“A Casa do Dragão” bate recorde de público na HBO e HBO Max
A estreia de “A Casa do Dragão” atraiu um público recorde para a HBO nos EUA. O prólogo de “Game of Thrones”, que se passa cerca de 200 anos antes da série anterior, atraiu quase 10 milhões de espectadores em todas as plataformas nos Estados Unidos, informou a HBO em comunicado. Com isso, “A Casa do Dragão” rendeu a maior audiência de única noite para o canal desde o final de “Game of Thrones”, que atraiu 19,3 milhões de espectadores ao vivo em sua despedida em maio de 2019. Desde então, a melhor contagem de uma noite tinha sido o final da 2ª temporada de “Euphoria” em fevereiro deste ano, que teve 6,6 milhões de espectadores multiplataforma. Mas este não foi o único desempenho surpreendente da produção. Os números de “A Casa do Dragão” representam a maior estreia de série na história da HBO. Nenhuma outra série juntou tanto público para assistir seu primeiro episódio. A noite de domingo (21/8) também registrou o melhor desempenho de um lançamento simultâneo na HBO Max nos EUA, América Latina e no combo denominado EMEA – Europa, Oriente Médio e África. Mas, como de costume, os números de streaming não foram divulgados. “Foi maravilhoso ver milhões de fãs de ‘Game of Thrones’ retornarem conosco a Westeros na noite passada”, disse Casey Bloys, chefe de conteúdo da HBO e HBO Max, em comunicado. “‘A Casa do Dragão’ apresenta um elenco e equipe incrivelmente talentosos que colocaram seu coração e alma na produção, e estamos em êxtase com a resposta positiva dos espectadores. Estamos ansiosos para compartilhar com o público o que mais George [RR Martin], Ryan [Condal] e Miguel [Sapochnik] têm reservado para eles nesta temporada”. “A Casa do Dragão” foi desenvolvida pelo roteirista Ryan J. Condal (criador da série sci-fi “Colony”) e é baseada num livro já publicado da saga, “Fogo & Sangue”. A atração é centrada na família Targaryen, o clã de Daenerys, e se passa 200 anos antes dos eventos de “Game of Thrones”. A trama se concentra na crise de sucessão do Rei Viserys (Paddy Considine, de “Peaky Blinders”), após ele escolher sua filha, a princesa Rhaenyra Targaryen (Emma D’Arcy, de “Truth Seekers”, na versão adulta), como herdeira do Trono de Ferro. Apesar de preparada para reinar desde jovem, sua ascensão não é aceita por aqueles que preferem um homem no poder: o irmão do rei, príncipe Daemon Targaryen, vivido por Matt Smith (“Doctor Who”). A lista de personagens importantes na conspiração ainda destaca Rhys Ifans (“O Espetacular Homem-Aranha”) como o Mão do Rei (a segunda posição oficial mais poderosa nos Sete Reinos), Olivia Cooke (“Bates Motel”) como sua filha Alicent Hightower e Steve Toussaint (“It’s a Sin”) como Lord Corlys Velaryon, a Serpente do Mar. A 1ª temporada de “A Casa do Dragão” tem um total de 10 episódios, com exibição aos domingos no canal pago HBO e no serviço de streaming HBO Max.
