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Filme

“Homem-Aranha: Um Novo Dia” supera US$ 2 bilhões de bilheteria

Filme de Tom Holland alcança marca em apenas 19 dias e vira a maior arrecadação da história da Sony Pictures

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16 de agosto de 2026
Filme

Terror queer brasileiro é premiado no Festival de Locarno

“A Margem do Rio” recebeu uma das principais distinções do festival suíço e prêmio de 30 mil francos

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16 de agosto de 2026
Filme, Série

Guia da Pipoca: “Lanternas” e as estreias de streaming da semana

A série de super-heróis do DC Studios chega junto do final de "Outer Banks" e de uma nova série médica brasileira

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15 de agosto de 2026
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    In-Edit Brasil exibe mais de 50 documentários musicais online

    9 de setembro de 2020 /

    Seguindo a tendência digital desses tempos de pandemia, a 12ª edição do In-Edit Brasil, festival de documentários musicais, será totalmente online. São mais de 50 filmes nacionais e internacionais da temática, que poderão ser conferidos a partir desta quarta (9/9) até o dia 20 de setembro. A programação tem vários atrativos, como “The Quiet One”, centrado no baixista Bill Wyman, dos Rolling Stones, “My Darling Vivian”, em que as filhas de Johnny Cash falam sobre o relacionamento do cantor com sua mãe, “Stiv – No Compromise, No Regrets”, sobre o falecido cantor Stiv Bators (ex-Dead Boys e The Lords of the New Church), “Punk The Capital”, sobre a famosa cena punk de Washington, e “White Riot”, sobre o movimento musical anti-racista nascido no bojo do punk rock britânico. Além disso, o In-Edit deste ano exibe uma seção dedicada à cena musical portuguesa. Entre os destaques nacionais, vale conferir “Dom Salvador & The Abolition”, sobre o lendário pianista e pioneiro da “black music” brasileira que inventou o samba-funk, e “Faça Você Mesma”, sobre as riot grrrls e a moderna cena punk feminina brasileira. Além dos filmes, também está prevista uma master class com o lendário diretor Julien Temple, responsável pelo longa clássico da banda Sex Pistols, “The Great Rock’n’Roll Swindle” (1980), o musical “Absolute Beginners” (1986), com David Bowie, além de documentários sobre Joe Strummer e The Clash, sem esquecer muitos clipes. Todos os títulos podem ser acessados pelo site oficial (https://br.in-edit.org/), mas nem todos os filmes são gratuitos. Há algumas sessões pagas (R$ 3, por 72 horas de acesso), com arrecadação voltada para ajudar trabalhadores da música e do cinema afetados pela pandemia. Parte da programação também pode ser conferida na plataforma do Sesc Digital (https://sesc.digital/colecao/42876/cinema-emcasacomsesc), com acesso gratuito. E depois de 20 de setembro os filmes se mudam para a Spcine Play (https://www.spcineplay.com.br/).

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    Diretor de Parasita fará remake americano de filme que escreveu em 2014

    9 de setembro de 2020 /

    O premiado diretor Bong Joon-ho, do filme “Parasita”, vencedor do Oscar 2020, vai produzir uma versão americana de “Haemoo”, filme sul-coreano que ele escreveu (mas não dirigiu) em 2014. O filme original era baseado em uma história real e seguia um barco pesqueiro em uma perigosa missão para contrabandear um grupo de imigrantes sem documentos da China para a Coreia do Sul. O cineasta escreveu o filme em parceria com Shim Sung-bo, com quem já tinha trabalhado no ótimo “Memórias de um Assassino” (2003), mas em “Haemoo” a direção coube ao colega. Intitulada, em inglês, “Sea Fog”, a nova versão será dirigida por Matt Palmer, de “Calibre”, e terá produção da Participant Media (estúdio de “Fábrica Americana”, vencedor do Oscar 2020 de Melhor Documentário). Palmer também está elaborando o roteiro, com base em um rascunho anterior de Oren Moverman (“The Beach Boys: Uma História de Sucesso”). Detalhes específicos do enredo, que pode mudar para esta adaptação, não foram divulgados. “Não consigo conter o meu entusiasmo e expectativa em colaborar com esta equipe no recém-nascido ‘Sea Fog'”, disse Joon-ho no comunicado da produção. Veja abaixo o trailer do longa original.

