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  • Etc,  Filme

    Carol Arthur (1935 – 2020)

    2 de novembro de 2020 /

    A atriz Carol Arthur, viúva de Dom DeLuise e conhecida por aparecer nas comédias de Mel Brooks, morreu no domingo (1/11) aos 85 anos, na Mary Pickford House, lar de artistas aposentados mantido pelo Motion Picture & Television Fund em Woodland Hills, em Los Angeles. Arthur iniciou sua carreira em 1968 com participações no “The Dom DeLuise Show”, programa de variedades de DeLuise, com quem tinha se casado em 1965. Ela acabou se projetando e, após outros trabalhos, entrou na trupe de Brooks em 1974. Em “Banzé no Oeste”, ela chamou atenção por expressar “extremo desagrado” em relação ao xerife vivido por Cleavon Little em uma carta com palavras fortes. O filme também se tornou a primeira produção cinematográfica em que ela atuou ao lado do marido. Depois de aparecer no sucesso “Uma Dupla Desajustada” (1975), de Herbert Ross, ela retomou a parceria com Brooks – e DeLuise – , vivendo uma mulher grávida em “A Última Loucura de Mel Brooks” (1976), no qual o diretor tentava produzir o primeiro filme mudo em décadas. Ela também estrelou “O Maior Amante do Mundo” (1977), de Gene Wilder, astro dos filmes de Brooks, e “Os Três Super-Tiras” (1979), dirigido por DeLuise, ao lado de seus filhos David DeLuise, Michael DeLuise e Peter DeLuise. O casal ainda voltou a se reunir com o diretor mais duas vezes, em “A Louca! Louca História de Robin Hood” (1993) e “Drácula, Morto mas Feliz” (1995). Seu último trabalho como atriz foi num episódio da série “Sétimo Céu” em 2004. Mas, cinco anos depois, ela voltou a ficar diante das câmeras para homenagear o marido, morto em 2009, gravando depoimentos para o documentário “According to Dom”.

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  • Filme

    Harrison Ford pede “demissão” de Trump na véspera da eleição nos EUA

    2 de novembro de 2020 /

    The Lincoln Project, um comitê político formado por integrantes do Partido Republicano, resolveu fazer campanha contra o candidato do próprio partido às eleições presidenciais que acontecem nesta terça (3/11) nos EUA. A organização contratou Harrison Ford para narrar um anúncio em que denunciam os planos de Donald Trump para demitir o Dr. Anthony Fauci, um dos maiores experts em doenças infecciosas do mundo, chefe do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas e responsável pela resposta científica dos EUA à pandemia de coronavírus. O anúncio mostra uma cena de um comício realizado por Trump no domingo (1/11), no qual os apoiadores começaram a gritar “Demita Fauci! Demita Fauci!” e o presidente responde: “Não contem a ninguém, mas deixe-me esperar um pouco depois da eleição”. Ford então diz: “Amanhã, você pode demitir apenas um deles. A escolha é sua.” O anúncio marcou uma rara incursão do intérprete de Han Solo e Indiana Jones na política eleitoral. Ford é politizado e tem sido ativo em várias causas, especialmente nas questões de mudança climática, mas não costuma se envolver em disputais partidárias. Recentemente, ele chegou a ser pressionado a se posicionar numa entrevista da revista Time, mas preferiu pedir aos eleitores que elegessem políticos que tivessem propostas para a crise climática. Veja o anúncio do Lincoln Project abaixo. The Lincoln Project and Harrison Ford are teaming up to let Americans know you can only keep one of them: Trump, or Fauci. pic.twitter.com/WmimV0inTC — The Lincoln Project (@ProjectLincoln) November 3, 2020

