Morrissey adia shows no Brasil após pegar dengue no México
Morrissey, ex-vocalista da banda The Smiths, adiou diversos shows na América Latina, inclusive os que faria no Brasil, após ser diagnosticado com dengue no México. A informação foi divulgada pelo site oficial do artista nesta segunda-feira (11/9). A contaminação ocorreu na passagem da turnê mundial pela Cidade do México e interromperá os shows de celebração dos 40 anos de carreira do cantor por duas ou três semanas. “A chegada de Morrissey à Cidade do México resultou em uma infecção por dengue. O vírus levará de duas a três semanas para desaparecer”, diz o comunicado. A equipe do músico também informou que “Morrissey não cancelou nenhum show, mas a infecção torna as duas próximas semanas impossíveis”. A agenda deve ser retomada na Flórida, com os shows na América do Sul remarcados para o final da turnê. Os shows adiados O adiamento impactou diversos shows agendados. Em Lima, no Peru, a apresentação estava prevista para quinta-feira (14/9), seguida por um show em Bogotá, na Colômbia, programado para domingo (17/9). As datas em Santiago, no Chile (21 de setembro), e em Buenos Aires, na Argentina (23 de setembro), também foram adiadas. No Brasil, os shows aconteceriam em São Paulo e em Brasília, nos dias 27 e 30 de setembro, e as novas datas ainda não foram anunciadas. Os fãs do músico aguardam atualizações sobre a nova programação dos shows e as informações sobre a devolução ou substituição de ingressos.
Marina Sena rebate críticas após show no The Town: “Vocês que se mordam!”
Marina Sena utilizou a rede social X, anteriormente conhecida como Twitter, para responder às críticas que recebeu por sua apresentação no festival The Town no último domingo (10/9). A cantora prestou homenagem à falecida Gal Costa, com um show todo voltado ao repertório da tropicalista, e tanto a decisão quanto sua performance dividiram opiniões. O desabafo de Marina A artista compartilhou sua insatisfação com as críticas recebidas. “Cês juram que se eu fosse ruim eu seria uma menina de taiobeiras que tá conquistando tanta coisa? Por qual motivo isso tudo me seria dado? De graça assim? Não tenho sobrenome, não tinha dinheiro, influência, não tinha absolutamente nada. Não havia nenhum motivo pra eu estar aqui a não ser minha própria coragem, dedicação, autenticidade e talento. Vocês que se mordam!”, afirmou a cantora. Comparações com Gal Costa Marina também abordou as comparações com Gal Costa, a quem ela homenageou. “Para o resto da minha vida, por onde eu for eu vou levar o nome de Gal, não quero ser a nova Gal, só quero que todos saibam de onde vem o pulso inicial desse movimento do corpo, da alma, do espírito, que Gal possibilitou eu e tantas pessoa de sentir. Eu sou uma das tantas filhas de Gal desse país. Na voz dela é onde eu me conecto com Deus. E eu vou ter pra sempre gratidão por ela ter expandido tanto a minha alma”, disse. Vale lembrar que Gal Costa e Marina Sena chegaram a cantar juntas. Elas gravaram uma versão de “Para Lennon e McCartney”, de Milton Nascimento, que foi lançada mais de um mês após a morte de Gal Costa. Resposta de Luísa Sonza Após a postagem, Luísa Sonza também resolveu se posicionar sobre as críticas. Citando alguns dos artistas nacionais que costumam ganhar hate, ela escreveu no X: “Marina Sena é fod*, Jão é fod*, Pabllo Vittar é fod*, Iza é fod*, Ludmilla é fod*, Anitta é fod*, Gloria Groove fod*, eu sou fod*. Isso independe da opinião de vocês”. Marina repostou a declaração. Luísa, que tem uma parceria com a cantora mineira em seu mais recente álbum “Escândalo íntimo”, também escreveu: “Marina Sena, um dos maiores vocais e nomes da nova música brasileira, mas vocês estão muito emburrecidos pra essa conversa”. “Que é isso! Te amo”, reagiu Marina. A gaúcha completou sua crítica aos haters. “Estamos criando uma nova geração de novos grandes nomes da música brasileira mas o que vocês conseguem é só diminuir e se recusam a enxergar o que já está escancarado na cara de vocês. A música brasileira tá viva, tá diversificada, tá