John Boyega e Jamie Foxx descobrem conspiração no trailer da comédia “Clonaram Tyrone!”
A Netflix divulgou novos pôster e trailer da comédia “Clonaram Tyrone!”, estrelada por John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Jamie Foxx (“Dupla Jornada”). A prévia destaca a mistura de gêneros proposta pelo filme, que combina sci-fi, ação e comédia com o estilo do cinema blaxploitation dos anos 1970. Na trama, Boyega interpreta Fontaine, um traficante de drogas que deveria estar morto após ser baleado por seu rival. Só que não foi ele que levou o tiro, mas alguém igual. Ao lado de Yo-Yo (Teyonah Parris, de “WandaVision”) e do cafetão Slick Charles (Foxx), ele descobre o plano de uma misteriosa organização para clonar a população negra. “Clonaram Tyrone!” tem direção de Juel Taylor (roteirista de “Creed II”), que também escreveu o roteiro ao lado de Tony Rettenmaier (“Space Jam 2: Um Novo Legado”), e ainda traz em seu elenco J. Alphonse Nicholson (“P-Valley”), Joshua Mikel (“50 States of Fright”) e Tamberla Perry (“Bosch”). A estreia está marcada para 2023.
Stênio Garcia faz harmonização aos 91 anos e viraliza: “Gretchen sem cabelo”
O ator Stênio Garcia revelou que fez um procedimento de harmonização facial aos 91 anos. O resultado foi apresentado durante o programa “Fofocalizando”, do SBT, nesta terça (13/6). Com visual bem diferente, ele disse que fez preenchimentos com Botox nas maças do rosto, na boca, na mandíbula e até nas sobrancelhas. Com a revelação, o ator se tornou uma das pessoas mais velhas a realizar o procedimento estético. “Estou me sentindo renovado, pelo menos 15 anos a menos”, comentou durante o programa. Depois, no Instagram, compartilhou uma imagem de “antes e depois” após a primeira sessão do procedimento. Além disso, Stênio também fez mudanças na região da papada com uso de lasers. Segundo ele, o objetivo era melhorar a textura da pele e estimular o colágeno, que ajuda na elasticidade. Nas redes sociais, a transformação chamou a atenção pela diferença bastante visível. Gretchen ou Robocop O resultado, porém, virou meme nas redes sociais. As imagens de Stênio viralizaram e renderam diversas reações cômicas. Dentre os comentários, ele foi comparado com a Gretchen, a Monja Coen e até mesmo com o protagonista do longa “Robocop”, clássico de ficção científica lançado em 1987. “O Stênio Garcia tá parecendo a Gretchen sem cabelo e a Gretchen tá parecendo o Stênio com cabelo”, escreveu um usuário no Twitter. “Vocês NUNCA viram o Stênio Garcia e a Gretchen no mesmo lugar, suspeito 🤔”, disse outro. O Stênio Garcia ficou parecendo uma drag antes de se montar pic.twitter.com/WXmIwPRAns — Dudu Guimarães (@Dudu) June 13, 2023 vcs NUNCA viram o Stênio Garcia e a Gretchen no mesmo lugar, suspeito 🤔 pic.twitter.com/3shfQr0zHl — Marcelo 🦄🏳️🌈 (@czardofogo) June 13, 2023 Stênio Garcia implacável contra o crime agora https://t.co/PJqoEUs8Ix pic.twitter.com/7eqBk1iPxk — Moco (@RafaelMoco) June 13, 2023 O Stênio Garcia ficou a cara da Monja Coen depois do procedimento pic.twitter.com/pLJULVgr4j — 𝔾𝕌𝕋𝕆𝕋𝕍 (@ogutotv) June 13, 2023 o Stênio Garcia tá parecendo a Gretchen sem cabelo e a Gretchen tá parecendo o Stênio com cabelo pic.twitter.com/xDF2HvzQtJ — Matheus (@odontinho) June 13, 2023 Muito boa a harmonização do Stênio Garcia: pic.twitter.com/9x6d3dahSx — Pedro Leite (@pedroleite82) June 13, 2023 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por ESPELHO, ESPELHO MEU ® (@espelhoespelhomeutatui)
