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Música

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Música

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Filme

Minha Melhor Amiga é visto por 3 milhões em duas semanas e garante sequência

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Reality

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Etc

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18 de setembro de 2026
  • Série

    Ator de “Shameless” vai estrelar piloto de série baseada no filme “True Lies”

    11 de setembro de 2021 /

    O ator Steve Howey, intérprete de Kevin na série “Shameless”, será o novo Arnold Schwarzenegger na versão televisiva do filme “True Lies”. Ele interpretará o agente secreto Harry, vivido por Schwarzenegger no cinema, na adaptação da rede CBS. A série vai partir da mesma premissa vista na tela grande – e em suas várias reprises na TV. Uma dona de casa suburbana insatisfeita (no filme, Jamie Lee Curtis) fica chocada ao descobrir que seu marido, consultor de informática insípido e comum, é um espião internacional habilidoso. Ela é impelida a uma vida de perigo e aventura quando é recrutada para trabalhar ao lado dele para salvar o mundo, ao mesmo tempo em que eles tentam revitalizar seu casamento, há muito tempo sem paixão, e salvar os filhos. Vale lembrar que Eliza Dushku, que interpretou a filha do casal original, depois acusou o coordenador de dublês do longa de abusar sexualmente dela nos bastidores da produção. Na época, ela tinha 12 anos. Esta é a segunda tentativa de transformar “True Lies” numa série. A Fox chegou a encomendar um piloto em 2017, dirigido por McG (“Lethal Weapon”), mas o projeto não foi aprovado. A nova tentativa também precisará ter o piloto aprovado para virar a série. A responsabilidade de acertar é do produtor-roteirista Matt Nix, criador de “Burn Notice” e “The Gifted”, que desenvolveu a premissa com apoio de ninguém menos que James Cameron, diretor do filme de 1994. Cameron será produtor executivo da série, caso o piloto seja aprovado. Veja abaixo o trailer do longa original.

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  • Etc

    Marvel Comics demite desenhista brasileiro

    11 de setembro de 2021 /

    A Marvel Comics anunciou na sexta-feira (10/9) que Joe Bennett, desenhista brasileiro conhecido pelos quadrinhos de “O Imortal Hulk”, não trabalha mais na empresa. O artista foi demitido após 25 anos e o motivo do desligamento não foi divulgado. No entanto, a demissão aconteceu poucos dias após críticas de um colega de trabalho, Al Ewing, que declarou em suas redes sociais que não trabalharia mais com ele após um problema na edição nº 43 de “O Imortal Hulk”, onde a vitrine de uma joalheria foi desenhada com inclusão de uma estrela de Davi e um erro de grafia (jewery), cuja combinação foi considerada uma citação racista. “Esta não foi a primeira vez que tive ciência de um problema com o Joe. Eu tenho falado nos bastidores, mas isso não conforta as pessoas que são as vítimas dessa propaganda brutal”, disse Ewing sobre o quadrinho desenhado por Bennet. Bolsonarista, Bennett já tinha gerado controvérsias ao fazer uma ilustração do então deputado Jair Bolsonaro em 2017 como um herói que enfrentava figuras animalizadas de outros políticos brasileiros e ao celebrar o tapa dado por Augusto Nunes em Glenn Greenwald num dos maiores vexames do programa “Pânico”, da Jovem Pan. “Esse tapa foi meu também! Devia ter dado era um soco!!”, escreveu o quadrinista em sua rede social. Após os leitores da Marvel reclamarem, ele apagou o post e pediu desculpas a Greenwald. Artista de traços impactantes e viscerais, Bennett ainda não se manifestou sobre os comentários do roteirista Al Ewing ou sobre sua demissão. O trabalho de Bennett e Ewing em “O Imortal Hulk” foi indicado ao Eisney Award, o Oscar dos quadrinhos, em 2019.

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  • Filme

    Diretor celebra final das filmagens de “Missão: Impossível 7”

