Marco Nanini surge como João de Deus na primeira foto de “Os Últimos Dias de Abadiânia”
O Canal Brasil divulgou a primeira imagem de Marco Nanini como o médium João de Deus na série “Os Últimos Dias de Abadiânia”. A história é contada a partir do ponto de vista das irmãs Carmem (Bianca Comparato, de “3%”) e Cecília (Karine Teles, de “Manhãs de Setembro”), que vão para Goiás conhecer o líder espiritual 17 anos antes de sua prisão por abusos sexuais. Uma das irmãs fica traumatizada pela chamada “cirurgia de cura espiritual”, enquanto a outra se torna uma fiel colaboradora do médium. Alegando ter vivenciado o milagre da cura da irmã, ela decide se instalar de vez em Abadiânia. Coprodução com o canal TVI português, a série também conta no elenco com Antonio Saboia (“Rotas do Ódio”) e artistas portugueses. Os roteiros são de Patrícia Corso e Leonardo Moreira (ambos de “Coisa Mais Linda”), a direção é de Marina Person (“Califórnia”) e ainda não há previsão para a estreia.
Teaser de “The Witcher: A Origem” destaca lutas violentas
A Netflix divulgou um novo teaser de “The Witcher: A Origem” (The Witcher: Blood Origin), que destaca a atriz Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”) e muitas cenas de lutas e violência. A atração derivada é ambientada no mundo élfico, 1200 anos antes dos acontecimentos de “The Witcher”, e contará a história de origem do primeiro Witcher/Bruxo e dos eventos que levaram à crucial “conjunção das esferas”, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só. A produção foi desenvolvida por um dos roteiristas de “The Witcher”, Declan de Barra, além da showrunner da série original, Lauren Schmidt, e inclui supervisão de Andrzej Sapkowski, o autor dos livros que inspiraram a franquia. Além de Michelle Yeoh como uma líder guerreira dos elfos, o elenco inclui Sophia Brown (“Giri/Haji”), Laurence O’Fuarain (“O Limite”), Lenny Henry (“Broadchurch”), Jacob Collins-Levy (“The White Princess”), Mirren Mack (“Sex Education”), Francesca Mills (“Harlots”), Dylan Moran (“Maratona do Amor”) e Nathaniel Curtis (“It’s a Sin”). A estreia vai acontecer em pleno Natal, dia 25 de dezembro, em streaming.
“John Wick 4” ganha primeiro trailer com muita ação
A Paris Filmes divulgou o primeiro trailer legendado de “John Wick 4: Baba Yaga”. E como não poderia deixar de ser, a prévia traz muita ação envolvendo o personagem interpretado por Keanu Reeves e o exército de assassinos que quer vê-lo morto. O filme vai abordar uma tentativa de encerrar essa luta sem fim, por meio de um desafio direto de John Wick ao Marquês de Gramont, chefe da organização secreta de assassinos, vivido por Bill Skarsgard (“Noites Brutais”). Os dois concordam em duelar até a morte, permitindo a Wick viver o resto da vida em paz, caso vença o combate. O quarto filme também voltará a contar com as participações de Laurence Fishburne, Ian McShane e Lance Reddick. Já as novidades incluem ainda Donnie Yen (“Rogue One”), Natalia Tena (“Game of Thrones”), Shamier Anderson (“Invasion”), Scott Adkins (“O Assassino: O Primeiro Alvo”), Clancy Brown (“Dexter: New Blood”) e a cantora pop Rina Sawayama, que faz sua estreia como atriz. O roteiro é de Shay Hatten (“John Wick 3” e “Army of the Dead”) e Michael Finch (“Predadores”) e, como em todos os anteriores, a direção está a cargo de Chad Stahelski. A estreia vai acontecer 23 de março de 2023 no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.
