Jared Leto diz ter começado malhação para estrelar Tron 3
O ator Jared Leto revelou em seu Instagram que a produção de “Tron 3” será o próximo filme de sua agenda. Após indicar que o título do filme pode ser “Tron: Ares”, ele compartilhou uma foto em que aparece com músculos definidos para o filme da Disney. “Começando a malhação para ‘Tron’… vão se juntar a mim?”, escreveu o ator na legenda da foto. O ator está ligado ao projeto desde 2017 e seu papel deve se chamar Ares, um personagem inédito na franquia, mas que figurava com destaque num roteiro antigo e não filmado do terceiro longa. Para se ter ideia, esta continuação chegou a entrar no cronograma de produções da Disney para 2015, mas o fracasso de “Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível” (2015) mudou os planos do estúdio. Assim como “Tron: O Legado” (2010), a continuação seria dirigida por Joseph Kosinski e estrelada por Garrett Hedlund e Olivia Wilde. Em 2011, o diretor afirmou que pretendia continuar a história de “O Legado” acompanhando Quorra (Olivia Wilde) no mundo real. Mas agora, sem Kosinski, a Disney pode optar por um reboot. No mês passado, o estúdio contratou Garth Davis, diretor de “Lion: Uma Jornada Para Casa”, para realizar o fecho da trilogia, iniciada em 1982 com o clássico “Tron: Uma Odisseia Eletrônica”. A produção deve chegar aos cinemas em 2022, a tempo de celebrar os 40 anos do filme original. Além de estrelar, Leto será um dos produtores da continuação junto com Justin Springer, produtor de “Tron: O Legado” e de “Oblivion”, dois filmes dirigidos por Kosinski. E o fato de Springer estar a bordo pode ser um bom sinal para quem torce por uma continuação direta da história. Para quem não lembra, o filme original acompanhava Kevin Flynn, um programador que adentra um mundo cibernético para provar a fraude de um colega de trabalho. O elenco contava com Jeff Bridges e Bruxe Boxleitner, que depois voltaram para a continuação. “Tron: O Legado”, por sua vez, era centrado no filho de Flynn, que viajava ao mesmo mundo virtual para resgatar o pai preso lá há desde os anos 1980. A missão não é bem-sucedida, mas ele escapa ao final na companhia de um avatar digital, Quorra. Ver essa foto no Instagram Starting the Tron workout 🏋🏻…join me? Uma publicação compartilhada por JARED LETO (@jaredleto) em 15 de Set, 2020 às 11:32 PDT
Bom Dia, Verônica: Tainá Müller caça serial killer em trailer de série da Netflix
A Netflix divulgou o trailer, pôsteres de personagens e as fotos de “Bom Dia, Verônica”, nova série brasileira da plataforma, mas a primeira do gênero criminal. A prévia tem bom clima e apuro técnico, trazendo elementos de abuso doméstico ao conhecido tema de caça a serial killer, que ajudam a contornar problemas típicos da dramaturgia nacional, muito influenciada por teatro e novelas – com a prevalência de dicção artificial e overacting. A Verônica do título é vivida por Tainá Müller (“Tropa de Elite”). Ela trabalha como escrivã em uma delegacia de Homicídios de São Paulo, vivendo uma rotina burocrática e pouco dinâmica. Casada e mãe de dois filhos, Verônica acaba por presenciar um suicídio que desperta nela dolorosas feridas do passado. Na mesma semana, recebe a ligação anônima de uma mulher desesperada clamando por sua vida. Determinada, a protagonista decide usar toda sua habilidade investigativa para mergulhar nos casos das duas vítimas: uma jovem enganada por um golpista na internet, e Janete, a esposa subjugada de um policial de alta patente. Ao se aprofundar nessas investigações, Verônica irá enfrentar um mundo perverso que coloca em risco sua família e sua própria existência. A produção também destaca Camila Morgado (“O Animal Cordial”) no papel de Janete e Eduardo Moscovis (“O Doutrinador”) como o marido dela, Brandão, um serial killer inteligente e perigoso que leva uma vida aparentemente normal. Ainda estão no elenco Elisa Volpatto (“Assédio”), Antonio Grassi (“Se Eu Fechar Os Olhos Agora”), Silvio Guindane (“3%”) e Adriano Garib (“Magnífica 70”). Produção da Zola Filmes, a série é baseada no livro de mesmo nome de Ilana Casoy e Raphael Montes, lançado originalmente sob o pseudônimo de Andrea Killmore. Os dois também participam da produção e estão entre os fotografados da galeria abaixo. O próprio Raphael Montes (que também é autor do roteiro de “Praça Paris”) criou a adaptação, que conta com Ilana Casoy entre os roteiristas e tem direção do cineasta José Henrique Fonseca (“Heleno”). Vale lembrar que os dois também escreveram os roteiros da vindoura sessão dupla cinematográfica “A Menina que Matou os Pais” e “O Menino que Matou Meus Pais”, sobre o crime de Suzane von Richthofen, atualmente a espera da reabertura dos cinemas. O lançamento vai acontecer em 1º de outubro em todo o mundo.
