Lindinhas: Filme adolescente premiado ganha trailer e vira alvo de campanha de ódio
A Netflix divulgou o pôster, as fotos e o trailer de “Lindinhas” (Cuties), por enquanto disponível apenas com legendas em inglês. A produção é francesa e retrata o esforço de uma pré-adolescente para se integrar com a turma de garotas legais da sua escola para disputar um concurso de dança. Dita assim, a premissa parece uma comédia teen típica, mas há muitas diferenças em relação às produções americanas. A começar pela protagonista, uma menina negra muçulmana de 11 anos, criada numa família de imigrantes senegaleses no bairro mais pobre de Paris, que se encanta com a vizinha moderna da sua idade. O grupo de meninas a que ela se junta contrasta fortemente com os valores tradicionais de sua mãe, e ela logo se dá conta de sua própria sensualidade através da dança. Com isso, o filme também aborda a hiper sexualização das garotas pré-adolescentes nos dias de hoje. “Cuties” teve première no Festival de Sundance, no começo do ano, onde a diretora e roteirista Maïmouna Doucouré levou o troféu de Melhor Direção. Os críticos aplaudiram (82% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas o tema, inspirado na infância da diretora, causou ira entre os grupos conservadores de ódio que tem bombardeado (sem ter visto) o filme com cotações negativas no IMDb. A arte do pôster tampou ajudou. A Netflix acabou suspendendo o marketing do filme após a divulgação inicial e divulgou uma nota oficial: “Pedimos desculpas pela arte inadequada que usamos para o filme ‘Lindinhas’. Não estava certo, nem representava este filme francês que ganhou um prêmio no Festival de Sundance. Estamos trabalhando para atualizar as imagens e a descrição do filme”. A estreia vai acontecer em 9 de setembro em streaming.
Cinemas brasileiros vão reabrir com festival de blockbusters clássicos
Os cinemas brasileiros estão se preparando para uma possível reabertura a partir de setembro. Mas isso não vai acontecer com lançamentos atuais, apesar de a data ser propícia para receber “Mulan” e “Tenet”. Os distribuidores e exibidores querem, primeiro, reconquistar a confiança do público, e para isso estão programando sessões iniciais com sucessos conhecidos. Batizada de festival De Volta para o Cinema, a iniciativa tem o objetivo de estimular a volta do público com sessões a preços acessíveis. O projeto contará com 24 filmes divididos em oito temas dentro dos gêneros de ação, comédia, ficção científica, terror, fantasia, suspense e drama com ingressos de R$ 10,00 para salas convencionais e R$ 20,00 para salas VIP, além da meia-entrada. A princípio, o chamado “festival” está programado para estrear no dia 3 de setembro. Isto é daqui a duas semanas. Entretanto, não há sinais claros de parte das autoridades para que os cinemas possam abrir nesta data nos principais mercados do país. Manaus foi a primeira grande cidade a autorizar o retorno da atividade, em agosto. No Rio de Janeiro, há expectativa de autorização para a reabertura em setembro. Mas São Paulo segue sem previsão, a espera do avanço das fases de quarentena. Caso a data não possa ser cumprida em muitos locais, a ideia é manter a programação do festival de acordo com a abertura das salas em cada cidade do país, entrando em cartaz sempre na primeira semana de abertura de cada local. Nesta reabertura, as salas funcionarão com público reduzido, com espaço de duas poltronas livres entre os espectadores, para garantir o distanciamento social. Os espaços também disponibilizarão álcool em gel ao longo do percurso do cliente. Além disso, os intervalos entre as sessões serão ampliados e as salas higienizadas – incluindo as poltronas, corrimões e guarda-copos. As máscaras serão obrigatórias desde a entrada do espaço e todos terão suas temperaturas medidas. Apesar disso, a iniciativa gerou protestos nas redes sociais. Um tuíte sobre o projeto na conta de Érico Borgo, um dos idealizadores do festival, disparou comentários negativos de usuários, que argumentaram ser irresponsável reabrir os cinemas enquanto os números da pandemia continuam elevados no país. Já outros argumentaram que vários ramos de negócios já tiveram autorização de reabrir (com ou sem medidas de segurança), e que isso serviria para ajudar exibidores em situação financeira complicada após meses de fechamento. Veja os filmes selecionados para o festival “De Volta Para o Cinema” abaixo, divididos por categorias. A Fantástica Lista de Clássicos Pop “Superman: O Filme” “Os Caça-Fantasmas” “Matrix” “De Volta Para o Futuro” A Lista do Espanto “Invocação do Mal” “O Exorcista” (Versão do Diretor) “O Iluminado” “Tubarão” A Sociedade das Sagas “Harry Potter e a Pedra Filosofal” “O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel” “Crepúsculo” A Vingança dos Geeks “Os Vingadores” “Batman: O Cavaleiro das Trevas” “Homem-Aranha no Aranhaverso” Curtindo a Família Adoidado “Divertida Mente” “Minions” “Turma da Mônica: Laços” “ET – O Extraterrestre” Dias de Identidade “Corra!” “Mulher-Maravilha” “Pantera Negra” Sob o Domínio do Drama “O Palhaço” “Os Bons Companheiros” Tropa de Risos “Até Que a Sorte nos Separe” “Fala Sério, Mãe!” “Minha Mãe É uma Peça”
