Margot Robbie aprova Lady Gaga como Arlequina em “Coringa 2”
A atriz Margot Robbie se disse muito animada com a perspectiva de Lady Gaga assumir o papel da Arlequina na sequência de “Coringa”, intitulada em inglês “Joker: Folie à Deux”. Robbie originou a versão live-action de Harley live-action em “Esquadrão Suicida” e reprisou o papel em “Aves de Rapina” e “O Esquadrão Suicida”. “Isso me deixa muito feliz porque eu disse desde o início que tudo que eu quero é que a Arlequina seja um desses personagens como Macbeth ou Batman, que sempre passam de grande ator para grande ator”, ela disse à MTV News em uma entrevista em vídeo. Robbie continuou: “Sinto que, em muitos casos, não há tantas personagens femininas que possam ser compartilhadas. Talvez a rainha Elizabeth I, que eu também tive a chance de fazer. Eu fiquei tipo, ‘Uau! Cate Blanchett fez a rainha Elizabeth I. Agora eu farei. É uma honra ter construído uma base forte o suficiente para que Arlequina agora possa ser um desses personagens que outros atores podem tentar interpretar. E acho que ela fará algo incrível com isso.” Embora a Warner Bros. ainda não tenha confirmado a escalação de Lady Gaga, ela se anunciou com a postagem de um teaser da produção em suas redes sociais, em que aparece dançando com Joaquin Phoenix. O ator, que venceu um Oscar por interpretar o personagem-título no primeiro “Coringa”, vai estrelar o filme ao lado de Gaga. Direção continua a cargo de Todd Phillips, que também escreveu o roteiro em parceria com Scott Silver. O nome “Folie à Deux” faz referência a um termo médico francês usado para definir um transtorno mental que afeta duas ou mais pessoas ao mesmo tempo. Além dessa pista sobre a trama, a presença de Lady Gaga como Arlequina indica que a história vai abordar o tratamento do Coringa e a obsessão desenvolvida por sua psiquiatra, que se apaixona loucamente por ele – de forma literal. Outro detalhe é que a produção deverá ser apresentada como um musical. O primeiro Coringa foi o filme para adultos (classificação “R” nos EUA) de maior bilheteria de todos os tempos, com mais de US$ 1 bilhão arrecadado em todo o mundo. Além do Oscar conquistado por Joaquin Phoenix, o longa também venceu o troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas pela trilha sonora de Hildur Guðnadóttir. As filmagens do segundo longa devem começar em dezembro para um lançamento nos cinemas em outubro de 2024 – exatamente cinco anos após o primeiro filme.
Trailer das “Bruxas de Mayfair” destaca Alexandra Daddario
O canal pago americano AMC divulgou o trailer de “Mayfair Witches”, nova série sobrenatural baseada na trilogia literária das “Bruxas de Mayfair” (Lives of the Mayfair Witches), escrita por Anne Rice. A prévia destaca o tormento sofrido pela personagem de Alexandra Daddario (“The White Lotus”) e mostra alguns dos coadjuvantes, como Harry Hamlin (“Veronica Mars”) e Tongayi Chirisa (“iZombie”) Na trama, Daddario interpreta Rowan, uma médica brilhante que, sem saber ou desejar, herda o legado de uma família de bruxas poderosas. Enquanto reluta em assumir seu papel de bruxa e tenta compreender seus poderes, ela é assombrada por uma presença sinistra que ronda sua família por gerações. O elenco ainda conta com Jack Huston (“Ben-Hur”) e Beth Grant (“Dollface”). A 1ª temporada da série das bruxas terá oito episódios, escritos e produzidos pela dupla de “Masters of Sex”, Esta Spalding e Michelle Ashford. A atração fará parte de um universo de séries da escritora Anne Rice, falecida em dezembro passado, que também inclui a adaptação de “Entrevista com o Vampiro” (Interview with the Vampire), recém-lançada no mesmo canal. Vale observar que esse universo é realmente compartilhado. Rice escreveu três livros que misturam os personagens das duas sagas literárias. “Mayfair Witches” vai estrear em 5 de janeiro nos EUA.
