Rainer Cadete vence ação por danos morais contra a Record
O ator Rainer Cadete venceu uma ação por danos morais contra a Record. A indenização foi fixada em R$ 35 mil e dizem respeito a textos publicados no antigo blog da jornalista Fabíola Reipert no portal R7, entre 2014 e 2016. Em sua ação, o ator, que atualmente está no ar em “Verdades Secretas 2” e na reprise da primeira temporada na Globo, alega que foi vítima de uma “campanha difamatória” com “matérias ofensivas, vexatórias que ridicularizam e violam sua intimidade insinuando que o autor é homossexual e que se aproveita disso para construir sua carreira”. As matérias teriam sido “foram publicadas com o cunho de humilhar e debochar do autor [Rainer Cadete], sem nenhuma crítica, elogio ou constatação acerca de sua carreira”. Nos textos citados, hà alusões ao fato de que Rainer “arrumou uma namorada para aparecer na mídia” e que “ganhou destaque em ‘Verdades Secretas’ por ser unha e carne com o autor Walcyr Carrasco”. O advogado Ricardo Brajterman, que representou Cadete, disse à imprensa: “Meu cliente é um artista completo e formidável, que merece respeito como todo e qualquer cidadão. É inadmissível que um portal que se vende como sendo sério e ético, invente e alardeie mentiras para conquistar audiência, difamando pessoas íntegras e de boa reputação”.
Rodrigo Sant’anna terá série e especial de comédia na Netflix
A Netflix revelou que fará programa duplo com o humorista Rodrigo Sant’anna. A novidade é que ele vai ganhar um especial de comédia, chamado “Cheguei”, que irá tratar sobre sua trajetória. E o projeto se junta a uma atração anteriormente anunciada: um sitcom à moda antiga, intitulado “A Sogra que Te Pariu”. O projeto do sitcom foi anunciado em setembro e será a primeira produção brasileira da Netflix gravada com plateia, visando registrar a reação do público – a claque dos risinhos. Conhecido por papéis femininos, como a Valéria do “Zorra Total” e a Graça do “Tô de Graça”, Sant’anna vai viver mais uma mulher na atração: Dona Isadir, que, durante a pandemia, aluga o seu apartamento no Cachambi, na Zona Norte do Rio de Janeiro, e se muda para a mansão do filho Carlos (Rafael Zulu), na Barra da Tijuca. No entanto, ela terá que aprender a lidar com a nora Alice (Lidi Lisboa). Na casa, Dona Isadir também se relaciona com os netos Jonas e Márcia (Pedro Ottoni e Bárbara Sut) e com a emprega Marinez (Daniela Fontan), que trabalha há anos para a família de seu filho. Importante destacar que o elenco é todo negro, algo ainda muito raro de se ver numa produção brasileira. Criada pelo próprio humorista, a atração conta com direção de Alex Cabral (“Escolinha do Professor Raimundo”) e as gravações já começaram, visando uma estreia em 2022.
