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Música

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  • Música

    Anitta lança novo clipe em favela e sofre patrulhamento nas redes sociais

    11 de julho de 2019 /

    Anitta fez nova parceria, que ganhou mais um clipe, outra vez passado numa favela. Trata-se de “Muito Calor”, música do porto-riquenho Ozuna, que teve seu vídeo gravado na “cobertura” de frente pro mar do morro do Vidigal. Há também a escadaria da Lapa, o Pão de Açúcar, o Corcovado e as praias, que compõem um cenário de cartão postal colorido para emoldurar as quebradas dos morros, num visual de comercial de favela pra turistas. Além de não trazer nada de novo, o clipe tem menos Anitta que o costume em outras parcerias latinas, como as feitas com Luis Fonsi, J. Balvin, Prince Royce, Sofia Reyes, Natti Natasha, Greeicy, etc. De acordo com a cantora, entre todo seu repertório, “Muito Calor” é a música preferida do novo namorado, o surfista Pedro Scooby. Pois é, Anitta agora também é Fofocalizando. E ela acabou chamando mais atenção que a música mesmo, na usina de intrigas das redes sociais. Seu visual no vídeo, com os cabelos cacheados, virou alvo de protestos e acusações de apropriação cultural. Ela foi enquadrada por usar as madeixas com mais cachos nos clipes que fazem referência às suas origens na favela. “Negra legítima, Wakanda está em festa”, debochou um tuiteiro. “Ih ó, ficou negra de novo. Anitta nem esconde que todo clipe em favela ela tem que se apropriar. Sinceramente, é ridículo. Todos os clipes são iguais, esse looping começou em ‘Vai Malandra’ e até hoje parecem todos a mesma coisa”, escreveu outra. Pois é. Anitta, que jamais seria confundida com uma europeia, não pode parecer negra de acordo com o povo politicamente (bem in)correto das redes sociais. Logo ela, que fotos antigas revelam ter cabelos mais crespos que os do clipe – os cabelos lisos são resultado de produtos químicos e não tem nada a ver com etnia… Este “racismo de esquerda” só contribui para perseguir e isolar os mestiços numa categoria racial do limbo, no país mais miscigenado do mundo. Sugestão de tema que ainda aguarda um bom funk.

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  • Música

    Beyoncé revela música de álbum inédito inspirado por O Rei Leão

    9 de julho de 2019 /

    A Disney anunciou que Beyoncé vai estender seu envolvimento com “O Rei Leão” num disco derivado do filme. A cantora, que dubla a leoa Nala na nova versão do clássico animado, será curadora, produtora e também cantará num álbum com músicas inéditas, que não será a trilha sonora oficial da produção cinematográfica. Enquanto a trilha oficial trará as músicas conhecidas do desenho clássico, o disco de Beyoncé reunirá novos trabalhos de outros artistas sobre temas ligados ao desenho. Não é a primeira vez que a Disney toma esse tipo de iniciativa. O lançamento de “Pantera Negra” também foi acompanhado por um disco com trilha “alternativa”, produzido com curadoria do rapper Kendrick Lamar. Batizado de “The Lion King: The Gift” – e, em português, de “O Rei Leão: O Presente” – , o lançamento é descrito como “um álbum com artistas globais imersos nos sons da África”. O primeiro single, “Spirit”, é cantado por Beyoncé e foi disponibilizado na terça (9/7). Ouça abaixo. Os demais artistas que participam do projeto musical ainda não foram divulgados. O álbum será lançado em 19 de julho, um dia depois da estreia de “O Rei Leão” no Brasil.

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  • Filme,  Música

    Turma da Mônica: Laços ganha clipe com música de Tiago Iorc

    5 de julho de 2019 /

    O canal da Turma da Mônica no YouTube divulgou o clipe de “Laços”, música de Tiago Iorc feita para a trilha sonora de “Turma da Mônica: Laços”, em cartaz nos cinemas. O vídeo é composto por cenas do primeiro filme live-action dos personagens dos quadrinhos de Mauricio de Sousa, dirigido por Daniel Rezende (“Bingo – O Rei das Manhãs”). A ideia é que a música fosse inédita no lançamento do filme. Ela foi especificamente encomendada para a produção em 2017, com indicação do momento em que deveria tocar no longa e envio do roteiro para Iorc usar como base ao criar a letra. Entretanto, “Laços” acabou saindo antes num disco do músico, “Reconstrução”, lançado em maio. O detalhe é que todas as 13 faixas do álbum ganharam clipes com participação da modelo/musa Michele Alves, inclusive a do filme. Assim, o clipe de “Turma da Mônica: Laços” acabou sendo o segundo da canção. Mas a proximidade das obras trouxe uma curiosidade. Pela coincidência do corte de cabelo, Michele até lembra uma versão mais velha (“Mônica Jovem”) da intérprete de Mônica, a estreante Giulia Benitte. Confira os dois clipes abaixo.