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    Novo curta de Frozen vai explorar a origem de Olaf

    9 de setembro de 2020 /

    A Disney anunciou a produção de um novo curta derivado da animação “Frozen”. Intitulado, em inglês, “Once Upon A Snowman” (era uma vez um boneco de neve, em tradução livre), o desenho vai explorar a origem do amado boneco de neve Olaf. O curta vai mostrar o que aconteceu com Olaf depois que Elsa o criou e antes de Anna e Kristoff o encontrarem na floresta, seguindo os primeiros passos do personagem enquanto ele ganha vida e busca sua identidade nas montanhas nevadas fora de Arendelle. Josh Gad, que dublou Olaf em “Frozen” (2013) e “Frozen 2” (2019), voltará a atuar como a voz original do personagem na nova animação. Já a direção ficou a cargo de Trent Correy, supervisor de animação de Olaf em “Frozen 2”, e do veterano animador Dan Abraham, que trabalhou na sequência musical de Olaf (“When I Am Older”) em “Frozen 2”. O lançamento vai acontecer com exclusividade na plataforma Disney+ (Disney Plus) em 23 de outubro. Ainda não disponível no Brasil, o serviço de streaming da Disney tem previsão de chegada no mercado nacional em novembro.

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    Duna ganha primeiro trailer épico ao som de Pink Floyd

    9 de setembro de 2020 /

    A Warner divulgou novas fotos oficiais e o primeiro trailer legendado do remake de “Duna”, que destaca o papel de Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) como herói predestinado e apresenta a escala épica da produção. Ao som de Pink Floyd (“Eclipse”), a prévia também distribui closes do elenco estrelado, uma direção de fotografia de tirar o fôlego e diversos efeitos visuais, culminando na ameaça de um verme gigante, que emerge das areias. A história de “Duna” é bastante conhecida pelos fãs de ficção científica. Trata-se de um clássico do gênero, originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e levado às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). O material ainda rendeu duas minisséries do canal Syfy e uma franquia literária, que continua a ser estendida, anos após a morte de Herbert, em 1986. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. Além de Timothée Chalamet como Paul Atreides, o elenco grandioso inclui Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”), Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”) e Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”). A direção é de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também trabalhou no roteiro com Jon Spaihts (“Prometheus”) e Eric Roth (“Forest Gump”). Já o favorito ao Oscar 2021 de Melhor Direção de Fotografia se chama Greig Fraser, em sua primeira parceria com Villeneuve e após estrear na sci-fi com “Rogue One: Uma História Star Wars” (2016). Meses antes da estreia, “Duna” já tem uma continuação confirmada. Isto sugere que a adaptação será dividida em duas partes. Além dos filmes, Villeneuve também está trabalhando numa série derivada para o serviço de streaming HBO Max. Apesar da pandemia, a Warner não alterou a previsão de estreia do longa, que segue mantida para o mês de dezembro.

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    Academia impõe critérios de diversidade para disputa do Oscar

