Ryan Murphy diz que procurou familiares das vítimas de Dahmer: “Ninguém respondeu”
O produtor Ryan Murphy, criador de “Dahmer: Um Canibal Americano”, revelou que a produção da série tentou fazer contato com cerca de 20 familiares das vítimas de Jeffrey Dahmer enquanto preparavam a atração, mas ninguém os respondeu. “É algo que pesquisamos há muito tempo”, disse Murphy em um evento para a série em Los Angeles. “E nós – ao longo dos três, três anos e meio em que estávamos realmente escrevendo, trabalhando nisso – procuramos 20, ou cerca de 20, das famílias e amigos das vítimas tentando obter informações, tentando falar com pessoas. E nem uma única pessoa nos respondeu nesse processo.” Murphy explicou que diante da ausência de relatos das pessoas envolvidas, a produção precisou confiar no “nosso incrível grupo de pesquisadores que… eu nem sei como eles encontraram muitas dessas coisas que eles encontraram. Mas foi como um esforço de noite e dia para tentar descobrir a verdade dessas pessoas.” Desde que foi lançada, porém, a série recebeu críticas das famílias das vítimas, algumas das quais acusaram a equipe de não ter entrado em contato com eles. Rita Isbell, irmã de Errol Lindsey, assassinado por Dahmer aos 19 anos, criticou a Netflix por lucrar em cima de uma trágica história. Shirley Hughes, mãe de Tony Hughes, que teve um relacionamento com Dahmer antes de ele ser assassinado, disse que a série sensacionalizou a história de seu filho. Mas Murphy e Paris Barclay, diretor de alguns episódios, disseram que a série visava fazer com que as vítimas não fossem uma mera estatística. “Algo que conversamos muito durante a produção é que não estávamos muito interessados em Jeffrey Dahmer, a pessoa, mas sim no que fez dele o monstro que ele se tornou”, explicou Murphy. “Conversamos muito sobre isso… e falávamos sobre isso o tempo todo. É realmente sobre privilégio branco. É sobre racismo sistêmico. É sobre homofobia.” De fato, série mostra como Jeffrey Dahmer (interpretado por Evan Peters), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da polícia e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. “Nós realmente queríamos que a série seja sobre celebrar essas vítimas”, acrescentou Barclay. “Quando Tony escreve ‘eu não vou desaparecer’ no último cartão, é disso que trata essa série. Trata-se de garantir que essas pessoas não sejam apagadas pela história e que tenham um lugar e que sejam reconhecidas e que tenham sido importantes e que tenham vivido uma vida plena. E eles vieram de todos os tipos de lugares diferentes, mas eram pessoas reais. Eles não eram apenas números. Não eram apenas fotos em outdoors e postes. Eles eram pessoas reais com famílias amorosas, respirando, vivendo, esperançosos. Era sobre isso que queríamos que fosse.” Niecy Nash, que viveu Glenda Cleveland, a vizinha de Dahmer, questionou por que nenhum memorial foi montado para as vítimas. “Qualquer coisa que pudéssemos fazer para que isso acontecesse, você sabe, eu ficaria feliz em pagar por isso”, disse Murphy. “Eu acho que deveria haver alguma coisa. E estamos tentando fazer com que as pessoas falem sobre isso. Acho que há alguma resistência porque eles acham que o parque atrairia pessoas interessadas em homenagear o macabro…, mas acho que algo deveria ser feito.” Antes da série, Peters e Murphy já haviam trabalhado juntos em “American Horror Story”, e o ator havia expressado o seu desejo de interpretar alguém “normal”. Mas depois de ter feito teste com cerca de 100 pessoas para o papel de Dahmer, Murphy enviou o roteiro para Peters. “Ele me ligou no