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Filme, Série

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    Cara Williams (1925–2021)

    12 de dezembro de 2021 /

    A atriz Cara Williams, bombshell ruiva indicada ao Oscar por “Os Acorrentados” (1958), morreu aos 96 anos, informou seu sobrinho-neto, Richard Potter, na noite de sábado (11/12). “Minha tia-avó, que pode ter sido a última atriz sobrevivente da Era de Ouro de Hollywood, morreu na quinta-feira (9/12)”, escreveu ele. Nascida no Brooklyn, Nova York, Bernice Kamiat cresceu tendo o cinema como babá, já que sua mãe trabalhava como manicure ao lado do famoso Albee Theatre. A menina ficava vendo filmes enquanto a mãe cuidava dos clientes e seu pai trabalhava no jornal local. Via várias sessões consecutivas e aprendeu a decorar falas, o que foi um grande ensaio para sua carreira. Seu primeiro papel no cinema veio aos 16 anos de idade, uma pequena participação no faroeste “Cidade Sem Justiça”, de 1941, quando decidiu assumir o pseudônimo de Bernice Kay. Ela manteve o nome por dois filmes, trocando-o para Cara Williams ao completar 18 anos e assinar um contrato de exclusividade com a 20th Century Fox. Como Cara Williams, fez inúmeras figurações em clássicos da Fox dos anos 1940, inclusive no cultuado noir “Laura” (1944), até se destacar como femme fatale em “O Justiceiro” (1947), dirigido pelo mestre Elia Kazan. Mas foi só depois de trocar de estúdio na década seguinte que conseguiu papéis mais proeminentes, chegando a fazer par romântico com Red Skelton na comédia “Roubaram Meu Diamante!” (1954), da MGM. Geralmente escalada em papéis sensuais, ela teve sua fama de ruiva irresistível explorada e sintetizada num famoso número musical do filme “Viva Las Vegas” (1956), que pode ser conferido abaixo. Mesmo quando viveu seu papel mais importante, no drama de Stanley Kramer de 1958, a química teve desempenho importante na trama. Em “Os Acorrentados” (The Defiant Ones), deu vida a uma mãe solteira que tinha a casa invadida por dois presidiários foragidos, interpretados por Sidney Poitier e Tony Curtis. E não demorou a flertar com Curtis, fazendo planos a dois, enquanto enviava Poitier para a morte. Pelo desempenho, recebeu sua única indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante. Curiosamente, sua consagração no cinema a fez seguir para a televisão, onde voltou a se destacar com uma indicação ao Emmy de Melhor Atriz por “Pete and Gladys”. Nesta sitcom, ela vivia a Gladys do título, personagem introduzida (mas nunca vista) na série “December Bride” (1954-1959), onde era sempre mencionada como a esposa problemática de Pete (Harry Morgan), o vizinho dos protagonistas. “Pete and Gladys” durou duas temporadas, de 1960 a 1962, e consagrou o talento humorístico de Williams. Após o fim da série, ela fez participações em “The Red Skelton Show”, retomando a parceria de “Roubaram Meu Diamante!”, e chegou a ganhar seu programa próprio de comédia, “The Cara Williams Show”, que teve 30 episódios entre 1964 e 1965. Mas depois disso teve poucos papéis, incluindo um arco na série “Rhoda” em 1974 e pequenas participações nos filmes “Mulheres de Médicos” (1971) e “O Grande Búfalo Branco” (1977). Ela se despediu do cinema com “The One Man Jury” (1978), em que contracenou com seu filho, John Blyth Barrymore, irmão mais velho da atriz Drew Barrymore, fruto de seu casamento conturbado nos anos 1950 com o ator John Drew Barrymore (1932–2004).