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  • Filme

    David Ayer torna públicas reclamações contra Warner por Esquadrão Suicida

    2 de novembro de 2020 /

    O diretor David Ayer acabou com o clima ameno com que tratava os cortes sofridos por “Esquadrão Suicida”, aparentemente enciumado pela autorização de uma versão de diretor de “Liga da Justiça”, que os fãs batizaram de “Snyder Cut” (em referência ao diretor original do filme, Zack Snyder). Desde que a HBO Max encomendou o “Snyder Cut”, Ayer vem fazendo campanha para também levar à plataforma sua versão de “Esquadrão Suicida”. Mas diante da falta de entusiasmo com seu “Ayer Cut”, ele subiu o tom e distribuiu caneladas numa série de tuítes contra a Warner. Ayer denunciou no fim de semana que várias empresas de edição foram contratadas para dar uma aparência mais cômica e adolescente para o filme de 2016. Segundo o diretor, a resposta negativa a “Batman v Superman” e o sucesso de “Deadpool” deixaram a Warner entrar em pânico e “os principais elementos do meu corte foram arrancados antes que eu pudesse amadurecer a edição”. Por isso, ele afirma que os primeiros 40 minutos de seu “Esquadrão Suicida” foram “rasgados em pedaços”. O cineasta ainda revelou que o produtor Geoff Johns (criador da série “Stargirl”) escreveu várias páginas de roteiro que ele foi forçado a refilmar. O nome de Johns também está na lista negra do ator Ray Fisher (o Ciborgue) por interferências nos bastidores de “Liga da Justiça” durante as refilmagens comandadas por Joss Whedon. Ele chegou a responder a um fã em português sobre a má fama que adquiriu por causa do filme, que jura não ser seu. “Por isso é importante que os artistas controlem seu trabalho”. Lançado em 2016, “Esquadrão Suicida” fez US$ 746 milhões em bilheteria mundial, mas foi destruído pela crítica, com apenas 27% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O que Ayer dizia na época é que a produção tinha passado por “seis ou sete” montagens diferentes, mas com seu aval e que todo o material foi utilizado. Ele chegou a dizer que não existia uma edição alternativa do filme, garantindo que a montagem exibida era a sua versão e não teria sentido fazer uma nova “versão do diretor”. Tudo mudou após o “Snyder Cut”, com a declaração de que tinha sim uma versão radicalmente diferente, que estaria “quase completa, faltando alguns efeitos visuais”. Mas se ele imagina que a mudança de tom leve ao lançamento de “Ayer Cut”, o clima inamistoso deve tornar ainda menos provável que a Warner Bros. retome a produção. Em última análise, o desabafo é só mais um pesadelo de relações públicas para o DC Extended Universe. E para virar a página, a Warner não deve parar de conferir no calendário a data de estreia do novo filme dos personagens, “O Esquadrão Suicida”, de James Gunn, com lançamento previsto para agosto de 2021. The first 40 minutes https://t.co/eCGmK0KCFl — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 It was ripped to pieces – I can’t emphasize that enough https://t.co/O40q3Qozy7 — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 For sure that became a factor – but the reason was BVS got chewed up by the critics, and the success of Deadpool – the studio leadership at the time panicked. Then major elements of my cut were ripped out before I could mature the edit. Then Johns wrote pages I had to reshoot 😔 https://t.co/MNmiXoH1Cc — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020 Por isso é importante que os artistas controlem seu trabalho https://t.co/ENJjdvhez0 — David Ayer (@DavidAyerMovies) October 31, 2020

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  • Filme

    Isabelle Fuhrman voltará a viver A Órfã no cinema

    2 de novembro de 2020 /

    A atriz Isabelle Fuhrman vai voltar a viver Esther, a personagem título do terror “A Orfã” (2009) num novo filme. O detalhe é que, apesar de se passar mais de uma década depois do longa original, a nova produção será um prólogo. Intitulado, em inglês, “Orphan: First Kill”, a produção já começou a ser filmada em Winnipeg, nos EUA, com direção de William Brent Bell (“Boneco do Mal”). Para ajudar Fuhrman a trazer seu personagem de volta à vida, a equipe de produção vai utilizar uma combinação de filmagem em perspectiva forçada (isto é, mostrar as cenas sob seu olhar) e uma equipe de maquiagem especialista em rejuvenescer atores. Para quem não lembra, o primeiro filme girava em torno de um casal que, após perderem seu bebê, adotam uma menina de 9 anos que não é tão inocente quanto afirma ser. O prólogo, por sua vez, vai mostrar como Leena Klammer escapa de um centro psiquiátrico da Estônia e viaja para a América personificando a filha desaparecida de uma família rica. Mas a nova vida de Leena como “Esther” tem uma reviravolta inesperada que a coloca contra uma mãe que protegerá sua família a qualquer custo. O elenco também contará com Julia Stiles (“Jason Bourne”) no papel da antagonista da “Órfã”.

