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12 de outubro de 2026
Reality

A Fazenda 18: Peões transformam treta com Ariela em bullying coletivo

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12 de outubro de 2026
Etc

Maurício Mattar nega deboche contra Frota: “Eu te amo”

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12 de outubro de 2026
Série

Morre RJ Mitte, o Walter Jr. de Breaking Bad, aos 34 anos

Ator tinha paralisia cerebral como seu personagem na série e se tornou ativista pela inclusão de pessoas com deficiência em Hollywood

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12 de outubro de 2026
  • Série

    Stargirl: Novo trailer apresenta os vilões da Sociedade da Injustiça

    9 de maio de 2020 /

    A rede The CW divulgou um novo trailer de “Stargirl”, sua próxima série de super-heróis da DC Comics. A prévia revela a morte dos heróis da Sociedade da Justiça da América nas mãos de seus inimigos, a Sociedade da Injustiça, e a determinação da jovem heroína em enfrentar todos os vilões. A protagonista é uma adolescente que encontra um cetro mágico nas caixas de mudança de sua casa e descobre que seu padrasto escondia um segredo. No passado, ele foi assistente de um antigo super-herói poderoso – o Starman, integrante da Sociedade da Justiça da América, o primeiro grupo de super-heróis da DC Comics, criado originalmente em quadrinhos dos anos 1940. De posse do cetro do Starman, ela resolve virar a Stargirl – simples assim, na versão da série. Já nos quadrinhos, a história é bem mais complicada. Além da jovem Brec Bassinger (“Medo Profundo: O Segundo Ataque”) como Courtney Whitmore/Stargirl e o veterano Luke Wilson (do clássico “Legalmente Loira”) como seu padrasto Pat Dugan/Listrado/F.A.I.X.A., o elenco também inclui Amy Smart (“Efeito Borboleta”) como Barbara Whitmore, a mãe da heroína, Joel McHale (“Community”) como Starman, Brian Stapf (“Valor”) como Pantera, Lou Ferrigno Jr. (“S.W.A.T.”) como Homem-Hora, Henry Thomas (“A Maldição da Residência Hill”) como Dr. Meia-Noite, sem esquecer de Joy Osmanski (“Santa Clarita Diet”), Neil Hopkins (“Matador”), Nelson Lee (“Blade: The Series”), Joe Knezevich (“A Mula”) e Neil Jackson (“Absentia”) como os supervilões Tigresa, Mestre dos Esportes, Rei Dragão, O Mago e Geada, integrantes da Sociedade da Injustiça. A produção foi desenvolvida por Geoff Johns, co-criador da série “The Flash”. Mais que isso, ele também é, justamente, o roteirista que criou Stargirl nos quadrinhos da DC. O lançamento está marcado para 19 de maio na TV americana, um dia após a estreia na plataforma de streaming DC Universe.

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  • Etc,  Série

    Elenco de Pretty Little Liars voltará a se reunir em evento online beneficente

    9 de maio de 2020 /

    O elenco da série “Pretty Little Liars” vai voltar a se reunir num evento beneficente online. Promovida pelo Cast4Good, a transmissão do encontro tem objetivo de arrecadar fundos para o Feeding America, organização que fornece alimentos para vulneráveis durante a pandemia do novo coronavírus. Participarão do evento Lucy Hale (Aria), Troian Bellisario (Spencer), Shay Mitchell (Emily), Ashley Benson (Hanna), Janel Parrish (Mona), Sasha Pieterse (Alison), Tyler Blackburn (Caleb) e Ian Harding (Ezra), além da criadora da série I. Marlene King. A reunião está marcada para a próxima sexta-feira (15/5) no site dos organizadores, que também oferecem oportunidades para conversas pessoais com os integrantes do elenco, limitadas aos maiores doadores. Veja os detalhes abaixo. Ver essa foto no Instagram Today’s the day!!!! We’re super excited to reveal our next #Cast4Good live online Cast Chat will be next Friday, May 15th with …. #PrettyLittleLiars!! It’s been almost 3 years since the finale of #PrettyLittleLiars, and we’ve been waiting for this moment ever since! Join us as all your favorite cast members and the show’s creator Marlene King answer your most burning questions and discuss all things #PLL exclusively for #Cast4Good. TV Guide’s Damian Holbrook will be your host, and we can’t wait to see what questions you guys come up with for him to ask the cast. And it gets even better… Upgrade to our Virtual VIP experience to have a 1-on-1 video chat with your favorite cast member (but just a heads up that these upgrades are extremely limited and will sell out quickly). So what are you waiting for? Head over to www.Cast4Good.com <http://www.cast4good.com> right now to get your tickets and secure your spot for this once-in-a-lifetime reunion. Plus you can feel really good about being a part of this with us as proceeds are going to @FeedingAmerica, who are doing amazing work to help people out during the #Covid-19 crisis. So come have a great time and help support a great cause. @prettylittleliars #cast4good #feedingamerica #prettylittleliars Uma publicação compartilhada por Cast4Good (@cast4good) em 8 de Mai, 2020 às 9:19 PDT