com referência, tá fod*. Vocês não admitirem isso, por enquanto, não vai impedir todos nós de fazermos história” Ces juram que se eu fosse ruim eu seria uma menina de taiobeiras que tá conquistando tanta coisa? Por qual motivo isso tudo me seria dado? De graça assim? Não tenho sobrenome, não tinha dinheiro, influência, não tinha absolutamente nada. Não havia nenhum motivo pra eu estar aqui… — Marina Sena (@amarinasena) September 11, 2023 para o resto da minha vida, por onde eu for eu vou levar o nome de Gal, não quero ser a nova Gal, só quero que todos saibam de onde vem o pulso inicial desse movimento do corpo, da alma, do espírito, que Gal possibilitou eu e tantas pessoa de sentir. Eu sou uma das tantas filhas… — Marina Sena (@amarinasena) September 11, 2023 Marina Sena é foda, Jão é foda, Pabllo Vittar é foda, Iza é foda, Ludmilla é foda, Anitta é foda, Gloria Groove é foda, eu sou foda. Isso independe da opinião de vocês. — LUÍSA SONZA (@luisasonza) September 11, 2023 que issooo te amo owwwww ♥️♥️♥️♥️ — Marina Sena (@amarinasena) September 11, 2023 Estamos criando uma nova geração de novos grandes nomes da música brasileira mas o que vocês conseguem é só diminuir e se recusam a enxergar o que já está escancarado na cara de vocês. A música brasileira tá viva, tá diversificada, tá com referência, tá foda, vocês não admitirem… — LUÍSA SONZA (@luisasonza) September 11, 2023
Cher anuncia primeiro disco de Natal de sua carreira
Cher surpreendeu seus fãs ao anunciar um álbum de estúdio temático de Natal. A cantora revelou não apenas uma, mas duas capas distintas para o projeto nas redes sociais e em seu site oficial. Na primeira postagem sobre o álbum, Cher questionou: “Você vai passar o Natal comigo?”. A capa mostrava a cantora vestida de forma simples, rodeada por ornamentos natalinos. Já no último sábado (9/9), a artista compartilhou a versão exclusiva da Amazon do álbum, na qual ostenta cabelos platinados e vestido prateado. “Já é Natal? Mas não tenho nada para vestir”, disse. Já é Natal? Em entrevista ao programa “Good Morning Britain”, Cher comentou sobre o projeto. “É um álbum de Natal da Cher. Não é o álbum de Natal da sua mãe”, declarou, acrescentando estar “muito, muito animada porque há milhões de pessoas nele e nunca fiz duetos. Nunca tive pessoas em nenhum dos meus discos”. Isso pode ser verdade para a carreira solo da artista, mas ela começou sua trajetória musical nos anos 1960 em duetos com o marido Sonny Bono, gravando sob o nome Sonny & Cher. O álbum temático de Natal de Cher será o primeiro do tipo em sua longa carreira. A data de lançamento ainda não foi anunciada. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cher (@cher) Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Cher (@cher)
Wesley Safadão explica afastamento dos palcos por ansiedade: “Medo de morrer”
Wesley Safadão falou pela primeira vez sobre a decisão de abandonar os palcos devido as crises de ansiedade. No “Fantástico” de domingo (10/9), o cantor admitiu que não soube diminuir o ritmo de trabalho ao longo dos anos. “Ainda é difícil falar, mas eu tô esgotado. Esgotado mentalmente. Eu não soube a hora certa de dosar, de diminuir o ritmo. […] É como se eu não conseguisse dizer ‘não’. São tantos anos nessa pegada”, desabafou na entrevista. Safadão explicou que o episódio mais intenso teria acontecido antes de uma apresentação no início de agosto: “Eu estava a caminho de um show em Minas e eu comecei a passar mal no carro, começou a faltar ar. Eu queria respirar e não conseguia. [Eu dizia:] ‘Quero ir para o hospital, acho que estou morrendo’. Eu não sentia meus dedos. Eu não queria acreditar que tava com crise de ansiedade. Eu era uma bomba-relógio, que estava se estressando facilmente por coisas poucas”. O cantor também revelou que sofre com os sintomas da ansiedade há pelo menos seis anos. “É um medo de passar mal. Eu tinha medo de perder o controle em cima do palco. Para o medo de morrer, eu tô tomando medicamento. O psiquiatra passou e tenho conseguido controlar”, ele declarou. Apesar