Katy Perry vende direitos de seus cinco álbuns por mais de R$ 1 bilhão
A Billboard revelou nesta segunda-feira (18/9) que a cantora Katy Perry abriu mão dos direitos autorais e vendeu seu catálogo de músicas. A cantora teria recebido US$ 225 milhões (dá mais de R$ 1 bilhão), pelos royalties das canções. A transação bilionária feita para a Litmus Music, uma empresa responsável por administrar os direitos autorais de cantores e compositores, contempla os cinco álbuns gravados entre 2008 e 2020, incluindo o disco atemporal “Teenage Dream” (2010) e a primeira faixa viral “I Kissed a Girl” (2008). Nada é por acaso A Litmus Music, uma empresa comandada pelo The Carlyle Group, tem como co-fundador e diretor de criação Dan McCarroll, com quem Katy Perry trabalhou no passado. O profissional era presidente da Capitol Records, responsável pelos lançamentos dos maiores sucessos da cantora. “Katy Perry é uma visionária criativa que causou um grande impacto na música, na TV, no cinema e na filantropia. Estou muito honrado por fazer parceria com ela novamente e ajudar Litmus a gerenciar seu incrível repertório”, disse o empresário. O diretor administrativo Matt Settle também rasgou elogios aos trabalhos de Katy Perry e definiu suas obras do gênero pop como revolucionárias: “Acreditamos que isto é uma prova da capacidade da equipe de fazer parceria com os principais artistas do mundo. As canções icônicas de Katy não apenas alcançaram um grande sucesso comercial, mas também influenciaram significativamente a cultura popular”.
Tati Zaqui repensa carreira e pode lançar projeto gospel
A cantora Tati Zaqui está revendo suas escolhas de vida após ter sido vítima de agressões físicas e psicológicas de Thomaz Costa. A funkeira, que enfrentou momentos delicados na vida amorosa, diz que se aproximou de Deus e pode lançar algum projeto do gênero gospel. As informaçãos foram publicadas nesta segunda-feira (18/9) pela revista Quem. Tati contou que participou de palestras para entender como lidar com “amor próprio” e buscou se conectar com a espiritualidade nesse processo. “Participei de algumas palestras de inteligência emocional, que me ajudaram muito, e me aproximei muito de Deus. Hoje me amo o suficiente para nunca mais aceitar estar naquele lugar [de vítima de violência]”, ela declarou. A cantora do gênero funk passou a reavaliar diversos pontos pessoais durante a jornada de autoconhecimento. “Tenho pensado muito em passar uma mensagem melhor por meio do meu trabalho. Acredito que Deus não me deu a voz, dom e tantos seguidores simplesmente para passar mensagem de noite, dança… Tenho pensado bastante em fazer um trabalho voltado para tocar as pessoas e ajudá-las”, analisou. Para um novo projeto , Tati pensa em fazer músicas que reflitam sua nova fase e não descarta produzir algo para o mercado gospel: “Tive que chegar no fundo do poço para me levantar. A única saída para sair do fundo do poço é olhar para cima. Quero levar essa mensagem. Ando ouvindo bastante louvor, tem me ajudado muito. Quem sabe? Sou muito espiritualizada e tenho muita vontade de fazer um trabalho assim. Vamos ver. Não tem nada certo, mas quem sabe”. Relacionamento tóxico O relacionamento de Tati Zaqui e Thomaz Costa iniciou dentro da sede de “A Fazenda 14” no fim do ano passado, porém ficou marcado por discussões públicas, cenas de nudez e idas e vindas antes de tornar-se caso de polícia em maio deste ano. A funkeira denunciou o ex-namorado por violência física, além de comportamento possessivo e ameaças. Ela relatou diversos episódios de ciúmes, abuso psicológico, ofensas verbais e danos a patrimônio. O caso foi tão grave que a cantora apareceu com hematomas nas redes sociais, e a Justiça concedeu medida protetiva. “As pessoas sempre me viram como uma mulher muito forte e isso [agressão] é algo que a gente acha que nunca vai acontecer. Achei que nunca aceitaria, mas quando a gente menos espera, já está vivenciando. Quem nunca passou por isso tem dificuldade de entender. Li comentários como ‘ah! Mas ela mereceu’, ‘Ela que aceitou’. No final das contas, nunca é culpa da vítima”, pontuou a funkeira.
