Ludmilla contrata coreógrafa de Prince para show no The Town
Ludmilla revelou nesta segunda-feira (21/8) que contratou a coreógrafa Nicole Kirkland, conhecida por trabalhos com artistas internacionais, para comandar as coreografias do “The Town”. A cantora fará sua apresentação no festival no próximo dia 7 de setembro. A artista compartilhou um vídeo nos Stories do Instagram em que aparece trocando papo com a coreógrafa durante um dos ensaios. “Eu trouxe a Nicole Kirkland lá de Los Angeles para trabalhar nas coreografias do meu show do The Town, e ela tá aqui no Brasil desde o nosso primeiro dia de ensaio”, contou nos Stories. “Ela é braba e já trabalhou com a Kehlani, Saweetie, Prince, Chris Brown e um monte de artista fod*. Ontem passamos a coreografia de ‘Sintomas de Prazer’ e assim, vocês não estão preparados. Inclusive, a versão live chega dia 24 em todas as plataformas”, ela provocou. Vai abalar No último domingo (20/8), a dançarina Brunna Gonçalves declarou que estava emocionada com os preparativos da apresentação da esposa: “Apenas impactada com tudo que acabei de ver. Sério, vocês não têm noção. Eu nunca vi algo parecido aqui no Brasil. Que show, que ballet, que coreografia, que instrumental, que tudo!” A cantora Ludmilla se mostrou inspirada para sua performance desde que assistiu ao show de Beyoncé, em maio deste ano. Ela ainda pediu para a equipe “se preparar” para as ideias que teve para a apresentação no The Town.
Kelly Garcia anuncia divórcio com MC Marcinho ainda no hospital
Kelly Garcia revelou no domingo (20/8) que está oficialmente divorciada de MC Marcinho. O funkeiro está internado há quase um mês e meio à espera de um transplante de coração. A ex-esposa tem sido responsável por atualizar o estado de saúde do cantor nas redes sociais. No Instagram, Kelly contou que está passando por “momentos muito difíceis” e que, apesar da separação, segue orando pela recuperação de Marcinho. Ela pretende se afastar das redes sociais para cuidar da própria saúde que também ficou debilitada. “Estou passando por momentos muito difíceis, agora sou oficialmente ex-esposa (saiu o divórcio) do MC Marcinho. Mas o que sinto por ele é tão genuíno e lindo que o que posso fazer agora é orar sem cessar e cuidar da minha saúde. Estarei fora das redes sociais, porque isso aqui adoece uma pessoa e eu já estou doente. Fortaleçam nosso círculo de oração, sempre em mente que a última palavra é de Deus”, ela escreveu. Fim do casamento MC Marcinho e Kelly Garcia eram casados há 20 anos, porém anunciaram o fim do romance três dias antes da internação do funkeiro. Agora, ele segue respirando com ajudas de aparelhos no Hospital Copa D’or, na zona sul do Rio, enquanto aguarda a liberação do transplante de coração. Na última quinta-feira (17/8), a ex-esposa do cantor falou sobre a fase conturbada que está passando. “Estou clamando por ele todos os dias e horas que lembro. É oração sem cessar. Ele continua sendo meu marido, embora a gente esteja separado de corpos”, ela falou. “Marcio é uma pessoa muito especial na minha vida e vai continuar sendo. Eu nem penso em outro relacionamento. Muita gente me questiona. Ele é pai dos meus filhos. Peço que os anjos fiquem ao redor dele”, pediu Kelly. “São muitos anos juntos. Ele é uma pessoa maravilhosa. Sempre ajudou todo mundo, até quem não merecia. Ele tem um coração enorme, é inquestionável”.