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  • Mike Flanagan
    Filme

    Diretor de Doutor Sono vai adaptar novo terror de Stephen King

    9 de maio de 2020 /

    A adaptação do romance sobrenatural “Revival”, de Stephen King, mudou de mãos. O projeto foi iniciado por Josh Boone, diretor de “A Culpa É das Estrelas” e do vindouro “Os Novos Mutantes”, que escreveu um roteiro em 2016. Mas depois da confusão entre Disney e Fox, que adiou infinitamente “Os Novos Mutantes” e paralisou a carreira do diretor, a adaptação acabou a cargo de Mike Flanagan, que já filmou duas obras de Stephen King – “Jogo Perigoso” em 2017 e “Doutor Sono” em 2019. A princípio, Flanagan vai escrever e produzir a adaptação, mas seu contrato prevê a opção de dirigir o longa. Um dos mais recentes livros de King, publicado em 2014, “Revival” foi lançado no Brasil com o título original e segue o pregador Charles Jacobs, que perde sua fé após sua esposa e filho morrerem em um acidente. Ele logo se torna obcecado em encontrar o poder da cura, transformando-se num curandeiro. Um de seus primeiros milagres ajuda um jovem, que combate seus próprios demônios, e é aliciado por Jacobs para auxiliá-lo em sua cruzada. Unidos por uma obsessão secreta, a parceria chega ao fim após o pregador ser banido da cidade. Mas anos depois a dupla se reencontra, num período em que o garoto vive uma vida de rockstar com sua banda. Apesar de perder o projeto, Boone continua envolvido com o universo de Stephen King. Ele está trabalhando na produção de “The Stand – A Dança da Morte”, minissérie da plataforma CBS All Access sobre o livro mais famoso do escritor jamais adaptado para o cinema. Esta trama, por sinal, ganhou ainda mais atualidade devido à pandemia do novo coronavírus, como o próprio Stephen King admitiu.