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  • Etc

    Peter Dinklage comenta polêmica de Leandro Hassum em “Amor sem Medida”

    11 de dezembro de 2021 /

    O ator Peter Dinklage, conhecido por ter vivido Tyrion em “Game of Thrones”, comentou a recente controvérsia em torno de “Amor sem Medida”, filme da Netflix em que Leandro Hassum interpreta um homem com nanismo. Apesar da produção ter recebido lançamento internacional, Dinklage soube do filme durante uma entrevista com o jornal brasileiro Folha de S. Paulo, durante a maratona de divulgação de seu novo filme, o musical “Cyrano”. Ele lamentou que um ator normal seja escalado para interpretar um anão, mas considerou o problema estrutural: “Eu vejo filmes do passado e, infelizmente, se algo faz dinheiro, vai ser repetido — estamos falando de uma indústria, afinal”. Dinklage ponderou que o cinema precisa reavaliar a representação dos pares românticos nas telas. “As pessoas bonitas não monopolizaram o amor em si. O amor é universal. Eu sei que gostamos de ir ao cinema para ver gente bonita, mas há muitas outras histórias por aí e elas precisam ser contadas”, avaliou. Entretanto, ele considera a questão ainda mais complicada do ponto de vista de um ator, cujo trabalho é viver pessoas diferentes de si mesmo. “É uma questão muito complicada, porque nós atores precisamos ter muito cuidado para não ofender as pessoas, e ao mesmo tempo nosso trabalho é basicamente interpretar pessoas que não têm nada a ver com a gente. Então isso gera um impasse complicado”. “Amor sem Medidas” foi criticado por sua opção de alterar a altura de Hassum com efeitos especiais, em vez de contratar um ator com nanismo para o papel, além de incluir no roteiro piadas preconceituosas. A situação foi denunciada pela atriz Juliana Caldas, que tem nanismo e ficou conhecida pelo papel de Estela Montserrat na novela “O Outro Lado do Paraíso” (2017). “Eu não me senti em momento nenhum do filme representada”, ela desabafou no Instagram. “Primeiro, porque a pessoa que faz o personagem que tem nanismo… O ator não tem nanismo, que é o próprio Leandro Hassum. Eles fizeram computação gráfica, diminuíram (o Hassum) em computação gráfica, essas coisas, para mostrar que ele tem baixa estatura. E, depois disso, a maior parte do filme tem piadas totalmente capacitistas, totalmente preconceituosas e que, cara… Não dá para aceitar hoje em dia!”, apontou. “Ele [Hassum] tenta fazer rir, mas eu não ri em nenhum momento. É cansativo ter que explicar o óbvio, o simples, explicar que, a partir do momento em que uma piada ou frase fere o outro, não é legal”, finalizou Juliana, cobrando mais empatia dos produtores e do público.

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  • Série

    Trailer da 6ª temporada de “Billions” tem novo antagonista

    11 de dezembro de 2021 /

    O canal pago americano Showtime divulgou o trailer da 6ª temporada de “Billions”, que destaca a intensificação da guerra entre Rhoades (Paul Giamatti) e Prince (Corey Stoll). Stoll assumiu o papel de vilão principal da série após a despedida de Damian Lewis na temporada passada. Ele interpretou o protagonista Bobby Axelrod, também conhecido como Axe, por cinco temporadas e encerrou sua participação no capítulo final do quinto ano da produção. “Billions” não foi a primeira série da Showtime que se despediu de Lewis antes de chegar ao fim. Ele também saiu de “Homeland” em 2013, após três temporadas, mas a série só acabou no ano passado, na 8ª temporada. Criada pelo jornalista Andrew Ross Sorkin e pelos roteiristas Brian Koppelman e David Levien (ambos de “Aposta Máxima”), “Billions” encanta a crítica americana (89% de aprovação no Rotten Tomatoes) e tem público cativo, que se mantém acima dos 700 mil telespectadores ao vivo desde a 2ª temporada. Os novos episódios estreiam em 23 de janeiro nos EUA. No Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix.

