Zoë Kravitz vai estrear na direção em filme estrelado por Channing Tatum
A atriz Zoë Kravitz (“Divergente”) vai estrear como diretora à frente de um filme de suspense. Intitulado “Pussy Island”, o longa vai trazer Channing Tatum (“Magic Mike”) como um bilionário da tecnologia, que é dono de uma ilha particular. A trama acompanha uma jovem garçonete de Los Angeles que almeja ser notada pelo magnata da tecnologia e convidada para uma reunião íntima em sua ilha particular. Mas ao chegar lá, ela se depara com algo assustador. Kravitz também coescreveu o roteiro do filme em parceria com ET Feigenbaum, roteirista da série “Alta Fidelidade” (High Fidelity”), que ela estrelou. E também será uma das produtoras das filmagens. A filha de Lenny Kravitz e enteada de Jason Momoa vai estar em bastante evidência em 2022, quando poderá ser vista como a nova Mulher-Gato, ao lado de Robert Pattinson no filme “Batman”, com estreia marcada para 4 de março.
Netflix ensina como se fala o título da série “Lupin”
A Netflix divulgou um vídeo divertido que ensina como se pronuncia o título da série “Lupin”. A produção virou um fenômeno internacional, mas aparentemente pouca gente sabe dizer seu título correto, como demonstra a prévia, em que um americano não consegue fazer sua assistente virtual exibir os episódios por não acertar a pronúncia do nome francês Lupin. Criada por George Kay (roteirista de “Killing Eve”) em colaboração com François Uzan (“Family Business”), a série homenageia Arsène Lupin, famoso criminoso literário dos romances do escritor Maurice LeBlanc, conhecido há 100 anos como “ladrão de casaca” por sua elegância e estilo. Na trama, o ladrão vivido pelo astro Omar Sy (de “Intocáveis”) se inspira no personagem para realizar um grande assalto, utilizando o mesmo talento de Lupin em seus delitos. Cheia de reviravoltas, a atração tem direção de Louis Leterrier, o cineasta do thriller “Truque de Mestre” – filme que, inclusive, serve de parâmetro para o clima da série. “Lupin” estreou sua Parte 2 na semana passada e, após se tornar a série francesa mais assistida da Netflix, foi rapidamente renovada para mais uma temporada.
Trailer mostra conclusão das séries de Guillermo del Toro na Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Caçadores de Trolls: A Ascensão dos Titãs”, um filme animado que finaliza as histórias das séries criadas por Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) para a plataforma. Na trama do longa, os heróis das séries “Caçadores de Trolls”, “Os 3 Lá Embaixo” e “Magos” (trilogia conhecida como “Contos de Arcadia”) se unem para enfrentar uma nova ameaça: gigantescos monstros conhecidos como Titãs, que emergem das profundezas da Terra para destruir o planeta. Com produção de Del Toro, “A Ascensão dos Titãs” é dirigida pelo trio Johane Matte, Francisco Ruiz-Velasco e Andrew L. Schmidt, que comandaram episódios das séries da franquia. Já o roteiro junta Marc Guggenheim (cocriador do Arrowverso) e os irmãos Dan e Kevin Hageman (“Uma Aventura LEGO”). O elenco de vozes em inglês inclui Emile Hirsch (“Speed Racer”), Nick Offerman (“Parks and Recreation”), Steven Yeun (“Minari”), Diego Luna (“Rogue One”) e Alfred Molina (“Homem-Aranha 2”), entre outros. A estreia está marcada para 21 de julho. Veja abaixo o trailer nacional, com dublagem em português, e o original com as vozes das estrelas de Hollywood.