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  • Série

    CBS oficializa séries derivadas de O Silêncio dos Inocentes e O Protetor

    9 de maio de 2020 /

    A rede CBS anunciou a encomenda de três novas séries para sua programação de 2021. As atrações são uma nova série de comédia de Chuck Lorre (criador de “The Big Bang Theory”) e duas adaptações de franquias já vistas no cinema. A série de Lorre é “B Positive”, estrelada por Thomas Middleditch (“Silicon Valley”) e Annaleigh Ashford (“Masters of Sex”). Único piloto que conseguiu ser concluído antes da suspensão das produções pela pandemia de coronavírus, acompanha um pai recém-divorciado em busca de um doador de rim. Com a aprovação, o produtor passa a ter quatro títulos na CBS, incluindo “Young Sheldon”, “Mom” e “Bob Hearts Abishola”. A nova atração foi criada por Marco Pennette (roteirista de “Mom”). “Clarice” baseia-se na personagem do escritor Thomas Harris que os cinéfilos conhecem pelo filme vencedor do Oscar “O Silêncio dos Inocentes” (1991). A atriz australiana Rebecca Breeds, que viveu uma vampira vingativa na serie “The Originals”, será a terceira intérprete de Clarice Starling nas telas, após o papel render um Oscar para Jodie Foster no longa original e ser vivido por Julianne Moore na continuação, “Hannibal” (1999). A trama de TV vai se passar após os eventos dos dois filmes, encontrando Clarice em 1993, depois de lidar com Hannibal Lecter. A trama vai revelar a história pessoal da personagem, que não foi abordada no cinema, enquanto acompanha novas investigações de serial killers. A produção é de Alex Kurtzman e Jenny Lumet, que atualmente trabalham juntos em “Star Trek: Discovery”. Jenny é filha do lendário cineasta Sydney Lumet (“Um Dia de Cão”) e iniciou sua parceria com Kurtzman ao escrever “A Múmia” (2017), fracasso dirigido pelo produtor. Por curiosidade, ela também trabalhou com o falecido diretor de “O Silêncio dos Inocentes”, Jonathan Demme, como autora do roteiro de “O Casamento de Rachel” (2008). Por fim, a série clássica “The Equalizer” teve seu remake oficializado, após passar pelos cinemas em dois filmes estrelados por Denzel Washington – que foram lançados com o nome de “O Protetor” no Brasil. Na primeira versão, exibida nos anos 1980, “o protetor” era vivido pelo branco Edward Woodward, mas na nova versão será uma mulher negra, ninguém menos que Queen Latifah (“Star”). Com praticamente a mesma premissa, os episódios vão girar em torno de uma mulher enigmática, provavelmente aposentada do serviço secreto, que usa seu treinamento para ajudar pessoas a sair de situações difíceis. A produção está a cargo do casal Andrew Marlowe (que criou “Castle”) e Terri Miller (“It Takes Two”). Os três projetos eram considerados os mais fortes candidatos a receber sinal verde da CBS, uma vez que Lorre e Kurtzman estão entre os produtores mais valorizados da rede e do estúdio ViacomCBS, e “O Protetor” esteve muito recentemente nos cinemas. Em compensação, a CBS não aprovou uma série baseada no personagem central do filme “O Poder e a Lei”, estrelado por Matthew McConaughey em 2011. Desenvolvida pelo roteirista David E. Kelley (de “Big Little Lies” e “Mr. Mercedes”), a série deveria ter o título original do filme, “The Lincoln Lawyer”, que também é o mesmo do best-seller escrito por Michael Connelly em 2005 (batizado no Brasil como “Advogado de Porta de Cadeia”). Michael Connelly escreveu mais cinco livros sobre o advogado do carro Lincoln, e dois deles são crossovers com outra série literária do mesmo autor, que já virou série live-action: “Bosch”. Isto porque Mickey Haller é meio-irmão do detetive da polícia de Los Angeles Hieronymus “Harry” Bosch. Por conta disso, o projeto deve ser levado agora para a Amazon, que exibe “Bosch”. A dispensa da série de Kelley se deve ao fato de que este é o ano com menor quantidade de encomendas de novas produções pelas redes americanas. Devido à paralisação completa das atividades, os canais tem preferido manter atrações de baixa audiência a se arriscar com o desconhecido, representado por projetos novos. Nem as séries atuais nem as futuras estão gravando episódios neste momento e ainda não há previsão para a retomada das produções.

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  • Etc

    Comic-Con anuncia sua primeira edição online

    9 de maio de 2020 /

    Cancelada por causa da pandemia do novo coronavírus, a Comic-Con Internacional, de San Diego, vai virar um evento online. Em um vídeo publicado no Instagram, os organizadores do evento anunciaram a “Comic-Con@Home”, prevista para acontecer no verão americano, entre junho e agosto. “Estacionamento grátis, cadeiras confortáveis, lanches personalizados, sem filas, pets são bem-vindos, crachás para todos e um assento na primeira fileira para a Comic Con em casa”, diz o vídeo. Até o início de abril, a primeira e única Comic-Con com hífen mantinha planos de realizar sua edição tradicional, prevista para acontecer entre os dias 23 e 26 de julho deste ano, mas o agravamento da pandemia acabou obrigando o cancelamento. Poucos dias depois, veio o anúncio: “Pela primeira vez na história de 50 anos da San Diego Comic-Con, os organizadores do evento anual de celebração de cultura pop anunciam com grande pesar que não haverá Comic-Con em 2020. O evento retornará para ao Centro de Convenções de San Diego em julho de 2021”. A edição de 2020 seria a 51ª e marcaria os 50 anos da Comic-Con, que começou como uma pequena reunião de cerca de 100 fãs de quadrinhos em um porão de um hotel em San Diego, em 1970, antes de se tornar um fenômeno cultural influente, copiado – com direito a nome pirateado – por várias outras convenções de cultura pop ao redor do mundo. Como em seu primeiro ano foram realizadas duas edições, a Comic-Con de número 50 aconteceu no ano passado. Pessoas que já tinham ingressos para o evento deste ano puderam optar por reembolso ou por transferirem para a Comic-Con do próximo ano. A programação da “Comic-Con@Home” ainda não foi revelada. Ver essa foto no Instagram See you this summer! #ComicConAtHome Uma publicação compartilhada por Comic-Con International (@comic_con) em 8 de Mai, 2020 às 4:17 PDT