Primeiro Harry Potter atinge US$ 1 bilhão nas bilheterias com relançamento na China
As circunstância excepcionais da pandemia, em que a abertura dos cinemas em alguns países não tem encontrado títulos inéditos para programar, acabou levando ao resgate de vários sucessos antigos. E isso se provou o empurrãozinho que faltava para “Harry Potter e a Pedra Filosofal” atingir uma marca histórica de bilheteria. Com o relançamento em 3D nas telas da China, o filme da Warner rendeu US$ 13,6 milhões só no último fim de semana em cerca 16 mil salas chinesas. A quantia foi suficiente para a produção de 2001 entrar num clube seleto, ao atingir a bilheteria total de US$ 1 bilhão de faturamento mundial – juntando todos os seus rendimentos de 19 anos nos cinemas. “Harry Potter e a Pedra Filosofal” foi apenas o segundo filme da saga a superar a marca bilionária, após o capítulo final, “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2”, de 2011, render US$ 1,34 bilhão globalmente. A franquia completa agora soma US$ 7,74 bilhões. O filme da Warner foi o primeiro grande sucesso americano desde que os cinemas fecharam entre fevereiro e março em todo o mundo, devido à pandemia. Por sinal, nos EUA – e no Brasil – as salas de projeção continuam fechadas. Já a China segue uma lenta recuperação, com a evolução da contenção do coronavírus no país. No fim de semana passado, as receitas de bilheterias chinesas registraram aumento de 65% em comparação ao fim de semana anterior, atingindo US$ 26,7 milhões de arrecadação entre sexta e domingo (16/8). O motivo para o crescimento está relacionado ao aumento da capacidade das salas, que passaram de 30% para 50%, bem como na atração de lançamentos inéditos locais, como “The Eight Hundred”, o primeiro blockbuster chinês a estrear depois da pandemia. O presidente de Distribuição Internacional da Warner Bros., Andrew Cripps, disse em comunicado que todos no estúdio “estão entusiasmados em ver Harry Potter maravilhar uma nova geração de espectadores”. “A popularidade do filme entre a audiência chinesa prova que o apelo dessas histórias é verdadeiramente atemporal e universal”, disse. O primeiro “Harry Potter” também faz parte dos planos de reabertura dos cinemas brasileiros.
Utopia: Série sobre pandemia da escritora de Garota Exemplar ganha novo trailer legendado
A Amazon divulgou novos pôster, fotos e trailer legendado de “Utopia”, série baseada numa atração britânica de mesmo nome e adaptada pela romancista Gillian Flynn, autora dos livros que deram origem aos filmes “Garota Exemplar” (2014), “Lugares Escuros” (2015) e à minissérie “Objetos Cortantes”. O material revela a data de estreia, além de mostrar que a versão americana acrescentou personagens novos, sem alterar muitos detalhes da atração original. O mais interessante é a forma como a trama ganhou apelo atual, ao abordar uma pandemia que ataca o sistema respiratório. Isto foi ligeiramente modificado da série original britânica, criada por Dennis Kelly e exibida em 2013 no Channel 4, e acabou coincidindo com a disseminação da covid-19. Como a trama envolve teorias de conspiração, vira um prato cheio para quem defende que a pandemia atual foi originada num laboratório. A série gira em torno de um grupo de fãs de quadrinhos que descobrem uma conspiração sobre a disseminação de vírus epidêmicos nas páginas de “Utopia”, sua graphic novel favorita, cujo autor e artista acabou internado num hospício após surtar durante sua criação. A constatação torna os fanboys alvos de uma organização sinistra, mas a única pessoa com alguma noção do complô é a jovem filha do artista, que está desaparecida há anos, fugindo de assassinos em seu encalço. O elenco destaca John Cusack na primeira série de sua carreira. Ele interpreta o Dr. Kevin Christie, um gênio carismático da biotecnologia, que quer mudar o mundo por meio da ciência. O personagem não existe na série original, mas a descrição sugere um dos principais vilões da história. Seu filho na adaptação será vivido por Cory Michael Smith (o Charada de “Gotham”). Além deles, Jessica Rothe (“A Morte Te Dá Parabéns”) também participa num papel não existe na série original, como expert em quadrinhos. O resto do elenco destaca Dan Byrd (“Cougar Town”), Ashleigh LaThrop (“The Handmaid’s Tale”), Desmin Borges (“You’re the Worst”) e o menino Javon “Wanna” Walton como os fãs de “Utopia”, Sasha Lane (“Hellboy”) como Jessica Hyde, a filha do artista, Farrah Mackenzie (“Logan Lucky”) como uma menina que vai se envolver na fuga dos fanboys, Christopher Denham (“Billions”) como Arby, o assassino no encalço dos fugitivos, e Rainn Wilson (“The Office”) como um virologista negligenciado, que volta a ficar em evidência diante de uma nova epidemia mundial de gripe. Originalmente desenvolvida para a HBO pelo cineasta David Fincher (“Clube da Luta”), a série acabou na Amazon com produção de Jessica Rhoades, responsável pela adaptação de “Objetos Cortantes” (Sharp Objects, 2018). A estreia foi marcada para o dia 25 de setembro em streaming.
