Kristen Stewart vira estrela da Chanel na Semana da Moda de Paris
A atriz Kristen Stewart (“Crimes do Futuro”) estrelou um curta-metragem da grife Chanel que homenageou o universo do cinema. Com pouco mais de um minuto de duração, o curta foi exibido durante Semana de Moda de Paris na terça-feira (4/10). No curta, Stewart interpreta a si mesma e é vista saindo de uma sessão de cinema do clássico da nouvelle vague “O Ano Passado em Marienbad” (1961). Do lado de fora do cinema, uma repórter pergunta a Stewart sobre “o que a deixa esperançosa em relação ao futuro”. A pergunta leva Stewart a filosofar a respeito da atualidade e da sua identidade. As respostas dela são intercaladas com belas imagens em preto e branco de ruas, bares e casas parisienses. A referência à “O Ano Passado em Marienbad” não é gratuita. A fundadora da marca, Gabrielle Chanel, mais conhecida como Coco Chanel, desenhou o figurino da atriz Delphine Syrig para o filme dirigido por Alain Resnais. Kristen Stewart também assistiu como convidada de honra ao desfile da Chanel (que foi recheado de referências ao filme) em Paris. Ela chegou ao evento acompanhada da modelo Charlotte Casiraghi, neta de Grace Kelly e filha de Caroline de Mônaco que abriu o desfile desse ano. “Das pessoas ao meu redor, (Stewart) é a mais próxima de Gabrielle Chanel”, escreveu a diretora artística da Chanel, Virginie Viard, nas notas do desfile. “Ela entende Chanel, a roupa. E com ela, fica ainda mais moderno.” Assista ao curta.
Briga feia de “A Fazenda 14” tem referências a “Power Rangers” e “Dragon Ball Z”
Uma briga entre Bia Miranda e Pelé Milflows durante esta terça (4/10) em “A Fazenda 14” teve uma finalização diferente. Entre os xingamentos, o músico disse que tinha vontade de “virar um Megazord”, chegar “lá na lua” e “mandar um Kamekameha” para a neta de Gretchen. As expressões são referências a duas séries infantis, “Power Rangers” e “Dragon Ball Z”. Mas apesar dos xingamentos divertidos de Pelé, que fizeram os fãs de cultura pop vibrarem e o resto ficar sem entender nada, quem tinha mais razão era Bia, ainda que possa ter perdido a moral ao descer fundo, lá no fundo mesmo, no bate-boca. O motivo da discussão acalorada tem alguns dias. É que o músico deu a entender que a jovem era racista durante uma atividade exibida no programa “Hora do Faro”, no domingo passado (2/10) na Record. Ele reclamou que a adolescente vinha dando bom dia para todo mundo, menos para ele. Na ocasião, ela justificou que tinha brigado com ele poucas horas antes da primeira vez que o ignorou – realmente aconteceu. Aí, na manhã desta terça, Bia estendeu seu bom dia para ele, mas Pelé resolveu debochar. “Bom dia… O que é isso?”. Em seguida, ela se irritou com o comentário. “Ué, quando eu não falo ‘bom dia’ eu sou errada”, apontou. Ele retrucou que ela adota um tom de ironia. “E é por esse motivo aí, que você está sempre errada. Ao invés de você falar na moral, você fica debochando dos outros“, disse. Depois, Pelé ainda confessou ter provocado a discussão. “Estou de implicância mesmo”, disse para Babi. “Todo mundo tem que ter uma implicância com alguém, né? Então pronto”. Em seguida, começou a gritar “É implicância mesmo e se tiver peito fala na minha cara”, com mais palavrões. Mais tarde, Bia foi cobrar os gritos e rendeu isso aí embaixo. Veja sem censura, com mil e um palavrões. E Megazord. A BIA ALOPRANDO O PELÉ QUE DELÍCIA#AFazenda14pic.twitter.com/UB7EjfMMub — gab #AFazenda14 (@gabfobic) October 4, 2022
Galã mexicano da Netflix é condenado por agressão fatal e pode pegar 15 anos de prisão
