Teen Spirit: Elle Fanning vira cantora em clipe com cenas de seu novo filme
A Interscope Records divulgou um clipe do filme “Teen Spirit”, que traz a atriz Elle Fanning (“O Estranho que Nós Amamos”) cantando a música “Dancing On My Own”, da artista sueca Robyn. Na trama, ela interpreta Violet, uma adolescente britânica que sonha com o estrelato musical como uma maneira de escapar de sua vida proletária na Ilha de Wight. Com a ajuda não convencional de um aspirante a empresário (Zlatko Buric, de “Contra o Tempo”), ela decide entrar em uma competição de calouros ao estilo de “American Idol”, algo que a testará em todos os aspectos. Fanning chamou a atenção da crítica por usar sua própria voz para cantar no filme e surpreendeu pelo talento vocal demonstrado, que sugere uma carreira paralela em potencial. O disco da trilha vai testar essa hipótese. O repertório é baseado nas músicas que ela canta no filme, o que inclui hits de Ellie Goulding, Tegan & Sara, Annie Lennox e outros artistas. O roteiro e a direção são de outro jovem talento que até então era conhecido apenas como ator: Max Minghella (de “The Handmaid’s Tale”), em sua estreia atrás das câmeras – após ter se aventurado como roteirista em “A Nona Vida de Louis Drax” (2016). A première mundial aconteceu no Festival de Toronto 2018 e a estreia comercial está marcada para 5 de abril nos Estados Unidos. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Playlist: Conheça os 200 melhores clipes indies de fevereiro
Em janeiro, foram 50 clipes. Mas os subterrâneos do YouTube são muito mais profundos. Com uma exploração espeleológica mais radical em fevereiro, foi possível trazer à tona duas centenas de clipes interessantes do underground e adjacências – estalactites mais próximas da superfície (mainstream) e estalagmites tão profundas que nascem no outro lado do mundo, literalmente. Do porão do rock ao clube dançante clandestino, do cantor com violão à banda com backing vocals, passando por diferentes gêneros, países, orientações sexuais e propostas, conheça abaixo 200 clipes de músicas independentes lançados no mês de fevereiro (além de meia dúzia de janeiro). Apenas duas bandas repetem-se na lista com dois clipes, ambos lançados no período pesquisado. Os demais são artistas completamente diferentes uns dos outros. E incluem desde um prodígio de 15 anos de idade, Max Blanjaar, além da banda Chromatics, cuja cantora ilustra o post, até veteranos calejados, como Against All, The Specials, Neneh Cherry, Belly, Teenage Fanclub, L7 e Front Line Assembly. E esta pequena listagem já serve de dica da variedade de estilos. A duração passa das 10 horas de música direta, sem parar. E com um detalhe (que explica a demora para a compilação ir ao ar): 10 horas arranjadas em ordem sequencial, visando uma transição mais harmônica entre cada clipe. Mesmo com guitarras de hardcore e violão acústico, rap alternativo e bandas góticas, techno e dream pop, o playlist foi concebido como trilha para ser ouvida com um simples apertar de play. A maratona não é para todos os ouvidos. Mas experimente. O eco do underground pode parecer estranho, até que embala. 1 Telekinesis – A Place in the Sun (EUA) | 2 Little Jesus – Los Años Maravillosos (México) | 3 Teenage Fanclub – Everything Is Falling Apart (Escócia) | 4 Rock Eupora – Inbetween (EUA) | 5 Belly – Human Child (EUA) | 6 Star Horse – Pickle Plum (Suécia) | 7 Hatchie – Without a Blush (Austrália) | 8 Desperate Journalist – Satellite (Inglaterra) | 9 Dear Boy – Semester (EUA) | 10 Margot – Coffee Stained Scars (Inglaterra) | 11 The Fur. – Short Stay (Taiwan) | 12 Cléa Vincent – Dans les Strass (França) | 13 Broncho – Big City Boys (Directors Cut) (EUA) | 14 Palm Springsteen – Hey There Cowgirl (EUA) | 15 Wallows feat. Clairo – Are You Bored Yet? (EUA) | 16 Sundara Karma – Higher States (Inglaterra) | 17 Front Line Assembly feat. Jimmy Urine – Rock Me Amadeus (Canadá) | 18 The Pirouettes – Héros de la Ville (França) | 19 Chromatics – Time Rider (EUA) | 20 Kimbra – Lightyears (Chris Tabron Mix) (Nova