Clipe de Valesca Popozuda é proibido para menores e ultrapassa 1 milhão de visualizações
O novo clipe de Valesca Popozuda ultrapassou a marca de 1 milhão de visualizações no YouTube. Mas, ao mesmo tempo, acabou recebendo uma classificação etária elevada, proibido para menores de 18 anos. Isto porque “Viado”, o clipe, foi considerado “extremamente sensual” pelo portal de vídeos. “Viado” mostra a cantora incorporando o papel de uma policial/carcereira sensual, que coloca os homens na linha, com direito a “fiscalização” do banho dos popozudos, que aparecem pelados. Ela ainda tasca um beijão na boca do modelo e ator Raphael Sander, que integrou o elenco de “Verdades Secretas” e “Totalmente Demais”. A marca de milionária foi comemorada por Valesca em seu Instagram no fim de semana com a seguinte mensagem: “Bom dia, popofãs. Vamos comemorar sim!! Um milhão de views mesmo com a censura em cima do clipe!! Obrigada meus fãs-clubes que estão sendo incríveis nessa batalha”. E nesta segunda ela mostrou sua alegria num vídeo em que aparece correndo de felicidade. Veja abaixo. Já o clipe de “Viado” pode ser assistido aqui. Adivinha o que eu estava comemorando? Coloque aqui nos comentários se sabe o que é ? #beijonabocaviado #variasquicadasetal Um vídeo publicado por Valesca Popozuda (@valescapopozudaoficial) em Nov 7, 2016 às 8:00 PST
Moana: Clipe musical traz Alessia Cara cantando tema da animação
A Disney Music divulgou o clipe da música “How Far I’ll Go”, tema da animação “Moana”. Trata-se de uma balada bem convencional, cantada pela jovem canadense Alessia Cara e composta por Lin-Manuel Miranda, estrela do musical “Hamilton”, sensação na Broadway. A letra fala sobre desbravar oceanos e superar limites, refletindo temas do filme. “Vê a linha onde o céu encontra o mar?/ Ela me chama/ E ninguém sabe/ O quão longe ela vai”, repete Alessia, numa praia, até cansar. A música é uma mostra do que esperar do filme, que terá muita cantoria. Até Dwayne Johnson (“Velozes e Furiosos 7”) já apareceu soltando a voz numa cena anteriormente divulgada. No filme, o astro dubla o semi-deus Maui, herói e alívio cômico da história, que acompanha a menina Moana (voz original da estreante Auli’i Cravalho, de 15 anos de idade) em sua aventura animada. A direção é de John Musker e Ron Clements (responsáveis por “A Pequena Sereia”, “Aladdin”, “Hércules” e “A Princesa e o Sapo”). E entre os roteiristas creditados está Taika Waititi, diretor do vindouro “Thor 3: Ragnarok”. “Moana” tem previsão de estreia para 5 de janeiro no Brasil, mais de 40 dias após o lançamento nos EUA em 23 de novembro.
Ator de Mr. Robot vai viver Freddie Mercury em cinebiografia do diretor de X-Men
O ator Rami Malek, que estrela a série “Mr. Robot”, vai retratar o roqueiro Freddie Mercury na cinebiografia “Bohemian Rhapsody”, projeto que está há anos em desenvolvimento. Desta vez, porém, a produção acelerou, com a revelação de que o filme será dirigido por Bryan Singer, o mentor da franquia “X-Men” no cinema. O próprio Singer deu a notícia em primeira mão em seu Instagram. A produção está a cargo de Graham King (“Os Infiltrados”) para os estúdios 20th Century Fox e New Regency. O projeto já se arrasta desde 2010 e chegou a ter o comediante britânico Sacha Baron Cohen (“Borat” e “O Ditador”) escalado no papel principal. Ele acabou desistindo de viver o cantor após se desentender com os músicos remanescentes do Queen, que também desaprovaram o roteiro original de Peter Morgan (“A Rainha”). O roteiro atual foi escrito por Anthony McCarten (“A Teoria de Tudo”) e parece ter contornado a principal objeção de Brian May e Roger Taylor: o pudor dos velhos roqueiros em abordar certos aspectos da vida de Mercury, que morreu em decorrência da Aids em 1991. Os dois, por sinal, chegaram a definir Ben Whishaw (“007 Contra Spectre”) como Mercury, Johnny Flynn (“Depois de Maio”) no papel de Taylor e Gemma Arterton (“Gemma Bovary”) como Mary Austin, a namorada/amiga do cantor, mas todo esse elenco ruiu quando o diretor originalmente contratado, Dexter Fletcher (“Sunshine On Leith”), abandounou os trabalhos durante a pré-produção. O projeto parecia estar no limbo, a ponto de o anúncio da Singer pegar os fãs da banda de surpresa. As filmagens vão acontecer em 2017, em data não definida. Mas não está claro se este será o próximo filme do diretor, que até recentemente priorizava a produção de uma nova versão do clássico “20,000 Léguas Submarinas”, de Julio Verne.