Disney+ Day terá estreias de “Thor: Amor e Trovão”, “Carros 4” e “Pinóquio” em streaming
A Disney+ revelou quando “Thor: Amor e Trovão” será lançado em streaming. A produção da Marvel chegará com exclusividade à plataforma em 8 de setembro, como parte da programação do Disney+ Day. Originalmente comemorado em novembro, no aniversário de inauguração do serviço de streaming, o terceiro Disney+ Day foi antecipado neste ano para coincidir com a D23 Expo, a “Comic-Con da Disney” – que vai acontecer no fim de semana de 9 a 11 de setembro no Centro de Convenção de Anaheim, nas proximidades da Disneylândia da Califórnia. Além do blockbuster de super-heróis, a data também receberá dois filmes inéditos na Disney+: “Pinóquio”, que traz Tom Hanks como Gepeto, e o novo desenho da Pixar “Carros na Estrada” – que é o quarto longa da franquia “Carros”. A lista de novidades ainda inclui a série inédita “Terra Incógnita”, um novo curta de “Os Simpsons” chamado “Bem-Vindos ao Clube”, versões sing-along de “Frozen – Uma Aventura Congelante” e “Frozen 2”, além dos especiais de bastidores “Marvel Studios Avante – Os Bastidores de Thor: Amor e Trovão” e “Obi-Wan Kenobi: O Retorno do Jedi”. Já tem planos para o dia 8 de setembro? S I M. 😎 O #DisneyPlusDay vem chegando cheio de estreias, anúncios, surpresas ✨e mais✨ pic.twitter.com/Sm9Krz4a2F — Disney+ Brasil (@DisneyPlusBR) August 22, 2022
O Coro: Disney+ revela fotos e data de estreia da série de Miguel Falabella
A Disney+ divulgou as primeiras fotos oficiais e anunciou nesta segunda-feira (22/8) a data de estreia de “O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu”, série musical brasileira criada por Miguel Falabella. A atração vai chegar à plataforma no dia 28 de setembro. A trama acompanha um grupo de jovens adultos de diferentes origens, que veem no anúncio de um teste de elenco para uma famosa companhia de teatro a chance de correr atrás de sonhos adormecidos e fazer uma carreira teatral. Os aspirantes a cantores-atores que são aprovados na primeira triagem passam a viver um misto de sentimentos com o deslumbramento com o mundo do teatro, a descoberta de novos amores, traições, assombramentos do passado e o medo da rejeição, pois não sabem se serão contratados no final das audições. Além de escrever e produzir, Falabella também vai atuar na série, aparecendo como o produtor do projeto que será montado na trama. Mas seu papel será menor que a dos jovens aspirantes. O elenco é encabeçado por Gabriella Di Grecco, protagonista da série argentina “Bia”, do Disney Channel, além de Daniel Rangel (“Três Verões”), Lilian Valeska (“Malhação”), Guilherme Magon (“Assédio”), Karin Hills (“Pé na Cova”), Jandir Ferrari (“A Vida Secreta dos Casais”), a novata Sara Sarres, Rhener Freitas e a argentina Micaela Diaz (os dois últimos também vem da série “Bia”), entre outros. Homenagem à todos os artistas que mantêm acesa a chama da paixão pelo palco e pela cultura brasileira, “O Coro: Sucesso, Aqui Vou Eu” tem direção geral do próprio Falabella e de Cininha de Paula (“De Perto Ela Não é Normal”). Com 10 episódios, a série ainda contará com um trilha repleta de clássicos da música brasileira, de Pixinguinha a Raul Seixas.
Tom Hardy vence medalhas em torneio beneficente de jiu-jitsu
O astro inglês Tom Hardy, protagonista de “Venom” e “Mad Max: Estrada da Fúria”, venceu duas medalhas de ouro em um campeonato de jiu-jitsu beneficente no último final de semana, no Reino Unido. Além de competir, o ator de 44 anos participou do evento como administrador da REORG Charity, instituição de caridade que ajuda pessoas com lesões físicas graves, estresse pós-traumático e depressão, ensinando-lhes jiu-jitsu para ajudá-las a se recuperarem física e psicologicamente. Tom começou a aprender jiu-jitsu para se preparar para seu papel no filme “Guerreiro”, lançado em 2011, em que interpreta um lutador de MMA. Ele continuou treinando e envolvido com a comunidade desde então. Em um vídeo do evento divulgado nas redes sociais, é possível ver Hardy lutando no tatame. Além dele, atletas brasileiros como Roger Gracie, Braulio Estima e Jean Jacques Machado, também fazem parte do projeto de ONG. Hardy vai voltar a viver Venom num terceiro filme da franquia, confirmado pela Sony em abril passado. Além disso, poderá demonstrar suas habilidades de luta em “Havoc”, novo filme do cineasta Gareth Evans (do cultuadíssimo “The Raid – Operação Invasão”), e em “The Bikeriders”, de Jeff Nichols (“Loving: Uma História de Amor”), ambos ainda sem previsão de estreia.