dia seguinte e disse: ‘É tão desafiador. É tão difícil que eu meio que tenho que dizer sim, mesmo tendo medo disso’”, contou Murphy. Peters aproveitou para contar sobre o seu processo de preparação para o papel, dizendo que leu todos os livros e artigos sobre o assassino, além de relatórios psicológicos e confissões, “numa tentativa de procurar entender por que ele fez o que fez, e a luta que ele teve com isso.” “Ele tem muitas coisas externas pelo jeito que anda, ele não mexe os braços quando anda e fala”, explicou o ator. “E então eu pesquisei muito para observá-lo e ver como ele se movia e trabalhava com pesos nos meus braços, vestindo o figurino, todo tipo de coisa que eu carregava comigo durante todo o dia para tentar ficar no personagem, para que fosse uma segunda natureza. E então eu criei uma composição de áudio de 45 minutos, que eu ouvia todos os dias para tentar entender seu dialeto e como ele falava e realmente tentar entender por que ele fez o que fez ou qual era sua mentalidade.” Peters estava tão imerso no personagem que Nash disse que nem chegou a conhecer o ator no set. “Eu não conheci Evan, porque Evan permaneceu em seu processo”, disse ela. “Então, você sabe, sendo sua vizinha intrometida e um espinho na sua carne, nós realmente não conseguimos nos conectar. Acho que talvez tenhamos dito bom dia duas vezes? Porque eu percebi que tinha que ficar na minha pista porque não queria atrapalhar seu processo e o que ele precisa fazer para ficar onde precisava ficar.” “Dahmer: Um Canibal Americano” se tornou a segunda série em inglês mais vista da Netflix e se aproxima da marca de 1 bilhão de horas assistidas. Esse sucesso surpreendeu os realizadores e a equipe. “Não tinha ideia de que se tornaria um fenômeno”, disse Nash. “Mas o que eu espero é que, onde quer que seu espírito viva no universo, Glenda Cleveland finalmente se sinta ouvida”, acrescentou, mencionando a vizinha que denunciou o serial killer. “Dahmer: Um Canibal Americano” está disponível na Netflix. Assista abaixo ao trailer da série.
Gisele Bündchen anuncia divórcio de Tom Brady
A modelo brasileira Gisele Bündchen confirmou nesta sexta-feira (28/10) o fim do seu casamento com o astro de futebol americano Tom Brady. Após diversas especulações durante a semana na imprensa, ela compartilhou em suas redes sociais um texto breve relatando o divórcio. “Com muita gratidão por nosso tempo juntos, Tom e eu finalizamos amigavelmente nosso divórcio. Minha prioridade sempre foi e continuará sendo nossos filhos, que amo com todo o meu coração”, escreveu, pedindo que os fãs respeitam a privacidade do casal nesse momento difícil. “A decisão de terminar um casamento nunca é fácil, mas nos distanciamos e, embora seja difícil passar por algo assim, me sinto abençoada pelo tempo que passamos juntos e desejo o melhor para o Tom sempre. Peço gentilmente que nossa privacidade seja respeitada este período sensível. Obrigada!”, finalizou. Ela publicou o texto duas vezes nos Stories de seu Instagram, uma em inglês e outra em português. Gisele e Tom Brady ficaram casados por 13 anos. Segundo informações da revista People, os documentos do divórcio foram oficialmente formalizados e protocolados nesta sexta (28/10). Os dois advogados do jogador de futebol americano e da modelo estão conversando com um mediador para decidir os detalhes da separação, que incluem definições sobre a guarda dos filhos e os bens adquiridos pelo casal. Eles têm dois filhos: Benjamin Rein Bündchen Brady, nascido em 8 de dezembro de 2009, e Vivian Lake Bündchen Brady, nascida em 5 de dezembro de 2012.