Emily em Paris: Série romântica com Lily Collins ganha trailer legendado
A Netflix divulgou o trailer legendado de “Emily em Paris”, série estrelada por Lily Collins (“Simplesmente Acontece”), filha do cantor Phil Collins. Cheia de cartões postais de Paris, a prévia acompanha o trabalho e o romance da protagonista recém-chegada e encantada pela capital da França. Desenvolvida por Darren Star, o criador das séries clássicas “Barrados no Baile” e “Sex and the City”, além da mais recente “Younger”, “Emily em Paris” acompanha Emily (Collins), uma jovem executiva de marketing que consegue o emprego de seus sonhos em Paris. Após a empresa americana em que trabalha comprar uma agência francesa, ela parte para a França com a tarefa de trazer “a visão americana” para os negócios, mas pensando mesmo em viver incríveis aventuras românticas. Na chegada, porém, seus planos entrem em choque com a realidade. Mas “Emily em Paris” é uma comédia romântica à moda antiga e todo mundo sabe como as produções do gênero terminam. O elenco da atração inclui os atores Ashley Park (“Crônicas de San Francisco”), Lucas Bravo (“La Crème de la Crème”), Samuel Arnold (“National Theatre Live: Antony & Cleopatra”), Camille Razat (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”), Bruno Gouery (“50 São os Novos 30”), Kate Walsh (“13 Reasons Why”), William Abadie (“Homeland”) e os veteranos Arnaud Viard (“Graças a Deus”) e Philippine Leroy Beaulieu (“Vatel, um Banquete para o Rei”). Com 10 episódios, a série estreia em 2 de outubro na Netflix.
Terceiro artista asiático é encontrado morto em casa nesta semana
O cantor, ator e apresentador Alien Huang, personalidade de mídia bastante conhecida em Taiwan, foi encontrado morto em seu apartamento em Taipei na manhã desta quarta (16/6). A causa da morte não foi informada para a imprensa, mas ele é o terceiro artista asiático a ser encontrado morto em sua casa nos últimos três dias, após a sul-coreana Oh In Hye na segunda (14/9) e a japonesa Ashina Sei na terça (15/9). As duas primeiras teriam se suicidado. Ainda há outra coincidência ligando as três histórias: os três morreram aos 36 anos. Huang ficou conhecido em 2002, quando se juntou ao grupo musical HC3. Após a separação no ano seguinte, ele entrou em outra boy band, a Cosmo, que também não durou, levando-o a optar por uma carreira solo. Ele virou ator em 2004, com a comédia “Holiday Dreaming”, e poucos meses depois começou a apresentar o programa de variedades “100% Entertainment”, que lhe deu ainda maior projeção, levando-o a receber convites para ampliar sua carreira com papéis em séries e filmes. As produções eram todas comédia românticas, que traziam Huang como galã, com apenas uma exceção, o thriller de ação “Gatao” (2015), que foi mal-recebido pela crítica. Seu último trabalho como ator foi “Acting Out of Love”, lançado em março em Taiwan, em que ele tinha apenas um pequeno papel.