das crises recentes, Wesley Safadão espera retomar as apresentações dentro das próximas duas semanas. “Eu não vou parar de cantar. Eu amo cantar e eu quero voltar a ter essa alegria. É só equilibrar. Equilibrou, eu acredito que vai dar tudo certo”, garantiu. Abalou geral Na sexta-feira (8/9), a empresária Dona Bil contou que ainda está “tentando” entender o afastamento do filho dos palcos. Ela deu sua primeira declaração sobre o tema para o colunista Leo Dias. “Se tá difícil pra mim e família, imagina pra ele”, ponderou. “É tudo diferente, estamos tentando entendê-lo. Ele tá se recuperando, tá tentando falar o que sente”, ela declarou antes de expressar seu desejo pela recuperação do artista. Safadão prometeu! Em breve tá de volta 😆 #Fantástico pic.twitter.com/JGwLHGoAXH — TV Globo 📺 (@tvglobo) September 11, 2023
Anderson, vocalista do Molejo, é internado às pressas com embolia pulmonar
Anderson Leonardo, vocalista do grupo Molejo, foi internado às pressas no Rio de Janeiro para tratar o que, inicialmente, acreditava ser uma pneumonia. Após novos exames, o cantor de 51 anos foi diagnosticado com embolia pulmonar. Ele está em tratamento contra um câncer inguinal, na região pubiana, desde outubro do ano passado. A informação original foi dada no último domingo (10/9) pelo perfil do grupo no Instagram: “A assessoria do grupo MOLEJO vem através deste, informar que o vocalista Anderson Leonardo encontra-se hospitalizado em decorrência de uma pneumonia. Contamos com as orações de todos os amigos e fãs, e esperamos muito em breve ele esteja de volta aos palcos levando a sua alegria contagiante”. Entretanto, após “revisão médica e novos exames”, foi constatado o novo quadro de saúde. A agenda de shows do Molejo será mantida com os outros cinco integrantes. Saúde de Anderson Leonardo Em maio deste ano, Anderson Leonardo retomou o tratamento contra um câncer raro que avançou em seu corpo e atingiu os testículos, após o cantor anunciar a cura da doença inguinal, na região da virilha. O artista contou que o inchaço na região íntima tem causado desconforto e chamado atenção das pessoas: “Quando vi que estava voltando a inchar, reparei que estava inchando em outra região. Está muito inchado. É fod* para colocar uma roupa, muito complicado. esses dias eu fui tocar e vi que um casal ficou me olhando. Eu queria entrar num buraco. O casal saiu, senti que foi comentado, sabe?”. Ele chegou a contar uma situação desconfortável vivida num show, quando uma fã notou o inchaço na região da virilha e questionou se ele estava com uma ereção. “Eu ficava tentando puxar a camisa. Mas agora estou usando uma camisa mais longa. Comecei a ficar preocupado com isso. Cheguei no camarim e comecei a chorar. É fod* para mim”, desabafou. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Grupo Molejo (@molejooficial)
João Figueiredo prepara primeira música pop, dedicada à Sasha Meneghel
João Figueiredo está prestes a lançar “Meu Bem”, seu primeiro single da “era pop” dedicado à Sasha Meneghel. A faixa chega às plataformas de áudio digital nas próximas semanas. O cantor explicou que recebeu apoio da esposa antes de entrar na nova fase: “No início ela me deu muita coragem, muita inspiração para poder cantar sempre o que acredito, da forma que acredito. Começar essa trajetória no pop com uma música que fala sobre o jeito que a pedi em casamento, do nosso relacionamento, é algo especial para mim e foi com essa intenção”, disse à revista Quem. As novas vivências de João também serviram de inspiração para mais oito músicas que já estão prontas. O artista trabalhou em sua imagem no decorrer dos anos com o auxílio de Sasha, e se tornou praticamente um ícone fashion ao ser visto em eventos mais populares. “Falar da Sasha está muito atrelado a quem sou e minha vida. A arte faz muito sentido pra mim quando traz verdade e foi um dos dias mais felizes da minha vida o nosso casamento e trouxe isso para a faixa e o clipe”, explicou João, que conquistou um novo público ansioso para ouvir seus novos projetos musicais. Nova