ONG de Brad Pitt terá que indenizar vítimas do furacão Katrina
A Make It Right Foundation, ONG fundada por Brad Pitt em 2007, foi condenada pela justiça americana a pagar uma indenização milionária para 109 vítimas do furacão Katrina. Na época do desastre natural, que destruiu a cidade de Nova Orleans, a organização fez grande propaganda da construção de casas ecologicamente sustentáveis de baixo custo para os desabrigados. Entretanto, desde então as vítimas reclamam de defeitos estruturais, goteiras, cupins e mofos nas construções, entre outros problemas. Os primeiros problemas com as casas começaram a aparecer em 2013, mas só foram levados à justiça pelos moradores em 2018, quando entraram com uma ação coletiva contra a organização. O acordo judicial, anunciado na última terça-feira (9/8), prevê o pagamento de US$ 25 mil para cada um dos moradores, o que dá cerca de US$ 20,5 milhões no total (mais de R$ 100 milhões em moeda nacional). O representante legal do grupo alegou que todo o dinheiro da indenização será revertido para a manutenção das residências. Brad Pitt e representantes de sua ONG não deram declarações sobre o acordo.
Netflix apresenta primeiras fotos de “O Clube da Meia-Noite”
A Netflix divulgou as primeiras fotos de “O Clube da Meia-Noite”, série de terror juvenil desenvolvida pelo cineasta Mike Flanagan, responsável pelas minisséries “A Maldição da Residência Hill”, “A Maldição da Mansão Bly” e “A Missa da Meia-Noite”. As fotos mostram os personagens principais, um grupo de adolescentes com doenças terminais, que se reúne todo dia à meia-noite para contar histórias de terror. No espírito desses encontros, o grupo decide firmar um pacto sinistro: o primeiro deles que morrer deve tentar se comunicar com os amigos que sobreviveram. Mas assim que a morte ocorre, coisas estranhas começam a acontecer. A trama adapta o livro homônimo de Christopher Pike e o elenco destaca vários atores de “Missa da Meia-Noite”, como Igby Rigney, Zach Gilford, Samantha Sloyan, Matt Biedel e Annarah Shephard, além de Aya Furukawa (“O Clube das Babás”) e a sumida Heather Langenkamp (a eterna Nancy de “A Hora do Pesadelo”). A estreia está marcada para 7 de outubro, mês do Halloween. O pai tá de volta! Mike Flanagan é o criador de O Clube da Meia-Noite, minha nova série sobre um grupo de jovens em estado terminal que se reune todas as noites pra contar histórias assustadoras e desvendar mistérios. Estreia dia 7 de outubro. pic.twitter.com/Hg5CV0SoKG — netflixbrasil (@NetflixBrasil) August 18, 2022
“The Chi” é renovada para 6ª temporada
O canal pago americano Showtime anunciou a renovação de “The Chi”, série dramática estrelada pelo ator Alex R. Hibbert, revelação de “Moonlight”, para sua 6ª temporada. A renovação vem duas semanas antes do final do quinto ano da produção, que se mantém com uma maiores audiências da história do canal. “The Chi” tem sido um destaque do Showtime desde a estreia em janeiro de 2018, com 87% de aprovação da crítica. Cinco temporadas depois, o drama de amadurecimento ambientado no lado sul de Chicago continua exercendo forte presença na TV paga americana, ao estabelecer um novo recorde de audiência, com um aumento de público de mais de 20% em relação à temporada passada. O título é uma abreviatura de Chicago e a série se passa na região mais pobre daquela cidade, acompanhando um grupo de residentes que se vê ligados por acaso. Além do menino de “Moonlight”, o elenco ainda inclui Jacob Latimore (“Sleight”), Birgundi Baker (“Black Lightning”), Yolanda Ross (“The Get Down”), Curtiss Cook (“House of Cards”), Luke James (“Star”) e os estreantes Michael V. Epps e Shamon Brown Jr. Criada por Lena Waithe, vencedora do Emmy 2017 de Melhor Roteiro de Comédia por “Master of None”, a atração também tem produção do rapper Common (“Selma”), de Elwood Reid (criador de “The Bridge”) e do cineasta Rick Famuyiwa (“Dope – Um Deslize Perigoso”). A série é disponibilizada no Brasil pela plataforma Star+.