Festival de Gramado anuncia filmes selecionados
A organização do Festival de Gramado anunciou nesta terça-feira (18/8) os filmes selecionados para sua edição de 2020, que será uma combinação de evento televisivo e digital, devido à pandemia de coronavírus. A competição também se encolheu. Apenas sete longas nacionais concorrerão ao Kikito, o troféu competitivo do festival. São eles: “Aos Pedaços”, de Ruy Guerra, “King Kong em Asunción”, de Camilo Cavalcanti, “Um Animal Amarelo”, de Felipe Bragança, “Por que Você Não Chora?”, de Cibele Amaral, “Todos os Mortos”, de Caetano Gotardo e Marco Dutra, “O Samba é Primo do Jazz”, de Angela Zoé, e “Me Chama que Eu Vou”, de Joana Mariani. Alguns desses filmes tiveram passagem por festivais internacionais antes da pandemia, como “Um Animal Amarelo” e “Aos Pedaços”, exibidos em Roterdã, na Holanda, e “Todos os Mortos”, em Berlim, na Alemanha. Outras sete produções estrangeiras também disputam o prêmio latino-americano: o argentino “El Silencio del Cazador”, o colombiano “La Frontera”, o paraguaio “Matar a un Muerto”, o uruguaio “El Gran Viaje Al Pais Pequeño”, o chileno “Los Fuertes”, o boliviano “Tu me Manques” e o mexicano “Días de Invierno”. Além dos filmes que disputam prêmios, o festival homenageará a cineasta Laís Bodanzky (Troféu Eduardo Abelin) e os atores Marco Nanini (Trofeu Oscarito, o mais tradicional do evento), Denise Fraga (Troféu Cidade de Gramado) e o uruguaio César Troncoso (Kikito de Cristal). As novidades deste ano também incluem mudanças no time de curadores, com a entrada do apresentador Pedro Bial e da atriz argentina Soledad Villamil. Eles se juntam a Marcos Santuario, há nove anos no comando da seleção de Gramado. O outro curador habitual do festival, o jornalista Rubens Ewald Filho, faleceu no ano passado. A 48ª do Festival de Gramado vai ocorrer entre os dias 18 e 26 de setembro, com sessões exibidas no Canal Brasil e disponibilizadas por 24 horas no aplicativo de streaming Canal Brasil Play. Apenas a cerimônia de encerramento, com a entrega de prêmios deverá ser presencial, a ser realizada no Palácio dos Festivais, sem plateia e seguindo protocolos de segurança. Mas esse evento também deve ser exibido no Canal Brasil.
Rachel Weisz vai estrelar série baseada no terror cult Gêmeos: Mórbida Semelhança
Em sua primeira grande incursão no terreno dos seriados, a atriz Rachel Weisz (“A Favorita”) vai estrelar e produzir uma nova versão de “Gêmeos: Mórbida Semelhança” (Dead Ringers), cultuado terror de David Cronenberg lançado em 1987, que vai virar série de streaming. A Amazon já encomendou a adaptação, que será desenvolvida por Alice Birch, roteirista principal da aclamada série “Normal People”, para a Annapurna Television e Morgan Creek Entertainment (estúdio do filme original). No filme, Jeremy Irons (“Watchmen”) vivia dois ginecologistas gêmeos que aproveitavam ao máximo do fato de que ninguém conseguia diferenciá-los, até que esse relacionamento começa a se deteriorar por causa de uma mulher (Geneviève Bujold). Na versão da série, os papéis serão invertidos, com Weisz vivendo duas ginecologistas gêmeas, obcecadas com pesquisas para mudar a maneira como as mulheres nascem, o que inclui experiências clandestinas. Elas compartilham de tudo: drogas, amantes e um desejo sem remorso de fazer o que for preciso, incluindo ultrapassar os limites da ética médica para desafiar práticas antiquadas. Embora se espere que a série tenha uma reviravolta semelhante ao filme, os produtores informaram buscar um tom diferente e explorar temas que o filme não abordou, como a saúde da mulher e os problemas que enfrenta, incluindo o subfinanciamento. A ideia da série partiu de Weisz, que é fã do filme original. Ela fez parceria com a Annapurna TV, e Birch foi contratada para escrever a adaptação dentro das especificações do projeto. A roteirista também será produtora, ao lado de Weisz, do empresário da atriz e executivos da Annapurna e da Morgan Creek. Weisz será vista em breve contracenando com Scarlett Johansson no filme da “Viúva Negra”, que supostamente estreia em 28 de outubro no Brasil. Ela só fez séries no começo da carreira, entre 1992 e 1994 no Reino Unido, mas nunca como protagonista. Relembre o filme original de Cronenberg com o trailer legendado abaixo.