Música do Queen é retirada de disco para evitar “cultura do cancelamento”
Os executivos da Universal Records decidiram retirar um dos maiores sucessos do Queen do disco “Greatest Hits” (1981) para evitar a “cultura do cancelamento”. Agora, o álbum disponível no streaming Yoto, uma nova plataforma de áudio voltada para ouvintes mais jovens, não terá a canção “Fat Bottomed Girls”. A música retirada do disco foi composta pelo guitarrista Brian May em 1978 e possui trechos polêmicos sobre “garotas com popozão”. O jornal britânico Daily Mail revelou que executivos da indústria musical ficaram incomodados com a remoção da faixa do Queen. “Uma canção divertida não é mais aceitável na sociedade atual. Por que não podemos ouvir alguém cantando sobre sua apreciação por pessoas de todas as formas e tamanhos?”, lamentou um empresário anônimo. Até o momento, Brian May e os assessores do Queen não se pronunciaram sobre a remoção de “Fat Bottomed Girls”. Sucessos do Queen O disco “Greatest Hits” não é apenas um compilado dos maiores sucessos do Queen. Trata-se de um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos, com 25 milhões de cópias comercializadas ao redor do mundo, e reúne as músicas mais conhecidas do grupo, como “Bohemian Rhapsody”, “Don’t Stop Me Now” e “We Will Rock You”. Em 2008, o guitarrista e compositor Brian May falou sobre as origens de “Fat Bottomed Girls” em uma entrevista à revista Mojo. “Eu escrevi com o Freddie [Mercury] em mente, é o que você faz quando tem um cantor ótimo que gosta de meninas grandonas… Ou meninos”, ele revelou.
Joelma anuncia retomada da carreira após problemas de saúde
Joelma anunciou no domingo (20/8) que já tem data para retonar aos palcos após passar mal durante uma apresentação no final de julho. A cantora de 49 anos foi diagnosticada com sinusite bacteriana, o que causou inchaço em seu rosto. No Instagram, Joelma agradeceu pela paciência e compreensão dos fãs. “Oi, babys! Apareci aqui para vocês! Primeiramente, quero agradecer vocês. Muito obrigada pelas orações, pelo carinho, pelo amor, por tudo! Eu senti tudinho daqui”, afirmou ela. “E segundo, tenho uma notícia: dia 1º de setembro estou de volta para a gente matar essa saudade. Espero todo mundo! Um beijo! Amo vocês muitão, nunca se esqueçam!”, completou na postagem, onde já apareceu com o rosto desinchado e demonstrando uma melhora de saúde. Saúde de Joelma No final de julho, Joelma anunciou a suspensão da agenda de shows por tempo indeterminado após passar mal na turnê “Isso é Calypso Tour”. A agência que administra a carreira da artista disse que ela teve uma “recaída”, mas não contou o que houve durante a apresentação. “Por orientação médica, [Joelma] seguirá em tratamento de saúde e terá a agenda de shows cancelada por período indeterminado”, afirma a nota da Jshows. “Agradecemos o carinho e contamos com a compreensão”. Pouco antes, a cantora havia cancelado shows nas cidades de Teresina, Crato e Gravatá também por recomendações médicas. Ela já havia tido dificuldades respiratórias em Bragança por conta das sequelas da Covid-19. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Joelma (@joelmaareal)
50 clipes clássicos para celebrar 50 anos de hip hop
O hip hop está completando 50 anos e a festa acontece por aqui com uma seleções de clipes. São 50 clipes clássicos do rap americano, que não pretendem ser uma lista de maiores gravações, mas servir de trilha representativa para a festa – organizados por ordem de afinidade sonora numa playlist como videotecagem/mixtape. Experimente ouvir sem saltar as faixas – funciona melhor na versão Premium do YouTube (sem interrupções de anúncios). A data escolhida para marcar o cinquentenário é 11 de agosto de 1973, quando o jovem DJ Kool Herc deu sua primeira festa no bairro do Bronx, em Nova York, montando dois toca-discos para manter uma seleção de funk, soul, música latina e reggae tocando sem parar – uma adaptação dos sound systems de sua infância na Jamaica, onde equipamentos de som itinerantes usavam discotecagem para transformar