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  • Etc

    Alan Moore, criador de “Watchmen” e “V de Vingança”, escreve carta em apoio a Lula

    28 de outubro de 2022 /

    O lendário escritor inglês de quadrinhos Alan Moore, responsável por clássicos como “Watchmen” e “V de Vingança”, publicou uma carta sobre as eleições brasileiras, em que se manifesta a favor de Luiz Inácio Lula da Silva. Republicada pela página Alan Moore BR, de fãs brasileiros do escritor no Facebook, a carta foi confirmada como autêntica por Leah Moore, filha do artista. “Ele me disse na quinta-feira à noite que tinha ficado acordado até as 3 da manhã da noite anterior escrevendo e estava muito orgulhoso disso. É legítimo”, comentou Leah no Twitter. No texto, Alan Moore reforça a necessidade de proteger o meio ambiente e lamenta a cultura pró-armas de Jair Bolsonaro. “Estamos exaurindo rapidamente nossas chances derradeiras de salvar o planeta e seus povos”, ele diz. O autor critica ainda o que considera constantes ataques do presidente “aos povos indígenas do Brasil, aos homossexuais e aos direitos das mulheres”. “Na qualidade de anarquista, existem pouquíssimos líderes políticos que eu seria completamente capaz de tolerar, e menos ainda os que eu poderia endossar”, diz Alan. Na sequência, ele elogia o candidato petista. “Mas por tudo que soube e li a respeito, Luiz da Silva, o Lula, parece ser um indivíduo tão raro. Suas políticas parecem ser justas, humanas e concretizáveis e, da forma como entendo, ele se comprometeu a reverter muitas das decisões mais desastrosas de Bolsonaro.” He told me on thursday night he had stayed up till 3am writing it the night before, and he was really proud of it. Its legit. — Leah Moore (@leahmoore) October 28, 2022

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  • Etc

    Regina Duarte é classificada como difusora de fake news pelo Instagram

    28 de outubro de 2022 /

    A atriz Regina Duarte teve seu perfil no Instagram restrito por publicação de notícias falsas. Durante esta sexta-feira (28/10), quem tentou seguir a página da ex-secretária especial da Cultura do governo Bolsonaro se deparou com um alerta: “Tem certeza de que deseja seguir Regina Duarte? Esta conta publicou repetidamente informações falsas que foram analisadas por verificadores de fatos independentes ou que eram contra nossas Diretrizes da Comunidade.” O aviso foi retirado no final do dia, mas vários posts de sua página foram borrados e marcados como fake news. Além disso, o Instagram tirou o perfil oficial da atriz de sua ferramenta de busca, dificultando o acesso a sua página. Apenas quem já conhece o endereço ou o pesquisa pelo Google consegue chegar à sua página. As restrições também impedem Regina Duarte de ser marcada ou mencionada por outras contas. “Usamos tecnologia e feedback da nossa comunidade para identificar publicações e contas que possam conter informação falsa. Também trabalhamos com verificadores de fatos independentes no mundo todo que analisam conteúdo em mais de 60 idiomas”, diz o Instagram sobre suas políticas em relação a informações falsas. A plataforma também lista medidas que são adotadas “quando os verificadores de fatos independentes identificam informação falsa, conteúdo alterado ou conteúdo sem contexto”, que incluem várias penalizações, incluindo a desativação completa das contas que persistirem em difundir mentiras ou descumpram as Diretrizes da Comunidade. Regina Duarte não se pronunciou sobre as restrições impostas pelo Instagram. Poucas horas depois de ter seu perfil restrito, ela postou um vídeo na cozinha com uma amiga portuguesa vestida com uma camisa amarela, ensinando a tradicional receita de Punheta de Bacalhau.

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  • Série

    HBO Max cancela série de Pedro Cardoso após briga nos bastidores

    28 de outubro de 2022 /

    A série “Área de Serviço”, criada por Pedro Cardoso (“A Grande Família”) e sua mulher, Graziella Moretto (“O Signo da Cidade”), foi cancelada pela HBO Max. Oficialmente, o motivo foi o mesmo que levou ao cancelamento de “Batgirl”: uma reavaliação geral do conteúdo, visando contenção de despesas após a fusão da Warner e a Discovery. Assim como “Batgirl”, a produção estava bastante adiantada. Todos os episódios já tinham sido gravados visando uma estreia em 2023. Mas seus bastidores eram os mais tumultuados da empresa, com Cardoso chegando a acusar produtores e funcionários da Warner de “roubar” a série. Em agosto passado, o ator publicou um vídeo no Instagram em que disse que ele e Moretto tiveram “a liderança da autoria da série roubada pela Dueto Produções com a conivência de funcionários da WarnerMedia”. No vídeo longo, de 13 minutos, Cardoso afirmou que ele e a esposa haviam convidado a Dueto para atuar como coprodutora de “Área de Serviço”, que tira sarro de diferenças sociais. No entanto, acusa Monique Gardenberg, sócia da Dueto, de alijá-lo do projeto e se promover a diretora-geral da série, com direito ao corte final, após negociação secreta com a empresa proprietária da HBO Max. O casal teria sido reduzido a meros atores no projeto, sem maior participação criativa na série que, segundo Cardoso, eles próprios haviam criado. “Graziella e eu nos tornamos empregados do trabalho que nós tínhamos feito. Já não é isso um roubo?”, diz o ator no vídeo. O ator cita Silvia Fu, diretora sênior de conteúdo na Warner, e os diretores Homero Olivetto, Olivia Guimarães e Dani Braga, contratados pela Dueto, como os responsáveis pela “destruição da série” ao cortarem cenas, não entenderem o jogo entre os personagens e perderem tempo com “inutilidades”. O ator afirma ainda que tem provas das denúncias que faz e não hesitará em trazê-las a público. “Área de Serviço” deveria acompanhar Jacinto, brasileiro criado em Portugal, que volta ao país e se hospeda na mansão de uma tia, onde passa a conviver com os empregados dela e vive situações inusitadas. Cardoso descreve a série como “um projeto em defesa da democracia e uma denúncia das razões maiores do eterno fascismo brasileiro”. “É um crime que esse projeto tenha sido destruído. Um crime contra Graziella e contra mim, mas também um crime contra o interesse público”, acrescentou o ator de 60 anos no vídeo, afirmando que esses problemas poderiam antecipar sua aposentadoria. Ele não disse se pretende ir à Justiça para reaver os direitos de “Área de Serviço”. O detalhe é que esta não foi a única confusão envolvendo a série. Em maio, a coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, revelou que parte da equipe havia se demitido após o envio de uma carta aberta denunciando “situações de abuso no set que foram se intensificando ao longo de semanas” e que, apesar de apelos, não foram resolvidas. No Instagram, Cardoso não abordou o ocorrido, mas disse que certamente seus opositores o acusarão de despotismo. A produção de “Área de Serviço” começou em novembro do ano passado. As gravações dos episódios, por sua vez, iniciaram em janeiro e foram concluídas. Após o ataque de Cardoso à Dueto, a produtora Monique Gardenberg afirmou em comunicado que se manifestaria sobre as acusações “na instância judicial”. “Foi o carinho que tínhamos por Pedro e Graziella que nos fez abraçar a série. Em 40 anos de história, a Dueto construiu uma trajetória de sucesso, credibilidade e respeito e jamais se envolveu em qualquer litígio. Pelo nível de agressão e desrespeito conosco e membros da equipe, não nos manifestaremos publicamente. Nossa manifestação se dará na instância judicial, onde Pedro terá oportunidade de expor suas alegações”, disse em nota. Cardoso e Graziella ainda não se manifestaram sobre o cancelamento oficial de “Área de Serviço”.