Lindsay Lohan volta às comédias românticas no trailer de “Uma Quedinha de Natal”
A Netflix divulgou o pôster e o trailer do retorno de Lindsay Lohan às comédias românticas, 12 anos depois da péssima “Meu Trabalho É um Parto”. Desde então, ela vinha sendo vista apenas em filmes B e em noticiários sensacionalistas sobre seus vícios, problemas legais e relacionamentos escandalosos. No filme “Uma Quedinha de Natal” (Falling for Christmas), ela forma par romântico com outro sumido, Chord Overstreet, da série “Glee”. A trama traz Lohan como uma herdeira de hotel mimada que sofre um queda de esqui numa montanha durante as férias natalinas e fica com amnésia total. Sem ter para onde ir, ela aceita passar sua recuperação na pousada do homem que a resgatou, um proprietário galã (Overstreet) que vive com sua filha precoce. Os dois se conectam quase que instantaneamente, embora ela demonstre claramente ter um passado de luxo, mas quando as coisas começam a esquentar, a memória também começa a voltar, e com ela seu antigo pretendente. Tudo isso está no trailer, menos o que ela vai decidir. Mas nem é preciso ver o filme para saber, é claro. A premissa, por sinal, lembra muito uma comédia popular dos anos 1980. Em “Um Salto para a Felicidade” (1987), a herdeira mimada vivida por Goldie Hawn sofria um acidente e perdia a memória, acabando sob os cuidados de um carpinteiro bonitão (Kurt Russell), que decide se vingar da dondoca convencendo-a de que eles eram casados. O filme atual tem direção de Janeen Damian, produtora-roteirista de “O Príncipe e Eu”, que também escreveu o roteiro em parceria com Jeff Bonnett, Ron Oliver e Michael Damian. Todos trabalharam em vários telefilmes de Natal do canal pago Hallmark. A estreia está marcada para 10 de novembro.
Trailer apresenta final da série “His Dark Materials”
A HBO Max divulgou o pôster e o trailer da 3ª e última temporada de “His Dark Materials”, que conclui a adaptação completa da trilogia literária do escritor Philip Pullman, conhecida no Brasil como “Fronteiras do Universo”. A 3ª temporada é baseada na história de “A Luneta Âmbar” (2000), último livro da saga, que conduz a menina Lyra Belacqua por universos paralelos, numa guerra celestial envolvendo ciência, bruxaria e ursos-polares. A versão televisiva é estrelada pela atriz Dafne Keen, a jovem revelação de “Logan”, no papel da protagonista Lyra. O ótimo elenco também inclui Ruth Wilson (“The Affair”), Georgina Campbell (“Krypton”), Ruta Gedmintas (“The Stain”), Anne-Marie Duff (“As Sufragistas”), Andrew Scott (“Fleabag”) e Clarke Peters (“Três Anúncios para um Crime”), além de Amir Wilson (“O Jardim Secreto”) como Will Parry, jovem cujo destino começou a se entrelaçar com o de Lyra na 2ª temporada. Os próximos episódios também trazem de volta James McAvoy (“X-Men: Apocalipse”), que teve sua participação cortada devido à pandemia de coronavírus, após uma 2ª temporada menor que o previsto, e até Lin-Manuel Miranda (“O Retorno de Mary Poppins”), cujo personagem morreu em um tiroteio no segundo ano da série. A estreia da 3ª temporada vai acontecer em 5 de dezembro.
Comédia passada na última loja Blockbuster ganha trailer
A Netflix divulgou o pôster e o trailer de “Blockbuster”, série de comédia estrelada por Randall Park (“WandaVision”), que se passa na última locadora da rede Blockbuster ainda em atividade nos EUA. Não deixa de haver muito simbolismo – e ironia – na produção, dada a complicada história da Netflix com a Blockbuster. Para quem não lembra, a Netflix se originou como uma locadora de DVDs pelo correio, que foi quase esmagada pela então dominante Blockbuster. Os co-fundadores da Netflix, Marc Randolph e Reed Hastings, até tentaram vender a empresa para a Blockbuster por US$ 50 milhões em 2000, mas foram rejeitados. A dupla então prometeu superar a Blockbuster. Enquanto a Netflix se tornou uma das maiores empresas de entretenimento do mundo, a última loja da Blockbuster, localizada em Bend, Oregon, virou uma curiosidade e foi o tema de um documentário de 2020. A série “Blockbuster” foi criada por Vanessa Ramos, roteirista-produtora de “Superstore” e “Brooklyn Nine-Nine”. Os produtores, que incluem David Caspe e Jackie Clarke (criador e roteirista de “Happy Endings”), conseguiram os direitos da marca Blockbuster e usarão toda a iconografia associada à antiga rede de videolocadoras na atração. A 1ª temporada com 10 episódios estreia em 3 de novembro, e seu elenco também inclui Madeleine Arthur (“O Diabo em Ohio”), Melissa Fumero (“Brooklyn Nine-Nine”), J.B. Smoove (“Curb Your Enthusiasm”), Tyler Alvarez (“Vândalo Americano”), Olga Merediz (“Em um Bairro de Nova York”) e Kamaia Fairburn (“Aaliyah: Princesa do R&B”).
