da moça, que é cadeirante, será difícil sustentar a farsa. O Doutor da Felicidade Knock. França, 2017. Direção: Lorraine Levy. Com: Omar Sy, Alex Lutz e Ana Girardot. Médico e ex-criminoso, o doutor Knock convence a população de um vilarejo de que estão doentes, criando sintomas falsos para os pacientes. A Excêntrica Família de Gaspard Gaspard Va au Mariage. França/Bélgica, 2017. Direção: Antony Cordier. Com: Félix Moati, Laetitia Dosch e Christa Théret. 103 min. 14 anos. Quando seu pai casa novamente, um jovem precisa retornar à casa da família, que abriga um pequeno zoológico. Preocupado com as críticas das irmãs, convence uma amiga a se passar por sua namorada. Filhas do Sol Les Filles du Soleil. França/Bélgica/Geórgia/Suíça, 2018. Direção: Eva Husson. Com: Golshifteh Farahani, Emmanuelle Bercot e Zibeyde Bulut. 115 min. 14 anos. As Filhas do Sol, um batalhão de mulheres curdas, atuam ativamente na guerra contra o Estado Islâmico. Em meio a isso, a comandante tenta recuperar seu filho, que foi capturado por inimigos. Exibido nos festivais de Cannes e Toronto de 2018. O Filho Uruguaio Une Vie Ailleurs. França, 2017. Direção: Olivier Peyon. Com: Isabelle CarrÈ, Ramzy Bedia e MarÌa Dupl·a. 96 min. 12 anos. Inspirado em fatos reais, o filme conta a história de uma mulher que resolve ir atrás do filho, em uma cidade no interior do Uruguai, depois que a criança é sequestrada pelo ex-marido. Finalmente Livres En Liberté. França, 2018. Direção: Pierre Salvadori. Com: Adèle Haenel, Pio Marmao e Audrey Tautou. 109 min. 14 anos. A viúva de um chefe de polícia descobre que seu marido era corrupto e que um jovem passou oito anos na prisão como bode expiatório dele. Sem contar com quem era casada, ela tenta ajudar o ex-presidiário agora que ele está em liberdade. Um Gato em Paris Une vie de chat. França, 2010. Direção: Alain Gagnol e Jean-Loup Felicioli. Com: Bruno Salomone, Dominique Blanc e Jean Benguigui. 70 min. Livre. A animação acompanha um gato, Dino, que divide a vida entre duas casas. Durante o dia, fica ao lado da filha de uma delegada de polícia e, à noite, segue um ladrão pelas ruas de Paris. Gauguin – Viagem ao Taiti Gauguin – Voyage de Tahiti. França, 2017. Direção: Edouard Deluc. Com: Vincent Cassel, Tuhei Adams e Malik Zidi. 102 min. 14 anos. O drama biogr·fico francÍs narra a vida do pintor Paul Gauguin (1848-1903), um dos mais importantes artistas do século 19, no Taiti, para onde se mudou em 1891. Graças a Deus Grâce à Dieu. França/Bélgica, 2018. Direção: François Ozon. Com: Melvil Poupaud, Denis Ménochet e Swann Arlaud. 137 min. 14 anos. Um homem que foi abusado sexualmente por um padre durante a inf‚ncia descobre por acaso que o clérigo continua trabalhando com crianças. Ele então se junta a duas outras vítimas para tentar afastá-lo de suas funções. Prêmio do júri no Festival de Berlim. O Imperador de Paris L’Empereur de Paris. França, 2018. Direção: Jean-François Richet. Com: Vincent Cassel, Freya Mavor e Denis Ménochet. 119 min. Único homem a escapar da maior prisão parisiense, François Vidocq, é acusado injustamente de assassinato. Para provar sua inocÍncia e garantir a liberdade, ele se alia à polícia. Inocência Roubada Les Chatouilles. França, 2018. 103 min. 12 anos. Quando chega à vida adulta, uma mulher passa a questionar a relação que um amigo de seus pais mantinha com ela durante a infância. Percebendo que foi abusada, ela mergulha em sua carreira como dançarina para tentar lidar com o trauma. Exibido no Festival de Cannes de 2018. Adaptação da peça da diretora e protagonista Andréa Bescond. Um Instante de Amor Mal de Pierres. França, 2016. Direção: Nicole Garcia. Com: Marion Cotillard, Louis Garrel e Alex Brendemuhl. 