Romance de “A Fazenda” leva Tati Zaqui e Thomaz Costa ao México
A cantora Tati Zaqui e o ator Thomaz Costa, que se tornaram um casal durante o reality show “A Fazenda 14”, revelaram em suas redes sociais que estão curtindo uma viagem romântica em Cancun, no México. A dupla compartilhou alguns registros do passeio nesta quinta-feira (17/11). “De Itapecerica [sede do programa da Record TV] pra Cancun”, escreveu Thomaz na publicação, reforçando a origem e a continuidade do namoro. A funkeira registrou momentos divertidos com o amado e, entre diversas postagens nos Stories do Instagram, mostrou um vídeo em que decidiram beber desde o aeroporto. “Thomaz tá bêbado, me fazendo passar toda a vergonha”, brincou. A viagem romântica em mares caribenhos foi a forma que o casal encontrou para aproveitar a semana do feriado da Proclamação da República (15/11), no Brasil. Mas bastou a dupla revelar que estava viajando junta para começar a chover em Cancun. No entanto, o casal não se abalou com a situação inesperada e ironizou que era efeito dos “haters”. O amor dos peões está no ar, mesmo “fora do ar”. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Thomaz Costa 🦁 (@thocostaoficial)
Elementos: Nova animação da Pixar ganha primeiro teaser
O Walt Disney Studios divulgou um novo pôster e o primeiro teaser de “Elementos” (Elemental), a próxima animação da Pixar, prevista para o ano que vem. A prévia mostra o cotidiano de usuários de um metrô na terra dos Elementos, destacando ao final o encontro dos dois protagonistas, que representam os elementos do fogo e da água. A trama gira em torno dessa dupla improvável, Ember e Wade, que mora numa cidade onde os elementos do fogo, água, terra e ar vivem juntos em harmonia. No desenho, a jovem faiscante e o garoto aguado embarcam numa jornada para descobrir algo elementar: o quanto eles realmente têm em comum. Os personagens tem as vozes originais de Leah Lewis (“Nancy Drew”) e Mamoudou Athie (“Arquivo 81”), que podem ser ouvidos na versão legendada do teaser abaixo. “Elementos” foi concebido e dirigido pelo cineasta Peter Sohn (“O Bom Dinossauro”), que se inspirou na sua infância em Nova York, quando conviveu com muitas pessoas diferentes. “Meus pais emigraram da Coreia no início da década de 1970 e abriram uma mercearia movimentada no Bronx”, disse em comunicado. “Estávamos entre as muitas famílias que se arriscaram em uma nova terra com esperanças e sonhos – todos nós misturados em um grande pote de culturas, línguas e lindos bairros pequenos”. Os diferentes elementos que tem problemas para se misturar são alusões a essas lembranças. A estreia do filme está marcada para 15 junho de 2023 nos cinemas brasileiros, um dia antes do lançamento nos EUA.
Claudia Alencar revela tortura na ditadura militar: “Choques e mais choques”
A atriz Claudia Alencar (de “Tieta”) revelou parte das torturas que sofreu durante a Ditadura Militar no Brasil. O assunto surgiu durante entrevista ao podcast “Papagaio Falante”, apresentado por Sérgio Mallandro. “Foram me buscar em casa. […] Me torturavam muito. Me puseram um capuz e já começaram a me pisotear no carro, me jogaram numa cela fria, lá em São Paulo. Uma cela onde a gente fazia as necessidades lá mesmo. Eram choques e mais choques. Me puseram num pau de arara.” Após o relato sensível, o comediante questionou se Claudia sofreu abuso sexual no período ditatorial, mas a atriz evitou entrar em mais detalhes. “Eu não quero nem falar disso”, afirmou, visivelmente abalada. Em 2017, Claudia Alencar relatou que “foi muito violentada nos Anos de Chumbo, na Ditadura Militar” e que chegou a acreditar que nenhum assédio poderia lhe abalar posteriormente. “Me enganei” afirmou. Na mesma entrevista, Claudia contou que sofreu dez anos de assédio de diretores e produtores cinematográficos e que, por isso, perdeu diversos papeis relevantes. “Fui chamada várias vezes para fazer testes e eles até começavam mesmo com as leituras de texto, mas terminavam com uma proposta de um jantar ou de um encontro em um lugar mais reservado.” “Cada vez que isso acontecia, eu saía arrasada, frustrada e me sentindo violentada porque eu tinha certeza que era boa atriz com condições para entrar e ficar entre as estrelas da casa.” O regime militar brasileiro durou cerca de 21 anos (1964 – 1985), período em que o governo instalou a censura à imprensa, restringiu direitos e normalizou a perseguição policial aos opositores e artistas, com direito a torturas e desaparecimentos. Ainda assim, existem “nostálgicos” que pedem a volta desses tempos.
