Tudo Bem no Natal que Vem: Netflix divulga primeira foto de sua comédia com Leandro Hassum
A Netflix divulgou a primeira foto de “Tudo Bem no Natal que Vem”, longa que marca a estreia de Leandro Hassum na plataforma, para anunciar que as filmagens já começaram no Rio de Janeiro. Com roteiro de Paulo Cursino e direção de Roberto Santucci, com quem Hassum trabalhou nas franquias “Até Que a Sorte Nos Separe” e “O Candidato Honesto”, o longa acompanha a história do rabugento Jorge, que após um tombo desmaia e acorda apenas um ano mais tarde, sem saber o que fez nos 364 dias anteriores. Com o passar do tempo, ele percebe que está condenado a continuar acordando, ano após ano, na véspera de Natal – e a partir daí, precisa lidar com as consequências do que o seu “outro eu” fez nos meses que passaram. A trama segue a tendência das comédias de tema fantástico, que vive boom no Brasil. Como as outras produções similares, esta também é repleta de elementos de filmes americanos conhecidos – no caso, “Click” (2006), “Feitiço do Tempo” (1993) e qualquer variação de “Um Conto de Natal”. A produção também vai marcar um reencontro entre Hassum e Danielle Winits, após os dois viverem um casal no primeiro “Até Que a Sorte Nos Separe” de 2012 – a atriz foi substituída por Camila Morgado nas continuações de 2013 e 2015. Elisa Pinheiro, Louise Cardoso, Levi Ferreira, Arianne Botelho, Miguel Rômulo e Rodrigo Fagundes também estão no elenco. “Tudo Bem no Natal que Vem” deve estrear… no Natal que vem.
Star Wars: Novo teaser promete revelar passado secreto de Rey
A Disney continua a divulgar vários comerciais de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que trazem cenas inéditas. O mais recente aborda o mistério sobre o passado secreto de Rey (Daisy Ridley), personagem que não conhece seus verdadeiros pais. Embalando imagens de ação, a voz do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid) promete: “É hora dela aprender sua história”. Realmente, é mais que hora, porque “Star Wars: A Ascensão Skywalker” promete encerrar não apenas a nova trilogia, mas toda a saga da família Skywalker. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), a estreia está marcada para 19 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Festival de Tiradentes vai homenagear Antonio e Camila Pitanga
A Mostra de Cinema de Tiradentes vai homenagear os atores Antonio e Camila Pitanga, pai e filha de trajetórias marcantes no cinema brasileiro. Os dois também tem uma relação forte com o festival. O documentário “Pitanga”, que marcou a estreia de Camila como diretora e no qual ela retrata a trajetória do pai desde o Cinema Novo, foi premiado em Tiradentes em 2017. A 23ª edição do festival mineiro, que vai acontecer entre 24 de janeiro e 1º de fevereiro na charmosa cidade histórica, será aberta com a pré-estreia mundial de “Escravos de Jó”, filme de Rosemberg Cariry filmado em Ouro Preto, que também traz Antonio Pitanga no elenco. Como em todos os anos, o festival definiu um tema para sua edição, e em 2020 vai girar em torno de um genérico “A Imaginação como Potência”. Uma variação da frase de 51 anos “L”imagination au pouvoir!”, slogan dos protestos de maio de 1968 em Paris.
Jane Fonda chama Bolsonaro de patético, risível e piada
Uma das atrizes mais famosas de todos os tempos, também conhecida por suas posições políticas, Jane Fonda chamou o presidente Jair Bolsonaro de “piada”. A declaração foi feita em entrevista à revista Veja, em que ela comentou as acusações feitas contra o ator Leonardo DiCaprio por Bolsonaro. “É patético. É risível. É uma piada (…) Eu acompanho a política brasileira. Estava em Michigan durante as eleições presidenciais brasileiras, quando Bolsonaro foi eleito. Alguns brasileiros me viram e começaram a chorar ao dizer que ele havia ganhado a disputa presidencial. Eles sabiam o que significava para seu país aquela vitória e não conseguiram se conter. Eu me senti muito mal. Já passei um tempo no Brasil, amo o país, amo seu povo, e sinto muito que tenha chegado a esse ponto”, declarou a atriz Ela também comparou o brasileiro a Donald Trump, na medida em que toma decisões que não levam em conta o povo e o futuro, apenas o dinheiro. “É um homem que permite as queimadas na Floresta Amazônica em troca de dinheiro, em nome da produção agrícola, mas sem cuidado algum, suja. Ele não entende que está potencialmente destruindo um órgão vital do planeta, com a Amazônia em chamas — além do ridículo, reafirmo, de culpar Leonardo DiCaprio e os ambientalistas. Respeito a coragem e o sacrifício dos brigadistas que foram injustamente presos, recentemente. Calá-los é como tentar coibir a imprensa livre. Mas vocês vão superar isso. Assim como nós, americanos, conseguiremos superar esse período com Donald Trump”. Aos 81 anos, a atriz estrela atualmente a série “Grace and Frankie”, na Netflix, e lidera manifestações sobre o meio-ambiente nos Estados Unidos. Só neste ano, ela recebeu prêmios do PGA (Sindicato dos Produtores dos EUA) e do BAFTA (Academia Britânica de Cinema de Televisão) pelas realizações de sua carreira, que incluem dois Oscars (por “Klute” e “Amargo Regresso”) e mais cinco indicações ao prêmio máximo da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas.
Novo filme da Turma da Mônica ganha primeiro teaser
A sequência do filme live-action “Turma da Mônica: Laços” ganhou seu primeiro teaser. O vídeo, porém, só traz imagens do primeiro filme, porque “Turma da Mônica: Lições” ainda não começou a ser produzido. A estreia está prevista apenas para 10 de dezembro de 2020. A continuação foi oficializada por Mauricio de Souza na CCXP 2019 junto aos atores mirins. O longa trará mais personagens dos gibis para a vida real e mostrará a turminha indo para a escola. Assim como no primeiro filme, a continuação também será baseada numa graphic novel dos irmãos Lu e Vitor Cafaggi. Em “Lições”, Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão cometem um erro grave, ao esquecerem de fazer as lições da escola, e têm que encarar as consequências, que não são poucas. A nova jornada valorizará o real valor da amizade desta turma. A adaptação ainda pode ganhar um número 2 (dois) no título, “Turma da Mônica 2: Lições”. As filmagens voltarão a reunir o elenco de “Laços”, Giulia Benite (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Laura Rauseo (Magali) e Gabriel Moreira (Cascão). Além deles, quem também vai continuar na franquia é o diretor Daniel Rezende, confirmado à frente do novo filme.
Danny Aiello (1933 – 2019)
O ator Danny Aiello morreu na noite de quinta (13/12), aos 86 anos. O astro veterano, que foi indicado ao Oscar por “Faça a Coisa Certa” (1989), estava passando por tratamento médico depois de sofrer um mal súbito, quando contraiu uma infecção e acabou não resistindo. Nascido Daniel Louis Aiello Jr. em uma família de origem italiana em Nova York, Danny serviu no exército e teve diversos empregos, de segurança de boate a carregador de malas de ônibus, antes de virar ator aos 35 anos. Quando acumulava os trabalhos de leão de chácara e apresentador de atrações numa boate, chamou atenção do jovem dramaturgo Louis La Russo II, que decidiu incluí-lo numa peça. Não foi num papel pequeno. Aiello interpretou Biggie, um cantor de Hoboken, New Jersey, na peça “Lampost Reunion”, e acabou indicado ao Tony (o Oscar do teatro). Ele seguiu para o cinema, aparecendo como jogador de beisebol em “A Última Batalha de um Jogador” (1973), em que contracenou com Robert De Niro, e acabou se destacando no clássico “O Poderoso Chefão II” (1974), no papel do mafioso Tony Rosato. O filme de Francis Ford Coppola lhe deu reconhecimento em Hollywood graças à frase famosa de seu personagem: “Michael Corleone mandou um olá”, dita enquanto tentava estrangular o traidor Frankie Pentangeli (Michael V. Gazzo). Detalhe: a frase não estava no roteiro e foi improvisada. Em “Testa-de-ferro Por Acaso” (1976), Aiello iniciou uma parceria com Woody Allen, que voltaria a escalá-lo nos sucessos “Rosa Púrpura do Cairo” (1985) e “A Era do Rádio” (1987). Tentando compensar a demora para começar sua carreira, ele acumulou inúmeros papéis em poucos anos, contracenando com astros famosos como Richard Gere em “Irmãos de Sangue” (1978) e Paul Newman em “41ª DP: Inferno no Bronx” (1981), além de voltar ao mundo da máfia em outro clássico do cinema, “Era uma Vez na América” (1984), de Sergio Leone, desta vez como o chefe da polícia. Aiello ainda estrelou o cultuado terrir “A Coisa” (1985), contracenou com Jackie Chan em “O Protetor” (1985), viveu o pai de Madonna no clipe de “Papa Don’t Preach” (1986) e até ficou noivo de Cher em “Feitiço da Lua” (1987), filme que rendeu o Oscar para a cantora, antes de ser escalado por Spike Lee em seu papel mais memorável. Em “Faça a Coisa Certa” (1989), ele vive Sal, o dono da pizzaria em que a maior parte da história se passa. Em uma entrevista para o canal PBS em 2016, Aiello contou que Spike Lee insistiu muito para que fizesse o papel, mas ele relutava por ser estereotipado – um italiano dono de pizzaria. Só topou quando o diretor-roteirista aceitou que ele improvisasse para dar maior autenticidade ao personagem – como a frase em que diz sobre as crianças negras do bairro: “Eles cresceram com a minha comida”. Sem nunca ter feito uma aula sequer de atuação, Aielo foi indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, mas acabou perdendo para Denzel Washington, por “Tempo de Glória”. Sua filmografia, que já era grande, disparou nos anos 1990 com o prestígio da indicação. Vieram “Alucinações do Passado” (1990), de Adrian Lynne, “Meu Querido Intruso” (1991), de Lasse Hallstrom, “Hudson Hawk, o Falcão Está à Solta” (1991), de Michael Lehmann, e finalmente seu primeiro papel de protagonista, “Caso Kennedy, uma Conspiração” (1992), em que viveu Jack Ruby, o mafioso que matou Lee Harvey Oswald, o assassino do presidente Kennedy. Teve seu segundo protagonismo em “Uma Estréia Divertida” (1993), de Paul Mazursky, como um diretor de cinema fracassado, e completou a boa fase com papéis em “O Clube das Viúvas” (1993), de Bill Duke, “Prêt-à-Porter” (1994), de Robert Altman, e no cultuadíssimo “O Profissional” (1994), de Luc Besson. Mas a partir daí vieram uma série de filmes que, se na teoria pareciam irrecusáveis, provaram-se equívocos que acabaram erodindo sua carreira. Como poderia dar errado um filme com Antonio Banderas, sua esposa Melanie Griffith e Daryl Hannah? Pois “Quero Dizer que te Amo” (1995) foi um fracasso. E um thriller com Al Pacino e John Cusack? “City Hall: Conspiração no Alto Escalão” (1996) teve desempenho ainda pior. Seus filmes seguintes como protagonista, “Mojave: Sob o Luar do Deserto” (1996) e “Homens de Honra” (1998), foram rapidamente esquecidos. Em pouco tempo, Aiello se viu restrito a clichês de mafiosos ou donos de restaurantes italianos – “Mambo Café: Servindo à Máfia” (2000), “Uma Receita Para a Máfia” (2000), “Uma História do Brooklyn” (2005), etc. Seus últimos filmes foram parcerias com o diretor-produtor-roteirista Frank D’Angelo, especialista em produções baratas de gângsteres, geralmente lançadas direto em VOD, que não tiveram distribuição no Brasil. Ao saber da morte do ator, Spike Lee se disse “quebrado” num post no Instagram e lembrou “Nós fizemos História no Cinema juntos”, enquanto Cher acrescentou no Twitter que “fazer ‘Feitiço da Lua’ foi um dos momentos mais felizes da minha vida” e Aiello “foi um dos motivos”. Ver essa foto no Instagram I’m 💜 Broken. Just Found Out My Brother DANNY AIELLO Made His Transition Last Night. Danny,We Made Cinema History Together With DO THE RIGHT THING. May You Rest In PARADISE.🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿🙏🏿 Uma publicação compartilhada por Spike Lee (@officialspikelee) em 13 de Dez, 2019 às 7:02 PST
Kylo Ren é ameaçado por Palpatine e Darth Vader em cena inédita de Star Wars: A Ascensão Skywalker
A Disney divulgou um novo vídeo de “Star Wars: A Ascensão Skywalker”, que sugere um encontro bastante esperado. No vídeo, Kylo Ren (Adam Driver) desembarca num planeta inóspito e entra numa caverna, caminhando em direção à escuridão, enquanto ouve uma voz em sua cabeça. Trata-se da voz do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid). Mas também do Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) e Darth Vader (James Earl Jones). “Eu tenho sido todas as vozes que você já ouviu em sua cabeça”, explica o personagem, usando as três vozes, fazendo Kylo sentir-se ameaçado e reagir com seu sabre de luz contra as sombras que riem ao seu redor. Com direção de JJ Abrams (o diretor de “O Despertar da Força”), “Star Wars: A Ascensão Skywalker” chegará aos cinemas brasileiros na próxima quinta (19/12), um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Shazam 2 tem estreia marcada para 2022
A Warner Bros. anunciou a data de estreia de “Shazam 2”. O novo filme do super-herói vivido por Zachary Levi teve seu lançamento marcado para o dia 1º de abril de 2022 nos Estados Unidos. A data confirma que a continuação do longa de 2018 vai chegar aos cinemas depois do filme solo de “Adão Negro”, vilão/herói derivado da mesma saga em quadrinhos, que será estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson em novembro de 2021. Apesar de não ter ido tão bem nas bilheterias, o primeiro “Shazam!” encantou a crítica, tornando-se um dos filmes de herói mais elogiados da Warner nos últimos anos, com 90% de aprovação no Rotten Tomatoes. A continuação de “Shazam!” também é a terceira sequência consecutiva de adaptações da DC Comics confirmadas pela Warner, comprovando a reviravolta dos filmes de super-heróis da editora, após os sucessos de “Mulher-Maravilha” e “Aquaman”.
Hugh Grant se engaja na campanha eleitoral britânica contra o Brexit e Boris Johnson
O ator Hugh Grant se engajou na campanha eleitoral britânica contra o primeiro ministro Boris Johnson. Às vésperas da eleição marcada para esta quinta (12/12), que é considerada a mais importante do Reino Unido desde a 2ª Guerra Mundial, por mudar as 650 cadeiras da Câmara dos Comuns e definir se o país vai realmente sair da União Europeia, Grant resolveu bater de porta em porta em alguns bairros de Londres para pedir votos para o partido liberal democrata. Curiosamente, Grant interpretou um Primeiro Ministro britânico no filme “Simplesmente Amor” (2003), que teve uma cena recriada na campanha de Boris Johnson. Trata-se da sequência em que Andrew Lincoln imita Bob Dylan e apresenta uma mensagem com a ajuda de cartazes escritos à mão. Na propaganda dos conservadores, o que era uma declaração de amor virou pedido de voto. “Com alguma sorte, no próximo ano, teremos concluído o Brexit (se o Parlamento não bloqueá-lo novamente)”, mostra o cartaz de um Johnson silencioso na propaganda eleitoral – por sinal, bem diferente do líder conservador da vida real. Grant não deixou passar batido e lembrou que o vídeo de Johnson deixou de fora umas frases mais importantes dos cartazes do filme: “Porque no Natal você diz a verdade”. “Eu me pergunto se os conselheiros do Partido Conservador acharam que o cartaz não ficaria muito bem nas mãos de Boris Johnson”, ironizou o ator, em entrevista à BBC. Ele entrou na campanha em busca do voto dos jovens, pois essa faixa etária foi a que menos se engajou no plebiscito de junho de 2016 em que a opção do Brexit (saída da União Europeia) venceu. Na ocasião, centenas de milhares de jovens teriam deixado de votar. Muitos por não acreditar na classe política. Segundo a Sociedade de Reforma Eleitoral, desde que a eleição foi convocada, foram registrados 3,2 milhões de títulos de eleitor, 38% a mais do que os 2,3 milhões identificados pouco antes do pleito de 2017. Cerca de dois terços dos novos eleitores habilitados têm menos de 34 anos. As estatísticas mostram que a população mais jovem tende a votar nos partidos trabalhista, liberal-democrata e verde.
Brad Pitt será homenageado pela carreira de produtor
O Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA, na sigla em inglês) vai homenagear Brad Pitt e seus sócios na produtora Plan B pelas realizações de suas carreiras. Batizado com o nome do produtor do clássico “E o Vento Levou” (1939), o David O. Selznick Achievement Award será entregue a Pitt, Dede Gardner e Jeremy Kleiner por seu “excelente corpo de trabalho”, durante a premiação de 2020 do PGA Awards. Entre os homenageados anteriores do prêmio estão Barbara Broccoli, Jerry Bruckheimer, Kathleen Kennedy, Frank Marshall, Steven Spielberg e Kevin Feige. A Plano B produziu vários filmes premiados com o Oscar nos seus 18 anos de existência, incluindo “Os Infiltrados” (2006), “12 Anos de Escravidão” (2013) e “Moonlight” (2016), vencedores da categoria de Melhor Filme, além de títulos como “Kick-Ass” (2010), “A Árvore da Vida” (2011), “O Homem que Mudou o Jogo” (2011), “Guerra Mundial Z” (2013), “Selma” (2014), “A Grande Aposta’ (2015), “Vice” (2018), “Se a Rua Beale Falasse” (2018) e “Ad Astra” (2019). “Por quase duas décadas, a Plano B tem estado na vanguarda em trazer histórias únicas e convincentes que inspiram, motivam e se conectam a diversos públicos”, disseram Gail Berman e Lucy Fisher, presidentes da PGA. “A dedicação deles em abordar alguns dos tópicos mais oportunos dos Estados Unidos com uma nova perspectiva e uma voz distinta em suas narrativas é vital para elevar a a arte e a técnica do cinema”. A 31ª edição do PGA Awards será realizada em 18 de janeiro, no Hollywood Palladium, em Los Angeles.
Promising Young Woman: Carey Mulligan procura predadores de mulheres em trailer de suspense
A Focus Features divulgou o trailer de “Promising Young Woman”, suspense estrelado pela atriz Carey Mulligan (“Mudbound”). A prévia mostra como ela passa as noites fingindo que está bêbada demais, visando ser socorrida por um predador disfarçado de “cara legal”. Embora o vídeo não detalhe o que acontece, ela anota um traço num caderno ao final de cada encontro. A explicação para esse comportamento é associada no trailer ao fato dela ter desistido da faculdade de Medicina, devido a algum tipo de agressão sexual. O filme marca a estreia na direção da atriz (de “The Crown”) e roteirista (de “Killing Eve”) Emerald Fennell, e também traz em seu elenco Bo Burnham (“A Noite É Delas”), Laverne Cox (“Orange Is the New Black”), Clancy Brown (“Emergence”), Jennifer Coolidge (“American Pie”), Christopher Mintz-Plasse (“Kick-Ass”), Molly Shannon (“Divorce”), Alison Brie (“GLOW”), Adam Brody (“Shazam!”), Connie Britton (“Dirty John”), Chris Lowell (“GLOW”) e Alfred Molina (“O Amor É Estranho”). “Promising Young Woman” tem première marcada para o Festival de Sundance em janeiro e chega aos cinemas americanos em 17 de abril. Ainda não há previsão para o lançamento no Brasil.
Pierce Brosnan entra na nova versão de Cinderela com Camila Cabello
O ator Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”) entrou no elenco do novo filme de Cinderela, que será estrelado pela cantora Camila Cabello. A nova “Cinderela” vai ser uma versão musical. Além de fazer sua estreia como atriz de cinema, Camila Cabello também vai compor e cantar a trilha sonora do filme, que é baseado em uma ideia original do ator e apresentador James Corden (“Caminhos da Floresta”). Brosnan vai viver o Rei do reino encantado e pai do Príncipe Robert, interpretado por Nicholas Galitzine (“Compartilhar”). O elenco também inclui Idina Menzel (a voz de Elsa em “Frozen”) como a Madrasta Malvada e Billy Porter (da série “Pose”) como a Fada Madrinha. Roteiro e direção estão a cargo de Kay Cannon, criadora da franquia “A Escolha Perfeita”, que estreou como diretora no ano passado com a comédia “Não Vai Dar”. A produção é da Sony Pictures e expectativa é que comece a ser filmada em Londres, na Inglaterra, a partir de fevereiro.
Em Um Bairro de Nova York: Musical de Lin-Manuel Miranda ganha primeiro trailer legendado
A Warner divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado de “Em Um Bairro de Nova York”, adaptação do musical da Broadway “In the Heights”, de Lin-Manuel Miranda (ator de “O Retorno de Mary Poppins” e autor do fenômeno “Hamilton”). A prévia mostra um animado bairro latino da metrópole americana, em que o clima alegre (e dançante) contrasta com a realidade de um governo que quer acabar com os direitos dos imigrantes. Lin-Manuel Miranda concebeu “In the Heights” bem antes de “Hamilton”. A peça chegou na Broadway em 2008 e venceu o Tony de Melhor Musical daquele ano, além do Grammy de Melhor Álbum de Musical. A adaptação cinematográfica é planejada desde essa época. Mas foi preciso o sucesso de “Hamilton” e dos trabalhos de Miranda na Disney para o projeto sair do papel. A Warner pagou US$ 50 milhões só pelos direitos de produção, que estavam nas mãos de Harvey Weinstein, o produtor envolvido no maior escândalo sexual do século. A adaptação foi feita por Marc Klein (“Espelho, Espelho Meu”), responsável por atualizar a trama para os dias atuais do governo Trump, e a direção está a cargo de Jon M. Chu (“Podres de Rico”), que tem experiência no gênero – começou a carreira dirigindo o musical “Ela Dança, Eu Danço 2” (2008) e sua continuação. O elenco conta com o próprio criador do musical, Lin-Manuel Miranda, mas o papel principal pertence a Anthony Ramos (“Ela Quer Tudo”). A dupla já trabalhou junta em “Hamilton”. Outros atores incluem rostos conhecidos de séries, como Stephanie Beatriz (“Brooklyn Nine-Nine”), Dascha Polanco (“Orange Is the New Black”), Corey Hawkins (“24 Horas: O Legado”), Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Melissa Barrera (“Vida”), Daphne Rubin-Vega (“Crônicas de San Francisco”) e até o cantor Marc Anthony (“Hawthorne”). A estreia de “Em Um Bairro de Nova York” está prevista para 20 de agosto no Brasil, um mês após o lançamento nos Estados Unidos.