Adam Driver surge irreconhecível nas primeiras fotos de “Ferrari”
A STX Entertainment divulgou as primeiras fotos de Adam Driver (“Casa Gucci”) como Enzo Ferrari na cinebiografia do fundador da fábrica de carros que leva seu nome. As imagens de “Ferrari” revelam uma grande transformação do ator, que aparece irreconhecível com cabelo grisalho e óculos escuros. O elenco da produção também inclui Penélope Cruz (“Mães Paralelas”) como sua esposa Laura Ferrari e Shailene Woodley (“Big Little Lies”) como Lina Lardi, a amante do empresário, além do brasileiro Gabriel Leone (“Dom”) em sua primeira produção americana, no papel do piloto de corrida Alfonso de Portago. O filme é dirigido pelo veterano cineasta Michael Mann (“Fogo contra Fogo”) e se passa no ano de 1957, o período mais tumultuado da vida de Enzo Ferrari. Mann estava tentando tirar este projeto do papel há vários anos, antes de fechar um acordo milionário com o estúdio STX. Para dar noção do quanto esse projeto é antigo, seu roteirista original, Troy Kennedy Martin (“Uma Saída de Mestre”), faleceu em 2009, Christian Bale desistiu do papel principal em 2016 e Hugh Jackman ficou “negociando” substitui-lo por quatro anos, até supostamente dizer sim em 2020, só que não. Neste meio tempo, Mann produziu um filme com conexões a esse projeto, “Ford vs Ferrari”, que venceu dois Oscars em 2020. Ainda não há previsão de estreia para “Ferrari”, que irá enfrentar a concorrência de uma minissérie com o mesmo título e passada no mesmo período, recém-anunciada pela Apple TV+.
Mila Kunis tinha 14 anos e mentiu idade pra fazer “That ’70s Show”
A atriz Mila Kunis (“Perfeita É a Mãe!”) mentiu a respeito da sua idade para conseguir o papel de Jackie Burkhart na série “That ’70s Show”, que foi ao ar entre 1998 e 2006. Após diversos boatos sobre o assunto, a própria atriz contou a verdade em entrevista ao site Variety. “Há um boato circulando de que eu posso ou não ter mentido sobre minha idade”, disse Kunis. “Gostaria de deixar bem claro agora que eu menti. Eu fiz isso”. Quando fez seu teste de elenco para a série, Kunis disse que tinha 18 anos. Entretanto, ela tinha apenas 14 anos na ocasião. Mas a mentira não demorou a ser desmascarada. “No momento em que fui para o que era então um teste com um produtor da emissora, você tem que assinar um contrato antes de conseguir o emprego e no meu contrato eu tive que colocar um asterisco dizendo que precisava de ‘professor de estúdio’”, continuou ela. “Eles falaram: ‘O que você quer dizer com isso?’ E eu falei: ‘P.S., eu tenho 14 anos’. Mas nesse altura, quando desabafei com os criadores, eles ficaram tipo, ‘Nós amávamos você naquele teste, então quem se importa?’” Ainda que fosse mais velha do que seus colegas de elenco, Kunis tinha a idade da sua personagem na série. “Eu nunca fui tratada como menor naquela época”, contou ela. “A razão pela qual eu não uso drogas é porque ninguém no set usava. E eu os admirei aos 14 anos. A trajetória da minha carreira poderia ter ido para qualquer lugar, mas o set foi legal.” Ela também acabou conhecendo seu futuro marido na série. Os dois viveram namorados na atração, mas só se apaixonaram seis anos após o fim da série, em 2012, quando iniciariam um relacionamento que virou um casamento com dois filhos. O casal, por sinal, vai reprisar os papéis de Jackie e Kelso na série “That ’90s Show”, que será distribuída pela Netflix. Além disso, Kunis pode ser vista em “Uma Garota de Muita Sorte”, que estreou nessa sexta (7/10) também na Netflix. Veja abaixo a entrevista da atriz.