Munhoz e Mariano são processados por dar bebida alcoólica a menor
A dupla sertaneja Munhoz e Mariano foi acusada de dar bebida alcoólica a um menor em show realizado em Porto Murtinho (MS), em junho deste ano. A família do garoto acionou a Justiça para pedir uma indenização de R$ 500 mil por danos morais. Nos autos do processo, o jovem diz que foi chamado para subir no palco durante a apresentação para disputar uma competição de dança premiada. O adolescente de 15 anos afirma que, após a participação, descobriu que o vencedor receberia uma dose de whisky puro despejado na boca. O jovem e seu pai anexaram imagens da competição para embasar a acusação contra a dupla: “Provam as filmagens que os requeridos [Munhoz e Mariano] fizeram com que o adolescente ingerisse altíssimas doses de uma bebida alcoólica fortíssima, até praticamente perder os sentidos. Salienta-se que, pela idade do requerente, este não era capaz de consentir com o ato que estava sendo praticado.” Ainda na ação, o pai diz que subiu no palco para retirar seu filho, quando o adolescente “veio ao chão completamente desmaiado, conseguindo apenas murmuras algumas palavras aleatórias”. Ele declarou ter ficado desesperado e acionou a equipe de socorro para levá-lo para o hospital local, onde o garoto passou a noite desacordado. “O requerente [filho] não recebeu qualquer apoio por parte dos requeridos [Munhoz e Mariano], que não se importaram com a situação e o mal que causaram ao adolescente”, declarou o pai do jovem no processo. “Não perguntaram sua idade ou tomaram qualquer precaução para saber se era maior de idade.” Defesa da dupla Os advogados Douglas de Oliveira e Pedro Vale, que representam a dupla Munhoz e Mariano, afirmam que o garoto já consumia bebidas na presença do pai e que subiu no palco após dizer que era maior de idade. O jovem, por sua vez, conta que não estava bebendo no momento dos fatos, pois estava acompanhado do responsável. A defesa ainda destacou que possui vasto acervo probatório, composto por fotos, vídeo, ata notarial e informações pessoais tiradas da rede social, onde o adolescente de 15 anos aparece consumindo bebidas alcoólicas e fazendo uso frequente de cigarros, inclusiva na presença dos pais e familiares. “A dupla e a empresa MM Produções esperam o apoio do Ministério Público e do Conselho Tutelar para tomarem as medidas a fim de investigar e apurar a responsabilidade dos pais”, declararam os advogados.
Fundador da Rolling Stone pede desculpas por comentários machistas e racistas
Após ser destituído do conselho diretor da Fundação Rock and Roll Hall of Fame em consequência de comentários considerados machistas e racistas, o jornalista Jann Wenner, fundador da revista Rolling Stone, emitiu um pedido de desculpas por meio de sua editora. “Entendo completamente a natureza inflamatória de palavras mal escolhidas e peço desculpas profundamente e aceito as consequências”, disse Wenner. A razão da polêmica Na entrevista que levou à sua destituição, ele promovia seu novo livro “The Masters”, que traz conversas com sete figuras notáveis do rock: Mick Jagger, Bob Dylan, John Lennon, Bruce Springsteen, Bono, Jerry Garcia e Pete Townsend. Questionado pelo The New York Times sobre a ausência de mulheres e artistas negros no livro, Wenner argumentou que as mulheres do rock não eram “suficientemente articuladas neste nível intelectual”. Ele utilizou um argumento similar para excluir artistas negros. “Quero dizer, eles simplesmente não se articulavam naquele nível”, mencionou. Não bastasse a falta de diversidade e a defesa de homens brancos como os verdadeiros “filósofos do rock”, na mesma entrevista Wenner admitiu que permitiu que seus entrevistados editassem as transcrições de suas conversas, uma prática que fere a ética jornalística. As alterações incluíram uma entrevista explosiva de 1970 com John Lennon. Os bastidores do Rock and Roll Hall of Fame A remoção de Wenner do conselho ocorreu após uma conferência de emergência com membros do conselho e só não foi unânime por conta de um voto, que teria sido atribuído ao empresário de Bruce Springsteen, Jon Landau. Fontes da Variety disseram que Wenner tentou se justificar, mas acabou irritando os membros com um “pedido de desculpas ruim”. Wenner co-fundou o Rock and Roll Hall of Fame em 1987 e atuou como seu presidente até 2020. Ele também foi editor ou diretor editorial da Rolling Stone de sua fundação em 1968 até 2019, quando a revista foi totalmente adquirida pela Penske Media Corporation.