Filha de Daniela Mercury pede indiciamento de Cassia Kis por LGBTfobia
A advogada Márcia Verçosa de Sá Mercury, filha da cantora Daniela Mercury e da empresária Malu Verçosa, entrou com uma ação criminal no Mistério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) contra a atriz Cassia Kis, após uma polêmica live com a jornalista Leda Nagle em que a veterana fez declarações homofóbicas. Márcia acusa Kiss de promover LGBTfobia, de incitar violência contra a comunidade LGBTQIAP+ e afirmou, em nota, que a população não heterossexual “merece respeito”. No bate-papo, Cassia Kis disse que as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) estão destruindo as famílias. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, prosseguiu, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). “Eu nem sabia que existia isso”, deixou escapar Leda Nagle, diante do sensacionalismo da atriz. Cássia continuou, dizendo que quando há uma relação entre duas pessoas do mesmo sexo há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. A filha de Daniela Mercury disse ter ficado chocada. “Como filha de um casal de lésbicas, me sinto no dever, por minhas irmãs e por toda comunidade LGBTQIAP+ que é vítima violências cotidianas, de agir para que ela seja punida no rigor da lei. Minha família merece respeito, a população LGBTQIAP+ merece respeito!”, afirmou Márcia, em nota enviada à imprensa. “Ao ver a gravação em que ela ataca famílias como a minha, chorei. Ela fala que as pessoas LGBTQIAP+ destroem as famílias. Com que direito ela pode falar isso se a minha família foi justamente construída a partir de uma união homoafetiva? A adoção é um ato de amor que muda a vida de muitas crianças e adolescentes. Mudou a minha vida e a de minhas irmãs.” “Espero que Cássia Kiss responda pelo crime de LGBTfobia e seja condenada. Só com o cumprimento da Lei conseguiremos ter nossos direitos respeitados”, completa a filha da cantora. Em nota, a Globo também repudiou as declarações da atriz, atualmente no ar na novela “Travessia”. “A Globo tem um firme compromisso com a diversidade e a inclusão e repudia qualquer forma de discriminação”, disse a emissora.
Elon Musk compra Twitter e demite diretoria
O bilionário Elon Musk completou a aquisição do Twitter na quinta-feira (27/10) por US$ 44 bilhões (cerca de R$ 235 bilhões), de acordo com vários veículos da imprensa internacional. E a primeira decisão que tomou ao assumir o negócio foi demitir imediatamente a cúpula da rede social: entre outros executivos, o diretor executivo do Twitter, Parag Agrawal, o diretor financeiro, Ned Segal, e a encarregada de assuntos jurídicos do Twitter, Vijaya Gadde. A conclusão da compra ocorreu depois de uma saga judiciária, que envolveu a Justiça dos EUA, após Musk se arrepender da oferta feita em abril e ficar, desde então, tentando desfazer o negócio. Musk tinha até esta sexta-feira (28/10) para fechar a compra, caso contrário um julgamento seria realizado em novembro. Na noite de quinta, Musk mudou sua identificação no Twitter para “Chief Twit”, e pouco depois da meia-noite (horário de Brasília) escreveu na rede social que “o passarinho está livre”, aludindo ao pássaro que é símbolo do aplicativo. O empresário, dono da Tesla e da Space X, também usou o Twitter ao longo do dia para explicar que seu objetivo ao comprar a plataforma não era ganhar dinheiro e sim ajudar a humanidade, fazendo com que a civilização tenha “uma praça digital comum”, em vez de plataformas separadas para públicos de esquerda e de direita. “O Twitter obviamente não pode se tornar um inferno livre para todos, onde qualquer coisa pode ser dita sem consequências!”, continuou Musk. “Além de cumprir as leis do país, nossa plataforma deve ser calorosa e acolhedora para todos, onde você pode escolher a experiência desejada de acordo com suas preferências, assim como pode escolher, por exemplo, ver filmes ou jogar videogame variando de todas as idades