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  • Filme

    Jeff Goldblum negocia viver o Mágico de Oz em “Wicked”

    28 de outubro de 2022 /

    O ator Jeff Goldblum (“Jurassic World: Domínio”) abriu negociações com a Universal Pictures para viver o Mágico de Oz na adaptação do musical “Wicked”. Um dos musicais de maior sucesso da Broadway, em cartaz desde 2003, “Wicked” é uma espécie de prelúdio de “O Mágico de Oz”, que reconta a história clássica sob a ótica de Elphaba, a Bruxa Má do Oeste. O enredo apresenta eventos que se passam antes e após a chegada de Dorothy em Oz, mostrando que toda história tem diversos pontos de vista. Caso assine o contrato, Goldblum vai se juntar no elenco às atrizes-cantoras Cynthia Erivo (“Genius: Aretha”) e Ariana Grande (“Sam & Cat”), intérpretes das bruxas Elphaba e Glinda, respectivamente, além de Jonathan Bailey (“Bridgerton”), escalado como Fiyero, o interesse romântico de Elphaba. A direção está a cargo de Jon M. Chu (“Em um Bairro de Nova York”), que já anunciou planos de dividir o longa em duas partes, com a primeira prevista para chegar aos cinemas em dezembro de 2024.

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  • Filme

    Florence Pugh vai estrelar primeiro filme dirigido por Alexander Skarsgård

    28 de outubro de 2022 /

    A estrela britânica Florence Pugh (“Viúva Negra”) fechou contrato para estrelar o thriller psicológico “The Pack”, que marcará a estreia do ator sueco Alexander Skarsgård (“O Homem do Norte”) como diretor. Skarsgård também co-estrela o filme, que segue um grupo de documentaristas no deserto do Alasca em um esforço para salvar uma espécie quase extinta de lobos. Mas a trama não evolui como um drama de bichinhos. Quando a equipe é reunida em uma prestigiosa cerimônia de premiação, as tensões aumentam enquanto uma verdade mortal ameaça destruir seu trabalho. A equipe sobreviveu aos elementos severos da natureza, mas um segredo que eles compartilham pode acabar com suas vidas. A história foi escrita por Rose Gilroy (“Project Artemis”) e as filmagens vão começar em março. Skarsgård só dirigiu um curta-metragem antes, e bem no começo de sua carreira – em 2003, antes de ir para os EUA estrelar as séries “Generation Kill” e “True Blood”. Mas recentemente vinha se interessando mais por funções de bastidores. Ele produziu “O Homem do Norte”, de Robert Eggers, e “Infinity Pool”, de Brandon (filho de David) Cronenberg, que ainda não tem previsão de estreia. Atualmente em cartaz em “Não Se Preocupe, Querida”, Pugh será vista a seguir em “The Wonder”, de Sebastián Lelio, que estreia em 16 de novembro na Netflix, e tem várias produções encaminhadas, incluindo “Duna: Parte 2”, de Denis Villeneuve, “Oppenheimer”, de Christopher Nolan, e o filme de super-heróis “Thunderbolts”, da Marvel.

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  • Série

    Aaron Taylor-Johnson entra no filme da série “Duro na Queda”

    28 de outubro de 2022 /

    O ator Aaron Taylor-Johnson (“Trem-Bala”) entrou na adaptação da série clássica “Duro na Queda” (The Fall Guy), em desenvolvimento pelo estúdio Universal. A série original, estrelada por Lee Majors, foi um sucesso enorme dos anos 1980, exibida durante cinco temporadas entre 1981 e 1986. A versão de cinema vai trazer Ryan Gosling (“Agente Oculto”) no papel de Colt Seavers, um dublê de Hollywood que nas horas de folga atua como caçador de recompensas. O elenco ainda destaca Emily Blunt (“Jungle Cruise”) como uma maquiadora protética que compartilha um passado romântico com Seavers (Gosling). Já Taylor-Johnson vai interpretar o astro de cinema que tem Gosling como dublê nas cenas de ação. O trabalho vai marcar um reencontro entre o ator e o diretor David Leitch após o recente “Trem-Bala”. Leitch, por sinal, antes de se consagrar na direção de “John Wick” e “Deadpool 2”, era justamente dublê de cinema. Drew Pearce, que trabalhou com Leitch em “Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw”, escreveu o roteiro e atua como produtor executivo junto a Gosling e ao criador da série original, Glen A. Larson. A data de estreia está marcada para 1º de março de 2024. Lembre abaixo a abertura da série original.

