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Filme

“A Morte do Demônio: Em Chamas” ganha trailer sangrento

Sexto filme da franquia de horror faz conexão direta com os eventos de "A Morte do Demônio: A Ascensão"

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8 de maio de 2026
Filme

Pedro Novaes surge como Alexandre em primeira foto do filme de “A Viagem”

Produção baseada na novela clássica de Ivani Ribeiro inicia filmagens nos estúdios da Globo, no Rio de Janeiro

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7 de maio de 2026
Filme

Cinemas recebem “As Ovelhas Detetives”, “Mortal Kombat 2” e filmes musicais

Comédia infantil e pancadaria têm lançamento mais amplo, mas semana também destaca documentários de Billie Eilish, Iron Maiden e cinebiografia de Hungria Hip Hop

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7 de maio de 2026
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    The Nest: Drama com Jude Law e Carrie Coon ganha trailer tenso

    16 de junho de 2020 /

    A IFC Films divulgou o primeiro trailer de “The Nest”. A prévia revela um drama sombrio de atmosfera tensa e carregada, sobre uma família que se muda para uma mansão rural e começa a discordar sobre tudo. A mansão não é mal-assombrada, mas o clima é quase de terror, conforme a ansiedade do personagem de Jude Law (“Capitã Marvel”) se confronta com a frustração de Carrie Coon (“The Leftovers”). Ele é um empresário que convence a esposa e os filhos a se mudarem para o interior inglês, onde suas ambições e projetos de grandeza ganham contornos considerados traiçoeiros por ela, ameaçando destruir seu casamento. O filme tem roteiro e direção de Sean Durkin, que retorna ao cinema nove anos após impressionar com o thriller indie “Martha Marcy May Marlene” (2011) – responsável por lançar a carreira da atriz Elizabeth Olsen (“Os Vingadores: Ultimato”). “The Nest” já impressionou a crítica durante sua première no Festival de Sundance, no começo do ano, atingindo 83% de aprovação no Rotten Tomatoes. A distribuidora pretende lançá-lo nos cinemas da América do Norte em 18 de setembro, mas ainda não há previsão para o Brasil.

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    Sequências de Avatar começam a ser filmadas na Nova Zelândia

    16 de junho de 2020 /

    A produção das sequências de “Avatar” já foi retomada na Nova Zelândia. O produtor Jon Landau divulgou em seu Instagram uma foto dos bastidores do recomeço das filmagens, que traz o diretor James Cameron atrás das câmeras, no set cenográfico coberto por equipamentos e tela azul. ‘Usei meu iPhone para tirar uma foto do nosso primeiro dia de produção na retoma das sequências de ‘Avatar'”, escreveu Landau ao lado da imagem, identificando o local como Stone Street Studios. A equipe da produção desembarcou no dia 30 de maio na Nova Zelândia e passou por uma quarentena de 14 dias antes de ser liberada para o trabalho. As filmagens ficaram três meses suspensas, após serem pausadas no meio de março devido à da pandemia de coronavírus. Ainda com fronteiras fechadas para grande parte das pessoas, a viagem da equipe à Nova Zelândia foi liberada pelo “significativo valor econômico” das filmagens para o país. Por tratar-se de uma grande produção, com locação em diversos estúdios, “Avatar” recebe subsídios do governo local. Além disso, a Nova Zelândia estabeleceu uma série de instruções de higiene e segurança para permitir a realização de produções audiovisuais no período da pandemia. A franquia será a primeira obra estrangeira a seguir tais normas. Com uma política bem-sucedida de lockdown completo, a Nova Zelândia foi o primeiro país a zerar os casos de coronavírus. Graças à ação eficiente do Ministério da Saúde neozelandês, apenas 22 pessoas morreram em decorrência da covid-19 no país. “Avatar 2” tem lançamento marcado para 17 de dezembro de 2021, com sua sequência prevista para dezembro de 2023. Outros dois filmes também foram programados, mas eles só deverão ser filmados após o resultado das bilheterias da continuação. Ver essa foto no Instagram Used my iPhone to snap a picture of our first shot back in production on the Avatar sequels. Uma publicação compartilhada por Jon Landau (@jonplandau) em 15 de Jun, 2020 às 5:04 PDT