Astro de “This Is Us” vai estrelar remake de série sul-coreana
O ator Milo Ventimiglia já tem projeto definido após encerrar “This Is Us”. Ele vai estrelar a série “The Company You Keep”, desenvolvida para o canal americano ABC. “The Company You Keep” é um remake da série sul-coreana “My Fellow Citizens!” (Gungmin Yeoreobun), originalmente exibida no canal sul-coreano KBS2. A atração durou mais de 30 episódios. A trama dessa nova versão vai acompanhar Charlie (Ventimiglia), um vigarista que se envolve romanticamente com uma agente disfarçada da CIA. Enquanto ele tenta abandonar de vez a sua vida de crime, ela está investigando um criminoso com quem a família de Charlie têm dívidas. Isso coloca em risco não apenas o relacionamento dos dois, como as vidas de todos os envolvidos. O elenco do remake ainda conta com Catherine Haena Kim (“FBI”), William Fichtner (“Mom”), Sarah Wayne Callies (“The Walking Dead”), Tim Chiou (“SEAL Team”), James Saito (“Altered Carbon”) e Felisha Terrell (“Dinastia”). Fichtner e Callies já tinham trabalhado juntos na série “Prison Break”. Além de estrelar, Ventimiglia também vai produzir a atração, ao lado do cineasta Jon M. Chu (“Em um Bairro de Nova York”). A série foi criada por Julia Cohen (“Um Milhão de Coisas”), que vai dividir a função de showrunner com Phil Klemmer (“Legends of Tomorrow”). O piloto foi dirigido por Ben Younger (“Sangue Pela Glória”). Ainda não há previsão de estreia para o remake. Aproveite para conferir abaixo o trailer de “My Fellow Citizens!”.
Carol Castro denuncia perfil falso da filha no Instagram: “Chocada com a maldade”
A atriz Carol Castro (“Maldivas”) usou as redes sociais para denunciar um perfil falso que foi criado usando o nome e as fotos da filha Nina, de apenas cinco anos. Segundo a atriz, o perfil em questão espalhava mensagens de baixo calão. “Chocada com a maldade das pessoas… criar um perfil falso da minha filha pra escrever p*taria… que lindo doente, meu Deus”, escreveu ela no seu Stories, no Instagram. A atriz contou que ficou sabendo da existência desse perfil por meio da mãe de uma coleguinha da filha. Ela também compartilhou uma publicação da atriz Samara Felippo (“Os Dez Mandamentos: O Filme”) que pedia para seus seguidores denunciarem aquele perfil falso. “Hoje a Samara postou e eu repostei. Ontem eu já tinha denunciado. Parece que o perfil já foi… ou está em análise ou eles vão, enfim, cancelar. O que seja. Eu espero que sim”, disse ela num vídeo do Stories. “Obrigada pela ajuda viu gente. Beijo”, completou. Os apelos parecem ter dado certo. No momento, o perfil não aparece mais no Instagram. Curiosamente, essa não é a primeira vez que Carol Castro tem a sua imagem envolvida em um perfil falso. Em 2013, pessoas estavam usando fotos e o nome dela para criar perfis no Facebook e espalhar informações falsas. Na época, a Rede Globo chegou a emitir um alerta, informando que não se responsabilizava pelas informações divulgadas naqueles perfis.
Jovem atriz de “A Casa do Dragão” lavava pratos antes de entrar na série
Antes de ser escolhida para viver a versão adolescente de Rhaenyra Targaryen no episódio de estreia da série “A Casa do Dragão”, Milly Alcock, de 22 anos, trabalhava como lavadora de pratos num restaurante da Austrália. “Nunca pensei que isso aconteceria comigo”, contou. “Estava lavando pratos em um restaurante, morando no sótão da minha mãe. Isso não acontece com pessoas como eu, então foi incrivelmente rápido”, afirmou, em entrevista ao jornal australiano Daily Telegraph. Alcock acontou que recebeu a notícia de que faria parte do elenco do spin-off de “Game Of Thrones” quando cozinhava o jantar na casa de um amigo. “Eu congelei, respirei fundo e disse ao meu amigo: ‘Você tem vinho?’. Então liguei para minha mãe”. Isto foi há cerca de um ano atrás. A série foi inteiramente gravada antes de estrear no domingo (21/8) na HBO. Embora tivesse uma longa carreira como atriz na Austrália, incluindo papéis recorrentes em várias séries desde 2017, ela estava desempregada. Na entrevista, a atriz também revelou que decidiu abandonar os estudos para seguir os seus sonhos de ser atriz. “Eu fiquei tipo: ‘Ou eu tenho que fazer todos os meus exames ou eu simplesmente abandono a escola’. Então eu desisti, porque essa nunca foi minha praia de verdade”.