Série animada “Princesinha Sofia” vai ganhar derivado
O canal pago americano Disney Junior encomendou uma série derivada do sucesso “Princesinha Sofia”, originalmente exibida entre 2012 e 2018. O criador da série original, Craig Gerber, está desenvolvendo a nova atração como parte de um novo contrato firmado com a emissora. Ainda não foram divulgados muitos detalhes a respeito da nova série. Sabe-se apenas que a atração, ainda sem nome, será ambientada na Royal Prep Academy, uma escola para príncipes e princesas no reino fictício de Enchancia. “O compromisso de Craig em representar diversos personagens e histórias com mensagens de compaixão, liderança e resiliência é uma linha mestra em sua carreira”, disse Alyssa Sapire, executiva do Disney Junior, em comunicado. “Sua capacidade de contar histórias divertidas, sinceras e significativas que ressoam tanto com crianças quanto com adultos é algo incomparável, e estou ansiosa para continuar nossa parceria por muitos e muitos anos.” A Princesinha Sofia apareceu pela primeira vez em 2013, no telefilme de animação “Princesinha Sofia: Era Uma Vez”, escrito por Gerber, e se tornou um um fenômeno, virando a transmissão de TV paga mais vista de todos os tempos entre meninas de 2 a 5 anos. Para marcar o aniversário de 10 anos de sua estreia (que cai nessa sexta, 18 de novembro), o filme voltará a ter exibições especiais ao longo do final de semana. O sucesso de “Princesinha Sofia: Era Uma Vez” gerou a série “Princesinha Sofia”, que durou quatro temporadas e teve mais de 100 episódios, todos disponíveis no serviço de streaming Disney+. A série conta com dublagens originais de Ariel Winter (“Modern Family”), Sara Ramirez (“Grey’s Anatomy”), Travis Willingham (“Camp Camp”), Wayne Brady (“American Gigolo”) e Tim Gunn (“How I Met Your Mother”) e venceu quatro Emmys. A nova atração ainda não tem previsão de estreia. Além de “Princesinha Sofia”, Craig Gerber também criou outra série animada popular: “Elena de Avalor”. Seus projetos futuros incluem ainda uma nova série sobre viagem no tempo, também sem previsão de estreia. Assista abaixo ao trailer de “Princesinha Sofia: Era Uma Vez”.
Estrela de “Moana” vira fantasma em trailer de comédia adolescente
O serviço de streaming Hulu divulgou o primeiro trailer da comédia sobrenatural “Darby: A Jovem Sensitiva” (Darby and the Dead). O trailer destaca o tom cômico do filme ao mostrar a protagonista quebrando a quarta parede para conversar diretamente com o público e fazer comentários sarcásticos sobre as pessoas ao seu redor. A trama acompanha Darby Harper (Riele Downs, de “Henry Danger”), uma jovem que ganhou a habilidade de ver e falar com pessoas mortas após passar por uma experiência de quase morte. Como resultado, ela se tornou introvertida e se afastou dos colegas da escola, preferindo passar o tempo ajudando os mortos a resolverem seus assuntos pendentes na Terra. Tudo muda quando Capri (Auli’i Cravalho, a voz original de “Moana”), a garota mais popular do colégio, morre em um acidente e volta para assombrar Darby. Para apaziguar a ira da diva morta, Darby precisa sair do seu casulo e se reinventar, o que acaba permitindo que ela encontre uma nova alegria no mundo dos vivos. O elenco ainda conta com Chosen Jacobs (“It: A Coisa”), Asher Angel (“Shazam!”), Wayne Knight (“Sienfeld”), Derek Luke (“13 Reasons Why”), Tony Danza (“Family Law”) e Nicole Maines (“Supergirl”). Dirigido por Silas Howard (“Dickinson”), “Darby: A Jovem Sensitiva” estreia em 2 de dezembro no Hulu nos EUA, e no Star+ no Brasil.