A Guerra do Amanhã: Chris Pratt enfrenta aliens no trailer final
A Amazon divulgou o último trailer da sci-fi “A Guerra do Amanhã” (The Tomorrow War), produção da Paramount estrelada por Chris Pratt (“Guardiões da Galáxia”). A prévia revela pela primeira vez em detalhes os alienígenas da trama. O filme tem direção de Chris McKay (“Lego Batman: O Filme”) e acompanha viajantes do tempo que chegam aos dias atuais para advertir a humanidade sobre uma guerra contra uma espécie alienígena mortal. Os viajantes do tempo querem recrutar soldados e civis do presente para serem transportados ao futuro e se alistarem na luta. Pratt interpreta um professor de ensino médio e pai de família que se dispõe a salvar o mundo para sua filha. Ele se junta a uma cientista brilhante (Yvonne Strahovski, de “The Handmaid’s Tale”) e seu pai distante (JK Simmons, de “Whiplash”) na missão. O elenco também inclui Betty Gilpin (“GLOW”), Sam Richardson (“Veep”), Edwin Hodge (“Bumblebee”), Mary Lynn Rajskub (“24 Horas”), Jasmine Mathews (“The Rookie”) e Seychelle Gabriel (“Falling Skies”). A estreia em streaming está marcada para 2 de julho. Veja abaixo duas versões do trailer: a disponibilizada no Brasil, que dublagem e legenda em português (igual a ver TV com closed caption ativado), e a internacional, com o idioma original em inglês, mais parecida com uma sessão de cinema, mas infelizmente sem legenda alguma.
Jennifer Lopez vai enfrentar inteligência artificial em sci-fi da Netflix
Uma semana após assinar contrato para desenvolvimento de projetos na Netflix, Jennifer Lopez anunciou seu primeiro filme da parceria: “Atlas”, uma ficção científica em que ela vai enfrentar uma ameaça computadorizada. Na trama de “Atlas”, uma inteligência artificial decide que a única forma de acabar com as guerras no mundo é extinguir a humanidade. Para conseguir vencer essa batalha, a personagem de Lopez terá que buscar aliança com algo que não confia: uma segunda inteligência artificial, supostamente com boas intenções. A história do computador que decide eliminar a humanidade passa longe de ser nova, sendo utilizada como premissa de vários filmes de ficção científica desde “Colossus 1980”, lançado em 1970, quando os supercomputadores foram introduzidos durante a Guerra Fria. O longa tem roteiro de Aron Eli Coleite (criador de “Locke & Key”) e será dirigido por Brad Peyton (“Rampage: Destruição Total”). “Atlas” será, na verdade, o terceiro filme consecutivo estrelado por Jennifer Lopez na Netflix. É que o acordo de produção foi fechado após ela ter se comprometido com dois longas para a plataforma: “The Mother”, que será dirigido por Niki Caro (“Mulan”), e “The Cipher”, baseado no romance homônimo de Isabel Ojeda Maldonado.
Disney revela sinopse da série derivada do filme “A Bela e a Fera”
A série derivada do filme “A Bela e a Fera” vinha sendo cogitada há mais de um ano, mas só foi oficializada nesta terça (15/6) com a divulgação de sua sinopse, que promete desvendar os passados não só dos protagonistas Gaston (Luke Evans) e LeFou (Josh Gad), mas também da feiticeira misteriosa que amaldiçoou a Fera na história original. Em comunicado, o chefe da Disney Television, Gary Marsh, revelou a premissa da produção. “Para quem já se perguntou como um bruto como Gaston e um pateta como LeFou podem ter se tornado amigos e parceiros, ou como aquela feiticeira mística chegou até o castelo para transformar o príncipe em fera, a série vai fornecer respostas… e sugerir várias perguntas novas”. Tanto o longa animado original quanto o remake live-action da Disney passam batido pela origem da feiticeira responsável por amaldiçoar o príncipe Adam. De fato, o mistério se estende até seu nome, já que às vezes ela é chamada de Agathe e outras de Circe, como a bruxa que transforma a tripulação de Ulisses em porcos na “Odisseia”. O projeto tem roteiros do próprio Josh Gad, intérprete de LeFou, em parceria com a dupla Edward Kitsis e Adam Horowitz, que tem boa experiência com adaptações de contos de fada da Disney, após conduzirem a série “Once Upon a Time” por sete temporadas. Na trama, LeFou será surpreendido por uma revelação do passado de Tilly (a novata Briana Middleton), sua irmã postiça. É quando os dois se juntarão a Gaston para uma jornada “cheia de romance, comédia e aventura”. Outros detalhes confirmados são que Liesl Tommy (diretora de “Respect”, cinebiografia de Aretha Franklin) vai dirigir o primeiro episódio e que Alan Menken (compositor das canções originais do desenho de 1991) vai cuidar da trilha sonora. Além disso, a série terá oito episódios e sua produção vai começar em 2022. Entretanto, ela segue sem título oficial e sem previsão de estreia na plataforma Disney+.