Fundação: Império contra-ataca no trailer da 2ª temporada
A Apple TV+ divulgou novos pôster e trailer da 2ª temporada de “Fundação”, ambiciosa série sci-fi baseada na franquia literária de Isaac Asimov. Repleta de efeitos visuais, a prévia destaca a guerra entre o Império Galáctico e a Fundação do título. Os livros “Fundação” (1951), “Fundação e Império” (1952) e “Segunda Fundação” (1953) são considerados a mais importante trilogia literária da sci-fi. Inspirados pela queda do Império Romano, têm como pano de fundo um futuro em que a Via Láctea está sob o controle do Império Galáctico. Entretanto, o matemático Hari Seldon desenvolve uma fórmula que prevê que os dias do Império estão contatos. Ele descobre que a atual forma de governo vai entrar em colapso e mergulhar a humanidade numa era de trevas, na qual todo o conhecimento será perdido e o homem voltará à barbárie. A descoberta o transforma em inimigo do Império e também origina um grupo conhecido como A Fundação, criado para preservar o conhecimento humano do inevitável apocalipse. A adaptação foi desenvolvida pelos roteiristas David S. Goyer (de “Batman: O Cavaleiro das Trevas”) e Josh Friedman (de “Avatar: O Caminho da Água”) e destaca Jared Harris (“Chernobyl”) como Hari Seldon, Lee Pace (“Capitã Marvel”) como o imperador Brother Day e Lou Llobell (“Voyagers”) no papel da pioneira da Fundação Gaal Dornick – além de Terrence Mann (“Sense8”), Alfred Enoch (“How to Get Away with Murder”), Leah Harvey (minissérie “Les Misérables”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), Mido Hamada (“Counterpart”), Geoffrey Cantor (“Demolidor”) e Daniel MacPherson (“Strike Back”). A trilogia literária teve impacto tão grande que os fãs dos livros fizeram campanha para Asimov continuar a história, o que ele fez nos anos 1980 com “Limites da Fundação” (1982) e “Fundação e Terra” (1986), além de ter acrescentado dois prólogos à trama, “Prelúdio para Fundação” (1988) e o póstumo “Origens da Fundação” (1993). Ele também interligou vários outros trabalhos à saga, criando um universo estendido que chegou a cobrir mil anos de História ficcional. Não por acaso, este vasto material já tinha sido considerado ideal para uma série anteriormente. A HBO tentou fazer uma adaptação em 2015 com o co-criador de “Westworld” Jonathan Nolan. Mas o orçamento fez o canal desistir da tentativa. Aparentemente, o preço coube no bolso da Apple. O trailer aponta que os novos episódios vão manter a aparência de que custaram uma fortuna para serem produzidos. O lançamento dos novos episódios está previsto para 14 de julho.