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  • Etc,  Filme

    Little Richard (1932 – 2020)

    9 de maio de 2020 /

    O cantor, músico e ator Little Richard, um dos pais do rock’n’roll, morreu aos 87 anos, de causa ainda não revelada. Ele vendeu 30 milhões de discos em todo mundo e influenciou gerações de artistas que atingiram ainda maior projeção, como Elvis Presley, Beatles, Elton John e Prince. Pioneiro incontestável, desbravou todo o potencial do piano como instrumento de rock, ensinou Mick Jagger a dançar e Paul McCartney a cantar. Little Richard se destacou, ao lado de Chuck Berry e Fats Domino, na primeira leva de artistas de R&B (rhythm and blues) a fazer sucesso entre o público branco americano. Mas antes de assinar seu primeiro contrato musical em 1951, ele era apenas Richard Wayne Penniman, um jovem caipira de Macon, no estado da Geórgia, que só tocava em lugares segregados. Filho de diácono batista, ele começou a cantar na igreja. Mas a religião lhe traiu muitas vezes. A primeira, aos 15 anos de idade, quando foi expulso de casa pelo pai crente, devido a seus modos afeminados. Isso o levou ao “vaudeville” para sobreviver, onde chegou a tocar travestido para atrair plateias interessadas em freakshows. Foram nesses shows restrito aos negros que Little Richard conheceu sua maior inspiração, o “príncipe do blues” Billy Wright, que se apresentava em ternos coloridos, tinha um topete enorme e um bigode estreitíssimo. O jovem Richard logo passou a imitá-lo. Os shows energéticos que se seguiram chamaram atenção da indústria. Ele assinou com a RCA em 1951. Mas suas músicas só começaram a chegar no rádio em 1955 e por outra gravadora, a Specialty Records, quando o produtor Robert Blackwell o encorajou a revisitar sua época do vaudeville e cantar uma música que costumava entoar, com palavras inventadas e que começava com um grito. Era “Tutti Frutti” e sua carreira deslanchou. Mesmo assim, nada superava vê-lo ao vivo, tocando piano como ninguém – de pé diante do piano, com o pé sobre o piano, de pé em cima do piano. Jerry Lee Lewis tentou superá-lo colocando fogo no instrumento. Mas chegou depois de Little Richard ter incendiado a juventude dos EUA. Quando Elvis assinou com a RCA, Little Richard já era astro de cinema. Ele fez parte do elenco de “Música Alucinante” (Don’t Knock the Rock, 1956), ao lado de Bill Haley and the Comets, cantou a música-título de “Sabes o que Quero” (The Girl Can’t Help It, 1956) e arrebentou em “O Rei do Rock and Roll” (Mister Rock and Roll, 1957) com “Lucille”. Foi no primeiro filme que eternizou as performances de suas músicas mais famosas, “Long Tall Sally” e aquela que começa a frase icônica “A-wop-bop-a-loo-lop-a-lop-bam-boom!”, a célebre “Tutti-Frutti”, uma das canções mais regravadas de todos os tempos. Tanto Elvis quanto os Beatles gravaram versões das duas músicas. Na verdade, os Beatles gravaram até o lado B de “Long Tall Sally”, “Slippin’ and Slidin'” – além de incluir “Lucille” e “Good Golly, Miss Molly” em seu repertório. Paul McCartney foi uma das poucas pessoas do mundo capaz de cantar como Little Richard, porque o próprio Little Richard lhe ensinou em 1962, na época em que tocaram e conviveram juntos entre shows na Inglaterra e na Alemanha. Mas antes de escolher seu sucessor, a indústria tentou embranquecer suas canções à força, dando seu repertório para o ídolo pop Pat Boone gravar. As músicas de Boone eram versões literalmente pálidas das originais. Mesmo assim, era o galã quem aparecia na TV tocando “Tutti-Frutti”. O sucesso de Elvis trouxe nova versão de “Tutti-Frutti” para as paradas. Só que em vez de popularizar o artista