Atores de “Gilmore Girls” e “Mad Men” se divorciam
O casal de atores Alexis Bledel (a Rory Gilmore de “Gilmore Girls”) e Vincent Kartheiser (o Pete Campbell de “Mad Men”) estão se divorciando após oito anos de casamento. Kartheiser deu entrada nos papéis em 10 de agosto, confirmou sua equipe ao site da revista The Hollywood Reporter. As duas estrelas, que sempre mantiveram seu relacionamento discreto, casaram-se em 2014 e tiveram um filho no ano seguinte. Eles se conheceram em 2012 no set de “Mad Men”, a série vencedora do Emmy em que Kartheiser vivia o mesquinho Campbell. Bledel teve uma pequena participação como Beth Dawes, amante do personagem de seu futuro marido em três episódios da 5ª temporada. Em maio passado, a atriz anunciou que estava se afastando de “The Handmaid’s Tale”, série que lhe rendeu o Emmy. Ela não deu justificativas, explicando apenas que a decisão foi tomada “depois de muito pensar”. A atriz também não se manifestou sobre a notícia do divórcio. Já Kartheiser teve problemas nos bastidores de sua recente participação como o vilão Espantalho na 3ª temporada da série “Titãs”. Ele chegou a ser investigado mais de uma vez por comportamento inadequado pela Warner. A primeira vez teria sido motivada por comentários e explosões de raiva durante as gravações, que aconteceram em Toronto, no Canadá. Na ocasião, o RH do estúdio concluiu que as ações de Kartheiser eram passíveis de correção, mas não justificavam uma demissão. Mesmo assim, ele foi repreendido oficialmente. A segunda reprimenda veio semanas depois, já na reta final das gravações. Na ocasião, o estúdio decidiu designar uma pessoa para monitorar o comportamento de Kartheiser presencialmente no set.
Leo Lins é condenado por ofensa à mãe de criança autista
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) condenou o humorista Leo Lins a pagar R$ 44 mil de indenização por danos morais a Adriana Cristina da Costa Gonzaga, mãe de um menino autista. A juíza Marcela Filus Coelho, da 1ª Vara do Juizado Especial Cível, entendeu que a “brincadeira” envolvendo a criança autista não se trata de um caso isolado na trajetória de Leo Lins. Recentemente, o comediante foi demitido do SBT, onde atuava no programa “The Noite” com Danilo Gentili, por conta da repercussão de piada sobre uma criança com hidrocefalia. “No caso, o réu ofendeu a autora e demonstrou desprezo por uma parte da sociedade, revelando (sem nenhuma justificativa) ser contra quem enfrenta algum tipo de enfermidade. Mais do que isso: com o seu comportamento, instiga outras pessoas agirem da mesma maneira, isto é, de modo deselegante e sem demonstração de conhecimento. Não se trata de caso isolado na vida do réu. Uma rápida busca na internet revela que ele é dado a agir contra quem é portador de enfermidades ou dificuldades”, diz um trecho do documento, divulgado pelo jornal O Globo. O humorista ainda não se posicionou sobre o caso, mas ainda cabe recurso à sentença. A ação foi movida em 2020, após a publicação de um vídeo no perfil de Aline Mineiro, namorada de Leo Lins. Na ocasião, a ex-“A Fazenda” disse: “Como em todas as festas, ele não fala nada, é um pouco autista.” Adriana Cristina enviou um pedido a Lins para que Aline não usasse o autismo de forma leviana. “Aconselhe sua namorada a se retratar. Autismo não é adjetivo”, ela escreveu. Longe de se sensibilizar, Lins respondeu com um texto obsceno. “Eu já tentei. Juro que falei pra ela responder todas as pessoas que estão indignadas como você. Aconselhei ela a mandar vocês enfiarem uma rola gigantesca no cu. Um pau bem veiúdo, mais vascularizado que seu cérebro (se bem que pra isso não precisa muito). A ideia era socar essa rola até a cabeça sair na boca, empalando o corpo. Depois remover a piroca (que aliás, estaria de máscara, pois não quero que pegue Covid), remover cuidadosamente, o que deixaria um buraco cilíndrico, ai jogaria milho para o corpo se tornar um abrigo de pombas brancas da paz. Essa foi minha sugestão, mas ela achou absurdo. Prometo que vou seguir tentando”, escreveu o humorista. Ele ainda zombou, acrescentando as hashtags #autismonãoéadjetivo, #autismonãoésujeito, #autismonãoéverbo e #autismonãoépredicado Apesar de reconhecer que, de fato, enviou a mensagem, Lins argumentou que ela seria direcionada para uma pessoa específica, não para a comunidade autista. Mas a juíza Marcela Filus Coelho entendeu que o comentário foi ofensivo: “Instado, então, pela autora a pedir a retratação da namorada, ao invés de refletir sobre o tema, reconhecer o erro e demonstrar que pode se sensibilizar por quem enfrenta dificuldade, o demandado se valeu de agressão verbal.” De acordo com a Lei de Inclusão da Pessoa com Deficiência nº 13.146/15, induzir ou incitar a discriminação de uma pessoa em razão de sua deficiência pode render de um a três anos de prisão. A sentença, porém, se restringiu à indenização por danos morais.