116 min. 14 anos. Uma jovem com fortes impulsos sexuais e vista como louca é obrigada pela família a se casar com um homem que não ama. Infeliz e com problemas de saúde, ela é internada pelo marido em uma clínica nos Alpes e acaba se apaixonando por um militar enfermo. Jornada da Vida Yao. França/Senegal, 2018. Direção: Philippe Godeau. Com: Omar Sy, Lionel Louis Basse e Fatoumata Diawara. 104 min. 10 anos. Um famoso ator francês de ascendência senegalesa viaja a Dakar para promover um livro que escreveu. Lá, encontra um garoto de 13 anos que é seu fã e que viajou do interior do país até a capital para conhecê-lo. Comovido, ele abandona seus compromissos e acompanha o jovem em seu caminho de volta para casa. Lulu Nua e Crua Lulu femme nue. França, 2013. Direção: Solveig Anspach. Com: Karin Viard, Bouli Lanners, Pascal Demolon. 87 min. Lulu decide não voltar para casa após uma entrevista de emprego mal sucedida e aproveita o tempo para se conhecer melhor. Luta de Classes La Lutte des Classes. França, 2019. Direção: Michel Leclerc. Com: Leîla Bekhti, Edouard Baer e Ramzy Bedia. 103 min. 12 anos. Um jovem francÍs de nove anos é transferido para uma escola pública após seus pais saírem do centro de Paris para morar no subúrbio. Quando seus amigos mais próximos vão estudar em uma instituição católica, ele se torna a única criança branca em meio à maioria, de ascendÍncia árabe. Marvin Marvin ou La Belle Éducation. França, 2017. Direção: Anne Fontaine. Com: Finnegan Oldfield, Grégory Gadebois e Vincent Macaigne. 114 min. 16 anos. Inspirado no livro “O Fim de Eddy”, de Édouard Louis, o filme narra a história de garoto que busca se afastar, primeiro do vilarejo onde nasceu, depois da família e da rejeição das pessoas. Até que ele descobre no teatro uma forma de se expressar. O Menino da Floresta Le Jour des Corneilles. França, 2011. Direção: Jean-Christophe Dessaint. Com: Jean Reno, Lorant Deutsch e Isabelle Carré. 95 min. Livre. Nesta animação, o pai impede o filho de sair da floresta vivem, fazendo com que o menino cresça como um selvagem, sem saber da existência de um mundo exterior. Quando é forçado a sair da floresta, ele descobre o mundo e conhece uma menina chamada Manon. Meu Bebê Mon Bébé. França/Bélgica, 2019. Direção: Lisa Azuelos. Com: Sandrine Kiberlain, Thaós Alessandrin e Victor Belmondo. 87 min. 12 anos. Mãe de três filhos, uma mulher está prestes a ver o último deles sair de casa para estudar no Canadá. Ela então percebe que...
Olaf: Personagem de Frozen tem aventura solo em série animada. Veja os episódios
Para ajudar a entreter as crianças durante a quarentena do coronavírus, a Disney lançou uma série de curtas baseados no boneco de neve Olaf, da franquia “Frozen”. Nas animações, ele aparece geralmente sozinho, buscando se divertir de novas maneiras. Disponibilizada no YouTube, a série foi batizada de “At Home with Olaf” (“Em Casa com Olaf”, em tradução literal), nome que reflete esses tempos de isolamento social, e está sendo produzida por Hyrum Osmond em sua casa. Ele trabalhou como animador de “Frozen”, além de outros desenhos da Disney, como “Moana”, “Detona Ralph” e “Zootopia”. Assim como nos filmes, Olaf é dublado por Josh Gad, que também atuou remotamente na produção. Veja abaixo os três primeiros capítulos liberados. Todos tem menos de um minuto de duração. E vale lembrar que Olaf também está em “Frozen 2”, longa mais recente da franquia, que foi recentemente lançado em VOD no Brasil.