Sensacionalista? 5ª temporada de “The Crown” é o oposto: complacente com família real
A 5ª temporada de “The Crown” gerou muitas polêmicas antes da sua estreia na Netflix, que aconteceu na quarta-feira (9/11). Porém, uma vez disponibilizada no serviço de streaming, ficou comprovado que tudo não passou de muito barulho por nada. As acusações foram alimentadas, basicamente, por especulações sem fundamento. No lugar do “sensacionalismo bruto”, conforme a denúncia da atriz Judi Dench, o que o público de fato encontrou foi uma temporada que trata a família real com admiração e respeito. Logo na primeira aparição da Rainha Elizabeth II (com Imelda Staunton no papel, que já pertenceu a Olivia Colman e Claire Foy), é possível notar o tom respeitoso adotado pela atração. A rainha é vista numa consulta com um médico, que a aconselha a não trabalhar tanto. “Correndo o risco de soar como um disco quebrado, quanto menos tempo você passar de pé, melhor”, diz ele. E a Rainha apenas responde: “Risco ocupacional, receio”. Ou seja, a série faz questão de mostrar a Rainha Elizabeth II como alguém que continuava viajando de um extremo ao outro do país para participar de eventos sociais, fazer discursos, apertar as mãos e conversar com as pessoas, sempre sem reclamar de nada, embora ela já tivesse passado da idade de se aposentar. Mais do que isso, o criador da série Peter Morgan faz questão de humanizar a sua personagem, mostrando um lado da sua história que é pouco conhecido do público. É possível notar, por exemplo, a decepção dela com os relacionamentos fracassados dos seus filhos, a tensão com sua mãe nonagenária e a contradição entre ser uma rainha, uma irmã, uma mãe e uma esposa, tudo ao mesmo tempo. Os diálogos também reforçam essa representação heroica dela. Em certo momento, a princesa Margaret, interpretada por Lesley Manville, pergunta a ela: “Quantas vezes Philip fez alguma coisa? Interveio quando você não pôde? Foi forte quando você não pôde ser? Ficou bravo quando você não pôde ficar?”. Ao mesmo tempo, ela lê notícias de jornal que a chamam de “irrelevante” e “velha”. O 4ª episódio da temporada, intitulado “Annus Horribilis”, apresenta uma dramatização de um discurso real que a rainha deu em 1992. Nesse discurso, ela refletiu publicamente sobre o período em que os casamentos dos seus filhos desmoronaram e sobre o incêndio no Castelo de Windsor que causou danos catastróficos. E se isso não fosse suficiente, ela fez o discurso enquanto estava com um resfriado tão forte que quase a deixou sem voz. As críticas anteriores a “The Crown” foram influenciadas pela morte recente da Rainha Elizabeth II e pelo medo em relação à maneira como ela poderia ter sido retratada na série. Parte desse receio foi alimentado pelo fato de que a trama dessa temporada seria centrada num período polêmico da vida da família real, a década de 1990, quando a popularidade do agora Rei Charles (interpretado por Dominic West) estava em baixa depois que seu caso com Camilla Parker Bowles (Olivia Williams) vir à tona, enquanto ainda era casado com a Princesa Diana (Elizabeth Debicki). Porém, até ao abordar esses temas, a série foi respeitosa. Um dos momentos mais constrangedores para Charles envolve as gravações de telefonemas entre ele e Camilla, quando ele diz que queria reencarnar como um absorvente interno para poder viver dentro dela. Nesse caso, a série foca na maneira como as reputações das pessoas envolvidas foram destruídas porque a mídia publicou transcrições desses telefonemas. Não só isso, mas na época o público podia ligar para um determinado