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  • Filme

    Disney revela sinopse e primeira imagem de sua próxima animação

    11 de dezembro de 2021 /

    Próxima animação produzida pela Disney, “Strange World” ganhou sinopse, logotipo e primeira imagem. As novidades, que preveem uma grande aventura pelo desconhecido, foram reveladas pelo Twitter oficial do estúdio. Segundo a sinopse, a trama acompanha “uma viagem profunda em uma terra desconhecida e traiçoeira onde vivem criaturas fantásticas”. Dirigido por Don Hall, responsável pelos sucessos “Operação Big Hero” (2014), “Moana” (2016) e “Raya e o Último Dragão” (2021), o filme tem roteiro de Qui Nguyen, que escreveu “Raya” e agora também assina como codiretor. “Strange World” tem perspectiva de lançamento no final de 2022. A primeira imagem de "Strange World" da Walt Disney Animation Studios. Uma viagem profunda em uma terra desconhecida e traiçoeira onde vivem criaturas fantásticas. Dirigido por Don Hall, codirigido e escrito por Qui Nguyen e produzido por Roy Conli, “Strange World” chega em 2022. pic.twitter.com/Ht6pIwdAIF — WaltDisneyStudiosBR (@DisneyStudiosBR) December 9, 2021

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  • Filme

    “Matrix Resurrections” revela cena com imagens do primeiro “Matrix”

    11 de dezembro de 2021 /

    A Warner Bros. divulgou uma cena inédita de “Matrix Resurrections”, que curiosamente inclui cenas do primeiro “Matrix”. “Nada melhor para a ansiedade que uma pequena nostalgia”, explica o personagem de Yahya Abdul-Mateen II (“Watchmen”) para Neo (Keanu Reeves) sobre a justaposição de imagens. Escrito e dirigido por Lana Wachowski, cocriadora da franquia original, o filme também traz de volta os personagens de Trinity (Carrie-Anne Moss), Niobe (Jada Pinkett Smith), Merovingian (Lanbert Wilson), agente Johnson (Daniel Bernhardt), além de incluir novos papéis vividos por Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), Priyanka Chopra (“Quantico”), Christina Ricci (“A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça”) e quatro atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Eréndira Ibarra, Brian J. Smith, Max Riemelt e Toby Onwumere. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, mesmo dia do lançamento nos EUA.

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  • Música,  Série

    Diretor de “A Bela e a Fera” prepara minissérie sobre Frank Sinatra

    11 de dezembro de 2021 /

    A vida de um dos maiores artistas do século 20 vai virar minissérie. O diretor Bill Condon (“A Bela e a Fera”) está desenvolvendo uma produção sobre Frank Sinatra, e já obteve autorização para utilizar o catálogo musical do cantor. A produção está a cargo de Tina Sinatra, filha do cantor, em parceria com Condon, o estúdio Lionsgate Television e a gravadora Universal Music Group. Ainda sem canal de exibição definido, o projeto vem recebendo ofertas de várias plataformas de streaming, num dos leilões mais disputados do mercado em 2021. Condon vai escrever, dirigir e servir como showrunner da atração, que pretende traçar um painel abrangente da vida de Sinatra, desde seu começo humilde como filho de imigrantes italianos em Nova Jersey, passando pela notável carreira musical e de cinema, seu famoso grupo de amigos – o Rat Pack – , a vida amorosa marcada por uma série de relacionamentos com estrelas de Hollywood como Ava Gardner, Mia Farrow, Judy Garland, Lauren Bacall, Marilyn Monroe e Angie Dickinson, além de suas supostas ligações com a Máfia, que foram investigadas pelo FBI. Sinatra já foi tema de minissérie anteriormente. Intitulada “Sinatra – A Música Era Apenas o Começo”, a atração produzida em 1992 trouxe Philip Casnoff no papel principal. Além desse projeto, Martin Scorsese planejou por vários anos um filme biográfico com Leonardo DiCaprio no papel do cantor de voz de veludo e olhos azuis. Entretanto, a família de Sinatra nunca autorizou as filmagens, preocupada com o fato de Scorsese ser conhecido como diretor de filmes de máfia. As supostas conexões criminais do cantor, que teriam sido responsáveis por emplacá-lo em Hollywood, são um tema sensível para os herdeiros.

