Marina Sena abre último dia do The Town com lágrimas e homenagem à Gal Costa
Marina Sena se emocionou muito ao abrir o último dia do festival The Town no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, neste domingo (10/9). A cantora fez uma apresentação como cover de Gal Costa, falecida em novembro passado, do visual ao repertório. A justificativa foi uma “homenagem” à “maior cantora do mundo” e “a voz que me tirou do interior”. Emoção e Lagrimas Antes mesmo de iniciar o espetáculo, Marina Sena começou a chorar durante entrevista para o Multishow. “Eu que agradeço [a oportunidade de cantar], pra c***. É porque Gal Costa é muito especial pra mim. É um presente gigantesco estar fazendo esse show aqui. Acho que me preparei a vida inteira para cantar esse repertório”, disse a artista, que lutou para segurar as lágrimas. Durante o show, ela reiterou o sentimento ao declarar que suas lágrimas estavam presentes, mas não impediam sua voz. Tributo Musical O repertório selecionado por Marina Sena remeteu ao clássico show “Fa-tal” de 1971 e a versões mais recentes de Gal Costa. E teve seus altos e baixos. Marina Sena encarou desafios ao cantar “Meu nome é Gal”, embora tenha ressaltado que seu nome é Marina. Pequenas falhas vocais e escolhas óbvias não esconderam a reverência com que a cantora executou o repertório, que a maioria do público presente provavelmente desconhecia, pela grande diferença geracional.
Organizador anuncia novos Rock in Rio e The Town
O empresário Roberto Medina, presidente da Rock World e fundador do Rock in Rio, anunciou que o festival volta ao Rio de Janeiro em 2024, e que The Town terá uma nova edição em 2025. A edição do Rock in Rio vai acontecer em setembro como o The Town, entre os dias 13 e 22, e marcará os 40 anos da festividade. Para celebrar o aniversário, Medina disse que haverá outros eventos, incluindo um musical no Rio e em São Paulo, além de um novo Rock in Rio Lisboa – entre os dias 15 e 23 de junho de 2024. The Town 2025 Já o The Town, que encerra sua primeira edição neste domingo (11/9) voltará em 2025 no mesmo local, mas com melhorias. Segundo a organização, cerca de 500 mil pessoas participaram do evento. Cerca de 237 mil utilizaram transporte público como metrô e trem, enquanto 210 mil optaram pelo serviço de ônibus expresso. “Entramos para a história ao fazer o maior festival de música e entretenimento de São Paulo. Exijam mais de mim, porque o próximo vai ser muito melhor e maior. Em serviço, em qualidade, em artistas”, afirmou Roberto Medina. Um estudo da Fundação Getúlio Vargas revelou que The Town movimentou um total de R$ 1,7 bilhão na economia de São Paulo. A taxa de ocupação dos hotéis na capital aumentou 85% em relação à média de setembro nos anos anteriores. Por conta disso, o prefeito Ricardo Nunes indicou a intenção de realizar reformas no autódromo para aumentar a capacidade de público. “Nós temos um problema de espaço”, disse o prefeito. Apesar do sucesso, não faltaram críticas quanto à superlotação do evento, dificuldades no trânsito e demora para transitar entre palcos.
The Town: Festival pop se transforma com rock e tem seu melhor dia
Após uma quinta-feira (7/9) triste, marcada por apresentações protocolares de bandas de pop dançante como Maroon 5 e Chainsmokers, o dia dedicado ao rock foi um oásis no festival The Town. A programação apresentou-se como um espelho do próprio gênero: repleto de contrastes, nostalgia e experimentação. Numa demonstração poderosa do protagonismo feminino no cenário atual, cantoras como Pitty, Shirley Manson (do Garbage), Karen O (do Yeah Yeah Yeahs) e as jovens do Wet Leg chamaram atenção de forma positiva, ressaltando a diversidade do rock em suas múltiplas vertentes. E, cereja do bolo, Foo Fighters se provou o melhor headliner do evento. O melhor do rock brasileiro Pitty inaugurou o dia no palco Skyline com uma performance que homenageou os 20 anos de seu álbum de estreia, “Admirável Chip Novo”. A cantora surpreendeu o público ao colaborar com a Nova Orquestra, grupo sinfônico de jovens talentos, que