Daisy Ridley vai estrelar novo filme dos diretores do terror Ready of Not
A atriz inglesa Daisy Ridley, que ficou conhecida como a Rey da mais recente trilogia “Star Wars”, está negociando estrelar o novo filme dos responsáveis pelo terror “Ready or Not” – lançado em VOD no Brasil com o título original e também como “Casamento Sangrento”. Intitulado “The Ice Beneath Her”, o filme é baseado no romance homônimo da sueca Camilla Grebe. A trama acompanha um detetive que tenta solucionar o caso de uma jovem decapitada, que foi encontrada na casa de um executivo importante. Como de praxe, a investigação logo se torna uma corrida contra o tempo. A roteirista Caitlin Parrish (da série “Supergirl”) está escrevendo a adaptação do suspense. Já a direção ficará por conta de Matt Bettinelli-Olpin, Tyler Gillett e Chad Villella, conhecidos coletivamente como Radio Silence. Os três já filmaram juntos segmentos das antologias de terror “V/H/S” (2012) e “Southbound” (2015), além do longa “O Herdeiro do Diabo” (2014). Mais recentemente, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett assinaram “Ready or Not”, que agradou em cheio público e crítica nos EUA, rendendo-lhes convite para desenvolver um novo capítulo da franquia “Pânico”, dos anos 1990.
Daft Punk vai compor a trilha sonora do novo filme de Dario Argento
A dupla francesa de música eletrônica Daft Punk foi anunciada como responsável pela trilha sonora do novo filme de Dario Argento. Mestre do giallo (filmes de crimes brutais) e do terror italiano, o diretor da versão original de “Suspiria” foi quem revelou o envolvimento dos músicos na produção de “Occhiali Neri” (Óculos Escuros). “Eles são meus fãs, conhecem todo o meu cinema. Eles ouviram de amigos franceses que eu estava desenvolvendo um novo filme, me ligaram e disseram ‘queremos trabalhar com você’”, contou Argento em entrevista ao jornal La Repubblica. Segundo Argento, a dupla considerou o roteiro da produção muito interessante e deve enviar as primeiras composições em breve. O cineasta revelou que “Occhiali Neri” será um novo giallo e vai acompanhar a fuga de uma garota chinesa com uma criança pela Itália. “Occhiali Neri” foi escrito pelo cineasta em parceria com Franco Ferrini, roteirista do clássico “Era uma Vez na América” (1984), que trabalha com Argento desde “Terror na Ópera” (1987). Já o elenco, por enquanto, só tem um nome confirmado: Asia Argento, a filha e, desde “Catedral” (1989), maior estrela dos filmes do diretor. As filmagens deveriam começar em maio, mas devido à pandemia do novo coronavírus a produção foi adiada para setembro. Ainda não há data de estreia definida. A colaboração com Argento não será a primeira trilha da carreira do Daft Punk, que anteriormente compôs as músicas de “Tron: O Legado”, de 2010. Tampouco será a primeira parceria entre o diretor e um grupo de música pop. Ele trabalhou com a lendária banda de rock progressivo Goblin em seus dois filmes mais famosos, “Preludio para Matar” (1975) e “Suspiria” (1977).
Reestreia do Adult Swim no Brasil coloca Rick and Morty no canal Warner
Exibido nas madrugadas do Cartoon Network entre 2005 e 2008, a faixa de animação adulta Adult Swim vai voltar à TV paga brasileira, mas em outro canal. A reestreia vai acontecer na próxima segunda (4/5) no canal pago Warner. Veja abaixo o comercial com a novidade. A programação do Adult Swim vai ocupar o Warner Channel de segunda a quinta, a partir das 23h45. Além disso, nas madrugadas de sábado para domingo, às 00h30, serão exibidos os episódios da 4ª e atual temporada de “Rick and Morty”, desenho mais popular da faixa adulta. Episódios antigos do desenho do ensandecido cientista Rick Sanchez, que sempre arrasta o neto tímido Morty para aventuras mirabolantes pelo tempo e espaço, vai abrir o bloco durante os dias de semana. A lista de atrações também inclui o tradicional “Robot Chicken” (ou Frango Robô), com esquetes de humor criadas por animação stop-motion de bonecos, “Final Space”, sobre as aventuras de um astronauta e seu parceiro alienígena fofo e letal, e “Aqua Teen Hunger Force”, em que um copo de milk-shake, um pacote de batatas-fritas e uma almôndega de carne formam o trio de detetives mais incomuns do mundo. O Adult Swim foi retirado do Cartoon Network em 2008 devido a uma campanha de pais que ficaram inconformados com o conteúdo adulto das animações. Após perder seu lar original, o bloco passou pelo I.Sat e pelo TBS. Os três são canais da Turner, empresa do grupo WarnerMedia. As três primeiras temporadas completas, assim como a primeira parte do quarto ano de “Rick and Morty” também estão disponíveis na Netflix.