Diretor de “Lobisomem na Noite” revela como convenceu Marvel a lançar filme preto e branco
O especial de Halloween da Marvel “Lobisomem na Noite” (Werewolf By Night) pegou muita gente de surpresa por ter sido disponibilizado nesta sexta (7/10) em preto e branco. Não se trata de um erro de exibição. Ao contrário, foi resultado de muita luta do diretor Michael Giacchino (compositor de “Batman”) em sua estreia na função. “Na minha cabeça, desde o início, precisava ser em preto e branco”, disse ele em entrevista à revista Variety, explicando que enfrentou grande ceticismo dos executivos da Marvel. Por conta da dúvidas sobre o resultado, “Lobisomem na Noite” foi, na verdade, inteiramente filmado em cores. Mas Giacchino conseguiu um compromisso de que o filme poderia ser convertido ao preto e branco caso ele provasse a superioridade dessa abordagem. Assim, ele incluiu no equipamento do set “um monitor especial que me permitia ver como seria” caso o plano monocromático fosse finalmente aprovado. “Senti que se fôssemos fazer algo novo no Universo Marvel, deveríamos fazer algo realmente diferente e ousado”, seguiu o diretor. Ele preparou diferentes montagens, com cor e sem cor, e a decisão só foi tomada na terceira versão, com o aval de Kevin Feige, o chefão do estúdio. O fato de apresentar a história em preto e branco era importante para Giacchino para se adequar melhor ao estilo que imaginou, como homenagem aos filmes de terror dos anos 1930 e 1940. “Filmes de monstros para mim não passam de alegorias para pessoas com problemas”, afirmou o diretor, em referência aos clássicos. “Toda vez que eu assistia ‘King Kong’ ou ‘O Lobisomem’, e todos os perseguiam com tochas, tentando matá-los, eu sempre me sentia mal por eles. Eu pensava: ‘gente, ele não quer fazer isso! Ele não quer ser violento! Ele tem um problema e precisa de ajuda.’” Por isso ele era fã dos quadrinhos de terror da Marvel e, quando Feige lhe perguntou se havia algum projeto que gostaria de fazer, não teve dúvidas em escolher o Lobisomem da editora, surpreendendo o próprio executivo. O Lobisomem foi um dos personagens mais marcantes da era de terror da Marvel nos anos 1970 – quando a editora lançou quadrinhos de Drácula, Frankenstein e o Motoqueiro Fantasma, entre outros. “Eu o conheci quando era criança”, disse o diretor. “Ainda tenho meus quadrinhos”. Sua adaptação, porém, não tem o compromisso de integrar o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). “Não quis me preocupar para onde a história está indo ou como vai se conectar a outra coisa. Decidi adotar a abordagem de Rod Serling [criador de ‘Além da Imaginação’] e contar uma única história isolada, uma noite na vida de Jack (Gael Garcia Bernal) e Elsa (Laura Donnelly). Isso é realmente o que eu queria fazer.” Por isso, o filme também não foi concebido como um piloto para uma possível série futura da Marvel – embora ele também conceda que “tudo pode acontecer. Veremos.” Mais conhecido pelo seu trabalho como compositor de trilhas sonoras de sucesso, como as de “Up: Altas Aventuras” (2009), “Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros” (2015) e “Batman” (2022), Giacchino pretende se dedicar mais à direção no futuro, mas sem abandonar a trilha sonora. Por sinal, além de dirigir, ele também compôs a trilha de “Lobisomem na Noite”. O filme de 52 minutos está disponível no serviço de streaming Disney+. Confira o trailer abaixo.