até a maturidade.” Ele pretende, claramente, transformar a plataforma, e o comentário sugere uma mudança nas características de fórum de discussões e propagador de notícias em favor de serviços de entretenimento. Musk já disse que seus planos incluem fazer do Twitter “um aplicativo para tudo”. Na prática, este aplicativo já existe. Chama-se WeChat, uma espécie de “superaplicativo” que incorpora diferentes serviços, incluindo mensagens, mídia social, pagamentos e pedidos de comida. E não tem um terço da popularidade do Twitter. De todo modo, especialistas no mercado de ações acreditam que Musk está supervalorizando o Twitter, pagando muito mais do que a plataforma vale. Atualmente em crise, o Twitter teve prejuízo de US$ 270 milhões no último trimestre. the bird is freed — Elon Musk (@elonmusk) October 28, 2022
“The Crown” grava cena da morte da princesa Diana em Paris
A produção da série “The Crown” foi flagrada na noite desta quinta (27/10) gravando as cenas da morte da princesa Diana em Paris. As gravações ocorreram ao redor da Ponte de l’Alma, mesmo local em que Lady Di sofreu o trágico acidente que causou sua morte em 1997. Fotos que circulam nas redes sociais mostram o carro que levava Diana, interpretada pela atriz Elizabeth Debicki (“Tenet”), sendo perseguido por paparazzi nas ruas da capital francesa. As imagens surgiram poucos dias após a Netflix negar que faria a gravação da morte de Diana. “O momento exato do impacto do acidente não será mostrado”, disse a Netflix em comunicado à imprensa britânica. Aparentemente, apenas “o momento exato do impacto” não fará parte da reconstituição do acidente fatal. A morte da princesa e a comoção gerada entre a população britânica será exibida na 6ª temporada da série, que não tem previsão de estreia. A 5ª temporada será lançada no dia 9 de novembro e focará o final do casamento entre Diana e o então Príncipe Charles. 'The Crown' films Princess Diana's controversial death scenehttps://t.co/pvwRold8Xo#EntertainmentNews pic.twitter.com/lSap39Y0Oj — NowMyNews (@NowMyNews) October 27, 2022 #e_RadioUS ‘The Crown’ begins filming events leading up to Princess Diana’s fatal car crash https://t.co/JVmcxBzC65 pic.twitter.com/A62Ngl5b6b — E-Radio.US (@eRadioUS) October 27, 2022 The Crown divides fans by filming Princess Diana car crash scene in Paris, 'Shame. Shame. Shame' https://t.co/KUYE81fyny pic.twitter.com/hLNWIV2bbO — woman&home (@womanandhome) October 27, 2022 'The Crown' begins filming events leading up to Princess Diana’s fatal car crash https://t.co/aKkje3QnYk — Fox News (@FoxNews) October 27, 2022
CEO diz que aumento no preço da Apple TV+ é reflexo de mais conteúdo
O CEO da Apple, Tim Cook, falou sobre o recente aumento das assinaturas do serviço de streaming da empresa, o Apple TV+. Segundo ele, o reajuste é resultado do aumento na quantidade de produtos oferecidos pelo serviço. “Se você olhar quando nós precificamos pela primeira vez, nós tínhamos apenas algumas séries. Estávamos no início. Estávamos muito focados apenas nos originais e, portanto, tivemos quatro ou cinco séries e o preço era bastante baixo ”, disse Cook numa videochamada com os acionistas. “Agora temos muito conteúdo e estamos lançando mais a cada mês. E assim aumentamos o preço para representar o valor do serviço.” A assinatura da Apple TV+ vai passar de US$ 4,99 para US$ 6,99 por mês nos EUA, num aumento de 40% em relação ao valor original. No Brasil, o valor passou de R$ 9,90 para R$ 14,90. A Apple TV+ teve seu conteúdo valorizado neste ano com a vitória no Oscar de “No Ritmo do Coração” – filme que só foi exclusivo do serviço do streaming nos EUA – , e com a segunda conquista consecutiva de “Ted Lasso” como Melhor Série de Comédia no Emmy. Cook também observou o “entusiasmo e forte engajamento” dos assinantes do serviço. Segundo ele, “sucessos da Apple TV+ como ‘Ruptura’, ‘Bad Sisters’ e ‘Black Bird’ ocuparam o centro das telas ao redor do mundo. E os