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18 de setembro de 2026
  • Etc,  Série

    Tim Donnelly (1944-2021)

    23 de setembro de 2021 /

    O ator Tim Donnelly, que interpretou o bombeiro piadista Chet Kelly nas seis temporadas da série clássica “Emergência!”, morreu na sexta-feira (17/9) em sua casa em Santa Fé, Novo México, de complicações de uma cirurgia. Ele tinha 77 anos. Timothy David Donnelly era filho de Paul Donnelly, vice-presidente de produção da Universal Pictures, neto do ator Pat O’Malley (“Vampiros de Almas”) e irmão mais novo do ator mirim e futuro diretor Dannis Donnelly, e com essas credenciais decidiu tentar a carreira de ator ainda na adolescência. Sua estreia aconteceu como figurante em “Assassino Público Número Um”, filme do gângster Baby Face Nelson lançado em 1957. Mas ele acabou se limitando a uma carreira televisiva. Após uma década de figurações em episódios de “O Homem de Virgínia”, “Havaí Cinco-0”, “Dragnet 1967” e “Adam-12”, foi escalado para seu primeiro e único papel fixo, como o bombeiro Chet de “Emergência!”. Precursora das séries de atendimentos de emergência, que viraram moda na TV americana nos últimos anos, a produção desenvolvida por Robert A. Cinader (criador de “Adam-12”) e Harold Jack Bloom (criador de “Projeto UFO”), acompanhava o trabalho da Estação 51 do Corpo de Bombeiros, além de de paramédicos, policiais e médicos de pronto socorro de Los Angeles. Junto com Donnelly, o elenco destacava ainda Robert Fuller (astro de “Laramie”), Kevin Tighe (visto na série “Lost”), Julie London (“A Casa Vermelha”) e Bobby Troup (“M*A*S*H”), entre outros. Donnelly participou dos 122 episódios da série, que durou de janeiro de 1972 até maio de 1977, geralmente ajudando a aliviar o clima tenso com piadas no corpo de bombeiros. Mas, depois disso, ele apareceu basicamente apenas em projetos dirigidos por seu irmão, Dennis Donnelly, como o terror slasher “Na Senda do Crime” (1978) e episódios das séries “Projeto UFO”, “Enos”, “Vega$” e “O Esquadrão Classe A”.

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  • Etc,  Filme

    Roger Michell (1956–2021)

    23 de setembro de 2021 /

    O diretor Roger Michell, que fez o popular blockbuster romântico “Um Lugar Chamado Notting Hill”, morreu na quarta-feira (22/9) aos 65 anos. Ao anunciar o falecimento, a família do cineasta não revelou a causa nem o local do falecimento. Nascido na África do Sul, Michell teve uma carreira teatral de sucesso no Reino Unido, com passagens pelo Royal Court Theatre, pela Royal Shakespeare Company, onde foi diretor residente, e pelo National Theatre, entre outros palcos tradicionais do teatro britânico. Ele fez a transição para as telas no começo dos anos 1990, dirigindo a minissérie “Downtown Lagos” (1992) para a BBC e consagrando-se no ano seguinte com a enormemente aclamada “The Buddha of Suburbia” (1993), adaptação do romance homônimo de Hanif Kureishi estrelada pelo então jovem Naveem Andrews (“Lost”). Michell também dirigiu o clipe da música-tema da atração, composta por ninguém menos que David Bowie. Em seguida, assinou seu primeiro longa televisivo, “Persuasion”, adaptação do romance homônimo de Jane Austen, que venceu o BAFTA, troféu da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas, como Melhor Telefilme de 1995. A repercussão positiva dos trabalhos na TV o levou ao cinema. A estreia aconteceu em 1997 com “My Night with Reg”, drama centrado numa noite de reminiscências de um grupo de homossexuais ingleses depois que um de seus amigos morre de AIDS. Ele ainda fez outro drama, “Lutando Pela Paz” (1998), sobre a tensa situação política na Irlanda do Norte, antes de filmar a obra que mudou o rumo de sua carreira. Escrita pelo mestre das comédias românticas britânicas Richard Curtis, “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999) trazia Julia Roberts como uma estrela de Hollywood que se apaixonava, contra todas as possibilidades, por um livreiro inglês acanhado, interpretado por Hugh Grant. Cheia de personagens pitorescos, cenários londrinos e situações divertidas, a produção virou um fenômeno, estourou bilheterias em todo o mundo e levou Hollywood a assediar o diretor com vários projetos. Michell tentou mostrar versatilidade ao optar por estrear no cinema americano com o suspense “Fora de Controle” (2002), estrelado por Ben Affleck e Samuel L. Jackson. Mas o filme fracassou nas bilheterias. Frustrado, o diretor decidiu retomar a parceria com Hanif Kureishi, filmando dois roteiros do escritor de “The Buddha of Suburbia”: o drama “Recomeçar” (2003), com Daniel Craig, e a comédia “Venus” (2006), que rendeu ao astro Peter O’Toole sua indicação final ao Oscar de Melhor Ator. Ele chegou a ensaiar uma especialização em comédias, fazendo três em sequência: “Uma Manhã Gloriosa” (2010) com Rachel McAdams, “Um Final de Semana em Hyde Park” (2012) com Bill Murray e “Um Fim de Semana em Paris” (2013) com Lindsay Duncan e Jim Broadbent. Mas interrompeu a tendência com a minissérie “The Lost Honour of Christopher Jefferies”, que lhe rendeu um novo BAFTA em 2014, e preferiu variar os estilos de seus últimos longas. Seus trabalhos finais foram a adaptação gótica de “Minha Prima Raquel” (2017), baseada no romance de mistério de Daphne Du Maurier, em que Rachel Weisz viveu uma Viúva Negra fatal, o melodrama “A Despedida”, com Susan Sarandon no papel de uma mãe com doença terminal, e “The Duke” (2020), comédia com Jim Broadbent e Helen Mirren sobre um roubo de arte histórico.