original, Elvis acabou substituindo-o. Até a juventude inglesa reconhecer na década seguinte que Little Richard era insubstituível. Beatles e Rollings Stones chegaram a servir de bandas de abertura para shows do cantor, em reverência a seu talento. Mas Richard, que foi o primeiro artista para quem fãs atiraram calcinhas no palco, acabou se convertendo à religião no auge da carreira. Ele apelou a Deus ao achar que ia morrer durante uma forte turbulência num voo para shows na Austrália e, depois de sobreviver, jurou ter visto um sinal dos céus – o satélite Sputnik reentrando na atmosfera. Em 1958, ele formou uma banda evangélica e passou a cantar gospel. A fase não foi longa. Ao embarcar em turnê com esse repertório, passou a ser vaiado por fãs que queriam ouvir rock. Em 1962, ele encontrou os Beatles e retomou seus antigos hits. No ano seguinte, os Stones abriram seu show. Ele se tornou adorado pelo público britânico e chegou a ganhar um especial na TV, que, a perdido dos fãs, foi reprisado várias vezes. E em 1964 contratou um guitarrista chamado Jimi Hendrix para integrar sua banda. A carreira musical, porém, jamais retomou o sucesso original nos EUA. Para complicar, ele passou a enfrentar a ira de religiosos por ter trocado a música de Deus pela música do diabo. A conversão religiosa acabou prejudicando até sua identidade sexual. Ele chegou a casar (entre 1959 e 1963) e passou a vida tentando negar rumores de que era homossexual. De fato, disse que considerava a homossexualidade “contrária à natureza”, anos depois de confessar publicamente que era gay em 1995. Ele começou a aparecer mais na TV que no rádio a partir dos anos 1960. Chegou a participar até do programa de Pat Boone, além de encontrar os Monkees num especial. E de repente se descobriu ator, explodindo na nova carreira nos anos 1980. Após ser escalado num episódio de “Miami Vice”, teve seu primeiro grande papel cinematográfico na comédia “Um Vagabundo na Alta Roda” (1986) e ainda contribuiu com uma música inédita para a trilha sonora. Esta revitalização coincidiu com sua premiação no Grammy em 1988, quando se autodeclarou “o arquiteto do rock’n’roll!”, com a plateia aplaudindo de pé. Desde então, tornou-se convidado frequente de programas de TV, séries e filmes, conquistando novos fãs com seu “timing cômico único”. A lista de aparições inclui o blockbuster “O Último Grande Herói” (1993), com Arnold Schwarzenegger, e se encerra com “Um Chefe Muito Radical” (1998), produção estrelada pelo comediante Carrot Top. Além disso, em 2000, sua vida foi dramatizada num telefilme com seu nome, dirigido por Robert Townsend (“Ritmo & Blues – O Sonho do Sucesso”). Little Richard continuou excursionando e fazendo shows para plateias entusiasmadas até que as dores de quadril se tornaram insuportáveis. Ele anunciou a aposentadoria em 2013, mas ainda continuou saudado pelo público em aparições ocasionais. A última foi no ano passado, quando recebeu um prêmio pela carreira do governador do Tennessee, nos EUA. “Deus abençoe Little Richard, um dos meus maiores heróis musicais”, escreveu Ringo Starr, baterista dos Beatles, nas redes sociais. “Ele foi uma das minhas maiores inspirações na adolescência”, disse Mick Jagger, a voz dos Rolling Stones. “Quando fizemos uma turnê juntos, eu observei atentamente seus movimentos todas as noites, para saber como entreter e envolver o público, e ele generosamente ainda me deu conselhos. Ele contribuiu tanto para a música que eu vou sentir sua falta para sempre”, acrescentou. “Uma perda muito triste”, ecoou Jimmy Page, guitarrista do Led Zeppelin. “As canções de Little Richard impulsionaram o rock’n’roll”.