era O artista de 24 anos ainda falou sobre a transição de gêneros musicais e o apoio recebido por seus fãs. “Sair de um gênero bem nichado como o gospel e você transicionar pra música pop, faz parte de um processo”, ele lembrou. “Todos os feedbacks, todas as mensagens que recebo a respeito das minhas músicas, das pessoas que já ouviram e se identificam, são muito positivas. Tudo que recebo dos fãs é pressão pra lançar logo. Essa está sendo a energia, mas isso é bom também porque impulsona, me motiva pra continuar fazendo o que eu estou fazendo”. Por fim, João Figueiredo não demonstrou tensão com a nova identidade artística: “As dificuldades que tive nessa transição foram mais questões profissionais, pra manter a equipe e outras coisas, mas que graças a Deus deram certo e agora a gente está empolgado pra essa nova etapa”, concluiu. O último lançamento de João Figueiredo aconteceu há quase dois anos, quando ele divulgou a parceria com Mariana Nolasco em “Nasce o Sol (Ame a Vida”).
Bruno Mars repete “Evidências” com Xororó na plateia do The Town
Bruno Mars finalizou na noite de domingo (10/9) a primeira edição do festival The Town no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. O show foi praticamente um bis, repetindo todo o setlist do domingo passado (3/9), em que o cantor se apresentou pela primeira vez no festival. Não faltou sequer a iniciativa do tecladista John Fossitt, que repetiu o feito do primeiro show e tocou a canção “Evidências”. A novidade é que desta vez a performance contou com a presença na plateia de Xororó, cantor original da música, que apareceu no telão durante a apresentação, levando o público ao delírio. Xororó cantou junto do público, acompanhado do filho Junior Lima e da esposa Noely, e foi foco de diversas capturas de câmera. Setlist sem surpresas O repertório ainda incluiu músicas como “Locked Out of Heaven” e “Just The Way You Are”, além de reprisar a chamada telefônica romântica, desta vez com mais palavras em português, e finalizar com a agitada “Uptown Funk”. O havaino, que se autoapelidou “Bruninho” no Brasil, acabou se tornando o principal nome do festival, embora seja já bem conhecido do público brasileiro. Seis anos após sua última apresentação em território nacional, ele chegou ao festival como o artista de maior cachê já pago pelo empresário Roberto Medina, superando todas as nove edições do Rock In Rio, e correspondeu ao investimento como a atração que mais rapidamente esgotou ingressos no The Town. SÓ QUERO OUVIR VOCÊ DIZER QUE SIM 🥰 E esse momento mais que especial com "Evidências" no show do @BrunoMars? O Xororó e o Júnior curtindo DEMAIS 🫶 #SKYLINE ✨ #BrunoMarsNoMultishow #TheTown2023NoMultishow pic.twitter.com/URzihLuVkf — Multishow (@multishow) September 11, 2023 "Oi, sumida. Eu quero você, gostosa" 🥵🥵🥵 EU TÔ PASSANDO MAL COM ESSA, BRUNINHO! Uma ligação dessas a gente não recusaria NUNCA, né? 📞 @BrunoMars#SKYLINE ✨ #BrunoMarsNoMultishow #TheTown2023NoMultishow pic.twitter.com/GvOc4Xkv2C — Multishow (@multishow) September 11, 2023 BRUNINHO, O SHOWMAN QUE VOCÊ É! 🤩 O impacto de @BrunoMars é impossível de descrever 💥#SKYLINE ✨ #BrunoMarsNoMultishow #TheTown2023NoMultishow pic.twitter.com/6OcBktPA2X — Multishow (@multishow) September 11, 2023
Jão impressiona em show com dragão e efeitos especiais no The Town
O cantor Jão levou a noção de espetáculo a sério, a fazer a última atração do palco The One no festival The Town neste domingo (10/9). O cantor paulista apresentou um show repleto de recursos visuais, incluindo um dragão cenográfico e efeitos pirotécnicos, que capturaram a atenção dos fãs e se tornaram assunto nas redes sociais. Pirotecnia e hits Um dos momentos mais comentados foi quando Jão tocou piano com a mão em chamas durante a execução de “Maria”. A luva especial que usava protegia suas mãos das chamas emitidas por um dispositivo no piano. Além deste, um outro momento de destaque foi quando ele sobrevoou o palco durante a canção “Sinais”. O evento também foi palco para Jão responder aos críticos. “Prefiro responder com