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  • Música

    Post Malone vira zumbi e encontra atriz de Supernatural em novo clipe

    5 de julho de 2019 /

    O rapper emo Post Malone lançou um novo clipe, em que ganha uma nova tatuagem à facada na garganta. Mas os detratores não tem muito tempo para comemorar, pois nem isso o impede de cantar. Ele morre, mas volta como zumbi para continuar sua trajetória horripilante de sucesso. O clipe de “Goodbyes” tem participação do rapper Young Thug e da atriz Kathryn Newton. Ela é a única a não fugir quando o zumbi Malone encontra a gangue que o matou. Também pudera. Está acostumada a enfrentar coisa pior na série “Supernatural”, onde vive a caçadora de monstros Claire Novak. A atriz também faz parte do elenco das séries “Big Little Lies” e “The Society”. A direção é de Colin Tilley (de clipes de Iggy Azalea, Justin Bieber e Tyga), que se inspirou na iconografia “rebelde” dos anos 1950, com delinquentes, jaquetas de couro e penteados estilizados. Só que o resultado lembra mais as sci-fi trash pós-apocalípticas dos anos 1980 – com delinquentes, jaquetas de couro e penteados estilizados. “Goodbyes” é a primeira faixa inédita de Post Malone em 2019, ainda que ele tenha se mantido nas paradas musicais com “Wow” e “Sunflower” (da trilha de “Homem-Aranha no Aranhaverso”).

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  • Música

    Clipe e vídeo de bastidores de Emicida emocionam com histórias de superação

    5 de julho de 2019 /

    O rapper Emicida lançou um dos clipes mais emocionantes do ano, “AmarElo”, em parceria com Pabllo Vittar e Majur. O tom é estabelecido por uma gravação de desabafo depressivo e construído em torno de um refrão de Belchior (da música “Sujeito de Sorte”) sobre sofrimento, enfrentamento de dificuldades e superação. Gravado no Morro do Alemão, no Rio de Janeiro, o clipe trouxe vários personagens da comunidade carioca como figurantes. O detalhe é que suas histórias enriquecem muito a mensagem musical, como demonstrou um segundo vídeo, dedicado a depoimentos dessas pessoas. Elas são Tuany Nascimento, professora de balé do projeto Na Ponta dos Pés, que ensina meninas a dançar quando não há tiroteios, Lu Costa, estilista e “costureira de raiz”, que perdeu sua oficina num incêndio e tatuou uma fênix para recomeçar, Jalmyr Vieira, bacharel de Direito que foi o único negro de sua turma, mais atletas amputados, dançarinos sobreviventes e outros. As histórias de superação individual se completam com as participações de Pabllo Vittar e Majur, que representam a comunidade LGBTQIA+. O próprio Emicida escreveu o roteiro do clipe, que teve direção de Sandiego Fernandes (dos documentários “Trans” e “Samba na Caixinha”, ambos da GloboNews). O single também dá nome ao novo disco de Emicida, que sai ainda neste ano.

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  • Música,  Série

    Série sobre a história da banda de rap Wu-Tang Clan ganha primeiro trailer

    4 de julho de 2019 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro trailer de “Wu-Tang: An American Saga”, minissérie que conta a história da banda de hip-hop Wu-Tang Clan. A prévia ilustra a juventude dura dos futuros astros do rap ao som de hits clássicos da banda. Desenvolvida por um dos fundadores do Wu-Tang Clan, The RZA, em parceria com o roteirista Alex Tse (“Watchmen: O Filme” e “Superfly”), a trama se passa no começo dos anos 1990 em Nova York e revela como Bobby Diggs (o próprio The RZA) conseguiu unir uma dezena de jovens de personalidades distintas, que se encontravam divididos entre a música e o crime, para dar origem a uma das mais improváveis histórias de sucesso da música popular americana. Reverenciado pela forma como juntou hip-hop e paixão pelo kung fu clássico de Hong Kong em seu disco de estreia, criando um som distinto e inigualável, Wu-Tang Clan se tornou um dos grupos mais influentes do hip-hop em todos os tempos. Ao todo, a banda lançou cinco álbuns, que viraram ouro e platina e venderam 40 milhões de cópias em todo o mundo, além de ter rendido carreiras individuais bem-sucedidas para a maioria de seus integrantes. O elenco inclui Ashton Sanders (“Moonlight”), Shameik Moore (“Dope: Um Deslize Perigoso”), os rappers Dave East (“Beats”) e Joey Bada$$ (“Mr. Robot”) e outros. Com produção da Imagine Television, a minissérie conta com a produção de outro membro do grupo, Method Man, e inclui Ghostface Killa, Inspectah Deck, Masta Killa e GZA, bem como herdeiros de Ol ‘Dirty Bastard (falecido em 2004), como consultores. “Wu-Tang: An American Saga” será a segunda série musical da Imagine, que produz “Empire” na Fox. A produtora do cineasta Ron Howard também é responsável pelas séries de maior sucesso do canal pago National Geographic, “Genius” e “Mars”. A estreia está marcada para 4 de setembro nos Estados Unidos.