Globo vai agir para evitar “nova Cassia Kis” em novelas
A rede Globo está determinada a não escalar mais nenhum artista extremista para as próximas novelas, de acordo com informações de fontes internas. A ideia é evitar o mesmo erro cometido com a atriz Cassia Kis (de “Travessia”), que tem aproveitado o destaque na TV para chamar atenção para pautas contrárias às iniciativas da emissora. Segundo informações do NaTelinha, a emissora decidiu vetar artistas que estejam comparecendo a manifestações antidemocráticas, questionando os resultados das urnas ou pedindo uma intervenção militar. Até o momento, a cúpula da Globo não tem ideia de como lidar com a situação polêmica envolvendo a interprete de Cidália da novela das nove. O clima de tensão entre o elenco de “Travessia” também está afetando a novela, afirmou uma fonte. Cassia virou musa dos bolsonaristas após fazer declarações homofóbicas numa live com a jornalista Leda Nagle, razão pela qual está sendo processada no Rio de Janeiro, e por participar de manifestações antidemocráticas no Rio de Janeiro contra o resultado da eleição presidencial. Os frequentadores dos atos a veem como um grande exemplo para a “luta”. Além de Cassia, o ator aposentado Victor Fasano e a atriz Andrea Richa (a Muda da primeira versão de “Pantanal”) também foram vistos em atos antidemocráticos durante o feriado de 15 de novembro. Entre os que se manifestaram de foram extremista também se destacam Carlos Vereza e Regina Duarte. Por outro lado, documentos internos de diretores da Globo deixariam claro que a proibição não visa eleitores de Jair Bolsonaro com comportamento moderado. Desta forma, artistas como Humberto Martins (de “Travessia”) e Juliano Cazarré (de “Pantanal”) continuarão tendo espaço na emissora. Para fazer essa diferenciação, até as postagens nas redes sociais seriam analisadas. Gente… Cássia Kis puxando oração em manifestação golspita no Rio de Janeiro 👀pic.twitter.com/c0sCjxljqa — michel (@gramich) November 15, 2022
Cinematógrafa morta no set de “Rust” vai ganhar documentário
A cinematógrafa Halyna Hutchins, que morreu de maneira trágica no set do western “Rust” após o ator Alec Baldwin disparar uma arma que deveria conter balas de festim, vai ganhar um documentário. Com direção de Rachel Mason (“Atrás da Estante”), o documentário terá acesso exclusivo aos arquivos pessoais e profissionais de Hutchins para pintar um retrato de sua jornada desde a juventude, quando viveu em uma remota base naval soviética, passando por Kiev, na Ucrânia, até se tornar uma diretora de fotografia independente bastante requisitada. O filme também vai examinar as circunstâncias envolvendo sua morte no set de “Rust” e a jornada emocional dos envolvidos naquele filme. O caso aconteceu em outubro de 2021, quando Baldwin disparou uma arma que lhe disseram ser “fria” (sem balas), mas que na verdade continha pelo menos uma munição real. O tiro também atingiu o diretor Joel Souza. A produção de “Rust” foi interrompida após a morte de Hutchins. Alguns meses depois, a família dela entrou com um processo por homicídio culposo. O processo foi encerrado por meio de um acordo feito entre a família da vítima e os produtores de “Rust” – incluindo Baldwin. Como parte desse acordo, Matt Hutchins, viúvo de Halyna, passou a ser produtor executivo do filme, que deverá ser finalizado em homenagem à ela. A expectativa é que “Rust” volte a ser filmado em janeiro. “Halyna estava prestes a deixar uma marca duradoura no cinema”, disse a diretora Rachel Mason ao site Deadline. “Como cineasta, eu queria fazer filmes com ela. Nunca poderia imaginar que faria um filme sobre ela. O mundo perdeu uma grande