Foto da série brasileira “Nada Suspeitos” junta elenco em torno de morte misteriosa
A Netflix revelou uma foto dos atores caracterizados de “Nada Suspeitos”, nova série de comédia nacional que integrou o evento “Mais Brasil na Tela” nesta terça (23/11). Em post nas redes sociais, a plataforma chamou atenção para o elenco – sem citar os nomes dos artistas. O casting eclético reúne atores, humoristas e “influenciadores”, como Fernanda Paes Leme (“Divã a 2”), Maíra Azevedo (“Até o Fim”), Marcelo Médici (“Vai que Cola”), Thati Lopes (“Socorro, Virei uma Garota!”), Romulo Arantes Neto (“Quem Vai Ficar com Mario?”), GKay (“Carnaval”), Silvero Pereira (“Bacurau”), Raphael Logan (“Pacificado”), Gi Uzêda, Dhu Moraes (“Tô de Graça”), Cezar Maracujá (“Os Suburbanos”), Paulo Tiefenthaler (“Coisa mais Linda”) e o veterano Eliezer Motta (que marcou época em “Viva o Gordo”). A sinopse divulgada diz: “Quando três mulheres descobrem que estão envolvidas com o mesmo homem, ele resolve marcar um jantar com as três famílias. Até que é encontrado morto”. Um teaser divulgado anteriormente, quando a produção ainda não tinha título oficial, deu outras informações, que complementam a premissa: “Um crime, um mistério, uma herança, 9 suspeitos… que são uma comédia”. A sátira do gênero “whodunit” (quem matou) é uma criação de César Rodrigues e Leandro Soares, que trabalharam juntos em “Vai que Cola”. Rodrigues também assina a direção dos episódios, em parceria com Duda Vaisman e a produção é da Glaz Entretenimento. Segura esse ✨elenco✨ de Nada Suspeitos, minha nova série de comédia. Quando três mulheres descobrem que estão envolvidas com o mesmo homem, ele resolve marcar um jantar com as três famílias. Até que é encontrado morto.🔪 pic.twitter.com/cjb3X7ubid — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021
Carga Máxima: Netflix revela fotos de seu primeiro filme brasileiro de ação
A Netflix revelou nesta terça-feira (23/11) as fotos de “Carga Máxima”, seu primeiro filme de ação brasileiro. A novidade foi anunciada durante o evento “Mais Brasil na Tela”, dedicado às produções nacionais da plataforma. Na trama, Thiago Martins (“Amor de Mãe”) vive um piloto de Fórmula Truck (corrida de caminhões) que começa a dirigir para uma quadrilha de roubo de cargas a fim de manter sua equipe. Após ser perseguido pela polícia e mal escapar vivo, ele tenta desistir e passa a ser perseguido também pelos bandidos. O elenco ainda inclui Sheron Menezzes (“Novo Mundo”), que viverá outra piloto, Raphael Logam (“Impuros”), Milhem Cortaz (“O Lobo Atrás da Porta”), Evandro Mesquita (“Depois a Louca Sou Eu”) e Paulo Vilhena (“Turma da Mônica: Laços”). O roteiro é de Leandro Soares (“Vai que Cola”) e a direção de Tomás Portella (“Impuros”). A previsão de lançamento é para 2022. Veja abaixo as fotos e o anúncio da produção. Eu tô muito empolgada pra isso aqui 🚚💥 Carga Máxima é meu primeiro filme de ação 100% nacional e o elenco conta com Thiago Martins, Sheron Menezzes, Raphael Logam, Milhem Cortaz, Evandro Mesquita e Paulinho Vilhena. pic.twitter.com/IIdKF88xRX — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021
Netflix fará ficção científica com Bruno Gagliasso
A Netflix anunciou nesta terça-feira (22/11) a produção de seu primeiro filme brasileiro de ficção científica. “Biônicos” tem direção de Afonso Poyart (“Mais Forte que o Mundo: A História de José Aldo”) e, durante o evento “Mais Brasil na Tela”, a plataforma revelou que o projeto já está em desenvolvimento há três anos. “Passamos três anos tentando chegar na melhor versão dessa história, uma concepção visual mais apurada, e o melhor elenco que a gente pudesse conseguir”, explicou Adrien Muselet, diretor de filmes para o Brasil na Netflix. Este elenco é encabeçado por Bruno Gagliasso, nome que vazou em agosto passado sem ser contestado. Outro nomes ventilados são Jéssica Córes (“Cidade Invisível”) e Gabz (“As Seguidoras”), mas a Netflix ainda não oficializou as informações nem liberou nomes adicionais. Em post nas redes sociais, a plataforma divulgou a seguinte sinopse: “Quando o progresso da robótica faz dos atletas paralímpicos as novas estrelas esportivas, Maria sonha em competir contra a irmã. Para isso, ela terá que entrar em um mundo de crime e violência”. As filmagens devem começar em fevereiro e ainda não há previsão de estreia. Se preparem para Biônicos, meu novo filme de ação e ficção científica nacional. 