número de telefone e escutar as gravações feitas de maneira ilícita. Ou seja, a abordagem feita por “The Crown” é a de que Charles e Camilla eram um casal apaixonado que na época não pôde ficar junto por ter sofrido uma enorme invasão de privacidade. Outro momento da série que foi alvo de críticas foi uma encenação do momento em que Charles tenta persuadir o primeiro ministro John Major (Jonny Lee Miller) de que ele deveria apoiar a abdicação da rainha em favor de sua ascensão imediata ao trono. Nesse caso, o verdadeiro Major descreveu a cena como “um barril de bobagens maliciosas”. Entretanto, a cena serve mais para mostrar o personagem de Charles como um sujeito progressista, que se irrita com as maneiras antiquadas da sua família. Ao longo de toda a temporada, Charles é retratado sob uma luz positiva, como o membro mais realista de toda a realeza. Ele é visto apoiando a decisão do governo de desativar o iate real em vez de gastar o dinheiro dos contribuintes para reformá-lo e também demonstra uma clara paixão pelo meio ambiente e pela medicina alternativa. Em certo momento, o príncipe aparece fazendo um discurso apaixonado para um grupo de jovens antes de se divertir na pista de dança com alguns dançarinos de break. E se isso não fosse suficiente para vender uma imagem positiva do agora Rei, a cena ainda é intercalada com os dizeres: “O príncipe Charles fundou o The Prince’s Trust em 1975 para melhorar a vida de jovens desfavorecidos. Desde então, o Prince’s Trust ajudou um milhão de jovens a atingirem o seu potencial”. Por sinal, o ator Dominic West já trabalhou com o verdadeiro Charles em eventos da instituição de caridade e é um entusiasta desta iniciativa. Igualmente criticada de forma prematura foi a maneira como a série iria representar a figura da Princesa Diana e sua relação com Charles. Mas a série os retrata como duas pessoas muito diferentes que enfrentaram uma pressão global para que seu casamento fosse bem-sucedido. Quando saem de férias com a família, Diana quer fazer compras e ir para a praia, mas Charles está mais interessado em museus e escavações arqueológicas. “Não é extraordinário como a compreensão de duas pessoas sobre diversão pode ser tão completamente diferente?”, Charles pergunta a um amigo, desanimado. Nesse caso, quem sai perdendo é Diana, que acaba sendo vista como desprendida, imprudente e até egoísta. Ela é mostrada como alguém que está afastada do irmão e tem uma relação de dependência com seus filhos pequenos. Ela também é vista como uma pessoa determinada a derrubar a monarquia, embora a Rainha sempre a trate com bondade. “Você é esposa do meu filho mais velho, mãe dos meus netos e um valioso membro sênior desta família”, a rainha diz para ela em certo momento. Assim, de acordo com a série, foi a determinação de Diana em ser uma forasteira dentro da família real – e não a intenção da família real de torná-la uma – que colocou a princesa no caminho trágico que eventualmente levou à sua morte (fato que só vai ser mostrado na 6ª temporada). A série também não mostra nenhuma cena de sexo e não aborda temas mais polêmicos, como a amizade do príncipe Andrew com o pedófilo condenado Jeffrey Epstein e a traficante sexual Ghislaine Maxwell (amizade esta que aconteceu justamente na época em que a 5ª temporada se passa). Neste sentido, a série prova-se o oposto do que vinha sendo acusada: complacente com a família real, suavizando todas as polêmicas que pudessem comprometer a monarquia. Todos os episódios da 5ª temporada de “The Crown” já estão disponíveis na Netflix. Assista ao trailer abaixo.