Paramount+ será ampliada com conteúdo da CBS All Access e Showtime no Brasil
A ViacomCBS revelou seus planos para o lançamento internacional da plataforma de streaming CBS All Access. Para começar o serviço será rebatizado de Paramount+ a partir de 2021, buscando se projetar com uma marca estabelecida há 100 anos. O detalhe é que a Paramount+ já existe no Brasil, onde oferece streaming de séries como “Yellowstone”, “The Handmaid’s Tale” e “For Life”, disponíveis no canal pago Paramount. Além do Brasil, uma plataforma com este nome também está em operação em outros países da América Latina e da Escandinávia. A ViacomCBS pretende reformular esses serviços existentes incorporando mais atrações, incluindo as séries da CBS All Access, como “Star Trek: Discovery” e “The Good Fight”, a livraria de filmes da Paramount e o portfolio dos canais da ViacomCBS, como BET, Comedy Central, MTV e Nickelodeon. Mas tem mais. A versão internacional da plataforma ainda terá um bônus em relação à oferta americana. Vai trazer as atrações do canal pago Showtime, como “Shameless”, “Billions” e a vindoura “The Good Lord Bird” – que, nos EUA, continuarão independentes da Paramount+. “Paramount é uma marca icônica e célebre, amada por consumidores em todo o mundo e é sinônimo de qualidade, integridade e narrativa de classe mundial”, disse o CEO da ViacomCBS, Bob Bakish, em um comunicado. “Com a Paramount+, estamos empolgados em estabelecer uma marca global de streaming no segmento de assinatura que se baseará na amplitude e profundidade do portfólio da ViacomCBS para oferecer uma coleção extraordinária de conteúdo para todos os gostos.” A evolução da CBS All Access, lançada em 2014, para a Paramount+ em 2021 será acompanhada por um aumento sensível de conteúdo, chegando a mais de 30 mil títulos, entre séries e filmes. Além disso, novas atrações já estão em produção para a estreia da nova fase. A lista de atrações recém-encomendadas para a plataforma incluem uma versão “true crime” de “Criminal Minds”, batizada de “The Real Criminal Minds”, com episódios documentais sobre casos que inspiraram a série da CBS, uma reinvenção do programa “Behind the Music”, da MTV, que mostrará os 40 maiores artistas dos últimos 40 anos, um revival da sitcom “The Game”, de Mara Brock Akil, que durou nove temporadas na rede CW e no canal BET, uma série de espionagem de Taylor Sheridan (criador de “Yellowstone”), chamada “Lioness”, sobre um jovem fuzileiro naval recrutado para fazer amizade com a filha de um terrorista a fim de derrubar sua organização, e uma minissérie baseada em “O Poderoso Chefão”, “The Offer”, desenvolvida pelo produtor-roteirista Michael Tolkin (“Escape at Dannemora”), que dramatizará a experiência de Al Ruddy na produção do famoso e premiado filme de Francis Ford Coppola. Esses projetos se juntam à série infantil “Kamp Koral”, anteriormente anunciada, que será ambientada no mundo do Bob Esponja, um dos personagens mais populares da Nickelodeon. “Com o lançamento global da Paramount+, estamos prontos para nos tornarmos uma empresa tão poderosa em streaming quanto somos na TV”, disse David Lynn, presidente e CEO da ViacomCBS Networks International (VCNI). “Aproveitando a marca icônica da Paramount, a infraestrutura de ponta da ViacomCBS junto com um produção incrível e superdimensionada de conteúdo imperdível, a Paramount+ oferecerá ao consumidor uma experiência excepcional de entretenimento que vai agitar significativamente a indústria de streaming.”
Cineastas e imprensa francesa criticam ataque estrangeiro contra Lindinhas
Os cineastas e parte da imprensa da França resolveram se pronunciar após políticos conservadores dos EUA e também do Brasil ameaçarem o filme “Lindinhas” (Mignonnes) com investigações criminais e censura, além de endossarem campanhas de boicote à Netflix. Por meio da ARP, sociedade que representa autores, diretores e produtores na França, a indústria cinematográfica francesa condenou o que chama de “sério atentado à liberdade de criação”. Em comunicado divulgado nesta terça (15/9), a ARP afirma: “Este filme produzido na França, e posteriormente comprado pela Netflix… é emblemático da indispensável liberdade de expressão que o cinema, em toda a sua diversidade, necessita para abordar questões incômodas e, portanto, necessárias para o exercício da democracia”. “Em uma altura em que os americanos mais conservadores apelam ao boicote contra o filme ‘Lindinhas’, queremos dar o nosso apoio a Maïmouna Doucouré, a sua realizadora, que ganhou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cinema de Sundance”, acrescenta a sociedade. Já o jornal Libération publicou um editorial em que afirma que o filme está sendo “instrumentalizado pela direita conservadora”. Para a publicação, as acusações de pedofilia disparadas contra o filme são surpreendentes para quem realmente viu o filme, o que não parece ser o caso