Abbott Elementary: Trailer da 2ª temporada destaca vitórias no Emmy
A rede americana ABC divulgou o pôster e o trailer da 2ª temporada de “Abbott Elementary”, já destacando na chamada de vídeo que a série é vencedora do Emmy. A série venceu três troféus da Academia de Televisão: Melhor Elenco, Atriz Coadjuvante (Sheryl Lee Ralph) e Roteiro (de sua criadora Quinta Brunson) de Comédia. Eleita também Melhor Série do ano pela Associação dos Críticos de TV dos EUA (TCA, na sigla em inglês), “Abbott Elementary” é uma comédia de local de trabalho que usa o truque narrativo do falso documentário de “The Office”. A diferença entre as duas séries é que, em vez de um escritório, o local de trabalho da nova atração é uma escola pública de Ensino Fundamental. A produção traz Tyler James Williams (o Cris de “Todo Mundo Odeia o Chris”) de volta às sitcoms como um professor recém-chegado, que ao começar a trabalhar descobre que o improviso marca o cotidiano da escola. Graças ao recurso documental, os episódios também possibilitam comentários sociais sobre as dificuldades enfrentadas pelos professores idealistas diante da política que dedica poucas verbas para o ensino de crianças pobres. A série foi criada e é estrelada por Quinta Brunson (“A Black Lady Sketch Show”), que vive a principal professora da trama, e o elenco também conta com Janelle James (“Black Monday”), Chris Perfetti (“The Night of”) e Lisa Ann Walter (“A Última Noite”). Elogiadíssima pela crítica, a produção tem 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e é disponibilizada no Brasil pela Star+. Os novos episódios estreiam em 21 de setembro.
Série sobre crime real chocante ganha trailer
A plataforma americana Peacock divulgou o primeiro trailer da série “A Friend of the Family”, que narra a terrível história real de uma garota raptada e molestada duas vezes pelo mesmo homem, alguém que seus pais consideravam “um amigo da família”. A série vai contar a história real de Jan Broberg, que em 1974, aos 12 anos, foi sequestrada e estuprada. Diante da impunidade, dois anos depois o mesmo homem repetiu tudo de novo. O sequestrador era Robert “B” Berchtold, que havia se infiltrado na vida da família da menina e passado dois anos fazendo amizade com os pais dela, ganhando assim a confiança deles e podendo se aproximar de Jan. Ao longo desse tempo, Berchtold aprendeu as fraquezas daquela família e explorou suas vulnerabilidades. Ele chegou a manipular os pais de Jan, Bob e Mary Ann, criando conflitos no casamento deles. Seu poder de manipulação era tamanho que ele estuprou Jan repetidamente, sob o pretexto de que ela estava envolvida em uma missão alienígena ultra-secreta para salvar sua espécie, sendo necessário que ela se reproduzisse antes de seu aniversário de 16 anos ou sua irmã e seu pai sofreriam as consequências de serem “vaporizados”. A lavagem cerebral que ele causou na menina foi tão grande que ela conta que passou a “amá-lo como um marido”. Os pais dela também não conseguiam raciocinar direito. Na ocasião do primeiro sequestro, eles ficaram preocupados quando ela não voltou de uma cavalgada com Berchtold, mas não relataram o sumiço por cinco dias, com medo de que isso pudesse perturbar Gail, a esposa de Berchtold, que também era uma amiga próxima. O segundo caso de sequestro aconteceu em 1976, quando Berchtold matriculou Jan em um internato católico em Los Angeles com um nome falso, enquanto ele continuava morando em um estacionamento de trailers em Salt Lake City. Ele a visitava todo final de semana e, mais uma vez, os pais de Jan demoraram para reportar o caso, temendo que a notícia de um segundo desaparecimento da filha se espalhasse por toda a comunidade. Esta história foi contada recentemente na série documental “Abducted In Plain Sight”, da Netflix. A série “A Friend Of The Family” foi criada por Nick Antosca (“Vingança Sabor Cereja”) e o elenco é formado por Jake Lacy (“The White Lotus”) como o sequestrador, Colin Hanks (“The Offer”) e Anna Paquin (“True Blood”) como os pais e Hendrix Yancey (a Treze da 4ª temporada de “Stranger Things”) como Jan. A própria Jan Broberg e sua mãe, Mary Ann, participam como produtoras executivas. A atração estreia em 6 de outubro nos EUA, mas ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. A Peacock é a única plataforma de grande estúdio de Hollywood (pertence à NBCUniversal) que não foi lançada por aqui, mas suas séries tem chegado ao país por outros serviços.