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  • Filme

    Tom Hardy vai estrelar filme da guerra do diretor de Ghost in the Shell

    2 de novembro de 2020 /

    O astro Tom Hardy (“Mad Max: Estrada da Fúria”) vai liderar um elenco grandioso num novo filme sobre a Guerra do Vietnã com direção de Rupert Sanders (“A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell”). Intitulado “The Things They Carried”, o filme também tem produção de Hardy e contará com as participações dos atores Tye Sheridan (“X-Men: Fênix Negra”), Stephan James (“Se a Rua Beale Falasse”), Bill Skarsgard (“It – A Coisa”), Pete Davidson (“O rei de Staten Island”), Ashton Sanders (“Moonlight”), Martin Sensmeier (“Sete Homens e um Destino”), Moises Arias (“A Cinco Passos de Você”) e Angus Cloud (“Euphoria”), entre outros ainda não anunciados. A trama vai adaptar o livro homônimo de Tim O’Brien, um veterano do Vietnã que reuniu na obra várias histórias sobre um pelotão de jovens soldados e suas experiências na linha de frente da guerra. O livro ganhou o National Book Critics Circle Award em 1990, foi nomeado o Livro do Século do New York Times e um de seus contos já rendeu um filme anteriormente, “A Queridinha do Soldado”, estrelado por Kiefer Sutherland em 1998. A adaptação está a cargo do escritor Scott B. Smith (“Um Plano Simples”), que também está desenvolvendo uma nova série sci-fi para a Amazon em parceria com o casal Jonathan Nolan e Lisa Joy (criadores de “Westworld”), chamada “The Peripheral”. “’The Things They Carried’, de Tim O’Brien é sua obra-prima seminal – uma experiência literária crua, inabalável e emocionalmente verdadeira filtrada por um caleidoscópio de memória – e é impossível não ser profundamente comovido por ela”, disseram Hardy e seu parceiro produtor Dean Baker, num comunicado em conjunto. “Estamos todos profundamente apaixonados e honrados por ter a sorte de trabalhar ao lado de Tim para trazer seu clássico vital para as telas – e junto com nosso elenco incrível, Rupert (Sanders), Scott (B. Smith) e David (Zander, produtor de ‘Spring Breakers’) – estamos ansiosos para criar o que sentimos que será um filme importante. ” Sanders também se manifestou sobre o projeto, chamando “The Things They Carried” de “uma obra lindamente elaborada e um dos livros mais visceralmente evocativos que já li”. “Para mim, ele transcende o tema dos jovens em guerra e explora a paisagem de profundas emoções humanas que residem dentro de todos nós. Vivemos em tempos turbulentos, e os temas de amor, medo e mortalidade que Tim explorou 30 anos atrás ainda ressoam hoje, talvez com ainda mais força”, continuou o diretor. “E também estou muito entusiasmado com o elenco que montamos – não vimos tantas estrelas jovens de diferentes origens compartilhando a tela desde os dias de ‘Platoon” (1986) ou ‘The Outsiders’ (1983).” As filmagens estão planejadas para o início de 2021 na Tailândia.