Larissa Manoela vai estrelar filme da Netflix antes de nova novela
A atriz Larissa Manoela entrou na mira de “Terra Vermelha”, próxima novela de Walcyr Carrasco, apontou a coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo. Só que antes de ser confirmada na produção da Globo, ela precisará fazer um novo filme na Netflix. O acordo da atriz com a plataforma era o de protagonizar quatro longas, mesmo com seu contrato com a emissora. Como ela já fez três – as comédias “Diários de Intercâmbio”, “Lulli” e “Modo Avião” – , falta o último. A atriz assinou com a Globo em 2019 e, graças à paralisação de novelas por causa da pandemia, conseguiu rodar os filmes para a Netflix em sequência. No fim do ano passado, ela começou a preparação para “Além da ilusão”, em que interpretou duas irmãs que se apaixonam pelo personagem de Rafael Vitti. A novela foi encerrada na última sexta (19/8). “Terra Vermelha” ainda está em fase inicial de desenvolvimento e até o título é provisório. A previsão de estreia é para maio de 2023, depois de “Travessia”, de Gloria Perez, que vai substituir “Pantanal” no horário nobre. Atualmente, Larissa curte férias na Europa e está compartilhando seu cotidiano na cidade de Amsterdã, na Holanda.
Google homenageia primeira atriz travesti das novelas brasileiras
O Doodle, ilustração no topo do buscador Google, prestou uma homanagem a Cláudia Celeste, primeira atriz travesti a aparecer numa novela brasileira. A homenagem comemora o aniversário de 34 anos da estreia de Celeste na novela “Olho por Olho”, da Rede Manchete, exibida em 1988. Cláudia Celeste nasceu em 14 de julho de 1952, em Vila Isabel, no Rio de Janeiro. Na sua juventude, ela serviu no exército e, depois da sua dispensa, começou a trabalhar como cabeleireira. Em pouco tempo, resolveu fazer a transição de gênero e, posteriormente, iniciar sua carreira artística. Entre as décadas de 1950 e 1960, ela fazia apresentações como bailarina no conjunto de casas noturnas do Beco das Garrafas. Em 1973, Celeste estrelou o espetáculo “O Mundo é das Bonecas”, no Teatro Rival, na Cinelândia, seu primeiro grande espetáculo. Foi também uma apresentação pioneira, por ter sido o primeiro show de travestis a obter uma licença do governo depois da proibição de espetáculos do gênero pela ditadura militar. Em 1975, Claudia fez a sua estreia no cinema, aparecendo na comédia “Motel”, dirigida por Alcino Diniz, e no ano seguinte se inscreveu e venceu o concurso de beleza Miss Brasil Pop, que a projetou para a televisão. O diretor Daniel Filho assistiu ao espetáculo “Transetê no Fuetê” e resolveu incorporar um número na novela “Espelho Mágico” (1977), da TV Globo, sem saber que Cláudia era travesti. Ela gravou cenas contracenando com Sonia Braga. Mas sua participação novela foi cortada depois que a imprensa transformou a participação num escândalo. A Gazeta de Notícias de 8 de agosto de 1977 estampou a manchete: “Cláudia (ou melhor, Cláudio), o travesti que enganou todo mundo”. Os episódios em que ela apareceria nunca foram ao ar. “Antes, ninguém sabia que eu era travesti, nem Daniel Filho. Ninguém nunca me perguntou! E, como ficou muito ti-ti-ti, tiraram os capítulos que eu já tinha feito“, contou Cláudia em entrevista à revista Geni em 2013. Em 1978, ela venceu o prêmio de Miss Brasil Gay (que hoje é chamado de Miss Brasil Trans). Esse prêmio a colocou novamente em evidência e lhe abriu novas oportunidades, como os filmes “Beijo na Boca” (1982), de Paulo Sérgio de Almeida, e “Punk’s, Os Filhos da Noite” (1982), de Levi Salgado. Na mesma época, Cláudia Celeste estava atuando nos espetáculos “Gay Fantasy”, “Bonecas com Tudo em Cima” e “Febre”. Sua carreira como atriz de teatro a levou para fora do país, e ela se apresentou em casas de espetáculos pela Europa. Com o fim da ditadura militar, Cláudia Celeste pôde finalmente aparecer numa novela. Em 22 de agosto de 1988, ela fez a sua estreia em “Olho por Olho”, na TV Manchete. Interpretando Dinorah, uma personagem recorrente, ela se tornou a primeira travesti a participar de uma novela brasileira, com atraso de uma década em relação à participação cortada pela pressão conservadora. Cláudia Celeste foi casada com o bailarino Paulo Wagner, com quem contracenou em diversos espetáculos. Além de atriz e dançarina, também foi diretora, produtora e autora. Ela faleceu em 13 de maio de 2018, vítima de pneumonia. Relembre a participação dela em “Olho por Olho”.