Zelândia) | 21 Mild Minds – Weak Signal (Austrália) | 22 Lions of Dissent – Turn Up the Struggle (Inglaterra) | 23 Pool – Take Me Out (Alemanha) | 24 L’Impératrice – Matahari (França) | 25 Mòn – Calypso (França) | 26 Feet – English Weather (Inglaterra) | 27 Sego – Shame (EUA) | 28 Warbly Jets – Propaganda (EUA) | 29 Victoria+Jean – Free Insult (Bélgica) | 30 Delicate Steve – Freedom (EUA) | 31 Kap Bambino – Erase (França) | 32 Shad Shadows – Under Valium (Itália) | 33 Nonn – Home (Suécia) | 34 She Pleasures HerSelf – Ich Bin Dead (Portugal) | 35 The Nightmares – Adore (República Tcheca) | 36 Weeknight – Done with Me (EUA) | 37 Dagobert – Einsam (Alemanha) | 38 Cruel Reflections – 26 (Is So Damn Cold) (EUA)| 39 Kakkmaddafakka – Runaway Girl (Noruega) | 40 Sunbeam Sound Machine – Talking Distance (Austrália) | 41 Junodream – Terrible Things that Could Happen (Inglaterra) | 42 Loose Tooth – Asteroids (Austrália) | 43 Desert Ships – Idle Daze (Inglaterra) | 44 Cellar Doors – City Girl (EUA) | 45 Versing – Tethered (EUA) | 46 Communions – Flesh and Gore, Dream and Vapor (Dinamarca) | 47 Man of Moon – Ride the Waves (Escócia) | 48 Flamingods – Marigold (Inglaterra e Bahrein) | 49 Wovoka Gentle – Sin Is Crouching at Your Door (Inglaterra) | 50 Laura Petit – Namorado (Brasil) | 51 Sebadoh – Celebrate the Void (EUA) | 52 The Leisure Society – God has Taken a Vacation (Inglaterra) | 53 Niki Moss – GP Motorcycle Racing (Portugal) | 54 Circa Waves – Times Won’t Change Me (Inglaterra) | 55 Jade Bird – I Get No Joy (Inglaterra) | 56 Maria Due – The Colour White (Noruega) | 57 Aldous Harding – The Barrel (Nova Zelândia) | 58 Vampire Weekend – Harmony Hall (EUA) | 59 Wet – Old Bone (EUA) | 60 Baptiste W. Hamon – Je Brûle (França) | 61 Elena Setién – She was So Fair (Espanha) | 62 Molina – Venus (EUA) | 63 Letrux – Ninguém Perguntou por Você (Brasil) | 64 Farah – The Only Ones (Inglaterra) | 65 Sneaks – Ecstasy (EUA) | 66 St. Vincent – Masseduction (EUA) | 67 Teen – Pretend (EUA) | 68 Mating Ritual – Falling Back (EUA) | 69 Charly Bliss – Capacity (EUA) | 70 Cass McCombs – Sleeping Volcanoes (EUA) | 71 Mansionair – We Could Leave (Austrália) | 72 The Royal Concept – Need To Know (Suécia) | 73 Foxwarren – Sunset Canyon (Canadá) | 74 Hand Habits – What Lovers Do (EUA) | 75 Teca Figueiredo – Corra (Brasil) | 76 Albert Hammond Jr – Fast Times (EUA) | 77 Broken Social Scene – Boyfriends (Canadá) | 78 The Gooch Palms – Are We Wasted? (Austrália) | 79 Pearl Lion – Himalaya (EUA) | 80 Guilles – Dirty Rags (Espanha) | 81 Against All – Creepy Crawl (EUA) | 82 Moshino – 釣った魚にエサやれ (Japão) | 83 Clutch – Ghoul Wrangler (EUA) | 84 Ticking Time Bomb – Dealt a Blow (Costa Rica) | 85 Case 39 – Grandsons of Elvis (Alemanha) | 86 Bankrupt – Green Light, Blue Lambo (Hungria) | 87 The Bouncing Souls – Crucial Moments (EUA) | 88 Masked Intruder – All of My Love (EUA) | 89 Demob Happy – Less Is More (Inglaterra) | 90 Frank Carter & The Rattlesnakes – Crowbar (Inglaterra) | 91 Pretty Vicious – These Four Walls (País de Gales) | 92 The Luka State – What’s My Problem (Inglaterra) | 93 Teenage Bottlerocket – Everything to Me (EUA) | 94 Heart Attack Man – Fake Blood (EUA) | 95 Hello Yello – I Dont Care (EUA) | 96 Cloud Nothings – So Right So Clean (EUA) | 97 Gemma Ray – Death Tapes (Inglaterra) | 98 The Mysterines – Bet Your Pretty Face (Inglaterra) | 99 Valeras – Ricochet (Nunca Morirá) (Inglaterra) | 100 Sharkmuffin – Liz Taylor (EUA) | 101 L7 – Burn Baby (EUA) | 102 Voiid – Vile (Austrália) | 103 Alex Lahey – Don’t Be so Hard on Yourself (Austrália) | 104 Olympia – Shoot to Forget (Austrália) | 105 Honeyblood – The Third Degree (Escócia) | 106 Lily & Madeleine – Can’t Help the Way I Feel (EUA) | 107 The Cosmics – Trust is Blind (Inglaterra) | 108 Max Blansjaar – You’re Always on My Mind (Inglaterra) | 109 Jyocho – Sugoi Kawaii (Japão)| 110 Sego – Neon Me Out (EUA) | 111 Andrew Bird – Sisyphus EUA) | 112 Peter Doherty & The Puta Madres – Who’s Been Having You Over (Inglaterra) | 113 Foals – On the Luna (Inglaterra) | 