Séries do Arrowverso ganham coleção de pôsteres
A rede The CW divulgou uma coleção de pôsteres das séries dos heróis do Arrowverso. São oito pôsteres, que na verdade representam sete séries, já que “Superman and Lois” recebeu dois cartazes, um para cada protagonista. As artes trazem os intérpretes principais das atrações acompanhados por desenhos de seus personagens nos quadrinhos. A coleção também inclui “Stargirl”, um mês depois de sua renovação como série exclusiva do canal – a 1ª temporada foi criada para a plataforma DC Universe e compartilhada com a emissora. As demais séries são “The Flash”, “Supergirl”, “Raio Negro” (Black Lightning), “Legends of Tomorrow” e “Batwoman”, que mudou sua protagonista e, como se pode ver pela imagem do Batsinal, ainda faz suspense com o novo visual da heroína. Os próximos episódios dessas atrações ainda não começaram a ser gravados e só vão estrear em 2021.
Idris Elba vai viver espião em thriller de ação da Apple TV+
O ator Idris Elba viverá um espião em novo thriller de ação ambientado no continente africano, que será lançado com exclusividade pela plataforma Apple TV+. O roteiro foi escrito pelo vencedor do Emmy Travon Free (da série “Black Monday”) e é descrito pelo site Deadline como similar à mistura de espionagem e romance de ação de “Sr. & Sra. Smith”. A comparação, claro, tem muito a ver com a presença de Simon Kinberg, roteirista do filme de 2005, que é produtor do novo longa. Elba também vai assinar a produção do filme, que dará a seus fãs a chance de vê-lo num papel de espião, após o ator ser cotado para virar o novo 007. A aquisição se junta à crescente lista de projetos da Apple, que inclui “Emancipation”, filme sobre escravatura estrelado por Will Smith, e o próximo longa do diretor Martin Scorsese, “Killers of the Flower Moon”, estrelado por Robert De Niro e Leonardo DiCaprio. Por sinal, Simon Kinberg (que recentemente dirigiu “X-Men: Fênix Negra”) está trabalhando com a Apple em outro projeto, uma série de ficção científica sem título, nem previsão de estreia.
Ator de X-Men entra na 2ª temporada de The Boys
O ator Shawn Ashmore revelou em seu Twitter que vai voltar a viver um super-herói, após ter interpretado Bobby Drake, o Homem de Gelo, na franquia “X-Men”. Ele entrou na 2ª temporada de “Boys” no papel de Lamplighter (Faroleiro, na tradução dos quadrinhos brasileiros). “Vocês não achavam que eu tinha saído do mundo dos super-heróis, não é ?! Conheçam LAMPLIGHTER! Ex-membro dos 7 e um homem com muito segredos para contar! Eu não poderia estar mais animado por estar na 2ª temporada de ‘The Boys’, que começa em 4 de setembro!”, ele escreveu na rede social Descrito como “uma antiga super-astro e membro dos Sete antes de sair de cena sob circunstâncias misteriosas e ser substituído por Starlight”, o personagem de Ashmore também terá ligação com o grupo de Hughie (Jack Quaid) e Billy Butcher (Karl Urban), os Boys. De acordo com a sinopse que introduz o personagem, “ele é a razão pela qual eles se separaram há oito anos. Então quando entra novamente em suas vidas, traz lembranças dolorosas e cutuca nervos, mudando tudo”. Baseada nos quadrinhos adultos de Garth Ennis (que também criou “Preacher”), os Boys são um grupo de vigilantes que pretende revelar o segredo sujo dos super-heróis: eles são serial killers de sangue frio, que escapam impunemente de seus crimes graças ao trabalho da empresa de marketing que os financia e comercializa suas imagens. A série é estrelada por Karl Urban (“Thor: Ragnarok”), Karen Fukuhara (“Esquadrão Suicida”), Jack Quaid (“Jogos Vorazes”), Tomer Capon (“7 Dias em Entebbe”) e Laz Alonso (“Velozes e Furiosos 4”) como os Boys – e uma girl – , enquanto Antony Starr (série “Banshee”), Chace Crawford (série “Gossip Girl”), Dominique McElligott (série “House of Cards”), Nathan Mitchell (“Scorched Earth”) e Jessie T. Usher (“Independence Day: Ressurgimento”) interpretam os super-heróis malvados. Além deles, Erin Moriarty (série “Jessica Jones”) vive a única super-heroína decente da história, Simon Pegg (“Missão Impossível: Efeito Fallout”) tem participação especial como o pai do personagem de Jack Quaid, e Aya Cash (“You’re the Worst”) será uma nova superpoderosa na 2ª temporada. Os responsáveis pela produção são os mesmos que deram vida à “Preacher”, o ator Seth Rogen e seu parceiro Evan Goldberg, que se juntaram a Eric Kripke, criador de “Supernatural” e “Timeless”, na nova atração. A 2ª temporada tem estreia marcada para 4 de setembro na Amazon Prime Video – e a série já está renovada para seu terceiro ano de produção. You didn’t think I was done with the Super Hero game did ya?! Meet LAMPLIGHTER! Former member of the 7 and a man with secrets to tell! I couldn’t be more excited to be apart of season two of “THE BOYS” which begins airing Friday sept 4Th! @TheBoysTV @PrimeVideo @therealKripke pic.twitter.com/hbjEaWJPtR — Shawn R Ashmore (@ShawnRAshmore) August 10, 2020
Elisabeth Moss vai estrelar novo filme da produtora de terror de O Homem Invisível
Elisabeth Moss vai voltar a trabalhar com a produtora de filmes de terror Blumhouse após o sucesso de “O Homem Invisível”. Ela fechou contrato para protagonizar e produzir “Mrs. March”. Inspirado no livro de mesmo nome, “Mrs. March” é uma história de suspense e gira em torno da dona de casa de um bairro nobre de Manhattan, que começa a suspeitar que a antipática protagonista do mais recente romance de seu marido é inspirada nela. A obra original foi escrita por Virginia Feito, mas só vai chegar às livrarias em 2021. A própria autora vai assinar o roteiro da adaptação. Em comunicado, Elisabeth Moss se disse ansiosa para interpretar a personagem-título. “Li o livro de Virginia numa sentada e fiquei tão envolvida que sabia que tinha que interpretar a Srta. March. Como personagem, ela é fascinante, complexa, profundamente humana e mal posso esperar para cravar os dentes nela.” Sem diretor até o momento, “Mrs. March” ainda não tem previsão de filmagem, mas vai ter que disputar lugar na agendada lotada da atriz. Além de estrelar “The Handmaid’s Tale”, Elisabeth Moss recentemente fechou contrato para fazer mais três séries: “Candy”, sem canal definido, “Black Match” para a plataforma Hulu e “Shining Girls” para a Apple TV+.
Ator de Mulan vai dirigir continuação de 47 Ronins
A fantasia de samurais e efeitos visuais “47 Ronins”, estrelada por Keanu Reeves em 2014, vai ganhar uma sequência. A Universal contratou Ron Yuan para dirigir o novo longa. Ele é mais conhecido como ator, dublê e coordenador de dublês. Inclusive, viverá o Sargento Qiant no live-action de “Mulan”, que estreia em setembro em streaming nos EUA. Como diretor, seu trabalho mais recente foi “Step Up China” (2019), novo capítulo da franquia musical “Ela Dança, Eu Danço”, que revelou Channing Tatum em 2006. Ao contrário do primeiro longa, situado no Japão feudal, a continuação de “47 Ronins” será uma sci-fi futurista, passada 300 anos no futuro, e terá uma estética cyberpunk. Outra diferença é que o filme não será lançado no cinema. A continuação será exibida pela Netflix. “Estou muito animado de trabalhar com a Universal e com a equipe de produtores nesse filme que mistura gêneros de artes marciais, ação, terror e cyberpunk”, afirmou Yuan. “Será uma viagem divertida, intensa e cheia de emoção para o público do mundo todo”. Dirigido por Carl Rinsch, o filme original não foi exatamente um sucesso. Destruído pela crítica, com apenas 16% de aprovação, “47 Ronins” arrecadou apenas US$ 151,7 milhões em todo o mundo, menos que seu orçamento de US$ 175 milhões.