Halle Berry não gostou de virar capa de single de Drake
A atriz Halle Berry manifestou descontentamento com o uso de sua imagem na capa do novo single “Slime You Out”, de Drake. O rapper divulgou a faixa na última sexta-feira (15/9), marcando sua primeira parceria com a cantora SZA e a primeira canção de seu próximo álbum “For All the Dogs”. A imagem escolhida para a capa é de Halle Berry sendo “slimed” – recebendo um banho de gosma verde – no Kids’ Choice Awards de 2012. Repercussões nas Redes Sociais Tanto Drake quanto SZA publicaram a capa do single em suas contas no Instagram na última quarta-feira (13/9), antecipando a colaboração sem fornecer mais detalhes. Com a confirmação do lançamento, Halle Berry reagiu com uma postagem enigmática no Instagram, exibindo um quadrado rosa com a frase “Às vezes você tem que ser o cara maior… mesmo sendo uma mulher”. Questionada na seção de comentários, ela foi mais direta: “Não pediram meu consentimento. Isso não é legal, eu esperava mais dele!” O novo álbum de Drake, “For All the Dogs”, está previsto para ser lançado em 6 de outubro. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por champagnepapi (@champagnepapi)
Rolling Stones se juntam à equipe das Kardashians para lançar novo documentário
Os Rolling Stones demonstram mais uma vez sua incansável capacidade de adaptação ao realizar um novo documentário com a equipe responsável pelo reality show das Kardashians, a produtora Fulwell 73. Segundo informações do jornal The Sun, Mick Jagger, Keith Richards e Ronnie Wood gravaram o material durante a produção de seu novo álbum, “Hackney Diamonds”, e o filme mostrará o processo de criação do disco. O documentário também fará homenagens a Charlie Watts, baterista original da banda, que faleceu em 2021 e participou da gravação de duas faixas do novo álbum. A Fulwell 73 possui um histórico impressionante em documentários de alto padrão, tendo trabalhado com artistas como Justin Bieber, Ed Sheeran, One Direction, Michael McIntyre, Jack Whitehall e Elton John. Novo álbum e próximo single “Hackney Diamonds” é o primeiro álbum com músicas inéditas da banda em 18 anos e está programado para ser lançado em outubro. O primeiro single/clipe, “Angry”, foi divulgada em 6 de setembro e o próximo, “Sweet Sounds of Heaven”, é uma música com mais de 7 minutos de duração e com participações de Lady Gaga e Stevie Wonder. O disco ainda conta com outras participações especiais, como do ex-Beatle Paul McCartney e do ex-Stones Bill Wyman, que volta a tocar com Jagger, Richards e Wood mais de 30 anos após sua saída da banda. A produção ficou a cargo de Don Was e Andrew Watt, conhecidos por trabalhar com artistas como Bob Dylan e Post Malone. “Hackney Diamonds” será lançado em 20 de outubro, marcando a volta à ativa de uma das bandas mais influentes da história do rock.