Michaela Coel viverá lésbica em “Pantera Negra 2”: “Papel importante”
A personagem Aneka, interpretada pela atriz Michaela Coel (“I May Destroy You”) no filme “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”, será lésbica. A informação foi divulgada pela própria atriz em entrevista à revista Vogue. A escolha de mostrar a personagem como lésbica reforça o esforço da Marvel de ampliar a representatividade dos seus personagens. Além dela, recentemente foi mostrado que o personagem Phastos (Brian Tyree Henry), em “Os Eternos” (2021), é gay. Segundo Coel, foi justamente a sexualidade da sua personagem – que estará apaixonada pela guerreira Ayo (Florence Kasumba) no filme – que lhe fez aceitar o convite. “Isso me vendeu no papel, o fato de que minha personagem ser queer”, disse Coel. “Pensei: gosto disso, quero mostrar isso para Gana.” Coel é natural de Londres, mas seus pais nasceram em Gana. Atualmente, o parlamento de Gana está avaliando um novo projeto de lei que, caso seja aprovado, vai colocar em vigor algumas das leis anti-LGBTQIAP+ mais opressivas da história do pais. “As pessoas dizem: ‘Ah, tudo bem, é apenas política’, mas não acho que seja apenas política quando afeta como as pessoas vivem suas vidas diárias”, disse Coel. “É por isso que me pareceu importante intervir e fazer esse papel, porque sei que apenas por ser ganense, os ganenses verão.” Durante a sua entrevista, a atriz também falou sobre o sentimento de luto no set, por causa da morte do protagonista Chadwick Boseman. “Parecia que todo o elenco estava processando o luto”, contou Coel. “Havia uma sensação de que tínhamos que realizar isso em nome de Chadwick. Pensei comigo mesma, estou arregaçando as mangas e entrando. Não preciso estar na frente e no centro, estou aqui para apoiar”. Coel estrela o filme ao lado de atores veteranos do primeiro “Pantera Negra”, como Letitia Wright, Lupita Nyong’o, Danai Gurira, Winston Duke, Martin Freeman e Angela Bassett, além de Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) como Namor, o Príncipe Submarino, e Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Novamente dirigido por Ryan Coogler, o filme estreia em 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Assista ao trailer.
“O Clube da Meia-Noite” quebra recorde mundial de sustos em um único episódio
A série “O Clube da Meia-Noite”, nova atração desenvolvida pelo cineasta Mike Flanagan, responsável pelas minisséries “A Maldição da Residência Hill”, “A Maldição da Mansão Bly” e “A Missa da Meia-Noite”, entrou para o Livro Guinness dos Recordes Mundiais como a série com mais sustos em um único episódio. O reconhecimento foi entregue pela organização do Guinness ao cineasta durante o painel da série na Comic Con de Nova York na noite de quinta (6/10). Ao todo, o episódio inicial da série, dirigido pelo próprio Flanagan, apresentou um total de 21 sustos (jump scares). “Isso é particularmente importante para mim porque eu odeio sustos fáceis e acho que eles são terríveis. Durante toda a minha carreira, as pessoas falaram coisas do tipo: ‘coloque mais sustos e faça-os mais rápido!’”, disse Flanagan durante a coletiva de imprensa. “E eu os odeio porque sinto que é muito fácil andar atrás de alguém e quebrar coisas.” Apesar de odiar os sustos, Flanagan tentou usá-los da maneira correta em “O Clube da Meia-Noite”. Segundo ele, quando chegaram as sugestões dos produtores pedindo mais sustos, ele pensou em já fazer tudo de uma única vez, para se livrar da necessidade de entregar sustos e poder seguir em frente com a história. O plano, porém, não deu certo. “Eles ficaram tipo, ‘Ótimo! Faça mais!””, contou o diretor. “Agora eu tenho meu nome no Livro Guinness dos Recordes Mundiais por sustos, o que significa que da próxima vez que eu receber a nota eu posso dizer: ‘Como o atual recordista mundial em sustos, eu posso te dizer que acho que não precisamos de mais um aqui’. E essa é toda a minha estratégia.” A trama de “O Clube da Meia-Noite” gira em torno de um grupo de adolescentes com doenças terminais, que se reúne todo dia à meia-noite na clínica em que estão internados para contar histórias de terror. No espírito desses encontros, o grupo decide firmar um pacto sinistro: o primeiro deles que morrer deve tentar se comunicar com os amigos que sobreviveram. Mas assim que essa morte ocorre, coisas estranhas começam a acontecer. A produção adapta o livro homônimo de Christopher Pike com um elenco repleto de atores jovens, com destaque para Iman Benson (“Alexa & Katie”), Aya Furukawa (“O Clube das Babás”) e Igby Rigney (“Missa da Meia-Noite”), além dos adultos Zach Gilford (também de “Missa da Meia-Noite”) e a sumida Heather Langenkamp (a eterna Nancy de “A Hora do Pesadelo”) como um médico e uma enfermeira do hospital. A série estreou nesta sexta (7/10) na Netflix. Assista ao trailer.