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  • Filme

    Os Vingadores se juntam para defender as eleições no Brasil

    28 de outubro de 2022 /

    Os Vingadores se juntaram nas redes sociais para mais uma batalha. Desta vez, a missão envolve a eleição presidencial brasileira de domingo (30/10), que vem sendo ameaçada por extremistas. Vários astros dos filmes da Marvel se juntaram numa campanha para estimular os votos dos brasileiros, visando diminuir as abstenções e chamar atenção para os problemas que precisam ser enfrentados pelo futuro governante do país. Usando a hashtag #NemTodoHeróiUsaCapa, os atores Samuel L. Jackson (Nick Fury), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Mark Ruffalo (Hulk), Chris Hemsworth (Thor), Don Cheadle (James Rhodes/Máquina de Combate) e Benedict Wong (Wong) interagiram no Twitter com famosos brasileiros, como Juliette, Paulo Vieira, Thelminha, Anna Hikari, Camila Pitanga e Fábio Porchat, para transmitir suas mensagens em português. Veja abaixo o resultado, com direito a alguns shades – como “A fome no Brasil não é ficção”, frase escrita por Jackson quase em resposta ao incumbente (“Fome no Brasil? Fome pra valer não existe da forma como é falado”). As mensagens viralizaram nas redes sociais, atraindo também apoio de alguns políticos – incluindo Lula. Mas não daquele que passou a ser comparado a Thanos nos comentários generalizados dos usuários. Por aqui também juntamos um time diverso, pra combater a fome e o desemprego. Milhões de brasileiros com @geraldoalckmin, @Haddad_Fernando, @simonetebetbr, @MarinaSilva, @AndreJanonesAdv, @randolfeap, @GuilhermeBoulos, @eduardopaes. Vamos vencer! — Lula 13 (@LulaOficial) October 28, 2022 Definitivamente @PauloVieiraReal, a fome no Brasil não é ficção, mas *pode* acabar. Ouçam nossos irmãos, votem no próximo domingo. #NemTodoHeróiUsaCapa https://t.co/5fFgCAwk3E — Samuel L. Jackson (@SamuelLJackson) October 28, 2022 Eu tô com vocês, @RDJBrazil! Essa semana, estamos todos unidos pelo Brasil. Unidade não é sobre sermos iguais, mas sobre trabalharmos juntos. I love you 3000, Brazil. Votem! #NemTodoHeróiUsaCapa https://t.co/5xL8EtQBGl — Robert Downey Jr (@RobertDowneyJr) October 28, 2022 Parabéns, @odjgust! Isso que é estratégia de verdade! Precisamos conquistar corações e mentes. Se parecer muito difícil, lembre-se que, às vezes, vc tem que correr pra depois conseguir andar. Eu acredito em vocês. #NemTodoHeróiUsaCapa https://t.co/rl6X2aRLcI — Robert Downey Jr (@RobertDowneyJr) October 28, 2022 Estamos com você nesta missão. @Juliette! Vingadores brasileiros, neste domingo todos vocês são dignos de exercer seu voto, algo mais poderoso do que qualquer martelo. #NemTodoHeróiUsaCapa (Mas alguns sim.) https://t.co/Y0YYr5znc1 — Chris Hemsworth (@chrishemsworth) October 28, 2022 Obrigado @nefercatt!! Continue assim! Devemos salvar a Amazônia para o Brasil, para as nossas crianças e o nosso planeta. Hora de fazer o que for preciso para IR VOTAR. #NemTodoHeróiUsaCapa https://t.co/kKDoLMOsEe — Chris Hemsworth (@chrishemsworth) October 28, 2022 Isso mesmo @thelminha! Como prova Bruce Banner: a verdadeira ciência nos fortalece. Por favor, votem no domingo por mentes corajosas e abertas e famílias fortes e saudáveis. #NemTodoHeróiUsaCapa https://t.co/G2GSfvVYE9 — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) October 28, 2022 Obrigado pela mensagem @_anahikari! Que suas palavras ecoem pelo Brasil. Nós estamos unidos contra a opressão! Nossos magos estão trabalhando pra proteger todos que se mobilizarem no domingo pra decidirem seu futuro #NemTodoHeróiUsaCapa https://t.co/AOxLB27NkJ — Benedict Wong (@wongrel) October 28, 2022 A vida de mulheres e crianças nunca deve estar em risco @CamilaPitanga! Neste domingo, as urnas eletrônicas devem ser mais fortes que as máquinas de guerra. #NemTodoHeróiUsaCapa https://t.co/IhQt61UPIh — Don" 't ask me google questions" Cheadle (@DonCheadle) October 28, 2022 Bravo, @jerlanalves! A gente transforma nossas histórias ao dizer não ao preconceito e optando pela verdade. Você e sua mãe enfrentando o ódio e votando por um futuro novo e melhor: isso é heróico! Obrigado! #NemTodoHeróiUsaCapa https://t.co/e1MSNlQKYB — Don" 't ask me google questions" Cheadle (@DonCheadle) October 28, 2022 Obrigado, @rodrigomattei_ ! Os profissionais da saúde foram os heróis da humanidade durante a pandemia e você continua sendo! Por favor, continue convocando seus colegas, e vamos fazer que o domingo seja o triunfo para vocês, para a saúde e para o SUS! #NemTodoHeróiUsaCapa https://t.co/9v9eNWYSzG — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) October 28, 2022 Boa! É isso mesmo @affelucas ! Estratégia + Arte + Comunidade = Poder#NemTodoHeróiUsaCapa https://t.co/oa21wU9P6J — Mark Ruffalo (@MarkRuffalo) October 28, 2022 Na área ambiental estamos chegando no ponto de não retorno. Meu voto no domingo será em quem tem condições e interesse em preservar nossas terras, povos originários, mulheres e povo preto. #NemTodoHeróiUsaCapa https://t.co/LG4TocmhWs — Marina Silva (@MarinaSilva) October 28, 2022 Brilhante @dantasthalitaa! No final, não se trata de partidos ou políticos. Trata-se de fazer tudo o que podemos para que nenhuma família passe fome. É o mesmo em todos os lugares. É por isso que lutamos, é por isso que votamos! Não pare! #NemTodoHeróiUsaCapa #wong https://t.co/V86VbwgMk3 — Benedict Wong (@wongrel) October 28, 2022 Oi @aintafraidtofly, eu te vejo e te saúdo, meu irmão! Você luta por todos nós. Passado, presente e futuro. Carregamos as feridas dos nossos ancestrais, mas também nos impulsionamos com o seu vento e não podemos ter medo. No Domingo, bora voar juntos #NemTodoHeróiUsaCapa https://t.co/TGykOOOHGT — Don" 't ask me google questions" Cheadle (@DonCheadle) October 28, 2022 CARALHOOOOO OS VINGADORES SE REUNIRAM PARA DERROTAR O THANOS BR, VULGO BOLSONARO SÓ FALTA O CHRIS EVANS DIZER: BRASILEIROOOOS, AVANTE!!! VAMOOO!!!! É MELHOR JAIR SE DESPEDINDO#NemTodoHeróiUsaCapa pic.twitter.com/LhLhjoGRrt — é o edu (@caduumello) October 28, 2022

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  • Filme

    Roteirista de “Venom” vai dirigir terceiro filme do personagem

    28 de outubro de 2022 /

    A roteirista Kelly Marcel, responsável pelos roteiros de “Venom” (2018) e “Venom: Tempo de Carnificina” (2021), vai estrear como diretora à frente do terceiro filme do personagem. A informação é do site Deadline. Detalhes sobre a trama ainda estão sendo mantidos em segredo. Sabe-se apenas que o filme vai trazer de volta o ator Tom Hardy, que também escreveu o argumento do filme e vai produzi-lo ao lado de Marcel. Kelly Marcel será a terceira pessoa a assumir a direção de um filme do “Venom”. Ela foi precedida por Ruben Fleischer (diretor do primeiro filme) e por Andy Serkis (que comandou “Tempo de Carnificina”). Entretanto, ela está envolvida na franquia desde o início, tendo escrito e produzido os dois filmes já lançados. Embora não tenha experiência como diretora, Marcel é uma roteirista experiente. Ela também criou a série “Terra Nova” (2011) e escreveu os filmes “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013) e “Cinquenta Tons de Cinza” (2015) – além de ter feito o argumento de “Cruella” (2021). “Venom 3” ainda não tem previsão de estreia. A franquia “Venom” é um tremendo sucesso de bilheteria. O primeiro filme rendeu incríveis US$ 856 milhões nas bilheterias mundiais, enquanto a continuação arrecadou US$ 500 milhões. Mas o sucesso de público não é refletido pelas críticas. No site Rotten Tomatoes, “Venom” (2018) e “Venom: Tempo de Carnificina” (2021) têm apenas 30% e 57% de aprovação, respectivamente.