meu trabalho, responder com os estádios esgotados. Muito, muito obrigado”, afirmou o cantor. O recado veio em meio a um repertório que misturava músicas dos seus quatro álbuns, incluindo o bem-sucedido “Pirata” e o recente “Super”, que teve a maior estreia do Spotify até a chega de “Escândalo Íntimo” de Luísa Sonza. Mega estrutura A equipe de Jão levou seis carretas de material cenográfico para o evento, incluindo drones que formavam uma bandeira de orgulho bissexual durante a música “Meninos e Meninas”. A ideia de incorporar um dragão gigante foi, segundo o cantor, para representar um símbolo de poder e remeter ao elemento fogo, tema central do seu último álbum, “Super”. O show também serviu de prelúdio para a turnê do novo álbum e foi a culminação de um dia em que os brasileiros, como Iza, Pabllo Vittar e Gloria Groove, brilharam mais que as atrações internacionais. Entretanto, embora a performance tenha deixado muitos de boca aberta e viralizado nas redes sociais, Jão enfrentou os mesmos problemas dos demais artistas que, nos dias anteriores, apresentaram-se antes do headliner do Skyline, com muitos muitos abandonando a apresentação antes do final para ver Bruno Mars, atração principal da noite, devido à distância entre os palcos. O JÃO ENTREGOU TUDO COM ESSA ENTRADA pic.twitter.com/WS2YOD3gtu — julia (@artbuiar) September 11, 2023 que orgulho ver um artista nacional se importando e entregando estrutura e carisma em um único show! o jão é foda, não merece nenhum ataque, não curte é só não ouvir porque falar mal do show é forçar demais, o cara sabe o que faz! #JãoNoMultishow pic.twitter.com/IdxVKs5p8x — didi ★ (@mendespier) September 11, 2023 proxima aula é história e o professor é o jão romania pic.twitter.com/JYCOj0MbUp — ؘ (@tmposdgloria) September 11, 2023 O Jão VOANDO no palco! #JaoNoTheTown #TheTown pic.twitter.com/jDblAk69or — Tracklist (@tracklist) September 11, 2023 O TANTO DE GENTE CANTANDO UMA MÚSICA QUE NÃO TEM NEM UM MÊS, O JÃO É O MOMENTO VOCÊS VÃO TER QUE ACEITAR pic.twitter.com/IcrHd1udrt — lia (@jaorry) September 11, 2023
H.E.R. surpreende com Claudinho e Buchecha no The Town
No penúltimo show do palco Skyline, a cantora americana H.E.R. surpreendeu a plateia do The Town, em São Paulo, com a participação do músico e produtor curitibano Felipe Bide. Famosa por seu R&B contemporâneo, H.E.R. convidou Bide para interpretar a versão em português de “Best Part”, um de seus hits mais conhecidos. No mesmo ritmo, a dupla também apresentou um trecho da música “Quero Te Encontrar”, de Claudinho e Buchecha, que levantou o público. Felipe Bide, conhecido por suas versões em português de sucessos internacionais, já havia revelado nas redes sociais que o convite de H.E.R. veio na semana anterior ao evento, causando palpitações em seu coração, “a 160 bpm”, conforme o músico informou em sua conta. H.E.R. já tinha se apresentado no Rock in Rio, mas esta foi sua primeira performance para o público paulistano. “Essa é minha primeira vez em São Paulo e estou amando a comida, as pessoas”, disse ao microfone. “O Brasil é meu país favorito no mundo. Vocês fazem com que me sinta tão à vontade.” Show com covers Apesar disso, o público demonstrou não conhecê-la tão bem. A artista, cujo nome real é Gabriella Wilson, já ganhou um Oscar e cinco Grammys, mas só tem um álbum oficial, “Back of My Mind”, lançado em 2021. Por isso, o show foi cheio de covers, remetendo a seu início de carreira, quando foi revelada num reality show. A opção chamou atenção porque as escolhas foram totalmente fora de seu estilo. Além do hit de Claudinho e Buchecha, ela entoou “Are You Gonna Go My Way”, de Lenny Kravitz, “I Love Rock’n’Roll”, de Joan Jett, e “We Will Rock You”, do Queen. Fora essas canções, o público deu poucos sinais de conhecer o repertório, embora tenha demonstrado boa vontade para se sacudir, e marcar com palmas e coro o refrão de “Hard Place”, seu maior sucesso. O show também atraiu a atenção da cantora IZA e de seu namorado, Yuri Lima, vistos aproveitando a apresentação em meio à multidão.