O galã mexicano Pablo Lyle, estrela de várias novelas da TelevisaUnivision e até de séries da Netflix, foi considerado culpado por matar um homem com um soco após numa discussão de trânsito nos EUA em 2019, e pode pegar entre 9 anos e 15 anos de prisão. O homem morto, Juan Ricardo Hernández, era cubano e chegou a ser levado para o Hospital Jackson Memorial, em Miami, mas não resistiu aos ferimentos. De acordo com o relatório policial, o cubano de 63 anos se queixou que o carro do ator cruzou seu caminho de repente. Ele desceu do carro em um semáforo e começou a reclamar. Nesse momento, Lyle saiu do seu automóvel acompanhado do cunhado e socou o homem, que caiu e já ficou inconsciente no chão. Após a agressão, o ator de 35 anos fugiu, mas foi localizado pela polícia no mesmo dia. Ele alegou à imprensa local que deixou o local pois “temia pela segurança do filho” Mauro, que na época tinha 6 anos e estava com ele. Lyle chegou a ser detido, mas estava em liberdade condicional depois de pagar uma fiança de US$ 5 mil – equivalente a R$ 25,9 mil na cotação atual. Ele foi indiciado por agressão, mas teve permissão da corte para viajar ao México em razão de compromissos profissionais. Após vários adiamentos do julgamento devido à pandemia e o furacão Ian, ele foi finalmente considerado culpado nesta terça (4/10) por um júri de Miami. Após a deliberação final do júri, o ator foi algemado e aguardará a sentença final na detenção. O tempo de condenação será comunicado pela juiza Marisa Tinkler Mendez numa nova audiência, marcada para 26 de outubro. Desde a fatalidade, ele não estrelou mais nenhuma produção televisiva. Seu último trabalho foi a série “Yankee”, da Netflix, lançada em 2019. Veja abaixo a cobertura do caso na TV americana, com imagens do julgamento e da agressão.
Globo boicota Camila Queiroz na divulgação de “Verdades Secretas 2”
Protagonista de “Verdades Secretas” e sua continuação, Camila Queiroz estaria sendo boicotada na divulgação da novela da Globoplay, que estreia com uma versão diferente (sem as cenas mais quentes) na TV aberta nesta terça (4/10). A afirmação é do Notícias da TV, que apurou que a Globo não tem planos de colocar Camila para falar de sua personagem, Angel. No lugar da protagonista, a Globo escalou Agatha Moreira para fazer a promoção da novela. A atriz gravou um vídeo para o “Encontro com Patrícia Poeta”, onde convida o público para assistir à 2ª temporada da obra. Além disso, a atriz novata Julia Byrro ganhou destaque em uma entrevista do Gshow. Sem espaço na empresa, Camila se limitou a comemorar a estreia de “Verdades Secretas 2” em suas redes sociais. Ela publicou um trailer curto nos Stories do Instagram. “Estão preparados?”, escreveu. A atriz foi dispensada da novela de Walcyr Carrasco na reta final e não terminou as gravações, tendo sua aparição final representada por uma dublê. O suposto motivo do afastamento foram as negociações para garantir a presença da atriz numa então provável 3ª temporada da trama. A disputa com o empresário de Camila para garantir que Angel sobrevivesse ao final da novela gerou mal-estar, e o contrato dela não foi estendido para as gravações das cenas finais. Desde então, a atriz não participou mais de ações na emissora, como entrevistas em programas ou na internet. Mas mesmo com esse suposto veto, seu rosto é o destaque dos comerciais da novela, já que é a protagonista da história. Longe de ter sido afetada pelo suposto boicote, a atriz continua como apresentadora do reality “Casamento às Cegas Brasil” e está gravando a 2ª temporada da série “De Volta aos 15”, ambas para a Netflix.