enriqueceu o conjunto da obra, transformando o show em um evento multidimensional. O álbum “Admirável Chip Novo” não é apenas o primeiro capítulo na trajetória musical de Pitty, mas também um marco do rock brasileiro. Lançado em um período de declínio do gênero no país, o disco ajudou a revitalizá-lo, abrindo espaço para uma nova geração de artistas nos anos 2000 com hits como “Teto de Vidro”, “Máscara” e “Equalize”. Mesmo 20 anos após seu lançamento, o repertório demonstrou seu impacto duradouro, refletido no entusiasmo unânime dos presentes. Com uma presença carregada de nostalgia, mas também de muito significado, a cantora mostrou o valor do rock brasileiro num dia cheio de bandas americanas. O pior do rock brasileiro Por outro lado, o festival também teve maus exemplos do rock nacional. No palco The One, a aparição do Detonautas marcou principalmente pela falta de originalidade e pela participação questionável do convidado Vitor Kley. Terno Rei, com seu indie confortável, caiu no clichê com cover de Legião Urbana. Já o Barão Vermelho fez pior que isso. Agora com seu terceiro vocalista, Rodrigo Suricato, virou praticamente uma banda cover, tocando inclusive o repertório solo de seus antigos vocalistas, Cazuza e Roberto Frejat. Show da MTV dos anos 1990 A primeira atração internacional da noite, Garbage, fez uma apresentação marcante, com um setlist que privilegiou sucessos da MTV dos anos 1990. “Somos sobreviventes dos anos 1990, estamos honrados em estar aqui”, disse a cantora Shirley Manson, que cativou o público, especialmente ao tocar hits como “Only Happy When it Rains” e “Stupid Girl”. A banda mantém a mesma energia, sete anos desde sua última passagem pelo Brasil. Butch Vig, produtor de álbuns icônicos como “Nevermind” do Nirvana e “Siamese Dream” do Smashing Pumpkins, equilibra o som com sua bateria precisa. Shirley Manson, por sua vez, comanda o palco com sua voz multifacetada, capaz de mergulhar em lamentos etéreos ou proclamar uma revolta punk, com direito a cantar cover de “Cities in Dust”, clássico gótico de Siouxsie and the Banshees. Faixas mais recentes do álbum “No Gods No Masters” de 2021 também tiveram espaço, ainda que em menor quantidade. A cantora não poupou palavras durante a performance. “A vida é estranha, não sabemos se vamos voltar. Esperamos que sim, mas somos velhos e cansados”, expressou a cantora de 57 anos. A artista também fez questão de motivar a plateia: “Sejam corajosos e gentis. Amem a si mesmos, nós te amamos, São Paulo, obrigada por tudo”. Dissonância no festival O Yeah Yeah Yeahs subiu ao palco Skyline do festival The Town em uma posição delicada. Convocado para preencher o espaço deixado pelo Queens of the Stone Age, que cancelou por “orientações médicas”, o grupo nova-iorquino tinha a difícil tarefa de conquistar um público que esperava por algo completamente diferente. Formado nos anos 2000, o grupo liderado por Karen O fez sua primeira apresentação no Brasil em uma década, felizmente privilegiando as músicas mais antigas do que o repertório do álbum “Cool it Down”, lançado em 2022, que não agradou. O repertório incluiu “Zero”, “Heads Will Roll”, que trouxe uma chuva de papel picado, o rock de “Date with the Night” e a icônica “Maps”, que foi dedicada ao Queens of the Stone Age, Shirley Manson do Garbage e Dave Grohl do Foo Fighters, numa tentativa de engajar o público. Logo após “Maps” veio momento mais inusitado da noite, quando Karen O interrompeu o show perplexa com uma mulher presa na tirolesa, que cruzava o espaço à frente do palco. “Ela está bem. O socorro chegou”, informou. Foi um concerto em clima ambíguo, com um instrumental dissonante/atmosférico de arrepiar e uma performance energética da cantora, que emocionou os fãs. O problema é que quase não haviam fãs, já que a plateia indiferente apenas aguardava o Foo Fighters, a próxima atração. Fofura indie para poucos A emergente banda britânica Wet Leg, liderada pelas vocalistas e guitarristas Rhian Teasdale e Hester Chambers, trouxe frescor ao line-up do evento. Com um único álbum e apenas