Caso com atriz derruba chefões da Warner e da Universal
Charlotte Kirk ostenta no seu currículo uma façanha curiosa, ao se tornar supostamente responsável pela queda de dois dos executivos mais poderosos de Hollywood. Pouco mais de um ano após Kevin Tsujihara ser forçado a se demitir da presidência da Warner Bros. em meio a denúncias de que ele teria usado sua posição para ajudar a atriz a conseguir papéis, após ter feito sexo com ela, foi a vez de Ron Meyer, vice-presidente do conglomerado NBCUniversal, ter o mesmo destino. Embora o nome de Charlotte Kirk não tenha sido oficialmente apresentado, Meyer perdeu seu emprego nesta terça (18/8), após 25 anos na companhia, por um caso extraconjugal que o colocou sob chantagem. Várias publicações americanas apuraram que a mulher misteriosa do affair era a mesma responsável pela queda de Tsujihara. A notícia do afastamento de Meyer foi compartilhada por Jeff Shell, CEO da NBCUniversal, em comunicado aos funcionários. “Estou escrevendo para compartilhar algumas notícias infelizes. No final da semana passada, Ron Meyer informou à NBCUniversal que ele agiu de uma maneira que acreditamos não ser consistente com as políticas ou valores de nossa empresa”, diz o texto do CEO. “Com base na divulgação dessas ações por Ron, concluímos mutuamente que Ron deveria deixar a empresa, com efeito imediato. Agradecemos a Ron por seus 25 anos de serviço e por suas contribuições significativas para a NBCUniversal.” Meyer teria revelado o relacionamento a seus chefes após sofrer chantagem. “É com o coração pesado que anuncio minha saída da NBCUniversal”, disse Meyer em seu texto. “Recentemente, revelei para minha família e para a empresa que fiz um acordo, sob ameaça, com uma mulher de fora da empresa que havia feito falsas acusações contra mim. É uma mulher com quem tive um caso muito breve e consensual há muitos anos atrás. Fiz esta divulgação porque outras partes souberam do acordo e continuamente tentaram me extorquir para pagar-lhes dinheiro ou então implicariam falsamente a NBCUniversal, que não tinha nada a ver com este assunto, e fariam falsas alegações sobre mim. Depois de revelar este assunto à empresa, decidimos mutuamente que eu deveria deixar meu cargo de vice-presidente da NBCUniversal. Passei 25 anos ajudando a crescer e apoiando uma empresa incrível em um trabalho que adoro. É das pessoas desta empresa que terei mais saudades. Lamento o que aconteceu e lamento por todas as pessoas em minha vida que posso ter decepcionado, especialmente e mais importante, a minha família.” No caso de Tsujihara, mensagens de texto mostraram que ele fez lobby para que Kirk fosse contratada para filmes da Warner, um abuso de poder que levou à sua demissão. Mas, com Meyer, a projeção profissional de Kirk na Universal não se mostrou aparente. O escândalo que derrubou Tsujihara e agora Meyer ilustra o outro lado do “teste de sofá”, o costume de troca de favores sexuais para fechar negócios e avançar carreiras em Hollywood. Porque a atriz envolvida sabia exatamente o que ia acontecer e o que poderia conseguir ao ter sexo com os executivos – o oposto das denúncias de sexo forçado contra Weinstein que originaram o movimento #MeToo. Tudo começou quando Charlotte Kirk se envolveu com o produtor James Packer em 2013. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, a atriz foi instada por Packer, em mensagem de texto, a ir a um encontro no quarto de hotel de Kevin Tsujihara, que já era um dos executivos mais poderosos da Warner e poderia ajudaria sua carreira. Ainda de acordo com o THR, na manhã seguinte ela relatou a Packer que Tsujihara não quis nem conversar, só “f****”. Três dias depois, Tsujihara e Packer fecharam um negócio de US$ 450 milhões, criando uma parceria de produção entre o estúdio de cinema Warner Bros. e a RatPac-Dune Entertainment, empresa de Packer e do cineasta Brett Ratner (que atualmente enfrenta processos por assédio sexual). A relação de Tsujihara com a atriz aconteceu quando ele já era casado com Sandy Tsujihara, com quem tem dois filhos. Sabendo disso, Charlotte Kirk passou a enviar mensagens para Tsujihara exigindo papéis em filmes da Warner. Um dos textos, que foi publicado pela THR dizia: “Você está muito ocupado, eu sei, mas quando estávamos naquele hotel fazendo sexo você disse que iria me ajudar. Quando você simplesmente me ignora, como está fazendo agora, faz com que eu me sinta usada. Você vai me ajudar como disse que faria?”