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Filme

“Homem-Aranha: Um Novo Dia” supera US$ 2 bilhões de bilheteria

Filme de Tom Holland alcança marca em apenas 19 dias e vira a maior arrecadação da história da Sony Pictures

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Filme

Terror queer brasileiro é premiado no Festival de Locarno

“A Margem do Rio” recebeu uma das principais distinções do festival suíço e prêmio de 30 mil francos

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16 de agosto de 2026
Filme, Série

Guia da Pipoca: “Lanternas” e as estreias de streaming da semana

A série de super-heróis do DC Studios chega junto do final de "Outer Banks" e de uma nova série médica brasileira

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15 de agosto de 2026
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    Um Príncipe em Nova York 2 troca cinemas pelo streaming

    15 de outubro de 2020 /

    A Paramount tirou a comédia “Um Príncipe em Nova York 2” dos cinemas. Segundo a revista Variety, o estúdio vendeu os direitos de distribuição do longa para a Amazon por US$ 125 milhões. Apesar do negócio estar bem encaminhado, o acordo ainda depende da assinatura de Eddie Murphy, que produz e protagoniza o filme. De todo modo, a estreia já está até agendada: para 18 de dezembro em streaming. A nova história vai se passar mais de 30 anos depois do filme original e encontrará o personagem de Murphy de volta aos Estados Unidos para encontrar um filho que não conhecia. A direção é de Craig Brewer (“Meu Nome é Dolemite”), com roteiro de Kenya Barris (criador da série “Black-ish”), e o elenco também traz de volta Arsenio Hall e James Earl Jones, do filme original, além de incluir Wesley Snipes (“Os Mercenários 3”), Tracy Morgan (“The Last O.G.”), Leslie Jones (“Caça-Fantasmas”) e Jermaine Fowler (“Superior Donuts”). A venda para a Amazon reflete a estratégia da Paramount para fazer caixa durante a pandemia. Com os cinemas ainda fechados em Los Angeles e Nova York, o estúdio não tem esperado a volta ao “normal” e está fazendo negócios com as plataformas de streaming. Um dos títulos anteriores da Paramount que trocou o lançamento cinematográfico pelo digital foi o esperado “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin, que originalmente deveria ter uma distribuição ampla nos cinemas neste mês, mas foi vendido para a Netflix por US$ 56 milhões. O drama baseado numa história real, que tende a ser um forte candidato ao Oscar, será lançado pela Netflix nesta sexta-feira (16/10).

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    Sérgio Mallandro testa positivo para covid-19

    15 de outubro de 2020 /

    O humorista Sérgio Mallandro testou positivo para a Covid-19 e teve que cancelar as gravações de uma campanha publicitária que realizaria na sexta-feira passada (14/10). O exame fazia parte dos protocolos de segurança da produção, e foi feito antes do início do trabalho no comercial. O resultado fez o compromisso ser cancelado. A assessoria de Mallandro confirmou o diagnóstico em comunicado, acrescentando que ele está assintomático. “Sérgio testou positivo para a Covid-19, mas está bem e em casa, sem sintomas. Quem estava com ele testou negativo”, disse a nota. O trabalho suspenso eram gravações publicitárias para o banco virtual Nubank, que precisou dispensar toda a equipe técnica por conta do diagnóstico. Na noite desta quarta (14/10), o Instagram de Mallandro republicou o comunicado, revelando que ele está no 12º dia do vírus, sem ter febre ou precisar de oxigênio. Sérgio Mallandro completou 65 anos na segunda-feira (12/10). Ver essa foto no Instagram Sérgio Mallandro testou positivo para o COVID19, mas, passa bem. Ele não está precisando de oxigênio e não está com febre. Ele está no décimo segundo dia do vírus. Todos os compromissos formados foram adiados O Mallandro está sendo assistido pelo Dr José Geraldo Uma publicação compartilhada por Sérgio Mallandro (@serginhomallandro) em 14 de Out, 2020 às 2:40 PDT

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    Buck Rogers vai virar filme e série

