PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Procurar

Páginas

  • #336835 (sem título)
  • Anuncie na Pipoca Moderna
  • Política de Privacidade e Proteção de Dados – Pipoca Moderna
  • Termos de Serviço

Arquivos

  • novembro 2026
  • outubro 2026
  • setembro 2026
  • agosto 2026
  • julho 2026
  • junho 2026
  • maio 2026
  • abril 2026
  • março 2026
  • fevereiro 2026
  • janeiro 2026
  • dezembro 2025
  • novembro 2025
  • outubro 2025
  • setembro 2025
  • agosto 2025
  • julho 2025
  • junho 2025
  • maio 2025
  • abril 2025
  • março 2025
  • fevereiro 2025
  • janeiro 2025
  • dezembro 2024
  • novembro 2024
  • outubro 2024
  • setembro 2024
  • agosto 2024
  • julho 2024
  • junho 2024
  • maio 2024
  • abril 2024
  • março 2024
  • fevereiro 2024
  • janeiro 2024
  • dezembro 2023
  • novembro 2023
  • outubro 2023
  • setembro 2023
  • agosto 2023
  • julho 2023
  • junho 2023
  • maio 2023
  • abril 2023
  • março 2023
  • fevereiro 2023
  • janeiro 2023
  • dezembro 2022
  • novembro 2022
  • outubro 2022
  • setembro 2022
  • agosto 2022
  • julho 2022
  • junho 2022
  • maio 2022
  • abril 2022
  • março 2022
  • fevereiro 2022
  • janeiro 2022
  • dezembro 2021
  • novembro 2021
  • outubro 2021
  • setembro 2021
  • agosto 2021
  • julho 2021
  • junho 2021
  • maio 2021
  • abril 2021
  • março 2021
  • fevereiro 2021
  • janeiro 2021
  • dezembro 2020
  • novembro 2020
  • outubro 2020
  • setembro 2020
  • agosto 2020
  • julho 2020
  • junho 2020
  • maio 2020
  • abril 2020
  • março 2020
  • fevereiro 2020
  • janeiro 2020
  • dezembro 2019
  • novembro 2019
  • outubro 2019
  • setembro 2019
  • agosto 2019
  • julho 2019
  • junho 2019
  • maio 2019
  • abril 2019
  • março 2019
  • fevereiro 2019
  • janeiro 2019
  • dezembro 2018
  • novembro 2018
  • outubro 2018
  • setembro 2018
  • agosto 2018
  • julho 2018
  • junho 2018
  • maio 2018
  • abril 2018
  • março 2018
  • fevereiro 2018
  • janeiro 2018
  • dezembro 2017
  • novembro 2017
  • outubro 2017
  • setembro 2017
  • agosto 2017
  • julho 2017
  • junho 2017
  • maio 2017
  • abril 2017
  • março 2017
  • fevereiro 2017
  • janeiro 2017
  • dezembro 2016
  • novembro 2016
  • outubro 2016
  • setembro 2016
  • agosto 2016
  • julho 2016
  • junho 2016
  • maio 2016
  • abril 2016
  • março 2016
  • fevereiro 2016
  • janeiro 2016
  • dezembro 2015
  • novembro 2015
  • abril 2013
  • fevereiro 2011
Série

Sucesso mundial dos K-dramas esconde crise que ameaça produção na Coreia

Entidades denunciam queda de 30% nas produções e pedem investimento de US$ 746 milhões para evitar desmonte da indústria audiovisual coreana

Leia mais
4 de novembro de 2026
Série

Richard Madden vira suspeito de conspiração nuclear no trailer de Trinity

Astro de "Game of Thrones" interpreta secretário de Defesa dos Estados Unidos em nova série de suspense político da Netflix

Leia mais
4 de novembro de 2026
Etc

Luana Piovani chama Leonardo de “lixo humano” por trabalho escravo em fazenda

Atriz resgata fiscalização que encontrou seis trabalhadores em condições degradantes e critica apoio político do sertanejo à direita

Leia mais
4 de novembro de 2026
TV

Aline Borges e Juliane Araújo serão casal em novela da Netflix com Paolla Oliveira

Atrizes interpretarão mães adotivas que enfrentam disputa pela guarda de uma criança em "Mãe Imperfeita", novo melodrama da plataforma

Leia mais
4 de novembro de 2026
Música

Nikolas Ferreira condena boicote a Jorge & Mateus após incentivar boicote a artistas de esquerda

Deputado critica cancelamentos em Fortaleza e Recife, cinco dias depois de defender retaliação econômica contra apoiadores de Lula

Leia mais
4 de novembro de 2026
  • Série

    Ator de “Vikings” entra no elenco da série derivada de “Duna”

    9 de novembro de 2022 /

    O ator Travis Fimmel (o Ragnar Lothbrok de “Vikings”) entrou no elenco de “Dune: The Sisterhood”, série derivada do blockbuster “Duna” (2021). Fimmel se junta às atrizes Emily Watson (“The Third Day”) e Shirley Henderson (“T2: Trainspotting”), anteriormente confirmadas na atração. A série vai se passar 10 mil anos antes dos eventos de “Duna” e é baseada no romance “Sisterhood of Dune”, escrito por Brian Herbert (filho de Frank Herbert, autor de “Duna”) e Kevin J. Anderson. A trama vai acompanhar as Irmãs Harkonnen (Watson e Henderson) enquanto elas combatem forças que ameaçam o futuro da humanidade e estabelecem a lendária seita conhecida como Bene Gesserit. As Bene Gesserit possuem habilidades extraordinárias e total controle de sua mente e corpo. Após uma série de maquinações políticas e objetivos misteriosos, as Bene Gesserit são levadas até o planeta Arrakis, chamado por seus habitantes de Duna. Fimmel vai interpretar o papel de Desmond Hart, descrito como “um soldado carismático com um passado enigmático, que busca ganhar a confiança do Imperador às custas da Irmandade”. O elenco ainda conta com as adições de Indira Varma (“The Capture”), Sarah-Sofie Boussnina (“Knightfall: A Guerra do Santo Graal”), Shalom Brune-Franklin (“The Tourist”), Faoileann Cunningham (“O Homem do Norte”), Aoife Hinds (“Normal People”) e Chloe Lea (“Fundação”). “Dune: The Sisterhood” foi criada por Diane Ademu-John (produtora de “A Maldição da Mansão Bly”), que também vai produzir a atração e dividir a função de showrunner com Alison Schapker (produtora de “Westworld”). O cineasta Denis Villeneuve (diretor de “Duna”) também produz a série, cujo episódio piloto será dirigido por Johan Renck (“Chernobyl”). “Dune: The Sisterhood” está sendo desenvolvida para o serviço de streaming HBO Max e ainda não tem previsão de estreia. O projeto marcará o retorno de Travis Fimmel à HBO Max, depois de ele ter estrelado a série “Raised by Wolves”. Seus projetos futuros incluem a minissérie policial “Black Snow”, que estreia em janeiro de 2023.