. Kirk foi escalada em pequenos papéis em dois filmes da Warner: “Como Ser Solteira” (2016) e “Oito Mulheres e um Segredo” (2018). E, de acordo com documentos obtidos pela THR, fez testes para vários outros projetos na Warner e na produtora Millenium de Avi Lerner. Os textos publicados mostram que, ao longo do tempo, Kirk ficou cada vez mais agitada porque não estava conseguindo tantos papéis quanto imaginou. Até que Brett Ratner resolveu assumir o controle da situação, mandando seu advogado Marty Singer intermediar um acordo que daria à atriz preferência para participar de testes, além de lhe garantir uma aparição em um filme dirigido por Ratner. Quem revelou isso foi o advogado à revista. O acordo proposto nunca foi assinado, segundo Singer, porque o próprio Ratner viu sua carreira implodir. Diretor de “X-Men: O Confronto Final” (2006) e da trilogia “A Hora do Rush”, ele foi acusado por seis mulheres de assédio sexual. Entre as vítimas estavam as atrizes Olivia Munn e Natasha Henstridge, que detalharam suas experiências ao jornal Los Angeles Times, durante o auge do movimento #MeToo. Com o escândalo, a atriz Gal Gadot teria condicionado sua participação na sequência de “Mulher-Maravilha” ao afastamento de Ratner da produção. Assim, o acordo milionário entre a Ratpac-Dune e a Warner foi cancelado. A acusação de chantagem feita por Meyer sugere que um terceiro está envolvido na extração de dinheiro em troca de silêncio. Como Tsujihara, Meyer era um dos homens mais poderosos de Hollywood quando se envolveu com Kirk. Mas ela não conseguiu papel em nenhuma produção da Universal. Charlotte Kirk terminou recentemente duas filmagens: o terror britânico “The Reckoning”, de Neil Marshall, e a comédia indie “Nicole and O.J.”, que marcam seus primeiros papéis como protagonista. Sobre o primeiro filme, vale observar que Kirk chama o diretor Neil Marshall de seu “amor” no Instagram, em meio a várias fotos que demonstram a proximidade do casal.
Ben Cross (1947 – 2020)
O ator Ben Cross, que ficou conhecido pelo papel do atleta olímpico Harold Abrahams no clássico “Carruagens de Fogo” (1981), morreu na manhã desta terça (18/8) em Vienna, onde residia, de uma doença não especificada aos 72 anos. Cross teve grandes sucessos no palco e nas telas. Sua estreia nos cinemas foi ao lado de Sean Connery e Michael Caine no filme “Uma Ponte Longe Demais”, de 1977, mesmo ano em que se tornou membro da Royal Shakespeare Company. Ele ficou famoso ao estrelar a primeira montagem do musical “Chicago” em Londres, em 1979, onde interpretou o protagonista Billy Flynn (vivido por Richard Gere nos cinemas). Por isso, também tentou carreira como cantor, lançando várias músicas. O sucesso de “Chicago” o levou ao papel de Harold Abrahams em “Carruagens de Fogo”, filme que contou a história de atletas britânicos nas Olimpíadas de 1924. Embora Cross acreditasse que a história não teria apelo além do Reino Unido, tornou-se um sucesso mundial e acabou vencendo o Oscar de Melhor Filme. “Um filme como esse muda a vida profissionalmente”, ele disse numa entrevista de 2012 . “De repente, você passa a receber convites para muitos trabalhos, o que é adorável. Mas, desde então, fiz 80 ou 90 projetos, nenhum dos quais teve tanto sucesso.” De fato, muitos de seus filmes seguintes foram abaixo da crítica, empregando-o geralmente como vilão. Num dos mais razoáveis, “Lancelot, o Primeiro Cavaleiro” (1995), enfrentou Richard Gere e Sean Connery, mas ele lutou até com Jean-Claude Van Damme em “A Irmandade” (2001). Também assumiu novas versões de papéis famosos, como no resgate da novela “Dark Shadows”, transformada em série de curta duração em 1991, na qual viveu o vampiro Barbanas Collins. Ele ainda foi Sarek, o pai de Spock, no reboot de “Star Trek”, de 2009. Entre seus últimos trabalhos estão papéis nas séries “Banshee” (2013–2016), “12 Macacos” (2015–2018) e “Pandora” (2019), além de ter interpretado o Príncipe Charles no telefilme “William & Kate: The Movie” (2011). Cross deixou algumas produções inéditas, incluindo o romance da Netflix “Last Letter to Your Lover”, com Shailene Woodley e Felicity Jones, e o terror sobrenatural “The Devil’s Light”, com Virginia Madsen.