Ridley Scott vai produzir adaptação do game “Gravity Rush”
O cineasta Ridley Scott (“Casa Gucci”) vai produzir a adaptação de “Gravity Rush”, um jogo de mundo aberto que mistura elementos de RPG. Lançado em 2012, o game acompanha a personagem Kat, uma garota sem memória que acorda na cidade flutuante de Hekseville ao lado de um gato que ela nomeia Dusty. Kat logo descobre que Dusty tem a habilidade de manipular a gravidade e ela usa esse poder para defender a comunidade de Hekseville das tempestades gravitacionais e de uma misteriosa raça de monstros conhecida como Nevi. O roteiro da adaptação foi escrito por Emily Jerome, autora do thriller inédito “Panopticon”, também produzido por Scott. A direção ficará por conta de Anna Mastro (“Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais”). “Gravity Rush” está sendo desenvolvido pela produtora do cineasta, a Scott Free Productions, em parceria com a PlayStation Productions, da Sony, que está investindo forte em adaptações de jogos após o sucesso de “Uncharted”. Ainda não há cronograma de filmagem e nem data de estreia previstos. Ridley Scott atualmente está envolvido na pós-produção de “Napoleon” (produzido com o título de trabalho de “Kitbag”), cinebiografia do imperador Napoleon Bonaparte estrelada por Joaquin Phoenix (“Coringa”). O filme ainda não tem previsão de lançamento. Assista ao trailer de “Gravity Rush” abaixo.
Continuação de “Entre Facas e Segredos” ganha fotos, data e título nacional
A Netflix divulgou as primeiras fotos da continuação de “Entre Facas e Segredos” (2019), junto com a data de estreia e o título nacional do filme. Em uma das imagens, é possível ver o ator Daniel Craig de volta ao papel do detetive Benoit Blanc, interrogando o grandioso elenco da sequência. Já na outra, o cineasta Rian Johnson aparece dirigindo a atriz e cantora Janelle Monae (“Estrelas Além do Tempo”). Já o título que acompanha as fotos é ruim de doer. O filme vai se chamar no Brasil “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”. Além da escolha estranha de traduzir apenas parte do título, mas não o nome completo, a Netflix decidiu esquecer completamente a denominação que o primeiro filme ganhou no Brasil. Algo similar também aconteceu com a franquia “John Wick”, que mudou de distribuidora entre o primeiro e o segundo lançamento. O “Glass Onion” (cebola de vidro) do título em inglês tem uma explicação musical. O cineasta disse: “Estou sempre à procura de algo divertido que Blanc possa agarrar como uma metáfora exagerada e espancar até a morte. Tudo isso está evidente desde o início. Então, veio a ideia do vidro [glass], algo que está claro. Eu vou ser muito honesto. Eu literalmente peguei meu iPhone e procurei na biblioteca de músicas uma com a palavra ‘vidro’. Devem existir algumas boas músicas com vidro. Eu estava tipo, ‘Ah, é uma fortaleza de vidro? É um castelo de vidro? É um homem de vidro?’. E a primeira coisa que surgiu, porque eu sou um grande fã dos Beatles, foi ‘Glass Onion'”, disse ele, em comunicado oficial. “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” vai mostrar o detetive Benoit Blanc na Grécia, tentando desvendar as camadas de um mistério envolvendo um novo grupo de suspeitos. O grandioso elenco conta ainda com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Edward Norton (“O Incrível Hulk”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”) e Madelyn Cline (“Outer Banks”). Esta será a primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas para a Netflix. Relatos (não desmentidos) da imprensa americana apontam que Johnson, o produtor Ram Bergman e o astro Daniel Craig devem ganhar US$ 100 milhões cada um pelas produções. “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” será exibido em alguns cinemas selecionados, em data a ser confirmada, antes de chegar à Netflix em 23 de dezembro.