    Leia mais
  • Etc

    Sean Penn presenteia presidente da Ucrânica com seu Oscar

    9 de novembro de 2022 /

    O ator Sean Penn (“Flag Day – Dias Perdidos”) presenteou o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, com um dos seus dois Oscars. Penn entregou o troféu a Zelensky pessoalmente, ao se reunir com ele em Kiev. “É apenas uma bobagem simbólica, mas se eu souber que isso está aqui, me sentirei melhor e forte o suficiente para as lutas”, disse Penn a Zelensky em um vídeo postado pelo presidente ucraniano. “Quando você vencer, traga de volta para Malibu, porque me sentirei muito melhor sabendo que há um pedaço de mim aqui.” Em troca, o presidente ucraniano presentou Sean Penn com uma medalha de Honra ao Mérito “por seu apoio sincero e contribuição significativa para a popularização da Ucrânia no mundo”. Não ficou claro qual dos Oscars Penn presenteou a Zelensky. O ator venceu a estatueta duas vezes, a primeira por “Sobre Meninos e Lobos” (2003) e a segunda por “Milk: A Voz da Igualdade” (2008). Além disso, ele também foi indicado por “Os Últimos Passos de um Homem” (1995), “Poucas e Boas” (1999) e “Uma Lição de Amor” (2001). Penn estava na Ucrânia no início do ano filmando um documentário sobre a invasão russa e precisou fugir do país em março. Seu apoio à Ucrânia o colocou na lista de pessoas proibidas de entrar na Rússia, junto com outros apoiadores da Ucrânia – como o ator Ben Stiller (“A Vida Secreta de Walter Mitty”). Durante a cerimônia, Zelenskyy também homenageou outras pessoas, como o ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson, os primeiros-ministros da República Tcheca, Polônia e Eslovênia, além dos presidentes da Comissão Europeia. Assista abaixo ao encontro de Penn e Zelensky. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Володимир Зеленський (@zelenskiy_official)

    Leia mais
  • Série

    4ª temporada de “Manifest” estreia em 1º lugar na Netflix

    9 de novembro de 2022 /

    A estreia da primeira metade da 4ª temporada da série “Manifest”, que chegou ao catálogo da Netflix na última sexta (4/11), ficou em 1º lugar entre as séries em inglês mais vistas no serviço de streaming. Ao todo, a série acumulou mais de 57 milhões de horas assistidas em apenas três dias de exibição. O sucesso foi tanto que até mesmo a 1ª temporada de “Manifest” retornou ao Top 10 semanal da Netflix, ficando na 10ª posição. “Manifest” acompanha os passageiros de um avião, que após ficar cinco anos desaparecido, aterrissa em seu destino como se nada tivesse acontecido. Os passageiros estão exatamente como eram, sem que o tempo tivesse avançado para eles, o que chama atenção do governo, da mídia e afeta as famílias que os consideravam mortos. Além do mistério do desaparecimento, os viajantes do voo 828 ainda precisam lidar com um efeito colateral inesperado, passando a ouvir “chamados” para fazer determinadas coisas. A atração não era uma produção original da Netflix. Mas a plataforma decidiu salvá-la do cancelamento, dois meses após a rede americana NBC tirá-la do ar, uma vez que a série sempre manteve boas audiências em streaming. O 2º lugar do Top 10 semanal ficou com “Inside Man”, série criada por Steven Moffat (“Sherlock”) e estrelada por David Tennant (“Doctor Who”). A atração acumulou 52,9 milhões de horas asssistidas, seguida de perto pela série “Recomeço”, romance com Zoe Saldana, que acumulou mais de 50 milhões de horas assistidas durante a sua terceira semana de exibição. Fechando o Top 5 estão a 3ª temporada do reality show “Casamento às Cegas”, que segue um sistema de lançamento diferente (com blocos de episódios estreando semanalmente) e teve 47 milhões de horas assistidas, e “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro”, com 38 milhões de horas assistidas. Os números semanais mostram o enfraquecimento do domínio das séries de Ryan Murphy, que durante semanas lideraram as listas de séries mais assistidas. Embora “Bem-Vindos à Vizinhança” e “Dahmer: Um Canibal Americano” ainda apareçam na lista, em 6º e 8º lugar, com 35 e 28 milhões de horas assistidas, respectivamente, as séries não monopolizam mais os números semanais como costumavam fazer. Em vez das discrepâncias de números apresentadas antes, foi possível notar nessa semana uma divisão muito mais equilibrada entre as atrações. Vale destacar também que entre as séries internacionais, ou seja, não faladas em inglês, o 1º lugar ficou com a atração colombiana “Til Money Do Us Part”, que também acumulou incríveis 52,2 milhões de horas assistidas. Confira abaixo a lista completa do Top 10 das séries faladas em inglês da Netflix. 1. “Manifest 5” 2. “Inside Man” 3. “Recomeço” 4. “Casamento às Cegas 3” 5. “O Gabinete de Curiosidades de Guillermo del Toro” 6. “Bem-Vindos à Vizinhança” 7. “O Filho Bastardo do Diabo” 8. “Dahmer: Um Canibal Americano” 9. “Sally: Fisiculturismo e Assassinato” 10. “Manifest 1”