ruas em festas instantâneas. O aprimoramento americano, hip hop, deu início à cultura dos DJs, que logo passaram a criar novas músicas a partir de trechos de discos diferentes, e os MCs, que começaram animando as festas com gritos e palavras de ordem para acompanhar as batidas, antes de virarem rappers, sem esquecer dos b-boys dançarinos de rua e a turma do grafite, que criava o visual da época. O gênero teve uma rápida evolução, mas se manteve em segredo por vários anos. O primeiro rap (com MCs e uma banda) só foi gravado em 1979, surpreendendo o mundo que desconhecia o sucesso das block parties de Nova York, mas o verdadeiro impacto veio em 1981, quando o primeiro hip hop autêntico de DJ (“Adventures on the Wheels of Steel”, de Grandmaster Flash) virou disco, criando uma revolução de novas possibilidades para a música pop. Os 50 clipes abaixo capturam a evolução do hip hop ao longo das décadas, abrangendo desde os pioneiros como The Sugarhill Gang e Grandmaster Flash & The Furious Five, que ajudaram a tornar o gênero conhecido, até artistas mais recentes como Jay-Z e 50 Cent, que continuam a empurrar os limites do gênero. A relação inclui gravações pioneiras como o primeiro rap gravado, “Rapper’s Delight” da Sugarhill Gang, e a faixa inovadora que trouxe consciência social ao rap: “The Message”, de Grandmaster Flash & The Furious Five. Também estão presentes hits icônicos como “California Love” de 2Pac e “Lose Yourself” de Eminem, que mostram a expansão do hip hop para a cultura mainstream. A seleção abrange uma variedade de estilos e subgêneros, desde o rap consciente de Public Enemy e KRS-One até o G-funk (ou gangsta rap) da Costa Oeste de Dr. Dre, Snoop Dogg e Warren G. Também estão representados o electro de Afrika Bambaataa, o Miami bass de L’Trimm, o rap alternativo de De La Soul e A Tribe Called Quest, o rap hardcore de DMX e Wu-Tang Clan, e o rap feminino de Salt-N-Pepa e Queen Latifah, entre outras vertentes. É uma visão abrangente do que muitos chamam de “old school”, uma escola com muitas classes diferentes. Detalhe: essa é apenas a primeira parte da celebração audiovisual do aniversário. Uma nova seleção de 50 clipes continua a história – e a festa – no fim de semana que vem. The Sugarhill Gang | Kurtis Blow | Funky Four Plus One | Grandmaster Flash & The Furious Five | Grandmaster Melle Mel | Afrika Bambaataa & The Soulsonic Force | Salt-N-Pepa | L’Trimm | Davy DMX | RUN DMC | J.J. Fad | Sir Mix-A-Lot | Tag Team | Rob Base & DJ EZ Rock | Wreckx N Effect | K7 | Poor Righteous Teachers | Showbiz & A.G. | Digable Planets | Nice & Smooth | Gang Starr | Queen Latifah | A Tribe Called Quest | De La Soul | Special Ed | Arrested Development | Beastie Boys | LL COOL J | Ice-T | Public Enemy | Eric B. & Rakim | Jay-Z | N.W.A. | DMX | 50 Cent | KRS-One | Ol’ Dirty Bastard | Method Man | Gravediggaz | Wu-Tang Clan | Dr. Dre | Warren G | DJ Quik | 2Pac | Eminem | Blackstar | The Roots | The Pharcyde | Brand Nubian | Nas
Confira os clipes de música pop que deram o que falar na semana
A terceira semana de agosto ferveu com discussões em torno das novidades musicais. Clipes pautaram as notícias, com direito a trabalho polêmico de Luísa Sonza, um lançamento aguardado de Anitta, mais uma estreia da trilha de “Barbie” e surpresas do mundo K-Pop. Confira abaixo os 5 clipes que marcaram a semana no mundo pop. Luísa Sonza planta polêmica com “Campo de Morango” Clipe mais falado da semana, “Campo de Morango” mantém Luísa Sonza entre os assuntos insuperáveis das redes sociais desde seu lançamento na noite de terça (15/8). A música, produzida por Roy Lenzo, é um batidão de 1 minuto com letra proibidona, que ganhou uma interpretação visual polêmica, dirigida por Diego Fraga. No vídeo, a cantora se junta a dançarinas numa cama em pleno campo para saborear morangos – e tudo descampa para um clima de orgia vampírica menstrual, por conta do vermelho sangrento que escorre das frutas e mancha os lençóis. A tensão das batidas rápidas, a letra explícita e o visual impactante desnorteou o