The Who vai lançar disco perdido com gravações inéditas de mais de 50 anos
Um dos últimos grandes discos perdidos ainda inéditos da era de ouro do rock, “Life House”, álbum mitológico da banda The Who, vai finalmente vir à tona após mais de 50 anos de sua gravação. A obra está sendo lançada em um pacote de 10 CDs, acompanhado de um livro recheado de fatos e fotografias, que demora pelo menos seis CDs para ser lido. O lançamento ambicioso traz mais que o disco perdido. Ele abrange o período de 1970 a 1972, incluindo faixas de um EP abandonado e um segundo álbum interrompido, “Rock Is Dead”, que mais tarde se transformaria em “Quadrophenia”, a próxima obra-prima da banda. O conceito de “Life House” Concebido como uma continuação de “Tommy”, “Life House” mergulhou em conceitos de religião oriental e filosofia musical. O projeto previa até o lançamento de um filme, como tinha acontecido com “Tommy” e depois aconteceria com “Quadrophenia”. A trama acompanharia uma banda que se rebelaria contra uma sociedade totalitária do futuro, em que todos se encontram conectados por algo chamado de “The Grid”, que seria a internet antes do conceito existir. Mas em meio às gravações, o projeto foi descartado, levando ao lançamento, em vez disso, do clássico “Who’s Next” de 1971. O guitarrista e compositor Pete Townshend enfrentou vários desafios na realização de “Life House”, incluindo a falta de entendimento por parte de seus colegas de banda sobre a conexão entre música e espiritualidade, e também teve dificuldade em criar o filme complementar. O destino das músicas Apesar da frustração e do abandono completo do projeto, as “sobras” foram parar em “Who’s Next”, considerado um dos maiores álbuns do rock de todos os tempos. Algumas das faixas mais famosas do disco faziam parte da história sci-fi/mística de “Life House”, incluindo os hits “Baba O’Riley” e “Won’t Get Fooled Again”, que refletem a narrativa abandonada. O quem no box de “Life House” Para os fãs dispostos a desembolsar US$ 299,99 pelo box, a recompensa é significativa. O conjunto inclui 155 faixas, entre músicas, demos e duas gravações de shows completos de 1971. O box também oferece um olhar íntimo sobre a exploração de Townshend com sintetizadores primitivos e loops de som, que influenciariam a música popular por todas as décadas seguintes. O lançamento de “Life House” serve não apenas como uma relíquia para os fãs obstinados do The Who, mas também como um estudo aprofundado da visão e das ambições artísticas de Townshend. A caixa estará disponível para o público a partir da próxima sexta-feira (22/9). Confira abaixo todas as faixas do projeto, que incluem a versão remasterizada de “Who’s Next”, as fitas demos de “Life House”, as gravações oficiais do disco não lançado, trechos de “Rock Is Dead”, shows da época e muito mais. CD 1: WHO’S NEXT (Remastered) Baba O’Riley Bargain Love Ain’t for Keeping My Wife The Song Is Over Getting In Tune Going Mobile Behind Blue Eyes Won’t Get Fooled Again CD 2: PETE TOWNSHEND’S LIFE HOUSE DEMOS 1970 – 1971 – PART 1 Teenage Wasteland (Demo)* Too Much (Demo) * Going Mobile (Demo)* There’s A Fortune in Those Hills (Demo)* Love Ain’t For Keeping (Demo)* Bargain (Demo)* Greyhound Girl (Demo)* Mary (Alternate Mix) (Demo)** Behind Blue Eyes (Demo)* Time Is Passing (Demo)* Finally, Over (Demo)** Baba O’Riley (Original Demo)** CD 3: PETE TOWNSHEND’S LIFE HOUSE DEMOS 1970 – 1971 – PART 2 Pure And Easy (Home Studio Mix) (Demo)* Getting In Tune (Alternate Mix) (Demo)** Nothing Is Everything (Let’s See Action) (Demo)* Won’t Get Fooled Again (Demo)* Baba O’Riley (Demo)* Song Is Over (2021 Remix) (Demo)** Pure And Easy (Olympic Studios Mix) (Demo)** Mary (Original Mix) (Demo)* Baba O’Riley (First Editing Demo)** Song Is Over (Original Demo)* CD 4: RECORD PLANT, NYC SESSIONS MARCH 1971 Don’t Do It (aka Baby Don’t You Do It) [Take 2, Unedited, March 16, 1971]** Won’t Get Fooled Again [Take 13, March 16, 1971]* Behind Blue Eyes (Version 1) [Take 15, March 16, 1971]** Love Ain’t For Keeping [Take 14, March 17, 1971]* The Note (aka Pure and Easy) [Take 21, March 17, 1971]* I’m In Tune (aka Getting in Tune) [Take 6, March 18, 1971* Behind Blue