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Música

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  • Música

    Joni Mitchell transforma hit de 50 anos em clipe inédito de Natal

    24 de dezembro de 2021 /

    A cantora Joni Mitchell divulgou em sua página oficial do YouTube o clipe de “River”, música do álbum clássico “Blue”, que completou 50 anos em junho passado. Ela tinha 28 anos quando lançou o disco, o quarto de sua carreira e um dos mais elogiados. Meio século depois, uma das músicas mais tristes do disco ganha seu primeiro clipe, e na data perfeita, como assinalam os acordes iniciais de “Jingle Bells” ao piano, que abrem a canção. A própria Joni explicou a referência, em mensagem compartilhada nesta sexta (24/12) nas redes sociais: “‘River’ fala de arrependimento ao fim de um relacionamento, mas também trata da solidão na época do Natal. Uma canção de Natal para as pessoas que estão sós no Natal! Precisamos de uma música assim”. Vale lembrar que a composição foi influenciada pela separação da cantora e Graham Nash, do grupo Crosby, Stills, Nash & Young, por isso o tom triste. Depois da gravação original, “River” ganhou mais de 400 versões de artistas tão diversos quanto Barry Manilow e Olivia Rodrigo, sem esquecer o ex-namorado da cantora, James Taylor. O clipe da música de 1971 foi dirigido por Matvey Rezanov, que trabalhou nas animações “Coraline e o Mundo Secreto” (2009) e “Paranorman” (2012), transformando imagens conhecidas de Joni de patins no gelo numa bela animação em preto e branco.

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  • Filme,  Música

    Pré-seleção do Oscar de Melhor Canção inclui de Ariana Grande a U2

    21 de dezembro de 2021 /

    A lista dos pré-selecionados na categoria de Melhor Canção do Oscar 2022, divulgada nesta terça (21/12) pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, incluiu vários artistas consagrados, indo alfabeticamente de Ariana Grande à U2. A principal curiosidade da relação com 15 títulos é que o Oscar pode apresentar a primeira disputa direta da carreira do casal Beyoncé e Jay-Z, que juntos venceram 51 Grammys. Para isto acontecer, a gravação de “Be Alive”, da trilha de “King Richard: Criando Campeões”, precisa se qualificar junto com “Guns Go Bang”, do western da Netflix “Vingança & Castigo”. Apesar de estar na estrada há mais de 40 anos, a banda U2, que compete pelo desenho “Sing 2”, não é a mais veterana da seleção. Há uma dupla de irmãos com mais de 50 anos de atividade, além de dois artistas com cerca de 60 anos de trajetória que buscam suas primeiras indicações ao Oscar: a banda Sparks, pela trilha de “Annette”, Brian Wilson, por uma gravação inédita de um documentário em sua homenagem, e Van Morrison, pela participação na trilha de “Belfast”, filme favorito a muitos prêmios. Entre os mais jovens, os destaques são Billie Eilish, que já venceu um Grammy pela faixa de “007 – Sem Tempo para Morrer”, a menciona Ariana Grande, na disputa pela comédia “Não Olhe para Cima”, e H.E.R., que retorna com o drama “Ferida” após sagrar-se vencedora do Oscar da categoria em 2021, pela trilha de “Judas e o Messias Negro”. Os 5 indicados (finalistas) de cada categoria serão anunciados no dia 8 de fevereiro. Já a cerimônia de premiação está marcada para 27 de março em Los Angeles, com transmissão ao vivo para o Brasil pelo canal pago TNT e pela plataforma Globoplay. Confira abaixo as 15 músicas que estão no páreo.     ANNETTE | So May We Start?       BELFAST | Down To Joy       BRIAN WILSON: LONG PROMISED ROAD | Right Where I Belong       FERIDA | Automatic Woman       CINDERELLA | Dream Girl       NO RITMO DO CORAÇÃO | Beyond The Shore       QUERIDO EVAN HANSEN | The Anonymous Ones       NÃO OLHE PARA CIMA | Just Look Up       ENCANTO | Dos Oruguitas       FOUR GOOD DAYS | Somehow You Do       VINGANÇA & CASTIGO | Guns Go Bang       007 – SEM TEMPO PARA MORRER | No Time To Die       RESPECT- A HISTÓRIA DE ARETHA FRANKLIN | Here I Am (Singing My Way Home)       KING RICHARD: CRIANDO CAMPEÃS | Be Alive       SING 2 | Your Song Saved My Life  