114 The Japanese House – Maybe You’re the Reason (Inglaterra) | 115 Tamaryn – Angels of Sweat (Nova Zelândia) | 116 Golden Rain – Break My Heart (Itália) | 117 Missio – Rad Drugz (EUA) | 118 Fictions · UFO (EUA) | 119 Steeple Remove – Oval-Strii (Laurent Garnier Remix) (França) | 120 Rackett – I Please Myself (Australia) | 121 Archive feat. Band of Skulls – Remains of Nothing (Inglaterra) | 122 Band of Skulls – Cool Your Battles (Inglaterra) | 123 Circa Waves – Me, Myself and Hollywood (Inglaterra) | 124 Metric – Love You Back (Canadá) | 125 Chai – Choose Go! (Japão) | 126 Friedberg – Boom (Inglaterra) | 127 Russian Baths – Slenderman (EUA) | 128 Wand – Scarecrow (EUA) | 129 Lamb – Armageddon Waits (Inglaterra) | 130 Adult. – Silent Exchange (EUA) | 131 These New Puritans – Anti– Gravity (Inglaterra) | 132 Kerchief – Til the End (EUA) | 133 Gurr – She Says (Alemanha) | 134 Potty Mouth – Starry Eyes (EUA) | 135 The Wild Reeds – Giving Up on You (EUA) | 136 Greta Stanley – Kick (Austrália) | 137 Partner – Long and McQuade (Canadá) | 138 Mal Blum – Things Still Left To Say (EUA) | 139 Skye Wallace – Coal In Your Window (Canadá) | 140 Little Room – Tangled (Londres) | 141 The Beths – Uptown Girl (Nova Zelândia) | 142 Ex Hex – Tough Enough (EUA) | 143 Der Baum – French Fries (Brasil) | 144 The Growlers – Who Loves the Scum? (EUA) | 145 Bazooka – Φυλακή (Prison) (Grécia) | 146 Fontaines D.C. – Big (Irlanda) | 147 The Coathangers – F the NRA (EUA) | 148 The Interrupters – Gave You Everything (EUA) | 149 Beach Slang – I Hate Alternative Rock (EUA) | 150 USA Nails – Smile (Inglaterra) | 151 Numb.er – Again (EUA) | 152 Madonnatron – Sucker Punch (Inglaterra) | 153 Blaenavon – Catatonic Skinbag (Inglaterra) | 154 Strand of Oaks – Ruby (EUA) | 155 Weyes Blood – Everyday (EUA) | 156 Foxygen – Livin’ a Lie (EUA) | 157 The Claypool Lennon Delirium – Blood and Rockets: Movement I, Saga of Jack Parsons – Movement II, Too the Moon (EUA) | 158 Idlewild – Dream Variations (Escócia) | 159 Maps – Just Reflecting (Inglaterra) | 160 Johnny Marr – Armatopia (Inglaterra) | 161 C Duncan – Impossible (Escócia) | 162 Xinobi & Gisela João – Fado para esta Noite (Portugal) | 163 Phillipi & Rodrigo – Retrogrado (Brasil) | 164 Irene Dresel – Victoire (França) | 165 The Chemical Brothers – Got to Keep on (Inglaterra) | 166 Worakls – Cloches (França) | 167 Prospa – Prayer (Inglaterra) | 168 Underworld – Soniamode (País de Gales) | 169 [KRTM] – Sleepwalker (Bélgica) | 170 Modeselektor feat. Tommy Cash – Who (Alemanha) | 171 Chasms – Every Heaven In Between (EUA) | 172 Malik Djoudi – Belles Sueurs (França) | 173 Donna Missal – Jupiter (EUA) | 174 Grand Pax – Bunk (Inglaterra) | 175 Sean – Mercutio (França) | 176 King – Shit Show (Dinamarca) | 177 JGrrey – Pretty Insane (An Interlude) (Inglaterra) | 178 Arlo Parks – Super Sad Generation (Inglaterra) | 179 Toro y Moi – Ordinary Pleasure (EUA) | 180 Jungle – Casio (Inglaterra) | 181 Christine and the Queens – 5 Dols (França) | 182 Robyn – Send to Robin Immediately (Suécia) | 183 Breathe. – London (Austrália) | 184 Gus Harvey – The Don (Inglaterra) | 185 Tahiti 80 – Hurts (França) | 186 Helado Negro – Running (EUA) | 187 Dizzee Rascal – Quality (Inglaterra) | 188 Pivot Gang – Jason Statham, Pt. 2 (EUA) | 189 Barny Fletcher – Christ Flow (Inglaterra) | 190 OrelSan – White Snake Freestyle (França) | 191 Neneh Cherry – Natural Skin Deep (Inglaterra) | 192 Suzi Wu – Error 404 (Inglaterra) | 193 The Specials – Vote for Me (Inglaterra) | 194 Wild Belle – Mockingbird (EUA) | 195 Séverin feat. Léa Salamé – L’interview (França) | 196 Cannibale – Not Easy to Cook (França) | 197 Illy e Duda Beat – Só Eu e Você na Pista (Tomás Tróia Remix) (Brasil) | 198 Wild Belle – Have You Both (EUA) | 199 Stella Donnelly – Tricks (Austrália) | 200 Nouvelle Vague – Bizarre Love Triangle (França)
Dick Dale (1937 – 2019)
