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    Estreias Online: O Diabo de Cada Dia e mais uma dúzia de filmes para ver no fim de semana

    18 de setembro de 2020 /

    O principal destaque da semana é o lançamento da Netflix “O Diabo de Cada Dia”, suspense extremamente sombrio, que chama atenção pelo elenco grandioso. Além de Tom Holland (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) e Robert Pattinson (o vindouro “Batman”) em papéis de destaque, a produção reúne Sebastian Stan (“Vingadores: Ultimato”), Mia Wasikowska (“Alice no País das Maravilhas”), Bill Skarsgard (“It: A Coisa”), Jason Clarke (“Exterminador do Futuro: Gênesis”), Eliza Scanlen (“Objetos Cortantes”) e Riley Keough (“Mad Max: Estrada da Fúria”). E para completar o time de astros, o produtor é Jake Gyllenhaal (também de “Homem-Aranha: Longe de Casa”). O diretor é um capítulo a parte. Nascido e criado em Nova York, Antonio Campos nunca viveu no Brasil, mas o nome denuncia sua origem. Ele é filho do jornalista Lucas Mendes (do programa “Manhattan Connection”) e da produtora indie americana Rose Ganguzza (“Margin Call”, “Versos de um Crime”), e vem se destacando com filmes bem avaliados no circuito de festivais desde sua estreia, “Buy It Now” (2005), premiada no Festival de Cannes. Ele também dirigiu “Depois da Escola” (2008), “Simon Assassino” (2012) e “Christine” (2016), sempre gerando comentários positivos, além de ter assinado episódios da série “The Sinner”. A lista de estreias digitais ainda contempla “Três Verões”, de Sandra Kogut (“Campo Grande”), que reflete o Brasil da Lava Jato e voltou a consagrar a atriz Regina Casé em premiações nacionais e internacionais. Confira abaixo mais detalhes destes e de outros lançamentos digitais, lembrando que a curadoria não inclui títulos clássicos (se quiser uma opção, há o festival de Krzysztof Kieslowski) nem produções trash, que em outros tempos sairiam diretamente em DVD – como “Jogo Assassino”, pior filme da carreira de Henry Cavill (o Superman) e maior equívoco a ser evitado nas locações online do fim de semana. O Diabo de Cada Dia | EUA | 2020 Adaptação do livro de Donald Ray Pollock (lançado no Brasil com o título “O Mal Nosso de Cada Dia”), o suspense da Netflix materializa uma trama sombria, repleta de pecado, mortes, vingança e um elenco matador. Tom Holland (o Homem-Aranha) vive o personagem central, Arvin Russell, um garoto problemático que percebe que precisa lidar com as pessoas sinistras de sua cidadezinha para tentar salvar quem mais ama. Em sua missão, ele entra em rota de colisão com vários moradores locais, entre eles um pastor com crise de fé, vivido por Robert Pattinson (o Batman). Com 65% no Rotten Tomatoes, o filme foi considerado pesado demais por alguns críticos, mas difícil de ignorar. Disponível na Netflix Três Verões | Brasil | 2019 O filme de Sandra Kogut (“Campo Grande”) retrata o Brasil contemporâneo por meio do olhar de Madá (Regina Casé), caseira de um condomínio de luxo à beira-mar. Sob seu ponto de vista, a trama mostra o desmantelamento de uma família em função dos dramas políticos recentes que abalaram o país, passando-se ao longo de três verões consecutivos (2015, 2016 e 2017) na luxuosa casa de veraneio comprada com dinheiro ilícito. O filme pergunta o que acontece com aqueles que gravitam em torno dos ricos e poderosos quando a vida destes desmorona, ao mesmo tempo em que registra as mudanças dos últimos anos no Brasil, ilustrada por meio da prisão do patrão (Otávio Müller, de “Segunda Chamada”) por corrupção. Consagrado no exterior, o longa fez sua estreia mundial no Festival de Toronto, no Canadá, foi premiado no Festival de Havana, em Cuba, e rendeu troféus de Melhor Atriz para Regina Casé nos festivais do Rio e de Antalya, na Turquia. Disponível na Google Play, Looke, Now, Vivo Play e YouTube Filmes Volume Morto | Brasil | 2020 Escrito e dirigido por Kauê Telloli (diretor de “Eu Nunca”, mas mais conhecido como ator de “O Negócio”), “Volume Morto” é um suspense de encenação teatral que acabou rendendo polêmica no último Festival de Brasília. A trama se passa numa escola e aborda a história de um menino que não fala nas aulas e, por isso, é apelidado de Volume Morto. Quando seus pais são convocados a conversar com a professora da criança, algumas histórias vêm à tona. A pouca variedade de ambientes e a ausência do personagem central (o menino) contribuem para o tom teatral, que também reflete a falta de recursos – o longa foi rodado em apenas 9 dias – , mas o resultado é bastante profissional. Sua polêmica se deve a um suposto menosprezo do abuso infantil e da violência contra mulheres insinuado em sua trama. O destaque fica por conta do elenco, com Fernanda Vasconcellos (“3%”), Júlia Rabello (“Ninguém Tá Olhando”) e Daniel Infantini (“Toda Forma de Amor”). Disponível na Apple TV/iTunes, Looke e Vivo Play Beleza Eterna | Reino Unido | 2020 Escrita e dirigida pelo ator galês Craig Roberts (“Red Oaks”), a comédia britânica conta, com humor negro, uma história de amor incomum entre uma mulher esquizofrênica (interpretada por Sally Hawkins, indicada ao Oscar por “A Forma da Água”) e um músico fracassado (David Thewlis, de “Mulher-Maravilha”). A estreia nacional acontece duas semanas antes do lançamento nos EUA e no Reino Unido. Disponível na Apple TV/iTunes, Looke, Now e YouTube Filmes A Espiã | Noruega | 2019 Ingrid Bolsø Berdal (de “Westworld”) vive Sonja Wigert, uma diva e estrela do cinema sueco que, durante a 2ª Guerra Mundial, vira agente dupla, espionando tanto para os suecos quanto para os nazistas. A história é real e suas muitas reviravoltas são filmadas com apuro fotográfico, figurino requintado e recriação de época impecável pelo diretor Jens Jonsson (da série “O Jovem Wallander”). Disponível na Apple TV/iTunes, Looke, NOW e Vivo Play Get Duked! | Reino Unido | 2019 A estreia do diretor de clipes Ninian Doff é uma comédia de humor negro em que quatro adolescentes ineptos são perseguidos por psicopatas armados e mascarados nas Highlands escocesas. Com uma trilha repleta de hip-hop, o filme foi premiado pelo público no Festival SXSW do ano passado e tem 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. Disponível na Amazon Prime Video Filhos da Tempestade | África do Sul | 2019 Filme mais premiado da África do Sul no ano passado, acompanha dois pequenos órfãos que se veem sozinhos a caminho dos campos de ouro virgem no século 19, durante uma tempestade brutal. Apesar de estrelado por um casal de crianças, não se trata de um filme infantil e leve, mas uma jornada de sobrevivência e de sacrifício, especialmente da menina mais velha, que pode causar aflições. A trama é baseada no best-seller “The Story of Racheltjie De Beer”, de Brett Michael Innes, que co-escreveu a adaptação com o diretor Matthys Boshoff. Disponível na Apple TV/iTunes e Cinema Virtual Vidas Duplas | França | 2018 A comédia de Olivier Assayas (premiado em Cannes por “Personal Shopper”) reúne um grande elenco, encabeçado por Guillaume Canet (“Rock’n Roll: Por Trás da Fama”) e Juliette Binoche (“Acima das Nuvens”), em debates acalorados sobre vários temas, mas principalmente o mercado editorial, em que trabalham os personagens. Após questionar a comercialização do cinema no premiado “Acima das Nuvens”, o diretor se debruça sobre o futuro dos livros na era da internet. E neste debate, há espaço tanto para Adorno quanto para Taylor Swift, além de muito sexo – todos os personagens têm amantes. Disponível na Apple TV/iTunes, Looke, Now e YouTube Filmes A Livraria | Espanha, Reino Unido | 2017 Apesar de dirigido pela cineasta catalã Isabel Coixet (“A Vida Secreta das Palavras”) e premiado com o Goya (o Oscar espanhol) de Melhor Filme, Direção e Roteiro de 2017, este drama não poderia ser mais inglês. Adaptação do romance de Penelope Fitzgerald, a trama se passa numa pequena cidade litorânea inglesa em 1959, onde vigoram a ignorância, a inveja e a falsa moral. Que é o que a personagem Florence Green (Emily Mortimer) vai sentir na pele, quando resolve encarar o seu grande sonho de montar uma livraria numa casa muito antiga da família, que lhe restou como herança. Com espírito empreendedor, misturado a uma tenacidade e a uma alma sonhadora, ela tem sucesso contra tudo e todas as previsões, o que atrai hostilidade e a sordidez dos que se dizem pessoas de bem. Por sorte, ela também encontra amantes da boa literatura, para quem vira uma espécie de fada madrinha. O tom de fábula é reforçado por sua luta contra a bruxa local: a sra. Gamart (Patricia Clarkson), que personifica a mediocridade da visão de mundo conservadora. Disponível na Apple TV/iTunes, Now, Vivo Play e YouTube Filmes Amuleto | Reino Unido | 2020 Um ex-soldado sem-teto é hospedado por uma freira em uma casa decadente, habitada por uma jovem e sua mãe moribunda. Enquanto se envolve com a jovem, ele não pode ignorar sua suspeita de que algo de estranho ronda a casa. E que a mãe trancada no quarto é mais perigosa do que lhe contaram. O terror britânico marca a estreia da atriz Romola Garai (“Desejo e Reparação”) na direção e traz em seu elenco a veterana Imelda Staunton (“Harry Potter e a Ordem da Fênix”) e a jovem alemã Carla Juri (“Blade Runner 2049”). Disponível na Apple TV/iTunes, Looke e Google Play Céu em Chamas | China | 2020 Filme de catástrofe chinês dirigido pelo inglês Simon West (“Os Mercenários 2”), “Céu em Chamas” acompanha a erupção de um vulcão numa ilha paradisíaca repleta de turistas. O elenco reúne Jason Isaacs (“Star Trek: Discovery”) e um elenco chinês encabeçado por Wang Xueqi (“Homem de Ferro 3”) e Hannah Quinlivan (“Arranha-Céu: Coragem Sem Limite”). Disponível na Apple TV/iTunes, Looke e Vivo Play Blitz | Brasil | 2020 A violência policial é retratada de forma artística – isto é, com abstrações, muita conversa e closes na natureza – no primeiro longa dirigido pelo curtametragista e sonoplasta Rene Brasil. Na trama, um PM é acusado de ter matado um menino durante uma ação policial. Disponível na Looke e Vivo Play O Fio da Meada | Brasil | 2020 O documentário do premiado cineasta Silvio Tendler (“Jango”, “Os Anos JK”) discute as conexões entre a crise ecológica contemporânea, o modelo econômico, as desigualdades sociais e as diversas formas de injustiça ambiental geradas pela exploração das pessoas e do meio ambiente. Disponível na Looke e Vivo Play