    Leia mais
  • Etc

    Disney supera Netflix com 235 milhões de assinantes no streaming

    9 de novembro de 2022 /

    A Disney atingiu o número de 235 milhões assinantes nos seus serviços de streaming, que incluem Disney+, Hulu/Star+ e ESPN+. Com isso, o conglomerado abriu distância para a Netflix, que contabilizou 223,1 milhões de assinantes no trimestre passado. O carro-chefe da empresa, a Disney+, superou as expectativas de Wall Street, adicionando 12,1 milhões de assinantes e totalizando 164,2 milhões no último trimestre. Os números do Disney+ são impressionantes quando comparados aos do Hulu (que adicionou apenas 1 milhão de inscritos) e do ESPN+ (com mais 1,5 milhão). Mas a contabilidade não menciona os números da Star+ na América Latina. E vale apontar que na Europa o conteúdo de Hulu/Star+ é oferecido dentro da plataforma Disney+. Apesar do crescente número de assinaturas, as perdas financeiras, ligadas ao custo do streaming, também continuam a crescer, quase dobrando em relação ao ano passado. Nesse momento, a Disney já soma um prejuízo de US$ 1,47 bilhão entre despesas de produção de conteúdo, operação e ampliação de suas plataformas. Em um comunicado sobre a projeção de ganhos para o quarto trimestre fiscal da empresa, o CEO da Disney, Bob Chapek, sugeriu que as perdas no streaming atingiram o seu pico e que a empresa está caminhando em direção à lucratividade já a partir do ano fiscal de 2024. “O rápido crescimento do Disney+ em apenas três anos desde o lançamento é um resultado direto da nossa decisão estratégica de investir fortemente na criação de conteúdo incrível e lançar o serviço internacionalmente, e esperamos que nossas perdas operacionais diminuam no futuro e que a Disney+ ainda possa alcançar lucratividade no ano fiscal de 2024, supondo que não vejamos uma mudança significativa no clima econômico”, disse Chapek. Caso isso aconteça, a Disney será apenas a segunda empresa a atingir lucro com o streaming. Atualmente, apenas a Netflix contabiliza receitas positivas nesse mercado, após mais de uma década de prejuízo. Durante o seu comunicado com acionistas, Chapek disse que as perdas de streaming entraram num “ponto de virada” e delineou um plano de três frentes para atingir lucratividade: aumento no preço das assinaturas e plano com anúncios, “racionalização significativa” dos gastos com marketing, e conteúdo mais eficiente. Chapek enfatizou o modelo de assinatura com anúncios nessa estratégia. “Ao realinhar nossos custos e perceber os benefícios dos aumentos de preços e nosso plano com anúncios do Disney+ em 8 de dezembro, acreditamos que estamos no caminho para alcançar um negócio de streaming lucrativo que impulsionará o crescimento contínuo e gerará valor para os acionistas no futuro.” Segundo o CEO, a empresa já tem contratos com mais de 100 anunciantes para o seu plano de assinatura com anúncios. Por conta disso e dos relatórios dos rivais, Wall Street já está começando a prever a lucratividade no streaming, apontando que a guerra por assinantes estaria se aproximando do fim. A receita geral da Disney foi de US$ 20,1 bilhões no trimestre, abaixo das expectativas de Wall Street, com lucro operacional de US$ 1,6 bilhão. No segmento de mídia, a receita direta ao consumidor foi de US$ 4,9 bilhões no trimestre, representando um aumento de 8% ano a ano, enquanto a receita de redes lineares (TV aberta e paga) foi de US$ 6,3 bilhões, numa queda de 5% ano a ano. A receita operacional, no entanto, aumentou 6% nas redes lineares, refletindo melhores resultados na TV por assinatura e ganhos “modestos” no segmento de transmissão aberta. A empresa também comunicou que sua divisão de Parques, Experiências e Produtos teve seu melhor ano de todos os tempos, com US$ 7,4 bilhões em receita no trimestre e US$ 28,7 bilhões no ano fiscal de 2022.

    Leia mais
  • Série

    Netflix cancela séries “Hierarquia” e “Imperfeitos”

    9 de novembro de 2022 /

    A Netflix cancelou as séries “Hierarquia” (Partner Track) e “Imperfeitos” (The Imperfects) depois de apenas uma temporada. O cancelamento se deve ao fato de as séries não terem atingido grandes números de audiência. Enquanto “Imperfeitos” chegou a ficar no 3º lugar entre as séries mais assistidas da Netflix na sua semana de estreia, “Hierarquia” não passou da 4ª posição. Nenhuma das duas ficou mais do que três semanas no Top 10 semanal do serviço de streaming. Criada por Georgia Lee (roteirista de “The Expanse”) com base no livro de Helen Wan, “Hierarquia” acompanhava Ingrid Yun (Arden Cho, de “Teen Wolf”), uma advogada asiática jovem e idealista que tentava conseguir uma promoção num escritório de advocacia de Nova York dominado por homens brancos, ao mesmo tempo que travava uma batalha pessoal para não abandonar suas próprias convicções. A Netflix tinha grandes expectativas para “Hierarquia”, um drama romântico estrelado por uma protagonista asiática-americana. A 1ª e agora única temporada da série terminou com um grande cliffhanger, o que indicava a confiança dos realizadores na renovação. Não só isso, mas a equipe de roteiristas já estava trabalhando em ideias para uma possível 2ª temporada, antes mesmo da estreia da atração. Outro ponto que alimentava a esperança de renovação era o fato de a série ter um orçamento modesto, já que as decisões de renovação da Netflix são baseadas numa equação de custo versus audiência. No final das contas, nada disso foi suficiente. Já “Imperfeitos” foi criada por Shelley Eriksen e Dennis Heaton (criadores de “A Ordem”), e girava em torno de três jovens que se transformavam em monstros após passarem por uma terapia experimental. Com ajuda de uma cientista que também possuía seus próprios segredos, o trio decide caçar o responsável por sua transformação e forçá-lo a torná-los humanos novamente. A série era estrelada por Rhianna Jagpal (“Para Todos os Garotos: Agora e Para Sempre”), Iñaki Godoy (“Quem Matou Sara?”), Morgan Taylor Campbell (“Zoey e a Sua Fantástica Playlist”) e Italia Ricci (“Designated Survivor”). Apesar do cancelamento, Arden Cho e Iñaki Godoy vão continuar trabalhando na Netflix, ambas em adaptações de animes. Cho vai estrelar a série em live-action de “Avatar: The Last Airbender” e Godoy a adaptação de “One Piece”. Assista abaixo aos trailers das duas séries canceladas.