público, que viu “pacto demoníaco” no projeto. A repercussão negativa levou a cantora a perder seguidores no Instagram, mas, em compensação, ela ganhou as bocas de todo o país. Anitta explora o funk de favela em “Casi Casi” Gravado na comunidade da Cascatinha, no Rio de Janeiro, o clipe transforma Anitta na recepcionista de um motel de favela, onde recebe diversos casais e até flagra um homem nu. Em outro momento, a cantora curte uma piscina na laje com amigas. Segunda faixa da trilogia “A Favela Love Story”, “Casi Casi” é marcada por beat-boxes característicos do funk brasileiro e inclui versos em português, embora tenha uma letra quase toda em espanhol. A produção é do DJ Gabriel do Borel, que alinha o funk carioca com um apelo pop para conquistar o público internacional – sem perder de vista as raízes tropicais. aespa antecipa o verão em “Better Things” O quarteto feminino sul-coreano aespa aposta num clima de verão em sua segunda música totalmente cantada em inglês. Em “Better Things”, as integrantes Karina, Winter, Giselle e Ningning cantam sobre autovalorização com trechos como: “Eu nunca tive certeza de que te amava, mas sempre tive certeza de que você me decepcionaria”, enquanto o clipe conduz as artistas a um paraíso tropical. Com uma coreografia marcante, bons efeitos, cenografia charmosa e melodia chiclete, o trabalho evoca uma sensação de alegria típica dos dias ensolarados, além de compartilhar um lado mais leve e descontraído do grupo, formado em 2020, que tem se mostrado uma força significativa na 4ª geração do K-Pop. A ascensão foi notada em 2022, com sua estreia no festival Coachella e no programa “Jimmy Kimmel Live!”. Além disso, seu novo disco, “My World”, estreou no topo da parada de vendas de álbuns da Billboard. Para celebrar, o quarteto está fazendo uma turnê mundial, que contará com uma apresentação única no Brasil no Espaço Unimed, em São Paulo, em 11 de setembro. Charli XCX evoca Barbie com “Speed Drive” “Barbie” continua a render sucessos, um mês após chegar nos cinemas. Charli XCX lançou na quarta (16/8) o clipe de “Speed Drive”, que faz parte da trilha da comédia de Greta Gerwig. O vídeo faz homenagem ao universo Barbie, trazendo a cantora num conversível cor-de-rosa, pilotado de forma veloz e furiosa pela influencer americana Devon Lee Carlson. A certa altura, a direção perigosa é interrompida para Charlie atender uma ligação de Sam Smith. Mas o electropop pulsante da música cita na verdade outro artista, ao parafrasear o refrão de “Mickey”, hit de 1982 da cantora e coreógrafa Toni Basil. Jihyo lança carreira solo com “Killin’ Me Good” A cantora Jihyo, integrante do grupo de K-Pop Twice, lançou na sexta (18/8) o primeiro EP solo de sua carreira, “Zone”, que rendeu o clipe da faixa “Killin’ Me Good”. A música narra os altos e baixos de um relacionamento, mesclando o estilo do Twice com influências do R&B americano dos anos 1990. A melodia intimista é compensada por uma performance enérgica de Jihyo, marcando o começo de uma nova fase em sua carreira.
L7 fará show único em São Paulo em outubro
A banda de rock L7, que explodiu durante o movimento grunge do início da década de 1990, anunciou seu retorno ao Brasil. A banda vai se apresentar em 20 de outubro, em São Paulo, no Carioca Club. A apresentação contará com sucessos de toda a carreira do grupo, que volta ao Brasil após se apresentar no auge da carreira com Nirvana, no Hollywood Rock de 1993, e ter feito uma turnê nacional em 2018, logo após reviverem a banda. Desde que voltaram a tocar juntas em 2014, Donita Sparks (guitarra/vocal), Suzi Gardner (guitarra/vocal), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo) lançaram o álbum “Scatter the Rats” (2019). Mas no ano passado a banda fez uma turnê em comemoração ao 30º aniversário de seu disco mais famoso, “Bricks Are Heavy”, o terceiro de sua trajetória, lançado em 1992. O repertório tem como base hits como “Pretend We’re Dead”, “Everglade” e “Shitlist”. O show em São Paulo será aberto por duas bandas punks clássicas: Cólera e Mercenárias.
