Justiça condena maternidade por privilegiar Gagliasso e Ewbank
A maternidade onde Giovanna Ewbank deu à luz Zyan, seu filho com Bruno Gagliasso, foi condenada pela Justiça do Rio de Janeiro por danos morais. O motivo foi o tratamento privilegiado dado ao casal de atores. A maternidade abriu uma exceção para que eles levassem uma fotógrafa para registrar o parto, diferentemente de outras famílias que deram entrada na unidade no mesmo período. O nascimento do bebê se deu no início de julho, já durante a pandemia. Por protocolos de segurança em vigor na ocasião, outros casais não foram autorizados a ter acompanhantes, entre eles profissionais de fotografia, devido ao coronavírus. Apesar disso, Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso usaram as redes sociais, dois dias depois do nascimento do bebê, para mostrar fotos feitas na sala de parto. Outras mães logo se pronunciaram na internet cobrando isonomia da maternidade Perinatal. Mas não ficou nisso. Um casal abriu processo contra a maternidade no 6º Juizado Especial Cível, na Gávea, Zona Sul do Rio, e a sentença foi publicada na sexta passada (9/10) no site do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Em sua decisão, a juíza Livia Mitropoulos Esteves Dias salientou que a autorização ao casal de atores criou “tratamento diferenciado a um casal em idêntica situação de todos os outros”, exclusivamente em razão de fama, “mormente em se tratando de período pandêmico, em que a preocupação do hospital deveria ser de obedecer a diretrizes governamentais para não causar risco à saúde coletiva (bem comum) e não com o retorno comercial de postagem em mídia social”. A juíza ainda se referiu à postura politicamente correta do casal, afirmando que “não basta o discurso ético e solidário, é preciso agir eticamente e solidariamente”: “Vislumbram-se os sentimentos de frustração, revolta e diminuição sofridos pelos autores, que não puderam registrar profissionalmente o momento mais importante de suas vidas, mas viram tal permissão a outro casal, exclusivamente em razão de fama e do retorno midiático conferido à própria demandada”. Foi determinada uma indenização no valor de R$ 40 mil para o casal reclamante, decisão que foi homologada pela juíza de Direito Flavia Santos Capanema de Souza. Veja abaixo o post com as fotos da polêmica. Ver essa foto no Instagram Bem vindo meu amorzinho! Que a nossa jornada seja linda…pq EU TE AMO MUITO!!!❤️ Uma publicação compartilhada por Giovanna Ewbank (@gioewbank) em 10 de Jul, 2020 às 9:11 PDT
Comédia ruim de Robert De Niro supera Tenet nas bilheterias dos EUA
A comédia “Guerra com o Vovô”, estrelada por Robert De Niro (no papel do vovô), estava pronta desde 2018, mas acabou arquivada depois que seu produtor, um certo Harvey Weinstein, foi acusado por uma centena de mulheres de assédio, abuso e até estupro. Os responsáveis pelo filme compraram seus direitos de volta por US$ 2,5 milhões e esperaram o momento certo – uma pandemia de coronavírus – para arriscar seu lançamento, negociando sua distribuição com uma empresa independente. Em seu fim de semana de estreia, “Guerra com o Vovô” faturou US$ 3,6 milhões em 2.205 salas de cinema dos EUA e Canadá. Mas a crítica sugeriu que era melhor que tivesse ficado arquivado. O filme, que ainda conta com Uma Thurman e Christopher Walken em seu elenco, recebeu apenas 25% de aprovação no Rotten Tomatoes, sendo considerado um dos trabalhos mais vergonhosos da carreira de De Niro. Em tempos de pandemia, quando os maiores mercados de Nova York e Los Angeles seguem fechados, sua bilheteria bastou para encerrar o longo reinado de “Tenet” como filme mais visto da América do Norte. Para isso, precisou apenas se tornar o pior campeão de bilheteria norte-americano desde 1988. Em sua 6ª semana em cartaz, “Tenet” arrecadou apenas US$ 2,1 milhões no mercado interno, elevando sua receita para US$ 48,3 milhões. O thriller de ficção científica da Warner Bros. também somou cerca de US$ 9,8 milhões em mais 62 mercados no fim de semana, elevando seu total mundial para US$ 323,3 milhões. Parece muito, mas é muito pouco para uma produção orçada em mais de US$ 200 milhões. “Tenet” será, a seguir, lançado no Brasil. Com a reabertura dos cinemas no Rio e São Paulo, o filme dirigido por Christopher Nolan (“A Origem”) chegará na próxima quinta (15/10) ao circuito nacional, onde também deverá reinar por semanas, em salas semivazias, sem concorrência de outros grandes lançamentos programados. Até “Guerra com o Vovô” tem previsão de estreia somente para dezembro por aqui.