Produtor divulga novas fotos das filmagens de Avatar 2
O produtor Jon Landau divulgou em seu Instagram novas fotos dos bastidores das filmagens de “Avatar 2”. Uma delas traz o diretor James Cameron sentado no meio do cenário, outra mostra uma construção no set cenográfico e há também dois veículos multifuncionais submersíveis que fazem parte do filme. A equipe da produção desembarcou no dia 30 de maio na Nova Zelândia e passou por uma quarentena de 14 dias antes de retomar as filmagens do longa. A produção ficou três meses suspensa devido à da pandemia de coronavírus. Ainda com fronteiras fechadas para grande parte das pessoas, a viagem da equipe à Nova Zelândia foi liberada pelo “significativo valor econômico” das filmagens para o país. Por tratar-se de uma grande produção, com locação em diversos estúdios, “Avatar” recebe subsídios do governo local. Além disso, a Nova Zelândia estabeleceu uma série de instruções de higiene e segurança para permitir a realização de produções audiovisuais no período da pandemia. “Avatar 2” foi a primeira obra estrangeira a seguir estas normas. “Avatar 2” tem lançamento marcado para dezembro de 2022, com sua sequência prevista para dezembro de 2024. Outros dois filmes também foram programados, mas eles só deverão ser filmados após o resultado das bilheterias da continuação. Ver essa foto no Instagram WIDE SHOT: Our High Camp Bio Lab set on stages in New Zealand. SECOND SHOT: Jim studying the set before filming. A salute to the Kiwi crew for their attention to the artistry of their crafts. Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 12 de Ago, 2020 às 9:26 PDT Ver essa foto no Instagram The Crabsuit… a human driven multifunction submersible. One of the many new RDA vehicles that will be seen in the Avatar sequels. I want one! Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 4 de Ago, 2020 às 12:21 PDT
Linda Manz (1961 – 2020)
A atriz Linda Manz, que na adolescência estrelou os clássicos “Cinzas no Paraíso” (Days of Heaven) e “Anos de Rebeldia” (Out of the Blue), morreu na sexta-feira (14/8), aos 58 anos, após lutar contra um câncer de pulmão e pneumonia. “Linda era uma esposa amorosa, uma mãe carinhosa, uma avó maravilhosa e uma grande amiga que era amada por muitos”, escreveu seu filho nas redes sociais. Ela conseguiu seu primeiro papel aos 15 anos em “Cinzas no Paraíso” (1978), como a adolescente que viaja com seu irmão mais velho (ninguém menos que Richard Gere) e a namorada dele (Brooke Adams) em busca de trabalho itinerante, pulando clandestinamente em trens de carga durante a Grande Depressão dos anos 1930. Considerado um dos grandes clássicos dos anos 1970, o drama de Terrence Malick era narrado por Manz, e sua voz é considerada uma parte fundamental do estilo poético do filme. Manz continuou a carreira com filmes cultuados, como “A Gangue da Pesada” (1979), de Philip Kaufman, “Flores e Espinhos” (1979), de Stephen Verona, e “Anos de Rebeldia” (1980), de Dennis Hooper. O terceiro longa de Hooper, filmado após os icônicos “Easy Rider – Sem Destino” (1969) e “O Último Filme” (1971), chegou a ser selecionado para a competição do Festival de Cannes. Nele, Manz deu vida a uma adolescente fã de Elvis Presley e punk rock em conflito com o pai ex-presidiário, vivido pelo próprio diretor, num trabalho impressionante. Mas ela largou o cinema logo em seguida, após a comédia “Longshot” (1981), em que fez par romântico com o cantor galã Leif Garrett, que foi acompanhada por um pequeno papel na produção alemã “Mir Reicht’s – Ich Steig Aus” (1983). Só foi voltar às telas em 1997, ao ser persuadida pelo diretor Harmony Korine a interpretar a mãe amorosa de Solomon (Jacob Reynolds), um dos adolescentes marginalizados de “Vida sem Destino”, drama não convencional ambientado em uma pequena cidade de Ohio atingida por