artista, mas eu perdi uma amiga. O fato de seu brilhantismo como artista ter sido instantaneamente ofuscado pelas circunstâncias em torno de sua morte me dói profundamente. Este filme nos dá a oportunidade de compartilhar sua humanidade e talento com o mundo e vivenciar a jornada de seus colaboradores trabalhando para completar seu último trabalho criativo. Halyna estava destinada à grandeza, e ainda está.” “Halyna e eu trabalhamos na mesma indústria e compartilhamos a paixão por contar histórias, mas o que nos uniu como amigas foi a maternidade”, disse Julee Metz, produtora do documentário. “Nossas famílias se tornaram incrivelmente próximas ao longo dos anos e quando o inimaginável aconteceu, eu sabia que precisava prestar homenagem a Halyna contando sua incrível história da maneira mais completa possível.” Ainda sem nome, o documentário sobre Halyna Hutchins também contará com produção de Matt Hutchins e ainda não tem previsão de estreia. Apesar de processo aberto pela família Hutchins ter sido encerrado, as polêmicas envolvendo a produção do filme estão longe de terminar. Recentemente, Alec Baldwin decidiu abrir um processo contra os membros da equipe que, segundo ele, seriam os responsáveis por entregar em suas mãos a arma carregada. A ação nomeia a armeira Hannah Gutierrez-Reed, a cenógrafa Sarah Zachry, o fornecedor de munições Seth Kenney e o assistente de direção Dave Halls, que deu o revólver nas mãos do ator em 21 de outubro do ano passado.
Marvel temeu ver Chris Hemsworth ferido em nova série da Disney+
O Marvel Studios, que é conhecido pela preocupação com seus astros, temeu que o ator Chris Hemsworth se machucasse durante sua participação na série “Limitless”, lançada na quarta-feira (15/11) na Disney+. O programa do Nation Geographic é focado em descobrir o potencial do corpo humano. Em uma entrevista no “Jimmy Kimmel Live”, o intérprete de Thor Odinson revelou que o estúdio interveio na produção da série do cineasta Darren Aronofsky (de “Cisne Negro”). Hemsworth explicou que a decisão aconteceu durante o treinamento de “Limitless”, que envolveu a escalada de uma corda a 30 metros de altura, onde ele sofreu uma contusão no tornozelo. “Eu disse: ‘Ótimo, vamos gravar isso antes de começar ‘Thor [Amor e Trovão]’. Mas quando chegou a notícia do tornozelo machucado, a Marvel interferiu e disse ‘Não. Essa série pode te matar. Você só pode continuar depois do nosso filme”, relatou. “Limitless” mostra o ator em várias atividades potencialmente mortais, como nadar em águas congelantes do Ártico ou ser transportado nas alturas por meio de um guindaste. Chris Hemsworth é famoso por manter treinamentos físicos rigorosos há mais de uma década. O empenho do ator tem o objetivo de manter o visual esculpido do asgardiano da Marvel. A preocupação do estúdio com as aventuras do reality show são compreensíveis, ainda mais se tratando de um dos atores mais importantes da Marvel. Atualmente, Thor é o único personagem original dos Vingadores a continuar a estrelar seus próprios filmes. Com “Thor: Amor e Trovão”, ele também é o único com quatro filmes solos. Em junho deste ano, o astro afirmou durante a première de “Thor: Amor e Trovão”, em Los Angeles, que espera continuar interpretando o Deus do Trovão em mais filmes, especialmente se o diretor Taika Waititi (de “Jojo Rabbit”) seguir trabalhando com ele. Até o momento, a Marvel não confirmou a próxima aparição de Thor – mas os créditos de “Thor: Amor e Trovão” parecem prepará-lo para um quinto longa-metragem. “Limitless with Chris Hemsworth” está disponível no Disney+. Veja abaixo a entrevista do astro a Jimmy Kimmel e o trailer da série extrema.