Atriz de “Riverdale” vai estrelar reboot do terror “Os Estranhos”
O cineasta Renny Harlin (“Duro de Matar 2”) vai dirigir um reboot do terror “Os Estranhos” (2008), que será estrelado por Madelaine Petsch (a Cheryl de “Riverdale”) O filme original de Bryan Bertino (“Um Monstro no Caminho”) foi estrelado por Liv Tyler (“Ad Astra”) e Scott Speedman (“Grey’s Anatomy”) e acompanhava um casal em crise, que precisa se defender de um grupo de assassinos mascarados em seu casarão distante. O filme ganhou uma sequência em 2018, intitulada “Os Estranhos: Caçada Noturna” e dirigida por Johannes Roberts (“Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City”), que não teve a mesma repercussão. A trama do reboot vai acompanhar uma garota (Petsch) e seu namorado durante uma viagem, enquanto planejam uma vida nova em outro lugar. Porém, o carro quebra e eles são obrigados a passar a noite em um Airbnb isolado, onde são aterrorizados por três estranhos mascarados. O elenco ainda conta com Froy Gutierrez (“Cruel Summer”) e Gabriel Basso (“Era uma Vez um Sonho”). O novo “Os Estranhos” foi escrito por Alan R. Cohen e Alan Freedland (ambos de “As Fabulosas Aventuras dos Freak Brothers”) e, caso seja bem sucedido, vai gerar uma trilogia, com todos os filmes sendo dirigidos por Harlin. O projeto marca o retorno de Harlin ao gênero de terror, depois de ele ter dirigido filmes como “Condenação do Além” (1987), “A Hora do Pesadelo 4: O Mestre dos Sonhos” (1988), “O Exorcista: O Início” (2004) e “O Mistério da Passagem da Morte” (2013). Nenhum desses é muito memorável. “Minha mãe incutiu em mim o amor pelos filmes através do mundo de Hitchcock e outros mestres do suspense e do terror. E o meu avanço para Hollywood aconteceu com o sucesso de ‘A Hora do Pesadelo 4: O Mestre dos Sonhos’”, disse Harlin, em comunicado oficial. “É justo que eu volte ao meu gênero favorito com a trilogia incrivelmente bem escrita de ‘Os Estranhos’. Os personagens e o enredo são todos baseados na realidade e me oferecem uma infinita tapeçaria de visuais assombrosos para dar vida a esses filmes.” O novo “Os Estranhos” já começou a ser filmado na Eslováquia, mas ainda não tem previsão de estreia. O finlandês Renny Harlin terminou recentemente de rodar o filme de ação “The Bricklayer”, estrelado por Aaron Eckhart (“The First Lady”) e Nina Dobrev (“The Vampire Diaries”), que ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer do primeiro “Os Estranhos”.
“Barry” pode acabar na 4ª temporada
Durante o tapete vermelho do Emmy Awards 2022, o ator Henry Winkler, indicado a melhor coadjuvante por “Barry”, revelou que a próxima temporada da série da HBO deverá ser a última. Enquanto conversava com a imprensa, Winkler foi questionado sobre quantas temporadas ele achava que a serie teria. “Quatro”, ele respondeu. “Porque Bill [Hader] e [o co-criador] Alec [Berg] não querem tentar alongar a trama… Eles não querem forçar”, explicou. A série de comédia segue um assassino de aluguel desiludido (Bill Hader) que, durante um “serviço” em Los Angeles, depara-se com uma comunidade de teatro amador e começa a crer que sua verdadeira vocação é ser ator. O problema é que o passado não quer lhe dar uma chance de mudar de vida. A 3ª temporada se encerrou em junho, mas ainda não há previsão para a estreia dos próximos episódios – que seriam os últimos, segundo Winkler.