um tornado – e outro cult em sua filmografia. “Eu sempre a admirei”, disse Korine em uma entrevista para a Index Magazine na época. “Havia uma sensação sobre ela que eu gostava – não era nem mesmo sua atuação. Era como me senti ao conhecer Buster Keaton. Havia uma espécie de poesia nela, um brilho. Os dois queimaram a tela.” Uma de suas co-estrelas de “Vidas sem Destino”, Chloë Sevigny, chamou Manz de sua atriz favorita e chegou a defender a restauração e o relançamento da pequena mas impressionante filmografia da atriz. Além dela, Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”) expressou admiração por seus dons únicos como atriz adolescente. “O mundo em geral nem sempre faz sentido para mim, mas existem portos seguros”, disse Lyonne em 2013 para a revista Interview. “Linda Manz em ‘Anos de Rebeldia’ é um deles.” O último papel da carreira de Manz foi lançado no mesmo ano de “Vidas sem Destino”, e consistiu de uma pequeno aparição como colega de quarto da personagem de Deborah Kara Unger no thriller de mistério “Vidas em Jogo” (1997), de David Fincher, estrelado por Michael Douglas e Sean Penn. Manz era casada com operador de câmera Bobby Guthrie, com quem teve dois filhos.
Chefe do humor da Globo, Marcius Melhem tem contrato encerrado após 17 anos
O comediante Marcius Melhem saiu da Globo, após 17 anos de parceria. O ator, roteirista e coordenador do humor da emissora já estava afastado dos trabalhos há cinco meses por questões pessoais e deixou agora o canal em definitivo, ao ter seu contrato encerrado. Segundo comunicado da Globo, a decisão foi feita em comum acordo. “A Globo e Marcius Melhem, em comum acordo, encerraram a parceria de 17 anos de sucesso. O artista, que deu importante contribuição para a renovação do humor nas diversas plataformas da empresa, estava de licença desde março para acompanhar o tratamento de saúde de sua filha no exterior. Como todos sabem, a Globo tem tomado uma série de iniciativas para se preparar para os desafios do futuro e, com isso, adotado novas dinâmicas de parceria com atores e criadores em suas múltiplas plataformas. Os conteúdos de humor, assim como os de dramaturgia diária e semanal, continuam sob a liderança de Silvio de Abreu, diretor de Dramaturgia da Globo”, informou a emissora. Melhem era responsável pela coordenação de todos os conteúdos de humor da Globo desde 2018 e agora essa função caberá a Sílvio de Abreu, acumulando a chefia das novelas e séries. Abreu já cumpria este papel interinamente, desde o afastamento de Melhem. Ele pediu uma licença para cuidar de um problema de saúde de sua filha de 10 anos, e viajou com a família para os Estados Unidos, onde a menina deveria passar por uma cirurgia, segundo o próprio humorista informou em comunicado. Antes disso, ele chegou a ser investigado pela Globo devido a uma denúncia de assédio moral. Após a investigação, o comitê de ética e compliance o considerou inocente. O processo, iniciado em janeiro, levou dezenas de funcionários e ex-funcionários a testemunharem sobre o caso. Eles também assinaram um abaixo-assinado em defesa de Melhem, descrevendo a acusação como uma “maldade” contra o ex-diretor do Departamento de Humor da emissora. Apesar de bastante polêmica, a acusação segue envolvida em mistério. Quem revelou a confusão foi o colunista Leo Dias, que em dezembro passado publicou que as atrizes Dani Calabresa, Renata Castro Barbosa e Maria Clara Gueiros haviam denunciado Melhem. As duas últimas negaram a informação no mesmo dia. Leo Dias também informou que Marcelo Adnet testemunhou a favor das atrizes, o que ele contestou no dia seguinte. Restou, portanto, apenas Dani Calabresa, que jamais negou a história. Segundo apurou o colunista do UOL Mauricio Stycer, a briga teria acontecido em torno do programa “Fora de Hora”, no primeiro semestre de 