Eyes (Version 2) [Take 10, March 18, 1971]* CD FIVE: OLYMPIC SOUND STUDIOS, LONDON SESSIONS 1970-72 Pure And Easy* I Don’t Know Myself [B-side with Unreleased Count-in] Time Is Passing [Stereo Mix]** Too Much of Anything [Original 1971 Vocal]** Naked Eye [1971 Remake]** Bargain (Early Mix)** Love Ain’t For Keeping (Unedited Mix)** My Wife (Unedited Mix)** Getting In Tune (Take 1 with Jam)** Going Mobile (Alternate Mix)** Song Is Over (Backing Track) [with Nicky Hopkins]** When I Was a Boy** Let’s See Action (Unedited Mix)** Relay (Unedited Mix) [Alternate Vocal]** Put The Money Down [Remix with Original Vocal]* Join Together [Unedited Remix]** CD 6: SINGLES & SESSIONS 1970-72 The Seeker (Original Single Mix) Here For More [Original Single Mix] Heaven And Hell [New Stereo Mix]** Water [Eel Pie Sound Studio – New Unedited Mix]** I Don’t Know Myself [Eel Pie Sound Studio – New Unedited Mix]** Naked Eye [Eel Pie Sound Studio – New Unedited Mix]** Postcard [Eel Pie Sound Studio – Original 1970 Mix]** Now I’m A Farmer [Eel Pie Sound Studio – New Remix]** The Seeker (Unedited Version)** Water (IBC Version)** I Don’t Know Myself (IBC Version)** Let’s See Action (Original Single Mix) When I Was a Boy (Original Single Mix) Join Together (Original Single Mix) Relay (Original Single Mix) Waspman (Original Single Mix) Long Live Rock (Original Olympic Mix) CD 7: LIVE AT THE YOUNG VIC, LONDON – APRIL 26, 1971 Love Ain’t for Keeping* Pure And Easy* Young Man Blues* Time Is Passing* Behind Blue Eyes* I Don’t Even Know Myself* Too Much of Anything* Getting In Tune* Bargain* CD 8: LIVE AT THE YOUNG VIC, LONDON – APRIL 26, 1971 Pinball Wizard** See Me, Feel Me** Baby Don’t You Do It* Water* My Generation* (I’m A) Road Runner* Naked Eye* Bony Moronie* Won’t Get Fooled Again* CD 9: LIVE AT THE CIVIC AUDITORIUM, SAN FRANCISCO – DECEMBER 12, 1971 Introduction** I Can’t Explain* Substitute* Summertime Blues** My Wife* Baba O’Riley** Behind Blue Eyes* Bargain* Won’t Get Fooled Again** Baby Don’t You Do It* Magic Bus** CD 10: LIVE AT THE CIVIC AUDITORIUM, SAN FRANCISCO – DECEMBER 12, 1971 Introduction To Tommy** Overture** Amazing Journey** Sparks** Pinball Wizard** See Me Feel Me** My Generation** Naked Eye* Going Down* BLU-RAY AUDIO: Steven Wilson Atmos Mix (48kHz 24-bit)** Steven Wilson 5.1 Mix (48kHz 24-bit)** Steven Wilson Stereo Mix (96kHz 24-bit)* Original 1971 Stereo Mix (96kHz 24-bit) Baba O’Riley Bargain Love Ain’t For Keeping My Wife The Song Is Over Getting In Tune Going Mobile Behind Blue Eyes Won’t Get Fooled Again FAIXAS BONUS: STEVEN WILSON ATMOS MIX (48KHZ 24-BIT) STEVEN WILSON 5.1 MIX (48KHZ 24-BIT) The Seeker (Unedited Version)** Here For More* Now I’m A Farmer** I Don’t Know Myself (Eel Pie Sound Version)** Water (IBC Version)** Naked Eye (Olympic Sound Version)** Pure And Easy** Too Much of Anything** Let’s See Action** When I Was a Boy** Join Together (Unedited Version)** Put The Money Down** Relay (Unedited Version)** Long Live Rock** Verify it’s you
Fundador da Rolling Stone diz que músicos negros e mulheres não são articulados
Jann Wenner, fundador da revista Rolling Stone, virou alvo da ira das redes sociais após se justificar, em entrevista ao jornal The New York Times, porque seu novo livro, “The Masters”, não inclui entrevistas com músicos negros ou mulheres. O livro publicado pela Little Brown and Company é uma compilação de entrevistas realizadas por Wenner durante seus anos à frente da Rolling Stone. Os entrevistados incluem grandes nomes do rock como Bono, Bob Dylan e Bruce Springsteen. Entretanto, não há nenhum artista negro ou mulher na seleção. O jornalista David Marchese, do The New York Times, questionou Wenner sobre o critério da lista e Wenner afirmou: “Não foi uma seleção deliberada; foi algo intuitivo ao longo dos anos. No caso das mulheres, simplesmente nenhuma delas foi articulada o suficiente neste nível intelectual”. Ele acrescentou: “Tenha uma conversa profunda com Grace Slick ou Janis Joplin. Por favor, seja meu convidado”. Sobre artistas negros, ele disse: “Talvez Marvin Gaye ou Curtis Mayfield? Quero dizer, eles simplesmente não se articulavam naquele nível”. Wenner ainda disse