um quase hit, “Chaise Longue”, o grupo indie fechou o palco The One sem iluminação especial, convidados ou covers, mas com crise de choro e timidez, diante da plateia mais esvaziada do dia. Enquanto muitos se acomodavam para a chegada do Foo Fighters no palco principal, o Wet Leg fez uma grande entrega emocional do repertório de seu único disco. O horário não favoreceu o grupo, que fez o último show da turnê atual. A certa altura, Rhian se sentou no palco e começou a chorar, enquanto Hester repetia como estava impressionada por tocar no Brasil, falando para dentro, quase balbuciando. Elas são de uma cidadezinha pequena de uma ilha que só tem acesso à Inglaterra de barco, e a timidez foi tanta que Rhian tocou de costas quase todo o tempo, quando não se escondeu no fundo do palco. O som do Wet Leg combina elementos de pós-punk e influência de bandas dos anos 1990 como Breeders, com muitas letras irônicas e uma fofura que só bandas indie preservam. Mas tocou no festival errado. Seria um estouro no Primavera Sound. O fecho triunfal O encerramento ficou por conta da banda mais esperada da noite. Após o cancelamento do show do Foo Fighters em 2022 devido à morte do baterista Taylor Hawkins na véspera, a volta da banda americana ao Brasil levou o Autódromo de Interlagos a um estado de euforia coletiva. Liderada pelo vocalista Dave Grohl, a apresentação se transformou em um misto de tributo e celebração. Impactado pela quantidade de pessoas e o entusiasmo do público, Dave Grohl expressou sua surpresa diversas vezes, pedindo para as luzes se acenderem, de modo a ter a noção exata da plateia, que ele regeu com corais de refrões e gritos numa verdadeira catarse. “Amo tocar para vocês. A plateia brasileira é louca. Já tocamos em vários lugares, mas os brasileiros… É verdade. E vocês sabem disso, né?”, afirmou o músico, banhado pelo “mar de luzes” formado pelos celulares. O show também se tornou um momento para homenagear Taylor Hawkins. Em um dos pontos altos da noite, durante a execução de “Breakout”, Grohl agradeceu ao baterista Josh Freese, que assumiu as baquetas na ausência de Hawkins. “Por favor, dêem boas vindas calorosas e carinhosas para o cara que tornou possível estarmos aqui essa noite: Josh Freese”, proclamou Grohl. Posteriormente, a banda executou “Aurora”, descrita por Grohl como a canção favorita de Hawkins. “Vamos tocar essa música todos as noites até o fim de nossas vidas. Ela era a preferida do Taylor Hawkins”, ressaltou o vocalista. O Foo Fighters fez um espetáculo para agradar aos fãs, desfilando hits consagrados como “Learn to Fly” e “My Hero”, além de músicas do álbum mais recente, “But Here We Are”, lançado em julho deste ano. Todas as faixas foram recebidas com entusiasmo durante mais de duas horas, que foram encerradas, de forma apoteótica, com “Everlong”. Um showzaço de rock, que mostrou que as bandas não precisam fazer metal para tocar pesado, nem gravar música comercial para ter seu repertório cantado integralmente em coro pelo público. Com Grohl conversando com o público o tempo inteiro, foi como se, em vez de mais de 100 mil pessoas, ele tocasse num bar para amigos, numa noite emocional, em que demonstrou enorme prazer de tocar tudo o que o público queria ouvir. Tudo isso é rock, bebê Com as guitarras, baixos e baterias, The Town teve sua melhor noite, mostrando que o pop pode atrair gente, mas é o rock que dá a alma a eventos desse porte, com uma entrega total do público. Até a troca do Queens of Stone Age pelo Yeah Yeah Yeahs foi, de certa forma, interessante por ajudar a tornar o line-up mais abrangente, numa mostra da grande diversidade do rock contemporâneo. Reunindo artistas que marcaram os anos 1990 como Shirley Manson e Dave Grohl, os anos 2000 como Pity e Yeah Yeah Yeahs, e talentos emergentes como Wet Leg, o festival desfilou subgêneros num panorama pouco usual às produções de Roberto Medina, que no Rock in Rio demonstra acreditar que rock é só som pesado, tipo Guns ‘N Roses e Iron Maiden. Rock é muito mais, como o Primavera Sound chega em breve para reforçar.