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  • Série

    HBO considera reviver a série clássica “A Sete Palmos”

    11 de dezembro de 2021 /

    A série clássica “A Sete Palmos” (Six Feet Under), exibida pela HBO entre 2001 e 2005, deve ganhar uma sequência. Segundo a revista Variety, a produção ainda não tem formato indefinido e pode ser tanto um reboot quanto uma continuação direta da trama original. Criada por Alan Ball, que depois desenvolveu “True Blood”, “A Sete Palmos” foi um dos primeiros hits da HBO e seu final entrou para a história da televisão, considerado por muitos críticos como o melhor final de série de todos os tempos. A notícia da nova produção não deve agradar quem acha o fim original perfeito. A série girava em torno da Família Fisher, dona de uma funerária em Los Angeles, mostrando seus problemas afetivos em meio a velórios e funerais. Misturando dramaticidade mórbida com tom de comédia sombria, a atração teve cinco temporadas, totalizando 63 episódios, e completou 20 anos de seu lançamento no começo de 2021. O elenco fantástico destacava Michael C. Hall (“Dexter”), Peter Krause (“9-1-1”), Lauren Ambrose (“Servant”), Frances Conroy (“American Horror Story”), Mathew St. Patrick (“Sons of Anarchy”), Freddy Rodriguez (“Bull”) e Rachel Griffiths (“Brothers and Sisters”), além de incluir participações recorrentes de Richard Jenkins (“A Forma da Água”), Jeremy Sisto (“FBI”), Justina Machado (“One Day at a Time”), Lili Taylor (“Perry Mason”), James Cromwell (“O Artista”), Ben Foster (“A Qualquer Custo”), Kathy Bates (“American Horror Story”), Peter Facinelli (“Crepúsculo”) e Rainn Wilson (“The Office”). A nova produção está em fase de pitching, com análise de abordagens diversas trazidas por escritores diferentes à HBO. Caso uma das ideias agrade, um roteiro será encomendado. Isto significa que revival/reboot ainda está longe de ter um piloto encomendado para avaliação de seu potencial. Se passar por todas as fases e tiver as gravações autorizadas, a série será produzida novamente por Alan Ball, que, entretanto, não pretende escrever nenhum episódio. Relembre abaixo o trailer da série.

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  • Filme

    “Quo Vadis, Aida?” é eleito Melhor Filme Europeu do ano

    11 de dezembro de 2021 /

    O filme bósnio “Quo Vadis, Aida?” foi eleito o Melhor Filme Europeu do ano pela Academia Europeia de Cinema. Em cerimônia realizada neste sábado (11/12) em Berlim, a premiação do European Film Awards (EFA), considerada o “Oscar europeu”, consagrou o longa da diretora Jasmila Zbanic com um total de três troféus. Além de Melhor Filme, “Quo Vadis, Aida?” venceu nas categorias de Direção e Atriz (Jasna Đuričić).     Quo Vadis, Aida?   A obra denuncia o genocídio cometido por sérvios durante as guerras de independência da antiga Iugoslávia, recriando o massacre de Srebrenica em 1995 sob o ponto de vista de uma tradutora da ONU, que tenta aproveitar seu acesso privilegiado para tentar salvar sua família do assassinato em massa de cidadãos bósnios. Tenso, angustiante e brilhante, chegou a disputar o Oscar de Melhor Filme Internacional neste ano, além de ter vencido 20 prêmios internacionais.     Meu Pai   Das quatro indicações que disputava no evento da Academia Europeia, “Quo Vadis, Aida?” só não venceu Melhor Roteiro, troféu que foi para Christopher Hampton e Florian Zeller por “Meu Pai”. O roteirista português e o cineasta francês já tinham vencido o Oscar nesta categoria. Assim como o ator inglês Anthony Hopkins, que depois da conquista da Academia dos EUA também foi agraciado com o European Film Award por seu desempenho como personagem-título de “Meu Pai”, um homem com Alzheimer, incapaz de diferenciar presente, passado e situações de sua vida.     Flee   Outro destaque da premiação foi o documentário animado “Flee”, do cineasta dinamarquês Jonas Poher Rasmussen, que venceu as duas categorias de seu formato híbrido: Melhor Documentário e Melhor Animação. A história real de um refugiado chamado Amin já tinha conquistado 33 prêmios, incluindo Melhor Documentário Internacional no Festival de Sundance e Melhor Animação no Festival de Annecy. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do EFA 2021.     Great Freedom   Melhor Filme “Quo Vadis, Aida?”, de Jasmila Zbanic (Bósnia e Herzegovina) Melhor Comédia “Ninjababy”, de Yngvild Sve Flikke (Noruega) Melhor Documentário “Flee”, de Jonas Poher Rasmussen (Dinamarca, França) Melhor Animação “Flee”, de Jonas Poher Rasmussen (Dinamarca, França) European Discovery – Prêmio da Crítica “Bela Vingança”, de Emerald Fennell (EUA, Reino Unido) Melhor Direção Jasmila Zbanic, por “Quo Vadis, Aida?” Melhor Atriz Jasna Đuričić, em “Quo Vadis, Aida?” Melhor Ator Anthony Hopkins, em “Meu Pai” Melhor Roteiro Florian Zeller e Christopher Hampton, por “Meu Pai” Melhor Fotografia Crystel Fournier, por “Great Freedom” (Áustria, Alemanha) Melhor Edição Mukharam Kabulova, por “Unclenching the Fists” (Rússia) Melhor Design de Produção Márton Ágh, por “Natural Light” (Hungria, Letônia, França) Melhor Figurino Michael O’Connor, por “Ammonite” (Reino Unido) Melhor Maquilhagem e Cabelos Flore Masson, Olivier Afonso e Antoine Mancini, por “Titane” (França) Melhor Trilha Sonora Nils Petter Molvær e Peter Brötzmann, por “Great Freedom” Melhor Som Gisle Tveito e Gustaf Berger, por “The Innocents” (Noruega, Suécia, Dinamarca) Melhores Efeitos Especiais Peter Hjorth e Fredrik Nord, por “Lamb” (Islândia, Suécia) Prémio Universitário “Flee” EFA Award de Inovação Narrativa “Small Axe”, de Steve McQueen (Reino Unido) EFA Award de Conquista Europeia no Cinema Mundial Susane Bier (Dinamarca) EFA Award de Conquistas da Carreira Márta Mészáros (Hungria) Melhor Curta-Metragem “My Uncle Tudor”, de Olga Lucovnicova (Bélgica, Portugal)