    Leia mais
  • Reality,  TV

    Liziane Gutierrez descreve briga de Vini e Hadballa: “Cena de terror”

    9 de novembro de 2022 /

    A ex-Fazenda 13 Liziane Gutierrez se disse chocada com a violência nas gravações do “Celeiro da Justiça”, que serviu de palco para uma briga sangrenta entre o ex-Fazenda 14 Vini Buttel e o ex-BBB 20 Hadson Nery, conhecido como Hadballa. Testemunha das agressões, ela falou sobre a pancadaria em seu Instagram. “Cheguei aqui agora, tô tremendo. Eu tô em choque demais. O negócio foi assim, do meu lado, 2 centímetros, um monte de gente ensanguentada, eu tô me tremendo. Já tomei água com açúcar, bizarro”, contou ela nos Stories. Após se acalmar, ela voltou a postar, desabafando. “Tudo é biscoito pra vocês. Vai lá então ser a única mulher metida numa briga com um bando de marmanjo. Graças a deus a Record contornou a situação na hora. Parecia que eu tava em uma cena de terror, do meu lado. Estava lá a 2 cm dos dois”, disse. Em seguida, contou sua versão sobre a briga. “Gente, a briga toda começou entre Lucas [Santos, também ex-Fazenda 14] e Hadballa, depois o Vini acabou se metendo. Não vou me meter na briga deles, graças a Deus não sobrou pra mim. O que eu não achei legal foi o pai do Lucas querer se meter na briga, não para apartar, mas sim para querer bater mais no Hadballa. Isso eu não achei legal, não estou defendendo o Had, só acho que foi uma questão de covardia mesmo”. Vídeos da briga estão circulando pelas redes sociais e, segundo informações preliminares, tudo teria começado quando Lucas se desentendeu com Hadson, que foi convidado para o podcast comandado por Lucas Maciel para “julgar” os peões. Na tentativa de acalmar a treta, Vini teria sido atingido por Hadballa e revidado com um soco, que abriu o supercílio do ex-BBB. Num dos vídeos que estão ciruclando é possível ver que os dois trocaram diversas agressões e demoraram a ser separados pela equipe da emissora. Nem mesmo Eliza Fagundes, mulher de Hadson, conseguiu apartar a confusão rapidamente. Em outras gravações é possível ver que elementos do cenário foram quebrados durante a briga, e o estúdio ficou com marcas de sangue. Também é possível ouvir alguém dizendo para chamar a polícia. A polícia foi realmente acionada. Os dois brigões foram levados para ambulatórios diferentes e seguiram para a delegacia a fim de prestar depoimentos. Hadson preencheu boletim de ocorrência e garantiu que está tomando medidas legais contra o ex-peão. Esta foi a segunda confusão da semana envolvendo um eliminado do chamado Grupo A de “A Fazenda 14”, atualmente em exibição na Record TV. O Grupo B do reality costuma chamar os rivais de opressores e violentos. No domingo (6/11), Tiago Ramos, que foi expulso de “A Fazenda 14” por violência, foi gravado trocando agressões com vendedores no litoral paulista. Testemunhas presentes no local afirmaram que ele levou dois socos no rosto e um vídeo mostrou ele agredindo um homem pelas costas.

    Leia mais
  • Reality,  TV

    Gravação na Record TV termina com Vini Buttel e Hadballa na polícia por agressão

    9 de novembro de 2022 /

    As gravações desta quarta (9/11) do programa “Celeiro da Justiça”, da Record TV, terminou em pancadaria entre o ex-Fazenda Vini Buttel e o ex-BBB Hadson Nery, conhecido como Hadballa. Também participavam da atração os ex-Fazenda Lucas Santos e Liziane Gutierrez. Vídeos da briga estão circulando pelas redes sociais e, segundo informações preliminares, tudo teria começado quando Lucas se desentendeu com Hadson, que foi convidado para o podcast comandado por Lucas Maciel para “julgar” os peões. Na tentativa de acalmar a treta, Vini teria sido atingido por Hadballa e revidado com um soco, que abriu o supercílio do ex-BBB. Num dos vídeos que estão ciruclando é possível ver que os dois trocaram diversas agressões e demoraram a ser separados pela equipe da emissora. Nem mesmo Eliza Fagundes, mulher de Hadson, conseguiu apartar a confusão rapidamente. Em outras gravações é possível ver que elementos do cenário foram quebrados durante a briga, e o estúdio ficou com marcas de sangue. Também é possível ouvir alguém dizendo para chamar a polícia. A polícia foi realmente acionada. Os dois brigões foram levados para ambulatórios diferentes e seguiram para a delegacia a fim de prestar depoimentos. Hadson preencheu boletim de ocorrência e garantiu que está tomando medidas legais contra o ex-peão. Esta foi a segunda confusão da semana envolvendo um eliminado do chamado Grupo A de “A Fazenda 14”, atualmente em exibição na Record TV. O Grupo B do reality costuma chamar os rivais de opressores e violentos. No domingo (6/11), Tiago Ramos, que foi expulso de “A Fazenda 14” por violência, foi gravado trocando agressões com vendedores no litoral paulista. Testemunhas presentes no local afirmaram que ele levou dois socos no rosto e um vídeo mostrou ele agredindo um homem pelas costas. 🚨VEJA: Hadballa após a briga com Vini Buttel. pic.twitter.com/y0dmwzbJTC — CHOQUEI (@choquei) November 9, 2022 Vini saiu quebrado tbm eim pic.twitter.com/bIzgo3LxIK — Blessed 🙏 (@BestJhowOli) November 9, 2022