Cobra Kai: Bruna Marquezine estrela comercial da série do “namorado”
A Netflix divulgou um vídeo promocional da 5ª temporada de “Cobra Kai” estrelado por Bruna Marquezine (“Maldivas”). O vídeo mostra a brasileira num dojo, treinando karatê. Entre as lições, estão alguns movimentos típicos da série e da franquia “Karatê Kid”, como pegar uma mosca usando o hashi. A presença de Marquezine no vídeo também aproveita a inevitável repercussão nos sites de fofocas, que há algum tempo vem apontando seu namoro com o ator Xolo Maridueña, intérprete de Miguel Diaz na série. Os dois trabalharam juntos no vindouro filme de super-herói “Besouro Azul” e desde então tem compartilhado muitos momentos juntos – ele até veio ao Brasil. Lançada na sexta passada (9/9), a 5ª temporada de “Cobra Kai” mostra Terry Silver (Thomas Ian Griffith) expandindo o império Cobra Kai para fazer seu estilo impiedoso de artes marciais se tornar dominante. A trama ainda traz de volta o vilão Mike Barnes (Sean Kanan), visto em “Karatê Kid III”. Enquanto isso, os ex-rivais Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) não conseguem fazer seus alunos se entenderem. Alimentada pela nostalgia da década de 1980, “Cobra Kai” foi criada por Josh Heald, Jon Hurwitz e Hayden Schlossberg (os dois últimos de “American Pie: o Reencontro”) e segue os personagens clássicos de “Karatê Kid” mais de 30 anos após os eventos da franquia original. Além dos citados, a lista de personagens clássicos inclui ainda Lucille (Randee Heller) e Chozen (Yuji Okumoto), do primeiro e do segundo filme. Desde seu lançamento, a 5ª temporada de “Cobra Kai” já foi vista por mais de 100 milhões de espectadores, estreando em 1º lugar no Top 10 semanal da Netflix.
“The Crown” entra no Top 10 da Netflix após morte da rainha Elizabeth II
A 1ª temporada da “The Crown”, lançada em 2016, entrou no Top 10 semanal da Netflix nesta terça (13/9), refletindo uma renovação no interesse após a morte da Rainha Elizabeth II. A atração ficou em 7º lugar entre as séries faladas em inglês da plataforma, acumulando mais de 17,5 milhões de horas assistidas. Essa é a primeira vez que a temporada de estreia de “The Crown” vai parar no Top 10 da Netflix, visto que a Netflix não fazia esse tipo de contagem quando a série foi lançada. Vale lembrar que a contagem semanal da Netflix começou no dia 5 e foi até o dia 11 de setembro. Porém, a morte da rainha aconteceu no dia 8, o que indica que boa parte dessas horas assistidas aconteceram num intervalo de quatro dias. Criada por Peter Morgan (roteirista de “A Rainha”), “The Crown” começou mostrando a juventude da rainha Elizabeth II (interpretada por Claire Foy). A temporada inaugural acompanhou a vida da rainha desde o seu casamento em 1947 a 1955, incluindo a morte do rei George VI, fato que promoveu a ascensão de Elizabeth ao trono e, eventualmente, levou à renúncia de Winston Churchill como primeiro-ministro. O elenco da temporada ainda conta com Matt Smith (“Doctor Who”), Vanessa Kirby (“Pedaços De Uma Mulher”), Jared Harris (“Mad Men”) e John Lithgow (“Dexter”). Depois disso, a série passou por dois reboots, com mudanças completas do elenco. A 5ª temporada estava agendada para estrear em novembro, mas deve atrasar, pois a produção de seus episódios foi suspensa em respeito à rainha. Embora os números de “The Crown” sejam ótimos, eles estão longe da 5ª temporada de “Cobra Kai”, que teve mais de 103 milhões de horas assistidas em apenas três dias e ficou em 1º lugar. Já a série de suspense “O Diabo em Ohio” garantiu o 2º lugar, com 70 milhões de horas