    9 de setembro de 2020 /

    A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA, responsável pela premiação do Oscar, anunciou uma iniciativa para estimular o aumento de diversidade no cinema. Para isso, estabeleceu novos critérios para qualificar produções na categoria de Melhor Filme do ano, e todos têm a ver com representatividade na frente e atrás das câmeras. A partir de 2022, as produções que quiserem disputar o Oscar precisarão se submeter aos Padrões de Inclusão da Academia, que serão cada vez mais rígidos até atingir a meta de representatividade em 2025. Os padrões foram divididos em quatro pilares. O primeiro é Representação na Tela, nos Temas e nas Narrativas. Isto significa que os filmes deverão possuir ao menos uma das seguintes características: atores principais ou coadjuvantes importantes de grupos raciais “sub-representados”, mínimo de 30% dos atores em papéis secundários sendo mulheres, LGBTQ +, de grupos de diferentes etnias e/ou pessoas com deficiências cognitivas ou físicas; ou ainda ter um dos enredos centrado em um destes grupos. O segundo padrão abrange Liderança Criativa e Chefes de Departamento. Para se qualificar, o filme precisa ter, nos principais cargos da produção, ao menos dois ocupados por pessoas que sejam de etnia “sub-representada”, pertençam à comunidade LGBTQ +, sejam mulher ou tenham uma deficiência. Caso este critério não seja preenchido, o filme deverá ter pelo menos seis integrantes de sua equipe de grupos étnicos “sub-representados” ou ainda 30% da equipe com pessoas pertencentes aos grupos mencionados. O terceiro padrão diz respeito a Acesso e Oportunidades da Indústria. Para cumprir o critério, a distribuidora ou financiadora do filme deverá obrigatoriamente possuir “estagiários/aprendizes pagos” dos grupos citados anteriormente e deverá oferecer “oportunidades de treinamento e/ou trabalho para o desenvolvimento de habilidades” destes profissionais. Por fim, o quarto critério se baseia no Desenvolvimento da Audiência e consiste incluir representatividade no marketing, publicidade e distribuição do filme. Os critérios começarão a ser cobrados de forma crescente, em etapas para atingir o objetivo de maior integração da indústria em cinco anos. O presidente da Academia, David Rubin, e a CEO, Dawn Hudson, disseram em uma declaração conjunta que “a abertura deve se alargar para refletir nossa população global diversificada tanto na criação de filmes quanto nas audiências que se conectam com eles”. Ainda, de acordo com o comunicado, “a Academia está empenhada em desempenhar um papel vital para ajudar a tornar isso uma realidade.”

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    Tom Hanks volta à Austrália após covid-19 para filmar biografia de Elvis Presley

    9 de setembro de 2020 /

    Tom Hanks já voltou à Austrália para retomar as filmagens da cinebiografia de Elvis Presley, seis meses depois da produção ser interrompida devido ao ator ser diagnosticado com covid-19. Segundo o jornal britânico Daily Mail, Hanks viajou até o país de jatinho particular, e foi transportado direto do Aeroporto Coolangatta, na região de Queensland, para um resort onde ficará isolado durante as filmagens. A mulher do ator, Rita Wilson, que também teve coronavírus ao acompanhá-lo no começo dos trabalhos, desta vez não viajou com ele. No filme ainda sem título, dirigido por Baz Luhrmann (“O Grande Gatsby”), Hanks vai interpretar o coronel Tom Parker, empresário do Rei do Rock, enquanto Austin Butler (“Era uma Vez em… Hollywood”) interpretará Elvis. O elenco destaca ainda Olivia DeJonge (a Ellie da série “The Society”) no papel de Priscilla, a esposa do cantor, e Maggie Gyllenhaal (a Candy de “The Deuce”) como Gladys, a mãe de Elvis. Apesar da paralisação das filmagens durante a pandemia, a produção da Warner Bros. sofreu pouco atraso em seu cronograma de lançamento, com estreia adiada por apenas um mês, para novembro de 2021 nos EUA.

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    Créditos de Mulan criam nova polêmica com ativistas pró-democracia na Ásia