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  • Filme,  Série

    A Lenda do Tesouro Perdido vai ganhar nova continuação e virar série

    9 de maio de 2020 /

    Os dois filmes da franquia “A Lenda do Tesouro Perdido” (National Treasure), estrelada por Nicolas Cage, vai ganhar uma nova continuação e ainda virar série da plataforma Disney+ (Disney Plus). O produtor Jerry Bruckheimer, responsável pelos filmes de 2004 e 2007, revelou que também está à frente das novas aventuras de Benjamin Gates, mas que a série vai trazer um elenco diferente, mais jovem que o visto nos cinemas. Entretanto, isso não significa a aposentadoria da versão de Cage. O ator vai voltar a viver seu combo de Indiana Jones e Robert Langdon num terceiro filme, que Bruckheimer afirma estar nos planos da Disney. “Nós estamos trabalhando em uma versão de “A Lenda do Tesouro Perdido” para streaming e outra para o cinema”, contou o produtor. “A produção do Disney+ (Disney Plus) tem um elenco muito mais jovem. É o mesmo conceito, mas com um elenco jovem. Já filme será com o mesmo grupo”, ele disse para o site Collider. “O longa está sendo escrito neste momento”, acrescentou Bruckheimer. O responsável pelo roteiro é Chris Bremner, de “Bad Boys Para Sempre”, e o diretor será o mesmo dos lançamentos anteriores, Jon Turtletaub. Além de Nicolas Cage, também devem voltar Diane Krueger e Justin Bartha, que acompanharam as duas primeiras aventuras de Benjamin Gates. A situação da série também está adiantada. “Já temos um roteiro para o piloto e um contorno dos outros episódios”, disse o produtor. A Disney ainda não fez anúncio de nenhuma das duas produções.

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  • Etc,  Filme

    Antonio Bolívar (1948 – 2020)

    9 de maio de 2020 /

    O ator colombiano Antonio Bolívar, que interpretou o xamã Karamakate no premiado filme “O Abraço da Serpente”, de Ciro Guerra, morreu de covid-19 aos 72 anos. Ele era um dos últimos membros da tribo indígena Huitoto e foi internado em Leticia, na Colômbia, na semana passada, com sintomas do novo coronavírus, vindo a falecer na sexta-feira da semana passada (1/5). Bolívar também foi tradutor de línguas indígenas, incluindo Tikuna e Cubeo, faladas entre os habitantes do Orinoco e da região amazônica. Como ator, ele ficou conhecido por sua participação em “O Abraço da Serpente”, premiado no Festival de Cannes em 2015 e indicado ao Oscar de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Depois do filme, Bolívar retomou a parceria com Ciro Guerra na série da Netflix “Fronteira Verde”, lançada no ano passado.

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  • Filme

    Coprodução brasileira, O Traidor vence o “Oscar italiano”

    9 de maio de 2020 /

    A coprodução brasileira “O Traidor” (Il Traditore), que conta com a atriz Maria Fernanda Cândido em seu elenco, venceu o troféu David di Donatello, considerado o “Oscar do cinema italiano”, em cerimônia realizada na noite de sexta-feira (8/5). Dirigido pelo veterano Marco Bellocchio, o filme narra a história do mafioso Tommaso Buscetta, primeiro grande delator da máfia e que teve sua vida intimamente ligada ao Brasil, de onde foi extraditado duas vezes. “O Traidor” teve cenas filmadas no Rio, que foram produzidas pela empresa brasileira de cinema Gullane. Além do troféu de Melhor Filme, “O Traidor” venceu mais cinco prêmios, entre eles o de Melhor Direção, Melhor Ator para Pierfrancesco Favino (o intérprete de Buscetta) e melhor Ator Coadjuvante para Luigi Lo Cascio. Já o prêmio de Melhor Atriz ficou com Jasmine Trinca, pela atuação em “La Dea Fortuna”, de Ferzan Ozpetek. Os prêmios foram anunciados – mas não entregues fisicamente – durante uma cerimônia sem frescuras, realizada no horário nobre da emissora italiana RAI pelo apresentador Carlo Conti, em um estúdio vazio, com participações de artistas via videoconferência ao vivo. Até o presidente da Itália, Sergio Mattarella, enviou uma mensagem para o evento em que afirmou que “o cinema, como muitos grandes mestres italianos nos ensinaram, é a arte do sonho”. E que, “para reconstruir nosso país após a dramática epidemia, será necessário recuperar inspirações e, portanto, voltar a sonhar e fazer as pessoas sonharem”. A premiação serviu como um ritual de renascimento coletivo justamente quando as restrições locais de circulação, para contar a pandemia de coronavírus, começaram a ser eliminadas lentamente. “Meu desejo é que a comunidade cinematográfica italiana comece a trabalhar novamente”, disse Bellocchio, falando de sua casa. “Tenho 80 anos e também espero fazer mais alguns filmes”, acrescentou.