Morreu Dick Dale, o músico conhecido como “rei da guitarra do surfe”, que integrou o universo dos filmes da Turma da Praia nos anos 1960 e cedeu suas hits instrumentais para diversos momentos icônicos da história do cinema, como a cena do assalto na lanchonete de “Pulp Fiction”. “É um dia triste para o rock’n’roll”, disse o baixista de sua banda, ao comunicar o falecimento, que aconteceu na noite de sábado (16/3). A causa da morte não foi informada, mas Dale já vinha com a saúde debilitada, embora continuasse a fazer shows como se mais nada importasse. Ele tinha 81 anos de idade. O “Rei da Surf Guitar” fazia parte da cena musical do sul da Califórnia do começo dos anos 1960. Surfista de verdade, Richard Anthony Monsour adorou a mudança da família de Boston para El Segundo, na California, no final dos anos 1950, onde ainda adolescente se juntou à banda Del-Tones. Em 1962, lançou sua música emblemática, “Misirlou”, com o som de guitarra mais imitado de sua geração, resultado de experiências com escalas e reverberação. Ele foi um dos primeiros guitarristas a usar o efeito de “reverb” para estender as notas arrancadas à base de palhetadas firmes. Vieram outros hits, como “Pipeline”, “The Wedge” e “Let’s Go Trippin'”. E suas inovações foram aumentando sua fama. Para tirar seu som lendário, Dale começou a criar amplificadores caseiros que atingissem o volume e a reverberação que desejava. Com isso, inventou o primeiro amplificador de guitarra com capacidade para 100 watts. Sua obsessão em tocar cada mais alto o fez estourar inúmeros amplificadores. Mas também o transformou em “piloto de testes” de Leo Fender para o desenvolvimento de amplificadores mais potentes e da guitarra Fender Stratocaster, mais tarde associada a Jimi Hendrix. Por isso, também chegou a ser considerado, pela revista Guitar Player, como “o pai do heavy metal”. Curiosamente, ele estreou no cinema antes de ser associado à surf music. E no papel de ninguém menos que Elvis Presley, numa pequena participação na comédia “Adorável Pecadora” (1960), estrelada por Marilyn Monroe. A aparição seguinte foi como outro roqueiro famoso: ele mesmo. Dick Dale teve papel de destaque no primeiro filme da Turma da Praia, “A Praia dos Amores” (1963), do qual participou com sua banda. Ao contrário dos artistas convidados do resto da franquia (Stevie Wonder, The Kingsmen, etc), ele apareceu no filme inteiro e era considerado por Frank Avalone como um integrante da turma dos surfistas. Tanto que voltou a cruzar com Frankie e Annette Funicello na sequência “Quanto Mais Músculos Melhor” (1964). Décadas mais tarde, os três voltaram a se reencontrar no nostálgico “De Volta à Praia” (1987), em que Frankie e Annette levaram os filhos adolescentes à praia em que costumavam namorar na juventude. E onde Dick Dale ainda reinava com sua guitarra. O músico também apareceu em “A Swingin’ Affair” (1963), num episódio de “Barrados no Baile” (Beverly Hills 90201), no filme de surfistas adolescentes “No Calor do Verão” (2002) e até dublou a si mesmo numa aventura surfista de Scooby-Doo, “Aloha, Scooby-Doo!” (2005). Sua carreira experimentou um renascimento quando Quentin Tarantino selecionou “Misirlou” para uma cena-chave de “Pulp Fiction” (1994). A mesma música voltou às telas em mais dois blockbusters, “Space Jam: O Jogo do Século” (1996) e “As Panteras: Detonando” (2003). E continuou tocando tanto que, meio a esses lançamentos, Dale foi introduzido na Calçada da Fama de Hollywood em 1996 e recebeu um troféu por suas realizações da revista LA Weekly em junho de 2000. Ele ainda recebeu uma fatia do lucro do hit “Pump It”, da banda Black Eyed Peas, pelo uso do sample de “Misirlou” em 2006. Em uma entrevista de 2015 para a revista Billboard, finalmente admitiu que a idade e as doenças tinham lhe debilitado, assumindo que sofria de insuficiência renal, diabetes e muito mais. Mas também que isto não o impediria de continuar tocando. “Mesmo com minhas doenças, sou mais rápido com minhas mãos do que jamais fui”, ele afirmou, defendendo seu reinado até o fim. Reveja abaixo a performance de Dick Dale para seu maior sucesso em cena do filme “A Swingin’ Affair” e uma de suas participações musicais em “A Praia dos Amores”.