Reencontro virtual do elenco de Chuck deixa criadores com vontade de retomar a série
Uma das séries que deixou mais fãs inconsoláveis com seu final, “Chuck” voltou a reunir seu elenco completo de forma virtual, numa videoconferência, para ajudar a campanha Feeding America dedicada à alimentar pessoas em situação de vulnerabilidade durante a pandemia do coronavírus. E o reencontro deixou os criadores com vontade de retomar a série! Organizada pela revista Entertainment Weekly, a reunião aconteceu na semana passada e foi uma oportunidade para os fãs e os próprios envolvidos matarem as saudades da série. Além de conversarem sobre os velhos tempos, eles também fizeram a leitura coletiva do roteiro de um episódio. Nas palavras icônicas de Devon “Capitão Incrível” Woodcomb, foi incrível – e pode ser conferido no vídeo baixo. A reunião contou com Zachary Levi (Chuck Bartowski), Yvonne Strahovski (Sarah Walker), Adam Baldwin (John Casey), Joshua Gomez (Morgan Grimes), Sarah Lancaster (Ellie Bartowski), Ryan McPartlin (Devon Woodcomb), Vik Sahay (Lester Patel), Scott Krinsky (Jeff Barnes), Mark Christopher Lawrence (Big Mike) e Brandon Routh (Daniel Shaw), entre outros, além dos criadores Chris Fedak e Josh Schwartz. Mas o principal desse encontro foi lembrar a Schwartz e Fedak o quanto eles amavam o programa, que encerrou suas cinco temporadas em 2012 . “Nós realmente adoramos essa reunião”, disse Fedak à EW. “Eu saí dizendo: ‘Que grupo legal! Que momento divertido foi fazer esse show!’ Ficamos cheios de todos os sentimentos”. Schwartz completou, dizendo que bastaram 10 segundos da leitura do roteiro para ver que “a química ainda estava lá”. E isso os motivou a pensar que “poderíamos fazer mais disso”. “Acho que realmente se resume a saber qual seria a história e por qual motivo. Somos realmente orgulhosos do legado da série e da série, então qualquer coisa que fizermos precisaria corresponder às expectativas do original”. “Nós não tínhamos realmente pensado nisso. Mas se existir pedidos e interesse dos fãs e de nossos parceiros na Warner Brothers, bem, seria nossa tarefa descobrir a história então”, completou. Para quem não lembra, a série do criador de “Gossip Girl” e “The O.C.” e de seu amigo de faculdade, o estreante Chris Fedak, era uma comédia de ação, que partia da típica fantasia nerd – o cara comum que vira superespião por acidente – para divertir com cenas de pastelão e ritmo de aventura. A responsabilidade de fazer os clichês funcionarem coube ao então pouco conhecido Zachary Levi (hoje, o super-herói Shazam), intérprete do personagem-título. Mas, desde a primeira aparição em cena, em 2007, quem mais encantou o público foi a ainda obscura atriz australiana Yvonne Strohovski (hoje em “The Handmaid’s Tale”), intérprete da loira fatal Sarah Walker, agente de CIA designada a monitorar e explorar Chuck como um recurso para missões de espionagem. A química já era clara no piloto. O nerd medroso e a loira gélida formaram um par perfeito. Forçados a viver um romance de fachada pela CIA, os opostos inevitavelmente seguiram as leis da física. Ao longo de cinco anos, o público presenciou a primeira missão, o primeiro beijo, a primeira briga, o começo do namoro, o noivado, o casamento e os planos para o resto de suas vidas. Considerada uma comédia de ação, “Chuck” acabou revelando ter um coração romântico. Mas a série também foi tão geek quando “The Big Bang Theory”. Do pôster original de “Tron” (1983) no quarto do protagonista à participação do próprio Tron, o ator Bruce Boxleitner, “Chuck” não economizou referências, com direito a abundância de diálogos sobre “Star Trek”, “Star Wars” e até um papel para Linda Hamilton, estrela de “O Exterminador do Futuro”, como a mãe de Chuck. Mate as saudades com o vídeo abaixo.