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  • Série

    The Great: Elle Fanning é a imperatriz Catarina, a Grande em trailer legendado de minissérie

    9 de maio de 2020 /

    A plataforma Starzplay divulgou o trailer legendado de “The Great”, série de época que traz Elle Fanning (“Mulheres do Século 20”) no papel da imperatriz Catarina, a Grande, que reinou na Rússia entre 1762 e 1796. A prévia se diferencia de outras produções similares pelo humor marcante de seu criador, Tony McNamara, indicado ao Oscar pelo Roteiro de “A Favorita” (2018) – por sinal, outra atração sobre monarca do século 18. “The Great” se passa antes da ascensão ao trono de Catarina II, focando em sua relação conflituosa com o marido, o czar Pedro III, imperador da Rússia, que é vivido por Nicholas Hoult (“Mad Max: Estrada da Fúria”). A trama é descrita como “uma história ligeiramente real, divertida e anacrônica de uma jovem idealista e romântica que chega à Rússia para um casamento arranjado com o Imperador Pedro. Esperando por amor, ela encontra um mundo perigoso e depravado que decide mudar. Tudo o que ela precisa fazer é matar o marido, derrubar a igreja, enganar os militares e conquistar a corte”. Vale lembrar que o período mais avançado do reinado da imperatriz foi coberto por outra minissérie recente, “Catherine the Great”, na HBO, com Helen Mirren (“A Rainha”) no papel principal. A produção representa o primeiro papel significativo de Fanning numa série e também um retorno ao formato para Hoult, que ganhou projeção ao participar da britânica “Skins”, em 2007. Originalmente, “The Great” foi concebido para a plataforma americana Hulu, da Disney, que ainda não chegou ao Brasil. A estreia por lá vai acontecer já neste domingo (10/5) No Brasil, todos os 10 episódios serão disponibilizados em 18 de junho, com exclusividade na Starzplay.

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  • Música,  Série

    Cobie Smulders revive personagem de How I Met Your Mother no Instagram

    9 de maio de 2020 /

    A atriz Cobie Smulders reviveu seus dias de Robin Sparkles, a cantora pop canadense dos anos 1980 que ela encarnou em flashbacks da série “How I Met Your Mother”, para lançar uma nova versão do hit da personagem. Em vídeo publicado no Instagram, “Let’s Go to the Mall” (Vamos ao shopping) virou “Let’s All Stay at Home” (Vamos todos ficar em casa) para divertir os fãs e incentivá-los a ficar em casa. “Espero que isso afaste algumas coisas da sua mente – certamente funcionou pra mim”, disse Smulders sobre a versão, que foi concebida pelos criadores de sua antiga série, Craig Thomas e Carter Bays, com um novo arranjo de Brian Kim. “Brian … ajudou a compor essa música originalmente. Ele criou esta nova versão de piano e depois a reescreveu quando se provou muito desafiadora para mim…. Foi uma jornada maravilhosa pela estrada da memória”, ela escreveu. Smulders revisitou a música para chamar a atenção (e arrecadar fundos) para várias instituições de caridade relacionadas ao coronavírus, como Save the Children e Canada Helps. Para quem não lembra, Robin Sparkles era o passado secreto de Robin Scherbatsky, a personagem oficial da atriz na série. Seus amigos – e o público – só ficaram sabendo que a mulher descolada que apaixonou Ted (Josh Radnor) era uma antiga teen idol canadense quando Barney (Neil Patrick Harris) encontrou uma cópia pirata do clipe de “Let’s Go to the Mall”. Esse segredo, que ela considerava vergonhoso, tornou-se uma piada recorrente na série, com outros episódios oferecendo novos vislumbres, geralmente embaraçosos, da carreira musical que ela tentava esconder. “How I Met Your Mother” foi um dos grandes sucessos da rede CBS no começo deste século, exibida entre 2005 e 2014. Desde o final da série, a atriz mudou radicalmente de rumo, trocando a comédia pela ação: virou uma agente da SHIELD nos filmes dos Vingadores – e do Homem-Aranha – , aliou-se a Tom Cruise (em “Jack Reacher: Sem Retorno”) e, desde o ano passado, desvenda casos como detetive particular na série “Stumptown”, na ABC – que ainda não foi renovada para sua 2ª temporada. Veja abaixo a versão original de “Let’s Go to the Mall”, apresentada na série em 2006, no episódio intitulado “Slap Bet”. Ver essa foto no Instagram Welp. Here it is. I hope it takes your mind off some things. It certainly did for me! A huge thank you to Craig Thomas and Carter Bays for the new lyrics. And to Brian Kim, who helped compose many of our songs. He wrote this new piano version and then rewrote it when it was too challenging for me. It was a wonderful journey down memory lane. If you are able and willing please donate to the following charities. There are links in my Stories. @savethechildren @canadahelps @dailybreadTO Thank you to @20thcenfoxtv #himym #robinsparkles #letsallstayathome Uma publicação compartilhada por Cobie Smulders (@cobiesmulders) em 7 de Mai, 2020 às 1:35 PDT