assistidas, mais do que o dobro da 3ª colocada, a série “Imperfeitos”, que acumulou 24 milhões de horas. Em 4º lugar, ficou o reality show “Dated and Related” com 19,8 milhões de horas assistidas, seguido de perto por “Sandman”, que acumulou 19,5 milhões de horas. A 6ª colocação foi para “Partner Track”, com 18 milhões de horas assistidas. Fechando o Top 10, ainda aparecem a 4ª temporada de “Stranger Things” e as primeiras temporadas de “Echoes” e “Manifest” Confira abaixo a lista completa do Top 10 das séries faladas em inglês da Netflix. 1. “Cobra Kai 5” 2. “O Diabo em Ohio” 3. “The Imperfects” 4. “Dated and Related” 5. “Sandman” 6. “Partner Track” 7. “The Crown 1” 8. “Stranger Things 4” 9. “Echoes” 10. “Manifest 1”
Thati Lopes vira “Esposa de Aluguel” de Caio Castro. Veja o trailer
A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Esposa de Aluguel”, nova comédia brasileira que lembra uma velha Sessão da Tarde. O filme traz Caio Castro (“Novo Mundo”) como um solteirão convicto, que nunca se envolveu profundamente com nenhuma mulher além de sua mãe e das três irmãs. Mas ao saber que vai morrer, sua mãe controladora faz um último pedido: vê-lo casado. E para evitar ficar fora do testamento, o solteirão resolve contratar uma atriz (Thati Lopes, de “Diários de Intercâmbio”) para fingir ser sua noiva. Só que ela começa a improvisar e faz tudo diferente do combinado. E para surpresa de todos, agrada em cheio a matriarca, que até entrega as chaves de um imóvel cobiçado da família para o casal. Embora a premissa seja familiar, com um final feliz sem surpresas, a trama parece incluir reviravoltas novas. Além disso, o talento de Thati Lopes para o humor já conseguiu fazer uma limonada com outra Sessão da Tarde batida, “Socorro, Virei uma Garota!”. “Esposa de Aluguel” tem roteiro de Fil Braz (“Minha Mãe é uma Peça 3”), direção de Cris D’Amato (“Pai em Dobro”) e ainda traz em seu elenco Mariana Xavier (também de “Minha Mãe é uma Peça 3”), Gabi Lopes (“A Menina que Matou os Pais”) e Danielle Winits (“Tudo Bem no Natal que Vem”). A estreia está marcada para 11 de outubro.
“A Escola do Bem e do Mal” ganha trailer cheio de efeitos e magia
A Netflix divulgou um novo pôster e o trailer legendado de “A Escola do Bem e do Mal”, que combina trama de fábulas encantadas e efeitos visuais modernos. Baseado no best-seller infantil de Soman Chainani, o filme acompanha duas melhores amigas, Sophie e Agatha, que entram numa escola onde meninos e meninas comuns são treinados para serem heróis e vilões de fábulas encantadas. Com suas ambições de princesa, Sophie acredita que será escolhida para a Escola do Bem para se juntar às fileiras de ex-alunas como Cinderela e Branca de Neve. Enquanto isso, a aparência sombria de Agatha parece se encaixar naturalmente entre os vilões da Escola do Mal. Mas a sorte das meninas se inverte, com Sophie caindo na Escola do Mal e Agatha na Escola do Bem, o que coloca sua amizade à prova. O elenco destaca Kerry Washington (da série “Scandal”) e Charlize Theron (do filme “O Escândalo”) como professoras dessa espécie de Hogwarts de contos de fada, respectivamente na Escola do Bem e na Escola do Mal. Já as protagonistas adolescentes são vividas por Sophia Anne Caruso (“Valete de Copas”) e Sofia Wylie (“High School Musical: A Série: O Musical”), como Sophie e Agatha. A adaptação foi escrita por David Magee, que roteirizou “As Aventura de Pi” (2016) e a vindoura versão live-action de “A Pequena Sereia”, na Disney, e a direção é de Paul Feig (“Missão Madrinha de Casamento”). A estreia vai acontecer em 19 de outubro.