    14 de outubro de 2020 /

    A Legendary estaria prestes a anunciar a compra dos direitos de adaptação do herói espacial “Buck Rogers” para uma grande variedade de projetos. Segundo apurou a revista The Hollywood Reporter, o estúdio tem interesse em desenvolver filmes, séries e até desenhos animados do homem do século 20 que vai parar no futuro, e está há anos negociando com herdeiros e empresas que detém os direitos do personagem e das histórias que ele viveu em diferentes publicações, nos seriados de aventura do cinema e na famosa série de televisão de 1979. A produção dos projetos está a cargo de Don Murphy e Susan Montford, por meio de sua empresa Angry Films, cujos créditos incluem a franquia “Transformers” e “Gigantes de Aço” (2011). Herói da literatura pulp, Buck Rogers apareceu pela primeira vez na história “Armageddon 2419”, publicada nas páginas da revista de sci-fi barata “Amazing Stories” em 1928. Na trama escrita por Philip Francis Nowlan, um homem chamado Anthony Rogers fica preso em uma mina de carvão durante um desmoronamento, entra em animação suspensa e, ao estilo de Rip Van Winkle, acorda quase 500 anos no futuro, quando é alistado para lutar numa guerra entre várias gangues no que antes eram os EUA. Anthony virou Buck Rogers no ano seguinte, ao ser transformado em quadrinhos pelo próprio Nowlan, com ilustrações de Dick Calkins, e publicado em pequenas tiras diárias na imprensa americana. Os quadrinhos fizeram a popularidade do personagem explodir em todo o país. Em pouco tempo, ele começou a ser transformado em brinquedos, programas de rádio e chegou ao cinema, num seriado de aventuras de 1939 estrelado por Buster Crabbe (que também foi Flash Gordon). A primeira série televisiva do personagem foi exibida em 1950 e a última em 1979. Embora tenha quatro décadas, a atração estrelada pro Gil Gerard é lembrada até hoje por atualizar a história e transformar Rogers num astronauta que vai parar no século 25, quando a Terra é ameaçada por invasores alienígenas. A trama incluiu um assistente robô, chamado Twiki, que os produtores pretendiam explorar em vendas nas lojas de brinquedos. O criador desta versão, Glen A. Larson, também foi responsável por “Battlestar Galactica”, “Magnum” e “Supermáquina”. Ao longo de sua existência, Buck Rogers inspirou vários heróis espaciais similares, sendo o mais famoso deles Flash Gordon. Até os desenhos do “Looney Tunes” assumiram sua influência, ao batizar um personagem astronauta de Patolino de Duck Dodgers. O acordo de direitos envolve uma das últimas propriedades intelectuais da cultura pop do século 20 ainda disponíveis no mercado, permitindo o lançamento de uma franquia inédita. Reveja abaixo um trailer estendido da série de 1979.

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    Escalação de Gal Gadot como Cleópatra rende polêmica nas redes sociais