Baterista do Ultraje a Rigor atualiza estado de saúde de Mingau: “Esperançosos”
O baterista Marco Aurélio Mendes da Silva, o Bacalhau do Ultraje a Rigor, atualizou o estado de saúde do baixista Mingau, que segue internado em estado grave após ser baleado na cabeça no sábado passado (2/9). “Ele é forte, está estável e estamos muito esperançosos”, disse o músico em sua conta do Instagram. “Obrigado a todos pelas orações, pela disposição na doação de sangue, pelas mensagens e pensamentos positivos. Com paciência, ele vai se recuperar, e tudo isso vai ficar para trás”, completou Bacalhau. Situação clínica Mingau foi submetido a duas intervenções cirúrgicas para controlar a pressão intracraniana. A primeira operação ocorreu devido à suspeita de uma bala alojada no crânio, o que posteriormente foi descartado pelos médicos. Na segunda-feira (4/9), o baixista passou por um procedimento chamado “craniectomia descompressiva”, sob o comando do neurocirurgião Manoel Jacobsen Teixeira. A cirurgia durou aproximadamente duas horas e meia. Thiago Romano, coordenador médico da UTI do Hospital São Luiz do Itaim, onde Mingau está internado, explicou as fases de evolução de traumas como o sofrido pelo músico. “Geralmente, traumas dessa magnitude apresentam três fases de evolução: desfecho imediato; um inchaço cerebral, em que a pressão intracraniana é um desafio; e por último a fase de vigilância, que é o despertar e a reabilitação”, disse Romano durante coletiva de imprensa. O músico permanece em coma induzido e auxiliado por ventilação mecânica. Seu estado de saúde ainda é considerado grave, com incertezas sobre possíveis sequelas. A bala atingiu a região frontal esquerda do crânio, área responsável por funções motoras, como linguagem e visão. Crime violento A violência contra Mingau aconteceu um dia antes de seu aniversário de 56 anos. Rinaldo Oliveira Amaral, o Mingau, foi atingido por um disparo na cabeça em Paraty, no estado do Rio de Janeiro. O músico foi inicialmente atendido em um hospital local e, em seguida, transportado de helicóptero para São Paulo, onde foi internado no Hospital São Luiz, com a necessidade de realizar uma cirurgia de urgência. Seu estado de saúde é considerado grave, e ele continua recebendo tratamento intensivo, sedado e mantido sob ventilação mecânica. Prisão de suspeito A Polícia Civil já iniciou as investigações sobre o caso e prendeu um suspeito, flagrado com uma pistola calibre 40, drogas, dois carregadores e um kit rajada. Outras três pessoas teriam sido identificadas. O caso ocorreu num bairro perigoso, conhecido pelo tráfico de drogas. “Onde o tráfico de drogas atua, muitas vezes, armado no local”, explicou o delegado Marcello Russo. “Ao ver esse carro entrando, uma picape escura, [os atiradores] podem ter se confundido e efetuado algum disparo que acabou atingindo esse integrante da banda Ultraje a Rigor”.
Pitty faz show icônico de rock brasileiro no The Town
A baiana Pitty abriu o sábado (9/9) de rock no The Town com o único show de rock brasileiro no palco principal do festival. E foi um show icônico. Celebrando sua própria trajetória, a cantora trouxe uma releitura ousada de seu álbum de estreia, “Admirável Chip Novo”, complementada pela participação da Nova Orquestra. O show serviu como extensão da turnê “ACNXX”, que celebra as duas décadas do álbum seminal. A artista abandonou sua costumeira formação de power trio, optando por uma colaboração sinfônica com a Nova Orquestra. Este grupo, composto por jovens músicos, acrescentou uma nova dimensão ao repertório já consolidado de Pitty. O resultado foi uma experiência envolvente que superou as expectativas do público. Ícone do rock nacional O álbum “Admirável Chip Novo” não é apenas o primeiro capítulo na trajetória musical de Pitty, mas também um marco do rock brasileiro. Lançado em um período de declínio do gênero no país, o disco ajudou a revitalizá-lo, abrindo espaço para uma nova geração de artistas nos anos 2000. Antes de sua performance, Pitty reproduziu um áudio de um telefonema a cobrar para o produtor Rafael Ramos. O áudio serviu como um prelúdio