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    Batman volta a ser filmado após fim da quarentena de Robert Pattinson

    17 de setembro de 2020 /

    As filmagens de “Batman” foram retomadas nesta quinta (17/9) em Londres, após o astro Robert Pattinson cumprir duas semanas de quarentena ao ser testado positivo para coronavírus. “Após um hiato para as precauções de quarentena de covid-19, as filmagens de ‘Batman’ no Reino Unido foram retomadas”, disse um porta-voz da Warner Bros. em comunicado. Durante a pausa, a CEO da Warner Bros Ann Sarnoff comentou o susto da produção, sem mencionar o nome de Pattinson, dizendo que o estúdio seguiu um protocolo que estava estabelecido desde antes das filmagens. “Se alguém der positivo, você faz o rastreamento de contato, faz uma pausa, avalia e volta quando pode. Acho que seria ingênuo pensar que não teríamos certos casos em certas produções. O mais importante é estar pronto para quando isso acontecer. E estávamos muito prontos”, ela observou. A paralisação aconteceu em 3 de setembro, apenas três dias após a retomada das filmagens. Antes disso, o filme dirigido por Matt Reeves já tinha ficado cinco meses com os trabalhos suspensos por conta da pandemia. Reeves afirmou que havia filmado apenas 25% do longa antes da primeira paralisação. Apesar desses problemas, o longa, que marcará a estreia de Robert Pattinson como o super-herói dos quadrinhos, segue com sua estreia programada para outubro de 2021.

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    Keanu Reeves revela que Matrix 4 não é um prólogo

    17 de setembro de 2020 /

    Keanu Reeves fez algumas revelações importantes sobre “Matrix 4” durante uma entrevista virtual para o programa “The One Show”, da BBC. Em participação remota com Alex Winter para divulgar o lançamento de “Bill & Ted: Encare a Música” no Reino Unido, ele não se esquivou das perguntas sobre seu próximo filme. Questionado sobre como “Matrix 4” lidaria com fato de que seu personagem terminou num “posição difícil” no último longa da franquia – isto é, Neo morreu – , Keanu garantiu que a continuação tem uma boa explicação para seu retorno. “Tudo será revelado”. E fez questão de frisar que a trama não é um prólogo. Isto é, o filme não se passa antes dos eventos do primeiro “Matrix”. “Não ficamos olhando para trás”, provocou. Ele ainda descreveu o roteiro de Lana Wachowski como “uma linda história de amor”, que é “uma nova versão do meu chamado a despertar”. Além de Keanu, Carrie-Anne Moss também vai retornar ao papel de Trinity. Atualmente sendo filmado em Berlim, na Alemanha, com direção de Lana Wachowski, “Matrix 4” ainda contará com Yahya-Abdul Mateen (“Watchmen”), Neil Patrick Harris (“How I Met Your Mother”), Jessica Henwick (“Punho de Ferro”), Jonathan Groff (“Mindhunter”) e quatro atores de “Sense8” (série também criada por Lana Wachowski): Brian J. Smith (Will Gorski na série da Netflix), Eréndira Ibarra (Daniela), Max Riemelt (Wolfgang) e Toby Onwumere (Capheus). Nenhum deles teve os papéis revelados. Apesar das filmagens estarem em andamento, o longa, que estrearia em maio de 2021, teve seu lançamento adiado para 2022 devido à pandemia de coronavírus.