    8 de setembro de 2020 /

    A campanha de boicote a “Mulan” ganhou novo impulso na Ásia após a estreia do filme em Taiwan e na Tailândia no fim de semana passado. Ativistas pró-democracia ficaram incomodados pelo texto dos créditos da produção, exibidos após o fim do filme. Entre os agradecimentos da produção, há menções às agências governamentais da China que viabilizaram filmagens do longa na província de Xinjiang. Povoado majoritariamente pela minoria muçulmana do país (os uigures), o local teria sido palco de inúmeras violações de direitos humanos cometidas pelo governo central chinês. Uma investigação internacional realizada em 2019 e por 17 veículos de imprensa, como a BBC e os jornais Le Monde e The New York Times, teve acesso a documentos que mostram que cerca de 1 milhão de uigures foram aprisionados e torturados em campos de reeducação em Xinjiang. Os moradores afirmam ter sido submetidos a regimes de doutrinação política exaustiva, trabalho forçado e esterilização — parte de um suposto programa para suprimir as taxas de natalidade na população muçulmana. Em resposta à polêmica, o governo chinês afirmou que os campos de detenção têm o objetivo de “pacificar” a região e acelerar seu desenvolvimento econômico. A Disney agradece, ao todo, oito entidades governamentais de Xianjiang, incluindo o departamento de segurança pública, responsável pela “pacificação” dos uigures, e até o departamento de publicidade do Partido Comunista Chinês, responsável pela propaganda do regime e as justificativas cor-de-rosa para a tortura da população. Um dos mais importantes ativista pró-democracia de Hong Kong, o jovem Joshua Wong, foi ao Twitter se dizer indignado com a submissão da Disney ao governo chinês, comentando a nova polêmica de “Mulan”. “Só piora! Agora, quando você assiste ‘Mulan’, não só está fechando os olhos para a brutalidade policial e a injustiça racial defendida pelo elenco principal, também é potencialmente cúmplice do encarceramento em massa de uigures muçulmanos. #BoicoteMulan”, escreveu Wong. O filme já vinha enfrentando boicote de ativistas por conta de sua história, que enaltece a defesa da China contra rebeliões, mas principalmente por declarações da atriz Liu Yifei, que dá vida à protagonista, em apoio às forças policiais durante a repressão violenta aos protestos pró-democracia de Hong Kong. A Disney aposta alto no lançamento da produção no mercado chinês, onde os cinemas já voltaram a lotar e bater recordes de arrecadação. A estreia de “Mulan” na China está marcada para sexta-feira (11/9). Activist Joshua Wong accused Disney of “kowtowing” to China, citing Liu and another actor’s support for Hong Kong police and the movie’s credits mentioning state organisations in Xinjiang. “We urge people around the world to boycott the new Mulan movie,” he told Reuters pic.twitter.com/4FZN42ICY1 — Joshua Wong 黃之鋒 😷 (@joshuawongcf) September 8, 2020

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    Leandra Leal prepara documentário sobre hospital de campanha do Rio

    8 de setembro de 2020 /

    A atriz Leandra Leal prepara novo documentário como diretora. Ela registrou as três últimas semanas de funcionamento do hospital de campanha da Lagoa, montado para atender as vítimas da pandemia de coronavírus no Rio de Janeiro. Intitulado “Por Trás da Máscara”, o filme vai retratar médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e fisioterapeutas que trabalharam na unidade até ela ser desmontada. O documentário acompanhou intimamente a rotina desses profissionais, mostrando a humanidade e a relação deles com a vida. Segundo o jornal O Globo, o projeto já entrou em fase de montagem. A previsão é que esteja pronto até o início de 2021 para ser inscrito em festivais. O primeiro documentário de Leandra Leal, “Divinas Divas” (2016), venceu o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro em sua categoria, além de prêmios do público do Festival do Rio e do Festival SXSW nos EUA.

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    Nomadland: Filme favorito às premiações da temporada ganha primeiro teaser