Série da Velma não vai ter Scooby-Doo
A vindoura série animada da Velma, produzida por Mindy Kaling (“Projeto Mindy”), não vai contar com a participação do famoso cachorro Scooby-Doo. A informação foi divulgada pelos próprios produtores da série, durante a Comic Con de Nova York. “Não conseguimos encontrar uma forma de fazer isso [incluir Scooby]. Como fazer isso de uma maneira divertida e moderna?”, disse o showrunner Charlie Grandy. “O que tornou a série original uma série infantil foi o Scooby-Doo. Isso coincidiu com a Warner nos dizendo que não poderíamos usar o cachorro. Portanto, vamos aludir aos cães do mundo e deixar por isso mesmo.” A ausência do Scooby-Doo se deve tanto ao fato da série ser adulta quanto à época em que transcorre, mostrando a juventude dos personagens. “É uma série passada no ensino médio, com eventos e bailes, além de ser um mistério de assassinato”, explicou Kaling. “Obviamente, Daphne e Fred são populares enquanto Velma é uma estranha. Vê-los juntos será a diversão da série.” Recentemente, o filme animado “Doces ou Travessuras Scooby-Doo!” (Trick or Treat Scooby-Doo!) revelou que Velma é lésbica. Kaling não falou especificamente se a série vai tratar do tema da sexualidade da personagem, mas disse que “esta é uma jornada de autodescoberta para ela, o que nos atraiu para esse personagem.” Além de produzir a série, Kaling também vai dublar a personagem-título. “Quando estava crescendo, eu me identificava com Velma”, continuou Kaling. “Ela era tão fofa, mas não tradicionalmente gostosa. Com um corte de cabelo questionável. Eu me sinto tão honrada por poder fazer a sua voz. Ela é uma contadora da verdade, atravessando as besteiras da vida. E representa que quando você é inteligente, é subestimada. Espero que as pessoas apreciem isso.” Mas a personagem também é retratada na série como tendo descendência indiana, o que virou polêmica entre fãs do desenho original que não aceita mudanças. “Eu acho que os personagens são icônicos, mas de forma alguma eles são definidos por sua branquitude”, disse Kaling. “A maioria das mulheres indianas-americanas, quando veem personagens céticos e trabalhadores subestimados, se identificam. A grande maioria está pronta para isso. Essa série é para elas.” Além dela, o elenco ainda conta com Constance Wu (“Podres de Ricos”), responsável por dar voz a Daphne, Sam Richardson (“Ted Lasso”), como o dublador do Salsicha, e Glenn Howerton (“It’s Always Sunny In Philadelphia”) dando voz a Fred. Apenas Howerton é branco. O time de dubladores ainda contará com Jane Lynch (“Glee”), Wanda Sykes (“Família Upshaw”), Russell Peters (“Supercon: O Contra-Ataque Nerd”), Melissa Fumero (“Brooklyn Nine-Nine”), Stephen Root (“Barry”), Gary Cole (“The Good Fight”), Ken Leung (“Tempo”), Cherry Jones (“Cinco Dias no Hospital Memorial”), Fortune Feimster (“Kenan”), Yvonne Orji (“Insecure”), Sarayu Blue (“I Feel Bad”) e “Weird Al” Yankovic em papeis não divulgados. Produzida para a HBO Max, a série da Velma ainda não tem previsão de estreia.