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  • Série

    Netflix anuncia 2ª temporada de “A Máfia dos Tigres”

    23 de setembro de 2021 /

    A Netflix anunciou que começou a trabalhar numa 2ª temporada de “A Máfia dos Tigres” (Tiger King), sua série documental mais bem-sucedida, vista por cerca de 34,3 milhões de espectadores em seus primeiros dias no streaming. A produção foi anunciada num teaser com trechos de outras produções do gênero – séries documentais sobre crimes reais – que chegarão à plataforma em 2022. São elas: “The Puppet Master: Hunting the Ultimate Conman”, “The Tinder Swindler”, “Trust No One: The Hunt for the Crypto Kind” e “Bad Vegan”. Lançada em 20 de março na Netflix, “A Máfia dos Tigres” aborda os crimes de Joseph Allen Maldonado-Passage, popularmente conhecido como Joe Exotic, dono de um zoológico envolvido numa disputa com uma ativista, que acaba sendo acusado de encomendar um assassinato. Para a continuação, a plataforma promete “mais loucura e caos”. A história de Joe Exotic se tornou uma sensação da cultura pop nos primeiros dias da pandemia e atraiu interesse até de plataformas rivais. A Peacock, por exemplo, prepara uma série chamada “Joe Exotic”, estrelada por John Cameron Mitchell (“Hedwig: Rock, Amor e Traição”) e Kate McKinnon (“Caça-Fantasmas”). Veja abaixo o vídeo do anúncio das novas produções de “true crime”, que incluem mais episódios da “Máfia dos Tigres”.

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  • Série

    Netflix revela primeira foto da nova versão de “Rebelde”

    23 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou a primeira foto do elenco da nova versão da novela teen latina “Rebelde”. Desta vez, a atração será multinacional, com representantes de quatro países latinos. E o Brasil terá uma estudante na Elite Way em 2022: Giovanna Grigio, atriz e cantora que se destacou em “Malhação: Viva a Diferença” e “As Five”, da Globoplay. O elenco também inclui o argentino Franco Masini (“Riviera”), o colombiano Jeronimo Cantillo (“Verdade Oculta”) e diversos astros jovens mexicanos, incluindo o cantor Sergio Mayer Mori, Azul Guaita (“Sobe na Minha Moto”), Alejandro Puente (“El Club”) e as estreantes Andrea Chaparro e Lizeth Selene. “Rebelde” foi originalmente uma produção de 2004 da Televisa, emissora mexicana, que chegou ao Brasil através da exibição pelo SBT. Da novela, surgiu o grupo musical RBD, formado por Anahí, Dulce Maria, Alfonso Herrera, Christian Chávez, Maite Perroni e Christopher von Uckerman. O sucesso foi tão grande, que até rendeu um remake brasileiro, feito pela Record em 2011 com Arthur Aguiar, Chay Suede, Lua Blanco, Sophia Abrahão e a sister do “BBB 21”, Carla Diaz. As gravações da nova versão aconteceram no México e já foram finalizadas. Elenco da nova versão de ‘Rebelde’ para a Netflix. pic.twitter.com/ZVimHNEmXd — CINEMA 505 (@CINEMA505) September 23, 2021