fãs de beisebol ficaram grudados em seus assentos nesta temporada assistindo ‘Friday Night Baseball’.” Além disso, o diretor financeiro da empresa, Luca Maestri, destacou as parcerias globais da Apple com as principais ligas de futebol. A partir da próxima temporada, os torcedores poderão transmitir todas as partidas da Major League Soccer, a liga de futebol dos EUA, por meio do aplicativo Apple TV. A Apple não divulga números de assinatura para nenhum de seus serviços, que incluem armazenamento em nuvem, pagamentos e outros negócios. Mas Maestri disse que o número total é maior do que 900 milhões – um aumento de 155 milhões nos últimos 12 meses e o dobro de três anos atrás. O Apple TV+ teria entre 20 e 40 milhões de assinantes. Vale destacar que não é só o Apple TV+ que vai aumentar os preços. Outros serviços da empresa, como Apple Music e Apple One, também sofrerão reajustes. “O custo do licenciamento aumentou e por isso estamos pagando mais pela música. O bom disso é que os artistas também receberão mais dinheiro por suas músicas que são curtidas em streaming”, justificou Cook. Ao todo, os serviços da Apple tiveram receita de US$ 19,1 bilhões no quarto trimestre e de US$ 78,1 bilhões no ano. Produtos como iPhone, Mac, iPad, entre outros, geraram US$ 71 bilhões em vendas no trimestre e US$ 316 bilhões no ano. Por isso, ao contrário das big techs concorrentes, a empresa comemorou um bom lucro no trimestre.
“O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” foi vista por 100 milhões de espectadores
A série “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder”, desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video, foi vista por mais de 100 milhões de espectadores até o momento. A informação partiu da própria Amazon, em um relatório divulgado ao seus acionistas. Anteriormente, a Amazon havia divulgado que a estreia da série tinha sido vista por 25 milhões de pessoas. “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” foi a produção mais cara da Amazon, custando cerca de US$ 500 milhões. Além disso, outro investimento pesado da empresa foi no “NFL Thursday Night Football”, transmissão de jogos ao vivo nos EUA, resultante de uma parceria feita com a Liga Nacional de Futebol Americano. Segundo o diretor financeiro da Amazon, Brian Olsavsky, “O Senhor dos Anéis: Os Anéis do Poder” foi responsável por gerar “mais inscrições no Prime globalmente do que qualquer outro produto original da Prime” e o “Thursday Night Football” impulsionou as “3 horas com maior número de inscrições no Prime dos EUA” durante sua estreia em setembro. Apesar disso, os rendimentos do terceiro trimestre do ano ficaram abaixo do esperado. Nesse período, a Amazon registrou receita de US$ 127,1 bilhões – a maior parte de seu setor de comércio eletrônico – abaixo das expectativas de Wall Street, o que também reduziu o preço de suas ações. E embora a receita líquida tenha aumentado 15% em relação ao mesmo trimestre do ano passado (alta de 19% quando as taxas de câmbio são consideradas), o lucro líquido caiu para US$ 2,9 bilhões, comparado aos US$ 3,2 bilhões arrecadados um ano atrás. Em um comunicado, o CEO da Amazon, Andy Jassy, deu a entender que os investimentos da empresa serão “agilizados” nos próximos meses, levando em consideração o estado incerto da economia global. “Obviamente, há muita coisa acontecendo no ambiente macroeconômico, e vamos equilibrar nossos investimentos para serem mais simplificados sem comprometerem nossas principais apostas estratégicas de longo prazo”, disse Jassy. “O que não vai mudar é nosso foco maníaco na experiência do cliente, e nos sentimos confiantes de que estamos prontos para oferecer uma ótima experiência para os clientes nesta temporada de compras de fim de ano.” Ainda assim, a empresa prevê uma desaceleração no quarto trimestre, com vendas líquidas de US$ 140 bilhões a US$ 148 bilhões, um aumento de apenas 2% a 8% em relação ao ano anterior.