Gal Gadot será Cleópatra em filme da diretora de Mulher-Maravilha
A estrela e a diretora da “Mulher Maravilha” vão se juntar novamente em outro filme focado numa mulher poderosa: Cleopatra. Gal Gadot vai estrelar a nova cinebiografia da rainha do Egito, que terá direção de Patty Jenkins. A produção é da Paramount Pictures e se baseia num roteiro original de Laeta Kalogridis (roteirista de “Alita: Anjo de Combate” e criadora da série “Altered Carbon”). A Paramount venceu ofertas de vários interessados, da Apple à Netflix, e pretende dedicar um grande orçamento para as filmagens. Ou seja, este não é projeto que se arrasta há exatamente uma década na Sony, baseado no best-seller “Cleopatra: A Life”, de Stacy Schiff, que deveria ser estrelado por Angelina Jolie (“Malévola”) e, após negociações em 2017, dirigido por Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”). Envolvido na franquia “Duna”, que terá continuação e um spin-off em streaming, Villeneuve não estará disponível para filmagens imediatas, fazendo com que a produção da Sony desmorone e desapareça no deserto de ideias de Hollywood sob a maldição faraônica da procrastinação. Com o filme de Cleópatra, Gadot e Jenkins vão se juntar pela terceira vez. Além do primeiro “Mulher-Maravilha” de 2017, elas filmaram “Mulher-Maravilha 1984”, que por enquanto tem previsão de lançamento para dezembro deste ano. Mas este projeto ainda pode enfrentar turbulências. Em meio à pressão cada vez maior por inclusão racial, a escalação de uma nova Elizabeth Taylor (atriz branca) na pele de uma rainha africana tem potencial para ser muito questionada, ainda que esteja historicamente correta – Cleópatra pertencia à dinastia Ptolomeu, cujos membros eram gregos macedônicos. Só que há outro complicador específico na escalação de Gal Gadot. O fato dela ser israelense não deve ser menosprezado, pois Egito e Israel têm diferenças políticas e religiosas históricas. Imaginem a recepção do filme no Egito… Logicamente, o longa nem sequer poderá ser filmado no país, sob o risco de atrair protestos e ser considerado, desde antes da estreia, uma afronta.
Elenco de GLOW lança campanha para encerrar a série com filme
O elenco completo de “GLOW” se reuniu num evento virtual no sábado (10/11) para relembrar os melhores momentos da série. O encontro, que deveria ser festivo, acabou tendo clima de velório, porque a série foi cancelada pela Netflix na semana passada, após ter sido renovada para sua 4ª temporada. A plataforma justificou a decisão pelas dificuldades criadas para gravar cenas de lutas em meio à pandemia de coronavírus. Ao introduzir a reunião, a atriz Betty Gilpin ressaltou que ela foi programada antes do cancelamento ser anunciado. “A gente ainda achava que teríamos uma 4ª temporada, então parece que a gente convidou vocês para o nosso casamento e daí o noivo fez sexo com uma garçonete e agora só estamos bêbadas no salão de festa gritando ‘aproveitem os quiches porque acabou!'” Durante a conversa, o ator Marc Maron defendeu que a Netflix fizesse um filme para concluir a história de “GLOW” e dar um encerramento mais respeitoso à série. “Seria uma coisa muito divertida, e me parece algo que a Netflix poderia fazer. Seria simples e resolveria o problema. Mas quem sabe o que eles vão fazer? Eu acho uma ótima ideia e eu espero que as pessoas apoiem o suficiente para levantar o interesse dos executivos lá”. Com o cancelamento, a trama da atração ficará sem o final planejado por seus produtores. O fim da série passa a ser o último capítulo da 3ª temporada, exibido há mais de um ano, em agosto de 2019. Detalhe: esse final passa longe de ser definitivo, pois preparava a história para um novo recomeço. No fundo, porém, a decisão da plataforma apenas apressou o cancelamento, já que os planos previam encerrar a série no quarto ano da produção. Inspirado em fatos reais, a atração acompanhava as aventuras de um grupo de mulheres reunido pelo produtor Sam Sylvia (Marc Maron) para estrelar um pioneiro programa de TV de luta livre feminina nos anos 1980. No final do terceiro ano, a estrela das lutas, Debbie (Betty Gilpin), resolveu criar sua própria produtora e profissionalizar o negócio, causando um racha. O elenco também incluía Alison Brie (“Community”), Sunita Mani (“Mr. Robot”), Ellen Wong (“The Carrie Diaries”), Sydelle Noel (“De Repente um Bebê”), Britt Baron (“Criminal Minds: Beyond Borders”), Jackie Tohn (“CHiPS”), Chris Lowell (“Veronica Mars”) e a cantora irlandesa Kate Nash, entre outros. “GLOW” foi indicada a 15 Emmys e venceu três estatuetas da Academia da Televisão.