Atriz de “Buffy” e “WandaVision” revela sofrer com esclerose múltipla
A atriz Emma Caulfield Ford, conhecida pelas séries “Buffy: a Caça-Vampiros” e “WandaVision”, revelou que tem esclerose múltipla. Ela falou pela primeira vez sobre a doença em entrevista à revista Variety, após ser confirmada no elenco de “Agatha: Coven of Chaos”, série derivada de “WandaVision”, que estreia em breve na Disney+. Emma contou que lida com a doença desde 2010, quando começou a sentir uma dormência no lado esquerdo do rosto. O neurologista suspeitou que ela tinha paralisia de Bell, mas algumas ressonâncias magnéticas confirmaram a esclerose múltipla. “Foi literalmente um pesadelo”, disse ela, sobre o momento em que descobriu a doença, em meio à produção de um filme. A atriz manteve a informação restrita a algumas pessoas da família e amigos mais próximos, com medo de perder papéis. “Eu não queria dar a ninguém a oportunidade de não me contratar. Já existem muitos motivos para não contratar alguém, motivos que a maioria dos atores desconhece”, afirmou. Entretanto, ela afirmou que esse segredo causa problemas. Ela passou por dificuldades nos bastidores de “WandaVision” ao gravar por longos períodos no calor. “Quando terminou, eu não estava me sentindo bem. Precisei de alguns dias para me recuperar. Eu fiquei tipo: ‘Eu preciso recuperar minha energia agora. Eu expulsei [energia] demais. Eu estava fisicamente tentando fazer com que eu parecesse e me sentisse normal quando estava nas frentes das câmeras. Todo mundo estava derretendo, mas é ainda pior para alguém como eu”, disse. Depois disso, ela informou a produção sobre a doença. E foi surpreendida com o convite de voltar ao papel de Dottie na nova série da Marvel “Eu não posso passar de novo pelo que passei em ‘WandaVision’. Não posso fazer isso. Eles [a produção] não fizeram nada errado. […] Eles não sabiam o que estava acontecendo comigo. […] Eu contei para eles agora sabendo que não posso ficar exposta ao calor. E se eu precisar ficar, vou tomar mais cuidados do que já tomo”, completou. Na semana passada, a atriz brasileira Ludmila Dayer também revelou que foi diagnosticada com esclerose múltipla.
Meghan Markle critica “Kill Bill” por estereótipo asiático. Lucy Liu diz que isso é racismo
Meghan Markle voltou a seu podcast para criticar os filmes “Kill Bill – Volume 1” (2003) e “Austin Powers em o Homem do Membro de Ouro” (2002) pela sua representação negativa e estereotipada das mulheres asiáticas. No episódio mais recente do podcast “Archetypes”, Markle acusou esses e outros filmes de representarem aquilo que ficou conhecido como a “Dama Dragão” (Dragon Lady), um estereótipo usado para definir mulheres asiaticas como fortes, dominadoras, misteriosas e sexualmente atraentes. Entretanto, a atriz Lucy Liu, que estrelou “Kill Bill”, já desbancou essa acusação, chamando a própria afirmação de racista. “Filmes como ‘Austin Powers’ e ‘Kill Bill’ apresentaram essas personagens de mulheres asiáticas como sexualizadas ou agressivas”, disse Markle. “E não são apenas esses dois exemplos, há muitos outros. Isso se infiltrou no nosso entretenimento. Mas esse estereótipo tóxico de mulheres de ascendência asiática não termina após a exibição dos créditos dos filmes.” A convidada de Markle no podcast foi Nancy Wang Yuen, que escreveu sobre o estereótipo da “Dama Dragão” no seu livro “Reel Inequality: Hollywood Actors and Racism”. Yeun contou o caso de um homem que gritou para ela a frase “me so horny” (eu tão excitada), originalmente dita por uma prostituta vietnamita no filme “Nascido para Matar” (1987). “Eu mesma fui abordada em um aeroporto em Atlanta por um estranho que disse: ‘me so horny’. Ele apenas gritou isso para mim”, contou Yeun. “Eu sabia o motivo porque olhei em volta e vi que eu era a única mulher asiática naquele local. Eu sabia que ele estava falando comigo, embora eu nem saiba se ele tinha visto ‘Nascido para Matar.’” Vale apontar que a frase foi sampleada num hit do grupo de rap 2 Live Crew, que fez muito mais sucesso que o filme na época. De todo modo, Lucy Liu, a suposta dama dragão de “Kill Bill – Volume 1″, já foi categórica sobre esse tipo de interpretação. Em 2021, a Teen Vogue publicou um ensaio intitulado “Hollywood desempenhou um papel na hipersexualização das mulheres asiáticas”. Nesse ensaio, a autora India Roby definiu a Dragon Lady como uma personagem que “usa sua sexualidade como uma poderosa ferramenta de manipulação, mas muitas vezes é emocional e sexualmente fria e ameaça a masculinidade”. Roby, assim como Markle, citou a personagem O-Ren Ishii (interpretada por Liu) como um exemplo contemporâneo do estereótipo. Porém, Liu contestou essa alegação. Em uma publicação no Washington Post, ela afirmou que a acusação não faz sentido, já que Quentin Tarantino, roteirista e diretor de “Kill Bill”, criou outras personagens femininas semelhantes para o filme. “‘Kill Bill’ apresenta três outras mulheres assassinas profissionais além de Ishii. Por que não chamar Uma Thurman, Vivica A. Fox ou Daryl Hannah de dama dragão?” Liu questionou. “Só posso concluir que é porque elas não são asiáticas”, continuou ela, explicitando o racismo da acusação. “Eu poderia estar vestindo um smoking e uma peruca loira, mas ainda assim teria sido rotulada como uma dama dragão por causa da minha etnia”, acrescentou. “Se eu não posso interpretar certos papéis porque os americanos convencionais ainda me veem como Outro, e eu não quero ser escalada apenas em papéis ‘tipicamente asiáticos’ porque eles reforçam estereótipos, eu começo a sentir as paredes da caixa metafórica onde nós, as mulheres asiáticas, somos colocadas”, concluiu.