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  • Série

    Claire Foy vive duquesa escandalosa em trailer de minissérie britânica

    11 de dezembro de 2021 /

    A BBC divulgou o trailer de “A Very British Scandal”, minissérie que traz Claire Foy, a primeira Rainha Elizabeth de “The Crow”, de volta à aristocracia britânica. Sequência temática de “A Very English Scandal”, a série de três episódios gira em torno do divórcio do Duque e da Duquesa de Argyll, um dos casos legais mais notórios, extraordinários e brutais do Reino Unido no século 20. Foy interpreta a Duquesa e Paul Bettany (o Visão de “WandaVision”) vive o Duque. O divórcio dos anos 1960 ficou famoso por incluir acusações de falsificação, roubo, violência, uso de drogas, gravações secretas, suborno e até uma foto Polaroid de sexo explícito. A série examinará como a Duquesa se recusou a sair de cena em silêncio quando foi traída por seus amigos e publicamente envergonhada por uma sociedade que se deleitou com sua queda em desgraça. Quem assina o projeto é a roteirista-produtora Sarah Phelps, que fez “A Very English Scandal” (junto com Russell T. Davies) em 2018, sobre outro escândalo midiático: o assassinato do amante gay (Ben Whishaw) do líder do Partido Liberal Britânico, Jeremy Thorpe (Hugh Grant). Ben Whishaw ganhou o Emmy, o Globo de Ouro e o BAFTA TV pela performance. A direção da nova série é da norueguesa Anne Sewitsky (“Black Mirror”) e a estreia está marcada para 26 de dezembro no Reino Unido. No Brasil, a produção deve ser lançada pela Globoplay.