Johnny Depp vive fotojornalista famoso no trailer de Minamata
A Vertigo Releasing divulgou dois pôsteres e o trailer de “Minamata”, que traz Johnny Depp no papel do premiado fotojornalista W. Eugene Smith (1918 – 1978). O filme conta a notável história real por trás da foto em preto e branco mais poderosa e famosa de W. Eugene Smith, “Tomoko Uemura in Her Bath”, feita pelo fotógrafo americano na pequena vila costeira de Minamata, no Japão, numa viagem para documentar os horríveis efeitos de uma doença que, graças à sua cobertura, foi batizada com o nome do local em 1971. A doença de Minamata é um tipo de envenenamento por mercúrio, que foi causado pela negligência grosseira de uma fábrica química japonesa local. Durante décadas, a empresa despejou metais pesados na água, tornando o abastecimento tóxico. Como resultado, milhares de japoneses da região morreram ou tiveram sequelas. Deformidades e defeitos congênitos graves eram uma ocorrência comum. W. Eugene Smith foi quem denunciou a atrocidade ao mundo. Escrito e dirigido por Andrew Levitas (“A Última Canção”), o filme também inclui em seu elenco Bill Nighy (“A Livraria”), Hiroyuki Sanada (“Westworld”), Jun Kunimura (“O Diretor Nu”), Ryo Kase (“O Fim da Viagem, O Começo de Tudo”), Minami (“Vision”), Tadanobu Asano (“Midway – Batalha em Alto Mar”), Akiko Iwase (“Pássaro do Oriente”) e a cantora Katherine Jenkins (“Doctor Who”). O trailer inclui alguns elogios da mídia, mas a verdade é que “Minamata” foi exibido no Festival de Berlim, no começo do ano, sem entusiasmar a crítica. O lançamento vai acontecer no início de 2021.
Malin Akerman enfrenta Bella Thorne em trailer de “clube da luta feminino”
Malin Akerman não sabe a primeira regra do “Fight Club”, mas não lhe falta vontade de lutar no trailer de “Chick Fight”. Na trama, a atriz do filme “Watchmen” se cansa de ser derrotada pela vida e se junta a um clube de luta feminino. Mas o que começa como passatempo se torna sério quando uma lutadora feroz decide desafiá-la. Para não apanhar muito, ela resolve pedir ajuda a um treinador de boxe local, que atualmente luta com seu próprio alcoolismo. Parece uma história dramática, mas se trata de uma comédia com participação de Bella Thorne (a adversária) e Alec Baldwin (o treinador). Com direção do ator Paul Leyden (da sexagenária novela “As the World Turns”), “Chick Fight” estreia em 13 de novembro nos EUA. Veja abaixo o trailer e o pôster da produção.
Drama indie com Aubrey Plaza ganha primeiro trailer
A Momentum Pictures divulgou o trailer de “Black Bear”, drama indie exibido no Festival de Sundance e que tem 85% de aprovação no Rotten Tomatoes. Na trama, Aubrey Plaza (“Legion”) é uma atriz transformada em cineasta, que em meio a um bloqueio criativo decide se afastar de tudo em busca de inspiração. Para isso, hospeda-se na cabana afastada da cidade de um casal de amigos, que se vê no meio de uma crise com sua chegada. As fronteiras entre a ficção e realidade começam a se embaralhar quando a cineasta encontra inspiração para seu novo projeto justamente nesta situação, envolvendo o par num jogo complexo, que coloca à prova sua relação. Sarah Gadon (“Alias Grace”) e Christopher Abbot (“The Sinner”) interpretam o casal. Escrito e dirigido por Lawrence Michael Levine (“Wild Canaries”), o filme tem estreia prevista para 4 de dezembro em VOD nos Estados Unidos.