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  • Música

    Miley Cyrus lança clipe feminista com participação de sua mãe e ativistas

    2 de julho de 2019 /

    Miley Cyrus lançou o clipe de “Mother’s Daughter”, em que retoma batidas de pop eletrônico e postura mais sexual. A diferença é que desta vez não se trata de rebeldia adolescente, mas de expressão artística de uma mulher tão bem resolvida que inclui a própria mãe, Leticia “Tish” Cyrus, entre as convidadas do vídeo para ilustrar empoderamento – não apenas feminino, mas LGBTQIA+. Amparada por uma direção de arte glamourosa, que combina sado-masoquismo, parada LGBTQIA+ e super-heróis, Miley reúne diversos nomes da cena alternativa americana – entre artistas e ativistas, aparecem os modelos trans Aaron Philip e Casil McArthur, a skatista Lacey Baker, a dançarina Amazon Ashley, a atriz Angelina Duplisea e a ativista de 11 anos Mari Copeny – , para se assumir politicamente feminista e queer. O clipe é repleto de slogans, de “a virgindade é uma construção social” e “o pecado está em seu olhar” até “não é um objeto” e “meu corpo, minhas regras” (frases escritas sobre corpos femininos nus), sem abrir mão da sensualidade explícita. O que deve dar curto-circuito em machistas que propagam que feministas são feias e assexuadas. Miley demonstra como o feminismo é, na verdade, um afrodisíaco poderoso. Mas também algo que pode representar um ato maternal, como amamentação – uma das imagens do vídeo. “Deve ser devido a alguma coisa na água ou que eu sou filha da minha mãe”, ela diz na canção, juntando empoderamento e família – e lá se vai outro pedaço do cérebro conservador para o chão. A direção é do cineasta francês Alexandre Moors, que após chamar atenção com o drama indie “Chevrolet Azul” (2013) tem se especializado em clipes de rappers americanos, como ScHoolboy Q e Kendrick Lamar. A música “Mother’s Daughter” faz parte do EP “She Is Coming”, com título de duplo sentido, lançado por Miley em maio. A cantora anunciou que o disco de seis faixas será o primeiro de uma trilogia, que deve ser completada ainda este ano com os EPs “She Is Here” e “She Is Everything”.

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  • Filme,  Música

    Ansel Elgort, Miles Teller e Harry Styles disputam papel de Elvis em cinebiografia

    1 de julho de 2019 /

    O cineasta Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”) começou a testar um grupo de atores jovens e famosos para definir o intérprete de Elvis Presley em seu filme sobre o lendário cantor. Segundo apurou o site Deadline, os testes envolvem cantar e se movimentar como o Rei do Rock. Para demonstrar como a disputa está acirrada, entre os candidatos estão Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”), Miles Teller (“Whiplash”), Austin Butler (“The Shanara Chronicles”), Aaron Taylor-Johnson (que foi John Lennon em “O Garoto de Liverpool”) e até o cantor Harry Styles (“Dunkirk”). Além de buscar um intérprete para Elvis, a Warner abriu negociações com o ator Tom Hanks (“The Post”) para o papel do Coronel Tom Parker, empresário do cantor. O filme vai se focar na ascensão e no auge de Presley, destacando seu relacionamento com o trapaceiro nascido na Holanda que ganhou seu posto de “coronel” como título honorário. Parker estava tendo dificuldades para iniciar sua carreira como empresário musical quando se deparou com Elvis em meados dos anos 1950 e ficou impressionado com o talento do jovem (que ainda não tinha 18 anos na época). Ao longo de dois anos, ele adquiriu todos os contratos e pagou todas as demais figuras que cuidavam da carreira do cantor para se tornar seu representante exclusivo. E com sua direção, Elvis se tornou o Rei do Rock – algo que a América nunca tinha visto antes. Luhrmann escreveu o roteiro com Craig Pearce, seu parceiro em “O Grande Gatsby” e “Moulin Rouge”. Ainda não há previsão para a estreia.