    14 de outubro de 2020 /

    Como era previsível e tinha sido antecipado pela Pipoca Moderna, a notícia de que Gal Gadot será a nova Cleópatra do cinema gerou protestos nas redes sociais. As duas situações previstas aconteceram. Em primeiro lugar, a acusação de “whitewashing”, prática cultivada por Hollywood durante décadas para representar pessoas de diferentes etnias com intérpretes brancos. Os filmes mais recentes sobre o Egito antigo, “Êxodo: Deuses e Reis” (2014) e “Deuses do Egito” (2016), enfrentaram a mesma denúncia, em campanhas cada vez mais fortes para que a prática seja encerrada, sob a ameaça de fracasso nas bilheterias. A segunda polêmica girou em torno da escalação específica de Gadot, uma atriz israelense, país que há 50 anos travou guerra contra o Egito. Opiniões mais radicais consideraram a escolha uma afronta, com usuários muçulmanos das redes sociais lembrando o serviço militar obrigatório cumprido por Gadot nas forças armadas de Israel. Em meio à polêmica, a intérprete de “Mulher-Maravilha” (2017) limitou-se a destacar no Twitter que o filme contará a “história pela primeira vez através dos olhos das mulheres, tanto atrás quanto na frente das câmeras”. O longa vai voltar a reunir Gadot com a diretora Patty Jenkins, responsável por “Mulher-Maravilha” e sua continuação, “Mulher-Maravilha 1984”, prevista para dezembro, e tem seu roteiro assinado por Laeta Kalogridis (criadora de “Altered Carbon”). Laeta Kalogridis, por sinal, foi quem se arriscou a acirrar a discussão ao lembrar que Cleópatra não era negra ou, no limite, “africana”. Ela se manifestou após o escritor sul-africano James Hall, um branco que escreveu sete livros e, segundo seu Twitter, 6 mil artigos sobre a África, lamentou o suposto racismo da escalação de Gadot. “Hollywood sempre escala atrizes americanas brancas como a Rainha do Nilo. Pelo menos uma vez, eles não conseguem encontrar uma atriz africana?”, tuitou o autor, que não pesquisou a origem da intérprete da produção, chamando-a de americana. Kalogridis retrucou os comentários com uma constatação óbvia. “Incrivelmente animada para ter a chance de contar a história de Cleópatra, minha faraó ptolemaica favorita e indiscutivelmente a mulher greco-macedônia mais famosa da história”, ela escreveu. E a postagem foi retuitada por Gadot, sem acrescentar comentários sobre o tema. De descendência grega, Kalogridis aprendeu na escola que a governante egípcia do século 1 a.C. era descendente de Ptolomeu, general macedônico do Imperador Alexandre, o Grande. Mais que isso, os homens da dinastia ptolomaica eram obcecados pela Grécia e só se casavam com mulheres gregas, o que garante uma herança genética branca para Cleópatra. De fato, uma das maiores cidades helenistas do mundo antigo, Alexandria, foi fundada no Egito por Alexandre, e abrigou a maior biblioteca, o maior farol e a maior comunidade urbana judaica de sua época. Judeus, gregos e egípcios conviveram simultaneamente no Egito antes e depois de Cleópatra, até a invasão Persa, que só aconteceu cerca de 600 anos após a morte da rainha. A propósito, assim que começaram os argumentos sobre Cleópatra ser grega, as redes sociais também reagiram, reclamando que, então, uma atriz grega devia interpretá-la. Vale lembrar que boa parte dos personagens americanos de Hollywood são interpretados por atores britânicos, inclusive Martin Luther King em “Selma”. E que Chadwick Boseman não é africano, apesar de ter interpretado um rei daquele continente em “Pantera Negra”.

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    Leonardo DiCaprio e Meryl Streep se juntam a Jennifer Lawrence em comédia da Netflix

    14 de outubro de 2020 /

    O diretor Adam McKay (“Vice”) juntou um elenco de peso para sua estreia na Netflix, com muitos oscarizados que também nunca tinham trabalhado antes numa produção da plataforma de streaming. Depois de definir Jennifer Lawrence (“Mãe!”) no papel principal da comédia “Don’t Look Up”, ele acrescentou Rob Morgan (“A Fotografia”) e Cate Blanchett (“Thor: Ragnarok”), e agora chutou as expectativas para o infinito, com o anúncio dos nomes de – ninguém menos que – Leonardo DiCaprio (“Era uma Vez em Hollywood”), Meryl Streep (“A Dama de Ferro”), Jonah Hill (“O Lobo de Wall Street”), Himesh Patel (“Yesterday”), Timothée Chalamet (“Me Chame pelo seu Nome”), Matthew Perry (“Friends”), Tomer Sisley (“Messiah”), o rapper Kid Cudi (“We Are Who We Are”) e até a cantora Ariana Grande (“Sam & Cat”). Na produção, Lawrence vai viver uma astrônoma que descobre a aproximação de um cometa que poderá destruir o planeta Terra. Mas ao sair alertando o mundo pela imprensa, ela e um colega são recebidos com desdém e descrença. DiCaprio foi confirmado como o outro cientista. Esta premissa já foi filmada várias vezes (quem não lembra “Armageddon”?) e uma versão alternativa (a lua em vez de meteoro/cometa) servirá de base para o próximo filme apocalíptico de Roland Emmerich (“2012”), batizado de “Moonfall”. A diferença é que McKay pretende contar a história como comédia. Além de dirigir o filme, ele também assina o roteiro. As filmagens estão marcadas para começar no dia 19 de novembro, mas ainda não há uma previsão para a estreia.