Millie Bobby Brown estrela clipe de música eletrônica da dupla Sigma
A dupla eletrônica Sigma (Cameron Edwards e Joe Lenzie) divulgou seu novo clipe de dubstep, “Find Me”, que é estrelado por Millie Bobby Brown, a Eleven (Onze) de “Stranger Things”. No clipe, a atriz mirim evoca as poses sofridas de Adele, enquanto dubla a canção pelas ruas de uma grande cidade. Quem realmente canta na música dos DJs britânicos é a cantora Birdy, que foi responsável pelo convite para Millie participar do clipe, após ficar obcecada pela série – como todo o mundo. A direção é de Christopher Sims, responsável por clipes de David Gueta, Usher e Avril Lavigne. Aos 12 anos, Millie também acaba de fotografar a primeira capa de revista de sua carreira e estará de volta em 2017 na 2ª temporada de “Stranger Things”.
La La Land: Emma Stone e Ryan Gosling cantam e dançam em trailer do novo filme do diretor de Whiplash
A Lionsgate divulgou um novo pôster, com os elogios da crítica, e o terceiro trailer do musical “La La Land”, que conta melhor a história romântica da atriz aspirante que se apaixona por um pianista de bar. A prévia mostra como eles se encontram, num momento de adversidades pessoais, e se apoiam para conquistar seus sonhos, em meio a números musicais coreografados. “La La Land” é dirigido por Damien Chazelle e, assim como seu filme anterior, “Whiplash” (2014), é focado num músico de jazz. Ryan Gosling (“Dois Caras Legais”) vive o pianista e Emma Stone (“O Espetacular Homem-Aranha”) a atriz aspirante, que também dá uma palhinha como cantora na trama. Além do casal, que volta a contracenar pela terceira vez, o elenco ainda conta com o músico John Legend, vencedor do Oscar 2015 de Melhor Canção por “Glory” (do filme “Selma”), e J.K. Simmons, vencedor do Oscar 2015 de Melhor Ator Coadjuvante (justamente por “Whiplash”). “La La Land” teve sua première mundial como filme de abertura do Festival de Veneza, sendo recebido com muitos aplausos e críticas bastante positivas. Candidatíssimo ao Oscar 2017, o filme tem estreia comercial em 16 de dezembro nos EUA e chega um mês depois no Brasil, em 19 de janeiro.
Sing: Animais cantores emocionam com histórias “humanas” em novo trailer legendado da animação
A Universal divulgou o novo trailer legendado da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. Curiosamente, o vídeo não tem versão dublada. Isto provavelmente se deve ao tema da produção, que traz muitas músicas conhecidas do pop americano. A prévia chama atenção pelo desenvolvimento dos personagens e capacidade de envolver e emocionar com suas histórias muito “humanas”. Tem cara de novo sucesso do estúdio Illumination, que, filme a filme, vem avançando na disputa com a DreamWorks pela vaga de principal rival da Disney/Pixar. A trama, por sinal, segue a linha de “Zootopia”, da Disney, mostrando o cotidiano de uma cidade de animais falantes. A diferença é que, além de falar, eles também sabem cantar. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Cinco candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”) esperando se livrar de sua perigosa família; e uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”) em busca de recuperar a autoestima. Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o curso de suas vidas. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil, um dia depois do lançamento nos EUA.