“Dahmer: Um Canibal Americano” bate recorde de audiência na Netflix
A série “Dahmer: Um Canibal Americano”, criada por Ryan Murphy e Ian Brennan (ambos de “Ratched”), se tornou um dos maiores sucessos na Netflix em todos os tempos. Durante a sua segunda semana, a série acumulou quase 300 milhões de horas assistidas, liderando com folga o Top 10 semanal do serviço de streaming. Os números são impressionantes e classificam a atração como a segunda série em inglês mais assistida da Netflix numa única semana – atrás apenas da 4ª temporada de “Stranger Things”. Ao todo, após 12 dias de disponibilidade, “Dahmer: Um Canibal Americano” já foi visto por um total de 496,1 milhões de horas. A Netflix também revelou que pelo menos 56 milhões de lares já consumiram todos os 10 episódios da série até agora. Com a audiência atual, “Dahmer: Um Canibal Americano” já é a 9ª série mais popular da Netflix. E deve subir mais posições em breve, uma vez que a série tem mais 16 dias para fechar o mês – a Netflix contabiliza somente as horas visualizadas nos primeiros 28 dias de disponibilidade de cada título. “Dahmer: Um Canibal Americano” mostra como Jeffrey Dahmer (Evan Peters, de “American Horror Story”), um dos mais famosos serial killers dos EUA, conseguiu assassinar e esquartejar 17 homens e garotos entre 1978 e 1991 sem ser pego, muitas vezes, inclusive, contando com a ajuda da polícia e do sistema de Justiça dos EUA por conta de seu privilégio branco. Bem apessoado, sempre recebia pedidos de desculpas quando policiais eram chamados por sua vizinha negra, que suspeitava dos crimes. Apesar do sucesso, a atração tem gerado protestos de parentes das vítimas, que reclamam da exploração da história. A produção também não agradou à crítica, sendo considerada mediana pela média das resenhas compiladas no agregador Rotten Tomatoes – 50% de aprovação. Fechando o Top 5 semanal da Netflix, estão ainda – de forma surpreendente, pela audiência pífia na TV – a 5ª temporada de “Dinastia” (que acumulou 44,6 milhões de horas assistidas), a 2ª temporada de “Fate: A Saga Winx” (com 26 milhões de horas assistidas), a 5ª temporada de “Cobra Kai” (20 milhões de horas) e a 1ª temporada de “Heartbreak High: Onde Tudo Acontece” (14 milhões de horas).