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  • Música

    Lorde lança mais um clipe ensolarado à beira-mar

    21 de dezembro de 2021 /

    A cantora Lorde divulgou um novo clipe extraído do álbum “Solar Power”. Para acompanhar a balada folk melancólica “Leader of a New Regime”, a artista neozelandesa realizou um clipe contemplativo, que a fotograva em meio à natureza, em uma praia rochosa. Dirigido por Joel Kefali e Ella Yelich-O’Connor, “Leader of a New Regime” reforça o clima ensolarado dos últimos clipes de Lorde, “Solar Power”, “Mood Ring” e “Fallen Fruit”, todos assinados por Kefali e com canções do novo disco.

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  • Música

    Playlist: 10 clipes para conhecer melhor a nova geração dark e cold wave

    19 de dezembro de 2021 /

    A nova seleção de lançamentos da geração sombria do século 21 traz sons góticos, darkwave e cold wave, valorizando tons graves de baixo, teclados glaciais e batidas para dançar quase parado, sem sair do lugar. É praticamente uma viagem sonora no tempo, que resgata até imagens gravadas numa festa gótica de 1983, com os cabelões e os figurinos do pós-punk, num clipe recém-lançado pela banda banda francesa Je T’aime. Outros artistas exploram o climão com clipes cheios de neblina, como Møaa, banda da cantora e compositora americana Jancy Rae, que gravou seu primeiro álbum neste ano na Itália. Mas se lá atrás a referência dos góticos eram os vampiros de “Fome de Viver”, agora são zumbis pós-“The Walking Dead” que aparecem no clipe da canadense Actors. Vale reparar que, mesmo com as referências assumidas de The Cure, Siouxie and the Banshees, Joy Division e de um cover synthpop de Bauhaus, nenhuma das bandas opta pelo exagero caricatural que marcou o underground gótico dos anos 1990 e 2000, de maquiagem e estilo praticamente metaleiros. A nova turma é adepta do pretinho básico. E da dramaticidade contida. Como sempre, os vídeos foram alinhados de forma a sugerir uma discotecagem contínua. É só dar play abaixo e deixar tocar. Møaa | EUA | This Eternal Decay | Itália | Ash Code | Itália | Actors | Canadá | Rosegarden Funeral Party | EUA | Black Doldrums | Inglaterra | Ductape | Turquia | Echoberyl | França | Je T’aime | França | Johnny Hunter | Austrália