👀 Quando o progresso da robótica faz dos atletas paralímpicos as novas estrelas esportivas, Maria sonha em competir contra a irmã. Para isso, ela terá que entrar em um mundo de crime e violência. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021
Netflix anuncia novas versões brasileiras de realities estrangeiros
A Netflix anunciou novos programas brasileiros em sua linha de reality shows. A programação, na verdade, é importada, com pouca criação no Brasil. Entre as novidades anunciadas na manhã desta terça (23/11) durante o evento “Mais Brasil na Tela”, estão as versões brasileiras de “Iron Chief” e “Queer Eye”. A atriz Fernanda Souza (“Malhação”) será a apresentadora do “Iron Chef Brasil”, reality de gastronomia que é febre nos Estados Unidos. As gravações já começaram em São Paulo, e quatro episódios já estão inteiramente prontos. Mais adiantado, o “Queer Eye Brasil”, que foi anunciado originalmente em fevereiro passado, tem até comercial pronto. O cover brasileiro do “Queer Eye” trará Fred Nicácio, Guto Requena, Rica Benozzati, Luca Scarpelli e Yohan Nicolas transformando a vida de homens em apuros. Além disso, a Netflix confirmou a produção de novos episódios das versões brasileiras de “Casamento às Cegas” e “Brincando com Fogo”, realities lançados neste ano no streaming. Apresentado pelo casal Camila Queiroz e Klebber Toledo, “Casamento às Cegas” mostra um grupo diverso de pessoas que se juntam para descobrir, em sete dias, o amor de suas vidas. O detalhe é que eles não podem se ver. O contato é feito em salas separadas, com as duplas conversando através de uma parede. Eles só poderão se ver caso decidam se casar e façam o pedido. Já “Brincando com Fogo” acompanha solteiras e solteiros de diferentes regiões do Brasil, que são colocados para morar juntos em uma praia paradisíaca, mas sem poder se tocar. Quem conseguir vencer a tentação leva R$ 500 mil. Além destes projetos, há outro produzido em sigilo pela Floresta, que seria o único reality show com DNA brasileiro. Gravado pela apresentadora Eliana Michaelichen, do SBT, chama-se “Ideias a Venda” e foi finalizado em junho. Mas há pouca divulgação do formato até o momento. O que se sabe é que se trata de um programa de empreendedorismo, em que Eliana ajuda os donos das ideias mais criativas a viabilizarem seus negócios. Tá chegando a hora de acompanhar os fabulosos que vão transformar a vida dos brasileiros em Queer Eye Brasil. 💖😍 SÃO ELES: Fred Nicácio, Guto Requena, Rica Benozzati, Luca Scarpelli e Yohan Nicolas. ✨ pic.twitter.com/dIPLqwRVO0 — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021 Os fãs de reality podem criar expectativas, tem mais romances, tretas e pegação vindo aí. Casamento às Cegas: Brasil e Brincando com Fogo Brasil ganharão novas temporadas.🔥🔥🔥 pic.twitter.com/0rF3xKeXfZ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021
Netflix revela teaser da primeira série animada de “O Menino Maluquinho”