    11 de setembro de 2021 /

    Uma das filmagens mais longas da história de Hollywood chegou ao fim. O diretor Christopher McQuarrie agradeceu à equipe de “Missão: Impossível 7” pela verdadeira missão impossível que foi enfrentar quase dois anos de produção. Junto de uma foto em que aparece ao lado de Tom Cruise no cenário, ele refletiu sobre o trabalho árduo e elogiou os esforços que lhe permitiram finalizar a fotografia principal. “Tudo o que você precisa são boas pessoas. Para nosso elenco e equipe indomáveis, imparáveis: mesmo nas melhores circunstâncias, deveria ser impossível. Mesmo vendo tudo isso, não podemos acreditar no que vocês conquistaram. Nunca teremos palavras adequadas para expressar a nossa gratidão e admiração – não apenas para vocês, mas também para seus familiares. Vocês são os melhores do mundo”, o diretor exaltou. As filmagens de “Missão: Impossível 7” começaram há 18 meses, em fevereiro de 2020 em Veneza, e sofreram quatro interrupções – uma por acidente no set e as demais por contágio de coronavírus. Durante a produção, o astro Tom Cruise ainda foi roubado e, segundo afirmam tabloides ingleses, iniciou um namoro com a colega Hayley Atwell (a Agente Carter da Marvel). Ainda sem título oficial, “Missão: Impossível 7” tem previsão de lançamento para setembro de 2022, mas Tom Cruise não terá folga, porque a continuação do longa já está encomendada e deverá começar a ser rodada em seguida. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Christopher McQuarrie (@christophermcquarrie)

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  • Filme

    Disney anuncia fim de lançamentos simultâneos em streaming, mas impõe derrota aos cinemas

    11 de setembro de 2021 /

    A Disney anunciou o fim de sua experiência com lançamentos híbridos. Após o processo de Scarlett Johansson contra a estreia simultânea de “Viúva Negra” nos cinemas e no Premier Acess (um PVOD) da Disney+, e do sucesso de “Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis” nas bilheterias, os próximos filmes do estúdio serão lançados primeiro nos cinemas, antes de estarem disponíveis em streaming. Com isso, o filme de animação “Encanto” estreará nos cinemas no dia 24 de novembro e não aparecerá na plataforma Disney+ até 24 de dezembro. Todos os demais lançamentos previstos para 2021, como “O Último Duelo” de Ridley Scott, “Eternos” de Chloé Zhao e “Amor, Sublime Amor” de Steven Spielberg, terão ao menos 45 dias de exclusividade nas salas de cinema. O circuito exibidor dos EUA considerou a decisão uma vitória. Anteriormente, a Associação Nacional de Donos de Cinemas dos Estados Unidos (NATO, na sigla em inglês) chegou a divulgar um comunicado agressivo contra a Disney, apontando que “Viúva Negra” teve uma queda de 67% de arrecadação em sua segunda semana em cartaz por não ser um lançamento exclusivo dos cinemas. Argumentos deste comunicado foram utilizados no processo movido por Johansson contra o estúdio. Mas a verdade é que os donos de cinemas, que se dizem felizes agora, perderam a disputa. E perderam muito. O anúncio da Disney consolida a janela de 45 dias de exibição e se segue à iniciativas anteriores da Warner e da Paramount no mesmo sentido. Antes da pandemia, porém, a exclusividade dos cinemas durava o dobro do tempo: 90 dias. Há anos, Hollywood tentava diminuir o tempo de exclusividade dos filmes nos cinemas, mas os exibidores nunca permitiram, ameaçando boicotar quem ousasse lançar em vídeo qualquer filme antes dos 90 dias tradicionais. No começo da pandemia, quando a Universal tirou “Trolls 2” do circuito cinematográfico norte-americano e celebrou um dos maiores faturamentos de VOD de todos os tempos, as grandes redes peitaram o estúdio com ameaças contra suas futuras produções. O tom mudou muito desde então e agora as redes comemoram cortar pela metade sua janela anteriormente intocável. Trata-se de uma vitória de Hollywood, que em dois anos – e com a ajuda da pandemia – mudou de forma radical sua relação com os donos de cinema. O lançamento de várias plataformas ligadas aos estúdios tirou do circuito cinematográfico seu poder de barganha, consolidando uma alternativa mais viável que as salas de exibição para levar conteúdo ao público. A troca de paradigma fragilizou a posição dos cinemas, que agora comemoram perder “apenas” metade de seu antigo poder.