Conspiração prepara série sobre a bailarina Bethania Gomes
A produtora Conspiração Filmes está desenvolvendo “Pas de Deux”, uma série dramática sobre Bethania Gomes, a primeira bailarina brasileira do Harlem Dance Theatre e atual instrutora de dança da instituição nova-iorquina. A história gira em torno da relação e da vida de Gomes e sua mãe Maria Beatriz Nascimento, uma historiadora que foi precursora do movimento feminista negro do Brasil dos anos 1970 – e que foi morta por intervir numa briga doméstica de uma amiga. “Pas de Deux” vai tecer as vidas e respectivas lutas de mãe e filha em sociedades distintas, com 20 anos de diferença, mas submetidas ao mesmo racismo. Por conta desse tema, a série deve refletir os movimentos atuais por justiça racial, que foram retomados recentemente nos EUA e se alastraram por todo o mundo. “O Brasil ainda é muito racista, embora os negros representem cerca de 50% da nossa população”, disse Juliana Capelini, diretora da Conspiração, à revista americana Variety. Ela atua como produtora executiva da série, junto com a diretora internacional da empresa, Ramona Bakker. Gomes cresceu no Brasil e dançou nos Estados Unidos, França, África do Sul e vários outros países. O plano é filmar a série nesses países. “Esperamos encontrar os parceiros certos em cada território”, disse Bakker. Ela também dançou com o ícone pop Prince e se apresentou para Nelson Mandela e Bill Clinton. “Pas de Deux” se encaixa nas ambições globais da Conspiração. “Estamos buscando projetos bilíngues ou trilingues de apelo internacional”, ressaltou Bakker para a Variety, acrescentando que a empresa está desenvolvendo atualmente oito projetos internacionais e já se programa para produzir outros 12. Entre os vários projetos da produtora estão “Anitta”, série documental em parceria com a Netflix sobre a cantora brasileira, apelidada de Rainha do Funk Carioca, e o thriller de ação “DOM”, uma história de pai e filho tendo como pano de fundo o comércio de cocaína no Rio de Janeiro, desenvolvida para a Amazon. A Conspiração também se destacou por ser a primeira produtora a abordar a pandemia de covid-19 em um drama médico, em dois episódios especiais de “Sob Pressão”, atualmente sendo exibidos na Globo.
Ewan McGregor diz que série de Obi-Wan Kenobi será gravada em março
Ewan McGregor confirmou que logo voltará a viver Obi-Wan Kenobi mais uma vez. Durante uma aparição via videoconferência no programa “The Graham Norton Show”, da BBC, na sexta(9/10) à noite, o ator revelou que a série do personagem de “Star Wars” vai começar a ser gravada em março de 2021. “É a história de Obi-Wan Kenobi. Não serei eu sozinho, mas certamente vai ter muito de mim”, disse McGregor sobre a série, antes de contar: “Começaremos a filmar em março do ano que vem.” Embora a série tenha sido anunciada em agosto de 2019 e devesse ser produzida neste ano, o projeto acabou adiado quando o roteirista Hossein Amini (“Drive”) saiu da produção em janeiro passado. Amini acabou substituído por Joby Harold (“Rei Arthur: A Lenda da Espada”) em abril, e só então os roteiros definitivos começaram a ser escritos. Deborah Chow, que dirigiu episódios de “The Mandalorian”, vai comandar as gravações dos primeiros capítulos da nova série. Obi-Wan Kenobi é uma figura central na saga de “Star Wars”. Ele foi introduzido no filme original de 1977 como um eremita do deserto, cansado da guerra, que logo se mostra um sábio, poderoso guerreiro e um mestre Jedi para o jovem Luke Skywalker, até ser morto por Darth Vader, seu ex-aluno. Alec Guinness interpretou o personagem no longa clássico, ganhando uma indicação ao Oscar. O personagem voltou ao universo “Star Wars” com papel ainda mais central nos prólogos dirigidos por George Lucas, que contaram a origem de Darth Vader e como ele traiu Kenobi e os Jedis. McGregor viveu o “jovem” Kenobi nos três filmes lançados entre 1999 e 2005. Durante a entrevista, McGregor também expressou seu apreço por Alec Guinness, que morreu em 2000. “A coisa divertida de fazer isso em primeiro lugar, quando eu era muito mais jovem, foi tentar imaginar Alec Guinness, como ele interpretaria essas cenas como um cara mais jovem”, disse disse o ator. “Isso me levou a assistir a alguns de seus trabalhos mais antigos, que eu nunca tinha visto antes. Filmes brilhantes, filmes maravilhosos em que ele participou na juventude, e eu me diverti muito estudando-o nesses filmes. ” A série do personagem será lançada pela plataforma Disney+ (Disney Plus), mas ainda não tem título oficial nem previsão de lançamento.