A Netflix divulgou nas redes sociais o teaser da primeira série animada do “O Menino Maluquinho”. A adaptação do personagem de Ziraldo foi anunciada na manhã desta terça (23/11) durante o evento “Mais Brasil na Tela”, promovendo as produções nacionais da plataforma. “O Menino Maluquinho” foi originalmente um livro infantil de mesmo nome publicado em 1980, que se tornou um fenômeno de vendas e inspirou o lançamento de histórias em quadrinhos do personagem, publicadas pelas editoras Abril e Globo, de 1989 até 2007. As histórias giram em torno de uma criança alegre e sapeca – ou, como descreve o primeiro parágrafo do livro original, “um menino que tinha o olho maior que a barriga, fogo no rabo e vento nos pés”. Cheio de imaginação, o personagem adora aprontar e viver aventuras com os amigos, e diferencia-se por usar um panelão na cabeça, como se fosse um capacete ou chapéu. Antes da série da Netflix, ele já tinha ganhado duas adaptações live-action para o cinema. Ainda não há previsão para a estreia da série animada. Pode chamar a família toda pra sentar no sofá e assistir A PRIMEIRA série de animação de O Menino Maluquinho. Estreia em breve.❤️🍳 pic.twitter.com/oTrraywRaN — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021
Incêndio da Boate Kiss vai virar minissérie da Netflix
Uma das maiores tragédias da história do Brasil vai virar minissérie da Netflix. A plataforma anunciou nesta terça-feira (23/11) que está desenvolvendo uma produção dramática sobre o incêndio na Boate Kiss, que matou 242 pessoas em Santa Maria, Rio Grande do Sul, em 2013. A história dos sobreviventes e dos familiares foi contada no livro “Todo Dia a Mesma Noite” (2018), da jornalista Daniela Arbex, e agora vai virar uma minissérie em cinco capítulos da Netflix. A novidade foi anunciada na manhã de hoje durante o evento “Mais Brasil na Tela”, promovendo as produções nacionais da plataforma. A escritora estará envolvida no projeto como consultora de roteiro dos cinco episódios, que serão escritos por Gustavo Lipsztein (“O Paciente – O Caso Tancredo Neves”) e dirigidos por Julia Rezende (“Meu Passado Me Condena”). O incêndio na Boate Kiss aconteceu em 27 de janeiro de 2013 causado pelo uso de um artefato pirotécnico em ambiente fechado. Além de custar a vida de 242 pessoas, deixou outras 680 feridas. Segundo as investigações, a casa noturna funcionava com mais pessoas do que a capacidade permitida. Quase nove anos depois, o julgamento dos donos da casa noturna e integrantes da banda que usou pirotecnia ainda não aconteceu. Por coincidência, está marcado para iniciar na semana que vem, dia 1 de dezembro. A minissérie não teve cronograma de produção divulgado, mas o lançamento provavelmente acontecerá no aniversário de 10 anos da tragédia. A minha nova minissérie Todo Dia a Mesma Noite conta a história real do incêndio na Boate Kiss, em Santa Maria – RS, em que 242 pessoas morreram em 2013. A série é baseada no livro da autora Daniela Arbex, que traz mais de 100 entrevistas com pessoas conectadas à tragédia. — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021
“Sintonia” é renovada para 3ª temporada
A Netflix anunciou a renovação de “Sintonia” para sua 3ª temporada. O anúncio foi feito pelas redes sociais nesta terça (23/11), acompanhando imagens inéditas de comemoração do trio protagonista Jottapê Carvalho (MC Doni), Bruna Mascarenhas (Ritinha) e Christian Malheiros (Nando). Os três vivem amigos que cresceram juntos na mesma favela, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências em caminhos muito divergentes, até perceberem que precisam um do outro. A atração produzida por Kondzilla, diretor de clipes de funk e dono do canal do YouTube mais visto do Brasil, teve sua 2ª temporada disponibilizada em 27 de outubro. Não há previsão para a estreia dos novos capítulos. ⚠️ Urgente ⚠️Acabei de sair de uma ligação com a advogada do Nando e ela mandou avisar que Sintonia foi renovada para a 3ª temporada!!! 😎💥 pic.twitter.com/nvZfvIR8xZ — netflixbrasil (@NetflixBrasil) November 23, 2021
Bolsonaro volta a falar da concessão para Globo continuar no ar