Quentin Tarantino detona Hollywood: “A pior era da história”
O cineasta Quentin Tarantino (de “Kill Bill”) afirmou, durante seu podcast The Video Archives, que a indústria cinematográfica americana está passando pela “pior era da história”. “Apesar de os anos 1980 serem o período em que eu mais assisti filmes – ou, pelo menos, que mais fui ao cinema –, sinto que [àquela década], junto com os anos 1950, foi a pior era de Hollywood. Empatado apenas com agora, com a era atual”, afirmou. Tarantino tem sido um grande crítico dos filmes de Hollywood ao longo dos anos. No entanto, em agosto de 2022, o cineasta rompeu a tradição e não poupou elogios a “Top Gun: Maverick”, em uma entrevista ao podcast ReelBlend. “Normalmente, eu não falo muito sobre filmes novos, porque aí sou forçado a elogiar, senão acabo esculachando alguém. Mas nesse caso, eu amei ‘Top Gun: Maverick’ pra c*****o. O filme é fantástico. Assisti no cinema. Esse filme e o ‘Amor, Sublime Amor’, do [Steven] Spielberg, foram verdadeiros espetáculos cinematográficos. Do tipo que eu achei que nunca mais veria”, disse na época. Em outro momento de críticas, o diretor afirmou que não trabalharia para a Marvel Studios por não ser uma “mão de obra contratada”. Tarantino também afirmou que tampouco está em busca de emprego. Por enquanto, Quentin Tarantino não tem nenhum projeto cinematográfico em desenvolvimento. Em vez disso, tem se dedicado ao podcast The Video Archives, dedicado a filmes obscuros, que apresenta ao lado do cineasta Roger Avary (de “Regras da Atração”).
Kymberly Herrin, modelo e atriz de “Os Caça-Fantasmas”, morre aos 65 anos
A atriz e modelo Kymberly Herrin, que interpretou o “Dream Ghost” (fantasma do sonho) em “Os Caça-Fantasmas” (1984) e estrelou alguns famosos clipes de rock, morreu em outubro passado, segundo informou sua família na quarta-feira (16/11). Ela tinha 65 anos. Nascida em 2 de outubro de 1957, em Lompoc, no estado americano da Califórnia, Herrin começou a carreira como modelo, aparecendo em diversas revistas masculinas, incluindo duas vezes na Playboy. Ela se tornou famosa após estrelar três clipes consecutivos da banda ZZ Top: “Gimme All Your Lovin'” (1983), “Sharp Dressed Man” (1983) e “Legs” (1984). As músicas estão entre as mais populares do grupo de rock. Herrin era a mulher de top vermelho brilhante em “Legs”, que se tornou o maior sucesso da banda, alcançando o Top 10 nos Estados Unidos e em vários outros países, e sua presença nas telas ajudou a catapultar ZZ Top nos primeiros anos da MTV O sucesso dos clipes a levou aos cinemas. Herrin apareceu nos filmes “Tudo por uma Esmeralda” (1984), estrelado por Michael Douglas e Kathleen Turner, e interpretou a fantasma sedutora que paira sobre a cama de Dan Aykroyd em “Os Caça-Fantasmas”. Ela também fez participações em dois filmes que marcaram a década de 1980, “Um Tira da Pesada II” (1987), com Eddie Murphy, e “Matador de Aluguel” (1989), com Patrick Swayze, e voltou ao rock no clipe de “eXposed” (1987), da banda KISS. Seu último crédito como atriz foi no filme “Squanderers” (1996). Assista abaixo aos clipe do ZZ Top com Kymberly Herrin.