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  • Série

    Christopher Walken vai estrelar primeira série da carreira

    2 de novembro de 2020 /

    O ator Christopher Walken vai estrelar a primeira série de sua carreira, aos 77 anos de idade. Vencedor do Oscar em 1979 por seu papel no clássico “O Franco Atirador”, Walken entrou no elenco de “Severance”, comédia da Apple TV+. Escrita pelo estreante Dan Erickson e dirigida por Ben Stiller (“Zoolander”), a série se passa dentro das Indústrias Lumen, uma empresa que pretende levar a vida pessoal e profissional de seus funcionários a um novo nível. O personagem de Walken é Burt, o chefe de óptica e design da empresa. O elenco também destaca Adam Scott (“Parks and Recreation”), Patricia Arquette (“CSI: Cyber”) e John Turturro (“Transformers”) nos papéis principais, além de Britt Lower (“Man Seeking Woman”), Tramell Tillman (“Godfather of Harlem”), Jen Tullock (“Quando Você Menos Espera”) e Zach Cherry (“Crashing”). A produção vai começar a ser gravada no fim do mês.

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  • Série

    Bridgerton: Série de época da criadora de Grey’s Anatomy ganha primeiro trailer

    2 de novembro de 2020 /

    A Netflix divulgou uma coleção de pôsteres e o primeiro trailer de “Bridgerton”, que também é a primeira série da produtora Shonda Rhimes desde que assinou um contrato milionário de exclusividade com a plataforma de streaming há três anos. A prévia, porém, não é exatamente o esperado, apresentando a produção como uma “Gossip Girl” pré-vitoriana, ao narrar a história por meio de um folhetim de fofocas anônimas da época de “Orgulho e Preconceito”, o clássico literário de Jane Austen. Na verdade, o drama romântico de época, ambientado no período regencial britânico, é baseado na coleção literária da escritora Julia Quinn. Cada exemplar da obra original conta a história de amor de um dos oito irmãos da família Bridgerton e a série vai seguir esse padrão ao se concentrar, em sua 1ª temporada, na filha mais velha, Daphne (Phoebe Dynevor, da série “Younger”). Ela espera encontrar um amor verdadeiro para poder se casar o quanto antes. No entanto, diversas calúnias atrapalham seus planos, fazendo com que todos os pretendentes em potencial desapareçam. O vídeo também reforça que a nova produção segue a tendência de neutralidade racial de “Still Star-Crossed”, maior fracasso de Shonda Rhimes. Ou seja, não faltam aristocratas negros na trama, que são encarados com naturalidade anacrônica. Esta mentira histórica reflete um falso retrato de época, como se racismo e intolerância não existissem na aristocracia britânica do início do século 19 – época em que a escravidão ainda alimentava grandes fortunas, é bom lembrar… Descrito como um aristocrata de olhos azuis nos livros de Julia Quinn, o protagonista masculino, Simon Basset, Duque de Hastings, é interpretado por Regé-Jean Page. O ator já trabalhou numa produção da Shondaland, “For the People”, e é negro como a produtora. As produções de Shonda Rhimes geralmente destacam protagonistas negros, como Kerry Washington em “Scandal” e Viola Davis em “How to Get Away with Murder”, mas se essa propensão progressista funciona muito bem em tramas contemporâneas, levaram ao desastre em “Still Star-Crossed”, uma versão de “Romeu e Julieta” com intérpretes negros e trama descolorida. Desta vez, a responsabilidade pelo projeto está a cargo da roteirista Chris Van Dusen, que trabalhou para Rhimes em “Grey’s Anatomy” e “Scandal”. O elenco numeroso da produção também inclui Ben Miller (“Johnny English”), Polly Walker (“Pennyworth”), Adjoa Andoh (“Invictus”), Golda Rosheuvel (“Lady Macbeth”), Luke Newton (“The Lodge”), Jonathan Bailey (“Jack Ryan”), Claudia Jessie (“Vanity Fair”), Ruby Barker (“Wolfblood”), Harriet Cains (“Marcella”), Nicola Coughlan (“Derry Girls”), Jessica Madsen (“Rambo: Até o Fim”), Ruth Gemmell (“Utopia”), Joanna Bobin (“Alice Através do Espelho”), Bessie Carter (“Howards End”), Florence Hunt (“Cursed”), Ruby Stokes (“Una”), Luke Thompson (“Dunkirk”) e a veterana Julie Andrews (“Mary Poppins”). A estreia de “Bridgerton” está marcada para 25 de dezembro.