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  • Música,  Série

    Cantores do Lagum e Anavitoria vão estrelar série da Disney+

    18 de dezembro de 2021 /

    A nova série “Tá Tudo Certo”, em desenvolvimento para a plataforma Disney+, definiu seu elenco, formado basicamente por cantores. Na história, que se passa em São Paulo, jovens músicos enfrentam os dilemas do sonho da carreira artística diante da realidade e planos de futuro, numa época em que métricas e algoritmos pautam a indústria da música pop. O casal principal será vivido por Pedro Calais, da banda Lagum, que interpreta um estagiário com planos de virar uma estrela, e Ana Caetano, da dupla Anavitória, intérprete de uma cantora e compositora que leva Pedro a aprender a curtir mais a vida. O elenco também conta com participações de Manu Gavassi, Clara Buarque, Vitão, Julia Mestre, Gita Delavy, Agnes Nunes e Toni Garrido, entre outros. A participação dos astros da música pop nacional foi facilitada pelo envolvimento de Felipe Simas. O produtor artístico cuida das carreiras de Anavitória e Manu Gavassi, e se juntou ao músico Rubel e ao escritor Raphael Montes para desenvolver a série de streaming. Curiosamente, o projeto coloca Raphael Montes, que criou “Bom Dia, Verônica” na Netflix e escreveu os filmes sobre o caso Richthofen na Amazon, num universo completamente diferente das histórias de crimes que costumam ser associadas a seu nome, embarcando em seu primeiro projeto musical. Um detalhe curioso da série é que todos os personagens compartilham o primeiro nome de seus intérpretes, mas são todos fictícios. A ideia da produção partiu de Simas, que foi também idealizador e produtor do filme “Ana e Vitória” (2018). “Depois do filme ‘Ana e Vitória’, me apaixonei por fazer cinema. Mas como meu universo é o da música, minha ideia é, sempre que possível, unir uma coisa à outra. Nesse novo projeto com a Disney, não será diferente”, contou o produtor em comunicado. A previsão de lançamento é para 2022.

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  • Filme,  Música

    Lulu Santos e Iza vão estrelar romance musical da Amazon

    17 de dezembro de 2021 /

    A Amazon Prime Video anunciou que os cantores Lulu Santos e Iza farão parte do elenco do romance musical “Um Ano Inesquecível – Outono”. Com a cidade de São Paulo como pano de fundo, “Um Ano Inesquecível – Outono” conta a história de um casal improvável vivido por Gabz (“Me Sinto Bem Com Você”) e Lucas Leto (“Bom Sucesso”). Enquanto ela odeia música e se foca em arranjar trabalho para ajudar em casa, ele é um jovem músico de rua que sonha em viver da sua arte. Mesmo assim, a paixão entre os dois acontece, e em um dos lugares mais simbólicos de São Paulo: a Avenida Paulista. “Um Ano Inesquecível – Outono” marca o primeiro trabalho de direção de Lázaro Ramos para a Amazon, após assinar contrato para desenvolver projetos na plataforma em setembro. O roteiro de Keka Reis (“BugiGangue no Espaço”), em colaboração de Caroline Fioratti e Thamyra Thâmara, adapta um conto de Babi Dewet, que integra uma antologia temática sobre as quatro estações do ano, com histórias assinadas também por Thalita Rebouças, Paula Pimenta e Bruna Vieira. Além dos artistas citados, o elenco conta ainda com Bukassa Kabengele, Bibba Chuqui, Maria Calu, Rael, Mharessa, Nicolas Lee, Leo Israel e Cláudia Okuno. Além de “Um Ano Inesquecível – Outono”, a Amazon pretende adaptar os outros contos da antologia, lançando em seguida “Um Ano Inesquecível – Inverno”, depois “Um Ano Inesquecível – Primavera” e terminando com “Um Ano Inesquecível – Verão”.