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  • Filme,  Música

    Bohemian Rhapsody transformou Queen na maior banda de rock de 2019

    27 de junho de 2019 /

    Sem lançar um hit desde a década de 1990, Queen se transformou na banda de rock mais bem-sucedida de 2019. Tudo graças ao filme “Bohemian Rhapsody”. Um balanço de meio do ano da Nielsen Music divulgado nesta quinta-feira (27/6) revelou que a trilha sonora de “Bohemian Rhapsody”, que venceu quatro prêmios no Oscar, foi o título de rock de melhor venda nos primeiros seis meses de 2019. E o detalhe é que a compilação “Greatest Hits 1”, do Queen, ficando em 2º lugar. O Queen vendeu mais de 731 mil álbuns – mais do que qualquer outro artista do gênero – e teve mais de 1,3 milhão de downloads digitais, segundo a Nielsen. Em fevereiro, o Queen se tornou a primeira banda de rock a abrir a cerimônia do Oscar, em Hollywood, com uma performance ao vivo de “We Will Rock You” e “We Are the Champions”. A performance de Lady Gaga e do ator e diretor Bradley Cooper nos palcos do Oscar de seu dueto “Shallow”, do filme “Nasce uma Estrela”, também fez as vendas aumentarem. A balada romântica teve 648 mil músicas digitais baixadas até agora no ano, de acordo com o relatório. O filme biográfico de Elton John, “Rocketman”, também levou a um aumento de 138% nas vendas de álbuns do cantor e compositor britânico na primeira semana após o lançamento do filme nos cinemas, em 31 de maio. O relatório usou dados de vendagens registradas entre 4 de janeiro e 20 de junho.

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  • Música

    Novo clipe de Madonna faz crítica violenta contra a política de liberação de armas

    26 de junho de 2019 /

    Madonna lançou o clipe de “God Control”, que faz uma crítica contundente à política de armas dos Estados Unidos, a mesma que o governo Bolsonaro tenta copiar no Brasil. Já no começo, o vídeo avisa ao espectador que as imagens contém cenas de violência brutal. Iguais às que acontecem todo o dia. E a seguir passa a exibir imagens de TV sobre os protestos de adolescentes contra o massacre de colegas de sua escola, enquanto Madonna redige seu próprio protesto em forma de letra musical, antes de sair para uma balada, ser assaltada no caminho e, após chegar a seu destino, morrer sob as balas de uma assassino armado, que dispara contra os frequentadores da boate. A edição não segue ordem cronológica e ainda inclui cenas mórbidas de caixões decorados com flores numa igreja barroca, enquanto um coro de crianças embala a parte sacra da canção. Ao final, o vídeo mostra dados estatísticos de assassinatos por armas de fogo nos Estados Unidos e exige maior controle estatal (proibição) sobre o comércio de armas. Há muitas referências visuais na obra, entre elas a recriação do ataque armado à boate Pulse, em Orlando, nos EUA, em 2016, quando um atirador matou 49 pessoas num ato de homofobia raivosa. Entretanto, a cena do crime lembra mais a pista do famoso clube Studio 54, o primeiro que Madonna visitou ao se mudar para a cidade de Nova York na década de 1970. Assim como essa justaposição, a música que acompanha a politização de Madonna atira para os todos os lados, num surto esquizofrênico que abraça gospel, house, disco music, rap, techno e electropop, alternando-se bruscamente entre suas diferentes partes/personalidades. A direção é de Jonas Åkerlund, que tem longa relação com Madonna, desde os bons tempos de “Ray of Light” (1998). Nos últimos anos, ele tem trabalhado mais como diretor de filmes, como “Lords of Chaos” (2018), cinebiografia da banda Mayhem, e “Polar” (2019), adaptação de quadrinhos lançada na Netflix. A música “God Control” faz parte do disco “Madame X”, lançado em 14 de junho, que se tornou o nono álbum da Madonna a atingir o topo da parada da Billboard.

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  • Música

    Nova parceria de Anitta e Major Lazer ganha clipe/comercial de bebida

    26 de junho de 2019 /

    O novo clipe internacional de Anitta, “Make It Hot”, chegou no YouTube assumindo sua condição de comercial da Bacardi. Garrafas com o rótulo da marca de bebida recebem mais closes que os artistas no começo do vídeo, e o nome da fabricante de rum ainda aparece em letras “garrafais” nos créditos finais. A peça publicitária com música inédita é a segunda parceria entre a brasileira e Major Lazer, projeto do DJ e produtor americano Diplo, após o sucesso de “Sua Cara”. O vídeo patrocinado pela Bacardi foi gravado na Costa Rica e, apesar do título em inglês, traz Anitta cantando em espanhol. Ela aparece entre aposentos coloridos de uma casa tropical e uma festa comandada por Diplo, acompanhada por duas dançarinas carismáticas, enquanto os outros integrantes do grupo (Walshy Fire e Ape Drums) fingem que fazem alguma coisa, ao fundo das cenas. A direção é de Jovan Todorovic, diretor sérvio do thriller “The Belgrade Phantom” (2009) e da campanha comercial da Adidas “See My Creativity”, no ano passado.