Gloria Groove faz show espetacular no The Town
Gloria Groove usou seu show na noite deste domingo (10/9) no palco The One, durante o festival The Town, para lançar o espetáculo “Noites de Gloria”, combinando elementos teatrais com uma estética que evoca o clima das baladas paulistanas. Foi, de fato, um verdadeiro espetáculo, que caiu nas graças do público e entrou para a lista das melhores apresentações do evento. Espetáculo de imagem e som Mostrando seu talento e carisma, a cantora iniciou com “Sobrevivi”, sinalizando o tom da apresentação. Vestida toda de branco e com uma coroa prateada, ela desceu de um pedestal, acompanhada de uma banda e dançarinos, também em branco, criando uma atmosfera mística. Numa performance de grande impacto visual, ela surpreendeu com várias trocas de figurino e pelo uso de efeitos no telão, que exibia uma lua gigante, símbolo da nova turnê. Além disso, os arranjos das músicas foram enriquecidos por um coral gospel e banda, acrescentando uma camada extra de sonoridade à apresentação. Noite de glória Outros pontos altos incluíram a presença do beatmaker Ruxell e uma variedade de ritmos, do pop ao funk. Gloria também optou por medleys, combinando trechos de sucessos como “A Queda”, “Bumbum de Ouro” e “Mil Grau” com samples de outros artistas, como Ja Rule e Valesca Popozuda. E o ápice ocorreu quando hits como “Bonekinha” e “Vermelho” inflamaram o público. “Os dias são de luta, mas as noites são de glória!”, exclamou a cantora, celebrando a apresentação. Com sua apresentação, Gloria rivalizou com nomes internacionais do festival e fez muita gente discutir quem fez o melhor show, ela ou Pabllo Vittar. Ambas arrasaram.
Kim Petras faz show mais fraco do The Town
Kim Petras, primeira cantora trans a liderar as paradas americanas, foi uma das poucas estreias no Brasil da programação do festival The Town, mas não se saiu tão bem quanto Wet Leg no sábado (9/9), banda menos conhecida e patologicamente tímida. A popstar alemã tem 31 anos, sendo 17 deles dedicados ao pop dançante. Com um desempenho abaixo do esperado, ela não conseguiu transformar o autódromo de Interlagos em uma pista de dança efervescente, como era sua intenção. Em vez disso, sua performance encontrou uma audiência indiferente, composta principalmente por fãs de Bruno Mars, que preferiram permanecer sentados ou distraídos com suas selfies. A cantora alemã apostou em canções com títulos provocativos, como “Treat Me Like a Slut” e “They Wanna Fuck”, e incluiu a interpretação de “Unholy”, seu maior sucesso, gravado com Sam Smith. Mas a falta de uma banda de apoio e mudanças de figurino entregaram um show de pouca ambição, que ainda enfrentou problemas técnicos, como falhas de microfone. Petras se estabeleceu ao trabalhar com grandes nomes da produção musical, como Dr. Luke, Cirkut e Max Martin. Contudo, seu show deixa evidente a diferença entre o nível de produção em estúdio e sua performance ao vivo. Para piorar, a falta de originalidade em seus arranjos e a performance amadora sucederam, de forma contrastante, o show consagrador de Pabllo Vittar, que aconteceu minutos antes num palco menor.