Robert Clary, ator de “Guerra, Sombra e Água Fresca”, morre aos 96 anos
O ator, cantor e sobrevivente do holocausto Robert Clary, conhecido pelo seu papel como soldado LeBeau na série clássica “Guerra, Sombra e Água Fresca”, morreu nessa quarta (16/11), na sua casa em Los Angeles. Ele tinha 96 anos. Clary era o último membro vivo do elenco principal de “Guerra, Sombra e Água Fresca”, série que marcou época nos anos 1960 e foi reprisada por muitos anos na TV brasileira. Robert Max Widerman nasceu em 1 de março de 1926, em Paris. Era o mais novo de 14 filhos de uma família judeu-ortodoxa. Aos 12 anos de idade, começou a cantar e se apresentar. Porém, aos 16 anos, ele e sua família foram levados para morrer exterminados em Auschwitz. “Minha mãe me disse uma coisa memorável”, Clary contou à revista The Hollywood Reporter em 2015. “Ela disse: ‘se comporte’. Ela provavelmente me conhecia como um pirralho. Ela disse: ‘Comporte-se. Faça o que eles dizem para você fazer.’” Os pais de Clary foram assassinados na câmara de gás naquele dia. Ele sobreviveu porque cantava com um acordeonista todos os domingos para uma plateia de soldados nazistas. “Cantando, me divertindo e gozando de boa saúde na minha idade, é por isso que sobrevivi”, disse ele. Clary foi encarcerado por um total de 31 meses. Nesse tempo, trabalhou numa fábrica fazendo 4 mil saltos de sapato de madeira por dia e teve a identificação “A-5714” tatuada no seu antebraço esquerdo. Ele foi o único membro da sua família que conseguiu sobreviver ao Holocausto. Depois de ser libertado, Clary voltou para a França em maio de 1945 e passou a cantar em salões de dança. Ele se mudou para Los Angeles em 1949 para gravar discos com a Capitol Records. Um ano depois, apareceu em um esquete de comédia francesa em um programa de variedades da CBS apresentado por Ed Wynn. Clary também participou de filmes como “Homens do Deserto” (1951) e “A Princesa de Damasco” (1952), depois conheceu o famoso artista Eddie Cantor, que o levou a Nova York para se apresentar em clubes, onde chamou a atenção e foi convidado para estrear na Broadway, no musical “New Faces” de 1952. Ele cantou “Lucky Pierre” e “I’m In Love With Miss Logan” no musical, que também contou com Eartha Kitt, Paul Lynde, Ronny Graham, Alice Ghostley e Carol Lawrence e teve esquetes escritas pelo futuro cineasta Mel Brooks. “New Faces” foi filmado pela Fox e exibido nos cinemas em 1954. O ator apareceu novamente na Broadway em 1955 no musical “Seventh Heaven”, estrelado por Gloria DeHaven, Ricardo Montalban e Bea Arthur. Ele também fez aparições nos filmes “Amor Daquele Jeito” (1963) e no programa de TV “Bob Hope Presents the Chrysler Theatre” (1965). Porém, seu merecido reconhecimento veio quando foi escalado para “Guerra, Sombra e Água Fresca”. Exibida no canal americano CBS entre 1965 e 1971, a série durou seis temporadas e trazia o o ator como um prisioneiro francês chamado Louis LeBeau. A trama vagamente inspirada no filme “O Inferno Nº 17” (1953) acompanhava um grupo multinacional de prisioneiros de guerra, liderados pelo coronel americano Robert E. Hogan (Bob Crane), que aproveitava a incompetência nazista para trabalhar junto à resistência mesmo dentro da prisão, e eventualmente até ajudar seus captores atrapalhados para evitar sua substituição por oficiais linha-dura. Clary, que tinha 1,50m, se escondia em espaços pequenos, sonhava com garotas, se dava muito bem com os cães de guarda dos nazistas e usava suas habilidades culinárias para ajudar o confuso coronel alemão Wilhelm Klink (Werner Klemperer) a se livrar de problemas com seus superiores. Falando a respeito da sua escolha de estrelar uma série de comédia sobre prisioneiros de guerra, Clary disse: “Eu tive que explicar [para judeus] que a série era sobre prisioneiros de guerra em um stalag, não um campo de concentração, e embora eu não quisesse diminuir o que os soldados passaram com os nazistas, era uma diferença como noite e dia em relação ao que as pessoas enfrentaram nos campos de concentração de extermínio”, escreveu ele em seu livro de memórias “From the Holocaust to Hogan’s Heroes”, lançado em 2001. Seus outros créditos como ator incluem participações nas séries “Arnie” (em 1972), “Ilha da Fantasia” (1978), “Missão Secreta” (1984), “General Hospital” (1985), além do filme “O Dirigível Hindenburg” (1975). Clary também participou de mais de 500 episódios da novela “Days of Our Lives” e outros 43 episódios de “The Bold and the Beautiful”. Seu último crédito como ator foi dublando um personagem na produção televisiva “Matisse & Picasso: A Gentle Rivalry” (2001). Fora as telas, ele cantou em vários álbuns de jazz ao lado de compositores como Irving Berlin e Johnny Mercer. Além disso, também gravou o álbum “Hogan’s Heroes Sing the Best of WWII”, junto com seus colegas de elenco de “Guerra, Sombra e Água Fresca”, Richard Dawson, Larry Hovis e Ivan Dixon. Clary também trabalhou com a organização internacional de direitos humanos Simon Wiesenthal Center, em Los Angeles, e fez palestras em universidades de todo o país por mais de duas décadas. Ele foi casado por 32 anos com Natalie Cantor, a segunda filha de Eddie Cantor. Ela morreu em 1997. Por quase quatro décadas, Robert Clary citava o trauma para evitar falar sobre a sua experiência no Holocausto. Mas recentemente mudou de ideia, citando a crescente onda de negacionismo. “Por 36 anos guardei essas experiências durante a guerra trancadas dentro de mim”, disse ele uma vez. “Mas aqueles que estão tentando negar o Holocausto, meu sofrimento e o sofrimento de milhões de outros me forçaram a falar.”