Morena Baccarin vai estrelar sci-fi de ação com Anthony Mackie
A atriz brasileira Morena Baccarin, de “Gotham” e “Deadpool” vai contracenar com Anthony Mackie, intérprete do Falcão e novo Capitão América dos filmes da Marvel, na ficção científica “Elevation”. Escrito por John Glenn, Kenny Ryan e Jacob Roman (roteiristas de “SEAL Team: Soldados de Elite”), o filme vai acompanhar um pai solteiro e duas mulheres que precisam se aventurar fora da segurança das suas casas e enfrentar criaturas monstruosas para salvar a vida de uma criança. O elenco também inclui Maddie Hasson (“Maligno”). A direção está a cargo de George Nolfi, com quem Mackie já trabalhou no filme “O Banqueiro” (2020), e a produção é de Brad Fuller (produtor de “Um Lugar Silencioso”). “Elevation” já começou a ser rodado no estado americano do Colorado, mas só deve estrear em 2024. Mackie atualmente está envolvido em diversos projetos da Marvel, como o quarto filme do “Capitão América”, previsto para 2024, e dois novos filmes dos “Vingadores”. E Baccarin, que gravou recentemente participação na série “Sessão de Terapia” no Brasil, deve integrar o elenco de “Deadpool 3”. Ela também está no thriller de ação “Gun Monkeys”, de Philip Noyce, que foi o último trabalho do ator James Caan, falecido em julho passado, e ainda fará a continuação de “Destruição Final: O Último Refúgio” com Gerard Butler.
Lily Collins vai estrelar série da Amazon
A atriz Lily Collins (“Emily em Paris”) vai produzir e estrelar a série “The Accomplice”, adaptação do livro de Lisa Lutz desenvolvida para o serviço de streaming Amazon Prime Video. A série vai acompanhar Luna Gray e Owen Mann, dois melhores amigos de faculdade, unidos para sempre por uma morte inexplicável dentro do seu círculo social, cujas vidas são novamente abaladas anos depois, quando a esposa de Owen é brutalmente assassinada. A adaptação está a cargo de Olivia Milch (roteirista de “Oito Mulheres e um Segredo”), que também vai produzir a atração ao lado de Collins. “The Accomplice” ainda não tem previsão de estreia. Lily Collins será vista a seguir na 3ª temporada de “Emily em Paris”, que deve estrear em breve na Netflix. Ela também está envolvida no drama “Halo of Stars” e no suspense “Titan”, ambos sem previsão de estreia.
Lucélia Santos assume coordenação de Cultura na transição do governo Lula
A atriz Lucélia Santos entrou na coordenação do núcleo de Cultura na transição de governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Ela vai trabalhar juntamente com o secretário nacional de cultura do Partido dos Trabalhadores Márcio Tavares e o ex-ministro Juca Ferreira para desenvolver a formulação de políticas públicas e definir as diretrizes do setor durante o mandato de Lula. Entre as prioridades do grupo durante a transição estão a revisão de normas e decretos editados durante a gestão de Jair Bolsonaro, a análise da estrutura do setor de Cultura no governo federal e discussões sobre o orçamento destinado à área. Em seu perfil no Twitter, Lucélia Santos celebrou a novidade. “Agora é oficial, fui convidada pra compor a equipe de transição do governo @LulaOficial para a Cultura! Estou muito contente, vamos adiante! Há muito trabalho a fazer”, escreveu ela. A expectativa é que Lula recrie o Ministério da Cultura e revogue várias normas estabelecidas para o setor durante o governo Bolsonaro. Agora é oficial, fui convidada pra compor a equipe de transição do governo @LulaOficial para a Cultura! Estou muito contente, vamos adiante! Há muito trabalho a fazer 🙏 pic.twitter.com/z6rfA0vykS — Lucélia Santos (@luceliaoficial) November 9, 2022
Filme “Boa Noite e Boa Sorte”, de George Clooney, vai virar série