2019. Calabresa queria que, em vez de um projeto novo, a emissora reeditasse o programa “Furo”, que ela apresentou em parceria com Bento Ribeiro na MTV, entre 2009 e 2012. Melhem jamais teria considerado a opção de reviver o “Furo” na Globo, mas Calabresa foi escalada para ser a apresentadora do “Fora de Hora”, ao lado de Paulo Vieira. A atriz acabou deixando o projeto e, em seu texto, Stycer acrescentou a palavra “plágio” às acusações de assédio movidas pela comediante, trazendo à tona uma possível disputa pela autoria do projeto. Dani Calebresa continua na Globo. Após o anúncio do fim do contrato de Melhem, ela postou no Twitter uma imagem da série “The Morning Show”, que aborda o assédio dentro de uma emissora de televisão, e apareceu assistindo ao documentário “Harvey Weinstein: Assédios em Hollywood” em seu Instagram. Em seu Twitter, Melhem acrescentou o seu lado nessa história. “Foram 17 anos de uma parceria muito produtiva com a Globo. Todos esses anos no ar com algum programa – ou mais de um. Tive muito orgulho de fazer parte de uma equipe que desenvolveu novas linguagens, que colocou diversidade e tolerância em pauta e que virou sinônimo de liberdade. Essa liberdade e essa renovação foram abraçadas por público e crítica e trouxeram prêmios importantes – como o APCA – e duas indicações ao Emmy Internacional. Foram muitos anos de muito trabalho”, começa o texto. “Mas já há algum tempo vinha conversando sobre diminuir essa intensidade e dedicar mais tempo à minha vida pessoal, ver minhas filhas crescerem e participar mais disso. O tempo passa rápido. Este ano, por conta de um delicado tratamento de saúde, tive que me ausentar e viajar com a família e nos fechamos para passarmos juntos por isso. Esses meses fora me deram a certeza de que precisava de uma nova relação com o tempo dedicado ao trabalho”, acrescentou. “Em comum acordo com a Globo, entendemos que essa liberdade seria benéfica para ambos os lados. Agora tenho mais tempo para minha vida pessoal. E para desenvolver ideias com calma e livremente. Quando chegar a hora de elas acontecerem, eu venho aqui contar! Até já!”, finalizou.
Diretora de A Despedida pode fazer remake de Pais e Filhos, de Hirokazu Kore-eda
A Variety publicou que a diretora Lulu Wang, consagrada com “A Despedida”, vai filmar um adaptação de “Pais e Filhos”, longa japonês de Hirokazu Kore-eda que venceu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes de 2013. Mas após a publicação, Wang foi ao Twitter demonstrar frustração pelo vazamento da informação. “É irritante, porque acontece fora de contexto e sem qualquer perspectiva relevante”, ela desabafou, avisando que quem quiser saber o que ela pretende filmar tem apenas que ligar pra ela. Ela ainda acrescentou que não acredita em remakes. Os direitos do remake estavam com Steven Spielberg, que premiou “Pais e Filhos” quando foi presidente do júri de Cannes, mas o projeto nunca avançou além da fase de autorização da refilmagem. Segundo a Variety, a produção não teria relação com Spielberg e estaria sendo tocada pela Focus Features, com o roteiro assinado pela dramaturga Sarah Ruhl (do vindouro “The Glorias”). Vale observar que o IMDb lista Ruhl como roteirista num projeto sem título de Lulu Wang. O filme anterior de Wang foi um dos grandes destaques da temporada de prêmios de 2020. Entre outros, “A Despedida” venceu o troféu de Melhor Filme Indie do ano no Film Independent Spirit Awards, além de ter rendido um Globo de Ouro para sua estrela, Awkwafina. Wang também deve escrever, dirigir e produzir a série “The Expatriates” com Nicole Kidman na Amazon. P.S. I don’t believe in “remakes”. I’ll leave it at that for now. — Lulu Wang (@thumbelulu) August 12, 2020
MacGruber: Paródia de MacGyver vai virar série em streaming