HBO Max remove mais 36 títulos e gera protestos
A HBO Max vai remover 36 títulos de seu serviço ainda nesta semana. Um porta-voz da HBO Max afirmou que a decisão se deve à vindoura fusão do serviço com o Discovery+, que também é de propriedade da Warner Bros. Discovery. “À medida que trabalhamos para reunir nossos catálogos de conteúdo em uma plataforma, faremos alterações na oferta de conteúdo disponível na HBO Max e no Discovery+”, disse a empresa em comunicado. “Isso incluirá a remoção de alguns conteúdos de ambas as plataformas.” Embora a HBO Max tenha removido vários títulos nas últimas semanas, nenhuma exclusão anterior foi tão grande quanto essa. Só que a notícia da exclusão dos títulos não foi bem recebida. Julia Pott, criadora da animação “Summer Camp Island”, uma das atrações que vai sumir do catálogo, expressou a sua indignação no Twitter. “Trabalhamos por cinco anos para fazer 100 episódios de animação”, ela reclamou. “Trabalhamos até tarde da noite, nos deixamos levar, éramos uma família de artistas que trabalhavam duro porque queriam fazer algo bonito, e a HBO Max apenas excluiu todos eles como se não fôssemos nada. Animação não é nada!” and we worked through the pandemic to make 20 linear episodes that are our most beautiful work yet. I cannot wait for you to see them. YOU WILL SEE THEM! I will not rest! — Julia Pott (@juliapott) August 18, 2022 Pott também falou sobre a temporada final de “Summer Camp Island”, originalmente prevista para ser lançada em 2023 e que agora está no limbo. “Ralamos durante a pandemia para fazer 20 episódios que são nosso mais belo trabalho até agora”, disse ela. “Eu mal posso esperar para vocês vê-los. VOCÊS VÃO VÊ-LOS! Eu não vou descansar!” A afirmação de Pott levanta um questionamento até então sem resposta: o que vai acontecer com essas atrações excluídas? Até o momento, a HBO Max não informou qual será o futuro dessas atrações. Não se sabe se elas serão disponibilizados no novo serviço com a Discovery+ ou se a remoção delas da plataforma vai torná-los inacessíveis. Os conteúdos excluídos são, em sua maioria, animações e reality shows originais da HBO Max, como “Aquaman: King of Atlantis”, “Ellen’s Next Great Designer”, “My Mom, Your Dad”, entre outros. Mas a plataforma também vai excluir títulos da HBO, do Cartoon Netword e alguns títulos adquiridos. Essa mudança reflete uma recente onda de demissões dentro da empresa, que afetou desproporcionalmente a divisão de não-ficção (reality shows) e de produções originais internacionais. Confira a lista dos conteúdos excluídos. Além dos listados abaixo, a HBO Max também vai excluir “um grupo seleto de especiais da ‘Vila Sésamo'”, mas não especificou quais. HBO Max Originais “12 Dates of Christmas” “About Last Night” “Aquaman: King of Atlantis” “Close Enough” “Ellen’s Next Great Designer” “Esme & Roy” “The Fungies!” “Generation Hustle” “Generation” “Infinity Train” “Little Ellen” “My Mom, Your Dad” “Odo” “Ravi Patel’s Pursuit of Happiness” “Summer Camp Island” “The Not-Too-Late Show with Elmo” “The Runaway Bunny” “Theodosia” “Tig n’ Seek” “Yabba Dabba Dinosaurs” HBO Originais “My Dinner with Herve” “Share” Cartoon Network “Dodo” “Elliott From Earth” “Mao Mao, Heroes of Pure Heart” “Mighty Magiswords” “OK K.O.! – Let’s Be Heroes” “Uncle Grandpa” “Victor and Valentino” Títulos adquiridos “Detention Adventure” “Messy Goes to Okido” “Mia’s Magic Playground” “The Ollie & Moon Show” “Pac-Man and the Ghostly Adventures” “Make It Big, Make It Small” “Squish”