    8 de setembro de 2020 /

    A Searchlight Pictures (ex-Fox Searchlight) divulgou o pôster e o primeiro teaser de “Nomadland”, drama selecionado pelos festivais de Veneza, Toronto, Telluride, Nova York e Londres, que está cotadíssimo a se destacar na temporada de premiações. A prévia mostra apenas uma panorâmica da atriz Frances McDormand, enquanto ela caminha por um grande acampamento de trailers e caminhonetes. Estrelado pela atriz vencedora de dois Oscars (por “Fargo” e “Três Anúncios para um Crime”), o filme narra o colapso econômico de uma cidade empresarial na zona rural de Nevada, que transforma vans em habitações, explorando a vida fora da sociedade convencional de um grupo de nômades modernos. O elenco também inclui David Strathairn (“The Expanse”) e vários atores amadores, que são nômades reais – alguns, inclusive, vistos no documentário “Without Bound – Perspectives on Mobile Living” (2014). Terceiro e último longa indie da diretora Chloé Zhao, vencedora do Gotham Award por “Domando o Destino” (2017), “Nomadland” encerra um ciclo na carreira da cineasta. Enteada da atriz chinesa Song Dandan (“O Clã das Adagas Voadoras”) e radicada nos EUA desde a adolescência, Zhao começa, depois deste filme, sua trajetória nos grandes estúdios de Hollywood com a superprodução da Marvel “Eternos”. O lançamento comercial está marcado para 4 de dezembro na América do Norte, mas ainda não há perspectiva para estreia no Brasil.

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    Jason Momoa apoia Ray Fisher em polêmica com a Warner

    8 de setembro de 2020 /

    Jason Momoa, que interpreta o herói Aquaman nos filmes de super-heróis da DC Comics, resolveu tomar o lado de Ray Fisher na briga entre seu colega de “Liga da Justiça” e a Warner Bros. Após uma troca de acusações entre o ator e o estúdio, Momoa postou no Stories de seu Instagram uma foto de Fisher com a hashtag “#IStandWithRayFisher”. A briga entre Fisher e a Warner se ampliou no fim de semana depois que o intérprete do Ciborgue acusou o presidente da DC Films de tentar abafar supostos problemas que aconteceram nas filmagens de “Liga de Justiça” para livrar o produtor Geoff Johns de qualquer polêmica. A Warner rebateu a acusação, revelando que Fisher se recusa a cooperar com investigações sobre os bastidores da produção e o ator contra-atacou com ameaças fortes. Apesar do tom elevado, Fisher não revelou e se recusa a revelar em público o que o diretor Joss Whedon fez nas filmagens para ele se revoltar. Na verdade, em sua última manifestação, na segunda-feira (7/9), ele demonstrou não estar mais interessado em abordar o que aconteceu em “Liga da Justiça”, por ter encontrado um alvo maior: o próprio estúdio. “Vão ter certas coisas que eu agora vou começar a dizer publicamente. Não sobre a experiência específica em ‘Liga da Justiça’, mas sobre como as coisas estão sendo lidadas até este ponto”. Vale lembrar que o ator começou a denunciar a produção de “Liga da Justiça” em julho passado, num tuíte em que definiu o comportamento do cineasta Joss Whedon no set como “nojento, abusivo, não profissional e inaceitável”. Ele ainda alegou que os produtores Geoff Johns e Jon Berg incentivavam o cineasta, que entrou na produção para fazer refilmagens depois que o diretor Zack Snyder se afastou devido a uma tragédia pessoal. Fisher nunca disse especificamente o que caracterizou o comportamento de Whedon. Isto é, o que o diretor fez para deixá-lo revoltado. Único a se manifestar com detalhes sobre o assunto, Jon Berg negou qualquer problema e acusou o ator de estar exagerando. O produtor disse que as alegações se deviam ao descontentamento de Fisher por ter de falar “Booyah” no filme, um bordão do Ciborgue que se tornou famoso nos quadrinhos – e que o personagem fala na série “Patrulha do Destino”, onde é vivido por Joivan Wade. Após as manifestações de Fisher nas redes sociais, a WarnerMedia disse à imprensa que abriu uma investigação para saber o que teria realmente acontecido nos bastidores de “Liga da Justiça”. Teriam sido feitas várias entrevistas internas, que as publicações Variety e The Hollywood Reporter apuraram não ter revelado nada desabonador contra a equipe. Mas Fisher diz que isso faz parte de um acobertamento, porque o investigador do caso foi contratado pelo estúdio. Ele avisou que pretende acionar o Sindicato dos Atores dos EUA, SAG-AFTRA.