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  • Etc,  Série

    Brasil disputa Emmy Internacional com cinco atrações

    23 de setembro de 2021 /

    O Emmy Internacional divulgou a lista de indicados de sua edição deste ano e o Brasil está representado por cinco atrações. As produções da Globo foram os grandes destaques da lista, que inclui a telenovela “Amor de Mãe”, a série de curta duração “Diário de um Confinado”, a minissérie “Todas as Mulheres do Mundo” e o documentário “Cercados”. As quatro produções indicadas estão disponíveis no Globoplay. A quinta produção indicada foi o documentário “Emicida: AmarElo – É Tudo pra Ontem”, produzido pela Netflix, que mostra os bastidores do show histórico do rapper Emicida no Theatro Municipal de São Paulo e concorre na categoria de programação artística. Os vencedores serão anunciados em 22 de novembro, durante cerimônia de premiação em Nova York.

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  • Filme

    “No Ritmo do Coração” é a principal estreia dos cinemas

    23 de setembro de 2021 /

    Os cinemas recebem 13 estreias nesta quinta (23/9), mas a maioria é restrita ao circuito invisível de “arte” – uma dúzia de cinemas nas maiores capitais. Para o grande público que vai aos cinemas de shopping centers, a lista se resume, na verdade, a apenas três lançamentos. Dois deles foram atrações do Festival de Sundance deste ano. O terceiro é mais um longa animado da série infantil “Abelha Maya”. O principal título é “No Ritmo do Coração” (Coda), que venceu Sundance e foi comprado (e exibido) pela Apple TV+ nos EUA. Dilema de partir o coração, o drama gira em torno de uma adolescente (Emilia Jones, de “Locke & Key”) de família surda, que se vê dividida entre perseguir sua paixão pela música ou servir de conexão entre seus pais e o mundo auditivo, como a única capaz de impedir a falência da família. Além de vencer dois troféus de Melhor Filme (do Júri e do Público), a obra de Siân Heder (“Tallulah”) também conquistou prêmios de Melhor Elenco e Melhor Direção no principal festival de cinema independente dos EUA. “A Casa Sombria” não foi premiado em Sundance, mas arrancou muitos elogios durante sua exibição, atingindo 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. No terror, Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) vive uma viúva que começa a desvendar os segredos perturbadores de seu marido, recentemente falecido, ao explorar a arquitetura pouco convencional de sua casa. A direção é de David Bruckner (“O Ritual”), que a seguir vai comandar o remake de “Hellraiser”. Há um terror ainda mais bem-avaliado no circuito limitado: “A Chorona”, com 96% no Rotten Tomatoes (a mesma cotação de “No Ritmo do Coração”). Produção guatemalteca, o longa de Jayro Bustamante (“Tremores”) inova ao juntar assombração e política com resultados arrepiantes. Venceu nada menos que 23 troféus internacionais, inclusive no Festival de Veneza. Entre os demais, seis longas são brasileiros, com destaque para o suspense “O Silêncio da Chuva”, de Daniel Filho (“Boca de Ouro”), que volta a trazer às telas o universo dos mistérios policiais do escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza. Na trama, ao investigar o assassinato de um empresário, o detetive interpretado por Lázaro Ramos (“Mundo Cão”) se depara com um submundo de corrupção e femme fatales digno dos melhores filmes noir. Outro destaque pela criatividade narrativa é “Dora e Gabriel”, passado quase todo no interior do porta-malas de um carro, onde os personagens do título são jogados após serem sequestrados. A direção é de Ugo Giorgetti (“Festa”), um mestre do cinema de risco. A lista ainda tem “A Garota da Moto”, filme de ação baseado na série do SBT, o drama “Aranha”, indicação do Chile ao Oscar passado, a comédia “A Dona do Barato”, em que Isabelle Huppert (“Elle”) vira traficante, o trash não intencional “O Filho Único do Meu Pai” e três documentários. Os documentários são “Nem Tudo se Desfaz”, análise da eleição de Bolsonaro por Josias Teófilo, diretor de “O Jardim das Aflições” (sobre Olavo de Carvalho, o guru chulo do bolsonarismo), “Oasis Knebworth 1996”, sobre os 25 anos dos dois shows do Oasis no Knebworth Park, que reuniram 250 mil pessoas e se tornaram os maiores já realizados no Reino Unido, e “Você Não é um Soldado”, que acompanha o premiado fotógrafo brasileiro de guerra André Liohn em cenas de tirar o fôlego. Cheia de imagens impactantes, a obra de Maria Carolina Telles (“A Verdada da Mentira”) foi selecionada para três festivais internacionais: Hot Docs, DOXA e Doc Edge Festival, que qualificam ao Oscar. Confira abaixo a relação completa das estreias da semana com seus respectivos trailers.     No Ritmo do Coração | EUA | Drama     A Casa Sombria | EUA | Terror     A Chorona | Guatemala, França | Terror     O Silêncio da Chuva | Brasil | Suspense     Dora e Gabriel | Brasil | Drama     Garota da Moto | Brasil | Ação     Aranha | Argentina, Brasil, Chile | Drama     A Dona do Barato | França | Comédia     O Filho Único do Meu Pai | Brasil | Comédia     A Abelhinha Maya e o Ovo Dourado | Alemanha | Animação     Nem Tudo se Desfaz | Brasil | Documentário     Você Não É um Soldado | Brasil | Documentário     Oasis Knebworth 1996 | Reino Unido | Documentário