Episódio final de “Better Call Saul” quebrou recordes de audiência
O final da série “Better Call Saul”, exibido na última segunda-feira (15/8) nos EUA, quebrou recordes de audiência da série no canal pago americano AMC. O episódio foi visto por 1,8 milhão de espectadores na soma entre a exibição e as reprises no mesmo dia, de acordo com dados da Nielsen. Isso fez com que o episódio fosse o mais visto desde o final da 3ª temporada. Contabilizando a semana completa, o número salta para 2,7 milhões de pessoas e uma média de 1,1 milhão visualizações entre adultos de 25 a 54 anos. Esse número é maior do que a média de visualizações de toda a temporada, que era de 2,2 milhões de telespectadores. No serviço de streaming AMC+, “Better Call Saul” também quebrou recordes. No dia da exibição, o episódio final teve uma audiência quatro vezes maior do que a estreia da 6ª temporada, que foi ao ar em 18 de abril. “Muito foi dito sobre esta temporada final de ‘Better Call Saul’, tantos elogios dirigidos a esta extraordinária peça de televisão – dos telespectadores, críticos e todos os outros que sabem o tamanho da realização que é oferecer um entretenimento neste nível. Eu só quero encerrar esta temporada final agradecendo”, disse Dan McDermott, presidente de entretenimento da AMC Networks, em comunicado oficial. “Obrigado a Peter e Vince e toda a equipe criativa, incluindo Mark Johnson e Melissa Bernstein. Obrigado a Bob, Rhea, Jonathan, Giancarlo e todo o elenco. Obrigado aos nossos parceiros da Sony e a todos os espectadores que acompanharam este passeio lendário. Estamos muito orgulhosos de ter sido a casa de ‘Better Call Saul’ por todos esses anos e temporadas inesquecíveis. Agora colocamos esta série no altar como um lembrete da excelência a que todos aspiramos todos os dias.” Desenvolvida por Vince Gilligan, o criador de “Breaking Bad”, e Peter Gold, autor do roteiro que introduziu o personagem Saul Goodman na primeira atração, “Better Call Saul” é um prólogo de “Breaking Bad” e revela como o advogado daquela série se tornou tão picareta. A série conta a história do personagem-título vivido por Bob Odenkirk, que perdeu carreira e fortuna ao final de “Breaking Bad”. Após o piloto mostrar seu destino, a trama assume a forma de um interminável flashback, em que ele reflete sua vida antes de cruzar o caminho de Walter White. Passadas cinco temporadas, a fase derradeira finalmente mostrou sua transformação no personagem de “Breaking Bad”, deixando de ser o advogado idealista Jimmy McGill para assumir a identidade do vigarista que batiza a atração: Saul Goodman. O desfecho também avançou no tempo para mostrar o destino de Jimmy/Saul, após tudo o que aconteceu em “Breaking Bad”. Intitulado “Saul Gone”, o último capítulo chegou no Brasil na terça passada (16/8) pela Netflix. A temporada final de “Better Call Saul” disputa sete Emmys em 2022, incluindo Melhor Série Dramática, Melhor Ator em Série Dramática (para Odenkirk) e Melhor Atriz Coadjuvante (para Rhea Seehorn).
China censura final de “Minions 2: A Origem de Gru”
Os censores chineses alteraram o final do recente filme de animação “Minions 2: A Origem de Gru” para liberar seu lançamento no país no última fim de semana. Usuários das mídias sociais chinesas comentaram as mudanças, que deram um final moralista para o desenho animado americano. De acordo com postagens e capturas de tela do filme compartilhadas no Weibo, uma plataforma semelhante ao Twitter, os censores colocaram um adendo no final, que explica que Wild Knuckles foi pego pela polícia e cumpriu 20 anos de prisão, enquanto Gru, co-conspirador de Wild Knuckles, “retornou para sua família” e “sua maior realização é ser o pai de três filhas”. Mas na versão que o resto do mundo viu, o filme termina com – SPOILER! – Gru e Wild Knuckles cavalgando juntos – após Wild Knuckles forjar a própria morte para evitar a captura pelas autoridades. Vários comentaristas online zombaram do adendo, dizendo que se assemelhava a uma apresentação de slides. A China impõe uma cota para o número de filmes estrangeiros que podem ser exibidos nos cinemas nacionais, e muitos filmes de Hollywood que são exibidos no país precisam se submeter à censura. No ano passado, os espectadores chineses notaram que o final original do clássico filme de 1999 “Clube da Luta” foi alterado para exibição no site de streaming doméstico Tencent Video. Na versão chinesa, a polícia “rapidamente descobriu todo o plano e prendeu todos os criminosos, impedindo com sucesso a explosão da bomba” que explode prédios no final original.