Angelina Jolie processa Brad Pitt por agressão
A atriz Angelina Jolie deu entrada num processo contra o ator Brad Pitt nesta terça-feira (4/10), em que alega ter sofrido uma agressão do ex-marido. Tanto ela quanto seus filhos teriam sido agredidos em 2016 durante um voo internacional. O caso foi bastante noticiado recentemente. Informações a respeito dessa briga vieram à tona após Jolie processar o FBI, de forma “anônima”, para que os documentos da investigação realizada fossem tornados públicos. De acordo com os documentos legais, conseguidos pelo jornal New York Times, o processo descreve que “Pitt sufocou uma das crianças e bateu na cara de outra”. Ele também “agarrou Jolie pela cabeça e a chacoalhou”. Além disso, o ator derramou cerveja na atriz e cerveja e vinho tinto nas crianças. Autoridades federais, responsáveis por investigações em voos, teriam conversado com as partes e decidiram não abrir acusações formais contra o ator. De acordo com o relatório feito na época, um representante da Procuradoria dos EUA “discutiu os méritos desta investigação com o agente do caso [FBI]” e afirmou que “foi acordado por todas as partes que as acusações criminais neste caso não seriam feitas devido a vários fatores”. Logo após o incidente, o casal de celebridades se divorciou e Pitt decidiu publicamente parar de beber. Nenhuma acusação foi levada adiante contra o ator, o que levou Jolie a pedir os documentos do FBI para abrir sua própria ação. Fontes próximas a Pitt disseram que ambos os lados tiveram acesso a esse relatório por quase seis anos, afirmando que o pedido de Jolie era uma tentativa de prejudicar Pitt. O processo movido por Jolie também seria uma resposta à ação aberta por Pitt contra a ex-mulher por causa de uma vinícola francesa que ambos tinham quando casados. O ator afirma que ela tentou lhe “infligir danos” ao vender sua participação de 50% para um oligarca russo com “associações e intenções tóxicas”. No processo desta terça, os advogados de Jolie dizem que as negociações para que ela vendesse sua parte para o ex-marido foram canceladas porque ele exigia que ela assinasse um acordo para não divulgar “o abuso físico e emocional dela e de seus filhos”. Jolie e Pitt iniciaram seu relacionamento em 2004, durante as filmagens de “Sr. e Sra. Smith”, se casaram em 2014 e se divorciaram em 2016. O casal tem seis filhos, cujos direitos de guarda também são disputados nos tribunais. Após vencer a batalha pela custódia compartilhada no ano passado, Pitt sofreu um revés. Os advogados de Jolie conseguiram desqualificar o juiz responsável pelo veredito, fazendo a batalha jurídica recomeçar do zero.
“Abracadabra 2” bate recorde de visualizações da Disney+
“Abracadabra 2”, continuação do popular filme infantil de bruxas dos anos 1990, quebrou o recorde de visualizações da Disney+. A nova aventura das irmãs Winifred (Bette Midler), Sarah (Sarah Jessica Parker) e Mary (Kathy Najimy) se tornou o filme original mais visto nos três primeiros dias iniciais de lançamento no catálogo da plataforma nos EUA. A informação foi divulgada pela conta oficial da Disney+ no Twitter, mas sem nenhum número ou maiores detalhes. De todo modo, é possível lembrar que a Disney+ lançou anteriormente com exclusividade alguns pesos-pesados, como os desenhos da Pixar “Soul” e “Luca”, o novo “A Era do Gelo: As Aventuras de Buck” e a recente versão live-action de “Pinóquio”. “Abracadabra 2” teria sido mais visto que todos esses. No filme de 1993, as três bruxas do século 17 chegavam ao presente após seus espíritos serem invocados no Dia das Bruxas, mas tiveram seus planos frustrados por três crianças e um gato falante. A história mudou pouco, já que agora precisam derrotar três garotas e um vendedor de produtos mágicos muito falante (Sam Richardson, de “Veep”) para garantir sua imortalidade. Lançado na sexta (30/9), o filme conta com direção da cineasta Anne Fletcher (“A Proposta”) e o elenco também inclui Doug Jones (“Star Trek: Discovery”), que interpretou Billy Butcherson na versão original e reprisa o papel na sequência. Veja abaixo o trailer do longa.