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  • Filme,  Música

    Filmes de Aretha e Pixinguinha chegam nas locadoras digitais

    17 de dezembro de 2021 /

    Os destaques das locadoras digitais incluem três cinebiografias, duas delas musicais: “Respect: a História de Aretha Franklin”, que pulou os cinemas brasileiros devido à pandemia, e “Pixinguinha, um Homem Carinhoso”, que passou como um relâmpago pelo circuito limitado no mês passado. Entre outros filmes inéditos no parque exibidor nacional, há até produções com grandes astros de Hollywood, como Matt Damon e Nicolas Cage. Confira abaixo os 10 lançamentos mais interessantes que chegam ao catálogo dos serviços de VOD (video on demand) neste fim de semana.     RESPECT: A HISTÓRIA DE ARETHA FRANKLIN | Apple TV+, Google Play, YouTube   Aretha Franklin escolheu pessoalmente, ainda em vida, a cantora Jennifer Hudson para representá-la nas telas, após vê-la no filme “Dreamgirls”, que rendeu um Oscar à artista. A produção tenta resumir sua trajetória da infância na Igreja até sua consagração como Rainha do Soul, cantando clássicos imortais como “Think”, “(You Make Me Feel Like) A Natural Woman” e a faixa-título “Respect”, além de apresentar seu conturbado relacionamento com o marido Ted White. Apesar da amplitude o recorte, o fio condutor é seu crescente empoderamento.     PIXINGUINHA, UM HOMEM CARINHOSO | NOW, Vivo Play   Um dos artistas mais importantes da música brasileira se materializa em interpretação de Seu Jorge (o “Marighella”), que, além de atuar, também toca de verdade os instrumentos de sopro que consagraram o grande maestro, aumentando a credibilidade da representação. Escrita por autores da Globo, a produção opta por condensar 75 anos de vida em 100 minutos, em vez de se concentrar num período específico, resultando numa trama episódica com grandes saltos sobre a época e a trajetória do compositor de “Carinhoso”, “Lamentos” e “Benguelê”.     STILLWATER: EM BUSCA DA VERDADE | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   O drama estrelado por Matt Damon (“Jason Bourne”) e dirigido por Tom McCarthy (“Spotlight: Segredos Revelados”) é vagamente inspirado pela história real de Amanda Knox, universitária americana condenada (e depois inocentada) por assassinato de uma colega de quarto na Itália – bastante midiático, o “true crime” rendeu outros filmes e documentários. Seu diferencial é apresentar a trama pelo ponto de vista do pai da jovem. Na trama, mesmo sendo um estrangeiro e sem saber como agir na Itália, o personagem vivido por Damon começa uma perigosa investigação por conta própria, que coloca em risco até as pessoas que tentam ajudá-lo.     A VIDA SOLITÁRIA DE ANTONIO LIGABUE | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   Outra cinebiografia, o filme italiano venceu sete prêmios internacionais, inclusive o Urso de Prata do Festival de Berlim de 2020, ao narrar a história do suíço Antonio Ligabue. Com transtornos mentais, ele sofreu bullying e foi internado em diferentes instituições psiquiátricas por quase toda a vida. Até o dia em que foi estimulado a pintar e descobriu sua vocação para as artes, tornando-se respeitado, nos últimos dias de vida, como um revolucionário artista da arte moderna.     A VINÍCOLA DOS SONHOS | Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube   O ator Joe Pantoliano (do primeiro “Matrix”) vive um homem que, ao passar por uma crise na Terceira Idade, viaja para sua cidade natal na Itália, onde encontra um novo propósito ao tomar conta do antigo vinhedo de seu avô. O drama venceu seis prêmios em festivais na Itália e nos EUA.     HERDEIRO | Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube   Terror irlandês sobre uma mulher em fuga de uma seita, que engravidou quando era uma seguidora e agora, oito anos depois, precisa cuidar do menino que sofre com uma doença misteriosa. Seguindo seus instintos maternais para salvá-lo, ela comete atos imperdoáveis, até se ver obrigada a decidir qual seu limite para salvar a criança. Premiado em festivais europeus de terror, o filme tem direção de Ivan Kavanagh, que já tinha se destacado no gênero com “O Canal” (2014).     GHOSTLAND: TERRA SEM LEI | Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube   Imagine um filme com o ator mais alucinado dirigido pelo cineasta mais louco. “Ghostland” reúne o astro americano Nicolas Cage (“Pig”) com o diretor japonês Sion Sono (“Por Que Você Não Vai Brincar no Inferno?”), e o resultado é pura maluquice. Trash de primeira grandeza, combina o futuro pós-apocalíptico de “Mad Max: Estrada da Fúria” (2015), sagas de samurais e a missão de “Fuga de Nova York” (1981). Na trama, o criminoso vivido por Cage se vê obrigado a resgatar uma jovem (a “Múmia” Sofia Boutella) supostamente raptada e levada para terras ainda mais devastadas, das quais ninguém costuma retornar.     PIG – UMA COMÉDIA MATADORA | NOW   Filme iraniano diferente de todos que você já viu, “Pig” é um terrir trash, que disfarça em sua metalinguagem várias críticas ao governo e ao cinema do país. O enredo acompanha um cineasta iraniano frustrado. Ele está proibido de filmar, sua musa tem trabalhado com outros diretores e sua vida doméstica é uma procissão de discussões intermináveis com a esposa e uma mãe cada vez mais sem noção da realidade. Como se não fosse suficiente, surge em cena um serial killer que resolve matar os melhores cineastas iranianos, mas tem a audácia de ignorar o protagonista sofredor. O que o leva questionar: por que o melhor diretor de cinema de todos continua vivo?     TEMPESTADE PERFEITA | Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube   BIARRITZ SURF GANG | Google Play, YouTube   A seleção de filmes se completa com dois documentários de surfe, com destaque para “Tempestade Perfeita”, que conta a história da ascensão do surfe brasileiro entre 2014 e 2021, com nomes como Gabriel Medina, Ítalo Ferreira e Adriano de Souza, atletas que mudaram o rumo da história do esporte e consolidaram o Brasil no circuito mundial.