Dolly Parton junta Paul McCartney e Ringo Starr em seu primeiro disco de rock
A lendária cantora country Dolly Parton reuniu os dois Beatles vivos para acompanhá-la em uma nova gravação do clássico hit da banda “Let It Be”. Paul McCartney contribuiu com vocais e piano, enquanto Ringo Starr tocou bateria na versão de Parton, que ainda contou com Peter Frampton na guitarra e Mick Fleetwood na percussão adicional. “Let It Be” é a mais recente canção a ser revelada antes do lançamento do próximo da cantora de 77 anos, “Rockstar”, que ela está promovendo como seu primeiro “álbum de rock”. Com lançamento previsto para 17 de novembro, o disco conta com dezenas de convidados famosos. A lista impressionante inclui Elton John, Debbie Harry, Pink, Sting, Stevie Nicks, Lizzo, Simon Le Bon, John Fogerty, Pat Benetar, Melissa Etheridge, Brandi Carlile, Sheryl Crow, Michael McDonald, Richie Sambora, Steve Perry, Ann Wilson e os Jordanaires. O disco terá ao todo 30 músicas, sendo 9 originais e as outras 21 covers de clássicos de rock. O lançamento reflete uma promessa de Parton de fazer um álbum temático de rock depois de ser incluída no Rock & Roll Hall of Fame sem nunca ter sido conhecida pelo gênero musical. A ícone do country disse que se sentiria melhor com sua inclusão se tivesse um verdadeiro álbum de rock em seu nome. Com o lançamento de “Let It Be”, Parton declarou: “O que seria melhor do que cantar ‘Let It Be’ com Paul McCartney, que escreveu a música? Não só isso, ele tocou piano! Bem, fia ainda melhor quando Ringo Starr entra na bateria, Peter Frampton na guitarra e Mick Fleetwood tocando percussão. Quer dizer, sério, pode ficar melhor do que isso? Obrigada, rapazes!”. Ouça a versão de Dolly Parton para a música dos Beatles.
Novos clipes de K-Pop trazem estreia solo de Jihyo e aespa cantando em inglês
Os fãs de K-pop estão animados com dois lançamentos notáveis desta sexta-feira (18/8). O grupo aespa retornou com o single em inglês “Better Things”, acompanhado de um videoclipe vibrante, enquanto a cantora sul-coreana Jihyo, líder do grupo Twice, fez sua estreia solo com o álbum “Zone”. Esses lançamentos representam momentos significativos para ambas as artistas, com aespa continuando a fortalecer sua presença global e Jihyo embarcando em uma nova fase de sua carreira. aespa em clima de verão “Better Things” chega após o lançamento do EP “My World” e, além da personalidade única do quarteto feminino, aposta num clima de verão e numa forte mensagem sobre amor próprio. Na canção, as integrantes Karina, Winter, Giselle e Ningning reforçam a mensagem de autovalorização com trechos como: “Eu nunca tive certeza de que te amava, mas sempre tive certeza de que você me decepcionaria”. Já o videoclipe segue as artistas enquanto perseguem uma elusiva criatura mística, que as conduz a um paraíso tropical. Mas seria tudo um sonho? Com uma coreografia marcante, bons efeitos, cenografia charmosa e melodia chiclete, o clipe evoca uma sensação de calor e alegria, típica dos dias ensolarados, como os cenários tropicais apresentados, além de compartilhar um lado mais leve e descontraído do grupo. O aespa, formado em 2020, tem se mostrado uma força significativa na 4ª geração do k-pop. A ascensão do grupo foi notada em 2022, com sua estreia no festival Coachella e no programa “Jimmy Kimmel Live!”. Além disso, o novo disco, “My World”, estreou no topo da parada de vendas de álbuns da Billboard. Para celebrar, o quarteto está fazendo uma turnê mundial, que contará com uma apresentação única no Brasil no Espaço Unimed, em São Paulo, em 11 de setembro. Jihyo lança disco solo Já Jihyo lançou seu primeiro EP solo, “Zone”, nesta sexta-feira (18). O disco conta com sete músicas, incluindo colaborações com o rapper americano 24kGoldn e com a sul-coreana Heize. Mas a faixa escolhida para o clipe, “Killin’ me Good”, traz a cantora do Twice em destaque individual. A música narra os altos e baixos de um relacionamento, intercalando cenas de uma bela história de amor com uma separação amarga, além de muita coreografia. Musicalmente, “Killin’ Me Good” mescla o estilo estabelecido do Twice à forte influência do R&B americano dos anos 1990. A melodia mais intimista e repetitiva é compensada por uma performance enérgica de Jihyo. A cantora é a segunda integrante do Twice a lançar um projeto solo, seguindo Nayeon, que estreou com o disco “Im Nayeon” em junho de 2022.