Terror “X – A Marca da Morte” vai virar trilogia
O terror indie “X – A Marca da Morte”, dirigido por Ti West (“O Último Sacramento”), vai ganhar uma nova continuação e virar trilogia. O anúncio foi feito pelo estúdio A24, que vai produzir o novo filme, e veio acompanhado de um teaser (confira abaixo). A prévia foi exibida durante o Festival de Toronto após os créditos da première de “Pearl”, o segundo longa. Intitulado “MaXXXine”, o terceiro longa será uma continuação direta de “X – A Marca da Morte” – “Pearl” era um prólogo, passado na juventude da psicopata do primeiro filme. Ao contrário de “Pearl”, que foi filmado junto com “X”, o novo filme ainda não foi rodado, mas as filmagens devem começar logo, visto que o teaser anuncia um lançamento “em breve”. Detalhes sobre a trama também foram divulgados, mas o vídeo sugere que veremos a “final girl” Maxine (novamente interpretada por Mia Goth) aproveitando o sucesso do grandioso mercado de home vídeo, que explodiu na década de 1980. No longa original, ela é introduzida como atriz de filmes adultos do final dos anos 1970, durante uma produção realizada numa fazenda – que vira cenário de um massacre sanguinário. “MaXXXine” ainda não tem previsão de estreia.
Astro de “Bosch” será Lex Luthor na série “Titãs”
O ator Titus Welliver (“Bosch”) vai interpretar o vilão Lex Luthor na 4ª temporada da série “Titãs”. As gravações já começaram, com direito à divulgação da primeira foto de Welliver caracterizado como uma versão barbuda do personagem – que ele definiu como “a maior mente criminosa de todos os tempos” em seu Instagram. Em entrevista à revista Entertainment Weekly, o showrunner da atração, Greg Walker, contou que não foi difícil convencer o ator a interpretar esse papel. “Quando liguei para convidá-lo, mal consegui falar”, revelou Walker. “Estávamos conversando ao telefone e ele estava andando pela sua biblioteca, me contando sobre todas as edições de ‘Titãs’ de Marv Wolfman e George Perez que ele tinha. Ele é um grande fã. Ele assistiu a todos os episódios da série, e poderia me contar sobre certas histórias, certas cenas. Foi a ligação mais inesperada que eu já tive.” Walker também explicou um pouco sobre a sua visão para Lex Luthor, que ele enxerga como alguém que “tem uma abordagem muito sensível e ponderada do mal e do poder.” “Você sabe o que ele fez e o que ele é capaz de fazer, exceto que, como muitas dessas pessoas, ele é bem-apessoado. Ele não tem um gato no colo. Sim. Ele é curioso, o que eu acho muito interessante sobre seu personagem. Ele quer saber sobre as pessoas e o que as faz funcionar, e como elas são diferentes dele. Ele vê o mundo através das lentes, tanto de seu próprio poder quanto de sua própria inadequação e tenta compensar ambos.” Na série, Luthor vai representar uma ameaça em particular para o Superboy/Conner (interpretado por Joshua Orpin), que foi criado a partir de uma combinação do DNA do Superman com o de Luthor. Nesta temporada, o herói vai precisar avaliar o que isso significa. “Estamos realmente indo mais fundo em todos esses personagens e sacudindo-os”, disse Walker. “O que agita Conner é uma história de identidade. Ele explorou seu eu Superman, mas ele realmente não explorou seu eu Lex. O que