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  • Série

    The 100: Temporada final ganha trailer épico

    9 de maio de 2020 /

    A rede americana The CW divulgou o trailer da última temporada da “The 100”, que vai encerrar a série após sete anos. A prévia é épica, com cenas grandiosas, muitos efeitos visuais, personagens à beira da morte, gritos, desespero, flashbacks de momentos importantes, visões de um futuro desolador e até um novo mundo. O vídeo revela um último confronto da raça humana, cujo resultado pode ser a extinção várias vezes evitada ao longo da série. Mas também traz esperança de sobrevivência, ao apresentar um portal para outro mundo distante. Com o anúncio de seu final, “The 100” vai se juntar a “Supernatural” e “Arrow” nas despedidas deste ano na CW. E isso apenas um ano após o canal encerrar as produções de “Jane the Virgin”, “Crazy Ex-Girlfriend” e “iZombie”. Não por coincidência, “The 100” vai acabar com 100 episódios produzidos ao todo. O primeiro capítulo da temporada final, intitulado “From the Ashes”, vai estrear em 20 de maio nos EUA. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner e tem suas primeiras temporadas disponíveis na Netflix.

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  • Série

    Rebelde vai ganhar remake como série da Netflix

    8 de maio de 2020 /

    A novela “Rebelde” vai ganhar um novo remake, desta vez produzido para a Netflix. A plataforma de streaming comprou os direitos de “Rebelde Way”, novela argentina que serviu como base para o sucesso mexicano, com a intenção de transformar sua trama numa série. Agora, em entrevista ao Portal Popline, o ex-integrante do elenco mexicano Christian Chávez afirmou que o projeto vai acontecer muito em breve, sem fornecer detalhes adicionais. Exibida entre 2002 e 2003 na Argentina, “Rebelde Way” era ambientada em um colégio de elite e acompanhava jovens de vários contextos diferentes, lidando com as diversões e os problemas da adolescência. A obra foi criada pela roteirista-produtora mexicana Cris Morena, que também criou “Chiquititas” e “Floricienta”. O formato foi vendido para o México, que produziu a versão mais popular de “Rebelde” em 2004, com Anahí, Dulce María, Alfonso Herrera e Christopher Uckermann, exibida no Brasil pelo SBT. Mais recentemente, a mesma produção inspirou um remake brasileiro, estrelado por Sophia Abrahão, Micael Borges, Lua Blanco, Arthur Aguiar, Chay Suede e Mel Fronckowiak na Record em 2011. Morena chegou a adiantar detalhes da versão da Netflix. “Falei com a showrunner, que é mexicana-americana, e vão manter os mesmos personagens. A grande diferença será adaptar quase 400 episódios em um arco de 20 capítulos por temporada.” A produção vai acontecer após a Netflix atingir sucesso com várias séries faladas em espanhol, entre elas “Elite”, que também acompanha estudantes do Ensino Médio. Não há previsão de estreia para a versão de “Rebelde” da Netflix.

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