Bastidores do clipe de Luísa Sonza traz dançarinas com nojo
O novo clipe “Campo de Morango” da cantora Luísa Sonza, parte do álbum “Escândalo Íntimo”, tem dado o que falar desde o seu lançamento na noite de terça (15/8). Agora, a artista revelou os bastidores da produção, num vídeo em que as dançarinas apareceram fazendo cara de nojo e expressando ânsia de vômito. A gravação, que envolveu líquido vermelho e viscoso, simbolizando sangue e fazendo referência aos morangos do título da música, impressionou a todos. As reações corporais começam já na chegada ao cenário escolhido para a gravação, um campo aberto, que precisou ser limpo devido à presença de muitas fezes de animais na grama. A situação gerou desconforto, como Luísa Sonza apontando para o tamanho do “morango”, antes de declarar: “Cara eu nunca morri tanto de vergonha em toda a minha vida”. A cantora também comentou sobre as cenas em que dança na cama manchada de vermelho, afirmando que não teria coragem de fazê-lo sóbria. As dançarinas, por sua vez, brincaram com a situação, mas a aplicação do líquido vermelho em suas roupas, cabelos e corpos foi o que realmente causou desconforto. Uma delas chegou a expressar ânsia, evidenciando o impacto da cena, enquanto outra apontou para os restos de cocô na área em que elas iriam “arrastar a cara”. “Entre cocô e morango”, resumiu uma terceira. Acusações de Possessão e Resposta de Luísa Sonza A reação de repulsa não se limitou aos bastidores. O clipe oficial causou grande polêmica nas redes sociais. E nesta sexta-feira (18/8), Luísa Sonza falou no podcast “Pod Delas” sobre as acusações que vem recebendo, relacionadas à sua aparência suja de tinta vermelha. Algumas teorias apontaram que a artista estaria possuída, uma ideia que foi prontamente rejeitada por ela. “Cara, eu achei tudo essa fake news. Eu não tenho nem o que responder. Cara, como eu vou responder uma coisa tão burra? […] É tão fora da ideia do clipe, da música, do tudo…”, lamentou a cantora. Ela ainda destacou que a arte é livre para interpretação e serve para provocar e fazer pensar, não sendo apenas entretenimento. Luísa Sonza também debochou da situação em suas redes sociais, mostrando uma foto de seu antigo cabelo longo, antes de cortá-lo para o suposto “pacto”. A postagem circulou em páginas de celebridades e, como o próprio clipe, também dividiu opiniões. Com tanta discussão, “Campo de Morango” se tornou o clipe mais falado numa semana que teve lançamentos de vídeos inéditos de Jão e de Anitta. tem quem odeia e tem quem gosta pic.twitter.com/njgZzR9TLH — LUÍSA SONZA (@luisasonza) August 17, 2023 meu cabelo antes de fazer o pacto 😭 https://t.co/Zcw4ipdUMg — LUÍSA SONZA (@luisasonza) August 18, 2023
São Paulo comemora 50 anos de hip hop com festival gratuito no fim de semana
São Paulo se prepara para uma verdadeira maratona de shows neste sábado (19/8) e domingo (20/8), em comemoração aos 50 anos do hip hop. Com apresentações de nomes renomados como Thaide e DJ Hum, MV Bill, Dexter, Afro-X, Helião RZO, Rappin’ Hood, Tasha & Tracie, Negra Li, Djonga e um convidado internacional, o rapper americano Pharoahe Monch, a festa vai agitar o centro histórico da maior cidade do país. Organizada pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, a celebração é gratuita, com shows em palcos distintos da região do Anhangabaú, e marca o início de uma série de atividades que se estenderão até agosto de 2024. 