significa quando você faz isso? O que acontece quando você dá a Lex as chaves do carro? Ele começa a dirigir na contramão em alta velocidade na hora do rush?” Desenvolvida por Greg Berlanti (criador do “Arrowverse”), Akiva Goldsman (criador de “Star Trek: Picard”) e Geoff Johns (criador de “Stargirl”), a série voltará a reunir os heróis Asa Noturna (Brenton Thwaites), Ravena (Teagan Croft), Estelar (Anna Diop), Mutano (Ryan Potter) e Superboy (Joshua Orpin), que nos novos episódios precisarão enfrentar alguns vilões clássicos dos quadrinhos da DC Comics. Além de Luthor, outro vilão de destaque será Sebastian Blood, o Irmão Sangue, líder carismático de uma seita que deu muito trabalho para os “Novos Titãs” nos anos 1980. O personagem será vivido por Joseph Morgan, intérprete de Klaus Mikaelson em “The Originals”. Outra novidade no elenco é Franka Potente (“Identidade Bourne”), escalada como May Bennett, a Matriarca do Caos, braço direito e consorte de Sangue. Por fim, Lisa Ambalavanar (“The A List”) será Jinx, uma poderosa feiticeira capaz de manipular os elementos da Terra. A adaptação do arco do Irmão Sangue mostra que “Titãs” vai retomar a inspiração original dos quadrinhos de Marv Wolfman e George Perez, que ancoraram a 1ª temporada da série. A história do vilão, porém, tem muitas reviravoltas que precisarão ser condensadas na série – ou expandidas para uma possível 5ª temporada. A 4ª temporada chega em novembro nos EUA, no serviço de streaming HBO Max. Já no Brasil, a série é disponibilizada pela Netflix, que ainda não marcou a estreia dos novos episódios. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Titus Welliver Official (@tituswelliverofficial)
Michelle Yeoh é Deusa da Compaixão em vídeo da série “American Born Chinese”
O serviço de streaming Disney+ divulgou um vídeo promocional da sua nova série, “American Born Chinese”, estrelada por Michelle Yeoh (“Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”). O vídeo mistura cenas de bastidores com depoimentos das pessoas envolvidas e apresenta o visual da atração, que deve combinar ação, mitologia e humor. Baseada na história em quadrinhos “O Chinês Americano”, criada por Gene Luen Yang, a atração vai contar a história de Jin Wang (Ben Wang, de “Good Egg”), um adolescente comum que tenta equilibrar a sua rotina no ensino médio com o mundo fantástico. É que, após conhecer um novo aluno da escola, Jin se vê envolvido em uma batalha entre deuses mitológicos chineses. Yeoh interpreta a personagem Guanyin, uma entidade venerada pelos budistas da Ásia Oriental, normalmente associada à compaixão e misericórdia. O elenco ainda conta com Ke Huy Quan (também de “Tudo Em Todo Lugar Ao Mesmo Tempo”), Daniel Wu (“Into the Badlands”) e Chin Han (“Marco Polo”). “American Born Chinese” foi escrita por Charles Yu (“Westworld”) e Kelvin Yu (“Bob’s Burgers”), que também vai atuar como produtor executivo e showrunner da atração. O cineasta Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) é um dos produtores e também dirige alguns episódios, junto com Peng Zhang (coordenador de lutas em “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”) e a atriz Lucy Liu (“Elementary”) “American Born Chinese” ainda não tem previsão de estreia.