O filme “Boa Noite e Boa Sorte” (Good Night, and Good Luck, 2005), que rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor para George Clooney, vai virar uma série de TV. O projeto está sendo desenvolvido para o canal pago americano AMC. “Boa Noite e Boa Sorte” narrou a história real da batalha travada entre o jornalista Edward R. Murrow (David Strathairn no filme) e o senador americano Joseph McCarthy, pai do Macarthismo, uma patrulha anticomunista que “caçava” supostos espiões comunistas infiltrados na sociedade americana – violando direitos civis e utilizando-se de métodos ilegais. A série está sendo desenvolvida por Jonathan Glatzer (“Succession”), que também vai produzir e atuar como showrunner da atração. O próprio George Clooney está envolvido no projeto como produtor. “Boa Noite e Boa Sorte” vai passar por um processo diferente de desenvolvimento, chamado de “modelo roteiro-para-série”. Ou seja, serão desenvolvidos os roteiros dos seis episódios planejados para a série, e, caso estes sejam aprovados, a atração vai ganhar sinal verde, sem precisar gravar seu piloto. Recentemente, a AMC aprovou a produção de duas outras séries desenvolvidas nesse modelo, uma adaptação do filme “O Segundo Rosto” (1966) e “The Devil In Silver”, que deve se tornar uma antologia de terror. Caso seja aprovado, “Boa Noite e Boa Sorte” vai se juntar à crescente lista de filmes que serão adaptados para o formato de série. A lista ainda conta com as produções baseadas em “O Dia do Chacal” (1973), “Sexta-Feira 13” (1980), “Scanners: Sua Mente Pode Destruir” (1981), “Kickboxer: O Desafio do Dragão” (1989), “Medo” (1996), “Ou Tudo ou Nada” (1997), “Não me Abandone Jamais” (2010), “Festa da Salsicha” (2016), “Os Parças” (2017), “Magnatas do Crime” (2019) e “O Chef” (2021). Assista abaixo ao trailer do filme “Boa Noite e Boa Sorte”.
Renato Aragão chora ao saber da morte de Roberto Guilherme
Renato Aragão ficou bastante abalado com a morte de Roberto Guilherme, o Sargento Pincel de “Os Trapalhões”. A mulher do humorista, Lilian Aragão, disse que ele está chorando muito com a perda. “Perdeu um amigo maravilhoso. Convivia muito com ele sempre; as famílias sempre juntas”, falou. Guilherme faleceu nesta quinta (10/11), após uma batalha contra o câncer. Aragão o conhecia há quase 60 anos, desde que trabalharam juntos no humorístico “Um Dois, Feijão Com Arroz” (1965), na extinta TV Excelsior. O intérprete de Didi também postou uma homenagem no Instagram e gravou um vídeo, que foi enviado à imprensa. “Roberto Guilherme, o Sargento Pincel, era um amigo maravilhoso”, diz Aragão no vídeo. “Ele era muito diferente daquele tipo que ele fazia de durão. Fora disso [do personagem], era uma amigo maravilhoso. E ele era sargento mesmo. Já havia dado mais de cento e tantos saltos de paraquedas e depois virou ator e ficou alegrando todo mundo. Hoje, eu não sei como falar desse amigo muito doce que perdemos. O céu vai ficar mais alegre”, concluiu. De fato, Roberto Guilherme foi paraquedista – e jogador de futebol – antes de ser descoberto numa peça de teatro amador e virar humorista. Ele participou de vários programas e filmes com Renato Aragão, que estiveram juntos também em produções da Record, da Tupi e da Globo. Guilherme integrou a primeiríssima versão de “Os Trapalhões” na Tupi, em 1975, e manteve a parceria com o amigo até após o final do humorístico na Globo, no programa “Aventuras do Didi” (2010-2013) e no filme “Os Saltimbancos Trapalhões: Rumo a Hollywood”, lançado em 2017. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Renato Aragão (@renatoaragao)
Jennifer Aniston desabafa sobre sua luta para engravidar e os boatos que a atormentaram