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    Joaquin Phoenix será Napoleão em novo épico de Ridley Scott

    14 de outubro de 2020 /

    O ator Joaquin Phoenix, vencedor do Oscar por “Coringa”, vai estrelar o próximo filme de Ridley Scott (“Perdido em Marte”), chamado de “Kitbag”, no papel de Napoleão Bonaparte. A produção marca um reencontro entre o ator e o diretor após 20 anos. Eles trabalharam juntos em outro épico, “Gladiador” (2000), que rendeu a primeira indicação ao Oscar da carreira de Phoenix. Segundo o site Deadline, “Kitbag” deve ser uma “história de origem”, traçando a ascensão de Napoleão de soldado a imperador, e retratando ainda o relacionamento volátil e intenso com sua mulher, Josefina (Josephine). O roteiro está a cargo de David Scarpa, que escreveu “Todo o Dinheiro do Mundo” para Scott. O cineasta planeja rodar “Kitbag” após finalizar “Gucci”, outro drama histórico, embora em tom criminal, inspirado no assassinato do estilista Maurizio Gucci em 1995, que será estrelado por Lady Gaga. O detalhe é que ele ainda não começou “Gucci”. O diretor de 82 anos está atualmente à frente de “The Last Duel”, épico passado no século 14, que reúne Ben Affleck, Matt Damon e Adam Driver. O longa está em pós-produção e ainda não tem previsão de estreia.

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    Era uma Vez um Sonho: Glenn Close e Amy Adams são mãe e filha em trailer dramático

    14 de outubro de 2020 /

    A Netflix divulgou cinco fotos, o pôster e o trailer legendado de “Era uma Vez um Sonho” (Hillbilly Elegy), novo filme do diretor Ron Howard (“Han Solo: Uma História Star Wars”). A prévia dramática destaca as interpretações de Glenn Close (“A Esposa”) e Amy Adams (“Objetos Cortantes”) como mãe e filha. O drama é baseado no livro “Hillbilly Elegy: A Memoir of a Family and Culture in Crisis”, do escritor JD Vance, lançado no Brasil com o título de “Hillbilly: Era Uma Vez Um Sonho” (veja abaixo). A “elegia caipira” é a história de um estudante de direito que se vê de volta em sua cidade natal, onde se confronta com a crise de várias gerações de sua família, marcada pela pobreza, alcoolismo e trauma. A história foi inspirada na vida do próprio autor. O livro foi adaptado por Vanessa Taylor, co-roteirista de “A Forma da Água” e é uma das principais apostas da Netflix para o Oscar 2021, junto com “Mank”, de David Fincher, e “Os 7 de Chicago”, de Aaron Sorkin. O elenco também inclui Gabriel Basso (“Escola de Espiões”), Haley Bennett (“O Diabo de Cada Dia”), Freida Pinto (“Mogli: Entre Dois Mundos”), Bo Hopkins (“A Espera da Felicidade”) e Owen Asztalos (“Diário de um Banana: Caindo na Estrada”). A estreia está marcada para 24 de novembro em streaming e em “cinemas selecionados”.

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    Monster Hunter: Milla Jovovich enfrenta monstros gigantes em dois trailers diferentes

    14 de outubro de 2020 /

    A Sony divulgou dois pôsteres e dois trailers completamente diferentes de “Monster Hunter”, filme baseado no jogo de mesmo nome da Capcom. A prévia nacional, disponibilizada com legendas, tem mais explicações, enquanto o trailer americano, sem legendas, traz muito mais ação e efeitos visuais. Com orçamento de US$ 60 milhões, o filme foi rodado na África do Sul e volta a reunir a atriz Milla Jovovich com o maridão, o diretor Paul W.S. Anderson, depois da parceria em “Resident Evil”, e por coincidência em nova adaptação de videogame com monstros. De acordo com a sinopse oficial, o filme acompanha a tenente Artemis (Jovovich) e seus fieis soldados, que “são transportados do nosso mundo para um novo mundo” e “têm o choque da suas vidas”, quando se veem em uma “desesperada batalha de sobrevivência contra inimigos poderosos, enormes e imparáveis”. Neste combate, “eles se unirão a um homem misterioso que descobriu um jeito de lutar contra as criaturas”. O elenco também destaca Tony Jaa (“xXx: Reativado”), T.I. Harris (“Homem-Formiga e a Vespa”), Meagan Good (“Shazam!”), Ron Perlman (“Hellboy”), Diego Boneta (“Scream Queens”), Josh Helman (“Mad Max: Estrada da Fúria”), Jannik Schümann (“Submersão”), Hirona Yamazaki (“Startup Girls”) e a brasileira Nana Costa (“Entre Irmãs”) em sua estreia em Hollywood. A estreia está marcada para 3 de dezembro no Brasil, quase um mês antes da previsão de lançamento nos EUA – em 30 de dezembro.