Hollywood vira “Babilônia” em trailer de cair o queixo com Brad Pitt e Margot Robbie
A Paramount divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer de cair o queixo de “Babilônia”, que volta a reunir os astros Brad Pitt e Margot Robbie, após “Era uma Vez em… Hollywood”, numa nova história da velha Hollywood. Só que a produção é ainda mais aloprada que a obra anterior, com excessos impressionantes de sexo, drogas e… jazz! O clima é “F*, yeah!”, como diz Brad Pitt para uma Robbie alucinada, após ela perguntar: “Quem quer me ver lutar contra com uma cobra?”. E exalta uma época em que os astros de cinema não tinham limites. Sabe as lendas das festas com groupies do Led Zeppelin e Mötley Crüe? Contos da Carochinha perto do que viveram os primeiros astros de Hollywood. A maioria dos personagens do filme é fictícia, mas inspirada em pessoas reais. Depois de viver Sharon Tate no filme de Quentin Tarantino, Robbie interpreta uma versão cocainômana de Clara Bow, símbolo sexual da era de ouro do cinema americana, conhecida como a “It girl” durante a transição do cinema mudo para o falado, enquanto Pitt é outra estrela do cinema mudo, baseado no ator real John Gilbert, que tem dificuldades de se adaptar às mudanças tecnológicas trazidas pela sonorização. A trama toma liberdades para acompanhar a ascensão e queda de seus personagens, fictícios e históricos, durante a era do jazz do final dos anos 1920, marcada pela Lei Seca e também por todo o tipo de decadência e excessos. O elenco grandioso ainda inclui Tobey Maguire (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Olivia Wilde (“O Caso Richard Jewell”), Jovan Adepo (“Watchmen”), Li Jun Li (“Evil”), Jean Smart (“Hacks”), P.J. Byrne (“The Boys”), Lukas Haas (“O Regresso”), Olivia Hamilton (“La La Land”), Max Minghella (“The Handmaid’s Tale”), Rory Scovel (“Physical”), Katherine Waterston (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”), Eric Roberts (“Vício Inerente”), Ethan Suplee (“Dog – A Aventura de Uma Vida”), Phoebe Tonkin (“The Originals”), Jeff Garlin (“Curb Your Enthusiasm”) e o baixista Flea (“Queen & Slim”), da banda Red Hot Chili Peppers. O filme tem roteiro e direção de Damien Chazelle, diretor dos premiados “Whiplash” e “La La Land”, e o lançamento nos EUA está marcado para o Natal deste ano, visando abocanhar indicações ao Oscar 2023. No Brasil, porém, a estreia só vai acontecer em 19 de janeiro.
Godard recorreu a suicídio assistido na Suíça
O cineasta Jean-Luc Godard recorreu ao suicídio assistido na Suíça, onde nasceu e vivia desde os anos 1970, para dar fim à sua vida nesta terça (13/9). Mas “ele não estava doente, estava simplesmente exausto”. A informação foi revelada pelo jornal francês Libération, que citou fontes próximas ao diretor. Godard faleceu em sua casa em Rolle, às margens do lago Léman, na região de língua francesa da Suíça. “Essa foi a sua decisão, e era importante para ele que ela fosse conhecida”, afirmou a fonte do Libération. A Suíça é um dos poucos países que permite a prática do suicídio assistido. Ela consiste em causar morte por vontade própria, geralmente por meio da ingestão de medicamentos letais, com acompanhamento médico. Autor de dezenas de filmes ao longo de quase sete décadas de carreira, Godard era um diretores mais influentes do cinema francês e mundial. E mesmo avesso a entrevistas, chegou a revelar publicamente qual era a sua opção para encerrar a vida. “Não estou ansioso de prosseguir a qualquer preço. Se estiver doente demais, não tenho vontade alguma de ficar sendo arrastado em um carrinho de mão”, disse ele em uma entrevista em 2014. Recentemente, o ator Alain Delon, contemporâneo de Godard e que trabalhou com o cineasta no filme “Nouvelle Vague”, de 1990, afirmou que também pretendia usar o recurso do suicídio assistido. Alain sofreu um duplo AVC em 2019 e vem se recuperando aos poucos desde então. Embora seu estado de saúde seja considerado bom, recentemente, ele pediu para seu filho, Anthony, 57 anos, organizar todo o processo e acompanhá-lo em seus últimos momentos. O suicídio assistido é permitido na Suíça desde 1942 com uma grande exceção: que os motivos não sejam egoístas. No Brasil e na maioria dos demais países, o ato é considerado crime. Mas a repercussão da morte de Godard pode mudar isso na França. O presidente francês Emmanuel Macron anunciou nesta terça-feira, que fará uma consulta popular sobre o “fim da vida”, considerando uma possível legalização do suicídio assistido no país. Macron, que se declara “pessoalmente” favorável à medida, quer iniciar a discussão para ter uma lei pronta no fim de 2023. Mas ele reconheceu nesta terça que “este é tudo menos um assunto fácil e simples”.