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  • Série

    Mark Hamill entra na nova série de terror do cineasta de “Missa da Meia-Noite”

    11 de dezembro de 2021 /

    O diretor Mike Flanagan anunciou o elenco de seu novo terror para a Netflix. Após a minissérie “Missa da Meia-Noite” (2021), ele vai voltar ao tema das casas mal-assombradas, que geraram “A Maldição da Residência Hill” (2018) e “A Maldição da Mansão Bly” (2020), para adaptar o clássico da literatura gótica “A Queda da Casa Usher”, de Edgar Allan Poe. Intitulada em inglês “The Fall of the House of Usher”, a minissérie conta com Mark Hamill (o Luke Skywalker de “Star Wars”), Mary McDonnell (“Battlestar Galactica”), Carl Lumbly (“Supergirl”) e colaboradores frequentes do cineasta, como Henry Thomas, Carla Gugino, Rahul Kohli e Kate Siegel, que trabalharam juntos em “A Maldição da Mansão Bly” e “Missa da Meia-Noite”, entre um total de 21 nomes revelados. Já o papel principal caberá a Frank Langella (“Os 7 de Chicago”) em seu primeiro terror deste século – desde “O Último Portal” (1999), de Roman Polanski. O ator veterano, que já viveu Drácula em 1979, dará vida a Roderick Usher, papel famosamente interpretado por Vincent Price na adaptação dirigida por Roger Corman em 1960. Além de produzir e escrever, Flanagan também deve dirigir quatro dos oito episódios da nova atração. Publicado em 1893, o conto de Poe é um mergulho na loucura, isolamento e identidades metafísicas, que gira em torno de uma visita à casa de Roderick Usher, onde os irmãos moradores encontram-se sob uma estranha maldição. A obra já ganhou várias adaptações no cinema. A mais antiga foi produzida em 1928 com roteiro do mestre do surrealismo Luis Buñuel. A mais famosa chegou aos cinemas em 1960, com o título brasileiro de “O Solar Maldito” e é considerada a obra-prima da carreira do diretor Roger Corman e do ator Vincent Price. Não há previsão para o lançamento da versão de Flanagan.

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  • Filme

    Florence Pugh e Rami Malek entram no novo filme de Christopher Nolan

    11 de dezembro de 2021 /

    Os atores Florence Pugh (“Viúva Negra”) e Rami Malek (“007 – Sem Tempo para Morrer”) tornaram ainda mais grandioso o elenco de “Oppenheimer”, novo filme do diretor Christopher Nolan (“Tenet”). Eles se juntaram a Cillian Murphy, Emily Blunt (ambos de “Um Lugar Silencioso – Parte II”), Matt Damon (“Jason Bourne”) e Robert Downey Jr. (“Homem de Ferro”) na produção, que também anunciou na sexta-feira (10/12) Benny Safdie (“Bom Comportamento”). Além de dirigir, Nolan assina o roteiro do longa, uma adaptação do livro “American Prometheus: The Triumph and Tragedy of J. Robert Oppenheimer”, de Kai Bird e Martin J. Sherwin. Publicado em 2005, o livro venceu o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno da criação da bomba atômica nos EUA, com Murphy no papel do cientista J. Robert Oppenheimer, que chefiou o projeto, e Blunt como sua esposa, Katherine “Kitty” Oppenheimer. Pugh interpretará Jean Tatlock, integrante do Partido Comunista dos Estados Unidos que teve um caso ocasional com Oppenheimer e despertou grandes preocupações de segurança no governo. Malek e Safdie interpretam cientistas, com o segundo escalado como Edward Teller, o físico húngaro conhecido como o pai da bomba de hidrogênio. Damon, por sua vez, vive o tenente-general Leslie Groves, diretor militar do Projeto Manhattan, que criou a bomba atônica, enquanto Downey interpreta Lewis Strauss, o infame presidente da Comissão de Energia Atômica que iniciou audiências que questionaram a lealdade de Oppenheimer aos Estados Unidos e revogaram sua autorização de segurança para trabalhar no projeto nuclear do país, transformando o cientista numa vítima da extrema direita macarthista dos anos 1950. “Oppenheimer” também será o primeiro longa de Nolan produzido pela Universal Pictures, após duas décadas de parceria do diretor com a Warner Bros. Embora seja um drama biográfico, a Universal está descrevendo o projeto como um “thriller épico” sobre “o paradoxo pulsante do homem enigmático que deve arriscar destruir o mundo para salvá-lo”. A estreia está marcada para julho de 2023, próximo da data que marca o aniversário da explosão da bomba sobre Hiroshima.