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  • Filme

    Gloria Pires será mãe de Maisa em nova comédia

    22 de setembro de 2021 /

    Gloria Pires (“Linda de Morrer”) e Maisa Silva (“Cinderela Pop”) vão estrelar juntas a comédia “Desapega”. Elas compartilharam a novidade num vídeo publicado nas redes sociais. As duas viverão mãe e filha na trama escrita por Leandro Matos (“Amor.com”) e dirigida por Hsu Chien (“Quem Vai Ficar com Mário?”), que começou a ser filmada na terça-feira (21/9). A trama vai mostrar a personagem de Gloria Pires após sete anos de luta contra seu vício em compras. Ela lidera um grupo de apoio a compradores compulsivos, é bem sucedida como organizadora pessoal e está começando um novo romance com o personagem de Marcos Pasquim (“Malhação”). Nada parece ser capaz de abalá-la, até ela receber a notícia de que sua filha única (papel de Maisa), tem planos de sair de casa. Além dos citados, o elenco conta ainda com Malu Valle, Wagner Santisteban, Polly Marinho, Carol Bresolin e Rodrigo Fagundes. O filme é da Rubi Produtora em colaboração com a Bronze Filmes, Audaz Filmes e Telecine. Ainda sem previsão de estreia, o lançamento deve acontecer em 2022. Confira abaixo o vídeo do anúncio da produção. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por +A (@maisa)

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  • Filme

    Lázaro Ramos e Ingrid Guimarães assinam com a Amazon

    22 de setembro de 2021 /

    Revelado o motivo do fim do contrato entre Lázaro Ramos e a Globo. Segundo a coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, o astro já teria começado a trabalhar num projeto novo para a plataforma Amazon Prime Video como diretor. O detalhe é que ele não foi o único ator a trocar a Globo pela Amazon nesta semana. A atriz Ingrid Guimarães também deixou a emissora após 28 anos. Os dois assinaram contratos de exclusividade com a Amazon por prazo longo. Por enquanto, Ingrid está desenvolvendo ideias para novos projetos de streaming. Lázaro Ramos estreou na Globo em 2002, na minissérie “Pastores da Noite” e deixa finalizada uma participação na 2ª temporada de “Aruanas”, ainda inédita, para a plataforma Globoplay. Já Ingrid Guimarães apareceu pela primeira vez na emissora numa participação em “Mulheres de areia”, em 1993, e seu último trabalho no grupo Globo foi como apresentadora do programa “Modo Mãe”, no canal pago GNT. Ambos têm carreiras bem-sucedidas no cinema, especialmente Ingrid, que estrelou uma das trilogias de maior bilheteria do Brasil, “De Pernas pro Ar”. Lázaro, por sua vez, além de atuar tem apostado na carreira de diretor. Seu filme de estreia na nova função, “Medida Provisória”, passou com elogios em festivais internacionais, mas ainda não tem previsão de estreia nos cinemas nacionais.