nostálgico, remontando à época em que as demos do álbum foram enviadas pelo correio, numa era pré-internet. E emendou logo com os hits “Teto de Vidro” e “Máscara”, envolvendo imediatamente a plateia, com direito a rodinha de mosh. “A questão é: eu vim da Bahia para chegar devagar?”, questionou a cantora na gravação do telefonema histórico, reproduzido durante o show, aludindo à pressa em tornar o rock “Máscara” o primeiro single do álbum. Ela ainda fez uma performance especial em “Equalize”, interagindo com a câmera, que deu ao público a impressão de estar vendo um clipe ao vivo. A decisão de focar no álbum de estreia manteve a plateia engajada durante todo o evento. Mesmo 20 anos após seu lançamento, “Admirável Chip Novo” demonstrou seu impacto duradouro, refletido no entusiasmo unânime dos presentes. Enquanto o material mais novo serviu apenas como complemento, o repertório reforçou a continuidade da relevância de Pitty. Com uma performance carregada de nostalgia, mas também de muito significado, a cantora valorizou o rock brasileiro num dia cheio de bandas americanas. a MAIORAL! @Pitty quer o mundo? eu te dou 💙✨ #IssoÉTheTown #TheTown2023 — The Town (@thetownfestival) September 9, 2023 É O ROCK! Pitty cantando “Máscara” no The Town 💜pic.twitter.com/JuAMjeXiw2 — FC For Pitty (@fcforpitty_ofc) September 9, 2023 Melhor parte do show, pra não esquecer que é um show de rock — n i c a (@corleonica) September 9, 2023 Eu quando tô sentindo a música 🗣️ Day Limns curtindo o show da Pitty no The Town 🎥 | Day Limns via Instagram Stories pic.twitter.com/sGjUvUD2Hi — CLUBE LIMNS (@clubelimns) September 9, 2023 BATE-CABEÇA 👩🏻🎤 Pitty abriu roda de bate-cabeça durante seu show no The Town; veja A cantora mesclou elementos de uma 'orquestra desmistificada' com seus clássicos do rock nacional (Via @EstadaoCultura) https://t.co/ypErsubrd9 pic.twitter.com/3jsQAcj7R1 — Estadão 🗞️ (@Estadao) September 9, 2023 foi lindo demais 🫶 #TheTown2023 #IssoÉTheTown — The Town (@thetownfestival) September 9, 2023 Foi lindo por demais 😍😍😍😍 — Sa Marcele (@Jasha1418) September 9, 2023 Ela a verdadeira headliner do the town multy pic.twitter.com/75OhCdAsCb — erian (@ladxgaga) September 9, 2023 Icônica — Antonio Custódio (@antoniocustod1o) September 9, 2023 ela sendo a única atração que presta hoje — evelyn (@coldemibieber) September 9, 2023 Que momento lindo! Pitty e a Orquestra Nova sendo aplaudida pelo público do The Town. 👏👏 #TheTown #PittyNoMultiShow 🎵🎸 pic.twitter.com/lmocDLat0M — Portal Sucesso Pop (@Sucesso_Pop) September 9, 2023
Anitta alimenta especulações sobre participação no Super Bowl de 2024
Boatos sobre uma possível participação da cantora Anitta no show do intervalo do Super Bowl em 2024 ganharam força após a artista revelar uma correspondência da NFL. Em um post no Instagram, a cantora expôs uma carta da liga de futebol americano que continha a palavra “script” e referências ao seu último álbum “Favela Love Story”. Detalhes escassos Na carta, a NFL destaca: “Aqui está o script para a 104ª temporada da NFL. Mantenha a confidencialidade! Sua ‘Favela Love Story’ está na página 8, cena 18, linha 13 e é boa! Nós não conseguimos tirar ‘Funk Generation’ do repeat. Esperamos que você traga o Brasil para o jogo. Com amor, NFL”. A mensagem imediatamente instigou os fãs, que passaram a especular sobre uma participação da cantora no evento esportivo. A NFL Brasil também alimentou as especulações ao interagir com os fãs brasileiros, mas sem fornecer detalhes concretos. Esse contexto ganha ainda mais relevância quando se considera que fontes recentemente indicaram que Taylor Swift teria recusado o convite para o show do intervalo da próxima edição do Super Bowl. Jay-Z e Miley Cyrus também estão na lista de possíveis escolhas da NFL. Trajetória em eventos esportivos Anitta já tem experiência em palcos esportivos. A cantora realizou performances nas finais da Copa América, Libertadores e, mais recentemente, no último jogo da temporada da Champions League, quando revelou a canção “Funk Rave”. A final do Super Bowl LVIII está agendada para 11 de fevereiro em Las Vegas.