Johnny Depp vai doar dinheiro da indenização de Amber Heard à ONG da Amazônia
Johnny Depp anunciou que doará o valor de US$ 1 milhão, do acordo negociado com a ex-esposa Amber Heard resultante de um processo de difamação, para cinco instituições de caridade diferentes. Segundo o site americano TMZ, que divulgou a informação, uma das entidades selecionadas é a Amazonia Fund Alliance, organização sem fins lucrativos cuja principal missão é proteger e financiar as comunidades indígenas residentes na Amazônia. As outras quatro instituições que se beneficiarão com US$ 200 mil cada são Make-A-Film Foundation, The Painted Turtle, Tetiaroa Society e Red Feather. O site afirma ainda que todas as instituições escolhidas pelo ator representam algo em que ele acredita. Embora as escolhas tenham sido divulgadas apenas agora, Johnny Depp avisou que doaria o valor ainda durante o conturbado julgamento. Valores da indenização Originalmente, ele pedia US$ 50 milhões em indenização por a atriz se dizer vítima de violência doméstica, e o júri recomendou uma pena de US$ 15 milhões, mas a juíza Penney Azcarate reduziu o valor em sua sentença, aceitando a indicação de US$ 10 milhões por danos e reduzindo os US$ 5 milhões de caráter punitivo para US$ 350 mil, de acordo com a lei do estado da Virginia, onde o julgamento aconteceu. O total ficou em US$ 10,35 milhões. Mas o júri também entendeu que o ator difamou Heard e indicou que ele deveria pagar US$ 2 milhões de indenização. Com isso, a pena da atriz ficou em US$ 8,35 milhões. Sem dinheiro para pagar a indenização ou um apelo da sentença, Heard negociou uma redução do valor diretamente com Depp, fechando um pagamento de US$ 1 milhão. Em um comunicado enviado à imprensa norte-americana em dezembro passado, Depp confirmou que recebeu US$ 1 milhão de Heard para encerrar o processo. Em nome de seu cliente, os advogados do ator, Benjamin Chew e Camille Vasquez, disseram que a prioridade não era o dinheiro, mas “trazer a verdade à tona” – o que teria sido obtido com o julgamento.
Série dos criadores de “The OA” com Alice Braga ganha primeiras imagens
O canal pago americano FX revelou as duas primeiras imagens da nova minissérie de mistério dos criadores de “The OA”, que tem a brasileira Alice Braga no elenco. Anteriormente intitulada “Retrat”, a série também ganhou outro nome e agora se chama “A Murder at the End of the World” (“Um Assassinato no Fim do Mundo”, em tradução literal). A trama gira em torno de Darby Hart (Emma Corrin, de “The Crown”), uma detetive amadora da Geração Z. Ao lado de outros oito personagens, Darby é convocada por um enigmático bilionário (Clive Owen, de “Os Filhos do Amanhã”) para participar de um retiro em um local remoto e deslumbrante. Contudo, quando um dos convidados é encontrado morto, ela precisa utilizar todas as suas habilidades para provar que se trata de um assassinato. Enfrentando diversos conflitos, ela corre contra o tempo para impedir que o assassino tire mais vidas. O restante do elenco é formado por Harris Dickinson (“Um Lugar Bem Longe Daqui”), Brit Marling (“The OA”), Joan Chen (“Ovelhas sem Pastor”), Raúl Esparza (“Candy”), Jermaine Fowler (“Um Príncipe em Nova York 2”), Ryan J. Haddad (“The Politician”), Pegah Ferydoni (“Almania”), Javed Khan (“Lapwing”), Louis Cancelmi (Billions”), Edoardo Ballerini (“7 Splinters in Time”), Britian Seibert (“The Knick”), Christopher Gurr (“A Idade Dourada”), Kellan Tetlow (“This Is Us”), Daniel Olson (“Nossa Bandeira É a Morte”) e Neal Huff (“Radium Girls”). “A Murder at the End of the World” terá sete episódios e produção teve cenas gravadas na Islândia, Nova Jersey e Utah, prometendo cenários envolventes e cheios de suspense. Dos mesmos criadores de “The OA” Além de fazer parte do elenco da minisserie, a atriz Brit Marling dirige e é uma das co-criadoras ao lado de Zal Batmanglij, marcando mais uma produção da dupla. Os dois criaram juntos a série “The OA”, sci-fi misteriosa da Netflix, lançada em 2016 e também estrelado por Marling. “A Murder at the End of the World” estreia nos Estados Unidos em agosto exclusivamente na plataforma de streaming Hulu. No Brasil, a expectativa é de lançamento pela Star+ – assim como outras séries da Hulu.