Ameaças de Deolane em “A Fazenda 14” podem ser consideradas crime?
Na última terça-feira (8/11), Deolane Bezerra e Bárbara Borges se envolveram em mais uma discussão acalorada em “A Fazenda 14/a>”. As peoas trocaram farpas durante a formação da 9ª roça. A discussão começou após a fazendeira da semana indicar a advogada para a baia. No entanto, o bate-boca saiu do controle quando Babi argumentou que Deolane era uma mulher “criminosa” e disse temer a segurança dos filhos por conta da advogada. “Lá fora eu te pego [e] quebro a sua cara. Você é cínica, dissimulada”, rebateu Deolane durante o programa ao vivo, em seguida. A peoa também tentou se defender das críticas de Bárbara e afirmou que as ameaças são “aquelas simples de programa de reality que todo mundo faz”. A convivência entre as participantes do programa da Record TV tem sido complicada há tempos. Anteriormente, Deolane disse que sente vontade de “quebrar a cara” de Babi. “Ai, que vontade de quebrar a cara dela. Vou dar um tabefe nela”, afirmou a polêmica influenciadora. “Aqui [dentro do reality show] não, porque eu vou ser expulsa.” Mas afinal… As ameaças podem ser consideradas crimes? Conforme alegou a atriz durante a formação da roça, as ameaças de Deolane são realmente criminosas. O caso pode gerar detenção de um a seis meses ou multa. Previsto no artigo 147 do Código Penal, o crime consiste no ato de “ameaçar alguém, por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico”. Já eliminada do programa, a ex-peoa Deborah Albuquerque, por sinal, contou que está entrando com um processo contra Deolane. No entanto, a ameaça é considerada um crime de menor potencial ofensivo e a pena pode ser substituída por trabalhos comunitários. "Cruza no meu caminho pra você ver pra você ver se eu não quebro mesmo" 😬💥 #RoçaAFazenda pic.twitter.com/6ftVYX7Fxl — A Fazenda (@afazendarecord) November 16, 2022 Deolane ameaçando a Babi. Babi disse que não tem medo. #AFazenda pic.twitter.com/5Chf1JFRnU — Central Reality (@centralreality) November 13, 2022
Confira os destaques de cinema da semana
Com “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” ocupando a maioria das telas do país, os lançamentos da semana se concentram no circuito limitado. A exceção é o drama espírita nacional “Nada é por Acaso”, que chega em quase 500 telas. A programação inclui mais três produções nacionais, um terror derivado de série sul-coreana, o relançamento de um clássico e até uma produção da Netflix. Confira abaixo. | A MALDIÇÃO – DESPERTAR DOS MORTOS | O terror sul-coreano é baseado na série “The Curse”, disponível na Netflix, e volta a contar com direção de Kim Yong-wan (“Champion”), roteiro de Yeon Sang-ho (criador também da série “Profecia do Inferno”) e o elenco original, com destaque para as atrizes Uhm Ji-won (“As Três Irmãs”) e Jung Ji-so (“Profecia do Inferno”). A trama gira em torno de assassinatos cometidos por mortos-vivos. Um mago poderoso detém o poder de despertar os mortos e os usa para assassinar desafetos. Sem medo de se incriminar, ele desafia a polícia a detê-lo, anunciando suas intenções. E quando a polícia prepara um cerco para pegá-lo, é surpreendida pelo ataque de um exército de mortos. | NADA É POR ACASO | O drama espírita nacional acompanha duas mulheres desconhecidas que, após muitos encontros furtuitos, percebem estar ligados por laços formados