que poderia ter reconsiderado sua seleção “por questões de relações públicas”. “Talvez eu devesse ter ido e encontrado um artista negro e uma artista mulher para incluir aqui que não atendessem ao mesmo padrão histórico, apenas para evitar esse tipo de crítica. Talvez eu seja antiquado e não me importe ou o que quer que seja. Eu queria, em retrospecto, ter entrevistado Marvin Gaye. Talvez ele tivesse sido o cara. Talvez Otis Redding, se estivesse vivo, tivesse sido o cara”. Ética jornalística em questão Não bastasse a falta de diversidade e a defesa de homens brancos como os verdadeiros “filósofos do rock”, na mesma entrevista Wenner admitiu que permitiu que seus entrevistados editassem as transcrições de suas conversas, uma prática que fere a ética jornalística. O ex-editor da Rolling Stone defendeu a prática, dizendo que suas entrevistas “pretendem ser discussões simpáticas” e reveladoras com artistas, não com políticos ou executivos de negócios. “Olha, nada foi substancialmente alterado nas entrevistas originais. Foram pequenas alterações que realmente atingem a precisão, a legibilidade e tudo mais. Em segundo lugar, estas não pretendiam ser entrevistas de confronto. Sempre foram feitas para serem entrevistas cooperativas”, disse Wenner. “De certa forma, são perfis. Se eu tiver que negociar o nível de confiança necessário para conseguir esse tipo de entrevista, para permitir que as pessoas deixem algumas coisas em sigilo, nada de qualquer valor, talvez algo sobre seus filhos ou sua família ou sobre o fato de não quererem rebaixar alguém.” O livro “The Masters” será lançado no dia 26 de setembro nos EUA.
Iniciativa de doação de sangue de Ludmilla é barrada em MG, mas pode virar lei
A cantora Ludmilla fez uma longa postagem nas redes sociais a respeito do projeto “Numanice tá no Sangue”, para incentivar a doação de sangue no Brasil. Ela começou compartilhando uma má notícia, após o Hemominas, instituição responsável pelas doações de sangue em Minas Gerais, recusar a iniciativa. Ludmilla pretendia doar 700 ingressos do evento “Numanice”, programado para o final deste mês em Belo Horizonte, para fãs que participassem de doações de sangue. “Fico perplexa de ver como uma ação social como o ‘Numanice tá no Sangue’ é derrubada. Falta sangue nos hemocentros de todo o Brasil e, quando alguém faz algo para incentivar a doação, simplesmente freiam o movimento”, desabafou a funkeira. A recusa do Hemoninas foi um grande revés, mas, segundo Ludmilla, o projeto “Numanice tá no sangue” está confirmado para execução em outros estados e cidades, em parceria com bancos de sangue locais, cujos nomes serão divulgados em breve. Lei Ludmilla Em meio à polêmica, a deputada Duda Salabert (PDT-MG) apresentou um Projeto de Lei com o objetivo de autorizar incentivos à doação de sangue em todo o Brasil, e o batizou como Lei Ludmilla. “Estou entrando hoje com o ‘Projeto de Lei Ludmilla’, que busca autorizar o incentivo à doação de sangue em todo Brasil. O projeto vai viabilizar o oferecimento de benefícios para doadores de sangue, medula óssea e órgãos desde que a campanha e os benefícios sejam autorizados pelo poder público”, disse Duda Salabert. Ludmilla revelou que sua equipe já iniciou contato com a deputada para discutir o projeto. “Acabei de saber que ela entrou com o ‘Projeto de Lei Ludmilla’ em prol da causa, minha equipe já está entrando em contato com ela pra entender melhor sobre, para que a gente possa somar forças e seguirmos juntos, salvando vidas”, informou a artista. Fico perplexa de ver como uma ação social como o “Numanice tá no sangue” é derrubada. Falta sangue nos hemocentros de todo o Brasil e, quando alguém faz algo para incentivar a doação, simplesmente freiam o movimento. O evento não ganha nada com isso, muito pelo contrário,… — LUDMILLA (@Ludmilla) September 15, 2023 Parabéns pela atitude @Ludmilla ! Tenho certeza de que conseguiremos aprovar essa lei no Congresso. Tmj ❤️ https://t.co/cgPk22DwmB — Duda Salabert (@DudaSalabert) September 15, 2023
Preta Gil retorna aos palcos após vencer o câncer e é ovacionada