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    Veja documentário que revela “a história nunca contada” de Paris Hilton

    16 de setembro de 2020 /

    Paris Hilton liberou em seu canal no YouTube a íntegra do documentário sobre sua vida, “This is Paris”. Dirigido por Alexandra Dean (“Bombshell: The Hedy Lamarr Story”), o filme se apresenta como “a história nunca contada” da pobre herdeira milionária da rede de hotéis Hilton. Na produção original do YouTube, a socialite diz que nunca foi honesta sobre sua vida e lamenta estar “presa” à personagem que criou há vários anos, quando se tornou estrela de reality show e famosa apenas por ser famosa. Ela jura que nunca foi a “loira burra” que apareceu na TV, apenas interpretou aquela pessoa, mas hoje se arrepende. “Estou tão habituada a interpretar uma personagem que é difícil ser eu mesma”, desabafa a neta de Barron Hilton. Entretanto, o filme não ignora os momentos da opulência podre de rica que sempre caracterizaram as aparições de Paris na mídia. Ela continua fazendo viagens ao redor do mundo em aviões particulares e tem tantas roupas quanto as mais odiadas esposas de ditadores depostos por revoluções. Por sinal, garante que nunca foi fotografada “usando a mesma roupa duas vezes”. Mas Paris, que é uma das produtoras da obra, também revela sua dose de traumas, sendo matriculada desde adolescente em internatos para filhos problemáticos de milionários. O último que ela frequentou foi a Provo Canyon School, um centro de tratamento psiquiátrico que se diz escola e oferece moradia aos pacientes, no Utah, onde ela passou 11 meses. “As pessoas simplesmente presumiam que fosse um colégio interno comum, porque era dessa maneira que ele era retratado para os pais e as pessoas que colocavam crianças naqueles lugares”, disse Hilton sobre seus pais, Kathy e Rick Hilton. Ela jura que, antes do filme, jamais contou sobre as coisas que lhe aconteceram em sua estadia naquele lugar, nem mesmo para os pais. Tudo começou na primeira noite em Provo, quando foi tirada de sua cama como se estivesse sendo sequestrada. Isto foi parte dos muitos abusos emocionais, verbais e físicos por parte de professores e administradores que sofreu no local, acompanhados por pílulas misteriosas para usar regularmente. Quando se recusava a seguir as regras, era colocada em confinamento solitário por até 20 horas, sem roupas. “Era como viver no inferno”. Veja a íntegra do filme abaixo.

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    Amazon revela trailers de quatro filmes de terror da produtora Blumhouse

    16 de setembro de 2020 /

    A Amazon divulgou pôsteres e trailers individuais dos quatro filmes do projeto “Welcome to the Blumhouse”, produzidos pela Blumhouse Productions, a famosa produtora de terror que lançou “Atividade Paranormal”, “Fragmentado”, “Corra” e “O Homem Invisível”, entre muitos outros longas assustadores. Intitulados “The Lie”, “Black Box”, “Nocturne” e “Evil Eye”, três deles são assinados por cineastas iniciantes, dentro de uma proposta de dar espaço para novos talentos. Estreia do curtametragista Zu Quirke (“Ghosting”) em longas, “Nocturne” se passa numa academia de artes, onde uma estudante de música tímida começa a ofuscar sua irmã gêmea mais talentosa e extrovertida após descobrir um caderno misterioso, pertencente a um colega de classe recém-falecido. O elenco é encabeçado pelas jovens Sydney Sweeney (“Euphoria”) e Madison Iseman (“Jumanji: Próxima Fase”). Em “Black Box”, Mamoudou Athie (“Ameaça Profunda”) é um pai viúvo que, após perder a esposa e a memória em um acidente de carro, passa por um agonizante tratamento experimental que o leva a questionar quem ele realmente é. Roteiro e direção são de Emmanuel Osei-Kuffour Jr. (do curta “Born with It”), que assina seu primeiro longa. Primeiro filme dirigido por Elan Dassani e Rajeev Dassani, profissionais de efeitos visuais de séries como “Scandal” e “How to Get Away with Murder”, “Evil Eye” mostra um romance aparentemente perfeito, que se transforma em pesadelo quando uma mãe (Sarita Choudhury, de “Homeland”) se convence de que o novo namorado de sua filha tem uma ligação sombria com seu próprio passado. A lista se completa com “The Lie”, escrito e dirigido pela única cineasta experiente do grupo, Veena Sud (criadora de “The Killing” e diretora de “The Salton Sea”). Estrelado por Mireille Enos (também de “The Killing”), Peter Sarsgaard (“Aliança do Crime”) e Joey King (“The Act”), a trama gira em torno de dois pais desesperados que tentam encobrir um crime, após sua filha adolescente confessar ter matado impulsivamente sua melhor amiga. “The Lie” e “Black Box” chegam ao streaming em 6 de outubro, enquanto “Nocturne” e “Evil Eye” serão lançados em 13 de outubro. O projeto “Welcome to the Blumhouse” deve trazer mais quatro filmes em 2021.