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  • Filme

    Xuxa muda de opinião sobre Amor, Estranho Amor: “Quem não viu o filme, veja”

    2 de novembro de 2020 /

    Após 30 anos impedindo sua exibição, Xuxa disse no “Fantástico” de domingo (1/11) que as pessoas deveriam ver o filme “Amor, Estranho Amor”, do qual participou em 1982, aos 18 anos de idade. O longa ganhou a fama de pornográfico (apesar de classificado para maiores de 14 anos) por trazer Xuxa seduzindo um menino de 12 anos. Dirigido por Walter Hugo Khouri (1929-2003) em 1982, o drama com toques de erotismo – como praticamente toda a produção do cinema nacional da época – trazia a futura Rainha dos Baixinhos – então modelo, aspirante a atriz e namorada do jogador Pelé – como uma garota de programa, que também seria menor de idade. Além de cenas de nudez, Xuxa simulava sexo com o garoto. Xuxa se arrependeu do papel após passar a apresentar programas infantis, primeiro na TV Manchete e depois na Globo, e deu início a uma disputa legal com os produtores para impedir que o filme voltasse aos cinemas. Sua última vitória para impedir o relançamento foi em 2013, mas, segundo sua assessoria, ela desistiu do bloqueio em 2018 e o lançamento está liberado. “Quem não viu o filme, por favor, veja”, recomendou Xuxa, agora com 57 anos, em entrevista à repórter Renata Ceribelli. “Porque esse filme fala de uma coisa muito atual, que é a exploração infantil, isso é a realidade de muita gente. Não é minha realidade, mas é a realidade de muita gente. Então, antes das pessoas me criticarem, as pessoas deveriam saber que isso existe, diariamente, nesse país e no mundo todo, mas, principalmente, nesse país. Muitos meninos e meninas são vendidas, vendidos e vendidas para políticos, para pessoas que se dizem que têm poder, então, isso é muito importante as pessoas falaram, sim, desse filme.” Ela também abordou a má fama conquistada pelo papel que desempenhou na produção. “Cada vez que eu falo sobre isso as pessoas levantam essa bandeira, dizendo: mas você transou com um garoto de 12 anos num filme. Então, vamos lá: eu não transei, aquilo é ficção, é ficção, senão, o Arnold Schwarzenegger deveria estar preso, porque matou um monte de gente nos filmes dele”, disse Xuxa. A mudança de opinião pode estar relacionada com a derrota judicial de Xuxa no processo em que tentou impedir que o Google indexasse o filme. Em maio de 2017, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro rejeitou por unanimidade um recurso da apresentadora, sob o argumento que isso poderia caracterizar censura prévia. Após a decisão, os advogados de Xuxa recorreram ao Supremo e o ministro Celso de Mello negou seguimento do recurso. Além disso, a vida de Xuxa vai virar filme em breve, e será impossível contar sua história sem lembrar de “Amor, Estranho Amor”. No “Fantástico”, a apresentadora também falou sobre diversidade, expressando sua vontade de que tivesse havido paquitas não-louras, e comentou abertamente sua sexualidade, após se dedicar a escrever um livro infantil LGBTQIA+: “Maya: Bebê Arco-Íris”, sobre um anjinho que escolhe vir à Terra como filha de um casal de lésbicas. Perguntada se já havia se apaixonado por uma mulher, Xuxa foi direta: “Não, mas se eu me apaixonasse, com certeza, todo mundo iria saber.” Sobre o lançamento infantil, Xuxa ainda disse: “A Maya veio pra mostrar que Deus é amor, que não tem preconceito, que não tem discriminação. Preconceito e discriminação vêm do homem, não de Deus. Dois homens podem se amar, um homem e uma mulher, duas mulheres, eu acho que a gente não tem que botar um rótulo nisso daí. Amor é amor, não importa o sexo.”