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    Invasão Zumbi 2 ganha novo trailer insano

    16 de junho de 2020 /

    A Well Go USA divulgou o novo trailer americano de “Invasão Zumbi 2: Península”, continuação do terror-sensação de 2016. A prévia é insana, com tensão do começo ao fim, ao mostrar a extensão do apocalipse zumbi. A trama se passa quatro anos após o começo da pandemia da ficção e mostra o mundo destruído por hordas vorazes de mortos-vivos, que levaram a humanidade praticamente à extinção. O vídeo também destaca os novos protagonistas, o ex-soldado Jung-Seok (Gang Dong-Won, de “Golden Slumber”), que lidera uma missão na terra infestada por zumbis e acaba encontrando sobreviventes, entre eles a corajosa Min Jung (Lee Jung-hyun, de “Gunhamdo”) e um grupo de sádicos ensandecidos. Novamente dirigido por Yeon Sang-ho, o filme integra uma trilogia sobre o surto zumbi na Coreia do Sul. Entre os dois “Invasão Zumbi”, Sang-ho também assinou o longa animado “Seul Station” (2016), cuja trama acontece em paralelo aos eventos do primeiro filme – além de ser um excelente exemplar de animação adulta. O diretor só fazia animações antes de estourar com “Invasão Zumbi”. A estreia internacional deveria acontecer em agosto, mas deve ser remarcada devido à pandemia do coronavírus.

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    DC FanDome: Warner anuncia sua própria “Comic Con” online para a DC Comics

    16 de junho de 2020 /

    A WarnerMedia vai realizar sua própria “Comic Con”, voltada exclusivamente a lançamentos relacionados à DC Comics. O cancelamento da Comic-Con Internacional, de San Diego, que este ano vai acontecer online, e o sucesso da D23, da Disney, motivaram a empresa a programar o DC FanDome, um evento online gratuito para divulgar as novidades do universo DC, incluindo filmes como “The Batman”, “Mulher-Maravilha 1984” e o “Snyder Cut” de “Liga da Justiça”, além das inúmeras séries do “Arrowverso” na rede CW, atrações da DC Universe, da HBO Max e outras (como “Lucifer” da Netflix), baseadas nos quadrinhos da editora. Os painéis virtuais também abrangerão, logicamente, os quadrinhos da DC, as produções animadas e até games. Prometendo uma experiência imersiva, o DC Famdome vai acontecer em 24 horas consecutivas, com participações de estrelas, cineastas e criadores por trás de todo esse conteúdo, no dia 22 de agosto, um sábado, a partir das 14h (horário de Brasília), com acesso aberto ao público pelo site DCFanDome.com – que já está acessível para que os fãs se cadastrem. O evento será dividido em seis áreas diferentes no site oficial, com seções batizadas de DC WatchVerse, DC YouVerse, DC KidsVerse, DC InsiderVerse, DC FunVerse e o Hall of Heros, que contará com as principais atrações. A programação estará disponível em dez línguas diferentes, incluindo português, e terá alguns conteúdos produzidos exclusivamente para diferentes regiões. “Não há fã como o fã da DC”, diz Ann Sarnoff, Presidente e CEO da Warner Bros., no comunicado que anuncia o evento. “Por mais de 85 anos, o mundo se voltou aos heróis e histórias inspiradoras da DC para nos animar e entreter, e este massivo e imersivo evento digital dará a todos novas maneiras de personalizar sua jornada pelo Universo da DC, sem filas, sem ingressos e sem barreiras. Com o DC FanDome, somos capazes de dar aos fãs ao redor do mundo uma maneira única e empolgante de conectar-se com seus personagens preferidos da DC, além dos incríveis talentos que os trazem à vida nas páginas e nas telas”, ela completa.