Finais de “Manifest” e “Eu Nunca…” lideram audiência da Netflix
As despedidas das séries “Manifest” e “Eu Nunca…” chegaram no topo da lista das séries em inglês mais assistidas da Netflix na última semana. Alcançando 78,15 milhões de horas visualizadas, a “Parte 2” da 4ª temporada de “Manifest” liderou a relação. Além disso, com os episódios finais lançados no dia 2 de junho, a 1ª temporada da série voltou a aparecer no ranking, no 5º lugar com 18,18 milhões de horas visualizadas. Encerrando a jornada de Devi no Ensino Médio, a 4ª temporada da série adolescente “Eu Nunca…” ficou em 2º lugar, acumulando 76,21 milhões de horas, após o lançamento na última quinta-feira (8/6). Com isso, a série de ação “FUBAR”, estrelada por Arnold Schwarzenegger, caiu para o 3º lugar, com 42,28 milhões de horas assistidas depois de duas semanas no topo da lista. O resto do Top 10 Curiosamente, o 4ª lugar trouxe outra produção de Schwarzenegger. A série documental sobre o ator, intitulada “Arnold”, teve 24,51 milhões de horas visualizadas. Abaixo das novidades, a lista mostra o reality show “Ultimato – Queer Love”, em 6º lugar, com 16,89 milhões de horas visualizadas. Sem sair do ranking desde a estreia, “Rainha Charlotte” ainda aparece no 7º lugar com 16,71 milhões de horas, enquanto outro spin-off, “Com Carinho, Kitty”, ficou em 8º lugar, registrando 14,46 milhões de horas visualizadas. As últimas posições do Top 10 foram ocupadas pela 5ª temporada de “All American” e a 1ª temporada de “S.W.A.T.”, que atingiram 10,83 milhões e 10,26 milhões de horas visualizadas, respectivamente. “A Mãe” perde liderança nos filmes Entre os filmes, o longa “A Mãe” deixou o topo do ranking de filmes em inglês mais assistidos da Netflix, após semanas na liderança. Estrelado por Jennifer Lopez, o filme virou um dos mais populares do streaming e, apesar da queda para o 4º lugar com apenas 8,36 de horas visualizadas, acumula incríveis 234,07 milhões de horas assistidas. Apesar disso, “A Mãe” permanece como único lançamento original da Netflix na lista semanal de filmes mais vistos da plataforma. O longa foi desbancado por “Os Suspeitos” (2013), que tomou o 1º lugar com 13,89 milhões de horas visualizadas. Os 2º e 3º lugares mostram “Atirador” (2007) e “Sem Saída” (2009), que registraram 12,77 milhões e 9,57 milhões de horas visualizadas. O restante do ranking traz “O Poderoso Chefinho” (2017), “Família do Bagulho” (2013), “Angry Birds – O Filme” (2016), “A Grande Virada” (2010), “Gente Grande 2” (2013) e “A Escolha” (2016). Confira abaixo os trailers das séries mais vistas da Netflix na semana. 1 | MANIFEST 4 | NETFLIX 2 | EU NUNCA… 4 | NETFLIX 3 | FUBAR | NETFLIX 4 | ARNOLD | NETFLIX 5 | MANIFEST | NETFLIX
Cormac McCarthy, autor de “Onde os Fracos Não tem Vez”, morre aos 89 anos
Cormac McCarthy, escritor vencedor do Prêmio Pulitzer, que teve várias obras adaptadas para o cinema como “Onde os Fracos Não tem Vez” e “A Estrada”, faleceu nesta terça (13/6) em sua casa em Santa Fé, Novo México (EUA) aos 89 anos. McCarthy era famoso por sua prosa precisa e visão sombria da humanidade, bem como suas tramas violentas e rebeldia contra as aspas e ponto e vírgula, sendo celebrado como um dos principais autores americanos de seu tempo. “Ele é o grande pessimista da literatura americana, usando suas frases para iluminar um mundo em que quase tudo (inclusive a pontuação) já se transformou em pó”, escreveu um perfil de 2009 do jornal The Guardian. O legado literário Nascido Charles McCarthy em Providence, Rhode Island, o escritor foi casado três vezes e deixa dois filhos, além de um imenso legado na literatura americana. Dentre