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    Mostra online reúne 10 clássicos remasterizados de Kieslowski

    16 de setembro de 2020 /

    O grande mestre do cinema polonês Krzysztof Kieslowski está ganhando uma mostra online, com a disponibilização simultânea de 10 clássicos de sua filmografia, todos remasterizados e distribuídos pela Imovision a partir desta quarta (16/9) nas maiores plataformas de VOD do país – iTunes/Apple TV, Claro Now, Google Play, Vivo Play e YouTube Filmes. As obras que fazem parte da mostra a famosa “Trilogia das Cores”, formada por “A Liberdade é Azul” (1993), “A Igualdade é Branca” (1994) e “A Fraternidade é Vermelha” (1994). A lista ainda inclui os primeiros longas do diretor, “A Cicatriz” (1976), “Amador” (1979), “Sem Fim” (1985) e “Sorte Cega” (1987), além dos longas que inspiraram o “Decálogo”, os célebres “Não Matarás” (1985) e “Não Amarás” (1988), completando-se com o dostoievskiano “A Dupla Vida de Veronique” (1991). Considerado um cineastas mais irreverentes e influentes das décadas de 1980 e 1990, Kieslowski firmou sua carreira entre o cinema polonês e francês, conquistando o respeito da crítica, dos cinéfilos e de seus pares. Anos após sua morte em 1996, seus filmes premiados em Cannes, Berlim e Veneza continuam impressionando pela forma como lidam com dramas existenciais e políticos, sem fazer escolhas fáceis ou conduzir a dicotomias de bem contra o mal. Veja abaixo o trailer da mostra.

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    Jared Leto diz ter começado malhação para estrelar Tron 3

    16 de setembro de 2020 /

    O ator Jared Leto revelou em seu Instagram que a produção de “Tron 3” será o próximo filme de sua agenda. Após indicar que o título do filme pode ser “Tron: Ares”, ele compartilhou uma foto em que aparece com músculos definidos para o filme da Disney. “Começando a malhação para ‘Tron’… vão se juntar a mim?”, escreveu o ator na legenda da foto. O ator está ligado ao projeto desde 2017 e seu papel deve se chamar Ares, um personagem inédito na franquia, mas que figurava com destaque num roteiro antigo e não filmado do terceiro longa. Para se ter ideia, esta continuação chegou a entrar no cronograma de produções da Disney para 2015, mas o fracasso de “Tomorrowland – Um Lugar Onde Nada É Impossível” (2015) mudou os planos do estúdio. Assim como “Tron: O Legado” (2010), a continuação seria dirigida por Joseph Kosinski e estrelada por Garrett Hedlund e Olivia Wilde. Em 2011, o diretor afirmou que pretendia continuar a história de “O Legado” acompanhando Quorra (Olivia Wilde) no mundo real. Mas agora, sem Kosinski, a Disney pode optar por um reboot. No mês passado, o estúdio contratou Garth Davis, diretor de “Lion: Uma Jornada Para Casa”, para realizar o fecho da trilogia, iniciada em 1982 com o clássico “Tron: Uma Odisseia Eletrônica”. A produção deve chegar aos cinemas em 2022, a tempo de celebrar os 40 anos do filme original. Além de estrelar, Leto será um dos produtores da continuação junto com Justin Springer, produtor de “Tron: O Legado” e de “Oblivion”, dois filmes dirigidos por Kosinski. E o fato de Springer estar a bordo pode ser um bom sinal para quem torce por uma continuação direta da história. Para quem não lembra, o filme original acompanhava Kevin Flynn, um programador que adentra um mundo cibernético para provar a fraude de um colega de trabalho. O elenco contava com Jeff Bridges e Bruxe Boxleitner, que depois voltaram para a continuação. “Tron: O Legado”, por sua vez, era centrado no filho de Flynn, que viajava ao mesmo mundo virtual para resgatar o pai preso lá há desde os anos 1980. A missão não é bem-sucedida, mas ele escapa ao final na companhia de um avatar digital, Quorra. Ver essa foto no Instagram Starting the Tron workout 🏋🏻…join me? Uma publicação compartilhada por JARED LETO (@jaredleto) em 15 de Set, 2020 às 11:32 PDT