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  • Etc,  TV

    Luiz Carlos Araújo teria morrido por asfixia acidental

    22 de setembro de 2021 /

    A morte misteriosa do ator Luiz Carlos Araújo, que atuou na novela “Carinha de Anjo”, do SBT, foi causada por uma asfixia acidental. A informação foi confirmada após análise do laudo do IML (Instituto Médico Legal). Segundo a perícia, o artista tinha drogas no organismo quando morreu. Ele foi encontrado com um saco preto na cabeça, que teria sido responsável pela asfixia, e a morte pode ter sido relacionada à práticas sexuais. Divulgado à imprensa, o laudo do IML diz o seguinte: “Consta da ocorrência que a vítima foi encontrada com um saco preto na cabeça, prática essa conhecia em Literatura Médica como re-respiração, usada com certa frequência para aliviar a respiração rápida e descontrolada em situações de ansiedade e em muitas práticas de asfixiofilia/parafilias, com o intuito de aumentar o teor de dióxido de carbono e diminuir o teor de oxigênio, variações estas que causam vasodilatação ou vasoconstrição de vasos extra e endocranianos. Tal prática pode ter como complicação a asfixia por confinamento (troca do ar respirável por ar irrespirável)”. A conclusão é que “a associação de antidepressivos, cocaína e álcool, com consequente rebaixamento do nível de consciência, associada ao confinamento foram as causas da morte (acidental)”. O atual namorado do ator, identificado como visitante frequente por testemunhas, prestou esclarecimentos sobre o caso nesta quarta (22/9) após ser chamado pela Polícia Civil. A polícia chegou a considerar uma hipótese de homicídio para a morte do ator. Luiz Carlos Araújo foi encontrado morto em casa, deitado na cama de cuecas e com um saco preto na cabeça, durante o fim de semana passado. Sem contato com o amigo, que não atendia o celular há dias, a atriz Marilice Cosenza (“Amor e Revolução”) foi quem mobilizou o porteiro do apartamento do ator no sábado passado para verificar o que havia acontecido. “Ninguém atendeu a porta. O porteiro foi, tocou e sentiu um cheiro muito forte do apartamento. Chamaram a polícia e um chaveiro. Abriram o apartamento e encontraram o Luiz na cama, já falecido. Parece que ele estava ali há uns três, quatro dias”, disse a atriz à imprensa na ocasião. Ela era uma das melhores amigas e parceira de Araújo numa produtora de vídeos.

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  • Etc

    Antonia Fontenelle é enquadrada em crime de racismo

    22 de setembro de 2021 /

    Antonia Fontenelle foi indiciada pela Polícia Civil da Paraíba pelo crime de preconceito e racismo por comentários sobre o caso de DJ Ivis – preso por agredir a ex-mulher, Pamela Hollanda. A atriz que virou youtuber utilizou expressões como “esse paraíbas” e “paraibada”, consideradas preconceituosas de acordo com investigação, As investigações tiveram o apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Fontenelle deu depoimento sobre o caso à polícia do Rio e, durante o interrogatório, disse que utilizou a expressão xenofóbica para se referir só ao DJ. Ela falou que não pretendia ofender a população da Paraíba ou qualquer outro nordestino nem quis se mostrar superior. Mas o inquérito da 1ª Delegacia de Polícia Civil de João Pessoa, aberto em julho e encerrado nesta quarta (22/9), realizou uma perícia nos vídeos que circularam nas redes sociais e chegou à conclusão que o caso se enquadrada na Lei do Racismo, que prevê multa por crime de preconceito ou discriminação e pena de reclusão de 1 a 3 anos. Ao comentar a agressão de Ivis, Fontenelle se manifestou da seguinte forma: “Esses paraíbas fazem um pouquinho de sucesso e acham que podem tudo”. Posteriormente, ela tentou se justificar a expressão no Instagram. “Paraíba é força de expressão, quem faz ‘paraibada’, como por exemplo bater em mulher. Esses machos escrotos que ganham uns trocados e acham que podem tudo”, disse. A justificativa teria reincidido na xenofobia. Até a vencedora do “BBB 21”, Juliette Freire, comentou, sem citar o nome da youtuber, que se tratava de ofensa. “Não é força de expressão, é xenofobia. Não existe ‘ser Paraíba’ e ‘fazer paraibada’. Existe ser PARAIBANA/O, o que sou com muito orgulho. Tire seu preconceito do caminho, que vamos passar com a nossa cultura e não vamos tolerar atitudes machistas e xenofóbicas de lugar algum…”. Com a repercussão do caso, os advogados de Fontenelle afirmavam que a acusação de racismo era caluniosa e baseada em distorção dos fatos. “A Antonia está sendo vítima de calúnia, pois teve a fala deturpada e retirada de um contexto, quando manifestou indignação nas redes sociais a respeito da violência doméstica praticado pelo DJ Ivis contra a esposa, fato divulgado em mídia nacional”, afirmou um comunicado dos responsáveis pela defesa da atriz. “Ela jamais teve a intenção de ofender o povo da Paraíba, apenas manifestou opinião sobre o covarde comportamento de um paraibano em específico, do qual temos certeza que não é orgulho para nenhum de seus conterrâneos no momento. O Delegado que determinou a instauração do inquérito policial certamente está sendo induzido a erro, mudaram o foco da questão. Com a investigação será elucidado o fato específico, minha cliente não cometeu o suposto crime alegado. A situação vem causando um abalo imensurável à honra de Antonia, e eventual denúncia caluniosa será apurada, sob as penas da Lei”, acrescentou o texto. Essa não foi a primeira acusação de xenofobia contra Antonia Fontenelle. Em fevereiro, ela foi indiciada pelos crimes de racismo e xenofobia após dizer que Giselle Itié deveria voltar para o México, país onde a atriz nasceu.