A cantora Preta Gil voltou aos palcos após um período de internação de 28 dias no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo para tratamento de um tumor no reto. Ela se apresentou no evento “Nós A Gente”, ao lado de seu pai, Gilberto Gil, e outros membros da família. O retorno da artista, marcado por um discurso pessoal e emotivo, aconteceu na noite de quinta-feira (14/9) em São Paulo. Fala que gerou aplausos “Sou uma mulher negra, bissexual, acabei de me curar de um câncer, estou solteira e sou filha do imortal Gilberto Gil”, declarou Preta Gil, lembrando ainda sua recente separação de Rodrigo Godoy e recebendo fortes aplausos da plateia. A cantora compartilhou essa parte de sua fala em seu perfil no X, plataforma de redes sociais, nesta sexta (15/9). “Nos dias que passei no hospital me recuperando da cirurgia, eu sonhei em fazer esse show com a Família Gil! E o dia chegou!”, ela acrescentou no Instagram. “Fui com autorização dos meus médicos, que inclusive estavam lá para nos prestigiar!”, continuou. “Sentir o amor de vocês de perto é sempre único. Foi lindo demais, Sampa!!! Eu amo vocês!” Tratamento e recuperação Preta Gil foi diagnosticada com câncer no intestino no início do ano e passou pela primeira fase de tratamento com quimioterapia. “Muita gente pode ir com uma bombinha para casa, uma bombinha de infusão de um medicamento, mas eu prefiro fazer no hospital”, informou a cantora em sua rede social. Ela optou pela internação para enfrentar os efeitos colaterais, como náuseas e tontura, com maior suporte médico. A cantora recebeu alta médica no último domingo (10/9). “A tão sonhada alta chegou. Foram 28 dias de internação, dias desafiadores onde tive que lidar com muitas coisas difíceis, mas, ao mesmo tempo, rodeada de competência e amor, muito amor”, compartilhou em suas redes sociais. Preta ainda terá outro procedimento cirúrgico em novembro para reconstruir o intestino e eliminar a bolsa de ileostomia. Eu acabei de me curar de um câncer!!! ❤️ pic.twitter.com/6PBqLeHc3F — Preta Gil (@PretaGil) September 15, 2023 Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Preta Gil 🎤 (@pretagil)
Parceria entre Anitta e TXT ganha clipe
O aguardado clipe de “Back for More”, parceria entre Anitta e o grupo K-pop Tomorrow x Together (TXT), foi lançado nesta sexta-feira (15/9), três dias após sua revelação no palco dos VMAs 2023. A canção do gênero pop retrata o melhor do K-pop, com um break de funk brasileiro e um toque de espanhol. “Eu não quero sentir ninguém se não for você, querido. / Com você eu fico safada / Tenho pensado em você ultimamente. / Eita, eita / É uma loucura como a Anitta mexe a bunda / De todos eles eu sou o favorito”, diz parte da letra que exalta a parceria. O clipe introduz um ensaio do quinteto nos bastidores, que é visivelmente uma inspiração nos passos históricos de Michael Jackson, e faz uma transição para os palcos, onde Anitta se junta ao TXT na coreografia e, pouco depois, sai de cena. Para completar, a música tem assinatura da dupla brasileira Tropkillaz e estará presente no próximo álbum do quinteto, “The Name Chapter: FREFALL”, com previsão de lançamento para o dia 13 de outubro. Um detalhe curioso é que um dos integrantes do TXT fala português. Hueningkai é filho de pai brasileiro. O jovem de 21 anos nasceu em Honolulu, no Havaí, mas é filho de uma coreana com um maranhense. Estreia de “Back for More” Anitta e o grupo de K-pop Tomorrow X Together (TXT) protagonizaram um dos momentos mais comentados de terça-feira (12/9) na premiação do Video Music Awards (VMAs) 2023, realizada no Prudential Center, em Nova Jersey (EUA). A parceria marcou a estreia da música “Back for More”, e também a primeira vez que um artista brasileiro se apresentou num palco internacional com um grupo de K-Pop. O início da performance ficou a cargo do quinteto, que capturou a atenção com efeitos de água digitalizados e trovões, além de uma coreografia intensa, e colocou o público para dançar ao som de funk oitocentista. Ao adentrar o palco durante a canção, Anitta não só trouxe sua contribuição vocal como também arriscou alguns passos da coreografia. Essa é a primeira vez que a cantora brasileira se aventura no mundo do K-pop, e se depender dos fãs não será a última. Veja o clipe abaixo.