    Leia mais
  • Música,  TV

    Rolando Boldrin, ator e criador do “Som Brasil”, morre aos 86 anos

    9 de novembro de 2022 /

    O ator, cantor e apresentador Rolando Boldrin morreu nesta quarta-feira (9/11) aos 86 anos, em São Paulo. Ele estava internado no Hospital Albert Einstein havia dois meses, mas a causa da morte não foi informada. Com mais de 60 anos de carreira na TV, Rolando Boldrin foi galã de novelas e se tornou profundamente identificado com a divulgação da música regional brasileira nos programas “Som Brasil”, que criou na Globo, e “Sr. Brasil”, que ele apresentava há 17 anos na TV Cultura. “Ele tirou o Brasil da gaveta e fez coro com os artistas mais representativos de todas as regiões do país. Em seu programa, o cenário privilegiava os artesãos brasileiros e era circundado por imagens dos artistas que fizeram a nossa história, escrita, falada e cantada, e que já viajaram, muitos deles ‘fora do combinado’, conforme costumava dizer Rolando”, disse a TV Cultura em nota oficial. Como ator, ele também fez História na TV brasileira. Boldrin protagonizou a primeiríssima novela da Record TV, “A Muralha”, produção de época lançada em 1954 quando ainda não existia videotape e toda a programação televisiva era exibida ao vivo. Participou ainda de vários programas clássicos da Tupi, incluindo diversos teleteatros ao vivo, como “TV Teatro”, “TV de Vanguarda” e “Grande Teatro Tupi”, além de novelas históricas, como a primeira protagonizada por Gloria Menezes, “Há Sempre o Amanhã” (1960), e o fenômeno de audiência “O Direito de Nascer” (1964). Ao voltar à Record na virada da década, fez nova passagem marcante por novelas, entre elas “As Pupilas do Senhor Reitor” (1970) e “Os Deuses Estão Mortos” (1971), antes de ressurgir na Tupi na icônica “Mulheres de Areia” (1973). Ele permaneceu na Tupi até o final dos anos 1970, participando de “O Profeta” (1977) e “Roda de Fogo” (1978) antes de migrar para a rede Bandeirantes em 1979, onde fez mais quatro novelas, com destaque para “Os Imigrantes” (1981), maior sucesso da teledramaturgia da emissora, assinada por Benedito Ruy Barbosa (autor também de “Pantanal”), que teve mais de 450 capítulos de duração. Boldrin se despediu das novelas com a maratona da Band. Em 1981, ele foi para a Globo, onde virou apresentador. O próprio ator criou o programa “Som Brasil”, que tinha como objetivo divulgar a música regional brasileira, até então pouco reconhecida. Exibida nas manhãs de domingo, a produção se tornou um enorme sucesso, ficando no ar até 2013. Mas Boldrin bateu de frente com a emissora e, insatisfeito com o horário de exibição, deixou a apresentação em 1984, sendo substituído pelo ator Lima Duarte. Ele adaptou o projeto e o relançou com outro nome, “Empório Brasileiro” na Band, e depois como “Empório Brasil” no SBT. Em 2005, fechou com a TV Cultura para continuar seu projeto no programa “Sr. Brasil”, que era exibido até hoje. Apesar de ter largado as novelas, ele permaneceu ligado à atuação, trabalhando em filmes como “Doramundo” (1978) e “O Tronco” (1999), ambos de João Batista de Andrade, “Ele, o Boto” (1987), de Walter Lima Jr., e o recente “O Filme da Minha Vida” (2017), de Selton Mello. Segundo a nota da Fundação Padre Anchieta, responsável pela TV Cultura, Boldrin dizia que continuava a ser fundamentalmente um ator. “Esse tem sido meu trabalho a vida inteira; radioator, ator de novela, de teatro, de cinema, um ator que canta, declama poesias e conta histórias”, descrevia-se.

    Leia mais
  • Música

    15 clipes clássicos para celebrar Gal Costa

    9 de novembro de 2022 /

    A cantora Gal Gosta, falecida na manhã desta quarta (9/11), marcou a história da música brasileira, atravessando da Tropicália da década de 1960 ao pop/rock dos anos 1980 e 1990, com um repertório repleto de clássicos dos mais diferentes gêneros musicas, incluindo bossa nova, samba, chorinho e frevo. Várias de suas canções foram registradas em clipes antes mesmo do surgimento dos vídeos musicais, graças a apresentações na TV. Suas passagens pelo programa “Fantástico”, por exemplo, eram verdadeiramente clipes como conhecemos hoje. Mas ela também participou da própria história da TV, cantando em três edições do Festival Internacional da Canção, da TV Record, e teve vários momentos da carreira registrados em documentários, como “Bahia Por Exemplo” (1971) e “Os Doces Bárbaros” (1977). Veja abaixo 15 desses momentos icônicos, garimpados no YouTube, para celebrar o talento da artista cujo nome é Gal.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Filme com Sophie Charlotte vai contar vida de Gal Costa