Jonah Hill dirige novo clipe do Vampire Weekend com participação de Jerry Seinfeld
A banda Vampire Weekend divulgou o clipe de “Sunflower”, que tem direção do ator Jonah Hill (“Anjos a Lei”) e participação do comediante Jerry Seinfeld (“Seinfeld”). O vídeo se passa quase todo numa mercearia e numa delicatessen tradicionais de Nova York com a câmera girando sem parar, enquanto o cantor Ezra Koenig passeia, toma café e cantarola a letra, acompanhado pelo guitarrista Steve Lacy da banda The Internet. Seinfeld aparece de forma casual, fazendo compras na deli, numa cena típica de quem cruzou por acaso com a equipe e respondeu ao pedido “posso te incluir no clipe?” com um icônico “Sure sure” – na inflexão que pode ser ouvida ao final do vídeo. “Sunflower” é o terceiro clipe dirigido por Jonah Hill, que antes gravou Sara Bareilles e Danny Brown. No ano passado, ele estreou como diretor de longa-metragem com o elogiadíssimo drama skater “Mid90s” – 78% de aprovação no Rotten Tomatoes. A faixa faz parte do quarto disco do Vampire Weekend, “Father Of The Bride”, um álbum duplo com 18 faixas previsto para 3 de maio. O disco anterior da banda, “Modern Vampires of the City”, foi lançado em 2013.
Selena Gomez e J Balvin participam de festa do pijama em clipe de Tainy e Benny Blanco
Tainy e Benny Blanco fizeram uma festa do pijama e convidaram Selena Gomez e J Balvin. O resultado está no novo clipe de “I Can’t Get Enough”, o mais recente de uma onda de sucessos que misturam inglês e espanhol. Benny Blanco, claro, é produtor de Selena Gomez e fabricante de hits à base de parcerias famosas – como Calvin Harris, Halsey e Khalid. Já Tainy é o produtor de reggaeton por trás de “I Like It”. O diretor do clipe, Jake Schreier, já tinha feito vídeos musicais com Selena Gomez e Benny Blanco. Mas é mais conhecido por sua outra atividade: diretor de cinema e séries. São dele os filmes “Frank e o Robô” e “Cidades de Papel”, além de episódios de séries como “Shameless”, “Kidding” e “Lodge 49”.
Hollywood Rock: Veja três novos clipes de músicas com Dylan Minnette, Ansel Elgort e Kate Mara
Com a produção dos clipes se tornando cada vez mais cinematográfica, as participações de estrelas de cinema e séries vem crescendo no formato. Três vídeos recentes de bandas e um rapper americanos chamam atenção por incluir famosos do cinema e da TV em suas “historinhas”. A participação de Dylan Minnette (de “O Homem nas Trevas” e “30 Reasons Why”) no vídeo do Wallow se diferencia das demais porque ele é um dos músicos – e, portanto, está em todos os clipes do trio de Los Angeles. O guitarrista Dylan formou a banda com dois amigos há muitos anos – eles participaram da Warped Tour de 2011 – e já tem vários singles, mas seu primeiro álbum, “Nothing Happens”, só vai chegar às lojas no dia 22 de março. No clipe de outra banda de Los Angeles, Local Natives, Kate Mara (“Perdido em Marte” e “Pose”) interpreta uma mulher rica, bonita, glamourosa e profundamente sozinha, que aparece vagando por um supermercado, uma lanchonete e uma mansão, solitária o tempo todo – ou acompanhada por alguém fora de cena, que corresponde à perspectiva da câmera. O quinteto já lança álbuns há dez anos e seu quarto disco, “Violet Street”, sai em abril. Mas a melhor aparição é de Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) no clipe do rapper J.I.D. Ele desperta totalmente vestido quando seu gato de estimação pula na cama, e então passa a tentar alimentá-lo, enquanto dança e fuma. Só que o bicho não quer a gororoba improvisada, o que faz o ator vestir um terno sobre a roupa que já está trajando, preparando-se para buscar comida de gato numa pet, enquanto o dia amanhece e J.I.D pode ser visto pela janela de seu apartamento, fazendo uma festa repleta de mulheres na cobertura do prédio vizinho. O detalhe é que toda esta encenação é uma refilmagem da cena de abertura de “Um Perigoso Adeus” (1973), com Elgort interpretando o papel do icônico detetive Philip Marlowe, vivido no filme noir de Robert Altman por Elliott Gould. Compare abaixo. Para completar, o título do disco de J.I.D também é uma referência hollywoodiana: “DiCaprio 2” – um dos melhores discos de rap do ano passado.
Volta dos Jonas Brothers vai virar documentário da Amazon
O retorno dos Jonas Brothers envolve mais do que apenas uma música nova – e seu respectivo clipe. A boy band, que voltou a se juntar pela primeira vez em seis anos para lançar a música “Sucker”, será tema de um novo documentário da Amazon. Descrito por Jennifer Salke, diretora da Amazon Studios, como um olhar “pessoal pelos bastidores”, o filme vai acompanhar os irmãos Jones em seu reencontro, intimidade e ensaios para a próxima turnê, e promete dar aos fãs uma visão do cotidiano das vidas de Kevin, Nick e Joe – bem como de suas esposas (e uma noiva) famosas. “Ver os irmãos juntos novamente é a notícia que todos esperavam, e mal podemos esperar para compartilhar este especial documental íntimo e envolvente com todos os nossos assinantes”, disse Salke, em comunicado. Ainda não há previsão de estreia para o documentário.