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    Cineastas e imprensa francesa criticam ataque estrangeiro contra Lindinhas

    15 de setembro de 2020 /

    Os cineastas e parte da imprensa da França resolveram se pronunciar após políticos conservadores dos EUA e também do Brasil ameaçarem o filme “Lindinhas” (Mignonnes) com investigações criminais e censura, além de endossarem campanhas de boicote à Netflix. Por meio da ARP, sociedade que representa autores, diretores e produtores na França, a indústria cinematográfica francesa condenou o que chama de “sério atentado à liberdade de criação”. Em comunicado divulgado nesta terça (15/9), a ARP afirma: “Este filme produzido na França, e posteriormente comprado pela Netflix… é emblemático da indispensável liberdade de expressão que o cinema, em toda a sua diversidade, necessita para abordar questões incômodas e, portanto, necessárias para o exercício da democracia”. “Em uma altura em que os americanos mais conservadores apelam ao boicote contra o filme ‘Lindinhas’, queremos dar o nosso apoio a Maïmouna Doucouré, a sua realizadora, que ganhou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cinema de Sundance”, acrescenta a sociedade. Já o jornal Libération publicou um editorial em que afirma que o filme está sendo “instrumentalizado pela direita conservadora”. Para a publicação, as acusações de pedofilia disparadas contra o filme são surpreendentes para quem realmente viu o filme, o que não parece ser o caso dos que fazem campanhas contra ele, “seduzidos pelos temas do movimento QAnon”. O único problema, levanta o texto, partiu do setor de marketing da Netflix, ao escolher um cartaz de divulgação apelativo, bem diferente da imagem apresentada no lançamento do filme na França, onde não houve polêmica. A revista L’Express demonstrou sua perplexidade ao ponderar: “Premiado na Berlinale, mas também no festival de cinema independente Sundance, dos Estados Unidos, muitos críticos do mundo do cinema parecem ter entendido a mensagem do filme. Até a intervenção da extrema direita americana…” “Feminismo, Black Lives Matter, a questão do consentimento… ‘Mignonnes’ está muito em sintonia com os tempos!”, chegou a escrever a revista Paris Match, ao publicar uma entrevista com a diretora, antes da polêmica nos EUA. Por sua vez, a revista de cinema Première brincou: “‘Lindinhas’ foi convidado para a eleição americana”. A conclusão da revista State: “Dominado por uma polêmica completamente estéril, o filme de Maïmouna Doucouré é uma maravilha, que observa com delicadeza as tensões da adolescência feminina”. A Netflix assumiu sua culpa por ter criado o problema, pedindo desculpas pelo equívoco que deu origem à polêmica: um pôster que apresentava as meninas em trajes colantes, tentando fazer poses sensuais. A imagem, por sinal, é exatamente aquilo que o filme critica. No momento em que ela aparece no contexto do filme, as meninas são vaiadas por mães que se horrorizam com a performance sexualizada delas num concurso de danças. Isto serve de despertar para a protagonista, uma pré-adolescente que até então confundia sexualização com rebelião diante da cultura de submissão feminina de sua família religiosa. Segundo a cineasta Maïmouna Doucouré, a história é baseada um pouco em sua própria infância, como uma mulher negra de família senegalesa que cresceu na França, mas também na constatação de que crianças estão dançando “como costumamos ver em videoclipes” e imitando o comportamento adulto. Um dos vídeos mais vistos atualmente na internet é “WAP”, de Cardi B e Megan Thee Stallion, com coreografias similares às reproduzidas pelas meninas no filme. “Nossas meninas notam que, quanto mais uma mulher é excessivamente sexualizada nas redes sociais, mais ela tem sucesso. As crianças apenas imitam o que veem, tentando alcançar o mesmo resultado sem entender o significado”, disse Doucouré em um vídeo disponibilizado pela Netlix. “É perigoso”, ela acrescentou, dizendo que o filme era sua tentativa de chamar atenção para o problema.

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    Books of Blood: Terror baseado na obra de Clive Barker ganha primeiro teaser

    15 de setembro de 2020 /

    A plataforma Hulu divulgou o pôster e o primeiro teaser do terror “Books of Blood”, um filme com formato de antologia que adapta a famosa coleção de contos de Clive Barker (o criador de “Hellraiser”), lançada no Brasil como “Livros de Sangue”. Para quem não conhece, os “Livros de Sangue” são uma coleção contendo seis volumes de contos, escritos nos anos 1980, quando Barker era chamado de “Stephen King britânico”. São tantas histórias que, antes de virar filme, o material chegou a ter cogitado para uma série. Escrito e dirigido por Brannon Braga (criador da série “Salem”), o longa adapta três histórias do escritor, “emaranhadas no tempo e no espaço”, segundo a sinopse. O elenco inclui Andy McQueen (“Fahrenheit 451”), Freda Foh Shen (“Ad Astra”), Nicholas Campbell (“Haven”), Anna Friel (“Marcella”), Britt Robertson (“Under the Dome”), Rafi Gavron (“Nasce uma Estrela”) e Yul Vazquez (“Midnight, Texas”). A estreia está marcada para 7 de outubro nos EUA.