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  • Filme

    Festival de Veneza premia temáticas e cineastas femininas

    11 de setembro de 2021 /

    O drama francês “Happening”, da cineasta Audrey Diwan, venceu neste sábado (11/9) o Leão de Ouro no Festival de Veneza, numa premiação histórica, que pode ser vista como uma forte mensagem pelos direitos das mulheres, com muitos troféus distribuídos para cineastas e temas femininos. “Sinto-me ouvido esta noite!”, disse Diwan ao aceitar o prêmio. Adaptação do romance homônimo de Annie Ernaux, “Happening” (L’Événement, em francês) conta a história de uma brilhante estudante universitária francesa do início dos anos 1960 que vê sua emancipação ameaçada ao engravidar. Sem opções legais disponíveis, ela tenta encontrar uma maneira de abortar ilegalmente. Além de escolher este filme, o Júri de Veneza, presidido pelo diretor sul-coreano Bong Joon-ho (“Parasita”), também enalteceu um filme sobre maternidade, “Madres Paralelas”, de Pedro Almodóvar, dando à Penélope Cruz o troféu de Melhor Atriz. Numa premiação bastante focada em conquistas femininas, o troféu de Melhor Direção foi para outra cineasta, a neozelandesa Jane Campion por seu primeiro longa em 12 anos, o faroeste empoderador da Netflix “The Power of the Dog”. Para completar o festival das mulheres, a atriz Maggie Gyllenhaal levou o prêmio de Melhor Roteiro por sua estreia na direção, “The Lost Daughter”, adaptação de um romance da escritora italiana Elena Ferrante (pseudônimo de autor desconhecido). O filme masculino mais bem cotado foi o nostálgico “The Hand of God”, inspirado pela juventude do diretor italiano Pablo Sorrentino, que ganhou o Grande Prêmio do Júri (2º lugar) e rendeu ao protagonista Filippo Scotti o troféu de Melhor Jovem Ator. O filipino John Arcilla ficou com a Copa Volpi de Melhor Ator por “On The Job: The Missing 8”, e “Il Buco”, exploração cinematográfica do italiano Michelangelo Frammartino de uma das cavernas mais profundas do mundo, com o Prêmio Especial do Júri. Veja abaixo a premiação completa. Leão de Ouro (Melhor Filme) “Happening”, de Audrey Diwan Grande Prêmio de Júri (2ª Lugar) “The Hand of God”, de Paolo Sorrentino Leão de Prata (Melhor Direção) Jane Campion (“The Power of the Dog”) Copa Volpi Feminina (Melhor Atriz) Penélope Cruz (“Madres Paralelas”) Copa Volpi Masculina (Melhor Ator) John Arcilla (“On The Job: The Missing 8”) Osella de Ouro (Melhor Roteiro) Maggie Gyllenhaal (“The Lost Daughter”) Prêmio Especial do Júri (3ª Lugar) “Il Buco”, de Michelangelo Frammartino Prêmio Marcello Mastroianni (Melhor Ator Jovem) Filippo Scotti (“The Hand of God”) Leão do Futuro (Melhor Filme de Estreia) “Imaculat”, de Monica Stan e George Chiper-Lillemark