Disney+define dia de lançamento no Brasil
Depois de anunciar o mês da chegada do seu serviço de streaming na América Latina, incluindo o Brasil, a Disney agora definiu o dia. A inauguração vai acontecer no dia 17 de novembro. A revelação aconteceu por acidente. Um perfil latino-americano da plataforma acabou adiantando a informação no Twitter, ainda com recados para serem executados por quem fosse publicar o conteúdo e com um aviso grande de “Não Publicar”, como sinal de que era preciso aguardar a ordem da matriz, mas, aparentemente, alguém acabou apertando no “Publicar” sem querer. Por conta disso, ainda faltam informações para o público, como, por exemplo, quanto a assinatura vai custar. A partir do seu lançamento na América Latina, a Disney+ (Disney Plus) se tornará a única opção de acesso em streaming para os conteúdos cinematográficos de todas as marcas do conglomerado, encerrando assim a provisória parceria com a Amazon, que atualmente disponibiliza os filmes da Disney no Brasil. Além do catálogo da Disney, que incluem séries do Disney Channel, a plataforma trará para o Brasil grandes sucessos exclusivos, como as séries “The Mandalorian” e “High School Musical: The Musical: The Series”, a versão live-action de “A Dama e o Vagabundo” e o musical “Hamilton”. Além disso, os próximos lançamentos da plataforma ocorrerão simultaneamente no Brasil. Isto abrange as aguardadas séries da Marvel, como “Falcão e o Soldado Invernal” e “Wandavision”, por exemplo, além de “The Right Stuff”, minissérie da National Geographic sobre o começo do programa espacial americano. Veja abaixo uma mostra do conteúdo que chega junto com o serviço. Animações da Disney: “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Bela e a Fera”, “Pinóquio”, “Bambi”, “O Rei Leão”, “A Dama e o Vagabundo”, “Peter Pan”, “A Pequena Sereia”, “Cinderela” e outros Live-actions da Disney: “Aladdin”, “Mogli – O Menino Lobo”, “O Rei Leão”, “A Bela e a Fera”, “Cinderela” e outros Produções da Marvel: Todos os filmes distribuídos pela Walt Disney Studios, de “Homem de Ferro” a “Vingadores: Ultimato” (com exceção dos filmes solo do “Homem-Aranha”) e algumas das séries de televisão da Marvel desde 1979, incluindo “X-Men”, “Homem-Aranha” e “Marvel’s Runaways” Produções da saga “Star Wars”: Os nove episódios da saga completa desde a estreia em 1977 até 2019, além de títulos spin-off como “Rogue One: Uma História Star Wars” e “Han Solo: Uma História Star Wars” e algumas animações. Produções da Pixar: Todos os filmes da Pixar Animation Studios, como “Toy Story”, “Divertida Mente”, “Viva: A Vida é uma Festa”, “Wall-E”, “Up – Altas Aventuras”, “Monstros S.A.”, “Procurando Nemo”, “Os Incríveis”, “Valente” e outros, além de curtas, como “Bao” e “Os Heróis de Sanjay”, vencedores do Oscar Produções do Disney Channel: Séries como “Hannah Montana”, “Zack & Cody: Gêmeos em Ação”, “Kim Possible”, “A Casa do Mickey Mouse”, “PJ Masks – Heróis de Pijama”, “Jake e os Piratas da Terra do Nunca” e outros, além de telefilmes, como a trilogia “High School Musical” e as franquias “Camp Rock” e “Descendentes”. Séries da Disney com produção local: Histórias como “Violetta”, “Sou Luna”, “BIA”, “O11ZE”, “Juacas”, “Peter Punk”, “Jungle Nest”, “Highway Rodando a Aventura”, “Quando Toca o Sino” e “Art Attack” Produções para crianças em idade pré-escolar: “Nivis: Amigos de outro mundo”, “Junior Express”, “A Floricultura da Nana”, “A Casa do Disney Junior”, “Morko e Mali”, “O Jardim da Clarilu”, “Playground” e “Playhouse Disney” Produções da National Geographic: Séries documentais e filmes como “One Strange Rock”, “Origens: A Evolução Humana”, “Jane Goodall: The Hope”, “Before the Flood”, “Ciência do Absurdo” e outros programas produzidos na América Latina, sem esquecer de “Free Solo”, documentário vencedor do Oscar. Além deste catálogo, o serviço vai trazer atrações exclusivas, algumas já lançadas e outras que estreiam até 2021. E esta é outra lista para se conferir. Produções inéditas da Marvel: As séries que continuam a trama de “Vingadores: Ultimato” , como “Falcão e o Soldado Invernal”, “WandaVision”, “Loki” e “Gavião, Arqueiro”. Produções inéditas de “Star Wars”: “The Mandalorian”, que chega à 2ª temporada, mais duas séries em desenvolvimento centradas em Obi Wan Kenobi e Cassian Andor, e “Star Wars: The Clone Wars”, revival da série animada para seu grande final. Produções inéditas da Disney: o live-action “A Dama e o Vagabundo”, a comédia natalina “Noelle”, a aventura “Togo”, o musical “Hamilton”, “High School Musical: O Musical – A Série”, o filme teen “Secret Society of Second-Born Royals”, “The Imagineering Story”, série documental sobre os parques temáticos da Disney, e “Disney Family Sundays”, uma série em formato curto Produções inéditas da National Geographic: “The Right Stuff”, série sobre a corrida espacial dos anos 1980, adaptada do best-seller “Os Eleitos”, de Tom Wolfe. Produções inéditas da Pixar: “Pixar na Vida Real” e as séries de curtas animados “SparkShorts” e “Forky Asks a Question”, esta última derivada de “Toy Story 4”.