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    Trilhas dos filmes de “007” vão ganhar documentário da Apple

    15 de dezembro de 2021 /

    A Apple TV+ prepara uma homenagem aos 60 anos da franquia “007”. Em parceria com a MGM e a Eon Productions, responsáveis pelos filmes, a plataforma está produzindo um documentário centrado nas músicas e trilhas marcantes da trajetória do espião James Bond. Intitulado “The Sound of 007”, o documentário tem direção de Mat Whitecross, premiado documentarista de “O Caminho para Guantánamo” (2006), que nos últimos tempos tem realizado vários clipes, especiais e documentários com a banda Coldplay. A produção abordará todos os filmes da franquia, incluindo o recente “007 – Sem Tempo Para Morrer”, e será lançado em outubro, quando o primeiríssimo filme da saga, “007 contra o Satânico Dr. No”, completar 60 anos. Veja abaixo o anúncio do projeto, publicado no Twitter oficial de James Bond. To mark the 60th anniversary of the James Bond series, Apple are releasing a new documentary “The Sound of 007” in October 2022 on @AppleTV. pic.twitter.com/bZw2aZEWUm — James Bond (@007) December 15, 2021

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    Clássico de George Harrison ganha clipe após 50 anos

    15 de dezembro de 2021 /

    O YouTube oficial de George Harrison divulgou um clipe de “My Sweet Lord”, mais de 50 anos depois da música se tornar hit. Com apoio da família do músico, o vídeo apresenta uma trama de espionagem, que transforma em esquete de humor o tom espiritual da canção. Na historinha, os comediantes Fred Armisen e Vanessa Bayer são “agentes especiais metafísicos” em busca de algo que não podem ver. Quem os envia em sua missão é ninguém menos que Mark Hamill (o Luke Skywalker). E pelo caminho eles encontram incontáveis celebridades, incluindo Darren Criss, Jon Hamm, Rosanna Arquette, “Weird Al” Yankovic, Patton Oswalt, Taika Waititi, Rupert Friend, Ringo Starr, Jeff Lynne e a esposa e o filho de Harrison, ao mesmo tempo em que perdem de vista o encantamento do universo ao seu redor. A direção é de Lance Bangs (“Daydream Nation”). “My Sweet Lord” foi a primeira música da carreira solo de George Harrison, lançada como single em novembro de 1970, seis meses após “Let It Be”, último álbum dos Beatles. O baterista da gravação foi seu velho parceiro Ringo Starr, que se juntou ainda ao guitarrista Eric Clapton, ao tecladista Billy Preston e integrantes da banda Badfinger no registro musical.