dos que fazem campanhas contra ele, “seduzidos pelos temas do movimento QAnon”. O único problema, levanta o texto, partiu do setor de marketing da Netflix, ao escolher um cartaz de divulgação apelativo, bem diferente da imagem apresentada no lançamento do filme na França, onde não houve polêmica. A revista L’Express demonstrou sua perplexidade ao ponderar: “Premiado na Berlinale, mas também no festival de cinema independente Sundance, dos Estados Unidos, muitos críticos do mundo do cinema parecem ter entendido a mensagem do filme. Até a intervenção da extrema direita americana…” “Feminismo, Black Lives Matter, a questão do consentimento… ‘Mignonnes’ está muito em sintonia com os tempos!”, chegou a escrever a revista Paris Match, ao publicar uma entrevista com a diretora, antes da polêmica nos EUA. Por sua vez, a revista de cinema Première brincou: “‘Lindinhas’ foi convidado para a eleição americana”. A conclusão da revista State: “Dominado por uma polêmica completamente estéril, o filme de Maïmouna Doucouré é uma maravilha, que observa com delicadeza as tensões da adolescência feminina”. A Netflix assumiu sua culpa por ter criado o problema, pedindo desculpas pelo equívoco que deu origem à polêmica: um pôster que apresentava as meninas em trajes colantes, tentando fazer poses sensuais. A imagem, por sinal, é exatamente aquilo que o filme critica. No momento em que ela aparece no contexto do filme, as meninas são vaiadas por mães que se horrorizam com a performance sexualizada delas num concurso de danças. Isto serve de despertar para a protagonista, uma pré-adolescente que até então confundia sexualização com rebelião diante da cultura de submissão feminina de sua família religiosa. Segundo a cineasta Maïmouna Doucouré, a história é baseada um pouco em sua própria infância, como uma mulher negra de família senegalesa que cresceu na França, mas também na constatação de que crianças estão dançando “como costumamos ver em videoclipes” e imitando o comportamento adulto. Um dos vídeos mais vistos atualmente na internet é “WAP”, de Cardi B e Megan Thee Stallion, com coreografias similares às reproduzidas pelas meninas no filme. “Nossas meninas notam que, quanto mais uma mulher é excessivamente sexualizada nas redes sociais, mais ela tem sucesso. As crianças apenas imitam o que veem, tentando alcançar o mesmo resultado sem entender o significado”, disse Doucouré em um vídeo disponibilizado pela Netlix. “É perigoso”, ela acrescentou, dizendo que o filme era sua tentativa de chamar atenção para o problema.
CEO da Netflix vira presidente do Museu da Academia de Cinema dos EUA
O executivo Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, foi eleito presidente do conselho de curadores do Museu da Academia de Cinema dos EUA. Ainda em fase de construção, o museu deve ser aberto em abril de 2021 em Los Angeles, pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, tornando-se a primeira instituição do tipo nos EUA. “Ao crescer como amante do cinema, sempre desejei ter um lugar como o Museu da Academia – um lugar onde pudesse me perder na magia do cinema”, disse Sarandos em comunicado. “Me sinto honrado e inspirado em servir como presidente, ao lado do magnífico conselho de curadores e da equipe do museu, enquanto trabalhamos para nossa inauguração em abril de 2021”. A ironia não pode ser perdida de vista. O principal executivo da empresa que um dia foi vista como intrusa e sem lugar na Academia agora é presidente do maior empreendimento dessa mesma instituição. O conselho de curadores também contará com a produtora Miky Lee (de “Parasita”), eleita vice-presidente, e James Gianopulos, CEO da Paramount, eleito tesoureiro.
Diretora de Modern Family vai fazer a série da Mulher-Hulk
A Marvel definiu a diretora Kat Coiro para comandar a série da Mulher-Hulk, na plataforma Disney+ (Disney Plus). Ela é conhecida por trabalhar com comédias televisivas e já assinou episódios de “Modern Family”, “Disque Amiga Para Matar” (Dead To Me), “It’s Always Sunny in Philadelphia” e “The Mick”. Além disso, acaba de completar “Marry Me”, sua quarta comédia de cinema, que será lançada em fevereiro nos EUA. Kat Coiro vai se juntar a Jessica Gao, roteirista da animação “Rick and Morty” e da sitcom “Corporate”, que será a showrunner da produção. A série de Mulher-Hulk (She-Hulk, em inglês) vai acompanhar a advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner (o Hulk), que nos quadrinhos se transforma numa versão feminina do herói ao receber uma transfusão de sangue de seu parente mais famoso. Ela foi a última personagem importante da Marvel criada por Stan Lee, em 1980, e se tornou membro dos Vingadores como o primo. Mas diferente de Banner, Jennifer prefere ser a Mulher-Hulk em tempo integral, porque mantém sua inteligência durante a transformação. O ator Mark Ruffalo já revelou estar negociando aparecer como o Hulk na série.