Confira a programação do fim de semana do The Town
O festival The Town chega à sua reta final neste sábado (9/9) na Cidade da Música montada no autódromo de Interlagos. Sábado rock A primeira edição do evento organizado pelos mesmos produtores do Rock in Rio tem no sábado seu único dia de Rock, com shows de Foo Fighers, Yeah Yeah Yeahs, Garbage e Pitty no palco Skyline. Graças a um cancelamento de última hora, o Yeah Yeah Yeahs entrou no lugar do Queens of the Stone Age, originalmente previsto no festival. A programação de sábado também traz o represente mais indie do evento, a banda britânica Wet Leg, indicada ao Grammy e subestimada pela produção. Ela foi escalada como principal atração do palco The One, logo após Barão Vermelho (com Samuel Rosa no lugar de Cazuza), Detonautas e Terno Rei. Domingo pop O último dia do evento, no domingo (10/8), retoma o repertório pop com shows de Iza, Kim Petras, H.E.R. e, mais uma vez, Bruno Mars, que fecha o The Town com o equivalente a um bis de apresentação inteira. Até o momento, o show inicial do cantor havaiano, que aconteceu no sábado passado (1/9), segue sendo considerado o melhor do festival. Na despedida, o palco The One será 100% nacional, com shows de Marina Sena (cantando Gal Costa), Pabllo Vittar (com Liniker e Jup do Bairro), Gloria Groove e Jão. O festival terá transmissão ao vivo na TV e no streaming, pelo Multishow, Bis e Globoplay. Programação final Confira a programação do último fim de semana Dia 9 de setembro Palco Skyline 23h – Foo Fighters 20h25 – Yeah Yeah Yeahs 18h15 – Garbage 16h05 – Pitty Palco The One 21h45 – Wet Leg 19h20 – Barão Vermelho convida Samuel Rosa 17h10 – Detonautas 15h – Terno o Rei convida Mahmund e Fernanda Takai Palco Factory 22h – MC Don Juan 20h – Yunk Vino 18h – Mc Dricka 16h – Grag Queen Palco São Paulo Square 20h30 – Stanley Jordan 18h30 – Hamilton de Holanda 16h30 – São Paulo Big Band convida Vanessa Moreno e Ana Cañas 15h – São Paulo Big Band Palco New Dance Order 23h30 – Mamba Negra Showcase Feat Cashu + Paulete Lindacelva + Valentina Luz 21h25 – Badsista, Malka, Venus Aka Gueto Elegance Feat Marina Lima 19h50 – Inner City Live Bonus Set Kevin Saunderson 18h05 – Renato Cohen Live 16h35 – Aerea Live 15h05 – Kenya20hz Apresenta Chaos Sonora Dia 10 de setembro Palco Skyline 23h – Bruno Mars 20h25 – H.E.R. 18h15 – Kim Petras 16h05 – Iza Palco The One 21h45 – Jão 19h20 – Gloria Groove 17h10 – Pabllo Vittar convida Liniker e Jup do Bairro 15h – Marina Sena canta Gal Costa Palco Factory 22h – Xênia França 20h – Tassia Reis 18h – Cynthia Luz 16h – N.I.N.A Palco São Paulo Square 20h30 – Richard Bona 18h30 – Banda Mantiqueira & Mônica Salmaso 16h30 – São Paulo Big Band convida Luciana Melo e Jesuton 15h – São Paulo Big Band Palco New Dance Order 23h30 – Oddjs Aka Davis x Vermelho x Zopelar 21h25 – Darren Emerson & Gui Boratto Live 19h50 – Crazy P Soundsystem 18h05 – Lion Babe 16h35 – Paradise Guerrilla 15h05 – DJ Mau Mau B2b Etcetera
Luísa Sonza quebra novos recordes do Spotify e lança clipe de “Chico”
Luísa Sonza lançou nesta sexta-feira (8/9) o videoclipe da música “Chico”, faixa integrante de seu mais recente álbum “Escândalo Íntimo”. A canção é uma homenagem ao seu namorado, o influenciador Chico Moedas, e foi comentada até por Caetano Veloso nas redes sociais – que entrou na discussão sobre seu gênero, bossa nova ou MPB. O clipe apresenta elementos visuais românticos e country, que a cantora já havia incorporado em sua apresentação no festival The Town no fim de semana passado, mas nada de Chico, o homem que mereceu o refrão mais chiclete do ano: “Chico se tu me quiseres/ sou dessas mulheres/ de se apaixonar” Recordes de streaming O álbum “Escândalo Íntimo” acumula números estratosféricos. Em apenas oito dias após o lançamento, o trabalho ultrapassou a marca de 100 milhões de streams no Spotify, tornando-se o álbum brasileiro mais rápido a atingir tal patamar. No contexto global, figura como a 8ª maior estreia feminina de 2023 e a 3ª maior semana de estreia para um álbum latino feminino, com 73,6 milhões de streams. No Reino Unido, ocupou a 6ª posição entre os álbuns mais escutados na última semana. A faixa “Chico” destacou-se com mais de 2,3 milhões de streams, alcançando o 1ª lugar nas plataformas digitais brasileiras e o 27º lugar no Spotify Global. Turnê e Netflix A partir de sexta (8/9), a cantora leva o show de “Escândalo Íntimo” para novos palcos, com 14 apresentações marcadas por diversas cidades paulistas, além de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Paraíba e os três estados do Sul do Brasil. A cantora ainda vai revelar detalhes do processo criativo do disco na série documental “Se Eu Fosse Luísa Sonza”. O projeto terá três episódios que também revelarão os bastidores de sua vida pessoal e carreira. A produção estreia no catálogo da Netflix no dia 13 de dezembro de 2023.