Tati Zaqui é Rebelde e Abusada em clipe colorido
A leva de clipes de cantoras de funk influenciados pela estética colorida de Anitta acrescentou mais uma discípula. Tati Zaqui até já tinha o cabelo colorido para acompanhar o visual do vídeo de “Rebelde e Abusada”. Conhecida pelos hits “Pararatimbum” e “Água na Boca”, Tati é provavelmente a cantora mais bonita de sua geração, mas a sensualidade reciclada de coreografia do É o Tchan, usada para embalar o vídeo, não é exatamente rebelde e abusada como sugere a canção. Está mais para entediada e cansada. A opção estética ascética pode sugerir um trabalho simples, mas o clipe não foi simples de realizar, como demonstra seus créditos, com direção de quatro pessoas: Henrique Ribeiro, João Marcelo, Rodrigo Stradiotto, e Sergio Twardowski, com produção da Catalunya Filmes. Além de dancinha “com a mão no joelho” e “descendo até o chão”, o vídeo capricha na direção de arte e no figurino, com muitas trocas de roupas. Mas também chama a atenção a troca de identidade. Tati tirou o MC do nome para se tornar mais pop, novamente seguinte os passos de Anitta – e Ludmilla.
Murilo Rosa vive melodrama em clipe do cantor Gustavo Mioto
O ator Murilo Rosa, que já viveu um cantor romântico (brega) no cinema, em “Coração Vazio” (2013), estrela agora um clipe de um cantor romântico (sertanejo) de verdade, o jovem Gustavo Mioto. A música se chama “Impressionando os Anjos” e, claro, o vídeo rasga o melodrama, mostrando a história de um pai (interpretado pelo ator) que luta para criar os filhos sozinho, por conta da morte da mulher. Entre uma imagem e outra da família, Gustavo aparece para lembrar que não é trailer de novela, mas um clipe musical. Apesar do tema meloso e dolorido, vale lembra que o rapaz tem só 19 anos e não 49. E não teve exatamente uma infância sofrida nem dificuldades para começar a carreira. Gustavo é filho de Marcos Mioto, um dos maiores contratantes de shows sertanejos do Brasil. Impressionando o mercado, o clipe já teve mais de 100 mil visualizações em menos de 24 horas.
London Town: Veja duas cenas do filme inspirado pelas músicas da banda The Clash
A IFC Films divulgou duas cenas de “London Town”, produção britânica passada na era do punk rock e inspirada pela música da banda The Clash. As duas cenas, por sinal, mostram como as canções do Clash são importantes para a estrutura narrativa. Dirigido por Derrick Borte (“Amor por Contrato”), o longa se passa em 1978 e acompanha um garoto de 14 anos (Daniel Huttlestone, o Jack de “Caminhos da Floresta”), que tem a vida alterada radicalmente quando uma garota lhe fala sobre The Clash, “a única banda que importa”, como ficou conhecida. O roteiro foi escrito por Kirsten Sheridan (diretora de “O Som do Coração”) e Sonya Gildea (diretora assistente de “Ventos da Liberdade”) e agradou aos membros sobreviventes do Clash, que liberaram suas músicas para serem usadas na trilha. Além das músicas, a própria banda aparece na história, com o ator irlandês Jonathan Rhys Meyers (série “Dracula”) no papel de Joe Strummer. A produção marca o retorno de Meyers para os filmes de rock’n’roll. Ele se destacou como um roqueiro fictício no filme “Velvet Goldmine” (1998), sobre a era do glam rock, e viveu Elvis Presley na minissérie “Elvis” (2005). o elenco também inclui Natascha McElhone (série “Californication”), Dougray Scott (série “Hemlock Grove”) e Nell Williams (a versão jovem de Cersei em “Game of Thrones”). O filme teve première no Festival de Londres e ainda não tem previsão de lançamento comercial no Reino Unido, muito menos no Brasil.
Sing: Fotos da nova animação trazem personagens ao lado de seus dubladores famosos
O estúdio Illumination divulgou novas imagens da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”, que traz os personagens ao lado de seus dubladores famosos. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme tem o estilo antropomórfico de “Zootopia”. Mas além de falar, os animais do novo desenho também cantam. A trama gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Seis candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”); uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”); e um porco muito convencido (Nick Kroll, da série “The League”). Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o rumo de suas vidas. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil.