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  • Série

    Filhas de Eva: Série com Renata Sorrah, Giovanna Antonelli e Vanessa Giácomo estreia em 2021

    2 de novembro de 2020 /

    A Globoplay anunciou a previsão de lançamento de sua próxima série nacional em streaming: “Filhas de Eva” vai chegar à plataforma em 2021. Estrelada pelas atrizes Renata Sorrah (a eterna Nazaré de “Senhora do Destino”), Giovanna Antonelli (“S.O.S.: Mulheres ao Mar”) e Vanessa Giácomo (“Divã a 2”), a série “convida o público a pensar sobre mudanças na vida”, segundo a apresentação, mas sua sinopse sugere uma novela tradicional. Na trama, Stella (Renata Sorrah) decide pedir o divórcio ao marido, Ademar (Cacá Amaral, de “O Mecanismo”), durante a festa de bodas de ouro do casal. A decisão inesperada afeta a filha deles, Lívia (Giovanna Antonelli), mas também Cléo (Vanessa Giácomo), que até então não conhecia a família e está na festa apenas como responsável por levar o bolo. A partir daí, os caminhos das três acabam se cruzando. A partir desta premissa, “Filhas de Eva” pretende conta a trajetória dessas três mulheres que estão presas a padrões que não as fazem felizes. Stella repete o destino de sua geração, que abriu mão de sonhos pelo casamento e pela maternidade. Lívia tem sua carreira, mas sofre por não ter o controle da vida afetiva que idealizou. Já Cléo, com sua baixa autoestima, precisa garantir teto e sobrevivência antes de pensar em qualquer realização pessoal. Além das três, a história também acompanha Dora (Debora Ozório, de “Me Chama de Bruna”), neta de Stella e filha de Lívia, que se debate entre os modelos familiares e o feminismo das jovens de hoje. O roteiro é de Adriana Falcão (“O Inventor dos Sonhos”), Jô Abdu (“Linda de Morrer”), Martha Mendonça (“As Canalhas”) e Nelito Fernandes (“Tá no Ar”), a direção é assinada por Leonardo Nogueira (“Malhação”) e o elenco tem ainda Dan Stulbach (“O Vendedor de Sonhos”), Stênio Garcia (“O Beijo no Asfalto”), Erom Cordeiro (“A Divisão”), Marcos Veras (“O Shaolin do Sertão”), Analu Prestes (“TOCs de Dalila”) e Cecília Homem de Mello (“Sessão de Terapia”).

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  • TV

    Mais Você: Programa registra maior audiência em 20 anos com homenagem a Tom Veiga

    2 de novembro de 2020 /

    A exibição do “Mais Você” na manhã desta segunda-feira (2/11), com uma homenagem a Tom Veiga, o Louro José, morto no domingo após um acidente vascular cerebral, fez o programa registrar 16 pontos em São Paulo e 17 no Rio, sua maior audiência em 20 anos segundo dados prévios do Ibope. No PNT (nacional), a atração marcou 14 pontos, também seu maior índice desde 2000. As informações foram compartilhadas pela rede Globo. No programa, Ana Maria Braga falou da parceria de 24 anos com Tom, que começou quando eles ainda apresentavam o “Note e Anote”, na Record. “Fiquei pensando como ia chegar aqui para dar bom dia para vocês, e dói muito”, disse a apresentadora. “Assim como uma mãe perde um filho, um companheiro… porque um filho da gente é um companheiro, e ele era isso. Por mais que a direção da casa estivesse preocupada, eu não podia deixar de estar aqui hoje e deixar todos que amam o Louro sem essa ultima homenagem nessa manhã”. Muito emocionada, ela relembrou bons momentos ao lado do ator e exibiu depoimentos de pessoas próximas a ele, além de uma homenagem da equipe do “Mais Você”. O bom dia de hoje dói, mas é também cheio de afeto, boas lembranças e amor.Ana Maria Braga presta uma última homenagem nesta manhã no #MaisVocê ao Tom Veiga, nosso querido Louro José, companheiro de vida e de profissão ❤️ pic.twitter.com/VvAJTewQw5 — Mais Você (@MaisVoce) November 2, 2020