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    Jorge Furtado desenvolve série sobre o mundo das disputas de games para a Globoplay

    15 de setembro de 2020 /

    O cineasta Jorge Furtado, criador da série “Amor e Sorte”, atual sucesso da rede Globo, já está trabalhando na supervisão de um novo projeto do gênero, agora para o Globoplay. A colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, revelou que Furtado vai produzir uma nova série dramática, desta vez ambientada no universo dos eSports (disputa profissional de games), que está sendo escrita por Tiago Rezende (“Necrópolis”). Não há maiores informações, além do fato de ser uma parceria com a produtora Casa de Cinema de Porto Alegre.

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    Cinemas do Rio não querem abrir sem pipoca

    15 de setembro de 2020 /

    As redes de cinema do Rio pretendem se reunir com a prefeitura da cidade no início da noite desta segunda-feira (15/9) com a intenção de convencer a gestão de Marcello Crivella a liberar a pipoca e o refrigerante junto do ingresso para os filmes. De acordo com Patrícia Cotta, executiva de marketing da rede Kinoplex, as bombonières chegam a representar 50% das receitas de um cinema. “Sem bombonières, não vamos reabrir”, disse a executiva da Kinoplex ao jornal O Globo. Para os representantes das redes que protestam, sem a venda de guloseimas, o negócio se torna economicamente inviável. Por conta disso, o Sindicato das Empresas Exibidoras do Estado do Rio publicou uma nota confirmando que as salas não reabrirão nesta semana devido à restrição ao comércio de alimentos. A polêmica é reveladora, por demonstrar que os filmes não são mais o principal negócio dos donos do cinema – ao contrário do streaming – e por revelar que a exigência de uso de máscaras de proteção durante as sessões não será levada a sério. Afinal, como se pode lutar por venda de pipoca e Coca-Cola e defender que as pessoas fiquem de máscara para consumi-los? A polêmica se resume numa questão simples. Se há exigência do uso de máscaras, da entrada aos assentos dos cinemas, não deveria haver sequer debate sobre consumo de alimentos ou bebidas dentro das salas. Mas não é o que diz Gilberto Leal, presidente do Sindicato dos Exibidores do Rio, que prefere comparar os cinemas às “praças de alimentação dos shoppings” e “bares e restaurantes”, que “estão recebendo frequentadores normalmente…”. Nesta defesa da pipoca, Leal não menciona nenhuma vez o uso obrigatório de máscara nos cinemas. Em vez de comemorar a reabertura após seis meses de paralisação do setor, graças ao avanço da conscientização sobre atitudes de higiene e prevenção contra a pandemia de coronavírus, as empresas exibidoras assumem preferir ficar mais tempo fechadas, porque teria faltado liberar a pipoca. Mas vale lembrar que a pandemia não acabou. Só no estado do Rio de Janeiro, 177 pessoas morreram de covid-19 nas últimas 24 horas. O número de mortes em 24 horas é o maior desde o dia 19 de agosto. Fica a dúvida, portanto, se as pessoas que se arriscarem em ir aos cinemas poderão se sentir seguras ao se fechar num espaço limitado com dezenas de desconhecidos sem máscaras para que os exibidores possam vender mais Coca, Pepsi ou Guaraná tamanho família.

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    Madonna anuncia que vai dirigir filme sobre sua vida