50 anos de hip hop O movimento hip hop, que surgiu como uma manifestação cultural da juventude negra e latina, teve início em 11 de agosto de 1973, no bairro do Bronx, em Nova York, quando o jovem DJ Kool Herc deu sua primeira festa, trazendo em sua bagagem de imigrante a cultura dos sound systems da Jamaica – equipamentos de som itinerantes que usavam discotecagem para transformar ruas em festas instantâneas. O aprimoramento americano, hip hop, deu início à cultura dos DJs, que passaram a criar novas músicas a partir de trechos de discos diferentes, e os MCs, que começaram animando as festas com gritos e palavras de ordem para acompanhar as batidas, antes de virarem rappers, sem esquecer dos b-boys dançarinos de rua e a turma do grafite, que criava o visual da época. O primeiro rap (com MCs e uma banda) foi gravado em 1979, surpreendendo o mundo que desconhecia o sucesso do gênero em Nova York, mas o verdadeiro impacto veio em 1981, quando o primeiro hip hop autêntico de DJ virou disco, criando uma revolução de novas possibilidades para a música pop. Importância da data para São Paulo Em pouco tempo o gênero explodiu, tornou-se internacional e finalmente chegou ao Brasil em meados dos anos 1980, concentrando-se nos primeiros anos em São Paulo, a poucos metros do local da festa deste fim de semana. Os primeiros rappers se reuniam em torno de boomboxes (rádio gravadores gigantes) na região do metrô São Bento, no coração de São Paulo, para praticar rimas e passos de b-boing – dança mais popularmente conhecido como break. Alguns dos integrantes da época estarão presentes no evento, como o dançarino Nelson Triunfo, o rapper Thaíde e seu velho parceiro DJ Hum (em projeto paralelo). Dupla pioneiríssima, Thaíde e DJ Hum participaram da primeira coletânea nacional de rap, “Hip Hop Cultura de Rua”, em 1988, e lançaram o primeiro álbum individual de rap brasileiro no ano seguinte. A secretária de cultura Aline Torres expressou o orgulho da cidade em sediar a comemoração, afirmando: “A Prefeitura entende a importância e a relevância do Hip Hop para a cultura da periferia e estamos orgulhosos dessa mega comemoração de meio século. Vamos ocupar o Vale do Anhangabaú e a cidade inteira, com programação descentralizada até o fim do ano.” Atração Internacional O convidado especial da festa é Pharoahe Monch, natural do Queens, em Nova York, e veterano da cultura hip hop americana, que se apresenta pela primeira vez no Brasil. Com uma carreira iniciada na década de 1980, ele já colaborou com artistas como Sérgio Mendes, Amy Winehouse, Justin Timberlake, Linkin Park, DJ Premier e Wyclaf Jean. Ele vai se apresentar no primeiro noite da festa, que será realizada em diversos palcos no centro histórico de São Paulo, incluindo o Viaduto do Chá, o Vale do Anhangabaú e, claro, o Pátio São Bento. A programação começa às 11h em ambos os dias e se estende até a noite. Confira abaixo o horário dos shows. Programação Sábado (19/08) Palco Viaduto do Chá: 12h – BK’ 14h – Trilha Sonora do Gueto 16h – Afro-X 18h – Eduardo Taddeo 20h – Pharoahe Monch (EUA) Palco Vale Anhangabaú: 11h – Mr. Grande-E Show Ícones do Rap 13h – Yzalú 15h – Cris SNJ 17h – MC Souto 19h – DJ Zeme e Helião RZO 19h – A Força Palco Referência Breaking: 11h – Stylo Urbano 13h – Jabaquara Breakers 15h – Marcelinho Backspin 17H – IDM Crew Domingo (20/08) Palco Viaduto do Chá: 12h – Tasha & Tracie, Kyan e Gregory 14h – Rose MC 14h – Thaíde 16h – Major RD 18h – MV Bill e Dexter 20h – Djonga Palco Vale Anhangabaú: 11h – DJ SET KALAMIDADE 13h – DJ Lobato e MC Darua 15h – Conexão do Morro e Ndee Naldinho 17h – Rappin’ Hood 17h – Chris Lady Rap 19h – Yunk Vino 21h – Negra Li Palco Referência Breaking: 13h – Street Warriors 15h – Detroit Break 17h – Nelson Triunfo – Baile Black Pátio São Bento – DJs: 13h – DJ Simmone Lasdenas 14h – DJ Dri – Os Metralhas 15h – DJ Ninja 16h – DJ Kalfani 17h – DJ Hum e Expresso do Groove