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    Vida de Lemmy Kilmister, vocalista do Motörhead, vai virar filme

    16 de junho de 2020 /

    A vida do vocalista do Motörhead, Lemmy Kilmister (1945-2015), um dos músicos mais influentes de sua geração, vai virar filme. O projeto tem direção de Greg Olliver, que fez o documentário “Lemmy”, de 2010. Ele seguirá a vida de Kilmister desde a adolescência, quando foi roadie de Jimi Hendrix e integrante da banda de rock psicodélico Hawkwind, antes de lançar o Motörhead, banda que abriu caminho para Metallica, Megadeth e Anthrax, além de Foo Fighters, cujo vocalista Dave Grohl prestou uma homenagem a Lemmy em seu funeral. “Tudo o que você ouviu sobre Lemmy provavelmente é verdade … não porque ele estava adotando clichês do rock’n’roll, mas porque ele os criou”, disse Olliver, no comunicado sobre a produção. “Desenvolvemos cuidadosamente essa cinebiografia desde 2013, certificando-nos de permanecer fiéis a Lemmy, aos membros da banda do Motörhead, Phil Campbell e Mikkey Dee, e a todas as outras pessoas que desempenharam papéis importantes na vida de Lemmy. Será um filme do qual se orgulharão”, completou. O roteiro foi escrito pelo estreante Medeni Griffiths e o filme também vai se chamar “Lemmy”, como o documentário. As filmagens devem começar no início de 2021, dependendo da evolução da pandemia de covid-19.

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    Vampiros atacam navio nazista em trailer e fotos de terror australiano

    15 de junho de 2020 /

    A distribuidora indie The Horror Collective, que como o nome indica é especializada em filmes de terror, divulgou 20 fotos, o pôster e o trailer da produção australiana “Blood Vessel”. A prévia combina nazistas, navio fantasma e vampiros, ao acompanhar a chegada de um pequeno bote com sobreviventes de um naufrágio a uma embarcação abandonada da 2ª Guerra Mundial. Na nave à deriva, eles descobrem bandeiras nazistas e cadáveres apodrecidos, além de caixões misteriosos, que, claro, contém criaturas sanguinárias e precipitam uma luta pela sobrevivência. A ideia dos vampiros marítimos vem do romance “Drácula”, de Bram Stoker, que descreveu a viagem do Demeter, navio responsável por conduzir o caixão do vampiro da Transilvânia até a Inglaterra. A premissa tem sido explorada no cinema desde o clássico “Nosferatu”, de 1922. Roteiro e direção de “Blood Vessel” são assinados por Justin Dix, técnico de efeitos da franquia “Star Wars”, que trabalhou no cultuado terror australiano “O Babadook” (2014). O elenco destaca Alyssa Sutherland (a rainha Aslaug, de “Vikings”), Robert Taylor (o xerife “Longmire”) e Nathan Phillips (Flynn na série “Hunters”). A estreia está marcada para 21 de julho em VOD nos EUA e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

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    Ben Stiller vai dirigir thriller estrelado por Oscar Isaac

    15 de junho de 2020 /

    A Lionsgate contratou o ator e cineasta Ben Stiller para dirigir “London”, adaptação de um conto inédito do escritor best-seller Jo Nesbo. O escritor norueguês é conhecido por tramas violentas de suspense, que já renderam um filme cult, o thriller norueguês “Headhunters” (2011), e uma estreia decepcionante em Hollywood, “Boneco de Neve” (2017). O novo conto não teve sua sinopse divulgada e há relatos conflituosos sobre o tema. Segundo o site The Hollywood Reporter, “London” seria uma sci-fi, mas o Deadline afirma que se trata de um thriller. O roteiro da adaptação está a cargo do vencedor do Oscar Eric Roth (por “Forest Gump”) e o papel principal será desempenhado por Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”), que também vai produzir o longa. Stiller ganhou neste ano um DGA Award, prêmio do Sindicato dos Diretores, por comandar a minissérie “Escape at Dannemora”. A atração do canal pago Showtime foi seu primeiro trabalho fora do gênero das comédias. “London”, por sua vez, será seu primeiro longa dramático após seis comédias. O último filme que ele dirigiu foi “Zoolander 2”, em 2016.