Legends of Tomorrow: Gravações são retomadas com máscaras de proteção
A produção da 6ª temporada de “Legends of Tomorrow” foi retomada. Uma postagem na conta oficial da série no Instagram revelou o início das gravações com várias fotos dos bastidores, que mostram o elenco usando máscaras de proteção entre as cenas. “As lendas estão de volta para salvar a linha do tempo!”, diz o texto da publicação. A 6ª temporada promoveu três atores recorrentes ao elenco fixo da atração: Adam Tsekhman (intérprete de Gary Green), Shayan Sobhian (Behrad Tarazi) e Olivia Swann (Astra Logue), que ocuparão os lugares de Brandon Routh (Ray Palmer), Maisie Richardson-Sellers (Charlie) e Courtney Ford (Nora Darhk) após as despedidas deste trio na temporada passada. A trama vai envolver alienígenas e girar em torno da abdução da líder da equipe, Sara Lance (Caity Lotz). A 6ª temporada de “Legends of Tomorrow” deve estrear entre a primavera (março-maio) e o verão norte-americano (junho-agosto) de 2021, na rede The CW. A série é exibida no Brasil pelo canal pago Warner. Ver essa foto no Instagram The Legends are back to save the timeline! #LegendsOfTomorrow Uma publicação compartilhada por DC's Legends of Tomorrow (@cw_legendsoftomorrow) em 9 de Out, 2020 às 5:00 PDT
Fear the Walking Dead: Prévia da 6ª temporada mostra Morgan vivo
O AMC Brasil encerrou o suspense em relação ao destino de Morgan um pouco mais cedo que o esperado. Uma cena antecipada da 6ª temporada de “Fear the Walking Dead”, disponibilizada no YouTube oficial do canal pago brasileiro, mostrou que o personagem do ator Lennie James sobreviveu ao atentado de Virginia (Colby Minifie) e ao cerco de mortos-vivos do final da temporada passada. Ainda que se movimentando com dificuldades devido aos ferimentos, ele já pensa no futuro, conforme demonstra seu olhar para um berço numa vitrine – Morgan está prestes a voltar a ser pai. Morgan também foi escolhido para estampar o pôster americano da temporada (veja abaixo). Além de continuar na trama, Lennie James ainda fará sua estreia como diretor num dos próximos episódios da série. A 6ª temporada estreia neste domingo (11/10) nos EUA e será exibida no Brasil com um dia de diferença, com novos episódios todas as noites de segunda-feira. Devido à pandemia de coronavírus, a série não completou a produção de todos os episódios, mas, de todo modo, suas temporadas costumam ser divida em duas partes. Assim, a exibição da primeira metade dos capítulos está garantida – ainda que não haja qualquer previsão para o lançamento da segunda metade.