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  • Filme

    Como Hollywood filmou os ataques de 11 de setembro

    11 de setembro de 2021 /

    O impacto dos ataques de 11 de setembro de 2001 abalaram o mundo, e a indústria cultural dos EUA foi jogada em seus escombros quase que imediatamente com a série “24 Horas”, lançada dois meses após a queda das Torres Gêmeas com forte influência da narrativa da “guerra ao terror”. Ainda assim, a tragédia propriamente dita precisou de tempo maior para ganhar imagens, aparecendo primeiro como um eco distante em “Rescue Me”, série de 2004 sobre os bombeiros de Nova York. O trauma foi tão grande que Hollywood chegou a apagar digitalmente as Torres Gêmeas nos primeiros filmes que estrearam após o 11 de setembro de 2001 – produções como “Homem-Aranha”, cujo trailer original trazia o World Trade Center, e “Homens de Preto II”, que precisou até mudar seu final. Foi preciso uma distância respeitosa de cinco anos para os ataques viraram filmes. Só que as primeiras produções avançaram direto na ferida, levando o público a passar mal com a encenação do sequestro de um dos aviões usados pelos terroristas em “Vôo United 93”, dirigido por Paul Greengrass, e a se revoltar novamente com “As Torres Gêmeas”, que Oliver Stone transformou em desastre patriótico com frases de exortação à guerra contra o Afeganistão, a mais longa e inútil da história dos EUA. A mistura de patriotismo e vingança rendeu vários filmes de guerra, dos quais o mais relevante é “12 Heróis”, em que o australiano Chris Hemsworth virou o primeiro “americano” a lutar no Afeganistão, mas principalmente filmes de guerra ao terror. Kathryn Bigelow se tornou a primeira mulher a vencer o Oscar de Melhor Direção ao filmar um dos conflitos criados pela reação bélica do presidente George W. Bush, batizado no Brasil, justamente, de “Guerra ao Terror”. Mas foi seu segundo longa sobre o tema, “A Hora Mais Escura”, que escancarou os diferentes elementos da ação militar e deu vazão à catarse de vingança com a morte do terrorista Osama Bin Laden. Hollywood também focou as perdas pessoais de entes queridos, em “Reine Sobre Mim” e “Tão Forte e Tão Perto”, mas as reverberações dos ataques renderam novas vítimas, resultado da xenofobia e violência americana, que o indiano “Meu Nome É Khan” denunciou de forma contundente. Outras abordagens humanistas se dedicaram a ponderar o valor total das vidas perdidas (“Quanto Vale?”) e até o impacto do radicalismo islâmico na vida de uma das viúvas dos terroristas (“O Dia que Mudou o Mundo”). O fato é que, conforme os anos se passaram, a história ganhou novos contornos, com a revelação de arbitrariedades (“O Mauritano”), mentiras explícitas (“O Relatório”) e incompetência absoluta (“The Looming Tower”) do governo dos EUA em relação aos acontecimentos trágicos. A ficção se encarregou de contar essa história de vários ângulos. Lembre abaixo (com trailers) de uma dúzia de obras inspiradas pelos ataques de 11 de setembro. São 11 filmes e uma minissérie, todos disponíveis em serviços de assinatura e/ou locação digital no Brasil, para fazer uma mostra de cinema em casa.     Vôo United 93 | EUA | 2006 (Apple TV, Google Play, NOW, Telecine, Vivo Play, YouTube Filmes)     As Torres Gêmeas | EUA | 2006 (Apple TV, Google Play, NOW, Telecine, Vivo Play, YouTube Filmes)     Reine Sobre Mim | EUA | 2007 (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Oi Play, YouTube Filmes)     Meu Nome É Khan | Índia, EUA | 2010 (Google Play)     Tão Forte e Tão Perto | EUA | 2011 (Apple TV, Claro Video, HBO Max, Google Play, NOW, YouTube Filmes)     A Hora Mais Escura | EUA | 2012 (Apple TV, Globoplay, Google Play, Netflix)     12 Heróis | EUA | 2018 (Apple TV, Google Play, NOW, YouTube Filmes)     The Looming Tower | EUA | 2018 (Amazon Prime Video)     O Relatório | EUA | 2019 (Amazon Prime Video)     O Mauritano | EUA, Reino Unido | 2021 (Apple TV, Google Play, NOW, Telecine, Vivo Play, YouTube Filmes)     O Dia que Mudou o Mundo | Alemanha, França, Líbano | 2021 (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)     Quanto Vale? | EUA | 2021 (Netflix)

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  • Filme

    Andy Garcia entra em “Os Mercenários 4”

    10 de setembro de 2021 /

    O ator Andy Garcia se juntou ao elenco de “Os Mercenários 4”. O astro de “O Poderoso Chefão III” e “Onze Homens e um Segredo” vai interpretar um agente da CIA que recebe a missão de acompanhar os mercenários em sua nova missão. Ele vai se juntar a Sylvester Stallone, Jason Statham, Dolph Lundgren e Randy Couture, que reprisarão seus papéis dos longas anteriores, e os novatos Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”), 50 Cent (“Power”) e Tony Jaa (“Monster Hunter”). A história foi escrita por Spenser Cohen (“Extinção”) e revisada por Max Adams (da série “Six”) e John Joseph Connolly, a direção está a cargo de Scott Waugh (“Need for Speed: O Filme”), um dublê que virou diretor de filmes de ação, e as filmagens já vão começar em outubro. Os detalhes da nova trama estão sendo mantidos em sigilo, mas fontes da revista The Hollywood Reporter apontam que, desta vez, o protagonismo não estará a cargo de Stallone, mas de Jason Statham, além de haver bastante destaque na ação para Fox como a protagonista feminina. Além de estrelar, Statham também é um dos produtores do novo filme, que ainda não tem previsão de estreia.