Audiência do streaming em aparelhos de TV ultrapassa canais pagos nos EUA
A audiência dos serviços de streaming superou pela primeira vez o público total dos canais pagos nos aparelhos de televisão dos EUA. Segundo uma pesquisa realizada pelo instituto Nielsen, o consumo de streaming representou 34,8% do total de conteúdos audiovisuais no mês de julho, enquanto a TV paga e a TV aberta ficaram, respectivamente, com 34,4% e 21,6%, respectivamente. As comparações feitas pelo Nielsen incluem apenas programação assistida em aparelhos de TVs e em Smart TVs. Ela não leva em consideração o streaming em dispositivos móveis (como celulares e tablets) ou na web. Caso contabilizasse esses números, a diferença seria muito, mas muito maior. O desempenho de julho não foi o primeiro em que o streaming teve mais público que a TV aberta. Mas, até então, as plataformas nunca tinham vencido a TV paga nos EUA. A Netflix foi o serviço com a maior participação dentre o número geral de visualizações, com um recorde de 8,0%. Parte desse sucesso se deu pelos quase 18 bilhões de minutos de exibição da 4ª temporada de “Stranger Things”, somados aos 11 bilhões de minutos acumulados pelas séries “Virgin River” e “The Umbrella Academy”. Entre os filmes, os mais vistos foram “A Fera do Mar” e “Agente Oculto”, com mais de 5 bilhões de minutos assistidos. A Nielsen tem como base de medição minutos e não horas vislumbradas. A segunda plataforma de maior sucesso foi o YouTube, com 7,3% de todo o público, mais do que o dobro da terceira colocada, a Hulu, com 3,6%. O bom posicionamento da Hulu se deu, em parte, pelas sucessos da 2ª temporada de “Only Murders in the Building” e a estreia de “The Bear”, que juntos tiveram mais de 3 bilhões de minutos assistidos. O Prime Video ficou com 3% das exibições, seguido por 1,8% da Disney+ e 1% da HBO Max. Outros serviços de streaming somados totalizaram mais 10,2% de toda a exibição. Os números reforçam o poder de retenção de público da Netflix, além de demonstrarem que os números de assinantes da Disney+ não se refletem no consumo dos seus conteúdos. Faz sentido, já que é uma das plataformas com menos atrações originais. No geral, o consumo de streaming em julho aumentou 3,2% em comparação ao mês anterior e ganhou 1,1 ponto de participação. O tempo gasto em streaming em julho foi em média de quase 191 bilhões de minutos por semana, e cada uma das cinco medições semanais feitas em julho agora representam cinco das seis semanas de maior audiência de streaming já registradas. A visualização da TV paga, por sua vez, caiu 2% em julho, e os pontos de participação, na comparação com junho, também caíam 0,7. Essa queda é constante. Ano após ano, o consumo de TV paga caiu 8,9% e 3,3 pontos de participação. A exibição de esportes registrou o maior declínio, caindo 15,4% em relação a junho e 34% em relação a um ano atrás, quando os Jogos Olímpicos de Tóquio começaram. Isto coincide com o avanço do streaming sobre os direitos de transmissões esportivas. Enquanto isso, a exibição de TV aberta caiu 3,7% em julho, em relação a junho, e representou uma perda de 0,8 ponto de participação. Mas vale lembrar que a TV aberta americana costuma pausar a produção de novos conteúdos nessa época do ano, retomando-os no início da temporada de outono, que começa em setembro.