Power: Rodrigo Santoro mostra bastidores de sua transformação em monstro
Rodrigo Santoro mostrou em seu Instagram o processo de transformação que precisou passar para viver a versão monstro do vilão Biggie no filme “Power”, da Netflix. Ele disse que o personagem o fez lembrar dos tempos de “300”, em que interpretou o rei Xerxes. “Que trabalho genial do Mike Marino com as próteses e a maquiagem. Passei nove horas – sentado em bancos nem sempre tão confortáveis — pra chegar nesse resultado incrível. Toda essa transformação foi trabalhosa, mas valeu muito a pena. Foi uma grande diversão e uma honra também”, escreveu o ator brasileiro ao publicar o vídeo que detalha a aplicação da maquiagem especial. No filme de ação, Santoro interpreta o vilão da história, encarregado de vender uma droga que dá superpoderes por cinco minutos. Além de receber as próteses que alteraram sua aparência, o ator também teve de cortar a grande barba que usou na série “Reprisal”, da Hulu. Mas não precisará voltar a cultivá-la, porque a série foi cancelada na 1ª temporada. No filme, Santoro enfrenta Jamie Foxx e Joseph Gordon-Levitt numa trama típica de história em quadrinhos, que gira em torno de uma nova droga sintética, altamente viciante, traficada por seu personagem. Foxx vive um pai de família que sofreu uma grande perda e decide rastrear a linha de suprimentos da droga até encontrar o responsável pelo tráfico, papel de Santoro, enquanto Gordon-Levitt interpreta um policial cujo trabalho é tirar a droga das ruas. Ele logo percebe, no entanto, que a única maneira de combater os viciados é usando a droga ele mesmo, de modo a também ganhar poderes. “Power” é um projeto da dupla de diretores Henry Joost e Nev Schulman, responsáveis pela série “Catfish” e por vários filmes da franquia “Atividade Paranormal”. O roteiro foi escrito por Mattson Tomlin (“Rene”). E a estreia aconteceu na sexta (14/8) na Netflix. Ver essa foto no Instagram BIGGIE: que personagem! Me fez lembrar dos tempos de 300. E que trabalho genial do @prorenfx com as próteses e a maquiagem. Passei 9 horas – sentado em bancos nem sempre tão confortáveis – pra chegar nesse resultado incrível. Toda essa transformação foi trabalhosa, mas valeu muito a pena. Foi uma grande diversão – e uma honra também. #Netflix BIGGIE: what a character! Reminded me of the time I worked in 300. And what an amazing job @prorenfx did with the prosthetics and makeup. It took 9 hours – on chairs that weren’t so confortable – to get to this incredible result. All this transformation took so much effort, but it was all worth it. It was a lot of fun, and a great honor as well. #Netflix Uma publicação compartilhada por Rodrigo Santoro (@rodrigosantoro) em 18 de Ago, 2020 às 8:25 PDT
Lebron James revela uniforme do Tune Squad na sequência de Space Jam
Lebron James revelou seu uniforme especial de “Space Jam: A New Legacy”, continuação do clássico de 1996 estrelado por Michael Jordan e a Turma do Pernalonga. No novo filme, ele ocupa a vaga de Jordan como novo integrante do Tune Squad, o time de basquete dos Looney Tunes – como é conhecida a Turma do Pernalonga em inglês. Quem fez a apresentação foi Maverick Carter, amigo e empresário de Lebron. “Queremos dar uma espiadinha no membro da nossa família, nosso líder, o senhor Lebron James no novíssimo uniforme do Tune Squad, que estará no filme. Espero que você goste”. O vídeo então apresenta um clipe em câmera lenta de Lebron desfilando o novo uniforme: um conjunto azul com o círculo laranja que representa os Looney Tunes estampado tanto no short quanto na camisa. O círculo laranja é extraído dos desenhos animados clássicos, o fundo do “Isso é tudo, pessoal” (that’s all, folks”) dos Looney Tunes. Mas vale reparar na marca da Nike, já sugerindo a fabricação em larga escala e sua comercialização. A Warner aproveitou e também divulgou uma arte oficial do filme, com Lebron uniformizado (acima). Em desenvolvimento há quatro anos, a continuação de “Space Jam” definiu LeBron James em 2016 como o “novo Michael Jordan” da franquia – isto é, o novo astro de basquete do time do Pernalonga. Mas só contratou o diretor Malcolm D Lee, da comédia de sucesso “Viagem das Garotas” (Girls Trip, 2017), em julho do ano passado – após negociações com Justin Lin (que saiu para fazer “Velozes e Furiosos 9” e “10”) e Terence Nance (“Uma Super-Simplificação de Sua Beleza”). O longa contará também com os jogadores da NBA Anthony Davis, Damian Lillard, Klay Thompson e as estrelas da WNBA Diana Taurasi, Nneka Ogwimike e Chiney Ogwumike. Para completar, os atores Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”) e Sonequa Martin-Green (“Star Trek: Discovery”) também estão no longa. O roteiro foi escrito por Ryan Coogler (“Pantera Negra”) e Sev Ohanian (“Buscando…”), e a estreia está marcada, há mais de um ano, para julho de 2021. Entretanto, é uma data que deve ser alterada, pois a pandemia do novo coronavírus paralisou a produção antes de seu final. Would it be the Family Reunion without a special surprise?! @mavcarter gives our I Promise families the first ever look at @KingJames in his @spacejammovie ‘A New Legacy’ jersey! 👀🔥 pic.twitter.com/XsPYL1dvcU — LeBron James Family Foundation (@LJFamFoundation) August 18, 2020
Earth to Ned: Conheça o talk show com alienígenas do Disney+ (Disney Plus)
A plataforma Disney+ (Disney Plus) divulgou o pôster e o trailer de seu primeiro talk show, “Earth to Ned”, que também será o primeiro talk show mundial apresentado por alienígenas. Produzido pela The Jim Henson Company, produtora dos “Muppets”, o programa trará fantoches representando as criaturas extraterrestres Ned e Cornelius, que a cada episódio entrevistarão estrelas terrestres, abordando um tema único e fascinante para quem é de outro mundo. Enquanto faz perguntas que ninguém mais faria, Ned aprende um pouco mais sobre a cultura da Terra. O problema é que, segundo a sinopse, quanto mais aprende, mais obcecado ele fica. Entre as celebridades confirmadas no “Earth to Ned” estão Joshua Bassett, Rachel Bilson, Michael Ian Black, Rachel Bloom, Gina Carano, RuPaul, Taye Diggs, Lil Rel Howery, Bindi e Robert Irwin, Gillian Jacobs, NeNe Leakes, Thomas Lennon, Joel McHale, Andy Richter, Olivia Rodrigo, Eli Roth, Kristen Schaal, Paul Scheer, Jenny Slate, Raven Symoné, Reggie Watts e Billy Dee Williams. A estreia está marcada para 4 de setembro nos EUA. Ainda inédita por aqui, a plataforma tem previsão de chegar em novembro no Brasil.
Cinderela com Camila Cabello retoma produção na Inglaterra
A produção de “Cinderela”, que traz Camila Cabello no papel-título, vai retomar suas filmagens nesta semana na Inglaterra. Como precauções de segurança, devido à pandemia de coronavírus, são previstos testes abrangentes e diários de covid-19 durante as filmagens, além de seminários de treinamento de segurança, manutenção de distanciamento social, rastreamento de contato, desinfecção diária completa e adesão aos mandatos de higiene em vigor na região de Londres. As filmagens vão se estender apenas até o final de setembro, completando a fotografia de cenas externas, com registros de castelos históricos do Reino Unido. As cenas de grandes multidões, que seriam mais complicadas agora, foram realizadas antes da pandemia. Entre os membros do elenco que retornaram para a produção estão Cabello como Cinderela, Minnie Driver (“Speechless”) como a Rainha Beatrice, Nicholas Galitzine (“Compartilhar”) como o Príncipe Robert, Idina Menzel (a voz de Elsa em “Frozen”) como a Madrasta, Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”) como o Rei e Billy Porter (da série “Pose”) como a Fada Madrinha. Atores e equipe já estão hospedados separadamente em apartamentos na Inglaterra, seguindo os protocolos de quarentena. Os ensaios também já estão em andamento, com a equipe de produção e atores usando máscaras (que serão tiradas, claro, durante as filmagens). A nova “Cinderela” é uma versão musical. Além de fazer sua estreia como atriz de cinema, Camila Cabello também vai compor e cantar a trilha sonora do filme, que é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”). Ele também está no elenco, como um dos ratinhos amigos de Cinderela. Roteiro e direção estão a cargo de Kay Cannon, criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que estreou como diretora no ano passado com a comédia “Não Vai Dar”. A produção é da Sony Pictures e expectativa é que a estreia acontece em 5 de fevereiro de 2021.