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    …E o Vento Levou vai voltar a HBO Max com introdução sobre racismo

    15 de junho de 2020 /

    O clássico “…E O Vento Levou” (1939) vai retornar à plataforma HBO Max, após ser retirado sob o argumento de conter conteúdo racista. Por conta disso, em sua volta contará com uma introdução que abordará o racismo da trama, apresentada pela acadêmica, pesquisadora e apresentadora de TV Jacqueline Stewart. A informação foi confirmada pela própria pesquisadora em depoimento ao site do canal de notícias CNN. “Vou gravar uma introdução apresentando os múltiplos contextos das histórias do filme. Para mim será uma oportunidade de pensar o que esse clássico pode nos ensinar”, afirmou a pesquisadora. O longa foi retirado do serviço de streaming da WarnerMedia após manifestações contra o racismo, insufladas pelo assassinato de George Floyd, passarem a questionar o legado histórico da opressão. O premiado roteirista John Ridley, vencedor do Oscar por “12 Anos de Escravidão” (2013), lançou luz sobre o velho filme da Warner num artigo no jornal Los Angeles Times, publicado na terça-feira passada (9/6). Segundo ele, “…E o Vento Levou” deveria ser retirado do streaming porque “não só fica aquém da representação da escravidão como ignora seus horrores e perpetua alguns dos estereótipos mais dolorosos sobre as pessoas de cor”. Ele acrescentou: “É um filme que, como parte da narrativa da ‘Causa Perdida’ [a defesa da escravidão], romantiza a Confederação de uma maneira que continua a legitimar a noção de que o movimento secessionista era algo mais nobre do que realmente foi – uma insurreição sangrenta para manter o ‘direito’ de possuir, vender e comprar seres humanos”. A WarnerMedia, dona da HBO Max, concordou. “‘E o Vento Levou’ é um produto de seu tempo e contém alguns dos preconceitos étnicos e raciais que, infelizmente, têm sido comuns na sociedade americana”, afirmou um porta-voz da HBO Max em comunicado à imprensa. “Estas representações racistas estavam erradas na época e estão erradas hoje, e sentimos que manter este título disponível sem uma explicação e uma denúncia dessas representações seria irresponsável”, continua o texto. Ao retirar o filme da plataforma, a HBO Max afirmou que ele retornaria com uma explicação sobre seu cotexto, mas sem cortes que pudessem configurar censura. “Sentimos que manter esse título sem uma explicação e uma denúncia dessas representações seria irresponsável. Essas representações certamente são contrárias aos valores da WarnerMedia; portanto, quando retornarmos o filme à HBO Max, ele retornará com uma discussão de seu contexto histórico e uma denúncia dessas mesmas representações. Nenhum corte será feito no longa-metragem, “porque fazer isto seria como dizer que estes preconceitos nunca existiram”, acrescenta o comunicado. “Se vamos criar um futuro mais justo, equitativo e inclusivo, nós devemos primeiro reconhecer e entender nossa história”, afirmou a HBO Max. O longa é acusado de mostrar escravos conformados e felizes com suas condições e escravocratas heroicos, lutando contra os opressores do Norte que desejam suas terras – na verdade, desejam libertar os escravos e acabar com a escravidão. Ironicamente, o filme também é responsável pelo primeiro Oscar vencido por um intérprete negro, Hattie McDonald, como Melhor Atriz Coadjuvante. Ela própria era filha de dois escravos. Desde então a Academia realizou mais 80 premiações, distribuindo somente mais 18 Oscars para atores negros.