suas obras mais notáveis, destaca-se a “Trilogia da Fronteira” – composta por “Todos os Belos Cavalos” de 1992, “A Travessia” de 1994 e “Cidades da Planície” de 1998 – e sua tragédia pós-apocalíptica “A Estrada”, publicada em 2006. McCarthy recebeu o Prêmio Pulitzer de Ficção por este último livro perturbador sobre a jornada de um pai e seu filho por um mundo desolado. Seu estilo de escrita distintivo caracterizava-se por “frases simples e declarativas”, conforme o próprio autor. Ele nunca sentiu a necessidade de usar aspas quando seus personagens falavam. Sempre relutante em promover seu trabalho, o autor raramente promoveu sua própria obra, apesar do grande interesse do público. Ele deu poucas entrevistas e se manteve bastante isolado do mundo literário. Porém, a fama veio inevitavelmente com a adaptação de seus romances para o cinema, levando sua visão distinta para um público ainda mais amplo. Dos livros para as telas Sua primeira obra a ser adaptada para o cinema foi “Todos os Belos Cavalos”, que virou o filme “Espírito Selvagem” em 2000, dirigido por Billy Bob Thornton e estrelado por Matt Damon e Penélope Cruz. Em seguida veio seu título mais popular: “Onde os Velhos Não Tem Vez” virou o vencedor do Oscar “Onde os Fracos Não tem Vez”, dos irmãos Joel e Ethan Coen, vencedor das estatuetas de Melhor Filme, Direção, Roteiro Adaptado e Ator Coadjuvante (Javier Bardem). O sucesso do drama criminal dos irmãos Coen despertou o interesse nas obras do escritor, levando à adaptação do impactante “A Estrada” logo em seguida. Lançado em 2009, o filme do diretor John Hillcoat foi estrelado por Viggo Mortensen e venceu o Festival de Cinema do Amazonas, além de vários prêmios da crítica. Em uma reviravolta irônica, McCarthy revelou que originalmente concebeu “Onde os Velhos Não Tem Vez” como um roteiro, mas, após receber um feedback negativo, decidiu transformá-lo em um romance. Ele só foi escrever seu primeiro e único roteiro original para o cinema anos depois. O resultado foi “O Conselheiro do Crime”, com direção de Ridley Scott e um elenco grandioso – Penélope Cruz, Michael Fassbender, Javier Bardem e Cameron Diaz, entre outros – , que entretanto não agradou a crítica especializada. Ele também adaptou sua peça “The Sunset Limited” para o telefilme “Ao Limite do Suicídio” da HBO de 2011, estrelado por Tommy Lee Jones e Samuel L. Jackson, e ainda permitiu que James Franco cometesse a adaptação de seu terceiro livro, “Child of God” (lançado em 1973), num filme estrelado por Tim Blake Nelson em 2013. Última adaptação de sua obra McCarthy ainda aumentará a lista de obras transformadas em filme em breve. O diretor John Hillcoat, de “A Estrada”, está trabalhando na adaptação de “Meridiano de Sangue”, um romance notável por sua descrição explícita da violência no Oeste americano, o que sempre foi apontado como dificuldade para sua produção – o que já fez várias tentativas anteriores, de nomes notáveis como Ridley Scott, James Franco e Tommy Lee Jones, falharem. Publicado em 1985, o romance é amplamente considerado uma das maiores obras da literatura americana. Baseado em eventos históricos que ocorreram na fronteira entre Texas e México na década de 1850, o livro segue as fortunas de um jovem de 14 anos do Tennessee que tropeça em um mundo de pesadelos onde os índios estão sendo assassinados e o mercado para seus escalpos está prosperando, entre as muitas violências e depravações da colonização do Oeste dos EUA. O próprio Cormac McCarthy e seu filho, John, apoiaram a escolha de Hillcoat para fazer a adaptação e são creditados como produtores executivos no estúdio New Regency.