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    Atriz de Pessoa de Interesse será a poderosa Isis no filme do Adão Negro

    14 de outubro de 2020 /

    A atriz Sarah Shahi, conhecida por papéis nas séries “The L Word”, “Pessoa de Interesse” (Person of Interest) e a recente “City on a Hill”, entrou no filme “Black Adam”, adaptação dos quadrinhos do anti-herói Adão Negro, que será estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson. Na produção da Warner Bros., ela viverá uma ativista e professora universitária que lidera a resistência contra o governo ditatorial de Kahndaq, a terra natal do Adão Negro. Embora o estúdio não adiante outros detalhes do papel, a descrição não deixa dúvidas que sua personagem será Adrianna Tomaz, a poderosa Isis, que integrou a resistência contra Kahndaq na minissérie “Os Novos 52”. Com o primeiro nome e várias características alteradas, Tomaz também é uma das heroínas da série “Legends of Thomorrow”. “Black Adam” ainda contará com Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do herói Gavião Negro e Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo. O filme tem roteiro de Adam Sztykiel (“Rampage: Destruição Total”) e direção Jaume Collet-Serra (“A Órfã”), e deve escalar em breve novos heróis da Sociedade da Justiça. A continuidade desse trabalho de pré-produção significa que, embora tenha saído recentemente do cronograma de lançamentos da Warner, “Black Adam” continua em desenvolvimento e prestes a entrar em filmagens.

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    Rachel Brosnahan foge de assassinos em trailer de suspense

    13 de outubro de 2020 /

    A Amazon divulgou o pôster e o trailer de “I’m Your Woman”, suspense estrelado por Rachel Brosnahan, vencedora do Emmy por “A Maravilhosa Sra. Maisel” (The Marvelous Mrs. Maisel). Passado nos anos 1970, o filme gira em torno de uma jovem mãe (Brosnahan), que é forçada a se esconder com seu bebê quando seu marido criminoso se envolve em um trabalho extremamente perigoso que inesperadamente dá errado e a transforma em alvo de capangas assassinos. A única pessoa que pode ajudá-la é um homem negro que ela não conhece (Arinzé Kene, de “Flack”), enviado pra levá-la para longe caso o pior acontecesse. O elenco também inclui Marsha Stephanie Blake (“Olhos que Condenam”) e o veterano Frankie Faison (“Banshee”) como membros de uma família afro-americana que ajudam a protagonista a se esconder. O roteiro e a direção são assinados pela cineasta independente Julia Hart, que antes havia feito o thriller sobrenatural “Fast Color”, com Gugu Mbatha-Raw, em 2018, e a comédia “Miss Stevens”, com Lily Rabe e Timothee Chalamet, em 2016. A estreia está marcada para 11 de dezembro em streaming.