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  • Etc

    Oscar Isaac cria sua primeira história em quadrinhos

    28 de outubro de 2022 /

    O ator Oscar Isaac (“Cavaleiro da Lua”) criou sua primeira história em quadrinhos. Intitulada “Head Wounds: Sparrow”, a HQ foi lançada pela Legendary Comics, braço editorial do estúdio responsável pelo filme “Duna” (2021), estrelado por Isaac. “Head Wounds: Sparrow” é um projeto bastante pessoal para Isaac, que o desenvolveu com dois amigos de longa data, Bob Johnson e John Alvey. “Nós escrevíamos músicas juntos e fazíamos filmes com a câmera de vídeo do meu pai”, disse Isaac, relembrando sua juventude em entrevista ao site The Hollywood Reporter. Cerca de seis anos atrás, Johnson foi diagnosticado com linfoma não Hodgkin estágio IV. Os médicos lhe disseram que não havia cura. “Eu não estava muito interessado em fazer a quimioterapia no começo”, conta Johnson. “Eu adiei por anos. Então eles me disseram que eu tinha seis meses de vida.” Depois disso, Johnson começou a quimioterapia e o tratamento se mostrou eficaz. “Mas o tempo todo eu fui forçado a olhar para mim mesmo”, disse ele. “A maneira como ele descreve foi essa ‘ferida invisível que ninguém mais podia ver’”, lembra Isaac. Os três então usaram essa ideia para criar uma narrativa sobre um detetive de Nova Orleans que leva um tiro na cabeça e ainda vive. Ele passa a maior parte do tempo com um ferimento de bala visível na testa, como uma versão extrema do nariz enfaixado de Jake Gittes em “Chinatown” (1974). Então, enquanto filmava “Duna” no final de 2019, Isaac mencionou o projeto para uma das principais produtoras do filme, Mary Parent, vice-presidente de produção da Legendary Entertainment. Após a conversa, Parent apresentou Isaac a Robert Napton, editor da Legendary Comics. Napton leu um esboço de “Head Wounds: Sparrow” e imediatamente viu potencial. Ele juntou o trio com Brian Buccellato, um escritor experiente que trabalhou nos quadrinhos do “Batman” para a DC Comics, e sugeriu alguns artistas pra fazerem os desenhos. Isaac escolheu Christian Ward, um ilustrador premiado conhecido pelo seu uso de cores brilhantes. O roteiro da HQ foi escrito por Buccellato. Johnson e Alvey receberam créditos pelo argumento, e Isaac foi creditado como responsável pelo desenvolvimento da HQ. Entretanto, é o nome do ator que aparece em destaque na capa. “Nosso objetivo é criar quadrinhos originais e graphic novels como ‘Head Wounds’ e também fazer ligações com nossos filmes e nossas séries de televisão”, explicou Napton. Até o momento, porém, não há nenhum projeto de adaptação de “Head Wounds” para o formato de filme ou série de TV. E, mesmo que houvesse, Oscar Isaac pretende se manter afastado das telas por um tempo, dedicando-se mais ao teatro. “Eu tirei um tempo para poder fazer outras coisas, como estar aqui com meus amigos e colocar ‘Head Wounds’ no mundo”, disse ele. Isaac não é o primeiro ator a explorar o mundo dos quadrinhos. Em 2021, Keanu Reeves (“Matrix Resurrections”) co-escreveu seu primeiro quadrinho, “Brzrkr”, lançado pela editora independente Boom! Studios. Antes disso, Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”) co-escreveu “Cold Space” – também lançado pela Boom! – que narrou a história de um fora da lei espacial que se parecia – e muito – com Samuel L. Jackson.

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  • Etc

    Atriz de “As Crônicas de Nárnia” quase teve braço amputado

    28 de outubro de 2022 /

    A atriz Georgie Henley, intérprete da personagem Lucy nos filmes da franquia “As Crônicas de Nárnia”, revelou que quase teve o braço amputado devido a uma infecção bacteriana. Henley fez a revelação no seu Instagram, no qual postou uma foto em que é possivel ver as cicatrizes deixadas pela infecção. Na legenda da foto, Henley explica que, quando tinha 18 anos, contraiu fasceíte necrosante, uma “infecção rara e punitiva que quase tirou minha vida e causou estragos em todo o meu corpo”. Ela também explicou que, “para evitar a amputação da minha mão e braço esquerdos, fiz uma cirurgia invasiva extenuante e, posteriormente, uma extensa cirurgia de reconstrução, que resultou em uma série de enxertos de pele e cicatrizes”. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA define a fascite necrosante como “uma infecção bacteriana rara que se espalha rapidamente no corpo e pode causar a morte”. Essa infecção também pode “levar a sepse, choque e falência de órgãos” e, como consequência, “resultar em complicações ao longo da vida por perda de membros ou cicatrizes graves devido à remoção cirúrgica de tecido infectado”. Henley conta que demorou “muito tempo para me curar tanto física quanto mentalmente” e que esperou o momento certo para compartilhar o que aconteceu. Ela também refletiu sobre o fato de ter mantido isso em segredo enquanto trabalhava. “Nos últimos nove anos, tenho sido aberta sobre minhas cicatrizes em minha vida pessoal, mas as escondi inteiramente em qualquer contexto profissional: usando bandagens ou coberturas, maquiagem no set e no palco, mangas compridas sempre que posso ser fotografada, calças nas quais eu poderia colocar minha mão no bolso”, contou ela. A atriz também explicou que a indústria do entretenimento “muitas vezes se concentra em uma ideia muito estreita do que é considerado ‘perfeição’ estética”. E que, por causa disso, ela estava “preocupada que minhas cicatrizes me impedissem de conseguir trabalho”. “A verdade é que não existe ‘perfeição’, mas eu ainda convivo com a vergonha de me sentir diferente, exacerbada pelas expectativas que surgiram com o início da minha carreira ainda jovem”, disse ela. Mas Henley fez questão de enfatizar que suas cicatrizes não são motivo de vergonha, “elas são um mapa da dor que meu corpo suportou e, o mais importante, um lembrete da minha sobrevivência. Elas não afetam minha capacidade como atriz e tenho orgulho de ser uma pessoa que tem cicatrizes visíveis nesta indústria”. Ela aproveitou para agradecer aos médicos por seu “cuidado excepcional”, aos seus entes queridos por “seu amor e apoio duradouros durante os momentos mais difíceis” e aos seus empresários e aqueles “que me empregaram nos últimos nove anos, que nunca viram minhas cicatrizes como um problema e respeitaram quem eu era como pessoa e como atriz.” “Tenho certeza de que falarei mais sobre minhas experiências no futuro, mas hoje estou simplesmente feliz por me sentir, pela primeira vez em muito tempo, finalmente livre”, disse ela. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Georgie Henley (@georgiehenley)