Maíra Cardi é condenada em processo de difamação
O fim de seu casamento não foi a única má notícia da semana para Maíra Cardi. A influenciadora foi condenada na quinta (6/10) pelo Tribunal de Justiça de São Paulo por difamação em uma ação movida pelo nutrólogo Bruno Cosme. A sentença da juíza Fernanda Augusta Jacó Monteiro, publicada no Diário da Justiça de São Paulo, foi de 9 meses de detenção e 30 dias-multa, convertida em pagamento de R$ 24.240 em favor de Cosme. Com o pagamento, Maíra cumprirá a pena em liberdade. O processo foi consequência de ofensas recebidos por Cosme em abril do ano passado, quando ele fez críticas à influenciadora por divulgar um jejum de sete dias, chamando a publicação de “irresponsabilidade” e “desserviço”. Maíra rebateu as críticas usando as expressões “Bruno de merda”, “doutor de merda”, “jovem de merda” e “senhor rato”, além de sugerir que o profissional “não estuda cacete nenhum”. Na noite de ontem, Bruno Cosme celebrou a vitória em seus Stories. “Acabo de receber a notícia de que ganhamos o processo contra a senhora Maíra Cardi. Ela foi condenada na esfera penal pelo crime de difamação contra mim, tendo sido imputada uma pena de 9 meses de detenção”, escreveu. Questionada pelo colunista Lucas Pasin, Maíra criticou a decisão da juíza, afirmando que não xingou Bruno nas redes sociais porque não o conhecia antes do processo. E foi além, dizendo que pessoas querem se aproveitar para atingi-la devido ao anúncio de sua separação de Arthur Aguiar. “Infelizmente, quando se está na mídia as pessoas querem aparecer às nossas custas de qualquer forma, o que é bem triste! Na época, algumas pessoas concordaram, outras discordaram com meu jejum, o que está tudo bem. […] No caso desse profissional, além de falar mal de um trabalho tão sério como o jejum, que é estudado por muitos profissionais incríveis, ele também disse que eu estava fazendo algo sem supervisão o que é uma inverdade, tecendo ofensas a minha honra em suas redes sociais”, disse a influenciadora. “O mesmo resolveu me processar dizendo que eu o xinguei nas minhas redes sociais, o que não é verdade, pois eu não sabia quem ele era até chegar o processo até mim! […] É de se estranhar que ele resolveu divulgar essa decisão de forma incompleta bem no dia da minha separação”, completou. O processo ainda não transitou em julgado e ainda cabe recurso, o que a advogada de Maíra afirmou que pretende fazer.
Arthur Aguiar e Maíra Cardi confirmam separação: “Visões diferentes”
O campeão do “BBB 22” Arthur Aguiar usou as redes sociais nesta sexta-feira (7/10) para confirmar o fim de seu casamento com Maíra Cardi, do “BBB 9”. Junto de cliques ao lado da ex-esposa e da filha dos dois, a pequena Sophia, ele escreveu: “Independente de estarmos juntos ou não no momento, seremos pra sempre uma família. Como eu disse ontem, a última palavra vem de Deus!!”, escreveu Arthur Aguiar ao legendar a postagem. Maíra pegou os seguidores de surpresa ao anunciar o fim do seu casamento na quinta-feira (6/10) e muitos seguidores acharam que era jogada de marketing para chamar atenção. Mas ela diz que não quer essa atenção. A coach postou vídeos no Stories em que lamenta os boatos de que o fim do casamento aconteceu após novas traições do ator – teriam sido quatro, segundo relatos. Sem citar os rumores, ela ressaltou que apenas o casal sabe o que realmente aconteceu para chegarem à decisão do divórcio. “É óbvio, a gente, quando se casa, casa para sempre. A gente nunca acha que vai se separar. E quando você vai tomar essa decisão, somente os dois sabem o real motivo pelo qual se separaram. E com visões totalmente diferentes, são duas visões da mesma historia”, começou ela. Ela continuou: “Como se já não fosse complexo o suficiente, milhões de pessoas começam a criar teses e histórias além das que já existem e já são complexas o bastante por si só. E como se não fosse desrespeitoso o suficiente com esse momento de luto e de dor, as pessoas começam a te perturbar, te bombardear de mensagem, de curiosidade, de teses e motivos”. “Sabe quando tem uma pessoa jogada no chão e você não sabe se tá morta, se tá ferida, e você começa a passar devagarinho com o carro, mas você não quer ajudar? Como um abutre, você só quer se alimentar da dor daquela pessoa. Você nem percebe, é inconsciente, é de nós, seres humanos, é mais forte que a gente. A gente vê uma desgraça e passa devagarzinho”, disse Maíra. “Para para refletir se você não tá fazendo o papel da pessoa que está passando devagarinho por aquele acidente e tá olhando aquele morto atirado no chão, atirando mais pedras sem perceber”, concluiu. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Arthur Aguiar (@arthuraguiar)