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  • Etc

    Melvin Van Peebles (1932–2021)

    22 de setembro de 2021 /

    O cineasta Melvin Van Peebles, diretor pioneiro do cinema afro-americano, responsável pelo surgimento do gênero classificado como “blaxploitation”, morreu na terça (21/9) em sua casa em Manhattan, Nova York, aos 89 anos. Considerado por muitos como o inventor do cinema negro moderno, ele também foi ator, romancista, produtor de teatro, compositor, músico e pintor. Determinado a fazer carreira como cineasta, ele começou a carreira artística rodando curtas que esperava que lhe abrissem as portas de Hollywood. Mas quando não conseguiu trabalho comercial em Los Angeles, mudou-se com a esposa e seus filhos, Megan e Mario, para a Europa, acreditando que lá enfrentaria menos racismo. Foi durante sua passagem pela Holanda, quando estudou no Teatro Nacional Holandês e iniciou sua trajetória como ator, que Melvin Peebles decidiu acrescentar “Van” a seu sobrenome. Confirmando sua previsão, ele conseguiu estrear como diretor na França, quando morava em Paris, escrevendo e dirigindo seu primeiro longa, “La Permission”, em 1967, sobre um soldado negro americano que sofria represálias por namorar uma francesa branca. A repercussão positiva daquele filme chamou a atenção da Columbia Pictures que o contratou para dirigir o clássico “A Noite em que o Sol Brilhou” (Watermelon Man) em 1970. Sátira racial, o longa marcou época por mostrar a transformação mágica de um branco racista num afro-americano. O que poucos sabem é que Van Peebles se recusou a filmar o final original do roteiro de Herman Raucher, que mostrava o racista acordando de um pesadelo e voltando a ser branco. “Ser negro não vai ser um pesadelo”, disse ele numa entrevista de 2014, contando como conseguiu mudar o final. Ele simplesmente prometeu aos produtores que também iria rodar o final original, deixando-os escolher o melhor na edição, mas ao terminar os trabalhos chegou diante dos executivos afirmando que “se esqueceu” de fazer a outra versão. A Columbia não reclamou. “A Noite em que o Sol Brilhou” se tornou um sucesso tão grande que o estúdio ofereceu ao diretor um contrato para três novos filmes. Mas queria comédias. Por isso, recusou-se a financiar o projeto que Van Peebles tinha em mente: “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song”. O projeto recusado era um drama criminal barra-pesada, politizado e cheio de gírias, que apresentava o gueto do ponto de vista de negros, como Hollywood nunca tinha feito antes. A história acompanhava um gigolô que salvava um ativista Pantera Negra das mãos de policiais racistas e, por isso, precisava se esconder com a ajuda da comunidade e de alguns Hell’s Angels desiludidos. Diante da resistência do estúdio, Van Peebles foi à luta. Conseguiu um empréstimo de US$ 50 mil com o comediante Bill Cosby, após assinar um episódio da série “The Cosby Show”, para escrever, dirigir, produzir, musicar, editar, distribuir e estrelar seu filme do sedutor renegado que enfrentava o sistema. O dinheiro mal dava para começar, mas ele decidiu realizar o trabalho assim mesmo, da forma mais independente possível, sempre à beira da ruína e contando com a ajuda de vários voluntários. Como a produção não tinha apoio de nenhum estúdio, o diretor não conseguiu permissão municipal para filmar nas ruas de Los Angeles. Mas não se importou, rodando várias cenas enquanto fugia da polícia que tentava impedir os trabalhos. Após a miraculosa finalização, o filme continuou a enfrentar obstáculos e não conseguiu classificação indicativa para ser exibido nos cinemas. Recebeu um “X”, classificação usada para pornografia. E Van Peebles transformou mais essa dificuldade em