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    Remake de Rebecca, a Mulher Inesquecível ganha trailer legendado

    8 de setembro de 2020 /

    A Netflix divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do remake de “Rebecca, a Mulher Inesquecível”, estrelado por Lily James (“Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo”) e Armie Hammer (“Me Chame pelo seu Nome”). Eles dão vida aos papéis originados por Joan Fontaine e Laurence Olivier na obra clássica de Alfred Hitchcock, que venceu o Oscar de Melhor Filme em 1941. A produção tem diante de si o desafio de superar uma espécie de maldição cinéfila. Até hoje, nenhum remake de filme dirigido por Hitchcock jamais igualou o sucesso da filmagem original. Entre eles, encontram-se “Psicose” (1998), de Gus Van Sant, “Os 39 Degraus” (2008), de James Hawes, “O Inquilino” (2009), de David Ondaatje, e até mesmo a própria “Rebecca” (2008), já refilmada por Riccardo Milani. Em sua versão mais recente, o romance da escritora Daphne du Maurier, que combina história de amor, crime e mistério gótico, foi adaptado pela roteirista Jane Goldman (“Kingsman: O Círculo Dourado”) e dirigido por Ben Wheatley (“No Topo do Poder”). A trama conhecidíssima acompanha uma jovem que se apaixona e casa inesperadamente com um aristocrata e, ao chegar à imponente propriedade de seu marido na costa inglesa, descobre que terá que disputar atenção com um fantasma – ou melhor, a sombra de sua primeira esposa falecida, Rebecca, cuja lembrança opressiva continua a assombrar a mansão. Lily James vive a jovem Sra. de Winter, papel que rendeu indicação ao Oscar para Joan Fontaine, enquanto Armie Hammer dá vida a Maxim de Winter, o víuvo alegre, mas que esconde um segredo terrível, imortalizado pelo lendário Laurence Olivier no cinema. Além do casal central, Kristin Scott Thomas (“O Destino de uma Nação”) e Sam Riley (“Malévola”) têm papéis importantes na trama, respectivamente como a governanta opressora e o primo aproveitador da falecida. A nova “Rebecca” estreia em 21 de outubro em streaming.

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    Sinta-se em Casa: Programa de Marcelo Adnet acaba na sexta

    8 de setembro de 2020 /

    O humorista Marcelo Adnet revelou que seu programa “Sinta-se em Casa”, do Globoplay, acaba na sexta-feira (11/9). O melhor humorístico da quarentena chega ao fim junto com a quarentena, após um feriadão em que poucos respeitaram o isolamento social. A informação sobre o final da produção veio à tona numa troca de tuítes entre Adnet e o também humorista Paulo Vieira. Após Vieira mencionar que o colega não teria tempo para conferir suas “tretas”, por fazer um programa diário, Adnet revelou o fim do programa. “Acaba sexta. Aí passarei a me exercitar, pegar sol e beber água. E seguir suas tretas!” Na sequência, Vieira lamentou o fim do projeto, mas disse imaginar o cansaço que é fazer um programa diário e ponderou que “é importante se recompor”. Adnet respondeu: “Porr*. São 106 capítulos sem parar”. “Sinta-se em Casa” vai acabar no auge, após seu conteúdo virar assunto oficial, com reclamações da Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República) e ofensas pessoais proferidas pelo secretário de Cultura Mário Frias, que não gostou de ser satirizado. Na segunda (7/9), Adnet usou a controvérsia como inspiração para seu humorístico. Acaba sexta. Aí passarei a me exercitar, pegar sol e beber água. E seguir suas tretas! — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 8, 2020 Pourra. São 106 capítulos sem parar — Marcelo Adnet (@MarceloAdnet) September 8, 2020

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    Filme da prisão de Caetano Veloso é “advertência” sobre futuro brasileiro