Lena Headey estreia como diretora em clipe estrelado por Maisie Williams
A cantora inglesa Freya Ridings lançou o clipe de “You Mean The World To Me”, que deve chamar atenção dos fãs de “Game of Thrones”, graças a quem participa diante e atrás das câmeras. O vídeo tem direção da atriz Lena Headey, a Cersei Lannister da HBO, que convidou Maisie Williams, intérprete de sua inimiga fidagal na série, Arya Stark, para protagonizar a historinha que ilustra a canção. O resultado explora emoções, ao acompanhar uma menina de pais separados, que sofre por não saber lidar com a situação. Ela cresce e vira Maisie, que diz coisas terríveis para o pai, como toda adolescente. E aí passa a sofrer ainda mais, por não ter tido a intenção de fazê-lo chorar. A encenação é uma interpretação literal da letra, que também faz sentido como confissão de uma amante após provocar o fim de um relacionamento. Diz a voz de Freya, a bela: “Eu disse coisas que não posso retirar/ E não sei como viver com isso… Eu sei que não te deixei ver/ Mas você significa o mundo pra mim/ E eu sei que posso ser bem má/ Mas você significa o mundo pra mim”. Em entrevista para a revista Variety, Lena Headey, que fez sua estreia como diretora no clipe, declarou ter se arrepiado quando ouviu a música pela primeira vez. “Eu tive uma reação emocional imediata à voz de Freya e a esta canção”. A própria cantora ficou impressionada com a visão de Headey para o vídeo, além da participação de Williams como atriz. “Quando soube que elas queriam trabalhar no clipe, fiquei lisonjeada. Elas são mulheres tão inteligentes, refletem a mulher para quem eu escrevi esta música: minha mãe”.
Jonas Brothers se rendem às suas mulheres famosas em clipe que marca a volta do trio musical
Os irmãos Jonas voltaram a gravar juntos após seis anos separados. O anúncio deveria vir numa participação do trio no quadro “Carpool Karaoke”, do programa “The Late Late Show with James Corden”, na segunda-feira (4/3). Só que o ritmo da internet acelerou os planos. Com o “segredo” vazado na semana passada, o reencontro dos Jonas gerou até contagem regressiva para o lançamento de um novo single, batizado de “Sucker”. O detalhe é que a música inédita também veio acompanhada de clipe. E além do trio fraterno formado por Joe, Nick e Kevin, o vídeo também juntou as respectivas caras metades de cada um, as atrizes Sophie Turner (“Game of Thrones”) e Priyanka Chopra (“Quantico”) e a ex-cabeleireira Danielle Jonas. A banda batizada de Jonas Brothers foi formada em 2005, quando os três ainda eram adolescentes, e estourou mundialmente graças à sua conexão com o Disney Channel, que os mostrou em “Hannah Montana”, lançou uma série do grupo (chamada “Jonas”) e ainda os promoveu nos dois telefilmes de “Camp Rock”. Mas os irmãos acabaram se separando ao atingir a maturidade. O motivo oficial foi “diferenças musicais”. E cada um seguiu seu caminho após 2013. O mais velho, Kevin, sumiu após aparecer em reality show sobre seu casamento. O bonitinho, Joe, manteve a carreira musical, embora sem o mesmo sucesso. O mais novo, Nick, também seguiu cantando, mas encontrou nova vocação, virando um ator bem-sucedido com a série “Kingdom” e o blockbuster “Jumanji: Bem-Vindo à Selva” – além de estar em mais três lançamentos de cinema de 2019. O vídeo de “Sucker” é o primeiro dos Jonas desde “First Time”, que os mostrava como (dois) solteirões (e um irmão mais velho) festejando em Las Vegas. Agora, eles cantam o o amor que sentem pelas esposas – e noiva, no caso de Sophie. Quanta diferença. “Eu fico bobo por você/ Você manda e eu vou pra qualquer lugar às cegas”, diz o refrão, em tradução bem livre. Curiosamente, o palácio do cenário e os figurinos inspirados em fábulas têm um toque de Disneylândia, mas para adultos, como uma versão hedonista de “Alice no País das Maravilhas”, com direito a jogos eróticos, excessos e musas empoderadas. A direção é de Anthony Mandler, que costuma assinar os clipes de Rihanna.