Globo se pronuncia após declarações homofóbicas de Cassia Kis
A rede Globo emitiu uma nota com seu posicionamento após a atriz Cassia Kis, intérprete de Cidália na novela “Travessia”, fazer comentários homofóbicos numa live com a jornalista Leda Nagle. “A Globo tem um firme compromisso com a diversidade e a inclusão e repudia qualquer forma de discriminação”, diz o texto sucinto enviado pela assessoria de imprensa da emissora para jornalistas que buscaram uma repercussão. No bate-papo, Cassia Kis disse que as relações homossexuais e a “ideologia de gênero” (definição bolsonarista para a sexualidade humana) estão destruindo as famílias. “Não existe mais o homem e a mulher, mas a mulher com mulher e homem com homem, essa ideologia de gênero que já está nas escolas”, disse a atriz. “Eu recebo as imagens de crianças de 6, 7 anos se beijando, duas meninas se beijando, onde há um espaço chamado beijódromo”, prosseguiu, no melhor estilo “kit gay” (famosa fake news bolsonarista da eleição presidencial passada). “Eu nem sabia que existia isso”, deixou escapar Leda Nagle, diante do sensacionalismo da atriz. Segundo Cássia, quando há uma relação entre duas pessoas de sexo igual há uma “destruição à vida humana”. “O que está por trás disso? Destruir a família. Destruir a vida humana, na verdade, porque onde eu saiba homem com homem não dá filho, mulher com mulher também não dá filho. Como a gente vai fazer?”, questionou. Ainda na conversa, a atriz também destacou que a “pandemia foi maravilhosa” por tê-la ajudada a se descobrir conservadora. “Eu estou com a vida cheia de Deus muito recente. Essa pandemia foi maravilhosa pra mim, ela me trouxe a verdade. Primeiro, através de um sacerdote incrível, e eu conheci o Brasil Paralelo. Eu fiquei assustada porque eram de direita e não que eu fosse de esquerda, porque eu já tinha me divorciado da esquerda lá atrás, em 2014. Mas ouvi falar do Olavo de Carvalho e sai fora do negócio. Mas uma coisa vai levando à outra, evidente. Eu comecei a ouvir o padre Paulo Ricardo, que é esse sacerdote que fica em Cuiabá… quando eu vi, eu tava descobrindo a direita”, contou. Os comentários colocaram o nome da atriz entre os tópicos mais comentados do Twitter. Cássia Kis declarou recentemente seu voto em Jair Bolsonaro e teria sido alvo de reclamação de colegas nos bastidores das gravações de “Travessia” por suposta militância extremista fora das gravações.
Rafinha Bastos terá que indenizar Marcius Melhem por piada sobre assédio
O humorista Rafinha Bastos perdeu o recurso no processo movido por Marcius Melhem por dano moral. Melhem vai receber R$ 50 mil de indenização de Rafinha a título de indenização por piadas com as acusações de assédio moral e sexual feitas contra ele por Dani Calabresa e outras funcionárias da Globo, na época em que era chefe do departamento de humor da emissora. O caso foi julgado pela 7ª Câmara do Direito Privado do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) em segunda instância. Na primeira decisão, a Justiça havia concordado com os argumentos de Melhem e nova sentença repetiu a condenação, inclusive mantendo a mesma indenização. O vídeo com a piada que motivou o processo foi publicado em 2020, logo após Melhem dar uma entrevista se defendendo da acusação de assédio sexual e moral. Em um dos trechos, o humorista colocava sua voz sobre a imagem do ex-diretor da Globo para debochar do momento em que Melhem dizia que “foi muito doloroso para mim” ouvir as denúncias. “Doloroso pra ti? Oi?”, disse Bastos na gravação. “Eu matei 48 pessoas, matei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”; “Roubei oito bancos, roubei várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”, “Dei crack pra criança, e dei crack várias vezes, isso foi muito doloroso pra mim”. O processo também cita um tuíte de Rafinha Bastos em que ele manda Melhem “tomar no c*!” e o chama de “mau-caráter do cara**o!”