Elenco de Evil cria trailer da 2ª temporada durante live da Comic Con de Nova York
O elenco da série “Evil” inovou na divulgação da atração para a Comic Con de Nova York. Durante o painel virtual da série neste sábado (10/10), os atores revelaram um trailer exclusivo da 2ª temporada, que ainda nem sequer começou a ser gravada. Para conseguir esse “milagre”, contaram com um roteiro dos criadores da atração, Robert e Michelle King (criadores também de “Good Wife” e seu spin-off “The Good Fight”), e registraram suas interpretações em gravações à distância, via videoconferência. Os envolvidos deixaram no ar se o vídeo é piadinha – com direito a trilha “tensa” criada pela boca de Aasif Mandvi – ou se os diálogos refletem situações que realmente devem constar dos próximos episódios. O fato é que as “cenas” tem relação com situações sugeridas pelo final da temporada inaugural. Disponibilizada no Brasil pela Globoplay, “Evil” foi uma das melhores séries lançadas no ano passado na TV aberta americana. A trama acompanha David Acosta, um funcionário da Igreja Católica encarregado de investigar casos de possessões, que pede ajuda a uma psicóloga forense para distinguir casos reais de surtos psicóticos. Mike Colter (o “Luke Cage”) vive o homem da Igreja e a atriz holandesa Katja Herbers (a Emily de “Westworld”) interpreta a psicóloga, chamada de Kristen Bouchard. O elenco também destaca Aasif Mandvi (“The Brink”) como outro integrante cético do grupo, especializado em tecnologia. Além deles, a produção traz Michael Emerson (“Person of Interest”) como um advogado que se revela um agente do Mal, Christine Lahti (“Hawaii Five-0”) como a mãe de Kristen, Kurt Fuller (“Supernatural”) como o psicólogo da protagonista, Patrick Brammall (“Glitch”) como seu marido alpinista e as meninas Brooklyn Shuck (“Rise”), Skylar Gray (“Married”), Maddy Crocco e Dalya Knapp (estreantes) como suas filhas. A participação de “Evil” na Comic Con de Nova York é uma boa notícia para os fãs, tendo em vista a quantidade de “desrenovações” em curso na TV americana, devido à pandemia de coronavírus. Por ainda não ter começado a gravar seus novos episódios, a série da rede CBS atende aos critérios dos cancelamentos súbitos que estão acontecendo. Veja a íntegra do painel do evento abaixo.
A Discovery of Witches: Trailer da 2ª temporada mostra personagens no século 16
O canal pago britânico Sky divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de “A Discovery of Witches”, série de bruxas estrelada por Teresa Palmer (“Quando as Luzes se Apagam”) e Matthew Goode (“Aliados”). A prévia mostra os personagens no passado, refletindo a trama do segundo livro da “Trilogia das Almas” (“All Souls” no original). Nas páginas de “Sombra da Noite”, os protagonistas vão parar no final do século 16, quando o personagem vampiro de Goode já existia, como um nobre influente da corte da Rainha Elizabeth I, e devem encontrar uma poderosa professora de bruxas para ajudar a protagonista a controlar sua magia, visando achar o Livro da Vida. “A Discovery of Witches” tem o nome do primeiro livro da trilogia, lançado no Brasil como “A Descoberta das Bruxas”, e se tornou a maior audiência do Sky em 2018. A continuação será exibida quase três anos depois da transmissão do último capítulo, mas a 3ª temporada, que completa a história, não deve demorar tanto, pois teve sua aprovação e produção antecipadas. Considerada uma mistura de “Crepúsculo” com “Harry Potter”, a trama gira em torno de uma jovem professora da Universidade de Oxford que é descendente das bruxas de Salem. Quando desvenda acidentalmente um manuscrito encantado, ela é obrigada a abraçar a magia em seu sangue e descobre um mundo secreto, com direito a um romance proibido com um vampiro encantador chamado Matthew Clairmont, de 1,5 mil anos de idade. Assim como nos livros de Stephenie Meyer, o romance entre os dois desperta a ira dos que governam a aliança do mundo sobrenatural. Entre os demais intérpretes da atração também se destacam Owen Teale (série “Game of Thrones”), Julian Kostov (“Leatherface”), Alex Kingston (série “Doctor Who”), Valarie Pettiford (série “Valor”), Lindsay Duncan (“Alice Através do Espelho”), Gregg Chillin (série “Da Vinci’s Demon”), Louise Brealey (série “Sherlock”), Aiysha Hart (série “Atlântida”), Edward Bluemel (“O Passageiro”) e a sueca Malin Buska (“A Jovem Rainha”). A adaptação foi escrita por Kate Brooke (roteirista da série “Mr. Selfridge”), Sarah Dollard (“Doctor Who”) e Tom Farrelly (“Raw”) e a direção da 2ª temporada ficou a cargo de Sarah Dollard e Susie Conklin (“The Musketeers”). A estreia está marcada para janeiro de 2021 no Reino Unido. No Brasil, a série é disponibilizada pela Globoplay.