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    Veja o trailer de Nine Days, dirigido por brasileiro e premiado no Festival de Sundance

    13 de outubro de 2020 /

    A Sony Pictures Classics divulgou uma coleção de pôsteres e o trailer de “Nine Days”, longa de estreia do paulista Edson Oda, que tem premissa metafísica e venceu o prêmio de roteiro no Festival de Sundance deste ano. Escrito e dirigido por Oda, o filme é uma produção americana, que conta com o cineasta Spike Jonze (“Ela”) entre seus produtores e com um elenco hollywoodiano, encabeçado por Winston Duke (de “Nós” e “Pantera Negra”) e Zazie Beetz (de “Deadpool 2” e “Coringa”). A sinopse oficial explica a história assim: “Will (Winston Duke) passa seus dias em um posto remoto assistindo a vida ao vivo pela TV, até que uma pessoa morre, abrindo uma vaga para uma nova alma na Terra. Vários candidatos – almas não nascidas – chegam até ele para se submeter a entrevistas que determinam sua aptidão e precisam encarar o esquecimento quando não passam no teste. Mas Will logo encara seu próprio desafio existencial na forma de Emma (Zazie Beetz), uma candidata de espírito livre que não é como os outros, forçando-o a voltar-se para dentro e encarar seu próprio passado tumultuado. Alimentado por um poder inesperado, ele descobre um novo e ousado caminho em sua própria vida”. Os demais integrantes da produção são Bill Skarsgård (“It: A Coisa”), Benedict Wong (“Doutor Estranho”), Tony Hale (“Veep”), Arianna Ortiz (“Jane the Virgin”) e David Rysdahl (“Dead Pigs”). Com 86% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção segue sendo exibida em festivais e ainda não tem previsão de estreia comercial.

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    Netflix anuncia documentário de Emicida

    13 de outubro de 2020 /

    A Netflix anunciou nesta terça (13/10) a produção do documentário “AmarElo – É Tudo Pra Ontem”, que contará com músicas, animações, entrevistas e cenas de bastidores do show do rapper Emicida no Theatro Municipal, de São Paulo, no ano passado. Duas imagens das gravações do espetáculo foram divulgadas juntos do anúncio. Veja abaixo. O filme tem direção de Fred Ouro Preto (sobrinho de Dinho, do Capital Inicial), que assinou vários clipes de Emicida, e sua proposta é ambiciosa. Além de apresentar o show, a produção pretende estabelecer um elo entre a apresentação de Emicida e dois momentos importantes da história e da cultura brasileira nos últimos 100 anos: a Semana de Arte Moderna de 1922 e a fundação do Movimento Negro Unificado (MNU) em 1978. O que esses fatos tem em comum é o fato de terem acontecido no mesmo local. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então, subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper, no comunicado do projeto. “Quando eu cheguei aqui, tudo era impossível, qualquer coisa que falávamos era tida como problemática e improvável de se realizar. Hoje, não é mais. E é dessa forma que quero que lembrem do meu nome no futuro, como alguém que sabia que o impossível era grande, mas não maior que si. O palco do Municipal abrigou alguns dos mais importantes movimentos da arte do planeta e acho que caminhamos para ser isso”, completa Emicida. Com 90 minutos, o documentário tem lançamento confirmado para o dia 8 de dezembro. Além disso, a Netflix e a produtora Laboratório Fantasma (criada por Emicida e seu irmão Fióti), tem um segundo projeto em desenvolvimento, que será lançado em 2021.

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    Selena Gomez vai produzir filme de terror

    13 de outubro de 2020 /

    A cantora e atriz Selena Gomez vai produzir o filme de terror “Dollhouse”. Ela está desenvolvendo o projeto por meio de sua produtora, July Moon Productions, junto com Shawn Levy, produtor da série “Stranger Things”. Selena também está considerando a possibilidade de estrelar o longa, mas isso ainda não foi definido, pois no momento a prioridade é sua produtora, que foi lançada para tirar do papel a série “13 Reasons Why”, da Netflix. “Dollhouse” tem roteiro de Michael Paisley (“The Witcher”) e se passa no mundo da elite da moda de Nova York. A produção será distribuída pelo estúdio STXfilms. “O envolvimento de Selena é uma direção estimulante para este projeto. Ela é extremamente talentosa como estrela e produtora”, disse Adam Fogelson, presidente do grupo de cinema da STXfilms, em um comunicado. Além desse filme, a cantora também vai estrelar e produzir a animação da Sony “Hotel Transylvania 4”, em que ela dubla a filha de Drácula (voz de Adam Sandler), e a série de comédia “Only Murders in the Building”, ao lado dos outros dois intérpretes principais, Steve Martin e Martin Short, na plataforma Hulu.

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