Code 8: Sci-fi de Robbie e Stephen Amell vai ganhar continuação na Netflix
A Netflix anunciou que a sci-fi indie “Code 8: Renegados”, estrelada e produzida pelos primos Robbie Amell (“A Babá”) e Stephen Amell (“Arrow”), vai ganhar continuação. A produção se provou um fenômeno, especialmente pela forma como foi feita. Tudo começou como um curta-metragem estrelado e bancado pelos primos em 2016, que eles usaram como “piloto” para lançar uma campanha de financiamento coletivo, visando produzir um longa-metragem. Conseguiram levantar quase US$ 2,5 milhões de mais de 27 mil investidores, e o resultado chegou em diversas plataformas de aluguel digital em dezembro de 2019, inclusive no Brasil, junto de críticas bastante elogiosas – 80% de aprovação no Rotten Tomatoes. Quatro meses depois de sua estreia digital, a Netflix incluiu o filme em seu catálogo, disponibilizando-o para seus assinantes em abril do ano passado. E o sucesso só aumentou. “Code 8” se tornou um dos títulos mais vistos da plataforma. Agora, a própria Netflix vai bancar a continuação, que permitirá aos Amell um orçamento maior e mais tranquilidade para realizar as filmagens. Robbie e Stephen Amell retomarão aos papéis na continuação, que também contará com o diretor Jeff Chan e o roteirista Chris Paré atrás das câmeras – os dois trabalharam juntos no curta original e também no terror “O Mistério de Grace” (2014). A trama de “Code 8” se passa num futuro em que cerca de 4% da população nasce com superpoderes. Mas em vez de virarem super-heróis, essas pessoas são discriminadas e acabam se juntando num submundo do crime. Muitos deles por falta de alternativas. A continuação vai introduzir uma jovem que descobre suas habilidades especiais após o assassinato do seu irmão por um grupo de policiais corruptos. Virando alvo dos criminosos fardados, ela vai precisar de ajuda de um ex-presidiário (Robbie) e seu parceiro de crime (Stephen) para escapar da perseguição das autoridades. A premissa também deveria virar série, mas os primes fecharam contrato com a plataforma Quibi, que faliu poucos meses após ser lançada no ano passado. O novo filme provavelmente é baseado na história que seria utilizada na série, uma vez que as produções da Quibi tinham episódios curtos (10 minutos ou menos), cuja duração completa era a mesma de um longa-metragem. Veja abaixo o trailer do longa original.
Diretor anuncia que “Pânico 5” está finalizado
O diretor Tyler Gillett acabou o trabalho de pós-produção e anunciou que “Pânico 5” está finalizado. “Filme finalizado. Prometo que valerá a espera!”, ele escreveu, ao lado de uma foto em que aparece na sala de edição (veja abaixo). Gillett comanda o longa ao lado do parceiro Matt Bertinelli-Olpin. A dupla também fez junta o elogiado terrir “Casamento Sangrento” (Ready or Not), disponível nas melhores locadoras digitais do Brasil. A trama vai voltar a reunir os três sobreviventes da franquia, iniciada em 1996 pelo mestre do terror Wes Craven. Neve Campbell, Courteney Cox e David Arquette retomam pela quinta vez seus papéis como Sidney Prescott, Gale Weathers e Dewey Riley. Além do trio que apareceu em todos os filmes, a produção contará ainda com Marley Shelton, que viveu uma policial em “Pânico 4”, e os novatos Melissa Barrera (“Vida”), Jenna Ortega (“Jane the Virgin”), Jack Quaid (“The Boys”), Dylan Minnette (“13 Reasons Why”), Kyle Gallner (“Sniper Americano”), Mikey Madison (“Better Things”), Mason Gooding (“Fora de Série”) e Jasmin Savoy Brown (“The Leftovers”). O roteiro foi escrito por Guy Busick (também de “Casamento Sangrento”) e pelo veterano James Vanderbilt (“O Espetacular Homem-Aranha”). Já o escritor original da franquia, Kevin Williamson (que criou “The Vampire Diaries”), participa pela primeira vez apenas como produtor. Este também é o primeiro longa de “Pânico” sem direção de Wes Craven, falecido em 2015, mas pode não ser o final da franquia, caso faça sucesso nas bilheterias. A estreia no Brasil está marcada para o próximo 13 de janeiro, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por tylergillett (@tylergillett)
Netflix revela documentário sobre crime de Elize Matsunaga