André Previn (1929 – 2019)
Morreu o compositor, maestro e pianista André Previn, quatro vezes vencedor do Oscar de Melhor Trilha Sonora, e ex-marido da atriz Mia Farrow. Ele tinha 89 anos e faleceu em sua casa em Manhattan, Nova York, de causa não revelada. Nascido em Berlim como Andreas Ludwig Priwin, o futuro músico fugiu da Alemanha durante a ascensão do nazismo, viajando ainda criança com sua família para os Estados Unidos. Eles se estabeleceram em Los Angeles, onde um parente já vinha fazendo sucesso profissional: o compositor Charles Previn, vencedor do Oscar pela trilha sonora do musical “100 Homens e uma Menina” (1937). A família inteira mudou o nome para Previn, que soava menos judeu. Mas como o pai não falava inglês, o único emprego que o ex-juiz alemão conseguiu foi como professor de piano. E isso empurrou o jovem Andreas, agora André, muito cedo para o mercado de trabalho, pois as contas da família não fechavam. A conexão com o tio famoso lhe deu uma chance em Hollywood, que acabou se transformando em carreira. O jovem arranjou um “bico” nos estúdios MGM em 1946, enquanto ainda cursava a Beverly Hills High School. Seu primeiro trabalho no estúdio foi como supervisor musical do noir “Correntes Ocultas” (1946), de Vincent Minelli. Tinha só 16 anos, o que o fez ser bastante explorado, enquanto construía uma fama de prodígio. Já no filme seguinte, foi promovido a compositor de músicas adicionais e pianista, sem créditos. Ao ser destacado para os musicais do estúdio, chegou a trabalhar em dois longas de Frank Sinatra antes de atingir a maioridade, como “compositor anônimo” das músicas adicionais de “Aconteceu Assim” (1947) e “Beijou-me um Bandido” (1948). Sua carreira progrediu rapidamente. Em um ano, escalou várias posições até assumir a trilha de seu primeiro filme. Foi promovido a maestro em “Ato de Violência” (1949), de Fred Zinnemann, passou a ser creditado como diretor musical em “Mercado Humano” (1949), de Anthony Mann, e virou compositor com “Sol da Manhã” (1949), de Richard Thorpe. Um ano depois, foi indicado ao primeiro Oscar, pela trilha de “Três Palavrinhas” (1950), também de Richard Thorpe. Comemorou a façanha aos 20 anos de idade. Ao todo, Previn concorreu 11 vezes ao Oscar, vencendo quatro, pelos musicais “Gigi” (1958), “Porgy e Bess” (1959), “Irma La Douce” (1963) e “Minha Bela Dama” (1964). No auge da carreira, ele surpreendeu a todos ao anunciar que iria dar um tempo nas composições de cinema para se dedicar à carreira musical. Tinha pouco mais de 30 anos e já pensava em se aposentar de Hollywood. E embora não tivesse abandonado prontamente as produções cinematográficas, ele não voltou atrás em sua decisão de se afastar das telas. A pausa original durou da comédia “Uma Loura Por um Milhão” (1966), de Billy Wilder, até “Delírio de Amor” (1971), de Ken Russell. E só foi uma pausa porque ele abriu uma exceção para o filme de Russell, devido ao tema: uma cinebiografia do compositor Tchaikovsky. Depois disso, aceitou apenas conduzir as orquestras responsáveis pelas gravações das trilhas, função que exerceu no musical “Jesus Cristo Superstar” (1973), que lhe rendeu sua última indicação ao Oscar, e na sci-fi “Rollerball: Os Gladiadores do Futuro” (1975). Longe do cinema, ele viu a carreira musical florescer, chegando a gravar cerca de 500 discos. Também foi maestro da várias orquestras, entre elas a Sinfônica e a Filarmônica de Londres, compôs músicas para a Broadway, sendo indicado ao Tony por suas canções de “Coco” (1969), criou duas óperas e recebeu seis indicações ao Emmy por trabalhos de TV. “Na MGM, você sabia que ia trabalhar no ano seguinte, sabia que seria pago”, Previn disse ao jornal The Guardian em 2008. “Mas eu era muito ambicioso musicalmente para me conformar com isso. Eu queria apostar em desenvolver o talento que poderia ter.” Em sua carreira musical, Previn foi extremamente versátil, estabelecendo-se inicialmente como um pianista de jazz (gênero a que voltou nos anos 1980), antes de se tornar reconhecido por seus muitos trabalhos de música erudita. De seus 10 prêmios Grammy (o “Oscar da música”), cinco foram conquistados por suas gravações clássicas, dois pelas trilhas sonoras, dois pelos discos jazz e um pelo álbum pop “Like Young”, de 1958. Em 2010, ele recebeu um Grammy honorário pelas realizações de sua carreira. O reconhecimento profissional foi acompanhado por uma vida pessoal atribulada. Previn se casou e se divorciou cinco vezes. O primeiro casamento, em 1952, foi com a cantora de jazz Betty Bennett, de quem se divorciou em 1957, poucos meses após ela dar luz à segunda filha do casal, Alicia Previn (violinista da banda irlandesa In Tua Nua e fundadora dos Young Dubliners). Ele teve uma extensa relação de trabalho com sua segunda esposa, a letrista, cantora, compositora e poeta Dory Previn. Casados em 1959, fizeram parceria em canções de filmes famosos como “Dois na Gangorra” (1962), “Um Amor do Outro Mundo” (1964), “À Procura do Destino” (1965) e “Harper – O Caçador de Aventuras” (1966). Dory lutou com problemas emocionais e psicológicos ao longo de seu casamento de 11 anos, e teve um colapso quando Previn lhe disse que a estava trocando por Mia Farrow. O compositor e a mãe do “Bebê de Rosemary” se casaram em 1970 e sua união durou apenas nove anos. Previn teve seis filhos com Mia, três biológicos e três adotados. Uma das crianças, Soon-Yi Previn, adotada na Coreia, acabou sendo pivô de um escândalo após a separação do casal. Em 1992, Farrow descobriu que seu então namorado Woody Allen estava tendo um caso com a jovem Soon-Yi. Logo em seguida, acusou o diretor de ter abusado da filha deles, Dylan, que ainda era uma criança. A polêmica dura até hoje, embora, em 1997, Soon-Yi e Woody Allen tenham se casado – e também adotaram duas meninas. Depois do seu quarto casamento (com Heather Sneddon em 1982, o mais longevo, que durou até 2002), Previn casou-se com a violinista alemã Anne-Sophie Mutter, posteriormente escrevendo um concerto de violino para ela. Divorciaram-se em 2006, mas continuaram amigos e a trabalhar juntos ocasionalmente.