A plataforma Peacock divulgou um teaser que anuncia a produção da série “MacGruber”, baseada num esquete popular do programa humorístico “Saturday Night Live” que até já rendeu filme em 2010. O personagem vivido por Will Forte (“O Último Cara da Terra”) é uma paródia do agente MacGyver. Os esquetes, que começaram em 2007, geralmente mostravam o agente de operações especiais MacGruber em meio a uma missão para desativar uma bomba-relógio. Entretanto, ele sempre se distraía com questões pessoais, resultando na detonação da bomba e na morte de todo mundo em cena. A série vai voltar a juntar Will Forte com o diretor Jorma Taccone. Os dois trabalharam juntos no filme “Corram que o Agente Voltou”, título nacional do longa de MacGruber – chamado, claro, “MacGruber” em inglês. Vale observar que o filme foi um grande fracasso. Custou pouco, US$ 10 milhões, e ainda assim deu prejuízo, faturando US$ 9,3 milhões em todo o mundo. Não há previsão de estreia para a série.
Crise na DC Universe: Séries da plataforma vão para a HBO Max
Sem encomendar nenhuma produção nova desde a renovação de “Titãs” para a 3ª temporada, a plataforma DC Universe vai encerrar sua programação original e seu conteúdo será deslocado para a HBO Max. Os boatos de que a AT&T, nova dona da Warner, não tinha interesse no serviço foram confirmados por Jim Lee, publisher da DC Comics, em entrevista ao The Hollywood Reporter. “O conteúdo original que está no DCU está migrando para o HBO Max. Sinceramente, essa é a melhor plataforma para esse conteúdo. A quantidade de conteúdo que você junta, não apenas da DC, mas da WarnerMedia em geral, é enorme e é a melhor proposta de valor, se eu tiver permissão para usar esse termo de marketing. Achamos que é o lugar certo para isso”, ele disse ao THR. Das seis produções originais do DC Universe, duas já foram oficialmente para a HBO Max: “Patrulha do Destino” (Doom Patrol) e “Harley Quinn” (a animação da Arlequina). Agora, “Titãs” (Titans), exibida internacionalmente pela Netflix, e a série animada “Justiça Jovem” (Young Justice), ambas renovadas para novas temporadas, terão seus episódios inéditos também levados à nova plataforma. Mas a HBO Max vai ficar sem “Stargirl”, que terá seu segundo ano de produção exibido com exclusividade na rede The CW. “Stargirl” mostrou sua 1ª temporada na CW e na DC Universe. Sua saída da plataforma, na negociação com a CW, já apontava a crise. Entretanto, os boatos começaram muito antes, com o cancelamento inesperado e repentino de “Monstro do Pântano” (Swamp Thing) um dia após a estreia. Ninguém entendeu nada, mas foi nesta época que surgiram os comentários de que a AT&T já tinha tomado a decisão de encerrar o projeto de séries da DCU. Apesar deste esvaziamento, a DCU não será totalmente encerrada. Ela vai continuar com mudanças, passando a oferecer apenas quadrinhos digitais, além de servir de fórum para os fãs. “Em relação à comunidade e todo o conteúdo de quadrinhos, algo como 25 mil títulos diferentes, e a forma como a plataforma se conectou com os fãs 24 horas por dia, sempre haverá uma necessidade disso. Portanto, estamos animados para transformar a DCU e teremos mais notícias sobre como ela será em breve. Definitivamente, a DCU não vai embora”, explicou Lee. A mudança estaria relacionada aos US$ 153 bilhões em dívidas da AT&T, resultantes de sua compra da Warner. Recentemente, a empresa de telecomunicações demitiu vários chefões da empresa, desde o editor-chefe da DC Comics até o presidente da WarnerMedia Entertainment, além de ter fechado divisões como a DC Direct, responsável pelas mercadorias e colecionáveis da DC, e realizado o esvaziamento da plataforma DC Universe. Há boatos, também, de que o Crunchyroll, plataforma de animes, estaria à venda. Especulações apontam que o desempenho da HBO Max, grande aposta da AT&T ao comprar a Warner, não decolou como previsto.