    9 de novembro de 2022 /

    A cantora Gal Costa, falecida na manhã desta quarta-feira (9/11), aos 77 anos, vai ter a vida retratada num filme que já está em desenvolvimento. “Meu nome é Gal” tem direção de Dandara Ferreira (que escreveu e dirigiu a série documental “O Nome Dela É Gal”) e Lô Politii (“Alvorada”), e traz a atriz Sophie Charlotte (“Passaporte para a Liberdade”) no papel da artista. A trama retrata apenas uma pequena parte da trajetória da cantora, quando, aos 20 anos, decide se mudar para o Rio de Janeiro, onde encontra seus amigos da Bahia, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Gilberto Gil e Dedé Gadelha. Em entrevista ao jornal o Globo, a codiretora Dandara Ferreira disse que “a maior tristeza é a de não ter podido mostrar o filme a ela”. “Ela, Wilma (Petrillo, empresária de Gal) e eu trabalhamos muito nisso, era um sonho. Ela dizia que queria que, depois do documentário, tivesse um filme de ficção, até brincava com o filme da Elis (Regina)”, contou a cineasta. O roteiro é assinado por Lô Politi. E o elenco tem Rodrigo Lelis (Caetano Veloso), Dan Ferreira (Gilberto Gil), Camila Márdila (Dedé Gadelha), George Sauma (Waly Salomão), Luis Lobianco (o empresário Guilherme Araújo) e a própria Dandara Ferreira (Maria Bethânia), entre outros. Com produção é da Paris Entretenimento em coprodução da Globo Filmes e da Dramática Filmes, o longa tem previsão de lançamento para o dia 9 de março de 2023.

    Leia mais
  • Música

    Lula e Alckmin homenageiam Gal Costa nas redes sociais

    9 de novembro de 2022 /

    O presidente e o vice eleitos do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin, usaram as redes sociais para homenagear a cantora Gal Costa, que morreu na manhã desta quarta (9/11) aos 77 anos. “Gal Costa foi das maiores cantoras do mundo, das nossas principais artistas a levar o nome e os sons do Brasil para todo o planeta. Seu talento, técnica e ousadia enriqueceu e renovou nossa cultura, embalou e marcou a vida de milhões de brasileiros”, escreveu Lula no Twitter. “O país, que Gal Costa cantava para mostrar sua cara, hoje perde uma de suas grandes vozes. Mas o legado, a obra, a lembrança e as canções serão eternas como seu nome Gal”, continuou o presidente, citando a música “Brasil”. “Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos e milhões de admiradores”, completou. Geraldo Alckmin também lamentou a morte de Gal Costa, ressaltando que ela “fará imensa falta”. Ele lembrou que a cantora havia pedido “que escolhêssemos o caminho do amor, e não do ódio.” “Gal Costa fará imensa falta. Ao Brasil e a todos nós. Deu origem à tropicália e marcou a cultura brasileira. Gal nos deixou, ainda neste ano, uma recomendação: que escolhêssemos o caminho do amor, e não do ódio. Honraremos seu pedido. Meus sentimentos à família, amigos e seus fãs”, postou o vice-presidente. Em um de seus últimos shows, Gal Costa fez o “L” e pediu para que a população: “Vamos votar com sabedoria e com inteligência, sem ódio e com amor”. Outros políticos ecoaram a tristeza da nação com a morte da estrela, como o senador Randolfe Rodrigues, os deputados federais Alexandre Frota, Jandira Feghali e Maria do Rosário, entre outros, destacaram o talento e a contribuição da cantora para a música brasileira, e afirmaram que ela é “eterna”. Até o momento, Jair Bolsonaro mantém silêncio sobre a morte da cantora. O país, que Gal Costa cantava para mostrar sua cara, hoje perde uma de suas grandes vozes. Mas o legado, a obra, a lembrança e as canções serão eternas como seu nome Gal. Meus sentimentos e solidariedade aos familiares, amigos e milhões de admiradores — Lula (@LulaOficial) November 9, 2022 Gal Costa fará imensa falta. Ao Brasil e a todos nós. Deu origem à tropicália e marcou a cultura brasileira. Gal nos deixou, ainda neste ano, uma recomendação: que escolhêssemos o caminho do amor, e não do ódio. Honraremos seu pedido. Meus sentimentos à família, amigos e seus fãs — Geraldo Alckmin 🇧🇷 (@geraldoalckmin) November 9, 2022