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  • Música

    Baby Shark supera Despacito como clipe mais visto em todos os tempos

    2 de novembro de 2020 /

    O clipe da música infantil insanamente repetitiva “Baby SharK” ultrapassou “Despacito” de Luis Fonsi e Daddy Yankee como o vídeo do YouTube mais visto de todos os tempos. A canção produzida em 2016 na Coreia do Sul segue a tradição da indústria musical do país para criar vídeos coloridos e hipnóticos, que tem rendido sucessos grudentos desde os recordes de visualização quebrados por “Gangnam Style”, do cantor Psy, em 2012. O novo recorde de “Baby Shark” veio com a versão em inglês da canção, um remix (“Baby Shark Dance”) realizado pela produtora Pinkfong, com sede em Seul, que registrou mais de 7 bilhões de reproduções no YouTube, número atingido na madrugada desta segunda-feira (2/11), destronando o reggaeton da dupla Luis Fonsi e Daddy Yankee como o líder de visualizações da plataforma. Em sua escalada para o recorde, a música chegou a entrar na parada de sucessos Hot 100 da Billboard, em janeiro de 2019, e também foi adotada como “hino” pela equipe americana de beisebol Washington Nationals, que venceu o campeonato nacional (World Series) do ano passado. Isto também levou a Casa Branca a reproduzir a melodia durante as celebrações. Mas a canção também foi utilizada de várias outras formas. Virou instrumento de tortura da cidade americana de West Palm Beach, na Flórida, quando sua repetição insistente no volume máximo serviu para desencorajar os sem-teto a permaneceram em uma área pública. E também funcionou como reforço educativo, ao ganhar nova letra (“Wash Your Hands”: lave suas mãos) para ensinar às crianças americanas a importância da higiene pessoal na luta contra a pandemia de covid-19. “Sem o amor e apoio dos fãs ao redor do mundo, o novo recorde de ‘Baby Shark’ teria sido impossível”, disse Min Seok Kim, CEO da SmartStudy, empresa controladora da Pinkfong, em um comunicado. “Estamos muito honrados com este recorde e continuaremos a nos concentrar em fornecer entretenimento de alta qualidade além das plataformas digitais.” Confira o vídeo recordista abaixo.

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    Carro de irmão de Marco Ricca, que desapareceu há seis anos, é encontrado com ossada

    2 de novembro de 2020 /

    Carro do irmão do ator Marco Ricca, que estava desaparecido há seis anos, foi encontrado totalmente destruído, com sinais de capotamento, na manhã desta segunda-feira (2/1) próximo à Rodovia Presidente Dutra, em Santa Isabel. Segundo informações da Polícia Militar, uma ossada foi encontrada dentro do veículo. O CRV preto com a placa EMO 9888, do Rio de Janeiro, tem as mesmas características do veículo que era dirigido por Giuliano Ricca no dia que em desapareceu, em outubro de 2014. Segundo informações da polícia, o veículo estava em um sítio e foi encontrado por funcionários que faziam uma obra. Os homens disseram que andavam pela propriedade acompanhados de um cachorro, que latiu ao encontrar o carro. Os funcionários do sítio acreditaram se tratar de um acidente e resolveram buscar por possíveis vítimas, mas ao encontrar uma ossada decidiram chamar a polícia. A identidade da vítima será confirmada apenas após exame de DNA. Dentro do carro havia documentos, mas a polícia ainda não divulgou detalhes. O caso será registrado pela Polícia Rodoviária Federal na Delegacia de Arujá. O irmão do ator Marco Ricca, o produtor cultural Giuliano Ricca, tinha 47 anos quando desapareceu no dia 19 de outubro de 2014. Segundo comunicado divulgado pela família na época, ele havia deixado São Paulo de carro e desapareceu a caminho do Rio de Janeiro. Marco e Giuliano eram sócios em uma produtora em São Paulo. Eles fizeram diversos projetos e peças culturais, como “Uma Vida no Teatro”, com os atores Francisco Cuoco e Ângelo Paes Leme, e “Adultérios”, com o ator Fábio Assunção. Veja abaixo foto do veículo encontrado, divulgada pela Polícia Militar.