“Mulher-Hulk” faz Chris Evans rir com virgindade do Capitão América
O ator Chris Evans, intérprete do Capitão América nos filmes da Marvel, rolou de rir da estreia da série “Mulher-Hulk: Defensora de Heróis” nesta quinta (18/8) na Disney+. Ele postou três emojis de chorar de rir e outro com um zíper na boca, indicando que não podia comentar a revelação da série. É que Jennifer Walters (Tatiana Maslany), a Mulher-Hulk, ficou enchendo seu primo Bruce Banner (Mark Ruffalo), o Hulk, para saber se o Capitão América era virgem. Ela tem teorias mirabolantes, com datas e eventos, que comprovariam que Steve Rogers (Evans), o Capitão América, não teria transado nunca. Banner fica incomodado, mas só revela o segredo sobre a primeira transa do Capitão na cena pós-créditos, quando acredita que a prima está bêbada. Ele afirma que Rogers perdeu a virgindade em 1943, ao transar com uma garota antes de ser congelado por várias décadas. E ao ter a resposta, Walters revela que estava só se fingindo de bêbeda, festejando a informação com um palavrão. Apesar da revelação vir de Banner, o cientista poderia estar tentando proteger um segredo do amigo, porque sua prima crê que o herói morreu durante a batalha contra Thanos (Josh Brolin). Na realidade, Rogers voltou ao passado ao final de “Vingadores: Ultimato” para viver com o grande amor de sua vida, Peggy Carter (Hayley Atwell). Então, pode ser que a garota aleatória citada por Banner tenha sido apenas uma manobra para encobrir a informação de que Rogers viveu décadas ao lado da amada. Mas Jessica Gao (“Rick and Morty”), criadora da série, garante que a revelação é canônica. A questão da virgindade de Steve Rogers “tem sido uma discussão há anos”, disse Gao ao site TVLine. “Mas vou dizer que a resposta que demos na série vem direto do próprio Kevin Feige [chefe da Marvel Studios], então é absolutamente canônica.” Gao também disse que os espectadores de “Mulher-Hulk” podem esperar mais cenas pós-créditos nos próximos episódios, mas nenhuma será capaz de superar um grito de que “Capitão América fod—!”, que ela considera um marco na Marvel. Novos episódios serão disponibilizados às quintas-feiras na Disney+. 😂😂😂🤐#SheHulk — Chris Evans (@ChrisEvans) August 18, 2022
Emily Blunt explora Velho Oeste em fotos de nova série da Amazon
A BBC e a Amazon Prime Video divulgaram as primeiras fotos de “The English”, série de época estrelada por Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”). As imagens destacam a trajetória da personagem de Blunt em meio à violência do Velho Oeste. Escrita e dirigida por Hugo Blick (“The Honourable Woman”), a série se passa na década de 1890 e acompanha uma aristocrata inglesa chamada Lady Cornelia Locke (Blunt), que se une a um indígena para fazer uma travessia perigosa por uma “paisagem construída por sonhos e sangue” (de acordo com a sinopse) até a nova cidade de Hoxem, no estado americano de Wyoming. Para isso, precisam enfrentar obstáculos cada vez mais aterrorizantes que os testarão em suas essências, física e psicologicamente. O elenco ainda conta com Chaske Spencer (“Banshee”), Stephen Rea (“Não Fale Com Estranhos”), Valerie Pachner (“Uma Vida Oculta”), Rafe Spall (“Trying”), Toby Jones (“First Cow – A Primeira Vaca da América”) e Ciarán Hinds (“Belfast”). Além de estrelar, Blunt também produz a atração, ao lado de Blick. “The English” estreia em novembro no canal britânico BBC. A Amazon Prime Video vai cuidar da distribuição da série em outros territórios, como Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Jason Momoa prepara filme sobre “pai do surfe” e campeão olímpico havaiano
O ator Jason Momoa (“Aquaman”) vai produzir a biografia de Duke Kahanamoku, um lendário nadador olímpico havaiano. Kahanamoku quebrou os estereótipos raciais ao competir nos Jogos Olímpicos de 1912, 1920, 1924 e 1932, e vencer um total de cinco medalhas. Além do seu sucesso como nadador, Kahanamoku também é creditado como responsável pela popularização do surfe como um esporte, sendo considerado o “pai do surfe moderno”. Há, inclusive, quem alegue que o esporte das ondas não existiria sem ele. O roteirista Chris Kekaniokalani Bright foi contratado para escrever a biografia. Bright ainda não tem nenhum crédito como roteirista, mas chamou a atenção da indústria depois que seu roteiro “Conviction” figurou na Black List, a lista informal dos melhores roteiros não-filmados de Hollywood, em 2018. Não se sabe se o filme vai se focar apenas na carreira de Kahanamoku como nadador ou se vai mostrar os eventos da sua vida depois que ele se aposentou do esporte. Kahanamoku trabalhou como gerente de postos de gasolina no Havaí e foi xerife em Honolulu por quase 30 anos. Ele morreu em janeiro de 1968, aos 77 anos, em decorrência de um ataque cardíaco. Momoa vai produzir o filme em parceria com Peter Safran (“O Esquadrão Suicida”). Curiosamente, esse não é o único projeto sobre Kahanamoku de que Momoa participa. O ator narrou o documentário “Waterman — Duke: Ambassador of Aloha”, sobre a vida do atleta. A cinebiografia ainda não tem título, cronograma definido e data de estreia prevista. Jason Momoa tem diversos projetos pela frente, entre eles “Aquaman 2”, que chega em março de 2023 aos cinemas, e o décimo filme da franquia “Velozes & Furiosos”, com lançamento agendado para maio de 2023.