Pabllo Vittar toca com banda e faz seu melhor show no The Town
Pabllo Vittar surpreendeu com um show memorável neste domingo (10/9) no festival The Town, em São Paulo. Divergindo do formato habitual de suas performances, a artista incorporou uma banda ao espetáculo, dando novos contornos a seus hits com solos de saxofone e guitarra. O espetáculo aconteceu no palco The One, um dos maiores espaços do evento, e o público compareceu em massa para vibrar com a artista. A inclusão da banda teve um impacto significativo, como ficou claro na reação dos fãs, predominantemente jovens, que responderam com entusiasmo redobrado. Mesmo aqueles menos inclinados ao som de Pabllo responderam positivamente às novas texturas sonoras. Diante das reações entusiasmadas, ela fez questão de frisar ao final da apresentação: “Com ou sem banda, eu sou o show”, deixando claro que o repertório e performance principal era dela. Esta mudança não é estranha à trajetória de Pabllo, que iniciou sua carreira como vocalista da banda do programa “Amor e Sexo” da TV Globo em 2017, antes de lançar-se em carreira solo. A artista parecia à vontade com os músicos, retomando uma dinâmica que faltava em suas recentes apresentações focadas em playback e dança. Participações e manifesto O show foi também marcado pela presença de Liniker e Jup do Bairro, adicionando mais um nível de excitação ao evento. Liniker contribuiu nas músicas “Disk Me” e “Baby 95”, enquanto Jup do Bairro adicionou sua voz em faixas como “Descontrolada” e “O Corre”. Um dos momentos de destaque foi quando Pabllo, erguida por bailarinos durante a performance de “Ultra Som”, do álbum “Batidão Tropical”, declarou com convicção de manifesto: “Meu nome é Pabllo Vittar, eu sou viado, eu sou drag”. A fala ressoou de forma notável, tanto no espaço físico do evento quanto nas redes sociais, onde fãs compartilharam o momento. Após passagens relâmpagos como convidada no Rock in Rio, Pabllo Vittar soube aproveitar um espaço só seu. Dando mostras de que percebeu o que fez, ela se emocionou na hora de sair do palco. Logo na beira dos bastidores, abraçou a mãe com visível sensação de felicidade pela realização de um dos melhores shows de sua carreira.
IZA encarna divindade no The Town
Com ares místicos, IZA abriu o palco principal do último dia do The Town, neste domingo (10/9), encarnando Afrodhit, divindade concebida como tema de seu novo álbum. Também escolheu as faixas recentes do disco “Afrodhit” para abrir o espetáculo numa aposta arriscada, já que o repertório do trabalho recém-lançado não conquistou plenamente os fãs. Em entrevista à Folha, Iza esclareceu que Afrodhit representa seu renascimento, um tema também ligado ao seu recente divórcio. “Vou dedicar [esse show] a todas mulheres que se sentem renascidas. O brilho pode até ofuscar, mas não apaga, não. A gente volta com tudo”, ressaltou. Nomes de peso IZA contou com a presença de MC Carol para dar voz à feminista “Fé nas Maluca”, faixa de trabalho do novo disco, e a funkeira aproveitou para incluir “Meu Namorado é Maior Otário”, que ressoou com o público. Do mesmo modo, o rapper L7nnon subiu ao palco para participar de “Fiu Fiu” e levantou a audiência com seu hit de 2022, “Ai Preto”. Para completar, Djonga marcou presença com “Sintoniza”, faixa também de “Afrodhit”, cujo ponto alto veio do telão, quando ele e IZA pararam diante do letreiro “Fogo nos racistas”, momento ovacionado pela plateia. Covers e hits A artista não se limitou a seu próprio catálogo. Ela cantou “Tá Ok”, do Kevin O Chris e Dennis DJ, e ainda prestou homenagem à Beyoncé, incorporando hits da americana ao setlist, que geraram as comparações entre as duas artistas nas redes sociais. Mas o melhor do show foi a parte final, que trouxe uma seleção de hits da cantora, como “Dona de Mim”, “Pesadão”, “Fé”, “Brisa” e “Ginga”. A recepção mais favorável ao repertório antigo e às participações especiais, acabou demonstrando que, ao contrário de Luísa Sonza, que também tocou diversas músicas de um disco recém-lançado no The Town, o repertório novo de IZA não agradou tanto.