A Netflix anunciou a produção de uma série documental sobre um crime real que gerou muitas manchetes no Brasil. Junto do anúncio, já veio o primeiro teaser de “Elize Matsunaga: Era Uma Vez um Crime”, sobre a mulher que assassinou e esquartejou seu marido. A produção vai contar a história do crime que chocou o país, o assassinato e esquartejamento de Marcos Matsunaga, marido de Elize Matsunaga. A série revisitará o passado de Elize, de sua infância até o conturbado relacionamento com o empresário. Além disso, vai abordar detalhes da trama macabra, como a realização do esquartejamento em sua própria casa, a divisão das partes do corpo em um saco e depois numa mala, as tentativas de acobertamento do crime, passando pela confissão, prisão, julgamento em 2016 e também as saídas temporárias do encarceramento, que foram acompanhadas pela equipe de filmagem. A assassina também deu uma entrevista exclusiva para a produção, a primeira desde que foi presa. “Elize Matsunaga: Era Uma Vez um Crime” tem quatro episódios com roteiro de Diana Golts (“The Last Defense”) e direção de Eliza Capai (“Espero Tua (Re)volta”). A estreia está marcada para o dia 8 de julho.
Cruel Summer é renovada para 2ª temporada
O Freeform renovou a série “Cruel Summer” para a sua 2ª temporada. Uma das atrações adolescentes norte-americanas mais elogiadas de 2021, a série encerra seu primeiro ano de produção nesta terça (15/6) como uma das maiores audiências do canal pago americano, e já foi adquirida pela Amazon para lançamento internacional. Com 90% de aprovação computada no site Rotten Tomatoes, “Cruel Summer” vai chegar no Brasil em 6 de agosto pela Amazon Prime Video. A atração, que conta com a atriz Jessica Biel (“The Sinner”) entre seus produtores executivos, transcorre durante verões diferentes – de 1993 a 1995 – em uma pequena cidade do Texas e aborda o desaparecimento misterioso de uma adolescente bonita e popular, ao mesmo tempo em que a garota estranha do colégio se torna a mais popular. O detalhe é que essa recente popularidade dura só dois verões. Em 1995, ela vira a pessoa mais odiada de todo o país. Criada por Bert V. Royal (“Caminho da Recuperação”) e com produção do estúdio canadense eOne (Entertainment One), a série é estrelada por Olivia Holt (A Adaga de “Manto e Adaga”) como a garota popular e Chiara Aurelia (“Tell Me Your Secrets”) como a estranha. Cada episódio é contado a partir do ponto de vista de uma das duas garotas, e utiliza as mudanças de perspectivas para testar a formação de opinião dos espectadores, conforme mais informações são reveladas.
Megan Boone deixa “The Blacklist” no final da temporada
A série “The Blacklist” sofreu sua principal baixa no elenco desde seu lançamento. A atriz Megan Boone, co-protagonista da atração ao lado de James Spader, não voltará para a anunciada 9ª temporada. Segundo informações da imprensa americana, a saída da atriz já estava definida antes das negociações para a produção do nono ano, que estreia em novembro. Com isso, os roteiristas tiveram a oportunidade de dar à Elizabeth Keen, sua personagem, um desfecho na trama. Ela deixa a série no final da 8ª temporada, que vai ao ar em 23 de junho nos Estados Unidos. Com a sua saída, a série passa a ter apenas três atores que integravam seu elenco original: James Spader, Diego Klattenhoff e Harry Lennix. Graças aos altos índices de audiência nas suas primeiras temporadas, “The Blacklist” se tornou uma das séries mais estáveis da rede norte-americana NBC. Mas as inúmeras renovações fizeram sua trama se estender para além de qualquer lógica narrativa, levando à saídas traumáticas de vários personagens da história, muitas delas devido ao descontentamento de seus intérpretes com os rumos da trama. Na série, James Spader interpreta Raymond, um dos fugitivos mais procurados do mundo, que se entrega sem nenhuma explicação. Ele revela que fez uma lista com os piores criminosos do mundo – incluindo alguns que o FBI desconhece – e ajudará as autoridades a pegar todos, com a condição de que a recruta novata Elizabeth Keen se torne sua parceira de trabalho. Muitos apostavam que Elizabeth seria sua filha perdida, mas embora os produtores tenham brincado com a ideia, a solução para o mistério incluiu muitas reviravoltas e foi considerada decepcionante. Criada por Jon Bokenkamp, em associação com a Sony Television, “The Blacklist” é exibida no Brasil pelo canal pago AXN e disponibilizada em streaming pela Netflix.