A atriz Jennifer Aniston (a eterna Rachel de “Friends”) deu uma entrevista sincera à revista Allure, falando sobre sua longa e frustrante luta para engravidar e contra o preconceito que sua falta de filhos alimentava nas colunas de fofoca, gerando mentiras inclusive sobre o fim de seu casamento com Brad Pitt. “Foi uma jornada desafiadora para mim, a jornada de fazer bebês. Todos os anos e anos de especulação”, contou ela. “Foi muito difícil. Eu estava passando por fertilização in vitro, tomando chás chineses… tentei de tudo.” “Passei tantos anos protegendo minha história sobre a fertilização in vitro. Sou tão protetora com essas partes [da vida] porque sinto que há muito pouco que posso guardar para mim”, continuou. Falando sobre o peso das fofocas sobre seus relacionamentos passados, Aniston lamentou ter sido alvo de boatos constantes e muito tristes, especialmente ao fim de seu casamento com Brad Pitt. Ela lembrou que “a razão pela qual meu marido me deixou, pela qual terminamos e nosso casamento acabou, foi porque eu era egoista e não queria dar um filho a ele”. “Isso é absolutamente mentira”, apontou. “O [mundo] cria narrativas que não são verdadeiras, então posso dizer a verdade. Sinto que estou saindo da hibernação. Não tenho nada a esconder”, disse ela. Em 2016, a atriz chegou a escrever um artigo para o site Huffington Post no qual abordou os constantes relatos falsos a respeito de sua suposta gravidez ou falta dela. “Para constar, não estou grávida. O que estou é farta”, protestou ela no artigo. Admitindo que “esse barco já zarpou”, a atriz atualmente com 53 anos diz que não se arrepende de ter feito todas as tentativas de engravidar. “Na verdade, sinto um pouco de alívio agora porque não há mais aquele pensamento: ‘Será que eu posso?’ Não preciso mais pensar nisso.” Aniston explica que seu maior arrependimento é não ter se informado melhor a respeito do assunto. “Eu daria qualquer coisa a alguém que tivesse me dito: ‘Congele seus óvulos. Faça um favor a si mesma’. Você simplesmente não pensa nisso. Então aqui estou eu hoje”, afirmou ela. “Eu diria que no final dos meus 30, 40 anos, eu passei por coisas muito difíceis, e se não fosse por isso, eu nunca teria me tornado quem eu deveria ser”, disse Aniston. “É por isso que eu tenho tanta gratidão por todas essas m*rdas. Caso contrário, eu estaria presa sendo essa pessoa que estava com tanto medo, tão nervosa, tão insegura de quem ela era. E agora, eu não me importo.” Segundo Aniston, a imprensa é cruel com as mulheres da indústria do entretenimento que não têm filhos. Ela conta que, no caso dela, foi criada uma “narrativa de que eu era egoísta” e que “só me importava com a minha carreira”. “E Deus me livre que uma mulher seja bem-sucedida e não tenha filho”, completou ela. No artigo de 2016, ela se posicionou sobre este tópico, escrevendo que “somos completas, com ou sem um companheiro, com ou sem filho”. “Não precisamos ser casadas ou mães para sermos completas. Nós podemos determinar nosso próprio ‘felizes para sempre’ para nós mesmas”, completou. Ela também falou sobre o assunto ao The Hollywood Reporter em dezembro passado, lembrando que “costumava levar tudo para o lado pessoal” naquela época. “É tipo: ‘você não tem ideia do que está acontecendo comigo pessoalmente, medicamente, por que eu não posso… ter filhos?’ Eles não sabem de nada, e foi realmente doloroso e desagradável”, disse ela. Para Aniston, hoje em dia as pessoas comuns nas redes sociais assumiram o papel que antes era dos fofoqueiros profissionais. “O que os tabloides e a mídia fizeram com a vida pessoal das pessoas naquela época, pessoas comuns estão fazendo agora [nas mídias sociais]”, disse ela. “Agora você tem a mídia social. É quase como se a mídia entregasse a espada a qualquer Zé Ninguém sentado atrás de uma tela de computador para ser um troll ou o que quer que sejam chamados, para intimidar as pessoas nas seções de comentários. E eu não sei por que há uma veia tão cruel na sociedade. Muitas vezes me pergunto o que os excita tanto.” Independente de tudo isso, Jennifer Aniston se vê hoje como uma mulher mais plena. “Eu me sinto a melhor versão de mim mesmo hoje, melhor do que já me senti nos meus 20 ou 30 anos, ou nos meus 40 e poucos anos”, disse ela. Ela será vista a seguir na 3ª temporada de “The Morning Show”, que deve estrear em breve no serviço de streaming Apple TV+. Além disso, estrela a comédia “Murder Mystery 2”, continuação de “Mistério no Mediterrâneo” (2019), que vai chegar em 10 de fevereiro na Netflix. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Allure Magazine (@allure)
Série estrelada por Robert Downey Jr. define elenco internacional
A série “The Sympathizer”, desenvolvida para o canal pago HBO, definiu o elenco internacional que vai atuar ao lado de Robert Downey Jr. (“Vingadores: Ultimato”) na atração. Após uma longa busca por atores vietnamitas ou descendentes nos EUA, Europa, Ásia e Oceania, a escolha recaiu sobre o australiano Hoa Xuande (“Cowboy Bebop”) para o papel principal, além de Fred Nguyen Khan (“District 31”), Toan Le (“Pé Grande”), Vy Le (“MacGyver”) e Alan Trong (“A Guerra do Amanhã”) em outros papéis importantes. “The Sympathizer” adapta o livro satírico homônimo de 2015 do professor vietnamita-americano Viet Thanh Nguyen, consagrado com o Prêmio Pulitzer. A trama gira em torno de um espião norte-vietnamita (comunista), infiltrado junto aos americanos durante a guerra no Vietnã, que acaba virando consultor cultural de uma grande produção de Hollywood sobre o conflito, no estilo de “Platoon” e “Apocalypse Now”. Xuande vai interpretar o protagonista, conhecido apenas como “Capitão”. Seu personagem é meio francês e meio vietnamita, e ele foge do Vietnã durante a queda de Saigon em 1975, indo parar nos EUA, onde se envolve com uma comunidade de exilados do sul da Califórnia e, eventualmente, entra no mundo do cinema. Khan será Bon, o amigo de infância do Capitão que se recusa a revelar as múltiplas identidades do seu amigo. Depois de chegar em Los Angeles, Bon encontra um novo significado para sua vida nos lugares e circunstâncias mais improváveis. Toan Le interpretará o General, o ex-chefe da Polícia Secreta do Vietnã do Sul que agora está obcecado em descobrir traidores dentro da comunidade de refugiados. Ele também tenta liderar uma missão contra-revolucionária em sua terra natal. Vy Le será Lana, a filha do general que é fluente na cultura americana e vietnamita, uma habilidade que o Capitão acha estonteante e que irrita o General. Trong viverá Sonny, um ex-colega de classe idealista do Capitão que agora é editor de um jornal de língua vietnamita em Los Angeles. O personagem é uma espécie de contraponto do Capitão. Downey Jr., por sua vez, deve desempenhar vários papéis na produção, representando elementos diferentes do establishment americano, incluindo um congressista emergente, um agente da CIA e um diretor de cinema de Hollywood, entre outros. O elenco também contará com a atriz canadense Sandra Oh (“Killing Eve”) e vários atores vietnamitas em papéis secundários. Além de atuar, Downey Jr. é um dos produtores, junto com o diretor sul-coreano Park Chan-wook (“Oldboy”), o roteirista Don McKellar (“Ensaio Sobre a Cegueira”) e sua esposa e sócia Susan Downey. Chan-wook e McKellar serão responsáveis ainda por dirigir e escrever a série. “The Sympathizer” já começou a ser gravada, mas ainda não tem previsão de estreia.