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    Trailer do drama M-8 chama atenção para o racismo estrutural brasileiro

    15 de junho de 2020 /

    A Paris Filmes e a Migdal Filmes divulgaram fotos, o pôster e o trailer de “M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida”. Apesar do título de filme espírita, trata-se do novo drama de Jeferson De, do premiado “Bróder” (2010) e o mais próximo de um Spike Lee que o cinema nacional já produziu. Ele não gosta da comparação, mas ela existe porque Jeferson De ainda é um raro cineasta negro brasileiro que consegue se manter ativo sem grandes hiatos de produção há uma década, e sempre abordando temas de interesse racial em sua filmografia. Por sinal, a prévia de “M-8” sugere que se trata de seu filme mais fiel ao “Dogma Feijoada”, uma proposta para o cinema negro brasileiro que ele lançou em 1997 – em que diretor, ator principal e tema devem ser negros, atuais e urgentes, e que os personagens negros não podem ser estereotipados. Baseado no livro homônimo de Salomão Polakiewicz, o filme gira em torno de Maurício (Juan Paiva, de “Malhação”), filho de uma auxiliar de enfermagem (Mariana Nunes, de “Carcereiros”), que se torna calouro de uma faculdade de Medicina. Durante uma aula de anatomia, Maurício é apresentado a M-8 (Raphael Logam), corpo que servirá para estudo da classe durante o primeiro semestre. Mas ele não demora a descobrir que todos os cadáveres dos estudos são pretos, o que lhe causa espanto. Após se tornar vítima gratuita de violência policial e enfrentar outras experiências de racismo estrutural, Maurício passa a perceber que tem mais em comum com os mortos que com seus colegas brancos de aula. Lázaro Ramos, Henri Pagnoncelli, Zezé Motta e Malu Valle fazem participações especiais. Exibido no Festival do Rio do ano passado, “M-8” tem estreia prevista para o segundo semestre de 2020, quando os cinemas puderem reabrir.

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    Will Smith vai estrelar thriller sobre escravidão do diretor de O Protetor

    15 de junho de 2020 /

    Will Smith vai estrelar o novo filme do diretor Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”). Chamado de “Emancipation”, o drama vai contar a história real do escravo Peter, que ficou famoso no século 19 após fugir de seu “dono” e torturador e posar para uma foto expondo as cicatrizes de crueldade nas suas costas, marcas de um chicoteamento que quase o matou. A foto se tornou conhecida como “Scourged Back” e “viralizou” após ser publicada em uma série de veículos de imprensa em 1863, criando um impacto similar ao do assassinato de George Floyd em sua época. Estudiosos apontam a foto como uma das influências do crescimento do movimento abolicionista, que levou ao fim da escravidão nos EUA. Pouco depois de sua publicação, países europeus anunciaram que deixariam de comprar algodão dos estados do sul dos EUA, onde a escravidão ainda era praticada. A imagem também é creditada por um aumento considerável no número de alistamento de negros livres no exército da União — nome dado aos estados da região norte dos EUA, que lutavam pela abolição. Apesar de todo este contexto histórico, “Emancipation” está sendo descrito por seus produtores como um “thriller de ação” focado na fuga de Peter de seus captores. Smith também será um dos produtores do projeto, que deve ser filmado apenas em 2021. Veja abaixo a foto real do escravo Peter.