    7 de setembro de 2020 /

    Único filme brasileiro selecionado para o Festival de Veneza, o documentário “Narciso em Férias” foi exibido nesta segunda-feira (7/9) em sessão de gala, fora de competição no evento italiano. Ausentes devido à pandemia de coronavírus, os responsáveis pelo longa participaram da première de forma remota, via videoconferência. Dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil (“Uma Noite em 67”), o filme traz Caetano compartilhando suas memórias do cárcere e as canções que marcaram o período, quando foi preso com seu amigo Gilberto Gil em 1968 e posteriormente exilado do Brasil. Durante a entrevista coletiva, disponibilizada por streaming, os realizadores destacaram que o filme faz mais que relembrar fatos do passado, que muitos brasileiros não conhecem ou fingem não ter existido. Ele serve também como uma “advertência” para o futuro, diante de rumos dos tempos atuais, “para que não se repitam os erros que culminaram na atrocidade e na imbecilidade que foi a ditadura militar no Brasil”, nas palavras de Renato Terra. O diretor fez uma comparação entre o passado da ditadura e o governo brasileiro atual. “Em 1968, no Brasil, houve o AI-5, o Congresso Brasileiro foi fechado, havia censura na imprensa, pessoas eram sequestradas, tiradas de casa e torturadas, foi um período horrível da História brasileira. Hoje, a gente vive aqui numa democracia, é diferente, mas o caminho que a gente percorreu para chegar até 68 guarda algumas semelhanças com o que a gente tá vivendo nesse momento no Brasil”, apontou. Ele lembrou que a volta da ditadura é bandeira de alguns políticos nacionais. “O AI-5, por exemplo, que foi a causa direta da prisão do Caetano e do Gil… Algumas pessoas no Brasil – poucas, mas barulhentas – pedem a volta do AI-5 ou defendem a ditadura militar. E tem um absurdo muito grande nisso, uma coisa que é muito descolada da realidade”. Ricardo Calil, por sua vez, considerou que “os artistas estavam entre os primeiros alvos da ditadura militar” e, do mesmo modo, também são foco de ataques prioritários do governo atual, mas de forma distinta. “Não há mais a censura, mas há um esforço do governo em desmontar muitas áreas da Cultura, incluindo o cinema, incluindo a Cinemateca Brasileira, que é a instituição que guarda nossa memória cinematográfica, e também as instituições que patrocinam e financiam o cinema e garantem o futuro do cinema nacional” Paula Lavigne, mulher de Caetano e produtora do documentário, acrescentou que “Narciso em Férias” tem a função de relembrar como foi a ditadura, já que “muita gente não sabe que eles [Caetano e Gil] foram presos”, especialmente os mais novos, por causa da proibição de se noticiar a prisão na época e pela disseminação do negacionismo da extrema direita brasileira. Além disso, ela aponta que o verdadeiro motivo da prisão foi “uma fake news”, um boato, “e isso fica claro nos documentos: não existia uma acusação objetiva”. Essa arbitrariedade, que veio à tona em documentos recém-revelados sobre a prisão, transformam o encarceramento de Caetano e Gil “num teatro do absurdo, num pesadelo kafkiano”, na definição de Kalil. Por isso, o filme também serviria para desnudar o despreparo e o caos que caracterizou o regime militar brasileiro. “Uma das táticas da direita é o negacionismo”, ponderou Lavigne, lembrando que há pessoas de direita “dizendo até que não houve ditadura militar”. “Mas muitos artistas foram presos, alguns sofreram até mais que Caetano e Gil, foram torturados, outras pessoas mortas. Então, eu acho que o momento é muito adequado” para se falar disso. A entrevista foi disponibilizada na íntegra no canal do Festival de Veneza no YouTube. Veja abaixo, a partir de 1h13 minutos do vídeo, que reúne outras coletivas desta segunda no festival. Já “Narciso em Férias” pode ser visto, também desde esta segunda-feira, com exclusividade na plataforma Globoplay.

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