. A publicação já foi apagada pelo próprio autor segundo o Twitter, que se manifestou ao ser notificado judicialmente. “Considerando a natureza do dano, a capacidade econômica das partes, os princípios da proporcionalidade e da razoabilidade, pela ofensa ao autor com ampla divulgação, considera-se que o montante fixado deve ser mantido”, afirmou o desembargador Pastorelo Kfouri, relator do caso em segunda instância. O voto foi seguido por unanimidade. Marcius Melhem também processou Danilo Gentili, Felipe Castanheri e Marcos Veras por comentários que considerou ofensivos nas redes sociais. Mas Gentili teve ganho de causa por ter feito piadas de duplo sentido. Em entrevista do ano passado, Melhem se justificou dizendo: “Eu não processo quem me critica ou quem faz piada. Eu processei quem me ofendeu com grande repercussão. São quatro processos apenas. E muito mais gente falou de mim. Milhões de pessoas foram induzidas a me achar um abusador, um assediador, sem saber que nem processo na Justiça há contra mim. Sem saber que ninguém me acusou publicamente de algum ato criminoso. Sem saber que só houve ida à Justiça porque eu fui primeiro. A crítica é livre. A ofensa, não. Só processei quem me caluniou”.
Globo anuncia volta de “Linha Direta” com Pedro Bial
A Globo confirmou a volta de seu principal programa policial, o “Linha Direta”, que teve episódios exibidos entre 1990 e 2007. Originalmente apresentado pelos jornalistas Domingos Meirelles e Marcelo Rezende, o programa será assumido agora por Pedro Bial (que atualmente apresenta o “Conversa com Bial”), num retorno previsto para 2023. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (27/10) em um evento voltado ao mercado publicitário em São Paulo e compartilhado no Twitter da empresa. A volta do programa foi revelada em setembro pela coluna de Patricia Kogut, no jornal O Globo, enquanto estava sendo desenvolvido pelo diretor Mariano Boni. O sucesso do podcast/série sobre o Caso Evandro, na Globoplay, teria alertado a empresa para o interesse do público nas notícias de crime real. E o fenômeno da audiência da série sobre o assassinato de Daniella Perez, na HBO Max, só confirmou a tendência. Além disso, um canal independente que reúne edições antigas do próprio “Linha Direta” virou um fenômeno no YouTube, com quase 200 mil inscritos e 3 milhões de visualizações em alguns episódios. Ainda não há detalhes sobre a nova produção, nem se a atração seguirá o mesmo formato dos últimos anos em que ficou no ar. A versão original do “Linha Direta” estreou em março de 1990 com casos de crimes em que os suspeitos estavam foragidos da Justiça. O programa exibia simulações feitas por atores e depoimentos de testemunhas. Essa primeira fase do Linha Direta ficou no ar até julho daquele ano, apresentada por Hélio Costa. Em 1999 o programa voltou, desta vez sob o comando de Marcelo Rezende (1951-2017) e com base em noticiários recentes, mas também reconstituindo casos célebres, como o assassinato de Ângela Diniz. Domingos Meirelles assumiu o programa em 2002 e permaneceu até o fim da atração, em 2007. Ao longo de sua exibição, a produção jornalística contribuiu para a prisão de quase 400 foragidos. Em setembro de 2002, representantes do Centro Brasileiro de Defesa dos Direitos Humanos afirmaram que a atração era de utilidade pública. “Linha Direta” também teve edições especiais sobre casos com elementos sobrenaturais, como o do Edifício Joelma e o da Operação Prato. O #LinhaDireta volta em 2023 e com Pedro Bial no comando! #Vemaí pic.twitter.com/JePkTuQevZ — TV Globo 📺 (@tvglobo) October 27, 2022
Fotos registram volta da vilã Georgina Sparks à “Gossip Girl”