Books of Blood: Terror baseado na obra de Clive Barker ganha primeiro teaser
A plataforma Hulu divulgou o pôster e o primeiro teaser do terror “Books of Blood”, um filme com formato de antologia que adapta a famosa coleção de contos de Clive Barker (o criador de “Hellraiser”), lançada no Brasil como “Livros de Sangue”. Para quem não conhece, os “Livros de Sangue” são uma coleção contendo seis volumes de contos, escritos nos anos 1980, quando Barker era chamado de “Stephen King britânico”. São tantas histórias que, antes de virar filme, o material chegou a ter cogitado para uma série. Escrito e dirigido por Brannon Braga (criador da série “Salem”), o longa adapta três histórias do escritor, “emaranhadas no tempo e no espaço”, segundo a sinopse. O elenco inclui Andy McQueen (“Fahrenheit 451”), Freda Foh Shen (“Ad Astra”), Nicholas Campbell (“Haven”), Anna Friel (“Marcella”), Britt Robertson (“Under the Dome”), Rafi Gavron (“Nasce uma Estrela”) e Yul Vazquez (“Midnight, Texas”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos EUA.
The Walking Dead: Temporada final ganha teaser com narração de Maggie
Uma semana após anunciar que “The Walking Dead” vai acabar em sua 11ª temporada, prevista para 2021, o canal americano AMC divulgou um teaser dos capítulos finais. A prévia relembra todos os acontecimentos da série desde seu começo, com narração da atriz Lauren Cohan, intérprete de Maggie. A personagem estava desaparecida desde o salto temporal da 9ª temporada, após a atriz trocar os zumbis pela série “Whiskey Cavalier”. Com o cancelamento daquela produção, ela terá papel importante na última temporada, mas já poderá ser vista a partir do próximo episódio, o final original do 10º ano, que foi adiado para outubro devido à pandemia de coronovírus. Vale lembrar que a AMC já tinha estendido a 10ª e atual temporada com mais seis episódios, que ainda serão produzidos para ir ao ar no começo de 2021. Assim, a 11ª temporada só vai começar a ser exibida daqui a um ano. Não só isso. Para permitir que toda a história dos quadrinhos seja contada, a temporada final será vitaminada com 24 episódios, em vez dos 16 tradicionais. Por conta disso, a exibição dos capítulos será dividida em duas partes e estendida por dois anos – ou seja, o final só vai acontecer mesmo em 2022. Isto significa que a série ainda transmitirá 30 capítulos até acabar. Na prática, é quase como se fossem duas temporadas e não apenas uma a mais. Deste modo, a atração deve concluir sua história no mesmo ponto dos quadrinhos de Robert Kirkman, em que é baseada. A publicação terminou no ano passado após a incorporação dos personagens numa nova e grande comunidade, cujo contato inicial está prestes a acontecer na TV. O fim de “The Walking Dead” não significa que os personagens desaparecerão. Os produtores já anunciaram um novo spin-off, que acompanhará Daryl (Norman Reedus) e Carol (Melissa McBride) a partir de 2023 (saiba mais). A produção será o terceiro spin-off da série original, após “Fear the Walking Dead” e o vindouro “The Walking Dead: World Beyond”, que estreia em outubro. Por sinal, qualquer dessas séries pode absorver outros personagens da principal. A própria “Fear the Walking Dead” já inclui dois egressos da série-mãe, Morgan (Lennie James) e Dwight (Austin Amelio). Além disso, o produtor Scott Gimple também está desenvolvendo uma série de antologia, “Tales of the Walking Dead”, que apresentaria episódios individuais ou arcos centrados em personagens determinados, com histórias completas e autônomas. Este projeto, porém, ainda não foi oficializado e aguarda aprovação do canal AMC para ser produzido.