além dessa vida. Curiosamente, o diretor Márcio Trigo, que estreia no cinema, é mais conhecido por programas humorísticos do Multishow, como “Treme Treme”, “Xilindró” e “Multi Tom”. O elenco destaca Giovanna Lancellotti (“Temporada de Verão”), Mika Guluzian (“Pacto de Sangue”) e Rafael Cardoso (“Salve-se Quem Puder”). | DIÁRIO DE VIAGEM | Manoela Aliperti (de “As Five”) vive uma adolescente dos anos 1990, que volta de uma viagem de intercâmbio na Irlanda com transtorno alimentar e precisa encarar os desafios da idade e do corpo. Roteiro e direção são de Paula Un Mi Kim (“Família Perfeita”). | OS BRAVOS NUNCA SE CALAM | A comédia gaúcha parte de uma investigação de mistério para satirizar os clichês do gênero, com direito a interpretações canastronas e situações esdrúxulas. Tudo começa quando os filhos de um escritor desconfiam que ele foi morto por ter descoberto um grande esquema de corrupção, que seria tema de seu próximo livro. Mas sua investigação atrapalhada faz os dois serem cercados de inimigos, ameaças e paranoia, descobrindo que nem tudo é o que parece. A direção é de Marcio Schoernardie (da série “Rotas do Ódio”) e o elenco destaca Duda Meneghetti (“Proibido para Maiores”) e Eduardo Mendonça (“A Nuvem Rosa”) como os filhos e o veterano José Rubens Chachá (“O Rei da TV”) como o pai falecido. | BARDO, FALSA CRÔNICA DE ALGUMAS VERDADES | O novo filme do diretor Alejandro González Iñárritu, vencedor do Oscar por “Birdman” e “O Regresso”, ganha exibição limitada nos cinemas um mês antes de chegar na Netflix. A trama acompanha um jornalista mexicano, vivido por Daniel Giménez Cacho (“Quem Matou Sara?”), que, durante uma crise existencial, retorna à sua cidade natal, onde precisa se reconectar com sua família, suas lembranças e sua própria identidade, travando uma luta intensa contra as próprias memórias e arrependimentos, ao mesmo tempo em que tenta fazer as pazes com as transformações sociais do México. Descrita como uma “comédia nostálgica”, a produção tem tom delirante e é a primeira falada em espanhol de Iñárritu desde “Amores Brutos” (2000). Escrita pelo próprio cineasta em parceria com Nicolás Giacobone (roteirista de “Birdman”), também destaca em seu elenco a atriz Griselda Siciliani (também de “Quem Matou Sara?”). | KOBRA AUTO-RETRATO | A diretora Lina Chamie (“Os Amigos”) documenta a obra do grafiteiro Kobra, enquanto ele relata episódios de sua vida, desde a infância difícil na periferia até o sucesso mundial como muralista. Nessa trajetória de vida, desde o grafite ilegal nas ruas de São Paulo até os grandes murais em mais de 30 países e diante da ONU, Kobra também apresenta a arte de rua como veículo de inserção política e de despertar democrático. | E.T. – O EXTRATERRESTRE | O clássico do alienígena fofinho volta às telas no aniversário de 40 anos de seu lançamento, totalmente repaginado para exibição pela primeira vez em versão IMAX. Lançado em dezembro 1982, o filme dirigido por Steven Spielberg já encantou gerações com a história do garotinho Elliott (Henry Thomas) e sua pequena irmã Gertie (Drew Barrymore) que ajudam um extraterrestre pacífico a escapar da perseguição de agentes do governo e retornar em segurança para seu planeta natal. A produção foi vencedora de quatro estatuetas do Oscar, marcando época também pela trilha sonora premiada de John Williams.