    Leia mais
  • Música

    Cantora Gal Costa morre aos 77 anos

    9 de novembro de 2022 /

    A cantora Gal Costa, um dos principais nomes da música brasileira, morreu nesta quarta (9/11), em São Paulo, aos 77 anos. A causa da morte ainda é desconhecida, mas ela estava reclusa após passar por uma cirurgia de retirada de um nódulo na fossa nasal direita em setembro. Desde então, ela cancelou vários shows, inclusive sua participação no festival Primavera Sound, que aconteceu em São Paulo no último final de semana. Dona de uma carreira que se estendeu por 57 anos, Gal Costa lançou clássicos da MPB como “Baby”, “Meu Nome É Gal”, “Chuva de Prata”, “Meu Bem, Meu Mal”, “Pérola Negra”, “Barato Total” e muitos muitos outros. Maria da Graça Costa Penna Burgos nasceu em 26 de setembro de 1945 em Salvador. Desde pequena, foi incentivada pela mãe a seguir a carreira na música. A mãe precisou criá-la sozinha, visto que seu pai morreu quando ela ainda era adolescente. Durante a juventude, Gal Costa trabalhou como balconista de uma loja de discos em Salvador, onde teve o seu primeiro contato com a música brasileira. Ela contava que foi nessa loja que descobriu a música de João Gilberto. Nessa época, Gal Costa costumava cantar e tocar violão em festas. No início dos anos 1960, foi apresentada a Caetano Veloso, com quem criou um forte vínculo pessoal e artístico. Sua estreia na música profissional foi justamente ao lado de Caetano Veloso, quando, em 1967, eles lançaram o álbum compartilhado “Domingo”. Em seguida, ela se aproximou de Maria Bethânia e Gilberto Gil, e os quatro formaram o grupo Doces Bárbaros. Ao longo dos anos 1960 e 1970, Gal Costa apresentou uma mistura de estilos musicais e fez parcerias com músicos como Jorge Ben Jor em “Que Pena (Ela já não gosta mais de mim)” e novamente com Caetano Veloso em “Cinema Olympia”. Ela também foi apresentada à Jovem Guarda e à Tropicália com a canção “Meu Nome é Gal”, composta por Roberto Carlos e Erasmo Carlos. No início da década de 1970, Gal foi responsável por um dos espetáculos de maior repercussão da história da MPB, o “Fa-Tal”, dirigido pelo poeta Waly Salomão, que também virou um álbum ao vivo cultuado. Em 1971, ela ajudou a revelar o compositor Luiz Melodia com “Pérola Negra”, mesmo ano em que lançou a famosa canção “Vapor Barato”, feita em parceria com Jards Macalé e Waly Salomão. Sua carreira se expandiu nessa época para a TV, auxiliada por sucessos como “Modinha para Gabriela”, tocada na abertura da novela da Globo “Gabriela”, inspirada na obra de Jorge Amado. Uma curiosidade é que, além de cantar a música de abertura, Gal quase estrelou a novela. “O Daniel Filho me convidou, na época, para fazer o papel da Gabriela”, contou ela, numa entrevista publicada no livro “Teletema”, de Guilherme Bryan e Vincent Villari. “Não aceitei por medo, porque achava que não era atriz. Aí me chamaram para cantar. E acabei me tornando a voz dos personagens do Jorge Amado”, lembrou ela. “Em todas as trilhas que fizeram a partir de então para novelas ou filmes sobre os personagens de Jorge Amado, eu estive. A novela era maravilhosa e a música de abertura também”, completou. Seu álbum “Água Viva”, de 1978, era composto por hits como “Folhetim”, de Chico Buarque, e “Paula e Bebeto”, de Milton Nascimento e Caetano. Na década de 1980, ela se divertiu ao “chocar a sociedade” posando nua para a revista Status, quando estava prestes a completar 40 anos. Outras parcerias de sucesso foram com Chico Buarque, em “A História de Lily Braun” e “Futuros Amantes”, com Djavan em “Azul” e “Nuvem Negra”, com Moraes Moreira em “Festa do Interior”, e com Cazuza em “Brasil”, que foi usada na abertura da novela “Vale Tudo” em 1988. As “polêmicas” continuaram com os seus shows da turnê de “O Sorriso do Gato de Alice”, de 1994 – baseado no disco homônimo produzido pelo americano Arto Lindsay. Durante a música “Brasil”, abria a blusa e cantava com os seios à mostra, o que sempre chocava os fãs mais conservadores e moralistas. Ela ganhou os prêmios Sharp e APCA do ano com esse trabalho. Mais recentemente, Gal Costa lançou o álbum “Recanto” (2012), fez uma homenagem a Lupicínio Rodrigues, que ela considerava uma das suas grandes influências, lançou “Estratosférica” (2016) e chegou até a fazer parceria com Marília Mendonça, em “Cuidando de Longe” (2018). Ao todo, ela lançou mais de 40 álbuns ao longo da sua carreira, incluindo discos de estúdio e ao vivo. Além da sua carreira nos palcos, Gal Costa também fez algumas aparições na TV e no cinema, aparecendo, por exemplo, na novela “Dancin’ Days” (1979) para cantar a música “Folhetim”, de Chico Buarque. Porém, seu maior papel como atriz foi no filme “O Mandarim” (1995), dirigido por Júlio Bressane, que contava a história da música popular brasileira no século 20. Gal Costa interpretou Carmen Miranda no filme. Suas canções também fizeram parte da trilha sonora da novela “Água Viva” (1980), da minissérie “Anos Rebeldes” (1992), das novelas “Velho Chico” (2016) e “Os Dias Eram Assim” (2017), e do filme “Bacurau” (2019). Discreta em sua vida pessoal, Gal nunca foi casada, mas manteve relacionamentos estáveis, entre outros com o violonista Marco Pereira, a cantora Marina Lima e a atriz Lúcia Veríssimo. A notícia da sua morte foi recebida com tristeza por diversos artistas, celebridades e até o presidente eleito Lula, que manifestaram sua admiração pela cantora nas redes sociais. Confira abaixo algumas dessas manifestações. Nossa irmãzinha se foi… Gal, a quem chamava de Gaúcha. Fica a saudade pra mim, pra todos que eram próximos e pra tanta gente na extensão deste Brasil que se encantava com seu canto. Agora o canto dela fica conosco pro resto das nossas vidas, pra o tempo todo da nossa história. pic.twitter.com/TVigEg3shB — Gilberto Gil (@gilbertogil) November 9, 2022 Perdemos hoje uma das maiores vozes da música popular brasileira. Uma parte imensurável da nossa cultura que nunca será esquecida. Gal Costa eterna. 🖤 — Juliette (@juliette) November 9, 2022 Gal Costa foi das maiores cantoras do mundo, das nossas principais artistas a levar o nome e os sons do Brasil para todo o planeta. Seu talento, técnica e ousadia enriqueceu e renovou nossa cultura, embalou e marcou a vida de milhões de brasileiros. 📸 @ricardostuckert pic.twitter.com/4jU2SBcHuq — Lula (@LulaOficial) November 9, 2022 Gal Costa, gênia magistral perfeita da música brasileira. Sentiremos pra sempre sua falta, mas na arte você se fez imortal. 🖤pic.twitter.com/6Kk2mUHwAp — Felipe Neto 🦉 (@felipeneto) November 9, 2022 Eu te amo e vou te amar pra sempre, @GalCosta. As saudades serão eternas. pic.twitter.com/2cKPPmyp2Y — Milton Bituca Nascimento (@MiltonBituca) November 9, 2022 Gal costa foi um presente q a existência nos deu. Tô arrasado, mas em algum lugar no meio d toda tristeza, também sinto um calorzinho no peito d gratidão. Q alegria poder ter tido a oportunidade de ouvi-la, vê-la e ter trabalhado com ela. Eterna mestra, mais eterna ainda agora😭 — emicida (@emicida) November 9, 2022

    Leia mais
  • Série

    Novos protagonistas falam das polêmicas de “The Crown”: “Incomodando muita gente”