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  • Música

    Lenda do rock Jerry Lee Lewis morre aos 87 anos

    28 de outubro de 2022 /

    Jerry Lee Lewis, um dos pais do rock and roll, morreu nessa sexta (28/10) de causas naturais, aos 87 anos. Apelidado de “The Killer” (O Assassino), Lewis era dono de um estilo próprio, que misturava rock, gospel, blues e country. Ele ficou conhecido por clássicos como “Whole Lotta Shakin’ Goin On”, “Great Balls of Fire”, “Breathless” e “High School Confidential”. Lewis acumulou 10 discos de ouro ao longo da sua carreira, iniciada nos anos 1950, mas ironicamente seu maior sucesso foi “Last Man Standing”, lançado em 2006, que vendeu mais de meio milhão de cópias em todo o mundo. Além de tocar piano com mais atitude que muitos heróis da guitarra, houve ocasiões em que chegou a atear fogo em seu instrumento, impossibilitando que alguém o ofuscasse em festivais de rock. “Ninguém queria tocar depois de Jerry Lee”, Johnny Cash disse uma vez, “nem mesmo Elvis”. Lewis nasceu em 19 de setembro de 1935, em Louisiana. Filho de pais pobres e indigentes, ele foi criado como cristão e cresceu em uma fazenda familiar na cidade de Ferriday que “produziu mais pessoas famosas por quilômetro quadrado do que qualquer outra pequena cidade americana”, disse ele uma vez. O roqueiro aprendeu sozinho a tocar piano aos 8 anos e cantava música gospel na igreja. Seus dois primos, Mickey Gilley, que se tornou um cantor country de sucesso, e Jimmy Swaggart, um renomado televangelista, compartilhavam seus interesses musicais. Ele costumava ouvir artistas como Jimmie Rodgers, Hank Williams e Moon Mullican no rádio, que ajudaram a eventualmente criar o seu estilo. Em 1956, Lewis se mudou para Memphis para tentar tentar ser contratado por Sam Phillips, o dono da Sun Records, responsável por gravar os primeiros discos de Johnny Cash, Elvis Presley e Carl Perkins. Phillips não estava lá quando Lewis chegou, então o produtor Jack Clement gravou o single de estreia de Lewis, uma versão de “Crazy Arms”, de Ray Price. Lewis conseguiu um trabalho no estúdio tocando piano em várias gravações de Cash, Billy Lee Riley e Carl Perkins, entre outros. Até que ele resolveu fazer uma gravação de “Whole Lotta Shakin’ Goin’ On”, hit de R&B de Big Maybelle, transformando-a num rock’n’roll capaz de evocar todo seu estilo abusado em 1957. “Eu sabia que era um sucesso quando eu fiz”, disse Lewis, “mas Sam Phillips achou que era muito ousado”. Mas foi o hit seguinte, “Great Balls of Fire”, que rendeu fama mundial a Lewis, um sucesso que se manteve com o lançamento de “Breathless” no ano seguinte. Ambos entraram no Top 10 nas paradas pop, em 2º e 7º lugar, respectivamente. O sucesso era tanto que Jerry Lee Lewis foi parar no cinema. Ele participou do musical “Jamboree” (1957), dirigido por Roy Lockwood, e do drama “Escola do Vício” (1958), estrelado pela pin-up Mamie Van Doren e John Drew Barrymore (o pai de Drew Barrymore). Este filme tinha o nome original de um dos maiores hits de Lewis, “High School Confidential”, tocado logo na abertura pelo artista, com sua banda em cima de uma caminhonete em movimento. Mas não foi apenas o rock que lhe deu notoriedade. Ele se casou com a filha de um pastor, Dorothy Barton, em 1952, quando ela tinha 16 anos e secretamente transformou sua prima Myra Gale Brown em sua terceira esposa no auge de seu sucesso. Na época, Lewis tinha 22 anos, mas já era pai de dois filhos, e sua nova esposa tinha apenas 13 anos de idade. Foi um escândalo que quase acabou com sua carreira. Diante da polêmica, as estações de rádio pararam de tocar seus discos e suas aparições públicas foram canceladas. Isto também deu munição a seu primo Jimmy Swaggart, que lançou uma cruzada nacional contra o rock, queimando discos da “música do diabo” em praça pública. Depois que seu contrato com a Sun terminou, ele só foi reencontrar o sucesso em meados dos anos 1960, embora sem retornar ao auge dos seus primeiros lançamentos. Seu álbum “Live at the Star Club, Hamburg”, de 1964, é considerado um dos discos de shows ao vivo mais espetaculares já lançados. Em 1968, Lewis gravou o hit “Another Place, Another Time”, seguido pelo single “To Make Love Sweeter for You”. Pouco a pouco, ele foi recuperando o seu sucesso, com canções como “Once More With Feeling”, “There Must Be More to Love Than This” e “Me & Bobby McGee”. Eleito para o Rock and Roll Hall of Fame em 1986, Lewis foi chamado de “uma das melhores vozes americanas de todos os tempos” por seu colaborador ocasional, Kris Kristofferson. Em 1989, ele voltou aos holofotes com o lançamento da sua cinebiografia, “A Fera do Rock”, estrelada por Dennis Quaid como Lewis e Winona Ryder como Myra Gale. O filme foi baseado no livro escrito por ela, que depois mudou seu nome para Myra Lewis Williams. Jerry Lee Lewis gravou as músicas para a trilha sonora. Ainda ativo nos últimos anos, Lewis lançou em 2014 o álbum “Rock & Roll Time”, que contou com muitos artistas que ele inspirou, incluindo Keith Richards, Ron Wood, Neil Young, Robbie Robertson, Nils Lofgren e Shelby Lynne. A sua biografia “Jerry Lee Lewis: His Own Story”, escrita por Rick Bragg (escritor vencedor do Prêmio Pulitzer), foi publicada em 2015. Além disso, um documentário sobre sua vida, intitulado “Jerry Lee Lewis: Trouble in Mind” e dirigido por Ethan Coen, foi exibido no Festival de Cannes deste ano.