Atriz premiada de “Amor, Sublime Amor” vai estrelar terror culinário
A atriz Ariana DeBose, vencedora do Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante pelo seu trabalho em “Amor, Sublime Amor” (2021), vai estrelar o terror psicológico “House of Spoils”. A trama vai acompanhar uma chef ambiciosa (DeBose) que conseguiu abrir seu primeiro restaurante, mas começa a enfrentar o fantasma do antigo proprietário, que ameaça sabotá-la. “House of Spoils” foi escrito e será dirigido pela dupla Bridget Savage Cole e Danielle Krudy, responsáveis pela comédia “Afunde o Navio” (2019). “Estamos empolgados em ver a energia nova, ousada e espirituosa de Ariana, que lhe rendeu um Oscar, em um papel completamente diferente”, disse Chris McCumber, presidente da Blumhouse Television. “E com a talentosa equipe de cineastas de Bridget e Danielle, o talento na frente e atrás das câmeras é excepcional.” “House of Spoils” ainda não tem previsão de lançamento. Assim como o filme anteriores das diretoras, essa produção também está sendo desenvolvida pelo serviço de streaming Prime Video em parceria com a divisão televisiva da Blumhouse (produtora de “Halloween” e “Corra!”). A Blumhouse e o Prime Video já trabalharam juntos na antologia “Welcome to the Blumhouse” (que rendeu um total de oito filmes) e mais recentemente na comédia de terror “Totally Killer”, ainda inédita. Ariana DeBose tem diversos projetos encaminhados. Entre eles, destacam-se “Argylle”, novo filme de espionagem do cineasta Matthew Vaughn (“King’s Man: A Origem”), ainda sem data de estreia, e a adaptação dos quadrinhos do vilão do Homem-Aranha, “Kraven, o Caçador”, com lançamento agendado para janeiro de 2023.