Paul McCartney vai lançar “última gravação” inédita dos Beatles com auxílio de Inteligência Artificial
Uma canção inédita dos Beatles será lançada este ano, graças ao auxílio de Inteligência Artificial (IA) para recriar a voz do falecido cantor John Lennon. O anúncio foi feito por Paul McCartney, que chamou a música de “última gravação” do grupo, em entrevista à BBC. McCartney, que vai completar 81 anos no dia 18 de junho, explicou que a música é uma parceria original sua com Lennon, e que chegou a ser registrada numa fita demo antes da banda anunciar sua separação. “Era uma demo que John (Lennon) tinha e na qual trabalhamos. Acabamos de finalizá-la”, contou o músico e cantor. “Quando viemos fazer o que será a última gravação dos Beatles, era uma demo que John tinha (e) nós conseguimos captar a voz de John e torná-la pura por meio da IA”, disse, explicando como usou a tecnologia para extrair a participação de Lennon na gravação. “Então nós conseguimos mixar a gravação [da voz], como você faria normalmente. Isso dá algum tipo de margem de manobra”, acrescentou. Os Beatles anunciaram sua separação em abril de 1970, seis meses depois do lançamento do álbum “Abbey Road” e um mês antes do lançamento de “Let It Be”. Com menos de 10 anos de carreira, a dupla Lennon e McCartney compôs algumas das músicas mais populares de todos os tempos.
Disney adia filmes da Marvel e joga “Avatar 3” para 2025
A Disney anunciou mudanças drásticas nas datas de lançamentos de seus filmes, incluindo longas da Marvel e “Star Wars”, além de postergar ainda mais as sequências de “Avatar”. O estúdio precisou interromper filmagens devido à greve dos roteiristas que tem afetado Hollywood. Apesar de as estreias deste ano ficarem intactas, os lançamentos que estavam agendados a partir de 2024 sofreram com o impacto. O adiamento das continuações de “Avatar” ganharam destaque pelo longo período de distância de “Avatar 2”, lançado em dezembro do ano passado. “Avatar 3” chegaria aos cinemas em 20 de dezembro de 2024, mas foi jogado para 19 de dezembro de 2025. Essa mudança impacta os outros filmes da franquia, com “Avatar 4” passando de 18 de dezembro de 2026 para 21 de dezembro de 2029, enquanto “Avatar 5” vai de 22 de dezembro de 2028 para 19 de dezembro de 2031, três anos depois da previsão inicial. Embora todos os roteiros de “Avatar” já estejam finalizados, a greve afeta o cronograma das produções. No Twitter, o produtor Jon Landau comentou que os filmes, dirigidos por James Cameron, exigem tempo e esforço. “Cada filme Avatar é uma tarefa emocionante, porém épica, que requer tempo para alcançar o nível de qualidade almejado por nós, cineastas, e esperado pelo público”, escreveu. “A equipe está trabalhando arduamente e mal pode esperar para levar o público de volta a Pandora em dezembro de 2025”. Próximo “Vingadores” apenas em 2026 No caso dos filmes do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU), a maior preocupação gira em torno dos títulos em pré-produção, que ainda não deram início as gravações. Dentre eles, “Thunderbolts” e “Blade”. Enquanto a estreia de “Thunderbolts” permanece em 2024, passando de 26 de julho para 20 de dezembro, e nova versão de “Blade” virou a página do calendário, adiada – novamente – de 6 de setembro de 2024 para 14 de fevereiro de 2025. As duas produções ainda não tem os roteiros finalizados, assim como “Vingadores: Dinastia Kang”, que estava previsto para 2 de maio de 2025 e foi adiado para 1º de maio de 2026. “Vingadores: Guerras Secretas” também teve seu lançamento adiado por mais um ano, passando de 1º de maio de 2026 para 7 de maio de 2027. A produção que está mais encaminhada é “Deadpool 3”, que agora estreia em 3 de maio de 2024. Enquanto isso, o novo filme do Capitão América, com subtítulo “Brave New World” (Admirável Mundo Novo, em tradução livre), foi empurrado para 26 de julho de 2024. Por fim, a estreia do novo “Quarteto Fantástico” passou de 14 de fevereiro para 2 de maio 2025. Star Wars e live-action de Moana Ainda sem títulos oficiais ou sinopses reveladas, os próximos filmes de “Star Wars” só vão começar a chegar em 2025. O primeiro será lançado em 19 de dezembro de 2025 e outro em 18 de dezembro de 2026, com uma distância de apenas seis meses um do outro. Em compensação, a versão live-action de “Moana”, estrelada por Dwayne “The Rock” Johnson, teve sua data de lançamento marcada para 27 de junho de 2025, cerca de uma semana antes da data anteriormente planejada, que era 2 de julho. Each Avatar film is an exciting but epic undertaking that takes time to bring to the quality level we as filmmakers strive for and audiences have come to expect. The team is hard at work and can’t wait to bring audiences back to Pandora in December 2025. pic.twitter.com/DrFX01qzTa — Jon Landau (@jonlandau) June 13, 2023