Vídeo com cenas inéditas e depoimentos apresenta Walking Dead: World Beyond
O canal pago AMC divulgou um novo vídeo da série “Walking Dead: World Beyond”, com cenas inéditas e depoimentos do elenco e dos produtores apresentando a atração. Criada por Scott Gimple e Matt Negrette, produtores-roteiristas veteranos da “Walking Dead” original, a trama vai acompanhar um grupo de jovens que cresceu numa comunidade protegida e que resolve se aventurar pela primeira vez no mundo exterior, adentrando o apocalipse zumbi. Esta atração se diferencia das outras duas do universo “The Walking Dead” por ter duração limitada, com apenas duas temporadas confirmadas. O elenco destaca Alexa Mansour (“Amizade Desfeita 2: Dark Web”), Nicolas Cantu (visto em “The Good Place”), Hal Cumpston (que estrelou e escreveu o drama indie australiano “Bilched”), Annet Mahendru (a Nina de “The Americans”), Aliyah Royale (de “The Red Line”), o galã Nico Tortorella (da série “Younger”) e a veterana Julia Ormond (“Mad Men”, “Incorporated”). “Walking Dead: World Beyond” se encontrava totalmente gravada e em etapa de finalização digital quando a pandemia paralisou tudo. A série deveria estrear originalmente em abril nos EUA, mas a suspensão da pós-produção (efeitos, edição) adiou o lançamento, que agora vai chegar em 4 de outubro nos Estados Unidos e um dia depois no Brasil.
Jorge Furtado desenvolve série sobre o mundo das disputas de games para a Globoplay
O cineasta Jorge Furtado, criador da série “Amor e Sorte”, atual sucesso da rede Globo, já está trabalhando na supervisão de um novo projeto do gênero, agora para o Globoplay. A colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, revelou que Furtado vai produzir uma nova série dramática, desta vez ambientada no universo dos eSports (disputa profissional de games), que está sendo escrita por Tiago Rezende (“Necrópolis”). Não há maiores informações, além do fato de ser uma parceria com a produtora Casa de Cinema de Porto Alegre.
Cinemas do Rio não querem abrir sem pipoca
As redes de cinema do Rio pretendem se reunir com a prefeitura da cidade no início da noite desta segunda-feira (15/9) com a intenção de convencer a gestão de Marcello Crivella a liberar a pipoca e o refrigerante junto do ingresso para os filmes. De acordo com Patrícia Cotta, executiva de marketing da rede Kinoplex, as bombonières chegam a representar 50% das receitas de um cinema. “Sem bombonières, não vamos reabrir”, disse a executiva da Kinoplex ao jornal O Globo. Para os representantes das redes que protestam, sem a venda de guloseimas, o negócio se torna economicamente inviável. Por conta disso, o Sindicato das Empresas Exibidoras do Estado do Rio publicou uma nota confirmando que as salas não reabrirão nesta semana devido à restrição ao comércio de alimentos. A polêmica é reveladora, por demonstrar que os filmes não são mais o principal negócio dos donos do cinema – ao contrário do streaming – e por revelar que a exigência de uso de máscaras de proteção durante as sessões não será levada a sério. Afinal, como se pode lutar por venda de pipoca e Coca-Cola e defender que as pessoas fiquem de máscara para consumi-los? A polêmica se resume numa questão simples. Se há exigência do uso de máscaras, da entrada aos assentos dos cinemas, não deveria haver sequer debate sobre consumo de alimentos ou bebidas dentro das salas. Mas não é o que diz Gilberto Leal, presidente do Sindicato dos Exibidores do Rio, que prefere comparar os cinemas às “praças de alimentação dos shoppings” e “bares e restaurantes”, que “estão recebendo frequentadores normalmente…”. Nesta defesa da pipoca, Leal não menciona nenhuma vez o uso obrigatório de máscara nos cinemas. Em vez de comemorar a reabertura após seis meses de paralisação do setor, graças ao avanço da conscientização sobre atitudes de higiene e prevenção contra a pandemia de coronavírus, as empresas exibidoras assumem preferir ficar mais tempo fechadas, porque teria faltado liberar a pipoca. Mas vale lembrar que a pandemia não acabou. Só no estado do Rio de Janeiro, 177 pessoas morreram de covid-19 nas últimas 24 horas. O número de mortes em 24 horas é o maior desde o dia 19 de agosto. Fica a dúvida, portanto, se as pessoas que se arriscarem em ir aos cinemas poderão se sentir seguras ao se fechar num espaço limitado com dezenas de desconhecidos sem máscaras para que os exibidores possam vender mais Coca, Pepsi ou Guaraná tamanho família.