Pocah lança clipe e EP com referências às raízes do funk brasileiro
Pocah divulgou nesta sexta-feira (15/9) seu novo projeto “A Braba é Ela”. O EP traz referências às raízes do funk brasileiro que mesclam com outros gêneros musicais, como reggaeton, eletrônico e trap. O álbum de cinco faixas se destaca por “A Braba é Ela” que foi escrita pela cantora em 2017, quando ainda era conhecida como MC Pocahontas. A música título conta um pouco mais sobre a vida da funkeira. “Essa música me lembra quando eu comecei a cantar nos bailes, me lembra aquela época, a paixão pela música e a sensação de um sonho ter se tornado realidade”, ela explicou ao Metrópoles. “Soltate” é considerado outro pronto forte do álbum por ser cantada em espanhol. A faixa foi feita em parceria com o grupo pop latino Piso 21 há poucos anos atrás, quando ela passou a estudar o idioma. “A música tá muito gostosinha, é um reggaeton misturado com funk, delícia! Tem coreografia, tem video dance também”, afirmou ao portal Popline. Projeto para lá de pessoal Apesar disso, Pocah destaca que sua faixa favorita é “Assanhadinha” por trazer à tona uma parte de sua infância. “Essa música é a minha favorita do EP. Ela é muito boa e tem uma sensação familiar, sabe? Eu me transporto para aquela época”, descreveu ela, que pulava o muro de casa escondida para curtir baile de favela. “Eu acho que a melhor coisa da fase MC Pocahontas foram as ‘primeiras vezes’. Meu primeiro show, meu primeiro sucesso, minha primeira turnê, meu primeiro programa de TV e por aí vai. Essa música me lembra isso. Fora que a música é de fato muito boa.” A cantora lançou o clipe de “Assanhadinha”, que conta com parceria de MC Durrony. O vídeo mostra Pocah jovem, saindo escondida de casa para curtir um baile funk na comunidade. Veja abaixo.
Lexa terá que responder por dívida milionária de MC Guimê
A Justiça de São Paulo determinou que Lexa terá que responder pelas dívidas de MC Guimê. A cantora entrou com uma ação em dezembro de 2022, no qual alegou que estava divorciada e não poderia sofrer penhoras pelas pendências do funkeiro. Segundo a determinação judicial, Lexa teve seus bens penhorados por estar casada com Guimê na época da ação. A artista tentou reiterar que estava separada em janeiro deste ano, porém o casal confessou publicamente que haviam reatado o relacionamento. O juiz Bruno Straforini, na 1ª Vara Cível de Barueri, rejeitou os embargos em sentença publicada em agosto por não ter partilha dos bens após o divórcio. “Sendo assim, seu patrimônio deverá responder pelas dívidas do seu ex-cônjuge”, determinou. “Não realizada a partilha de bens do ex-casal, cada um dos cônjuges ainda possui responsabilidade perante os credores do outro.” Guimê sofreu bloqueio de seus lucros, direitos de imagem, músicas e números de visualizações em plataformas digitais e de streaming para quitar a dívida de R$ 416,8 mil. Apesar das informações, o processo corre em segredo de Justiça. A assessoria de imprensa de Lexa ainda não comentou sobre o caso. Perdeu tudo? Em julho deste ano, o colunista Erlan Bastos afirmou que Lexa teria aberto mão de um carro luxuoso, avaliado em R$ 500 mil, para ajudar a quitar as dívidas milionárias de MC Guimê. O funkeiro teria feito um péssimo negócio em 2016, quando comprou uma mansão em São Paulo, e acabou com fama de caloteiro. A cantora teria decidido dar uma contribuição financeira para seu marido, já que o casal compartilhou o uso da propriedade por alguns meses antes de Guimê enfrentar uma disputa judicial com os proprietários do imóvel.