Warner estaria planejando vender Crunchyroll
Após bater a marca de 70 milhões de assinantes, a Crunchyroll pode ser vendida pela WarnerMedia. Segundo afirma a Variety, a AT&T, que comprou a Warner e todo o seu acervo, quer vender a plataforma de animes por cerca de US$ 1 bilhão para ajudar a pagar algumas dívidas. A Sony Entertainment, que tem uma plataforma similar, a Funimation, seria a principal candidata na negociação. Mas não é a única empresa interessada na plataforma. A AT&T teria cerca de US$ 153 bilhões em dívidas, resultantes de sua compra da Warner. Recentemente, a empresa de telecomunicações demitiu vários chefões da empresa, desde o editor-chefe da DC Comics até o presidente da WarnerMedia Entertainment, além de ter fechado divisões como a DC Direct, responsável pelas mercadorias e colecionáveis da DC, e causado o esvaziamento da plataforma DC Universe. Especulações apontam que o desempenho da HBO Max, grande aposta da AT&T ao comprar a Warner, não decolou como previsto. Recentemente, a Crunchyroll anunciou uma nova leva de animes originais, incluindo “Tower of God” e “God of Highschool”. A plataforma conta com mais de mil títulos em seu catálogo e mais de 30 mil episódios, mas das 70 milhões de assinaturas que ostenta, apenas 3 milhões são pagas. Vale observar que nem a Warner nem a Sony confirmaram estar negociando a Crynchyroll.
Ewan McGregor perde royalties de Star Wars e fortuna em divórcio
Ewan McGregor está encerrando o processo de divórcio com sua ex-mulher, Eve Mavakris. E, de acordo com o site TMZ, ele terá que entregar metade dos royalties de sua participação nos filmes no qual trabalhou no começo dos anos 2000 para a ex. O ator participou da trilogia “Star Wars”, exibida entre 1999 e 2005, enquanto ainda estava casado, além de ter emprestado sua voz para uma cena de “A Ascensão Skywalker”. Por isso, o dinheiro que ele recebe pelos direitos de seu trabalho nos filmes da saga espacial conta na divisão de bens. Mas não fica nisso. Enquanto estavam casados, Ewan estrelou vários sucessos de bilheteria como “Moulin Rouge” e “Anjos e Demônios”. No processo de divisão de bens, além de dividir os royalties de seu trabalho como ator, entregará à ex-esposa uma propriedade em Los Angeles no valor estimado de US$ 6,6 milhões e cinco carros de sua coleção particular. Ela também ficarpa com todas as joias que obteve durante o casamento, US$ 501,7 mil em dinheiro para equilibrar a divisão de ativos, além de uma pensão de US$ 14,9 mil e outra pensão alimentícia conjugal de US$ 35,8 mil por mês. O ex-casal também compartilhará a custódia legal de sua única filha, Anouk, de 9 anos. A fortuna de Ewan McGregor está estimada em US$ 45 milhões. Mas, segundo os documentos obtidos pelo TMZ, o bem mais precioso que o ator lutou para manter foi a sua coleção de 30 carros, dos quais terá que ceder cinco para a ex. Ewan coleciona carros desde os 16 anos, quando conseguiu comprar seu primeiro automóvel com o salário de um trabalho que tinha aos fins de semana. Ele é fascinado pelo Volkswagen Beetle – o popular Fusca – e chegou a gastar cerca de 30 mil libras (R$ 212 mil) para converter um dos modelos que possui de combustível fóssil para elétrico depois que o carro parou de funcionar no meio da rua no ano passado. Para completar, se o ator tiver um lucro maior em um determinado ano do que a média detalhada no acordo, Eve Mavakris receberá um bônus.