Bohemian Rhapsody vai mostrar Freddie Mercury heterossexual em versão editada para a China
Não é só “Nasce uma Estrela” que vai ganhar uma nova versão após o Oscar 2019. “Bohemian Rhapsody” também. Mas enquanto o romance musical vai acrescentar músicas de Lady Gaga, a cinebiografia musical vai tirar as cenas que retratam Freddie Mercury consumindo drogas e se portando como um homem gay. A nova versão “reprimida” (antônimo de estendida) será exibida exclusivamente nos cinemas da China, onde o filme estreia em 22 de março. Os censores da China já tinham cortado a tradução da palavra “gay” no discurso de Rami Malek, ao vencer o Oscar de Melhor Ator, na noite de domingo (24/2). Mas, ao contrário da “democracia” russa, o regime do Partido Comunista chinês não tem uma política específica anti-gay. É uma discussão que não sai do armário, e que consiste em barrar sem explicações filmes que promovam este modo de vida. Dirigido pelo taiwanês Ang Lee, “O Segredo de Brokeback Mountain” (2005), por exemplo, não foi lançado comercialmente no país. Para a exibição no país, a Fox cortou cerca de um minuto do longa. E em vez de fomentar protestos, o corte cirúrgico, ironicamente, virou motivo de chacota por quem já achava ridícula a forma como “Bohemian Rhapsody” minimizou a sexualidade do cantor da banda Queen. Bastou tirar um minuto do longa para Freddie Mercury virar um macho man heterossexual. Mesmo com sua castração, o filme será lançado de forma limitada na China, via National Alliance of Arthouse Cinemas (NAAC), uma iniciativa público-privada dirigida pela China Film Archive e apoiada pelo Estado e por um consórcio de exibidores. No entanto, se a bilheteria for alta, a opção pode ser revisada e render um lançamento em mais salas.
Nasce uma Estrela vai voltar aos cinemas em versão estendida com música inédita
Depois da vitória da canção “Shallow” no Oscar 2019 – e de mais um choro de Lady Gaga numa premiação – , “Nasce Uma Estrela”, vai retornar aos cinemas americanos com uma música inédita. Será uma versão estendida com 12 minutos adicionais, boa parte deles ocupado para inclusão da canção “Clover”, cantada por Lady Gaga e Bradley Cooper. Outras cenas extras trazem versões estendidas de músicas como “Black Eyes” (que abre o filme), “Alibi” (cantada por Cooper) e até da cena em que Ally (Gaga) mostra “Shallow” pela primeira vez a Jackson (Cooper), no estacionamento de um supermercado. Outro momento originalmente cortado do filme, que vai retornar nesta nova versão, é a performance de “Is That Alright?” durante o casamento dos protagonistas. Ainda não há informações sobre a possível distribuição da versão estendida no Brasil. Mas essa edição provavelmente ganhará lançamento em Blu-ray.
Parceria entre Ludmilla e Anitta rende clipe
A cantora Ludmilla divulgou o clipe de “Favela Chegou”, registrado ao vivo e que destaca sua aguardada parceria com Anitta. A reunião das duas divas faz o chão tremer, tem direito a duelo de rebolado, e inclui muito desbunde. A música é batidão que celebra a si mesmo, elogio do ritmo das favelas e dos requebrados das quebradas, e integra o repertório de “Hello Mundo”, primeiro DVD – sim, ainda existe isso – de Ludmilla. Gravado no último dia 14 de fevereiro no Rio de Janeiro num palco de 43 metros e com 19 dançarinos, o projeto dirigido por Julio Loureiro e Fábio Lopes é um desfile de hits da cantora – como “Hoje”, “Cheguei”, “Te Ensinei Certin”, “Din Din Din”, “A Danada Sou Eu” e “Fala Mal de Mim” – , mas também traz músicas inéditas em colaborações com Jão, Léo Santana, Ferrugem e a dupla Simone & Simaria, além de um cover de Beyoncé, lembrando que Ludmilla é fã da americana.