Disney anuncia série animada inspirada na Pequena Sereia de Halle Bailey
A Disney anunciou uma nova série animada de Ariel inspirada na nova versão de “A Pequena Sereia”, estrelado por Halle Bailey. Intitulada, “Ariel”, a animação é do canal Disney Junior, direcionado para o público infantil. A informação foi revelada durante o Festival Internacional de Cinema de Annecy, que está acontecendo na França desde o último domingo (11/6), e foi acompanhada pela primeira imagem do desenho. A trama vai apresentar uma versão mais jovem da sereia ao lado de outros personagens importantes da história, como o Rei Tritão, o caranguejo Sebastião, o peixe Linguado e a vilã Úrsula. A produção ainda deve incluir novos personagens enquanto explora o mundo aquático do clássico da Disney. “Por mais de 30 anos, a história de ‘A Pequena Sereia’ tem sido amada pelo público em todo o mundo. Me traz muita alegria poder apresentar nossa nova versão Disney Junior de Ariel para pré-escolares em todos os lugares”, declarou Ayo Davis, presidente da Disney Branded Television. Mudanças na história e homenagem ao Caribe Na série, o reino subaquático de Atlântica será inspirado nas maravilhas deslumbrantes do Caribe. Serão incorporados elementos culturais da região, como música, gastronomia, linguagem e folclore. A Disney contou com a ajuda da Dra. Patricia Saunders, professora especializada em estudos hemisféricos do Caribe, para garantir a representatividade cultural na série. Já a trilha sonora típica é supervisionada por Sean Skeete, da Faculdade Berklee de Música nos Estados Unidos. Em relação à obra original, uma mudança é que a cauda da Ariel do Disney Junior muda de acordo com as emoções da sereia. Na história, a personagem, movida por uma curiosidade infinita de explorar o mundo ao seu redor, vai encontrar tesouros terrestres e colecioná-los em sua caverna. A cada descoberta, sua cauda fica iluminada. “Ariel” tem previsão de estreia no Disney Junior para 2024.
Diretora de “Entre Mulheres” negocia remake de “Bambi” com a Disney
A cineasta Sarah Polley, vencedora do Oscar 2023 na categoria de Melhor Roteiro Adaptado por “Entre Mulheres”, está em negociações para dirigir uma versão live-action de “Bambi”, que se encontra em estágio inicial de desenvolvimento na Disney. A informação é do site americano Deadline. O estúdio sinalizou pela primeira vez a intenção de adaptar “Bambi” para o live-action no início de 2020, trazendo Geneva Robertson-Dworet (“Capitã Marvel”) e Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) a bordo como roteiristas, mas a escolha de Polley é curiosa, já que ela se especializa em dramas íntimos e não em produções com bichos falantes, criados por computação gráfica. De fato, nenhum de seus filmes, incluindo o também indicado ao Oscar “Longe Dela” (2006), são produções com efeitos visuais. Uma animação clássica A história de Bambi é uma das mais conhecidas e tristes da Disney, girando em torno do jovem cervo que sofre uma tragédia e tem entre seus amigos do bosque o coelho Tambor e um gambá chamado Flor. Adaptação do romance de 1923 de Felix Salten, “Bambi” foi apenas o quinto longa-metragem animado original do estúdio em 1942, e recebeu indicações ao Oscar de Melhor Som, Canção e Trilha Sonora Original. Um dos maiores clássicos do cinema animado, até hoje o filme original traumatiza seus jovens espectadores com sua famosa representação da morte da mãe de Bambi. O remake live-action será o mais recente de uma longa série de adaptações do catálogo clássico da Disney. A iniciativa mais recente foi “A Pequena Sereia”, atualmente em cartaz, que já faturou mais de US$ 414 milhões desde sua estreia nos cinemas. Polley certamente estará em boa companhia se o projeto for fechado, juntando-se a uma lista de diretores escolhidos pela Disney para esses filmes, que inclui também Jon Favreau, Kenneth Branagh, Niki Caro, Guy Ritchie, Tim Burton e Robert Zemeckis, para citar apenas alguns.