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  • Filme,  Música

    Carreira de Claudinho e Buchecha vai virar filme

    26 de junho de 2019 /

    A história de Claudinho e Buchecha, dupla musical de sucesso dos anos 1990, vai ganhar uma cinebiografia. A revelação foi feita por Buchecha para o colunista Leo Dias. Produção da Urca Filmes, o longa será lançado em 2020 e recebeu o título de “Nosso Sonho”, mesmo nome de uma música do disco de estreia da dupla, lançado em 1996. A produção vai abordar a vida e a carreira dos dois amigos, que começaram a cantar rap quando eram adolescentes em São Gonçalo, no Rio, venceram concursos e explodiram nas paradas de sucesso com hits como “Só Love”, “Quero te Encontrar”, “Conquista” e o citado “Fico Assim Sem Você”. Eles lançaram seis discos até a morte acidental de Claudinho, em 2002. “Será um filme que conta toda a trajetória da dupla”, disse Buchecha. “Pegaram histórias da minha família, coisas que eu contei sobre nós, da família do Claudinho, relatos de fãs. Está bem completo. Tenho certeza que será muito premiado e vai emocionar e surpreender” Relembre um dos maiores hits da dupla abaixo.

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  • Filme,  Música

    Ator de Trainspotting vira dono da gravadora Creation em primeira foto de cinebiografia

    25 de junho de 2019 /

    A produtora Burning Wheel divulgou a primeira foto de “Creation Stories”, filme sobre a influente gravadora britânica Creation Records, que realizou uma revolução musical nos anos 1980. A imagem traz o ator escocês Ewen Bremner (o Sput de “Trainspotting” e sua continuação) caracterizado como Alan McGee, o fundador e dono da gravadora. O ator não é o único egresso de “Trainspotting” no projeto. O roteiro foi escrito por Irvine Welsh, autor do livro que virou “Trainspotting”, e a produção está a cargo de Danny Boyle, o diretor daquele filme. “Creation Stories” é baseado na autobiografia de McGee, intitulada “The Creation Records Story: Riots, Raves and Running a Label”. O lendário empresário escocês ganhou projeção ao montar um club londrino, The Living Room, que virou palco do movimento que culminou na formação da geração indie original, em meados da década de 1980 – a cena batizada como “C86” (classe de 86). Ele também tinha uma banda, a Biff Bang Pow, e foi o primeiro empresário do Jesus and Mary Chain, além de ter gravado o primeiro single do grupo. The Jesus and Mary Chain não foi a única banda famosa lançada pela Creation, que também gravou discos do Primal Scream, My Bloody Valentine, Teenage Fanclub, House of Love, Ride e até Oasis. Depois de vender metade de sua gravadora para a Sony nos anos 1990 e ver o Oasis explodir nas paradas, McGee ainda se envolveu na política, ajudando a passar uma lei de apoio financeiro a músicos insolventes. O último lançamento da Creation foi o disco “XTRMNTR”, da banda Primal Scream, em 2000. McGee fechou a gravadora após ficar insatisfeito com a direção comercial da Sony. O velho produtor ainda se aventurou a criar novas gravadoras e clubs, mas encontrou mais sucesso ao ressuscitar o nome Creation em 2014 para empresariar músicos, como seus velhos amigos do Jesus and Mary Chain e Happy Mondays. Ele também é crítico musical e blogueiro, e atualmente escreve na versão britânica do site Huffington Post. O filme tem direção do ator Nick Moran, que virou diretor com outra cinebiografia de produtor prodígio, “Telstar: The Joe Meek Story” (2008). O elenco inclui Suki Waterhouse (“Pokémon: Detetive Pikachu”), Rupert Everett (“O Lar das Crianças Peculiares”), Jason Flemyng (“X-Men: Primeira Classe”), Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”), Kirsty Mitchell (“Dupla Explosiva”), Mel Raido (“Lendas do Crime”) e Matthew Durkan (“Coronation Street”) como William Reid, o guitarrista do Jesus and Mary Chain. Ainda não há previsão para o lançamento.

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