“Manifest” é encerrada na 3ª temporada e fica sem final
A série “Manifest” foi cancelada ao final de sua 3ª temporada. A notícia foi revelada pelo criador da série Jeff Rake, que prometeu aos fãs procurar uma nova casa para a trama. “Meus queridos Manifesters, estou devastado com a decisão da NBC de nos cancelar. Sermos interrompidos no meio [de uma trama planejada para seis temporadas] é um soco no estômago, para dizer o mínimo. Espero que possamos encontrar um novo lar. Vocês, os fãs, merecem um fim digno para a sua história. Obrigado pelo amor mostrado a mim, ao elenco e à equipe. #SalveManifest”, tuitou ele durante a madrugada. O cancelamento aconteceu cinco dias após a exibição do último episódio, que encerrou a temporada com um grande cliffhanger (gancho), sem resolver nenhum dos mistérios da trama. Para piorar, o último ciclo somou ainda mais misticismo à história do grupo de passageiros que retorna num avião desaparecido, após vários anos, sem saber que o tempo passou e com estranhas premonições. A decisão também foi tomada em cima da hora para o salvamento da série. Neta terça (15/6), os contratos com o elenco se encerram e precisariam ser renovados para a produção da próxima temporada. O elenco era liderado por Josh Dallas (o Príncipe Encantado de “Once Upon a Time”), Melissa Roxburgh (série “Valor”), Parveen Kaur (série “Beyond”), Luna Blaise (série “Fresh Off the Boat”), J.R. Ramirez (série “Jessica Jones”), Athena Karkanis (série “Zoo”), Elizabeth Marvel (“Homeland”) e o menino Jack Messina (“Maravilhosa Sra. Maisel”), que estaria fora dos próximos episódios de qualquer forma. Uma possibilidade de resgate encontra-se no desempenho da série na Netflix, onde foi recém-lançada nos EUA, tornando-se a atração mais assistidas da plataforma nesta semana. No Brasil, “Manifest” faz parte do acervo do Globoplay e chegou a ter seu primeiro episódio exibido na rede Globo com grande audiência – 28 pontos no Ibope Kantar, tanto no Rio quanto em São Paulo, um dos melhores resultados do ano da faixa chamada de “Tela Quente”.
Lisa Banes (1955–2021)
A atriz Lisa Banes, conhecida por viver a mãe de Rosamund Pike e sogra de Ben Affleck em “Garota Exemplar”, faleceu na segunda (14/6), dez dias após ter sido atropelada em Nova York, nos Estados Unidos. A atriz de 65 anos estava indo encontrar sua mulher, Kathryn Kranhold, para juntas comparecerem a um jantar na casa de um amigo quando, no meio do caminho, foi atingida por uma scooter ao atravessar a rua na faixa de pedestres. O veículo não tinha placa. Lisa não resistiu aos ferimentos graves que sofreu no acidente e uma lesão cerebral traumática provocou a sua morte. Moradora de Los Angeles, ela estava em Nova York por compromissos profissionais, em ensaios da peça “The Niceties”, que seria apresentada de forma virtual. Além do papel em “Garota Exemplar”, ela se destacou em seu primeiro papel no cinema, como a mãe de Jodie Foster e Rob Lowe na cultuada comédia sombria “Um Hotel Muito Louco”, de 1985. Ela também participou de “Os Jovens Pistoleiros” (1988), “Cocktail” (1988), “O Mistério da Libélula” (2002) e do recente terror “A Cura” (2016). Na TV, teve papéis recorrentes em “China Beach”, “The Trials of Rosie O’Neill”, “Son of the Beach”, “A Sete Palmos” (Six Feet Under), “Royal Pains” e “Nashville”.