Elio: Teaser da nova animação da Pixar apresenta aventura com alienígenas
A Disney divulgou o pôster e o primeiro teaser da nova animação da Pixar. Intitulada “Elio”, a história vai acompanhar as aventuras do personagem-título. Na prévia, o garoto entra em contato com alienígenas e embarca em uma viagem pelo universo. A trama segue o criativo sonhador de 11 anos, que enfrenta dificuldades para se encaixar, enquanto sua mãe Olga dirige um projeto militar ultrassecreto. Ela trabalha para decodificar um sinal estranho do espaço sideral, mas é Elio quem faz o contato e é transportado para o espaço, onde acaba sendo confundido pelos alienígenas com um embaixador intergaláctico da Terra. Completamente despreparado para enfrentar esse tipo de pressão, o menino precisa formar laços com os alienígenas para sobreviver a uma série de provações, e também descobrir quem realmente é. Elio é dublado em inglês por Yonas Kibreab (“Obi-Wan Kenobi”) e sua mãe tem a voz original de America Ferreira (“Superstore”). Outros nomes no elenco incluem Jameela Jamil (“Mulher-Hulk: Defensora de Heróis”) e Brad Garrett (“Everybody Loves Raymond”), que já trabalhou em outros filmes do estúdio como “Ratatouille” (2009) e “Procurando Nemo” (2003). Mesmo diretor de “Viva – A Vida é uma Festa” O desenho de aventura e ficção científica tem direção de Adrian Molina, conhecido pelos seus trabalhos como diretor em “Viva – A Vida é uma Festa” (2017) e roteirista em “Bom Dinossauro” (2015), sucessos recentes da Pixar. “Elio” será a 28ª animação produzida pela Pixar, sucedendo “Elementos” (que estreia em 22 de junho). Seu lançamento está marcado para 29 de fevereiro de 2024 no Brasil, um dia antes da estreia nos EUA.
Reprise de “Rebelde” bate audiência de reality milionário da Record TV
A novela mexicana “Rebelde” voltou a ser exibida na tarde de segunda-feira (12/6) no SBT. A tão esperada reprise atraiu fãs nostálgicos e conseguiu uma audiência maior que “A Grande Conquista”, reality milionário da Record TV. Segundo os dados do Kantar Ibope, o folhetim garantiu 4,3 pontos na Grande São Paulo, quase a audiência das produções originais do SBT que são exibidas à noite. A emissora registrou números semelhantes com a estreia de “A Infância de Romeu e Julieta” e “Cúmplices de um Resgate”, que registraram 4,5 pontos na capital paulista. A audiência de “Rebelde” ainda é superior aos números de “A Grande Conquista”, que é exibida em horário nobre. Na segunda, a disputa milionária conquistou um pico máximo de 3,8 pontos na Grande SP. “Rebelde” tem uma duração de quase dois anos, mas não está claro se a emissora de Silvio Santos está disposta a transmitir as três longas temporadas na faixa das 14h15. O seriado mexicano bate de frente com o “Balanço Geral” (Record TV) e com a parte final do “Jornal Hoje” (Globo).