Anne Hathaway e Salma Hayek vão estrelar comédia de ação do autor de “Trem-Bala”
As atrizes Anne Hathaway (“WeCrashed”) e Salma Hayek (“Os Eternos”) vão estrelar a comédia de ação “Seesaw Monster”, baseada no livro de mesmo nome de Kotaro Isaka (o autor de “Trem-Bala”). “Seesaw Monster” batiza uma coleção de contos de Isaka, então há muitas maneiras pelas quais o livro pode ser adaptado. Mas uma história chama atenção por ser focada em duas mulheres com a idade das atrizes. Na trama, uma mulher questiona o passado misterioso de sua sogra e descobre segredos que colocam em risco sua família. As duas não se dão bem, mas acabam forçadas a trabalhar juntas após o passado da sogra se tornar uma ameaça. A Netflix, que está desenvolvendo o filme, descreve a obra como uma comédia de ação focada na parceria entre as personagens de Hathaway e Hayek. Além de estrelarem, as duas estrelas também vão produzir a obra. A adaptação ficou a cargo de Olivia Milch (roteirista de “Oito Mulheres e um Segredo”) mas, até o momento, nenhum diretor foi contratado para comandar o filme, que ainda não tem previsão de estreia. Além de ter escrito o livro “Maria Beetle”, que deu origem ao filme “Trem-Bala” (2022), Kotaro Isaka também é autor do livro “Three Assassins”, que também já foi adaptado para o cinema, no filme “Grasshopper” (2015). Anne Hathaway tem diversos projetos pela frente, entre eles a comédia dramática “She Came to Me”, co-estrelada por Marisa Tomei (“Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”), sem previsão de estreia. E Salma Hayek será vista a seguir no filme “Magic Mike’s Last Dance”, terceiro filme da franquia “Magic Mike”, que é esperado em 2023 na HBO Max.
Vini Buttel se manifesta após briga na Record TV
O ex-integrante de “A Fazenda 14” Vini Buttel usou o Stories do Instagram para contar sua versão da briga que aconteceu na quarta (9/11) nos estúdios da Record TV, durante gravação para o programa digital “Celeiro da Justiça”, apresentado por Lucas Selfie. Ele mostrou como ficou o seu rosto, se disse chateado e pediu desculpas, embora sustente que a agressão tenha partido do ex-BBB Hadson Nery, conhecido como Hadballa. Também participavam da atração os ex-Fazenda Lucas Santos e Liziane Gutierrez. “E aí, gente. Apareci. Chateado pra caramba com todo o ocorrido, mas eu estou bem. Agradeço todas as mensagens de carinho, dos meus amigos, os fãs preocupados. O sangue que vocês viram foi daqui [apontou para a região da pálpebra], meu narizinho está intacto. tô com esses arranhões, parece que eu briguei com uma jaguatirica”, iniciou. “Queria pedir desculpas a todos vocês, à Record, à minha casinha, ao Lucas Selfie pelo convite ao programa que estava super legal e falar o que, né gente? Essa outra pessoa já tem histórico de ser agressivo, fui descobrir na delegacia que ele tem apenas 22 processos nas costas, então infelizmente eu cruzei o caminho dele e ele cruzou o meu caminho”, afirmou. Segundo ele, Hadson tentou agredir Lucas e ele apenas defendeu o amigo. “Eu tô chateado, eu intervir em uma quase agressão ao Lucas, tava na iminência de ser agredido. A gente estava em um programa de humor, provocação, e ele não aguentou a provocação e aí ele foi em cima do Lucas, alteradíssimo, falando um monte de coisas e eu me coloquei no meio dos dois sim, eu fui defender o meu amigo”, contou. Em seu relato, Vini disse que tudo está gravado, e que as imagens do programa podem comprovar que ele está falando a verdade. “Tudo será comprovado porque estava sendo gravado e aí vocês vão ver. Não teve covardia, nem nada do que estão falando. Provavelmente ele é uma pessoa desequilibrada que está atrás de fama e infelizmente está tendo esse momento. É uma fama tão feia, né? Não queria tá passando por isso, mas infelizmente eu tô aqui”, completou.