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    “Sk8er Boi”, maior hit de Avril Lavigne, pode virar filme

    14 de dezembro de 2021 /

    Prestes a completar 20 anos, a música “Sk8er Boi”, primeiro grande hit da carreira de Avril Lavigne, pode virar um filme. Por enquanto, o projeto não passa de um plano da cantora canadense, que foi revelado durante uma participação no podcast “She is the Voice”, da rede de rádios norte-americana iHeartRadio. “Muitas pessoas têm me pedido para tocar essa música em alguns programas de TV, então ela continua sendo trazida de volta e as pessoas sempre farão referência a ela para mim. […] Então, vou realmente transformar essa música em um filme e levá-la para o próximo nível”, disse. O fato de citar o projeto pode significar que há algo mais além de desejo neste negócio, mas, por enquanto, não há sinal de nenhum estúdio envolvido. O canção “Sk8ter Boi” faz parte do álbum “Let Go”, primeiro trabalho de Avril Lavigne, que tinha 18 anos quando ele foi lançado em 4 de junho de 2002. A gravação pertence à Arista Records, que faz parte do conglomerado Sony – dona do estúdio dos filmes do Homem-Aranha.

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    Pabllo Vittar ganha especial musical nesta segunda

    14 de dezembro de 2021 /

    A cantora Pabllo Vittar festeja cinco anos de carreira com o lançamento de um especial musical nesta segunda (14/12). Chamado “I Am Pabllo”, vai ao ar às 21h30 no canal pago TNT e ficará disponível na íntegra na página da artista no YouTube – e onde mais estiver linkado, como logo abaixo. Trata-se de um show gravado na Oca do Parque do Ibirapuera, que reúne os maiores sucessos da carreira da artista, muitos com novos arranjos e apresentados em quatro palcos diferentes, que representam os elementos da natureza: água, ar, terra e fogo. A produção levou dois meses de ensaio e tem direito a muitas luzes, figurinos e coreografias. “A estrutura desse especial está toda amarrada com a minha identidade e também com o que eu aprendi com o k-pop nesse último ano, que é tipo ‘se você vai fazer uma coisa, faça bem feito’”, disse Pabllo, em entrevista coletiva sobre o projeto. “Quando vocês assistirem irão perceber que as coreografias tem muito de k-pop. ‘Ultra Som’, principalmente, tá o suco de k-pop! Risos! Os palcos, as edições, as transições… Tudo! Considero o projeto como o maior presente aos meus fãs. Estou muito orgulhosa de mim”, completou. https://www.youtube.com/watch?v=rYson3QROi0

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    Diretor de “A Bela e a Fera” prepara minissérie sobre Frank Sinatra

    11 de dezembro de 2021 /

    A vida de um dos maiores artistas do século 20 vai virar minissérie. O diretor Bill Condon (“A Bela e a Fera”) está desenvolvendo uma produção sobre Frank Sinatra, e já obteve autorização para utilizar o catálogo musical do cantor. A produção está a cargo de Tina Sinatra, filha do cantor, em parceria com Condon, o estúdio Lionsgate Television e a gravadora Universal Music Group. Ainda sem canal de exibição definido, o projeto vem recebendo ofertas de várias plataformas de streaming, num dos leilões mais disputados do mercado em 2021. Condon vai escrever, dirigir e servir como showrunner da atração, que pretende traçar um painel abrangente da vida de Sinatra, desde seu começo humilde como filho de imigrantes italianos em Nova Jersey, passando pela notável carreira musical e de cinema, seu famoso grupo de amigos – o Rat Pack – , a vida amorosa marcada por uma série de relacionamentos com estrelas de Hollywood como Ava Gardner, Mia Farrow, Judy Garland, Lauren Bacall, Marilyn Monroe e Angie Dickinson, além de suas supostas ligações com a Máfia, que foram investigadas pelo FBI. Sinatra já foi tema de minissérie anteriormente. Intitulada “Sinatra – A Música Era Apenas o Começo”, a atração produzida em 1992 trouxe Philip Casnoff no papel principal. Além desse projeto, Martin Scorsese planejou por vários anos um filme biográfico com Leonardo DiCaprio no papel do cantor de voz de veludo e olhos azuis. Entretanto, a família de Sinatra nunca autorizou as filmagens, preocupada com o fato de Scorsese ser conhecido como diretor de filmes de máfia. As supostas conexões criminais do cantor, que teriam sido responsáveis por emplacá-lo em Hollywood, são um tema sensível para os herdeiros.