Giulia Be é hospitalizada de emergência: “Dor”
A cantora Giulia Be revelou que foi hospitalizada nesta semana após sentir dores. Ela não entrou em detalhes sobre o que aconteceu, mas informou que está sendo medicada. Ela também lamentou que precisou ir ao hospital quando estava se preparando para gravar novas músicas. “Oi, como vocês sabem, vim gravar as últimas músicas aqui no Rio, mas ontem, depois do estúdio, fui para a emergência com a mesma dor que estava na semana passada. Confesso que estou bem triste com tudo isso, não sei mais disfarçar”, disse ela nas redes sociais. Giulia Be não quis entrar em detalhes sobre sua condição. “Não posso entrar muito nos detalhes, mas estou sendo medicada e estimamos que, em breve, eu esteja bem de verdade. Mais testes estão sendo feitos e mais tarde eu apareço aqui para falar com vocês”, escreveu. Na sequência, a artista fez um pedido. “Médicos, quando vocês ouvirem uma paciente reclamando, eu suplico: não achem que é exagero ou cena; muita coisa poderia ter sido evitada se a primeira médica que me viu tivesse realmente me ouvido e feito mais testes. Se cuidem, pessoal, o corpo fala, não podemos ignorar”, contou. Por fim, ela desabafou: “Eu tô extremamente arrasada de não poder estar no estúdio de novo hoje, mas eu sei que Deus vai me levantar muito em breve pra conseguir dar conta de todos esse desafios. Amo vocês, obrigada pelo apoio que vocês me dão sempre”. A artista poderá ser vista em breve em seu primeiro trabalho como atriz. Por coincidência, no filme “Depois do Universo” ela passa bastante tempo no hospital. Sua personagem é uma pianista que descobre ter lupus e, durante o tratamento, começa um relacionamento com o jovem médico vivido por Henry Zaga (“Os Novos Mutantes”). A estreia está marcada para o dia 27 de outubro.
“Thriller”, icônico disco de Michael Jackson, vai ganhar documentário
A história do álbum “Thriller”, de Michael Jackson, vai ser contada num documentário. Ainda sem título, o projeto será dirigido por Nelson George (“A Ballerina’s Tale”), conhecido historiador musical, jornalista e documentarista. Um dos discos mais vendidos de todos os tempos, “Thriller” vendeu 34 milhões de cópias só nos EUA e mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo. Também venceu oito prêmios Grammy e rendeu sete singles no top 10. Além da faixa-título, o álbum de 1982 ainda conta com sucessos como “Billie Jean”, “Wanna Be Startin’ Something”, “Human Nature”, e “The Girl Is Mine”, um dueto com Paul McCartney. Segundo comunicado oficial, o documentário vai “levar os fãs de volta no tempo para a produção do álbum recordista e do lançamento dos curtas-metragens revolucionários que redefiniram o formato do videoclipe e cativaram o público globalmente. ‘Billie Jean’ continua sendo a música de Michael Jackson mais ouvida e ‘Thriller’ é o único videoclipe que foi introduzido na elite do Registro Nacional de Cinema da Biblioteca do Congresso.” A nota informa que o filme será composto por “filmagens nunca antes vistas e entrevistas sinceras”, narrando “o ponto na carreira de Jackson que lançou o cantor ao estrelato e criou um fenômeno da cultura pop que continua a influenciar até hoje os mundos da música, televisão, dança, moda e muito mais.” “O lançamento de ‘Thriller’ redefiniu Michael Jackson, levando-o de estrela adolescente a estrela adulta, que compôs músicas memoráveis, cantou lindamente e alcançou o mais alto nível de performance no palco”, disse o diretor. “’Beat It’ foi um novo tipo de híbrido pop-rock e demoliu a antiga segregação entre música negra e branca com a guitarra incendiária de Eddie Van Halen”, observou. “Em ‘The Girl Is Mine’, um homem negro e um homem branco brincavam sobre querer a mesma garota. E quando a MTV, que programava quase exclusivamente artistas brancos de rock, recusou-se a exibir o vídeo de ‘Billie Jean’, a pressão foi tanta que o muro caiu, a audiência da MTV disparou e a porta foi escancarada para uma geração de artistas afro-americanos.” “O álbum, e os clipes que ele inspirou, criaram um novo modelo para casar música e imagem. Foi um privilégio explorar este álbum extraordinário e revisitar sua magia”, completou George. O projeto está sendo desenvolvido pelos administradores do espólio de Michael Jackson em parceria com a Sony Music Entertainment. Este será o terceiro documentário musical focado em um disco de Michael Jackson. Os anteriores foram “Bad 25” (2012) e “Michael Jackson’s Journey from Motown to Off the Wall” (2016), ambos dirigidos por Spike Lee. Além desses, também há o famoso “This Is It” (2009), sobre os ensaios do artista para a turnê que ele morreu antes de realizar, dirigido por Kenny Ortega. O novo projeto ainda não tem previsão de estreia. Assista abaixo aos dois clipes mais famosos de “Thriller”.