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    Jurassic World 3 será primeiro filme a retomar produção no Reino Unido

    15 de junho de 2020 /

    O terceiro “Jurassic World” será o primeiro filme a retomar sua produção no Reino Unido. O longa da Universal recebeu autorização para realizar filmagens a partir de 6 de julho. Para retomar os trabalhos, o estúdio deve gastar cerca de US$ 5 milhões em protocolos de higiene e em testes para detectar a covid-19 entre as pessoas nos sets de filmagem. As medidas incluem uma instalação médica e 150 pontos de desinfecção de mãos no estúdio. A equipe de produção do filme deve usar máscaras o tempo todo, assim como os atores que não estiverem em cena. “Queremos ter certeza de que estamos indo além dos protocolos oficiais para criar um ambiente seguro. O custo não é nossa principal preocupação agora, mas sim a segurança”, disse um dos produtores do filme ao site Deadline. O elenco da produção inclui os protagonistas da franquia, Bryce Dallas Howard e Chris Pratt, e atores veteranos de “Jurassic Park”, como Jeff Goldblum, Laura Dern e Sam Neill, que estrelaram os filmes dos anos 1990. Isto porque o novo filme vai juntar as duas franquias jurássicas. A trama vai retratar, pela primeira vez, um mundo literalmente de dinossauros, após os répteis gigantes saírem da Ilha Nublar e se espalharem pelo planeta. Na história, as criaturas não estão mais no parque, mas à solta por toda a parte. Emily Carmichael (“Círculo de Fogo: A Revolta”) coescreveu “Jurassic World: Dominion” com o diretor Colin Trevorrow, que retorna ao comando do longa após dirigir o primeiro “Jurassic World” em 2015. Eles trabalharam juntos no curta “Battle at Big Rock”, que serve como uma prévia do filme (e pode ser visto integralmente neste link). A previsão da Universal é de que “Jurassic World: Dominion” (título em inglês da produção) chegue nos cinemas em 11 de junho de 2021.

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    Joika: Atriz de Jojo Rabbit vai estrelar cinebiografia de bailarina americana do Bolshoi

    14 de junho de 2020 /

    A atriz Thomasin McKenzie, que viveu a judia Elsa em “Jojo Rabbit”, vão interpretar a dançarina de balé americana Joy Womack na cinebiografia “Joika”. A produção será rodada na Nova Zelândia, cidade natal de Thomasin, com direção de James Napier Robertson (“The Dark Horse”), e vai utilizar “tecnologia digital para navegar pelas restrições contínuas à pandemia”, segundo comunicado. Joika era o apelido de Joy Womack, uma de poucas estrangeiras – das quais só duas foram americanas – a ingressar na Academia do Balé Bolshoi, em Moscou. Ela também foi a dançarina principal do Universal Ballet, na Coréia do Sul, e atualmente dança com o Boston Ballet, nos EUA. Womack está supervisionando pessoalmente o treinamento de McKenzie e atuará como o dublê da atriz nas sequências mais exigentes.

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    Sushant Singh Rajput (1986 – 2020)

    14 de junho de 2020 /

    O jovem galã indiano Sushant Singh Rajput foi encontrado morto em sua casa no subúrbio de Mumbai. O caso está sendo investigado como suicídio por enforcamento. Ele tinha 34 anos. Rajput era considerado um dos mais atores promissores de Bollywood, a indústria cinematográfica indiana. Ele estreou no cinema em 2013 com o filme “Kai Po Che!”, e em 2017 foi premiado como Melhor Ator no Festival de Cinema Indiano de Melbourne, na Austrália, pelo filme “M.S. Dhoni: The Untold Story”, no qual interpretou a estrela indiana de críquete Mahendra Singh Dhoni. Seu último trabalho foi no filme “Drive”, lançado mundialmente ela Netflix no ano passado, mas tinha mais quatro projetos encaminhados. O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, repercutiu a morte do ator nas redes sociais. “Sushant Singh Rajput … um jovem e brilhante ator que se foi cedo demais. Ele se destacou na TV e nos filmes. Sua ascensão no mundo do entretenimento inspirou muitos e deixa para trás várias performances memoráveis. Chocado com a sua morte. Meus pensamentos estão com a família e fãs”, escreveu o primeiro-ministro.

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