    15 de setembro de 2020 /

    Depois de confirmar que estava ajudando a roteirista Diablo Cody (vencedora do Oscar por “Juno”) a escrever um filme sobre sua vida, Madonna anunciou que ela própria vai dirigir a produção. A estrela da música pop se associou à poderosa produtora Amy Pascal, ex-presidente da Sony Pictures e responsável pelos novos filmes do Homem-Aranha, e fechou investimento e distribuição com o estúdio Universal para realizar o longa. O filme literalmente autobiográfico tem título provisório de “Live to Tell”, que quer dizer “viver para contar” e é também nome de uma música de Madonna, mas ainda não possui previsão de estreia. “Quero transmitir a incrível jornada a que a vida me levou como artista, música, dançarina – um ser humano tentando abrir seu caminho neste mundo”, disse Madonna, em comunicado oficial sobre o projeto. “O foco desse filme sempre será a música. A música me manteve seguindo em frente e a arte me manteve viva. Existem tantas histórias inspiradoras e não contadas e quem melhor para contá-las do que eu? É essencial compartilhar a montanha-russa da minha vida com minha voz e visão. ” Madonna e Diablo Cody têm divulgado o progresso do roteiro há um mês, em diversos vídeos no Instagram. Num vídeo postado na quinta (10/9), elas celebraram ter ultrapassado as 100 primeiras páginas. “E tenho tanto mais para contar…”, disse Madonna na ocasião. O filme vai abordar a chegada da cantora na Manhattan dos anos 1980, quando conviveu com artistas como Andy Warhol, Keith Haring, Jean-Michel Basquiat e Martin Burgoyne, e se tornou uma figura conhecida na cena dançante da época. “Honestamente, [aquela fase foi] um dos melhores momentos da minha vida, e um dos piores também. Espero poder retratar ou expressar como foi emocionante para mim em todos os sentidos”, ela afirmou anteriormente sobre o projeto. A cantora também adiantou que a obra não será um musical, ainda que tenha muita música envolvida. E prometeu “uma cena incrível da composição da canção ‘Like a Prayer’”, a história de sua experiência “devastadora” com a Pepsi e os bastidores da canção “Vogue”. Ela ainda garantiu que retratará alguns episódios conturbados da carreira, citando brigas nos bastidores de “Evita” (1996) com Andrew Lloyd Webber, autor do musical que inspirou o longa. Com uma carreira que se estende por quase quatro décadas e vai muito além da música, o que não vai faltar é assunto. A relevância contínua de Madonna deve-se ao seu destemor em se reinventar, algo que ela fez com sua música nos anos 1990 e quando decidiu se tornar diretora de cinema. O filme sobre ela mesma será seu terceiro longa, após “Sujos e Sábios” (2008) e “W.E.: O Romance do Século” (2011). A próxima etapa da produção deve ser a mais curiosa. Ver quem Madonna escolherá para interpretá-la.

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  • Filme,  Música

    Al Kasha (1937 – 2020)

    15 de setembro de 2020 /

    O compositor Al Kasha, que venceu duas estatuetas do Oscar por canções dos filmes “O Destino de Poseidon” (1971) e “Inferno na Torre” (1974), morreu na segunda (14/9) em Los Angeles (EUA), aos 83 anos. A causa da morte não foi confirmada. Nascido no Brooklyn, em Nova York ele morava na casa em que sua mãe e seu pai tinham uma pequena barbearia e um salão de beleza, que ficava em frente aos estúdios Warner Brothers-Vitagraph, onde ele e seu irmão atuaram como figurantes de vários trailers de filmes da época. Sua carreira deslanchou quando um executivo estúdio o ouviu cantar. Aos 16 anos, ele começou a escrever canções e rapidamente suas composições começaram a ser gravadas por artistas como Jackie Wilson, Elvis Presley e Bobby Darin. Aos 22, tornou-se produtor musical. E por volta dos 30, virou chefe de talentos da CBS Records. Apesar da carreira frutífera em Nova York, ele se mudou para Hollywood nos anos 1960 para trabalhar com cinema. Sua primeira música a entrar numa trilha sonora foi “Lonely Life”, no filme “Na Onda do Twist” (1961). E em 1966 emplacou sua primeira trilha sonora, como compositor da comédia de espionagem “The Fat Spy”, estrelada por Phyllis Diller. Seus trabalhos mais famosos foram as músicas “The Morning After” (de “Poseison”) e “We May Never Love Like This Again” (de “Inferno”), ambas gravadas por Maureen McGovern. A consagração das duas baladas de filmes de catástrofe com o Oscar de Melhor Canção tiveram impacto no gênero, influenciando até hoje as produções de desastres a incluir hits românticos – como “I Don’t Wanna Miss a Thing”, do Aerosmith, em “Armageddon”. Kasha também foi indicado ao Oscar por seu trabalho em “Meu Amigo o Dragão” (1977), clássico infantil da Disney, concorrendo em duas categorias: Melhor Trilha Sonora e Melhor Canção Original por “Candle on the Water”, mas desta vez não venceu. Entre as mais de 30 trilhas de sua carreira, destacam-se ainda as animações “Todos os Cães Merecem o Céu” (1989) e “Rudolph, a Rena do Nariz Vermelho” (1998). Nos últimos anos, ele vinha dedicando-se mais a trabalhos televisivos e teatrais. Junto com seu parceiro e amigo Joel Hirschhorn, que morreu em 2005, compartilhou duas indicações ao Tony, o Oscar do teatro, pelos musicais “Sete Noivas para Sete Irmãos” e “Copperfield”. Além disso, passou a dar mais importância a outro aspecto de sua carreira. Cristão fervoroso, Kasha foi ordenado pastor em 1984. Desde então, criou grupos de estudos bíblicos em Hollywood, começou a dar palestras religiosas e, em 2003, fundou a sua própria igreja, a Oasis Christian Fellowship.

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