Jair Bolsonaro voltou a falar sobre seu possíveis dificuldades para a renovação da concessão da Rede Globo, que vence em outubro de 2022. A insinuação aconteceu num encontro com apoiadores no cercadinho do Palácio do Alvorada, na noite de segunda-feira (22/11). Usando tom de ameaça, Bolsonaro disse: “A Globo tem encontro comigo ano que vem. Encontro com a verdade”. E acrescentou, no seu jeito de fazer uma afirmação para afirmar o oposto em seguida: “Não vou perseguir ninguém. Tem que estar com as certidões negativas em dia, um montão de coisas aí”. Fez ainda um paralelo com a vida militar. “Igual à parada matinal: tem que estar arrumadinho. Ela e qualquer outra empresa.” Bolsonaro começou a ameaçar tirar a Globo do ar em outubro de 2019, numa live exibida logo após uma reportagem do “Jornal Nacional” vincular seu nome às investigações do assassinato da vereadora Marielle Franco. Em meio a várias ofensas, dirigiu-se à emissora em seu melhor estilo truncado: “Temos uma conversa em 2022. Eu tenho que estar morto até lá. Porque o processo de renovação da concessão não vai ser perseguição. Nem pra vocês nem pra TV nem rádio nenhuma. Mas o processo tem que estar enxuto, tem que estar legal. Não vai ter jeitinho pra vocês, nem pra ninguém”. Em maio de 2020, irritado com a cobertura que a Globo vinha fazendo da pandemia do coronavírus, Bolsonaro voltou à carga. “Não vou dar dinheiro para vocês. Globo, não tem dinheiro para vocês. Em 2022… Não é ameaça não. Assim como faço para todo mundo, vai ter que estar direitinho a contabilidade, para que você [Globo] possa ter sua concessão renovada. Se não tiver tudo certo, não renovo a de vocês nem a de ninguém”. Apesar de insistir três vezes naquilo que “não é ameaça não”, Bolsonaro precisa do Congresso para tirar a concessão de funcionamento da Globo. A decisão pela não-renovação tem de ser autorizada por dois quintos do Congresso em votação nominal. E o contestado ainda pode recorrer na Justiça. De todo modo, a insinuação serve de alerta para quem gosta de novela da Globo e ainda não decidiu em quem votar.
Eddie Redmayne diz que “foi um erro” viver transexual em “Garota Dinamarquesa”
O ator Eddie Redmayne disse ter se arrependido de interpretar uma mulher trans no filme “Garota Dinamarquesa”, de 2015. “Fiz com as melhores intenções, mas acho que foi um erro”, declarou em entrevista ao jornal britânico The Sunday Times. Ele ainda acrescentou que “não aceitaria o papel agora”. O ator chegou a ser indicado ao Oscar pelo papel de Lili Elbe, uma das primeiras pessoas a se submeter à cirurgia de redesignação sexual. Na época do lançamento, “Garota Dinamarquesa” foi alvo de críticas por dar o papel a um ator cisgênero, em vez de escalar um ator transexual. Mas o vencedor do Oscar de melhor ator por “A Teoria de Tudo” chegou a defender sua escalação, dizendo que acreditava “ser possível interpretar qualquer tipo de papel com senso de integridade e responsabilidade”. Hoje, Redmayne mudou de opinião. “A maior discussão sobre as frustrações em torno do elenco do filme gira em torno de como muitas pessoas não têm um lugar à mesa. Deve haver um nivelamento, senão vamos continuar tendo esse tipo de debate”, disse. A declaração vem meio à nova polêmica que o envolve indiretamente. O próximo filme estrelado pelo ator, “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”, tem roteiro de J.K. Rowling, a criadora de “Harry Potter”, que ganhou fama de transfóbica nos últimos meses, após uma série de publicações nas redes sociais. Pressionado a se manifestar sobre os tuítes e textos transfóbicos de Rowling no ano passado, Redmayne disse em comunicado: “O respeito pelas pessoas trans continua sendo um imperativo cultural e, ao longo dos anos, tento me educar constantemente. Este é um processo contínuo”. “Como alguém que trabalhou com J.K. Rowling e com membros da comunidade trans, eu queria deixar absolutamente claro com quem estou. Eu discordo dos comentários de Jo. Mulheres trans são mulheres, homens trans são homens e identidades não binárias são válidas. Eu nunca gostaria de falar no nome da comunidade, mas sei quem meus amigos e colegas transexuais estão cansados desse questionamento constante de suas identidades, que muitas vezes resulta em violência e abuso. Eles simplesmente querem viver suas vidas em paz, e é hora de deixá-los viver assim”, completou.