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    Michael Nesmith (1942–2021)

    10 de dezembro de 2021 /

    O cantor, compositor, guitarrista e também ator, produtor de cinema e TV e diretor Michael Nesmith morreu nesta sexta (10/12) de causas naturais em sua casa na Califórnia. Ele tinha 78 anos e encerrara há poucas semanas uma turnê de despedida de sua famosa banda, The Monkees, da qual agora só resta o baterista Micky Dolenz. Concebida por ninguém menos que o cineasta Bob Rafelson como a resposta americana ao sucesso dos Beatles, a banda foi reunida por meio de audições de diferentes músicos, que também precisavam demonstrar suas capacidades como atores para passar no teste e ficar famosos. Lançada em setembro de 1966, a série “The Monkees” não demorou a virar febre e popularizar diversos hits cantados nos episódios. Mas os artistas sempre se incomodaram com o fato de serem vistos como fantoches e logo passaram a compor suas próprias músicas e fazer shows para mostrar seu verdadeiro talento. Para deixar bem claro que sabiam tocar, o último episódio da 1ª temporada foi “The Monkees on Tour”, com imagens gravadas em shows da banda, mostrando que eles eram músicos e não atores fingindo-se de roqueiros. A série durou dois anos e conquistou dois Emmys (Melhor Série de Comédia e Direção). Mas o mais interessante é que seu cancelamento apenas fortaleceu a carreira musical da banda. O final da produção televisiva transformou de vez a banda fictícia num atração do mundo real, graças à disposição do quarteto em permanecer junto, fazer mais shows e lançar novos discos. E que discos! “Headquarters” (1967) e “Pisces, Aquarius, Capricorn & Jones” (1968) foram considerados os melhores da carreira da banda. E “Headquarters” ainda conseguiu uma façanha, ao atingir o 1º lugar da parada de sucessos sem render singles. Nesta época, eles também chegaram a ter seu próprio longa-metragem, “Os Monkees Estão Soltos” (Head, de 1968), co-escrito pelo ator Jack Nicholson e dirigido por Rafelson em sua estreia como cineasta – depois, faria clássicos como “Cada um Vive como Quer” (1970) e “O Destino Bate à sua Porta” (1981). O filme virou cult e inspirou a rede NBC a produziu um último telefilme da banda em 1969, “33⅓ Revolutions Per Monkee”. Mas a falta de hits, motivada pela necessidade de provar seus próprios talentos, acabou criando atrito entre os integrantes. Desentendimentos forçaram a saída de Tork em 1968 e, um ano depois, Michael Nesmith também largou o grupo. Micky Dolenz e Davy Jones continuaram gravando e tocando juntos como The Monkees até 1971, quando o glam e o rock progressivo tornaram seu som ultrapassado. Mas eles nunca perderam contato, sempre dispostos a colaborar em novos trabalhos individuais de algum dos amigos. Michael Nesmith foi o Monkee que permaneceu mais distante do grupo. Em vez da música, acabou voltando-se para a TV e o cinema, escrevendo o roteiro de “O Cavaleiro do Tempo” (1982) e produzindo, entre outros, os filmes cults “Repo Man – A Onda Punk” (1984), com trilha punk rock, e “Tapeheads” (1988), sobre a indústria dos videoclipes, após ter ficado milionário com a herança de sua mãe, inventora do líquido corretivo branco – item obrigatório dos escritórios da era analógica. A propósito, Michael Nesmith também criou a MTV. Em 1977, ele produziu o clipe de sua música solo “Rio”. Ninguém sabia o que era videoclipe na época, mas “Rio” já tinha toda a estética que marcaria a geração MTV. Foi o primeiro vídeo musical feito para a TV que não incluía uma banda tocando ao vivo. Em vez disso, mostrava uma historinha com diferentes cenários, danças e vários figurantes. Para exibir o primeiro clipe, o roqueiro criou o primeiro programa de clipes musicais da TV. Chamado de “PopClips”, a atração batizou os videoclipes e também inventou os VJs, já que trazia apresentadores (incluindo Charles Fleischer, a futura voz de Roger Rabbit) para fazer comentários e introduzir os poucos vídeos de música que começavam a ser produzidos. Lançado no canal pago infantil Nickelodeon em 1980 pelo executivo John Lack, o programa estourou em audiência, tornando-se um dos favoritos das crianças. Vice-presidente da Warner, Lack cresceu o olho e negociou a compra do formato com Nesmith. Naquela época, o estúdio tinha lançado o primeiro canal pago temático, The Movie Channel, dedicado a filmes, e Lack contratou o responsável por aquele lançamento, Bob Pittman, para fazer o mesmo com um canal totalmente musical, usando como base o formato de “PopClips”. Quando eles receberam sinal verde, procuraram Nesmith para lhe oferecer um cargo executivo, em reconhecimento a sua iniciativa. Mas o músico recusou. Ele preferiu fazer um especial, “Elephant Parts”, que combinava clipes, esquetes de humor, e comerciais falsos. Lançada direto em vídeo, a produção venceu o primeiro Grammy entregue para a categoria de Vídeo Musical do Ano. “Elephant Parts” também se provou uma grande influência no novo canal, que também passou a incluir vídeos autorais em seus comerciais. O novo projeto de Nesmith foi lançado em 1 de julho de 1981. Exatamente um mês depois, em 1 de agosto de 1981, a MTV foi ao ar. Rico e disposto a deixar o passado para trás, Nesmith também se recusou a participar da primeira turnê de reencontro dos Moonkees, em comemoração aos 20 anos da banda, em 1986. Mas dez anos depois mudou de ideia. O quarteto original se reuniu pela primeira vez, desde 1968, no aniversário de 30 anos da banda, em 1996, época em que os Monkees também gravaram um álbum de músicas inéditas e ganharam um programa especial na TV, “Hey, Hey, It’s the Monkees”, que Nesmith dirigiu. Davy Jones faleceu em 2012. Em sua homenagem, Nesmith topou voltar a se reunir com Dolenz e Tork para uma nova turnê, que projetou vídeos de Jones durante os shows. Peter Tork morreu em 2019. E novamente os sobreviventes decidiram homenagear o amigo com novos shows. Por causa da pandemia, a turnê só pôde ser realizados entre setembro e novembro deste ano. E foi com estas últimas apresentações que Nesmith também, literalmente, despediu-se dos fãs. “Meu coração está partido”, tuitou Micky Dolenz nesta sexta. “Perdi um querido amigo e parceiro. Agradeço muito por termos conseguido passar os últimos meses fazendo o que mais gostamos, cantando e sorrindo”, acrescentou o baterista, junto de uma foto dos dois se abraçando. Lembre abaixo a música-tema e cinco hits dos Monkees I’m heartbroken.I’ve lost a dear friend and partner.I’m so grateful that we could spend the last couple of months together doing what we loved best – singing, laughing, and doing shtick.I’ll miss it all so much. Especially the shtick.Rest in peace, Nez.All my love,Micky pic.twitter.com/xe8i5jmNgL — Micky Dolenz (@TheMickyDolenz1) December 10, 2021

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