propaganda, imprimindo camisetas com o slogan: “Classificação X… por um comitê totalmente branco”. Mas a classificação “X” criou mesmo problemas com a distribuição, a ponto de Van Peebles só conseguir dois cinemas de filmes adultos, em Atlanta e Detroit, para lançá-lo. Assim mesmo, para conseguir a exibição, precisou se comprometer com uma aposta de que se seu longa rendesse menos bilheteria que os títulos que estavam sendo exibidos, ele pagaria a diferença. As sessões lotaram. E o filme retornou 10 vezes o valor de seu orçamento em 19 dias, criando um boca-a-boca fortíssimo entre o público. Isso levou “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song” a interessar distribuidores de outras cidades e, em pouco tempo, ser exibido em todas as grandes metrópoles com forte presença afro-americana. Ao final do ano, fechou sua bilheteria com mais de US$ 10 milhões de faturamento, tornando-se o filme independente mais bem-sucedido feito até então. Na época, o jornal The New York Times chamou Van Peebles de “o primeiro homem negro no show business a vencer o homem branco em seu próprio jogo”. “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song” abalou Hollywood, mostrando que era possível filmar fora do sistema cinematográfico, e que havia um público sedento por lançamentos como aquele. Foi a deixa para o surgimento de um movimento cultural, batizado de “blaxploitation” por explorar temáticas negras, com histórias passadas no gueto, dirigidas e estreladas por artistas negros, e embaladas por poderosas trilhas de funk. Para dar noção do tamanho do impacto, antes de “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song”, “Shaft” seria um filme sobre um detetive branco. A Warner mudou tudo para pegar carona no fenômeno, criando uma verdadeira franquia blaxploitation. Mas a influência de Van Peebles não foi só cinematográfica. A trilha do longa, criada pelo próprio cineasta, também lançou moda sonora, sendo considerada um dos primeiros protótipos do gênero musical que, anos depois, viria a ser chamado de rap. Seu filme seguinte, “Don’t Play Us Cheap”, foi a adaptação de um musical que ele próprio escreveu e musicou para a Broadway. O espetáculo recebeu indicações para o Tony em 1972, mas o longa não teve o mesmo sucesso, com uma trama centrada nas tentativas frustradas de demônios para acabar com uma festa no Harlem. Ele levou 17 anos para voltar a filmar, fazendo a comédia “Identity Crisis” em 1989, estrelada por seu filho, Mario Van Peebles, como um rapper durão possuído pela alma de um estilista gay de moda. O diretor também comandou o filho em “Gangue do Mal” (1996), sobre um policial negro que descobre uma organização racista dentro de sua delegacia. E encerrou a carreira de diretor com “Confessionsofa Ex-Doofus-ItchyFooted Mutha” em 2007, um filme semibiográfico sobre um aventureiro que viaja o mundo apenas para voltar para casa com histórias para contar. Paralelamente à carreira de cineasta, ela também construiu uma vasta filmografia como ator, aparecendo até em sucessos de Eddie Murphy e Arnold Schwarzenegger, como, respectivamente, “O Príncipe das Mulheres” (1992) e “O Último Grande Herói” (1993). Além disso, foi habitué dos filmes do filho, como o western “Posse” (1993) e o drama histórico “Panteras Negras” (1995). Mario Van Peebles seguiu os passos de Melvin para virar um diretor bem-sucedido. E um de seus filmes mais elogiados foi justamente uma reconstituição das filmagens históricas de “Sweet Sweetback’s Baadasssss Song”, intitulada “O Retorno de Sweetback” (2003), em que interpretou o próprio pai. A filmografia de Melvin Van Peebles foi totalmente restaurada e vai ganhar lançamento em Blu-ray dentro da prestigiosa coleção Criterion na próxima semana nos EUA.