Seu Jorge revela bastidores de encontro com Bruno Mars no The Town
Seu Jorge publicou no Instagram fotos de seu encontro com Bruno Mars nos bastidores do festival The Town, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A reunião aconteceu após a apresentação de Bruno Mars e marcou a primeira vez que os artistas conseguem conversar, apesar de já terem tocado num mesmo evento antes. Histórico do Encontro Em seu perfil nas redes sociais, Seu Jorge contou que a primeira vez que cruzou caminhos com Bruno Mars foi há aproximadamente dez anos, em outro festival de música. Na ocasião, a conversa não foi possível. “Depois de uma década, quis o destino que a gente se encontrasse novamente e aqui no Brasil. Foi uma noite muito feliz e musical com diversos shows de artistas maravilhosos. Bruno my brother, quero te agradecer demais pela noite de música, risos e muita resenha”, declarou o músico brasileiro. O artista brasileiro também revelou que ele e Bruno Mars se encontrarão em breve nos Estados Unidos. “Desejo a você uma excelente viagem e um bom concerto pra você no Chile e nos vemos em Los Angeles logo já. Abraço grande em todos os músicos da sua banda. Foi muito bom te ver irmão”, expressou. O retorno de Bruno Mars ao Brasil não foi marcante apenas para Seu Jorge, já que o músico havaiano entregou o que até o momento é considerado o melhor show internacional do evento em São Paulo. Bruno Mars, que fez um show no Chile durante a semana, voltará a se apresentar no palco do The Town no próximo domingo (10/9), encerrando o festival. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Seu Jorge (@seujorge)
V, do BTS, lança clipe do primeiro álbum solo
Kim Taehyung, o V do grupo BTS, fez sua tão aguardada estreia solo nesta sexta-feira (8/9). O artista sul-coreano lançou seu primeiro álbum “Layover” e o clipe da faixá-título “Slow Dancing”. A música possui uma vibe mais descontraída e ainda traz referências ao soul romântico dos anos 1970. A canção foi escolhida como a faixa de trabalho do disco por se aproximar da preferência dos ARMYs. “De acordo com seu título, é uma música que você pode ouvir enquanto se sente relaxado. Espero que todos possam se sentir livres e relaxados pelo menos durante o tempo em que estiverem ouvindo essa música”, disse o cantor. Mais detalhes O disco conta com apenas seis faixas inéditas, que foram produzidas por Min Hee-jin, a CEO da ADOR e produtora do girl group NewJeans. Vale lembrar que o idol já havia lançado algumas faixas, como “Love Me Again” e “Rainy Days”. O álbum “Layover” ainda revela um lado mais sensível do integrante do BTS. A prova disso está nas letras amorosas e na imagem da capa, que é uma “selfie” de Yeontan, o cachorrinho de Taehyung.
Espaço de alimentação do The Town pega fogo na madrugada
Um espaço de alimentação do festival The Town pegou fogo na madrugada desta sexta-feira (8/9), ainda sem razões determinadas, no Autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo. O Corpo de Bombeiros informou que as chamas tiveram início por volta das 4h da manhã e foram contidas às 5h30. A estrutura de madeira e plástico do espaço ficou comprometida, mas ninguém ficou ferido com o incêndio. A Polícia Civil ainda vai determinar as circunstâncias do incidente, que pode ter ocorrido por conta de uma frigideira com óleo. O caso será investigado pela 48º DP Cidade Dutra. O festival The Town não tem apresentações nesta sexta-feira (8/9) e retoma os shows no sábado (9/9) com apresentações de Pitty, Foo Fighters, Yeah Yeah Yeahs e Garbage. Até o momento, a assessoria do evento não emitiu um posicionamento oficial sobre o incêndio. 05h30 Incêndio (não sabemos a causa) extinto na av. Interlagos, 100 (dentro do autódromo interlagos), Campo Grande, na fase de rescaldo, sem vítimas até o momento, 5 viaturas no atendimento, aguardo informações do local.#193 I pic.twitter.com/qs1j3EKME8 — Corpo de Bombeiros PMESP (@BombeirosPMESP) September 8, 2023
Maior agência de J-pop enfrenta escândalo de abuso sexual de boy bands