Angelina Jolie é acusada de tentar prejudicar Brad Pitt
O ator Brad Pitt (“Era Uma Vez em Hollywood”) acredita que sua ex-esposa, a atriz e cineasta Angelina Jolie (“Malévola”), busca prejudicá-lo ao tornar públicos os detalhes de uma briga que o casal teve à bordo de um avião, em 2016. Na ocasião, Pitt teria jogado cerveja em Angelina Jolie e a agredido, o que motivou a separação do casal. Ele também foi acusado de agarrá-la pelos ombros e a sacudir enquanto gritava. Essa informação se tornou conhecida na terça (16/8), após a revelação dos documentos de um processo que até então corria de forma anônima. “Foi investigado e não houve acusações”, disse uma fonte próxima de Pitt à revista People, referindo-se ao trabalho do FBI, que investigou a denúncia por ter acontecido num voo internacional. O Departamento de Serviços Infantis e Familiares de Los Angeles também ouviu testemunhas e inocentou Pitt. “Eles investigaram. Prepararam materiais, revisaram juntos e decidiram não denunciá-lo”, completou a fonte. Os detalhes da briga vieram à tona após Jolie processar o FBI, de forma “anônima”, para que os documentos da investigação realizada fossem tornados públicos. Mas a fonte ouvida pela People afirma que tanto Pitt quanto Jolie tem acessos aos documentos em questão há seis anos e que, ao solicitar os documentos, Jolie só pretendia “reavivar um problema que era doloroso para todos e que foi resolvido há seis anos”. “Quais são as motivações de uma pessoa para usar o tempo do tribunal e recursos públicos para preencher um pedido anônimo pela Lei de Liberdade de Informação para um material que ela têm há anos? Só há uma: infligir o máximo de dor possível em seu ex. Não há nenhum benefício nisso. É prejudicial para as crianças e toda a família que isso seja tornado público.” Apesar disso tudo, a fonte afirma que Pitt está tranquilo diante da situação, “considerando as frustrações em torno dessas circunstancias”. “São ondas e mais ondas de tentativas de prejudicá-lo”, disse a fonte. “Ele permaneceu praticamente em silêncio, exceto para reconhecer as coisas em que poderia melhorar. Ele permaneceu em silêncio sobre esse assunto porque sabe que é a melhor coisa para seus filhos, que é melhor para todos. Ele manteve essa postura apesar de uma interminável enxurrada de ataques e tentativas de usar os tribunais contra ele.” Jolie também não falou publicamente sobre os detalhes do incidente do avião. Mas, no processo, a atriz afirmou que sua briga com o ex-marido aconteceu na parte de trás do avião e ele bebia no momento da discussão. Jolie alegou que Pitt agarrou seus ombros e a sacudiu enquanto gritava: “Você está fod*ndo essa família”. Segundo a atriz, Pitt também teria agredido Maddox, depois que o filho, então com 15 anos, tentou intervir na discussão. O que consta no relatório do FBI, porém, é que Pitt xingou um dos filhos, sem especificar qual, dizendo que ele se parecia “com a droga de um menino de Columbine” – uma referência aos adolescentes que massacraram os colegas de uma escola à tiros em 1999. A denúncia também alega que Pitt supostamente causou mais de US$ 25 mil em danos ao avião particular, e que a briga teria continuado fora do voo. Jolie contou que sofreu ferimentos e até entregou uma foto de seu cotovelo machucado para apoiar as suas acusações. Logo após o incidente, o casal de celebridades se divorciou e Pitt decidiu publicamente parar de beber. Nenhuma acusação foi levada adiante contra o ator. No ano passado, Jolie comentou sobre seu divórcio. “Eu não sou o tipo de pessoa que toma decisões, como as decisões que tive que tomar, de maneira leviana”, disse ela ao jornal britânico The Gardian. “Demorou muito para eu estar em uma posição em que eu senti que tinha que me separar do pai dos meus filhos”. Na época, Jolie chegou a mencionar que “há muitas coisas que não posso falar”. Já Pitt comentou em uma entrevista de 2017 à revista GQ que “é uma chatice ter certas coisas desenterradas em público e mal interpretadas”. “Eu me preocupo mais com meus filhos, sendo submetidos a isso”, observou.
Clipe do Coldplay traz cenas de show para 260 mil fãs
A banda britânica Coldplay lançou o clipe de “Humankind”, mais uma faixa do álbum “Music Of The Spheres” de 2021, que combina efeitos visuais e estética de documentário. As imagens foram captadas durante a passagem da banda pela Cidade do México, quando os artistas tocaram para cerca de 260 mil fãs dentro do Foro Sol. Bastante animada, a apresentação inclui fogos de artifício, pulos de alegria e muitos registros do público – incluindo por drones. Com clima de superprodução, o vídeo foi dirigido pela dupla Stevie Rae Gibbs e James Marcus Haney, que costuma trabalhar com Coldplay. Haney, inclusive, já tinha gravado um clipe da banda no México, “A Head Full of Dreams”, de 2016. Coldplay vai trazer essa turnê ao Brasil em outubro, com shows marcados para o Rio e São Paulo. “Humankind” é a sétima faixa promovida do repertório de “Music Of The Spheres”, após “Higher Power”, “Biyutiful”, “People Of The Pride”, “Coloratura”, “Let Somebody Go”, em parceria com Selena Gomez, e o mega hit “My Universe”, com o BTS, que liderou as paradas de sucesso dos EUA.