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  • Série

    “Aquaman” volta a ser zoado em nova animação

    10 de setembro de 2021 /

    A HBO Max divulgou o teaser de “Aquaman: King of Atlantis”, uma produção que joga por água abaixo todo o esforço de transformar Aquaman num herói sério. Para quem não lembra, o personagem foi alvo de várias piadas no Cartoon Network, que aproveitou um desenho antigo para zoar o herói que se comunica com peixes. Depois do esforço de Jason Momoa para mostrar que Aquaman podia ser “badass”, a HBO Max resolveu zoar o personagem de novo, incorporando algumas mudanças trazidas pelo ator, como a barba, numa trilogia animada (ou minissérie de três episódios) de comédia. O mais curioso é que a sátira animada tem produção do cineasta James Wan, diretor do filme estrelado por Jason Momoa e sua continuação, atualmente em filmagens. A atração mostrará em três partes o início atrapalhado do reinado de Aquaman em Atlantis, após assumir o poder com uma surra em Orm, o Mestre do Oceano, no filme de 2018. Roteiros e produção estão a cargo de Victor Courtright e Marly Halpern-Graser (ambos de “ThunderCats Roar!”) e a dublagem original destaca Cooper Andrews (“The Walking Dead”) como Aquaman, Gillian Jacobs (“Community”) como Mera, Thomas Lennon (“Máquina Mortífera”) como Vulko e Dana Snyder (dublador de “Squidbillies”) como Mestre do Oceano. A estreia está marcada para 14 de outubro.

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  • Música

    Ed Sheeran e AnnaSophia Robb são namorados azarados em clipe musical

    10 de setembro de 2021 /

    O cantor Ed Sheeran divulgou um novo clipe repleto de efeitos visuais. Depois de virar vampiro em “Bad Habits”, ele enfrenta dificuldades de relacionamento com uma garota que parece perfeita, mas sempre que os dois estão juntos tudo dá errado. O vídeo de “Shivers” tem o mesmo diretor, Dave Meyers, e é bastante divertido, ao mostrar o Sheeran encarnando várias personas, incluindo um look inspirado em Elton John. Ele se esforça muito para impressionar a garota, que é interpretada pela atriz AnnaSophia Robb, mas só se dá mal. Conhecida como atriz mirim de filmes como “A Fantástica Fábrica de Chocolate” (2005) e “Ponte para Terabítia” (2007), AnnaSophia Robb também foi a versão adolescente da protagonista de “Sex and the City” em “The Carrie Diaries” (2013-2014) e, a partir de domingo (12/9), poderá ser vista na minissérie “Dr. Death” da plataforma Starzplay. “Shivers” segue “Bad Habits” como segundo single do próximo álbum de Sheeran, intitulado “=” (ou “Equal”). Mas o lançamento do disco ainda está longe. Vai chegar às lojas digitais apenas em 29 de outubro.

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  • Filme

    Christopher Nolan filmará a criação da bomba atômica

    10 de setembro de 2021 /

    O diretor Christopher Nolan (“Tenet”) definiu seu próximo filme. Ele vai voltar à época da 2ª Guerra Mundial, mas em vez das batalhes de “Dunkirk” focará nos bastidores burocráticos e científicos da criação da bomba atômica, com destaque para o envolvimento do cientista J. Robert Oppenheimer, gênio por trás do projeto Manhattan e autor da famosa frase: “Agora, eu me tornei a morte, a destruidora de mundos”. Segundo o site Deadline, o ator Cillian Murphy vai participar do projeto. Mais conhecido como protagonista de “Peaky Blinders”, Murphy já trabalhou várias vezes com Nolan, desde os filmes de Batman (onde viveu o vilão Espantalho), além de ter aparecido em “A Origem” e “Dunkirk”. O detalhe mais curioso é que o diretor não está tratando o projeto com a Warner, por onde lançou quase todos os seus longas nos últimos 20 anos – desde “Insônia” em 2002. Após falar mal da estratégia do estúdio de distribuir filmes simultaneamente nos cinemas e no “pior serviço streaming”, a HBO Max, ele abriu conversa com a concorrência sobre a possibilidade de financiar o longa-metragem. O último filme do diretor, “Tenet”, foi lançado exclusivamente nos cinemas em outubro de 2020. Apesar das dificuldades da crise sanitária, o épico de ação arrecadou US$ 363 milhões em bilheterias ao redor do mundo. Mesmo assim, a Warner considerou o valor baixo e optou por lançar todos os seus filmes posteriores num modelo híbrido de distribuição. Nolan ficou irritadíssimo. A grande ironia seria ele fechar uma parceria com uma plataforma de streaming. A Netflix já deixou claro que contratar o diretor é uma de suas ambições.