Novo desenho de “Scooby-Doo” confirma que Velma é lésbica
A animação mais recente do “Scooby-Doo” vai tirar do armário um dos segredos pior guardados da infância de gerações. Em “Doces ou Travessuras Scooby-Doo!” (Trick or Treat Scooby-Doo!), Velma Dinkley vai demonstrar ser lésbica. Numa cena da produção que viralizou no Twitter, Velma fica de olhos arregalados e sem palavras ao se encontrar com a estilista Coco Diablo pela primeira vez. O crush confirma o que os fãs de “Scooby-Doo” já sabiam – ou suspeitavam – há muito tempo. Tanto o cineasta James Gunn (“Guardiões da Galáxia”), que escreveu os primeiros filmes live action de “Scooby-Doo”, quanto Tony Cervone, produtor das mais recentes animações dos personagens, já tinham confirmado a sexualidade de Velma, mas nunca conseguiram torná-la oficial. Em 2020, Gunn revelou no seu Twitter que “tentou” transformar Velma em lésbica nos filmes, mas não conseguiu. “Em 2001, Velma era explicitamente gay no meu roteiro inicial”, escreveu ele. “Mas o estúdio continuou diluindo e diluindo, tornando ambíguo (na versão filmada), depois nada (na versão lançada) e culminando com ela tendo um namorado (na sequência).” Durante o Mês do Orgulho LGBTQIAP+ de 2020, Cervone fez uma postagem no seu Instagram relatando uma dificuldade semelhante. “Eu já disse isso antes, mas Velma em ‘Mystery Incorporated’ não é bi. Ela é gay”, disse ele. “Nós sempre planejamos que Velma agisse um pouco desconfortável quando ela estava namorando Salsicha porque esse relacionamento era errado para ela e ela tinha uma dificuldade tácita com o porquê. Há dicas sobre o porquê naquele episódio com a sereia, e se você seguir todo o arco de Marcie, fica tão claro quanto poderíamos fazer 10 anos atrás. Eu não acho que Marcie e Velma tiveram tempo de agir de acordo com seus sentimentos durante a cronologia original, mas após o reset, elas seriam um casal. Vocês podem não gostar, mas essa era a nossa intenção.” “Doces ou Travessuras Scooby-Doo!” ainda não tem previsão de lançamento no Brasil, mas será lançado em 16 de outubro na HBO Max dos EUA. Assista abaixo as cenas que indicam de forma clara a sexualidade de Velma. Velma first meets Coco Diablo in “Trick or Treat Scooby-Doo”#Scoobydoohistory pic.twitter.com/TnWGS0B5GK — Scooby-Doo History (@scoobyhistory) October 4, 2022 this my fave scene of her !! pic.twitter.com/V07OfY1nsS — Pia 🍃 (@soleildiddle) October 4, 2022
Criador de “The Big Bang Theory” fará série sobre mundo das apostas
A plataforma HBO Max encomendou uma nova série de comédia criada por Chuck Lorre, autor de séries de sucesso como “The Big Bang Theory”, “Two and a Half Men”, “Mike & Molly” e “Mom”. Intitulada “How To Be a Bookie”, a trama vai acompanhar um agente de apostas veterano que luta para sobreviver à legalização iminente das apostas esportivas, ao mesmo tempo que precisa lidar com clientes cada vez mais instáveis e com problemas familiares e profissionais. “How To Be a Bookie” foi escrita por Lorre em parceria com Nick Bakay (roteirista de “Mom”, outra série criada por Lorre), e será protagonizada por Sebastian Maniscalco (“Green Book: O Guia”). A 1ª temporada terá oito episódios, ainda sem previsão de estreia. Chuck Lorre foi um dos maiores nomes da comédia televisiva do começo do século, mas recentemente tem visto seu sucesso diminuir, após o encerramento de suas séries mais famosas e o cancelamento de duas das suas produções mais recentes, “B Positive” e “The United States of Al”, que duraram apenas duas temporadas.