Joey Morgan (1993–2021)
O ator Joey Morgan, que ficou conhecido por seu papel no terrir adolescente “Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”, morreu no domingo (21/11) aos 28 anos de idade, de causa não divulgada. “Isso foi um choque que deixou todos que o amavam devastados, e nós sentiremos muito a falta de Joey. Esperamos que todos entendam que este é um momento doloroso para seus entes queridos, e respeitem as barreiras da privacidade”, disseram seus representantes em comunicado à imprensa. Sua estreia na atuação aconteceu em 2015, no citado “Como Sobreviver a um Ataque Zumbi”, em que deu vida a um dos três escoteiros que enfrentam o apocalipse. Em sua homenagem, o diretor do longa, Christopher Landon, o descreveu no Twitter como um jovem “quieto, engraçado, inteligente e pensativo”, mas que se tornava “magnético” quando as câmeras rolavam. Depois do filme de estreia, Morgan ainda apareceu em “Compadres” (2016), “Flor da Juventude” (2017), “O Acampamento de Férias” (2018) e no sucesso romântico da Netflix “Sierra Burgess é uma Loser” (2018). Seus últimos trabalhos foram o protagonismo da série “Critters: A New Binge” (2019), baseada na clássica franquia trash “Criaturas” no canal pago americano Shudder, e o filme “Max Reload and the Nether Blasters” (2020), um novo terrir em que precisou impedir novamente o apocalipse. Joey Morgan came into my life nearly 9 years ago when I made Scouts. He was quiet, funny, intelligent and thoughtful. And when the cameras rolled he was magnetic. He passed today and the news is heartbreaking. I am honored to have known him. 💔 pic.twitter.com/53GQ0r0YYB — christopher landon (@creetureshow) November 21, 2021
Peter Aykroyd (1955–2021)
O comediante e roteirista Peter Aykroyd, irmão mais novo de Dan Aykroyd (“Os Caça-Fantasmas”), morreu no sábado passado (20/11) aos 66 anos, de causa não revelada. Aykroyd começou a carreira como membro da famosa trupe Second City, aparecendo inclusive na série televisiva de esquetes do grupo em 1978. No ano seguinte, foi para o humorístico “Saturday Night Live”. Ele entrou no elenco do programa três meses após a saída de seu irmão, mas apenas uma temporada, entre 1979 e 1980. Apesar do desencontro no “SNL”, ele fez várias parcerias com o irmão no cinema. Os dois apareceram juntos em filmes como “Doutor Detroit e suas Mulheres” (1983), “Dragnet: Desafiando o Perigo” (1987), “Nada Além de Problemas” (1991, que ele também ajudou a roteirizar) e “Cônicos e Cômicos” (1993). Ele também dublou a versão animada de seu irmão na série de TV baseada no filme “Os Irmãos Cara-de-Pau” (The Blues Brothers). Como roteirista e produtor, ainda criou a série investigativa “PSI Factor: Chronicles of the Paranormal”, que durou quatro temporadas, entre 1996 e 2000. Em suas redes sociais, o “SNL” postou uma homenagem ao ator, com um vídeo de um antigo esquete que ele estrelou no programa. Veja abaixo. Peter Aykroyd 1955-2021 SNL '79-'80 "The Java Junkie" pic.twitter.com/5IJWJTezgz — Saturday Night Live – SNL (@nbcsnl) November 21, 2021