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  • Série

    “Dexter: New Blood” ganha trailer legendado e fotos

    10 de setembro de 2021 /

    A plataforma Paramount+ divulgou várias fotos e o primeiro trailer legendado de “Dexter: New Blood”, revival da série encerrada em 2013, que é diferente e bem menos revelador que o vídeo mais recente liberado para o mercado norte-americano pelo canal pago Showtime. A prévia mostra o retorno do ator Michael C. Hall ao papel do protagonista, vivendo uma nova vida com uma identidade diferente, enquanto as imagens apresentam sua nova dinâmica com Debra (Jennifer Carpenter) e ainda introduzem Jack Alcott (“The Good Lord Bird”) como seu filho crescido Harrison. A presença de Alcott reforça a passagem de tempo de oito anos transcorridos desde o último episódio de “Dexter”, quando Harrison ainda era um menino pequeno (Jadon Wells), deixado aos cuidados de Hannah McKay (Yvonne Strahovski). Já adolescente, Harrison aparece à procura do pai que não conhece e é fácil deduzir o que inspira esta busca. Com a missão de consertar o final exibido em 2013, na explicação do presidente do canal pago Showtime, “Dexter: New Blood” vai estrear em 7 de novembro nos EUA.

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  • Filme

    Deserto Particular: Filme de Aly Muritiba é premiado no Festival de Veneza

    10 de setembro de 2021 /

    “Deserto Particular”, o mais novo filme do diretor Aly Muritiba (“Ferrugem”) venceu nesta sexta (10/9) o prêmio do público da Mostra Venice Days, no Festival de Veneza 2021. Inspirada na Quinzena dos Realizadores de Cannes, a seção contempla obras mais autorais e seus prêmios são determinados pelo público do festival. “Fazer um filme de amor, em um tempo tão turbulento, traze-lo para um dos maiores festivais do mundo e atingir o coração da audiência, é algo muito especial. E é também uma pequena prova de que no fim o amor sempre vence! E isso não é só nos filmes, o amor sempre vence na vida real e o amor vencerá inclusive na nossa história política”, disse o diretor Aly Muritiba, em comunicado emitido direto do festival italiano. “Deserto Particular” lida com aquilo que o diretor chama de “os afetos masculinos no Brasil contemporâneo” e traz Antonio Saboia (“Bacurau”) como protagonista, no papel de um policial curitibano. De acordo com a sinopse, ele está afastado do trabalho depois de cometer um erro e com tempo para investigar o desaparecimento de uma moradora do sertão da Bahia com quem se correspondia por aplicativo de celular. A suspeita o leva a cruzar o país em busca de seu amor. E em Sobradinho encontra o personagem de Pedro Fasanaro (“Onde Nascem os Fortes”). “’Deserto Particular’ é um filme de encontros. Desde 2016, com o golpe que tirou do poder uma presidenta (sic) democraticamente eleita, minha geração, formada depois da Ditadura Militar, enfrenta o momento mais dramático de sua existência. O país afundou numa espiral de ódio que culminou com a eleição de um fascista como presidente. Depois da eleição de Jair Bolsonaro, todas as minorias, mulheres, indígenas, a comunidade LGBTQIAP+, negros, entre outros, passaram a ser sistematicamente perseguidas, e o país se dividiu entre o sul conservador e o norte e nordeste progressista. Essa época de ódio me motivou quando decidi sobre o que seria meu próximo filme. Faria uma obra sobre encontros. Nesse momento de ódio, resolvi fazer um filme sobre o amor”, explicou o cineasta em comunicado. O filme será lançado no Brasil pela Pandora, que ainda não divulgou previsão de estreia. Vivendo uma das fases mais produtivas de sua carreira, Aly Muritiba também assinou este ano a série documental “O Caso Evandro” na Globoplay e ainda lançou outro longa no Festival de Gramado, “Jesus Kid”, após ter vencido o evento de 2018 com “Ferrugem”.

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  • Etc

    Maitê Proença e Adriana Calcanhotto estariam namorando

    10 de setembro de 2021 /

    A revista Veja publicou e as redes sociais espalharam que a atriz Maitê Proença, de 63 anos, e a cantora Adriana Calcanhotto, de 55 anos, estão vivendo um romance. As duas têm sido vistas circulando juntas em jantares e pequenos encontros nas casas de amigos. E, segundo a Veja, não fazem questão de esconder o namoro para quem já é do convívio. “Elas formam um casal e parecem bem felizes”, disse uma fonte citada pela reportagem. A publicação procurou Maitê Proença, mas ela preferiu não falar sobre a relação, que teria se iniciado há alguns meses. “Não sou muito de abrir a minha intimidade, prefiro preservar alguns assuntos”, disse Maitê. A cantora, por sua vez, zoou o artigo em seu Instagram. Veja abaixo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Adriana Calcanhotto (@adrianacalcanhotto)

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