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  • Etc

    Johnny Depp aproveita homenagem para reclamar de seu cancelamento

    22 de setembro de 2021 /

    O Festival de San Sebastian serviu de palco para Johnny Depp voltar à tona e condenar a “cultura do cancelamento” nesta quarta-feira (22/9). O ator americano deu uma entrevista coletiva ao ser homenageado com o Prêmio Donostia, dedicado às realizações profissionais de sua carreira, e aproveitou a oportunidade para desempenhar o papel de vítima. Segundo Depp, “ninguém está a salvo” dos julgamentos “instantâneos”. “Esses movimentos que surgiram, imagino que com a melhor das intenções, saíram do controle e eu posso afirmar: ninguém está a salvo”, disse Depp em coletiva de imprensa. “Nenhum de vocês está salvo, desde que alguém esteja disposto a dizer qualquer coisa. Basta uma frase, não precisa fundamento, e o tapete é puxado. Não é só comigo que aconteceu. Já aconteceu com muita gente”. O detalhe é que a entrevista foi interrompida por alguém que ligou uma gravação com o depoimento da ex-esposa do ator, Amber Heard, descrevendo as agressões sofridas nas mãos de Depp. A gravação veio do julgamento midiático do ano passado, que colocou o relacionamento do casal sob profundo escrutínio judicial, resultando numa sentença que apontou Depp como responsável por agressões no plural contra a ex-esposa durante o casamento. “Que mensagem deseja passar a direção do Festival de San Sebastián? (…) Que as acusações de uma mulher não são confiáveis? (…) Que a arte está acima do bem e do mal?”, questionou a Associação de Mulheres Cineastas e de Meios Audiovisuais (CIMA), numa das muitas condenações à homenagem de San Sebastian. Em resposta, o festival confirmou que pensa igual ao ator, justificando a homenagem como um alerta contra o “linchamento nas redes sociais”. “Depp não foi detido, não foi acusado no tribunal nem condenado por maus-tratos, (então) quando alguém diz que ele é um agressor, esta pessoa está fazendo juízos de valor que vão além daqueles dos juízes”, declarou à AFP o diretor do festival, José Luis Rebordinos. Para dar contexto às palavras de Rebordinos, vale a pena recordar o que disse o juiz Andrew Nicol, responsável pelo processo em que Depp saiu derrotado. “Eu percebi que a grande maioria dos alegados ataques à Sra. Heard pelo Sr. Depp foram comprovados”, disse Nicol. O juiz aceitou 12 dos 14 relatos da atriz como verdadeiros, incluindo a agressão que ela sofreu em sua festa de 30 anos diante da irmã e um outro incidente que a deixou com os olhos roxos. Ele também validou a descrição de Heard de um período de três dias de tortura, com “ataques contínuos e múltiplos”, enquanto o casal estava na Austrália para as filmagens de “Piratas do Caribe 5”. No julgamento, Heard ainda testemunhou que chegou a temer por sua vida, e Depp acabou confessando ter lhe dado uma cabeçada. Isto aconteceu depois que o áudio de uma discussão do casal veio à tona, em que o ator diz: “Eu te dei uma cabeçada na p*** da sua testa. Isso não quebra um nariz”. Resultado de um processo aberto pelo próprio Depp, ao decidir processar um jornal britânico que o chamou de “espancador da esposa”, as duas semanas de julgamento em Londres também revelaram seus hábitos de excessos de drogas, bebidas e seu extravagante estilo de vida, o que prejudicou sua imagem e o levou a ser desligado da franquia “Animais Fantásticos”, derivada do universo de Harry Potter. Para completar, seu último filme finalizado, “Minamata”, foi lançado direto para locação digital, de modo a evitar lhe dar oportunidade de dar qualquer outra declaração polêmica. Após virar judicialmente um “espancador de esposa”, seu único projeto em andamento é a dublagem de uma série animada infantil italiana, intitulada “Puffins”. Outra revelação feita no julgamento foi que o mesmo astro que agora é contra cancelamentos já tentou ser cancelador. O ator se esforçou para fazer a Warner demitir Amber Heard de “Aquaman” como retaliação por seu divórcio e teria ligações com uma campanha de “fãs” para cancelar a atriz nas redes sociais com o mesmo objetivo: tirá-la de “Aquaman 2”. Diante do juiz Andrew Nicol, ele confessou: “Eu estava me sentindo bastante amargo. Eu disse que queria que ela fosse substituída na sequência de ‘Aquaman’”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Festival de San Sebastián (@sansebastianfes)

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  • Filme

    Trailer de novo documentário de Britney Spears revela segredos da tutela

    22 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer do novo documentário sobre a batalha legal de Britney Spears contra a tutela de seu pai Jaime Spears. Intitulado “Britney vs Spears”, o filme foi produzido após “Framing Britney Spears: A Vida de uma Estrela” denunciar o escândalo judicial que representa a tutela da cantora, determinada numa audiência de 10 minutos em 2007 e que perdura até hoje, enriquecendo o pai da artista. Desde então, o caso ganhou novos e dramáticos desdobramentos, culminando na ida de Britney ao tribunal para denunciar o próprio pai por situação análoga à escravidão, por sua vitória ao conseguir trocar o defensor indicado pela corte por um advogado de sua própria escolha e, finalmente, na decisão de Jaime de desistir da tutela da filha. A prévia do documentário de Erin Lee Carr, diretora do célebre “Mamãe Morta e Querida”, que inspirou a minissérie “The Act”, revela acesso privilegiado e exclusivo a vários documentos secretos da tutela, além de números da fortuna controlada por Jaime. O vazamento desses dados pode estar por trás da súbita mudança do pai de Britney em relação à manutenção da tutela. E também ajudam a explicar a decisão do advogado de Britney de ir até o fim no processo. “Britney vs Spears” estreia em 28 de setembro. A história completa de Britney Spears ainda não foi contada. Meu novo filme documental Britney x Spears estreia dia 28 de setembro. pic.twitter.com/9xSfqLM2lw — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 22, 2021 No more secrets. No more silence. pic.twitter.com/rnc32psgyC — Netflix (@netflix) September 22, 2021

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