Sing: Nova animação ganha coleção de pôsteres fofos de animais cantores
O estúdio Illumination divulgou uma coleção de pôsteres com os personagens fofos da animação “Sing – Quem Canta Seus Males Espanta”. Escrito e dirigido por Garth Jennings (“O Guia do Mochileiro das Galáxias”), o filme tem o estilo antropomórfico de “Zootopia”. Mas além de falar, os animais do novo desenho também cantam. A trama gira em torno de Buster Moon (voz original de Matthew McConaughey, de “Interestelar”), um coala que gerencia um grande teatro que passa por tempos difíceis e tem uma ideia para recuperar a glória antiga do lugar: produzir a maior competição de cantores do mundo. Seis candidatos se destacam competição: Um rato (Seth MacFarlane, a voz de “Ted”), que canta tão bem quanto rói; uma tímida elefante adolescente (a cantora Tori Kelly) com um grande pavor do palco; uma mãe sobrecarregada (Reese Witherspoon, de “Vício Inerente”) de 25 leitões; um jovem gorila gângster (Taron Egerton, de “Kingsman – Serviço Secreto”); uma porca-espinha punk-rock (Scarlett Johansson, de “Os Vingadores”); e um porco muito convencido (Nick Kroll, da série “The League”). Cada animal chega ao teatro de Buster acreditando que a competição será a chance de mudar o rumo de suas vidas. A estreia está marcada para 22 de dezembro no Brasil.
Valesca Popozuda abusa do ator Raphael Sander em clipe de nome sugestivo
Valesca Popozuda lançou novo clipe de nome sugestivo, “Viado”, após dois anos de “Eu Sou A Diva Que Você Quer Copiar”. No clipe, ela divide a cena com Raphael Sander (novela “Verdades Secretas”). O ator e modelo vive um bandido submetido às vontades da funkeira, que na historinha do vídeo (escrito e dirigido por Isabelle Lopes) interpreta uma policial e carcereira, que prende mais que as atenções. O clipe tem cenas de assalto, violência e homens pelados, em clima de “Magic Mike” num presídio. Numa cena, a cantora caminha de cassetete em punho enquanto observa as bundas dos presos – todos sarados, claro – tomando banho. O título “Viado” supostamente não é pejorativo, mas uma homenagem à forma como os gays costumam se tratar entre amigos. Também é o segundo título consecutivo em referência ao universo gay, que sempre apoiou Valesca. Em fevereiro, ela tinha lançado a música “Boy Magia”, outra gíria gay.
Pussy Riot lança três novos clipes políticos, feministas e subversivos
A banda russa feminina Pussy Riot lançou três clipes nesta semana, um mais radical que o outro, mostrando sua nova guinada musical. As guitarras punk rock deram lugar à melodias elotrônicas, mas as letras continuam panfletárias e confrontadoras. Dirigido por Jonas Akerlund (“Spunk: Sem Limites”), que já assinou clipes de Madonna, Beyoncé e Taylor Swift, o vídeo de “Make America Great” é o mais subversivo, mostrando, com cenas de tortura da cantora Nadya Tolokonnikova, o que aconteceria aos EUA se Donald Trump vencesse as eleições. Em contraste às cenas de sadismo, a letra tanta ensinar o que realmente tornaria “a América grande”: “Deixem as pessoas entrar, ouçam suas mulheres, parem de matar crianças negras”. O segundo clipe exalta o poder da vagina (“”Straight Outta Vagina”), com um refrão que pergunta “de onde você veio?” para a resposta óbvia, enquanto o último (“Organs”) explora o corpo nu da cantora, numa banheira ensanguentada, para lamentar em sua língua natal e afiada a repressão sexual na Rússia, contrapondo proibições à preservativos com as penetrações do governo Putin em outros países, com tanques e tudo. As músicas fazem parte do novo disco da banda, que chega nesta sexta (28/10) às lojas dos EUA, com produção de Dave Sitek, da banda indie eletrônica TV on Radio. A Pussy Riot ficou famosa após duas de suas integrantes terem sido presas e condenadas na Rússia por terem cantado em fevereiro de 2012 uma “oração punk” contra o presidente russo, Vladimir Putin, na catedral de Moscou. O julgamento inspirou um documentário premiado no Festival de Sundance, “Pussy Riot: A Punk Prayer”, produzido pelo HBO em 2013. E a notoriedade resultante lhes rendeu, inclusive, uma participação na série “House of Cards”.