Supla é um capacho em novo clipe animado
O cantor Supla soltou nesta sexta (18/8) um novo clipe de seu álbum “Punks de Boutique”. O vídeo traz uma animação do cartunista Leandro Franco, que também é roqueiro – do Asteroides Trio – , para a música “Eu Sou um Capacho”. A animação não é para crianças, embora Supla tenha brincado num teaser chamando os kids para ver o resultado. Assim como o clipe anterior “Transa Amarrada”, o trabalho embute uma temática BDSM, com cenas de fetiche, que refletem o teor da letra. Um detalhe curioso é que a voz feminina ouvida no final, dizendo “Esse é o meu capacho”, é da própria namorada do cantor, Nathalia Mastrobiso. Carreira em alta O álbum “Punks de Boutique”, 18º da longa carreira do cantor, tem feito mais sucesso que os anteriores nas plataformas de música. Ele traz 12 canções, incluindo um cover punk rock de “As It Was”, hit de Harry Styles. Sete faixas já ganharam clipes, com destaque para “Eu Não Sou Poeta”, cujo vídeo lançado em abril já alcançou mais de 1,3 milhões de visualizações no YouTube.
Astro de “Besouro Azul” estreia como cantor no clipe de “On My Way”
Xolo Maridueña, o ator protagonista do filme “Besouro Azul”, resolveu mostrar seu lado como cantor no clipe de “On My Way”, lançado nesta sexta-feira (18/8). A faixa, que não tem relação com o filme, marca sua grande estreia na área musical em parceria com a cantora Adriana Padilla. Em entrevista ao Entertainment Weekly, Maridueña revelou que a letra de “On My Way” foi inspirada nos grupos de hip-hop e na cultura pop dos anos 1990. “Quando eu ouvi a batida, me levou de volta para o passado”, ele afirmou. “Definitivamente há uma lembrança dos anos 1990 na música. Ela é bastante inspirada nos grupos de hip-hop que eu ouvia enquanto crescia: A Tribe Called Quest, Wu-Tang [Clan], Public Enemy”, citou como exemplo. O clipe ainda faz uma homenagem para além do gênero musical, já que inclui referências ao filme clássico “Faça a Coisa Certa” (1989), de Spike Lee, e retrata um passeio na “Cidade dos Anjos” (1998). “Definitivamente tem aquela sensação de ‘Um Maluco no Pedaço’ (1990)”, acrescentou o ator. Estreia inesperada Xolo Maridueña também contou sobre a decisão de estrear como cantor e como surgiu seu interesse pela nova área de atuação: “A música fez parte da minha vida desde que eu me lembro. Os meus pais sempre foram muito envolvidos não só no mundo do hip-hop, mas no mundo da música no geral”. “[Com a estreia da música ‘On My Way’], eu só quero mostrar o meu respeito e a minha admiração por uma cultura e um grupo que me guia”, completou Xolo, deixando claro que nutre um amor sincero pelas artes. Além de clichês conhecidos de A Tribe Called Quest, a letra também ironiza o status atual do ator. A certa altura ele zoa a si mesmo: “Estou prestes a ser uma estrela como Al Pacino e Leo DiCaprio” – enquanto mostra close em seu anel com o formato do Besouro Azul. Até o momento, não está claro se ele dará sequência ao lançamento com novos projetos musicais. Vale lembrar que o artista também é podcastar, apresentando o programa “Lone Lobos”.