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    Juiz confirma que Johnny Depp é “espancador de esposa”

    2 de novembro de 2020 /

    Johnny Depp perdeu seu processo por difamação contra o tabloide britânico The Sun, que o chamou de “espancador de esposa”. O veredito do caso, que mobilizou a imprensa mundial em julho passado, foi proferido por um juiz da Suprema Corte de Londres nesta segunda-feira (2/11). Em sua decisão, o juiz Andrew Nicol afirmou ter aceitado as alegações da ex-mulher do ator, a atriz Amber Heard, de que ele a havia agredido violentamente durante seu tempestuoso relacionamento de cinco anos. No julgamento, Heard testemunhou que chegou a temer por sua vida, e Depp acabou confessando ter lhe dado uma cabeçada. Isto aconteceu depois que a advogada do tabloide revelou o áudio de uma discussão em que Depp diz: “Eu te dei uma cabeçada na p*** da sua testa. Isso não quebra um nariz”. “Eu percebi que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados de acordo com o padrão civil”, disse Nicol. “O reclamante não obteve sucesso na ação por difamação.” Os advogados de Depp descreveram a decisão como “perversa e desconcertante” e disseram que seria ridículo o ator não apelar. Foi o próprio Depp quem colocou sua carreira em risco ao decidir processar o jornal inglês, com base na declaração de que ele tinha agredido Heard enquanto eram casados. Durante o julgamento, alguns dos momentos mais sombrios de seu casamento de curta duração foram trazidos à tona diante do tribunal – e do mundo. Ambos estiveram presentes em todos os dias do processo, já que Heard apresentou 14 denúncias de abusos contra Depp, que formaram a espinha dorsal da defesa da empresa News Group Newspapers para provar sua alegação. Várias fotos comprometedoras, de residências destruídas após a fúria do astro e do próprio ator mergulhado no torpor de drogas vieram à público durante o julgamento. Depp, por sua vez, tentou desmontar a acusação de agressão, incluindo o recurso a depoimentos de sua ex-namorada Winona Ryder e sua ex-mulher Vanessa Paradis. Após ouvir todas as testemunhas e depoimentos, Nicol decidiu que as alegações de agressão, publicadas pelo jornal, eram “substancialmente verdadeiras”. O que mais pesou em sua decisão foi o testemunho de Heard e as fotos que apresentou. Ela disse que Depp se transformava em um alter ego ciumento, “o monstro”, depois de consumir drogas e álcool, e neste estado ameaçou matá-la com frequência. Ela detalhou surtos de violência extrema em que o ator a teria estrangulado, esmurrado, estapeado, chutado, lhe dado uma cabeçada e lhe atirado objetos. Nicol disse que aceitou 12 dos 14 relatos da atriz como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto eles estavam na Austrália. A decisão abre caminho para o jornal The Sun processar o ator e favorece o caso de Amber Heard contra ele nos EUA. Depp também também está processando Heard por US$ 50 milhões no estado americano da Virgínia devido a uma coluna assinada pela atriz no jornal Washington Post, na qual ela escreveu sobre violência doméstica. A atriz, por sua vez, processou Depp de volta por US$ 100 milhões por campanha de difamação, ao judicializar seu casamento e trazer prejuízos a sua imagem e carreira. Depp e Heard se conheceram no set do filme “Diário de um Jornalista Bêbado” (2011) e começaram a morar juntos em 2012, antes de se casarem em Los Angeles em fevereiro de 2015. Eles se separaram em 2016 e Heard doou tudo o que recebeu no acordo do divórcio a instituições beneficentes. Mas a separação não encerrou o caso, porque Depp não aceita qualquer insinuação de que tenha sido violento, apesar da atriz ter aparecido com olho roxo e sofrer uma crise de choro, sem conseguir depor, durante o processo de divórcio. Os processos, porém, não ajudaram sua causa e agora o ator é oficialmente um “espancador de esposa”, assim declarado por um tribunal do Reino Unido. A Warner Bros., que produz as franquias “Aquaman”, estrelada por Heard, e “Animais Fantásticos”, estrelada por Depp, não quis se manifestar diante de pedidos da imprensa por declarações nesta segunda.

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