Julie Fujishima, a chefe da poderosa agência de talentos japonesa Johnny and Associates, pediu demissão na quinta-feira (7/9) depois de reconhecer os casos de abusos sexuais cometidos pelo fundador já falecido da empresa. A presidente emitiu um pedido público de desculpas às vítimas de seu tio, Johnny Kitagawa. “Tanto a agência quanto eu, como pessoa, reconhecemos que ocorreram abusos sexuais por parte de Johnny Kitagawa”, declarou a ex-presidente pela primeira vez. “Peço desculpas às suas vítimas do fundo do meu coração.” A demissão veio à tona uma semana depois das investigações contra Kitagawa, que negou qualquer irregularidade antes de morrer em 2019. O fundador teria abusado de centenas de meninos e homens jovens ao longo de seis décadas como presidente da agência de boy bands. Ele nunca enfrentou acusações legais. Kitagawa era considerado uma das figuras mais influentes da indústria do entretenimento japonesa, e foi responsável pelo lançamento de muitos artistas do J-pop, a música pop japonesa, ao longo dos anos. Apesar dos rumores sobre os abusos, o magnata nunca enfrentou processos criminais e continuou recrutando adolescente até sua morte aos 87 anos. No entanto, várias vítimas declaram no documentário britânico “Predator, The Secret Scandal of J-Pop” que achavam que suas carreiras seriam prejudicadas se não cumprissem as exigências sexuais do ex-presidente. A ex-chefe nomeou Noriyuki Higashiyama, um nome familiar da televisão no Japão, como seu sucessor na agência de talentos. O homem de 56 anos foi um dos primeiros talentos recrutados pela empresa, porém não foi uma das vítimas de abuso. Ele estava ciente dos rumores: “Eu não pude e não fiz nada a respeito”, admitiu. Passou pano? Embora algumas das alegações de abuso sexual tenham sido provadas no tribunal civil, Kitagawa processou seus acusadores por difamação com sucesso em pelo menos uma ocasião. O fundador ainda teve as notícias do escândalo “abafadas” pela grande mídia. Em março deste ano, os relatos exibidos no documentário da BBC geraram discussões no Japão, o que resultou no início de uma investigação completa. Milhares de fãs de J-pop também assinaram uma petição pressionando por novas informações sobre a agência. Denúncias As alegações das vítimas mostram um padrão de exploração de Kitagawa, que abusava dos jovens em casas luxuosas com a presença de outros rapazes. A cobertura da BBC também encorajou novas denúncias, como o ex-astro nipo-brasileiro Kauan Okamoto, que teria sido assediado durante quatro anos pelo fundador. Na semana passada, um relatório descobriu que o ex-presidente começou os crimes na década de 1950, passando pela criação da agência de talentos, até a década de 2010. A investigação também descobriu que a gestão familiar permitiu que os casos de abuso sexual prosseguissem, inclusive sob supervisão da sobrinha, Julie Fujishima. A agência Johnny and Associates é responsável pela carreira de bandas como SixTones, Hey! Say! JUMP, Snow Man e Travis Japan. Não está claro se os artistas continuarão com a empresa, que cogita uma troca de nome futuramente.
Cardi B lança nova parceria sensual com Megan Thee Stallion
Cardi B revelou nesta sexta-feira (8/9) o videoclipe de “Bongos”, a nova parceria com a rapper Megan Thee Stallion. A faixa marca a primeira colaboração da dupla desde o lançamento de “WAP”, em 2020. A nova música emplaca batidas latinas com versos cativantes do gênero hip-hop e um ritmo digno de coreografias de twerk: “Vou jogar de volta como se fosse quinta-feira / Ganhei bolo, estou acesa, é meu aniversário”. Já no videoclipe, as rappers aparecem com acessórios extravagantes e super-coloridos, além de cenários de puro veraneio. As imagens vibrantes ainda combinam tons pastéis com uma energia ainda mais sensualizada que o clipe de “California Gurls”, de Katy Perry. Bongos Em julho deste ano, Cardi B demonstrou preocupação com a reação dos fãs com “Bongos”, já que a nova faixa não foi criada como sequência de “WAP”, a primeira parceria das rappers americanas0. “Eu me pergunto como as pessoas vão reagir a essa vibração, porque elas realmente esperam ‘WAP'”, ela disse em entrevista à Billboard. “A capa do [single] emite uma vibe ‘WAP’, mas não é. É um tema diferente e o vídeo [também] possui tema totalmente diferente.” A faixa é o primeiro lançamento de Megan Thee Stallion desde seu segundo álbum “Traumazine” (2022), que fez sua estreia grandiosa em 4º lugar na Billboard 200. Já o último álbum de Cardi B foi “Invasion of Privacy”, lançado em 2018.