A HBO Max divulgou as primeiras fotos da 2ª temporada do revival de “Gossip Girl”, que destaca a volta da atriz Michelle Trachtenberg ao papel de Georgina Sparks, vilã da série original. “The bitch is back”, avisa a legenda da publicação nas redes sociais. Continuação da série original, que foi sucesso entre 2007 e 2012 na TV americana, a nova “Gossip Girl” é escrita por Joshua Safran e tem produção de Josh Schwartz e Stephanie Savage, criadores da primeira atração. A trama se passa quase uma década depois que o blog da “garota fofoqueira” foi desativado e revela uma nova Gossip Girl, desta vez concebida pelos professores da escola de elite da trama, que surge para controlar a atual geração de estudantes sem noção de limites. O novo elenco destaca Emily Alyn Lind (“A Babá”), Jordan Alexander (“Sacred Lies”), Whitney Peak (“O Mundo Sombrio de Sabrina”), Eli Brown (“Pretty Little Liars: The Perfeccionists”), Johnathan Fernandez (“Lethal Weapon”), Tavi Gevinson (“Scream Queens”), Thomas Doherty (“Legacies”), Adam Chanler-Berat (“Next to Normal”), Zion Moreno (“Claws”), o veterano da Broadway Jason Gotay (“Peter Pan Live!”) e Elizabeth Lail (a vítima da 1ª temporada de “Você”). Para reforçar a ligação entre as duas gerações de personagens, a série manteve a narração de Kristen Bell como a voz informal de Gossip Girl, e vinha resgatando personagens secundários da década passada em pequenas participações. Por sinal, uma das referências à trama anterior foi a introdução de Milo, o filho de Georgina Sparks, que apareceu no quarto episódio interpretado por Azhy Robertson (“Invasão”). Os novos episódios vão estrear em 1 de dezembro em streaming. SIM, A GEORGINA TÁ DE VOLTA — HBO Max Brasil (@HBOMaxBR) October 27, 2022
Harry Styles vira Lula barbudo em novo clipe
O cantor Harry Styles lançou o clipe de “Music For a Sushi Restaurant”, em que ele vira uma espécie de Lula barbudo. O vídeo literalmente mostra o artista com tentáculos de lula no lugar das pernas e portando uma longa barba escura. Ele é encontrado encalhado na areia de uma praia por funcionários de um restaurante especializado em comida marinha. Mas quando seus tentáculos estão prestes a ser cortados para virar iguaria, começa a cantar, encantando os cozinheiros com sua voz de sereia. Os planos mudam e ele vira atração musical do local, passando a se comportar como diva. Só que, em meio ao show, perde a voz e volta para a frigideira. A direção é de Aube Perrie, responsável pelo comentadíssimo clipe de “Thot Shit”, de Megan Thee Stallion. “Music For a Sushi Restaurant” é o terceiro clipe (sem contar o vídeo dirigido por James Corden para seu talk show) do álbum “Harry’s House”, terceiro disco solo do cantor inglês, lançado em maio passado.
Jason Bateman e Jude Law vão estrelar nova série da Netflix
Os atores Jason Bateman (“Ozark”) e Jude Law (“Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore”) vão estrelar e produzir a minissérie “Black Rabbit”, desenvolvida para a Netflix. Segundo o site Deadline, Bateman também deve dirigir a atração. Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que a série foi criada pelo roteirista Zach Baylin, indicado ao Oscar pelo roteiro de “King Richard: Criando Campeãs” (2021). O projeto ainda tem detalhes em negociação, mas deverá marcar uma nova parceria de Bateman com a Netflix, depois do sucesso de “Ozark”. “Black Rabbit” ainda não possui previsão de estreia. Atualmente, Jason Bateman está envolvido em um filme sobre a vida de Sonny Vaccaro, executivo da marca Nike. O projeto, sem data de estreia, será dirigido por Ben Affleck (“Argo”). Jude Law, por sua vez, vai interpretar o Capitão Gancho no filme “Peter Pan e Wendy”, dirigido por David Lowery (“A Lenda do Cavaleiro Verde”), que estreia em 2023.