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  • Série

    Estreias de séries sombrias se destacam na véspera do Halloween

    28 de outubro de 2022 /

    Séries de terror, suspense e temática sobrenatural dominam a relação de lançamentos em streaming no fim de semana que antecede o Halloween. Mas a lista também têm comédias de humor sombrio e uma animação para adultos. Confira abaixo 10 séries e temporadas novas para maratonar.   | O GABINETE DE CURIOSIDADES DE GUILLERMO DEL TORO | NETFLIX   A nova série de terror em formato de antologia, concebida pelo diretor vencedor do Oscar por “A Forma da Água”, tem oito episódios, cada um com histórias, elencos e diretores distintos, e seguindo tendências diferentes do terror, do gótico clássico à fantasia mística. A qualidade varia – metade dos episódios é muito boa, a outra nem tanto – , refletindo a lista dos selecionados pelo cineasta para escrever e dirigir os episódios. São nomes bem conhecidos dos fãs do gênero, como Panos Cosmatos (“Mandy: Sede de Vingança”), Jennifer Kent (“O Babadook”), Vincenzo Natali (criador da franquia “Cubo”), Ana Lily Amirpour (“Garota Sombria Caminha pela Noite”), David Prior (“O Mensageiro dos Últimos Dias”), Keith Thomas (do remake de “Chamas da Vingança”) e até Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”), além de Guillermo Navarro, diretor de fotografia dos filmes de Del Toro. O elenco é outro atrativo. Os episódios contam com atuações de Rupert Grint (“Harry Potter”), Andrew Lincoln (“The Walking Dead”), Sofia Boutella (“A Múmia”), Essie Davis (“O Babadook”), F. Murray Abraham (“Homeland”), Ben Barnes (“Sombra e Ossos”), Crispin Glover (“Deuses Americanos/American Gods”), Tim Blake Nelson (“Watchmen”) e Peter Weller (o RoboCop original), entre outros.   | O FILHO BASTARDO DO DIABO | NETFLIX   A adaptação da franquia literária “Half Bad”, de Sally Green, é uma boa surpresa para quem estava sentindo falta de um “Harry Potter” para adultos, como a saudosa “The Magicians/Escola de Magia” – isto é, encantamentos e poções combinados com palavrões e sexo. Jay Lycurgo (“Titãs”) vive um jovem bruxo com uma história sombria, nascido da união de membros de clãs rivais, cujo potencial mágico é complicado por uma profecia assustadora. Seu pai é o bruxo mais poderoso do mundo e, aparentemente, um maníaco genocida que matou vários integrantes do clã de sua mãe em uma reunião de paz. Como sua mãe morreu no parto, ele virou um pária, mas isso não impede outra bruxa adolescente e um trouxa hedonista de se interessarem por sua companhia – e mais – , ajudando-o a escapar quando as facções decidem intervir em seu destino. A produção é de Joe Barton (criador do thriller “Giri/Haji”), o elenco também destaca Nadia Parkes (“The Spanish Princess”) e Emilien Vekemans (“Instituto Voltaire”), e a trilha sonora – outro ponto alto do projeto – vem da banda Let’s Eat Grandma.   | A HORA DO DIABO | AMAZON PRIME VIDEO   O suspense britânico tem linhas do tempo paralelas e transversais, e explora como o distanciamento é capaz de tornar as memórias confusas e levar ficção a ser lembrada como fato. Isto é o que acontece com uma mulher que toda noite acorda infalivelmente às 3h33, a hora do diabo do título. A história da insônia estranha da mãe solteira, vivida por Jessica Raine (“Becoming Elizabeth”), e a falta de empatia de seu filho, gradualmente começa a convergir com o destino de outro personagem, vivido por Peter Capaldi (“Doctor Who”), um nômade recluso movido por uma obsessão assassina, que se torna o principal alvo de uma caçada policial liderada pelo detetive interpretado por Nikesh Patel (“Quatro Casamentos e Um Funeral”). A série tem produção de Steven Moffat, criador de “Sherlock”, e consegue manter um estado constante de alta tensão com o uso de sombras e ângulos sinistros.   | MOTHERLAND: FORT SALEM 3 | STAR+   A série de Eliot Laurence (que também criou “Claws”) se passa numa realidade alternativa, onde as bruxas de Salem não foram exterminadas no final do século 17. Elas interromperam a caçada implacável com uma proposta irrecusável: lutar pela independência dos EUA em troca do fim de sua perseguição. Séculos depois, representam a força armada mais perigosa do país, responsáveis pela supremacia americana no cenário internacional. Mas a situação muda quando uma antiga organização de caçadores de bruxas trama para desacreditá-las e passa a influenciar o governo. A conclusão da série apresenta uma operação de guerrilha levada adiante por bruxas subversivas. Injustiçadas e incriminadas pelo governo americano, representantes de diferentes facções sobrenaturais se juntam para contra-atacar e expor a conspiração que coloca o mundo em risco. Apesar de reunir muitos personagens, as protagonistas são quatro jovens recrutas do exército de bruxas – as carismáticas Taylor Hickson (“Deadly Class”), Jessica Sutton (“A Barraca do Beijo”), Ashley Nicole Williams (“No Way Out”) e a norueguesa Amalia Holm (“Exposta”) – , que a série apresentou desde os treinamentos iniciais até os combates decisivos contra os inimigos, e que também chamaram atenção pela forma como representaram uma moralidade alternativa, inspirada na cultura arcana.   | WISTING | HBO MAX   Série mais cara produzida na Noruega, o suspense policial é baseado nos livros de Jørn Lier Horst, em que o detetive viúvo William Wisting (Sven Nordin, de “Rápidos e Perigosos”) lidera uma investigação de assassinato com a colaboração do FBI, já que o suspeito é um serial killer caçado nos EUA. Isto permite a participação de Carrie-Anne Moss (“Matrix”) como uma detetive americana, que precisa intervir quando a filha de Wisting se torna uma das vítimas. Metade da temporada inaugural gira em torno deste caso, enquanto a segunda parte traz Wisting como suspeito de adulteração de provas. As histórias são diferentes porque baseadas em livros distintos. A série adaptou mais obras do noir nórdico de Horst na 2ª e 3ª temporadas, ainda inéditas no Brasil.   | PAGAN PEAK 2 | HBO MAX   Outro suspense passado em cenários congelados, a série alemã acompanha uma dupla de policiais da Áustria e da Alemanha que precisa trabalhar junta nas montanhas da fronteira entre os dois países para caçar assassinos que se inspiram em lendas germânicas. Na 1ª temporada, o criminoso era um mascarado que se autodenominava Krampus (o Papai Noel do mal) e matava para punir malvados por seus pecados. Na 2ª, é um serial killer que caça e tortura vítimas do sexo feminino na floresta da região. Criada pelos alemães Cyrill Boss e Philipp Stennert (roteiristas de “O Segredo da Mansão Crocodilo”) e com produção da equipe de “Dark”, a série traz como protagonistas Julia Jentsch (“Edukators: Os Educadores”) e Nicholas Ofczarek (“Mulheres Divinas”).   | OS FORA DA LEI | HBO MAX   Criada por Stephen Merchant (co-criador de “The Office”) e Elgin James (criador de “Mayans M.C.”), a comédia britânica segue sete estranhos de diferentes estilos de vida que são forçados a cumprir uma sentença de serviços comunitários em Bristol, na Inglaterra. E durante a limpeza de uma casa abandonada e caindo aos pedaços, encontram uma fortuna em dinheiro escondido – que pertence a um perigoso criminoso. Todos têm planos para o dinheiro, inclusive o verdadeiro dono, o que os transforma em alvos. O elenco fantástico inclui o próprio Merchant, Eleanor Tomlinson (“The Nevers”), Darren Boyd (“Spy”), Rhianne Barreto (“Hanna”), Gamba Cole (“Guerrilha”) e o veterano Christopher Walken (“Sete Psicopatas e um Shih Tzu”), entre outros. Um detalhe interessante é que, além de obter muitas críticas positivas, “The Outlaws” virou notícia no Reino Unido devido a um episódio em que os personagens precisam pintar de branco alguns muros grafitados e acabam apagando uma obra de arte de ninguém menos que Banksy, para valer – melhor ainda: o desenho teria sido supostamente criado pelo próprio Banksy para este fim. A rede BBC já produziu uma 2ª temporada, ainda inédita no Brasil.   | BRASSIC 3 | HBO MAX   Uma das comédias britânicas mais populares da atualidade e maior sucesso do canal pago Sky em sete anos, “Brassic” segue a vida de Vinnie O’Neill (Joe Gilgun, de “Preacher”) e seus amigos na cidade fictícia de Hawley, no norte da Inglaterra. O grupo comete vários crimes para manter dinheiro no bolso, mas à medida que envelhecem e se tornam conhecidos dos guardas da prisão local, alguns começam a se perguntar se não existe outra forma de ganhar a vida – até surgir a ideia de outro golpe infalível. Sua boa audiência fez crescer o número de episódios a partir da 3ª estreia – de seis para oito capítulos – e garantiu renovação até seu quinto ano de produção. Além de estrelar, Gilgun é cocriador da série com Danny Brocklehurst (“Shameless”) e foi indicado por dois anos seguidos ao BAFTA TV (o Emmy britânico) como Melhor Ator de Comédia do Reino Unido.   | MEU QUERIDO ZELADOR | STAR+   A comédia de humor sombrio traz Guillermo Francella (“O Clã”) no papel-título, um veterano zelador do prédio de uma empresa proeminente, que descobre os planos da diretoria para demiti-lo e decide se vingar antes disso. Muito divertida, a produção foi desenvolvida pela dupla de cineastas argentinos Mariano Cohn e Gastón Duprat, responsáveis pelos ótimos filmes “Cidadão Ilustre” (2016) e “Concorrência Oficial” (2021).   | BIG MOUTH 6 | NETFLIX   Criada pelos roteiristas Nick Kroll (criador do “Kroll Show”), Andrew Goldberg (“Uma Família da Pesada/Family Guy”), Mark Levin e Jennifer Flackett (ambos de “Viagem ao Centro da Terra – O Filme”), “Big Mouth” é uma série protagonizada por adolescentes e monstros. Mas são monstros simbólicos, hormonais, que se manifestam como vozes da consciência dos personagens centrais, jovens passando pelas mudanças físicas e biológicas da puberdade. Na nova temporada, os dramas de pais e filhos ganham destaque equivalente, assim como as crises de um casal de monstros hormonais, em meio ao nascimento de seu primogênito. O elenco de dubladores originais inclui John Mulaney (série “Mulaney”), Maya Rudolph (série “Up All Night”), Jason Mantzoukas (“Como Ser Solteira”), Jordan Peele (humorístico “Key and Peele”), Fred Armisen (humorístico “Portlandia”) e Jenny Slate (a voz da Arlequina em “Lego Batman: O Filme”).

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  • Filme

    Filmes de terror dominam estreias de streaming do fim de semana do Halloween

    28 de outubro de 2022 /

    As plataformas de streaming capricharam no lançamento de filmes de terror no fim de semana que antecede o Halloween. Das 10 melhores estreias do período, 7 são produções muito acima da média do gênero, com destaque para tramas de serial killers. Confira abaixo as dicas para enfrentar a véspera do Dia das Bruxas.   | NOITES BRUTAIS | STAR+   Cheio de reviravoltas, o filme de Zach Cregger (“Miss Março: A Garota da Capa”) segue uma jovem (Georgina Campbell, da série “Suspicion”) que chega tarde da noite – e em meio à chuva – à sua nova casa alugada num bairro decadente de Detroit, apenas para encontrá-la ocupada por outro inquilino, interpretado por Bill Skarsgård (o Pennywise de “It: A Coisa”). Diante da confusão, ele a convida a passar a noite no local para os dois resolverem a questão com a imobiliária pela manhã. Tudo parece bem, até que, ao ouvir um barulho durante a madrugada, ela descobre um porão subterrâneo e mais horrores do que poderia imaginar. A crítica adorou, com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, uma das maiores notas de terror do ano. Mesmo assim, o longa pulou o cinema para chegar direto em streaming no Brasil.   | PIGGY | PARAMOUNT+   Também inédito no circuito comercial de cinema do país, o terror de Carlota Pereda trata de obesidade literalmente mórbida. Baseado num curta-metragem anterior da diretora, que venceu o prêmio Goya (o Oscar espanhol) em 2019, acompanha uma adolescente com excesso de peso que sofre bullying de colegas durante o verão em sua cidade natal. Até que as atormentadoras são raptadas por um psicopata, que a “cerdita” passa a admirar e considerar seu salvador. Além de uma história bastante original, o filme destaca uma performance impressionante da protagonista, vivida por Laura Galán (“Origens Secretas”), que foi premiada no Festival de Toulouse (França) pelo desempenho. Estreia no sábado (29/10) em streaming com os mesmos 92% de aprovação de “Noites Brutais” no Rotten Tomatoes.   | A MATRIARCA | STAR+   Jemima Rooper (“The Girlfriend Experience”) sofre uma overdose e decide retornar à sua casa de infância para enfrentar seus demônios pessoais, mas descobre que o local virou cenário de terror rural britânico. Em clima de conspiração, os moradores da cidade agem em conjunto para proteger um segredo indescritivelmente sombrio – um segredo que envolve não apenas sua mãe (Kate Dickie, de “A Bruxa”), mas também seu próprio destino aterrorizante. Escrito e dirigido pelo novato Ben Steiner, atingiu 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | RUN SWEETHEART RUN | AMAZON PRIME VIDEO   O novo terror da produtora Blumhouse (de “Corra!” e “O Homem Invisível”) traz Ella Balinska (“Resident Evil: A Série”) como uma acompanhante escolhida para um encontro com um homem sedutor. Mas após o jantar romântico, ela descobre que o encontro não é o que aparentava. O homem revela ser mais que tóxico, um serial killer que a contratou para caçá-la por diversão, dando início a uma perseguição de thriller de sobrevivência com muita adrenalina, mas também reviravolta feminista, ao estilo de “Vingança” (2017). O dinamarquês Pilou Asbaek (“Game of Thrones”) tem o papel do vilão e o elenco ainda inclui Clark Gregg (“Agents of SHIELD”) e Shohreh Aghdashloo (“The Expanse”). Roteiro e direção são de Shana Feste, que assinou o remake do romance “Amor sem Fim” (2014). 79% no Rotten Tomatoes.   | JAULA | NETFLIX   Outro bom terror espanhol, em que um casal adota uma menina que encontram vagando sozinha numa estrada escura durante a noite. Claramente traumatizada, a criança vive obcecada com a fantasia de que um monstro a punirá se ela sair de um quadrado de giz pintado no chão. Elena Anaya (“A Pele que Habito”) vive a mãe, que busca tranquilizar a criança sem forçar que saia do quadrado, enquanto tenta descobrir o passado enigmático da garota, embarcando numa jornada que leva o tom dramático da trama para o campo do horror. Primeiro longa dirigido por Ignacio Tatay, “Jaula” tem produção do veterano e especialista cineasta Álex de la Iglesia (“As Bruxas de Zugarramurdi”).   | ÓRFÃ 2: A ORIGEM | VOD*   Isabelle Fuhrman retoma o papel da psicopata mirim Esther. Ela tinha 12 anos quando o filme original foi lançado, agora está com 25 anos, mas na trama se passa por uma criança ainda mais nova que no longa que a projetou em 2009, já que a história é um prólogo. A trama mostra como Leena Klammer (Fuhrman) escapou de um manicômio na Rússia e conseguiu fingir ser a filha desaparecida de uma família rica, virando Esther. O elenco também destaca Julia Stiles (“Jason Bourne”) e Rossif Sutherland (“Catastrophe”) como os pais de Esther. Politicamente incorreto, o primeiro “A Órfã” fez grande sucesso ao explorar o temor de que crianças adotadas possam representar perigo em potencial para suas novas famílias. Mas o novo, enquanto induz o público a esperar uma reprodução da situação original, oferece uma reviravolta, cortesia do diretor William Brent Bell (“Boneco do Mal”).   | O ENFERMEIRO DA NOITE | NETFLIX   O novo “true crime” de serial killer da Netflix conta a história de Charlie Cullen, um enfermeiro que era considerado um bom amigo e profissional, mas usava seu trabalho hospitalar para matar impunemente, tendo sido responsável pelo assassinato de mais de 300 pacientes. Sempre que era pego, Cullen era demitido, mas nunca denunciado para proteger a reputação dos hospitais. A impunidade o tornou o maior assassino de todos os tempos. Até que uma enfermeira com quem trabalhava arriscou tudo para ajudar a polícia a pegá-lo. Baseado no livro homônimo de Charles Graeber, “O Enfermeiro da Noite” foi escrito por Krysty Wilson-Cairns (roteirista da série “Penny Dreadful”) e marca a estreia do diretor dinamarquês Tobias Lindholm (“Sequestro”) em uma produção dos EUA. Os papéis principais são de Eddie Redmayne (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) e Jessica Chastain (“It: Parte 2”).   | NADA DE NOVO NO FRONT | NETFLIX   A nova adaptação do clássico literário de Erich Maria Remarque sobre a campanha alemã durante a 1ª Guerra Mundial é visceral como a história merece. A trama original foi criada a partir da própria experiência de Remarque na guerra e gira em torno de um jovem idealista que, instigado pelo patriotismo de seus professores, alista-se para lutar pelo país. Mas, em vez de glórias, encontra o despreparo, a violência extrema e a loucura no front, testemunhando seus colegas de classe morrerem um por um. Considerada uma das principais obras sobre o horror da guerra, o livro já tinha sido trazido às telas em 1930, com direção de Lewis Milestone, quando venceu o Oscar de Melhor Filme. A versão da Netflix, entretanto, é a primeira adaptação alemã, com direção de Edward Berger (das séries “Deutschland 83” e “Your Honor”) e um elenco que destaca Sebastian Hülk (“Dark”), Daniel Brühl (“Falcão e o Soldado Invernal”), Albrecht Schuch (“Berlin Alexanderplatz”), Anton von Lucke (“Frantz”) e Devid Striesow (“Eu Estava em Casa, Mas…”). Muito aplaudido no Festival de Toronto, o filme impressionou a crítica norte-americana, alcançando 93% de aprovação no Rotten Tomatoes, e é o candidato da Alemanha a uma vaga no Oscar de 2023.   | ARGENTINA 1985 | AMAZON PRIME VIDEO   O drama histórico é inspirado na luta real dos promotores Julio Strassera e Luis Moreno Ocampo, que ousaram investigar e processar a ditadura militar da Argentina no ano de 1985. Sem se deixar intimidar pela influência dos militares, que continuava poderosa na nova democracia a ponto de amedrontar os profissionais do Ministério Público, os dois reuniram uma equipe jurídica de jovens, que, sem ter carreira para perder, viraram heróis improváveis na luta contra a impunidade. Sob constante ameaça a si mesmos e suas famílias, eles enfrentaram tudo até trazer justiça às vítimas da junta militar – ao contrário do que aconteceu no Brasil, onde a “anistia” escondeu os crimes da ditadura brasileira. A direção é do premiado Santiago Mitre (“Paulina”) e o elenco repleto de estrelas destaca Ricardo Darín (“O Segredo de Seus Olhos”) e Peter Lanzani (“O Clã”) como Strassera e Ocampo. Premiado nos prestigiosos festivais de Veneza (Itália) e San Sebastián (Espanha), e selecionado como representante da Argentina no Oscar 2023, este é o filme mais aclamado da semana, com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.   | DEPOIS DO UNIVERSO | NETFLIX   Em seu primeiro longa-metragem, a cantora Giulia Be vive a talentosa pianista Nina, que precisa superar os desafios de lidar com o lúpus – a doença autoimune de Selena Gomez – , que pode atacar qualquer parte do corpo – o rim, no caso da jovem. Durante o tratamento, seu pessimismo é superado por uma forte conexão com um dos médicos que irá ajudá-la a enfrentar suas inseguranças na luta para se apresentar nos palcos junto de uma grande orquestra de São Paulo. O papel do médico marca a estreia brasileira de Henry Zaga, que apesar de ter nascido no Brasil só tinha feito produções americanas, como as séries “13 Reasons Why”, “Quem É Você, Alasca?” e o filme “Os Novos Mutantes”, entre outros. Integrando o filão dos romances de doença, o drama tem roteiro e direção de Diego Freitas (“O Segredo de Davi”).

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