    9 de novembro de 2022 /

    Os atores Dominic West e Elizabeth Debicki, intérpretes do príncipe Charles e da princesa Diana na 5ª temporada da série “The Crown”, sabem o tamanho do desafio que tem pela frente. Não apenas por assumir papéis que renderam vários prêmios para seus antecessores, Josh O’Connor e Emma Corrin. Mas também pelas polêmicas envolvendo a produção da Netflix. Ambos aceitaram falar sobre as controvérsias ao jornal The New York Times. E foram direto ao ponto. “A série parece estar incomodando muita gente”, resumiu West. “Se alguém acredita que não sentimos uma tremenda responsabilidade, essa pessoa estaria errada”, completou Debicki. Lançada nesta quarta (9/11) em streaming, a 5ª temporada de “The Crown” se passa na década de 1990, quando o então Príncipe Charles teve um caso extraconjugal com Camilla Parker-Bowles, que levou ao fim eu casamento com a Princesa Diana. O fato de a série retratar esse momento em específico, que ainda divide opiniões no Reino Unido, tem rendido muitas críticas de personalidades britânicas que afirmam que a Netflix estaria fazendo um “desserviço” ao público, passando a ideia de que a atração é um retrato genuíno da família real. Afinal, a série faz muitas suposições e inventa diálogos para contar uma história com reflexos na realidade, mas que é pura ficção. “Você está sempre muito consciente de que todos têm uma opinião forte sobre o que aconteceu, e as pessoas sabem de que lado elas estão. É um campo minado, até certo ponto”, disse West, quando questionado a respeito da responsabilidade de representar uma história conhecida do público. Debicki, por sua vez, enxerga o desafio como algo positivo. Segundo ela, isso representa “um exercício realmente interessante porque as pessoas trazem sua memória viva para essa história. Eu nunca tinha feito parte de qualquer coisa parecida”. Um dos motivos de “The Crown” estar sendo tão criticada é por causa da recente morte da Rainha Elizabeth II. Talvez em respeito à memória da rainha, parte do público britânico não quer vê-la representada de maneira negativa na atração. Quando questionado sobre a impacto da morte da rainha na série, West disse: “me lembro de sentir o quanto aquela morte tinha sido incrível, que efeito incrível ela teve, e que figura mundial maravilhosa e única a rainha foi. Mas outra coisa interessante foi que boa parte da 5ª temporada girava em torno do debate se Charles um dia se tornaria rei.” O ator ainda afirmou que, “na década de 1990, muita gente dizia que ‘não acho que ele seja o cara certo’. Mas a hora chegou, e foi incrível como todos o aceitaram rápida e instantaneamente como o novo rei — e sem questionar. Parece que boa parte daquele período tumultuado que tínhamos representado para Charles, de se ele viria ou não a cumprir seu destino, teve uma resposta naqueles poucos dias”. “Sempre me surpreende a rapidez com que a história se move, a rapidez que as mudanças acontecem”, afirmou Debicki. “Isso choca um pouco. Ficamos todos muito tristes e fizemos uma pausa nas gravações. E em seguida aquela linda fila começou a se formar, composta por todas aquelas pessoas com idades, modos de vida e capacidades tão diferentes, todas passando diante do caixão. Foi muito triste para mim.” Falando sobre a sua proximidade com o papel da Princesa Diana, Elizabeth Debicki disse que “minha primeira lembrança desse período, como acho que a de muitas pessoas da minha idade, foi testemunhar as reações dos meus pais ao funeral dela. É uma lembrança muito clara para mim.” West foi ainda mais longe, dizendo que “eu observo a família real desde que os dois se casaram. Eu era obcecado por Diana. Ainda sou. Eu devia ter dez ou 11 anos. Eu me lembro de planejar com dois amigos sobre tentarmos acampar do lado de fora do palácio para tentar vê-la – é triste me lembrar disso agora.” Entre as pessoas que criticaram a série, destacam-se o ex-primeiro-ministro britânico John Major, interpretado por Jonny Lee Miller na série. Ele acusou “The Crown” de apresentar a “mentira prejudicial e maliciosa” de que Charles planejou usurpar o trono. Outro ex-primeiro ministro britânico, Tony Blair, apontou que muitas cenas em que aparecem na temporada nunca aconteceram na vida real, assim como falas de impacto da trama nunca foram ditas por ele. Um exemplo seria uma suposta reunião em que o Príncipe Charles buscaria pavimentar o caminho para se casar com sua amante Camilla. Enfurecido, ele chamou a produção de “um lixo completo e absoluto”. Acabou ecoando a atriz Judi Dench (“Belfast”), que escreveu uma carta ao jornal The Times, de Londres, chamando “The Crown” de “sensacionalismo bruto” e afirmando que a atração deveria trazer um aviso de “ficção” no início de cada episódio. A Netflix atendeu parcialmente o pedido, incluindo o aviso de “dramatização fictícia” abaixo da descrição do trailer da 5ª temporada. “As pessoas dizem ‘por que precisamos mexer de novo com essas coisas?’. Na época, não havia perspectiva. O divórcio e até mesmo a morte de Diana – precisamos de 25 anos ou qualquer que tenha sido o tempo que passou a fim de processar”, explicou West. “E é interessante o que pensamos agora, e a maneira pela qual podemos ser muito mais equilibrados em nossa visão desse assunto. É o benefício de ver a situação em retrospecto”. Ele acrescentou que “Charles é um personagem bastante controverso, na forma como ele é retratado”. Mas que tem experiência própria com o agora Rei para admirá-lo. “Eu estive envolvido na [instituição de caridade] Prince’s Trust e realmente admiro o trabalho que ele faz com essa organização. Não queria de forma alguma comprometer isso. Mas estou cada vez mais convencido de que a série não põe esse trabalho em risco e tampouco põe em risco qualquer coisa relacionada com a família real”, concluiu. Assista abaixo ao trailer da nova temporada.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie