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Filme

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Filme

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15 de agosto de 2026
  • Filme

    Zac Efron vai estrelar remake de Três Solteirões e um Bebê

    11 de agosto de 2020 /

    O ator Zac Efron vai estrelar um remake da comédia de sucesso “Três Solteirões e um Bebê”, de 1987. A produção é da Disney e visa lançamento na plataforma de streaming do estúdio, Disney+ (Disney Plus). Curiosamente, o filme de 1987 já era um remake, baseado numa comédia francesa de Coline Serreau, feita dois anos antes – e lançada no Brasil como “3 Homens e um Bebê”. A versão americana foi dirigida por Leonardo Nimoy (o Sr. Spock de “Star Trek”) e estrelada por Tom Selleck, Steve Guttenberg e Ted Danson como três amigos solteiros que moravam juntos. Quando um bebê é abandonado na porta de seu apartamento, eles decidem cuidar da criança. O sucesso foi tanto que “Três Solteirões e um Bebê” se tornou o primeiro filme live-action da Disney a arrecadar mais de US$ 100 milhões nos Estados Unidos. A comédia acabou ganhando continuação com o mesmo elenco, “Três Solteirões e uma Pequena Dama” (1990), mostrando o que aconteceu quando o bebê se tornou menina. A nova filmagem vai marcar o retorno de Efron à Disney, empresa que o lançou para o estrelado em “High School Musical” (2006). O roteiro foi escrito por Will Reichel (“Hot Air”), mas ainda não há um diretor definido. O último filme que trouxe Efron como protagonista foi “Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal”, lançado em julho do ano passado. Desde então, ele fez a dublagem de Fred em “Scooby! O Filme”, uma série documental (“Curta Essa com Zac Efron”) e um reality show de sobrevivência (o ainda inédito “Killing Zac Efron”).

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  • Filme

    Jared Leto confirma que vai estrelar continuação de Tron: O Legado

    10 de agosto de 2020 /

    A Disney avançou com a esperada continuação do filme “Tron: O Legado”, lançado há dez anos. O ator Jared Leto (o Coringa de “Esquadrão Suicida”) confirmou sua escalação na produção. O ator está ligado ao projeto desde 2017 e nesta segunda (10/8) postou no Twitter: “Estou muito animado e orgulhoso de confirmar que SIM, vou estrelar ‘Tron’. Vamos trabalhar o máximo que pudermos para criar algo que espero que todos vocês amem. Temos algumas ideias muito especiais reservadas para todos vocês…” Ele ainda acrescentou: “Tenho grande gratidão pela oportunidade de dar vida a este filme, especialmente porque tanto o videogame original quanto o filme me afetaram profundamente quando eu era uma criança. O fato de fazer parte deste novo capítulo é alucinante”. O anúncio foi feito no mesmo dia em que o site The Hollywood Reporter revelou que o estúdio contratou Garth Davis, diretor de “Lion: Uma Jornada Para Casa”, para realizar o fecho da trilogia, iniciada em 1982 com o clássico “Tron: Uma Odisseia Eletrônica”. A produção deve chegar aos cinemas a tempo de refletir os 40 anos do filme original. Além do diretor recém-contratado, a equipe inclui o roteirista Jesse Wigutow, que só tem um lançamento de cinema no currículo, a comédia “Acontece nas Melhores Famílias” de 2003. O papel de Leto deve se chamar Ares, um personagem inédito na franquia, mas que figurava com destaque num roteiro antigo e não filmado do terceiro longa. Para se ter ideia, esta continuação chegou a entrar no cronograma de produções da Disney para 2015, mas o fracasso de “Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível” (2015) mudou os planos do estúdio. Assim como “Tron: O Legado”, a continuação seria dirigida por Joseph Kosinski e estrelada por Garrett Hedlund e Olivia Wilde. Em 2011, o diretor afirmou que pretendia continuar a história de “O Legado” acompanhando Quorra (Olivia Wilde) no mundo real. Mas agora, sem Kosinski, a Disney pode optar por um reboot. Além de estrelar, Leto será um dos produtores da continuação junto com Justin Springer, produtor de “Tron: O Legado” e de “Oblivion”, dois filmes dirigidos por Kosinski. E o fato de Springer estar a bordo pode ser um bom sinal para quem torce por uma continuação direta da história. Para quem não lembra, o filme original contava a história de Kevin Flynn, um programador que adentra um mundo cibernético para provar a fraude de um colega de trabalho. O elenco contava com Jeff Bridges e Bruxe Boxleitner, que depois voltaram para a continuação. “Tron: O Legado”, por sua vez, era centrado no filho de Flynn, que entrava no mesmo mundo digital para resgatar o pai preso lá há desde os anos 1980, e ao final escapava acompanhado por uma mulher digital, Quorra. I am so very excited and proud to confirm that YES – I will be starring in TRON. We will work as hard as we possibly can to create something that I hope you all will love. We have some very special ideas in store for you all…🤗 See you in the grid!👨🏼‍🎤 — JARED LETO (@JaredLeto) August 10, 2020

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  • Filme

    Selena Gomez e David Henrie retomam parceria com filme após Feiticeiros de Waverly Place

    10 de agosto de 2020 /

    Os atores Selena Gomez e David Henrie anunciaram seu primeiro projeto juntos desde “Os Feiticeiros de Waverly Place”, série encerrada em 2012, na qual viveram irmãos. A dupla compartilhou posts nas redes sociais sobre seu evolvimento no filme “This Is the Year”. Para começar, não, eles não voltam a contracenar no filme, como fica claro pelo trailer que acompanha o anúncio. “This Is the Year” é, na verdade, a estreia de Henrie como diretor de longa-metragem. Selena é produtora e está ajudando na divulgação. No vídeo em que apresentam “This Is the Year”, os dois convidam o público a participar da première mundial e virtual do longa, acrescentando que estarão presentes ao evento, aberto a todos os quiserem acompanhar, com direito a bate-papo com eles e o elenco da produção, além de incluir um show da lovelytheband. A première virtual está marcada para o dia 28 de agosto. As estrelas da produção são o irmão caçula de David, Lorenzo James Henrie (“Fear the Walking Dead”) e Vanessa Marano (“Switched at Birth”), além dos intérpretes de Mason e Tio Kelbo em “Feiticeiros”, os atores Gregg Sulkin e Jeff Garlin. O filme, que Henrie escreveu com Pepe Portillo (“Little Boy – Além do Impossível”) e Bug Hall (ator de “Os Batutinhas”), segue um aluno nerd do último ano do ensino médio que, em um último esforço para conquistar a garota dos seus sonhos, embarca em uma viagem com seus amigos para ver sua banda favorita no maior festival de música do ano. “Com toda a loucura que está acontecendo no mundo, um filme alegre é exatamente o que precisamos”, diz Selena no vídeo. “Queremos que todos vocês assistam conosco”, acrescentou. Veja o vídeo da apresentação abaixo, postado no YouTube da atriz e cantora. Mais detalhes sobre a exibição de “This Is the Year” devem ser anunciados nos próximos dias.

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  • Filme,  Série

    Small Axe: Série de filmes de Steve McQueen sobre luta racial ganha primeiro trailer

    10 de agosto de 2020 /

    A Amazon divulgou o primeiro trailer de “Small Axe”, que apresenta a “série” como uma coleção de cinco filmes dirigidos por Steve McQueen, o cineasta de “12 Anos de Escravidão”. O vídeo foi divulgado no domingo (9/8), data em que se completou 50 anos do evento que ele retrata. Todos os filmes abordarão a luta racial no Reino Unido entre os anos 1960 e 1980, muitas vezes contando com os mesmos personagens. O primeiro vai se chamar “Mangrove”, sobre protestos antirracistas que uniram comunidades oprimidas em Londres em agosto de 1970. Naquele mês, negros e imigrantes sul-asiáticos marcharam juntos em direção a delegacias de polícia, denunciando a brutalidade dos oficiais contra as comunidades não-brancas britânicas. Nove dos líderes ativistas acabaram presos, incluindo os três sócios do restaurante Mangrove, cuja invasão pela polícia foi o estopim para os protestos. O julgamento marcou época. O elenco destaca Letitia Wright (a Shuri de “Pantera Negra”) como líder dos ativistas que protestam contra o racismo policial, além de Shaun Parkes (“Perdidos no Espaço”), Malachi Kirby (“Raízes”), Rochenda Sandall (“Line of Duty”), Jack Lowden (“Duas Rainhas”), Sam Spruell (“The Bastard Executioner”), Gershwyn Eustache Jr. (“Britannia”) e Gary Beadle (“No Coração do Mar”). Apropriadamente, o título do projeto deriva de um provérbio africano usado em todo o Caribe e que ficou famoso ao ser cantado por Bob Marley em 1973: “Se você é a árvore grande, nós somos o machado pequeno” (small axe). “Small Axe” é uma coprodução entre a Amazon e a ABC, e os outros filmes da coleção são intitulados “Lovers Rock”, “Alex Wheatle”, “Education” e “Red, White and Blue”, que é estrelado por John Boyega (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”). “Mangrove” deveria ter sido exibido no cancelado Festival de Cannes. Agora vai abrir o Festival de Nova York, junto com “Lovers Rock” e “Red, White and Blue”, no dia 25 de setembro. A previsão é que eles sejam lançados logo em seguida na BBC e na Amazon.

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  • Filme

    Remake de Rebecca, a Mulher Inesquecível ganha primeiras fotos

    9 de agosto de 2020 /

    A Netflix divulgou a data de estreia e as primeiras fotos do remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, estrelado por Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). Eles dão vida aos papéis originados por Joan Fontaine e Laurence Olivier na obra clássica de Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme em 1941. A nova versão do romance da escritora Daphne du Maurier, que combina história de amor, crime e mistério gótico foi escrita por Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e dirigida por Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). A trama conhecidíssima acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata e, ao chegar à imponente propriedade de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma – ou melhor, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. Lily James vive a jovem Sra. de Winter, papel que rendeu indicação ao Oscar para Joan Fontaine, enquanto Armie Hammer dará vida a Maxim de Winter, interpretado pelo lendário Laurence Olivier no cinema. Além do casal central, Kristin Scott Thomas (“O Destino de uma Nação”) e Sam Riley (“Malévola”) têm papéis importantes na trama, respectivamente como a governanta opressora e o primo aproveitador da falecida. Vale lembrar que nenhum remake de filme dirigido por Hitchcock jamais igualou o sucesso da filmagem original. Entre eles, encontram-se “Psicose” (1998), de Gus Van Sant, “Os 39 Degraus” (2008), de James Hawes, “O Inquilino” (2009), de David Ondaatje, e até mesmo a própria “Rebecca” (2008), já refilmada por Riccardo Milani. O novo “Rebecca” estreia em 21 de outubro em streaming.

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  • Filme,  Música

    Madonna está trabalhando num projeto com a roteirista de Juno

    9 de agosto de 2020 /

    Madonna encontrou uma nova atividade para se ocupar durante sua quarentena. A cantora revelou no Instagram que está desenvolvendo um projeto com Diablo Cody, vencedora do Oscar de Melhor Roteiro Original por “Juno” (2007). Em um vídeo em preto-e-branco postado na rede social, as duas aparecem sentadas em um sofá discutindo os detalhes da produção, que teria a ver com as músicas da cantora, mas provavelmente se trata de um filme e não de um clipe, refletindo o contexto do encontro. Enquanto a roteirista digita em seu laptop, a cantora questiona o que vem a seguir no roteiro. “Quando a música começa, qual é a música?”, Madonna pergunta a Cody. “Todos esses detalhes são importantes. Eles são importantes.” Não há maiores informações sobre o projeto, mas o vídeo mostra vários cadernos/diários cheios de anotações e as duas discutindo roupas da antiga turnê “Blonde Ambition” (1990), mencionando as ligas, o icônico sutiã de cone e o paletó trespassado usados nos shows. Em 2017, uma suposta cinebiografia de Madonna chegou a ser discutida pelo estúdio Universal, inspirada em um roteiro intitulado justamente “Blonde Ambition”, de autoria da estreante Elyse Hollander. Este projeto não foi adiante, porque Madonna vetou. Na época, a cantora destruiu o roteiro, apontando diversas informações falsas, mas seus próprios fãs disseram que ela estava inventando motivos para desautorizar o projeto. De fato, ela disse que só aprovaria um filme biográfico se tivesse uma mão na produção. “Ninguém sabe o que eu sei e o que eu vi. Só eu posso contar minha história. Qualquer outra pessoa que tentar é um charlatão e um idiota. Querer gratificação sem ter feito o trabalho é uma doença na nossa sociedade”, ela vociferou na ocasião, ameaçando a Universal. Apesar disso, a vida da cantora já rendeu um misto de cinebiografia e documentário não oficial, centrado no começo de sua carreira como cantora de banda de rock. Trata-se de uma produção indie do ano passado, intitulada “Emmy and the Breakfast Club”, que pouca gente viu (saiba mais detalhes aqui). Madonna, cujo contrato de três álbuns com a Interscope Records chegou ao fim neste mês de agosto, está atualmente sem gravadora. Ver essa foto no Instagram with multiple injuries what do you do.? ………..Write a Screenplay with Diablo Cody about…………..📖🎥🎬🎤🎼🖤? #nuts #iconic #walk #serve #diablo Uma publicação compartilhada por Madonna (@madonna) em 7 de Ago, 2020 às 6:39 PDT

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  • Etc,  Filme

    Franca Valeri (1920 – 2020)

    9 de agosto de 2020 /

    A estrela Franca Valeri, lenda da comédia italiana, que havia completado 100 anos de idade no último dia 31 de julho, morreu neste domingo (9/9) em sua casa em Roma, enquanto dormia. Nascida Alma Franca Maria Norsa em 1920, na cidade Milão, de uma família de origem judaica, ela estrelou cerca de 50 filmes ao longo de sua carreira, além de inúmeras séries, programas de rádio e principalmente peças de teatro, sua maior paixão. A estreia no cinema só aconteceu aos 30 anos de idade, depois dela já ter se estabelecido como comediante no rádio e no teatro. O primeiro filme foi o clássico “Mulheres e Luzes” (1950), escrito e dirigido pelo jovem Federico Fellini, em parceria com Alberto Lattuada. Dizem que o próprio Fellini a selecionou. Ela roubou as cenas e logo em seguida virou protagonista, tendo o primeiro papel de destaque em “Totò a Cores” (1952), no qual contracenou com o célebre comediante Totò. Valeri brilhou na era de ouro da comédia italiana, estrelando dois clássicos de Dino Risi: “O Signo de Vênus” (1955) e “O Viúvo” (1959). Também trabalhou para Mario Monicelli em “Um Herói de Nossos Tempos” (1955) e Luigi Comencini em “Esses Maridos” (1957), fez par romântico com Marcello Mastroianni em “Bígamo a Força” (1956) e se destacou em “A Casa Intolerante” (1959), um dos filmes emblemáticos da guinada sexual das produções italianas. Sua popularidade nos anos 1950 influenciou até a moda, levando várias italianas a imitarem seu corte de cabelo curto. Mais que uma atriz bonita e de timing impecável para a comédia, Valeri também encantou cineastas por seu talento como roteirista, função que começou a lhe render créditos em “O Signo de Vênus”, quando ajudou Risi e Comencini a criar a história original sobre duas primas, uma com excesso de pretendentes (Sophia Loren) e outra com falta (ela mesma). Valeri ainda co-escreveu e estrelou “Tubarões de Praia” (1961), “Parigi o Cara” (1962) e “Desculpe, Façamos o Amor” (1968). A inclinação intelectual não era surpresa para quem a conhecia. Alma Franca tinha escolhido o pseudônimo Franca Valeri em homenagem ao escritor, poeta e filósofo Paul Valéry. Todo esse talento sofreu com a guidada picante do cinema comercial italiano, que a levou a filmar até com o rei do eurotrash Lucio Fulci, em “Os Maníacos” (1965). Sua carreira cinematográfica estagnou na época de “Ettore, O Machão” (1972) e ela decidiu se dedicar mais ao teatro e à televisão, criando e estrelando diversas peças, séries e telefilmes, além de dirigir óperas. Seu último trabalho foi o telefilme “Non Tutto è Risolto”, que ela própria escreveu em 2014. Em 2020, ela foi premiada com o troféu David di Donatello (o Oscar italiano) pelas realizações de sua carreira cinematográfica. “Profunda tristeza pela morte de Franca Valeri, um ícone do nosso teatro, de nossa cultura e espetáculo. Ela nos presenteou com incontáveis momentos de humor e pensamento, de elegância e sagacidade. Somos gratos por todos esses presentes”, escreveu no Twitter o primeiro-ministro italiano Giuseppe Conte.

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  • Filme

    Scooby! O Filme faz fãs perguntarem “Scooby-Doo, cadê você?”

    9 de agosto de 2020 /

    As aventuras do cachorro medroso Scooby-Doo e sua turma acompanharam a infância de muitos, que devem ter ficado animados quando souberam da produção deste longa-metragem estrelado pelo personagem. A alegria, porém, não dura muito. Ao tentar modernizar a trama com computação gráfica para as novas gerações, “Scooby! O Filme” entrega um resultado genérico, incapaz de alimentar a nostalgia pelo material original. Escrito a oito mãos, o roteiro acompanha Salsicha durante sua infância, quando ele era um garoto solitário, com dificuldade de fazer amigos. Isso se resolve a partir do primeiro encontro com o personagem-título. Ainda na infância, a dupla conhece o restante do grupo e solucionam o seu primeiro caso “sobrenatural”. E é justamente quando o filme parece trilhar um caminho conhecido que os roteiristas resolvem inovar, abandonando a fórmula que funcionava perfeitamente. Após as cenas de “origem”, o filme dá um salto temporal e se coloca como uma espécie de continuação do desenho, em que o grupo – já adulto – é reconhecido pelas suas investigações bem-sucedidas e se prepara para alçar novos voos. O desenho sempre contou com a sua parcela de participações bizarras (como Batman, Sherlock Holmes e a Família Dó Ré Mi). Entretanto, estes encontros se encaixam bem no tom impresso às pequenas aventuras televisivas. Já em “Scooby!”, os encontros com outros personagens clássicos da Hanna-Barbera (Falcão Azul, Bionicão, Capitão Caverna, Dick Vigarista) prejudicam a narrativa em vez de auxiliá-la. O diretor Tony Cervone (“Tom e Jerry: De Volta à Oz”) tenta utilizar metalinguagem e diversas sequências de ação como forma de disfarçar a superficialidade da trama. Nesse caldeirão de alusões, o terror dá lugar à ficção científica, a tensão dá lugar à ação, e o vilão mascarado dá lugar a monstros gigantes e de outros mundos. Ou seja, deixa de ser o Scooby-Doo que gerações se acostumaram a ver. Em meio a tantas mudanças, as principais atrações do filme são mesmo o visual computadorizado e a dublagem em inglês, incluindo nomes como Will Forte (como Salsicha), Zac Efron (Fred), Amanda Seyfried (Daphne), Gina Rodriguez (Velma), além de Jason Isaacs e Mark Wahlberg, que dão voz a personagens de outros desenhos conhecidos. Vale lembrar, porém, que o elenco também era a principal atração daquelas péssimas adaptações em live-action lançadas no início dos anos 2000. E essa é a principal comparação que se pode fazer entre “Scooby! O Filme” e qualquer outra coisa relacionada a Scooby-Doo, o que dá a medida do tamanho da decepção.

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  • Filme

    Macabro combina policial e terror na história dos irmãos necrófilos de Nova Friburgo

    9 de agosto de 2020 /

    Marcos Prado tem uma carreira como diretor bastante curiosa. Sua maior experiência é na produção, tendo sido, inclusive, produtor executivo dos dois “Tropas de Elite”, do José Padilha, além de outros dois documentários famosos desse cineasta. Mas seu trabalho na direção começou com o documentário. Seu primeiro documentário para o cinema, “Estamira” (2004), é o retrato de uma mulher que vive em um lixão do Rio de Janeiro, que tem problemas mentais e filosofa sobre o mundo. Confesso que esse filme me deixou um tanto perturbado. Fiquei ao mesmo tempo temeroso de entender o pensamento da personagem e olhar para seus olhos. E é interessante ver que Prado, depois de uma primeira experiência na ficção com “Paraísos Artificiais” (2012), tenha voltado a lidar com o medo (a experiência do medo em “Estamira” é puramente subjetiva), desta vez deliberadamente, ao contar a história dos “irmãos necrófilos” de Nova Friburgo, que foram notícia nos jornais na década de 1990. “Macabro” foi o primeiro filme inédito a ser lançado comercialmente nestes tempos de pandemia, no circuito dos drive-ins. E só por isso já chama a atenção. Por mais que não tenha conseguido uma recepção de tapete vermelho pela crítica, “Macabro” tem jeito de filme que será, no futuro, reavaliado e visto como um exemplar de suspense/terror/policial marcante e com aspectos valorosos. Prado aproveita uma onda bastante positiva de filmes de gêneros que cresceram consideravelmente no Brasil nos últimos anos. Sem falar que, em comparação com a maioria dos muitos exemplares de horror e suspense estrangeiros que têm chegado ao circuito, ainda ganha pontos por nos aproximar dos acontecimentos. O modo como o filme se inicia, com o protagonista vivido por Renato Góes, o Sargento Téo, cometendo um erro ao atirar em um homem em uma operação na favela, confundindo uma furadeira elétrica com uma arma (baseado em um incidente recente real), é uma maneira de começar já abordando os erros da polícia e a situação de racismo e violência que marcam a sociedade brasileira. Talvez nem precisasse que o cabo vivido por Guilherme Ferraz dissesse duas vezes que ele era o único negro daquela cidade, além da família dos irmãos assassinos procurados, mas talvez sim, seja necessário, para tornar mais didática a situação. Fosse em outra época, muito provavelmente, essa questão racial não seria sequer abordada e o filme focaria especificamente na busca pelos assassinos e estupradores e também em seus atos brutais. Há um pouco de fragilidade no modo como o filme parece querer justificar os atos dos irmãos como atos de vingança após anos de maus tratos. Isso é compensado com a construção de uma atmosfera de medo herdada do cinema de horror, como nas cenas de ataque às vítimas, mostradas sempre no escuro e tornando a aparência de um deles próxima de um monstro, a partir do depoimento de uma sobrevivente. Isso ajuda a enriquecer o mistério, ao trazer a feitiçaria para os crimes. O filme é feliz ao estabelecer um vínculo entre dois personagens em especial: o Sargento Téo e uma ex-namorada da adolescência, Dora (Amanda Grimaldi). Essa relação ajuda a aproximar o público dos personagens e a aumentar a dramaticidade na cena em que Dora é abordada por um dos irmãos. É uma das melhores cenas do filme, ao lado de uma cena de briga de Téo com o coronel da região, realizada com câmera na mão. Por sinal, há também que se destacar a beleza da fotografia, a cargo de Azul Serra (“Turma da Mônica – Laços), que enfatiza a exuberância da paisagem natural de Nova Friburgo.

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  • Filme

    A Portuguesa dá saudades da tela grande do cinema

    9 de agosto de 2020 /

    “A Portuguesa”, de Rita Azevedo Gomes, é dessas obras tão plasticamente bonitas que logo nos faz lembrar da falta da tela grande de cinema. Foi uma obra feita para ser vista na tela grande do cinema, inclusive pela pouca utilização de close-ups e pelo detalhismo em cada elemento colocado em cena, sejam coisas, pessoas ou animais. Mas apareceu pela primeira vez em VOD para o público brasileiro, na plataforma Mubi. O que andam dizendo por aí, de que o filme é como uma pintura em movimento, faz sim muito sentido. De fato, “A Portuguesa” está muito mais próximo da pintura do que de outras artes próximas do cinema, como o teatro e a literatura. As cores importam, seja o vermelho do cabelo da protagonista, a portuguesa cujo nome nunca é dito, sejam as cores das paredes ou da própria natureza, ora o verde vicejante das folhas, ora o branco da cena em que a portuguesa e uma amiga conversam e começa a nevar. O clima de sonho está presente na essência do filme, e muito disso talvez se deva ao próprio universo criado pela protagonista quando da ausência do marido, que passa anos guerreando e volta para casa quando está ferido. Ele mesmo explicita que sua relação com a guerra é muito longa e mais apaixonante do que com a própria esposa, a quem conhece há menos tempo. O que pode atrapalhar um pouco a experiência do filme de Rita Azevedo Gomes é o fato de a telinha não dar conta de tanta beleza, de tanta densidade, de tanto detalhismo durante mais de duas horas de duração. Além do mais, não temos aqui uma narrativa convencional, não há uma pressa em contar uma história. Por vezes, pouco importa se há uma história. As imagens importam muito mais. A direção de fotografia está a cargo do mestre Acácio de Almeida, que tem um currículo muito extenso desde a década de 1960. Entre obras mais recentes que ele fotografou se destacam “Colo” (2017), de Teresa Villaverde, “Raiva” (2018), de Sérgio Tréfaut, além de outras colaborações com a própria Rita Azevedo Gomes. Na trama, Clara Riedenstein (“John From”) vive a portuguesa do título, uma mulher de beleza pré-rafaelita e ar independente para a época, que se casa com Herren von Ketten (Marcello Urgeghe), austríaco que, durante a Era Moderna, luta contra o Episcopado de Trento. Baseada num conto de Robert Musil, publicado em 1924, a história se passa principalmente no Norte da Itália, onde fica o castelo que a portuguesa transforma em lar durante a ausência do marido. Mas não há muita clareza sobre o período histórico, situado entre os séculos 16 e 17, quando a geografia da Europa ainda era muito diferente, o que parece deliberado porque a diretora embaraça a cronologia com referências anacrônicas de música e literatura. Mais importante que o contexto da trama é a filmografia de Rita Azevedo Gomes, que tem ganhado cada vez mais adeptos no círculo dos críticos mais atentos. Dirigindo desde 1990, ela se tornou uma das mais importantes cineastas do século 21, e não só de Portugal. O Mubi, por sinal, vem disponibilizando semanalmente cada um de seus filmes, e nesta semana liberou “A Vingança de uma Mulher” (2012), considerado seu melhor trabalho. Quanto às comparações que têm sido feitas com Manoel de Oliveira, talvez esteja mais em alguma semelhança no uso de planos-sequência longos, diálogos pausados e narrativas mais lentas. Mas isso não é exclusividade de Oliveira. De todo modo, Gomes chegou a trabalhar com o diretor centenário em “Francisca” (1981), como figurinista. Nota-se, assim, que a aproximação da cineasta com o cuidado com a imagem, seja de roupas ou de qualquer elemento de cena, já remonta de algum tempo.

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    Judas e o Messias Negro: História dos Panteras Negras ganha trailer legendado

    8 de agosto de 2020 /

    A Warner divulgou o trailer legendado de “Judas e o Messias Negro”, filme sobre a história do partido dos Panteras Negras, que destaca uma performance incendiária de Daniel Kaluuya (“Corra!”). Ele vive o Messias Negro do título, o revolucionário Fred Hampton, líder dos Panteras, que é traído por William O’Neal, o Judas, criminoso recrutado pelo FBI para se infiltrar no movimento em troca de liberdade. Lakeith Stanfield (que também participou de “Corra!”) interpreta O’Neal. A prévia registra o momento histórico em que Hampton anuncia a criação da Coalizão Arco-Íris: uma união de forças com outros segmentos oprimidos da cidade de Chicago para lutar por igualdade e empoderamento político. Esta iniciativa assustou o conservadorismo americano, acirrando a repressão, a violência e os assassinatos (“autos de resistência”) dos líderes do movimento. O filme é produzido por Ryan Coogler (diretor do “Pantera Negra” da Marvel) e é endossado pelo filho de Hampton, Fred Hampton Jr, que acompanhou todos os dias de filmagem para garantir o realismo da trama. Hampton Jr, inclusive, defendeu a escolha de Kaluuya, que é inglês, como intérprete de seu pai, lembrando que os Panteras Negras tinham uma visão internacionalista sobre a diáspora causada pelo escravagismo. “Judas e o Messias Negro” tem roteiro e direção de Shaka King, que foi premiado no Festival de Sundance e no Independent Film Spirit Awards por sua estreia, “Newlyweeds” (2013). O elenco também conta com Jesse Plemons (“O Irlandês”), Algee Smith (“O Ódio que Você Semeia”), Darrell Britt-Gibson (“Luta por Justiça”), Dominique Thorne (“Se a Rua Beale Falasse”), Amari Cheatom (“Roman J. Israel, Esq.”), Caleb Eberhardt (“The Post – A Guerra Secreta”), Lil Rel Howery (“Corra!”) e Martin Sheen (“Apocalypse Now”) como o diretor do FBI J. Edgar Hoover. Devido à pandemia de coronavírus, o filme não tem previsão de estreia. Mas outra interpretação de Fred Hampton poderá ser vista em outubro em “The Trial of the Chicago 7”, filme de Aaron Sorkin para a Netflix, que traz vários militantes políticos dos anos 1960.

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    Paramount suspende produção de Star Trek do criador de Fargo

    8 de agosto de 2020 /

    A Paramount Pictures decidiu suspender a produção do novo filme “Star Trek”, que seria escrito e dirigido por Noah Hawley (criador de “Fargo” e “Legion”). A decisão reflete uma mudança no comando do estúdio, cinco semanas após a ex-executiva de cinema da 20th Century Fox, Emma Watts, tornar-se presidente do Paramount Motion Picture Group. Fontes da revista Variety indicaram que Watts freou o projeto para obter mais clareza sobre como lidar com o próximo filme da franquia sci-fi, mas acrescentaram que o projeto não foi abandonado. O problema, aparentemente, estaria no tema do longa, que mostraria um vírus dizimando a vida do universo. Diante da pandemia do coronavírus, o tema teria sido considerado sensível. Se este for o caso, a Paramount não deve ter levado em conta que um dos maiores sucessos de VOD durante a pandemia foi o filme “Contágio” (2011). O estúdio também estava desenvolvendo um projeto “Star Trek” com Quentin Tarantino e ainda tentou lançar outro filme em 2018, que seria o primeiro dirigido por uma mulher, SJ Clarkson, com Chris Hemsworth (o Thor) de volta ao papel de pai do Capitão Kirk, visto em “Star Trek” (2009). Nenhum desses projetos saiu do papel. O próximo filme será o 14º da franquia. O último foi “Star Trek: Sem Fronteiras”, de 2016.

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    Jared Leto confirma que vai interpretar Andy Warhol no cinema

    7 de agosto de 2020 /

    O ator Jared Leto aproveitou o aniversário de Andy Warhol, que faria 92 anos na quinta (6/8), para revelar em seu Instagram que vai viver o célebre artista plástico, cineasta, produtor e empreendedor num novo filme. “Sim, é verdade, eu estarei vivendo Andy Warhol num próximo filme”, ele escreveu, acrescentando que se sentia “grato e emocionado pela oportunidade”, mas sem dar detalhes sobre o projeto. Há quatro anos, o nome de Leto foi associado a uma cinematografia de Warhol escrita por Terence Winter, criador das séries “Boardwalk Empire” e “Vinyl”, e roteirista de “O Lobo de Wall Street” (2013). O “novo” projeto deve ser o mesmo, intitulado “Warhol” e produzido por Michael De Luca (“Cinquenta Tons de Cinza”, “A Rede Social”). Caso isso se confirme, a trama será inspirada na biografia oficial do artista, publicada em 1989 e assinada por Victor Bockris. Andy Warhol, que morreu em 1987 aos 58 anos, deixou sua marca em quadros, esculturas, filmes, música e até no jornalismo, como o artista multimídia mais popular da História. Ele já foi personagem de 44 produções de cinema e TV. Dentre as versões mais famosas, destaca-se a interpretação do cantor David Bowie no filme “Basquiat – Traços de Uma Vida” (1996). Mais recentemente, ele foi interpretado por John Cameron Mitchell em três episódios da série “Vinyl”, criada justamente pelo autor da cinebiografia atual. O longa deve mostrar as inspirações e os bastidores das criações do artista, que começou a expor seus trabalhos ainda nos anos 1950. Suas obras, que misturavam ícones de consumo, estrelas de cinema e elementos da cultura pop norte-americana questionavam a própria definição do que era arte. O auge de sua popularidade aconteceu nos anos 1960, quando o artista manteve um badalado atelier em Nova York, The Factory, que serviu de ponto de encontro para os mais diferentes artistas e celebridades, em clima de festa permanente. Nesta época, ele revelou a banda Velvet Underground e produziu seu primeiro álbum, apresentando Lou Reed ao mundo e, de quebra, transformando a modelo Nico em cantora. Warhol também vislumbrou que modelos seriam as futuras estrelas de cinema, incentivou a popularização das drag queens, fomentou o movimento do cinema underground em antecipação à cena indie, produziu uma nova geração de cineastas, identificou que o grafite era uma forma de arte moderna, levando Jean Michel Basquiat para as grandes galerias, criou a revista Interview e famosamente profetizou que, no futuro, todo mundo seria famoso por 15 minutos – isto numa época em que não existia internet. Claro, ele também fez quadros fantásticos. As criações de Warhol tiveram impacto tão grande que valorizaram horrores e são reproduzidas à exaustão até hoje. Ver essa foto no Instagram Yes it’s true I will be playing Andy Warhol in an upcoming film. And so grateful and excited about the opportunity. 😊🙏 Happy belated birthday Andy 🎂🖤 We miss you and your genius Uma publicação compartilhada por JARED LETO (@jaredleto) em 7 de Ago, 2020 às 10:57 PDT

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