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    Cenas inéditas de “King’s Man: A Origem” destacam luta contra Rasputin

    11 de dezembro de 2021 /

    O 20th Century Studios divulgou duas cenas inéditas legendadas de “King’s Man: A Origem”, com destaque para a luta-balé travada entre o personagem de Djimon Honsou (“Capitã Marvel”) e o vilão Rasputin, vivido por Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”). O novo lançamento é um prólogo da franquia “Kingsman”, baseada nos quadrinhos de Mark Millar, e se passa na época da 1ª Guerra Mundial. A trama conta a origem da agência de espionagem britânica fundada nos fundos de uma alfaiataria de Londres. O filme é estrelado por Ralph Fiennes (o M da franquia “James Bond”) como o Duque de Oxford, o líder dos Kingsman, e Harris Dickinson (“Mentes Sombrias”) como seu filho e aprendiz. Além deles, os primeiros Kingsman também incluem Gemma Arterton (“Mistério no Mediterrâneo”) e o citado Djimon Honsou. Mas o elenco grandioso ainda tem muitos outros famosos, como Matthew Goode (“The Crown”), Charles Dance (“Godzilla II: O Rei dos Monstros”), Aaron Taylor-Johnson (“Vingadores: Era de Ultron”), Daniel Brühl (“Falcão e o Soldado Invernal”), Stanley Tucci (“Jogos Vorazes”) e Tom Hollander (“Piratas do Caribe”) como o Rei da Inglaterra. Novamente escrito por Jane Goldman e dirigido por Matthew Vaughn, responsável pelos dois “Kingsman” anteriores, “King’s Man: A Origem” estreia em 23 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.

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  • Filme

    “O Beco do Pesadelo” assume clima de terror em novos trailers

    11 de dezembro de 2021 /

    A Searchlight Pictures divulgou dois novos trailers de “O Beco do Pesadelo” (Nightmare Alley), filme noir repleto de estrelas de Guillermo Del Toro, vencedor do Oscar por “A Forma da Água”. Uma das novas prévias tem clima de terror, enquanto a outra apresenta com mais detalhes a história e os personagens de péssimo caráter. O filme é uma adaptação do livro homônimo de William Lindsey Graham, publicado em 1946 e que já foi transformado num clássico do cinema noir, batizado no Brasil como “O Beco das Almas Perdidas” (1947). A primeira adaptação cinematográfica acompanhava um vigarista (Tyrone Power em 1947) que entra num circo para aprender os truques de uma falsa vidente (Joan Blondell). Como ela se recusa a contar seus segredos, ele decide fragilizá-la, tornando-a viúva. Mas acaba se envolvendo com uma jovem assistente Molly (Coleen Gray) e é expulso do circo. Mesmo assim, ele segue em frente com o golpe de vidente, até conhecer uma psicóloga pilantra (Helen Walker) que grava as confissões de seus pacientes. E aí percebe que pode tornar seu truque ainda mais convincente e extorquir uma clientela exclusiva com estas informações. O final é extremamente sombrio. O próprio Del Toro assina o roteiro da adaptação em parceria com Kim Morgan (“O Quarto Proibido”). Mas ainda não está claro o quanto seu filme será fiel à obra original. Na nova versão, o papel principal ficou com Bradley Cooper (“Nasce uma Estrela”), a vidente é vivida por Toni Colette (“Hereditário”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”) tem o papel da psicóloga. A produção também permite o reencontro entre Blanchett e Rooney Mara após “Carol”. A última tem o papel de assistente e interesse romântico do protagonista. O elenco grandioso ainda inclui David Strathairn (“The Expanse”), Ron Perlman (o Hellboy dos filmes do diretor), Mary Steenburgen (“Zoey e sua Fantástica Playlist”), Richard Jenkins (“A Forma da Água”), Paul Anderson (“Peaky Blinders”), Jim Beaver (“Supernatural”), Holt McCallany (“Mindhunter”), Clifton Collins Jr. (“Westworld”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”) e David Hewlett (“Stargate: Atlantis”). Bastante elogiado pela crítica norte-americana, o filme já apareceu em algumas listas de melhores do ano. A estreia está marcada para a próxima sexta (17/12) nos EUA, mas apenas em 27 de janeiro no Brasil.

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