Filme sobre Billie Holiday sai do cinema para estrear em streaming
A cinebiografia de Billie Holiday, filmada por Lee Daniels, não vai mais marcar a volta do criador de “Empire” ao cinema, oito anos após seu último filme, “O Mordomo da Casa Branca” (2013). O longa “The United States Vs. Billie Holiday” foi negociado pela Paramount com a plataforma Hulu. O filme se concentra no período em que a lendária artista de blues e jazz foi alvo de uma operação secreta de agentes federais com o objetivo de proibi-la de cantar sua polêmica música de 1939, “Strange Fruit”, um protesto contra os linchamentos de negros americanos. O longa foi co-escrito por Daniels e Suzan-Lori Parks, primeira mulher afro-americana a receber um Prêmio Pulitzer (por sua peça “Topdog / Underdog”) e responsável pela 3ª temporada de “Genius” (sobre a vida da cantora Aretha Franklin). O elenco destaca a cantora Andra Day (“Marshall: Igualdade e Justiça”) no papel principal e também conta com Trevante Rhodes (“Moonlight”), Garrett Hedlund (“On the Road”), Natasha Lyonne (“Orange Is the New Black”), Rob Morgan (“Stranger Things”), Da’Vine Joy Randolph (“Meu Nome É Dolemite”), Evan Ross (“Star”) e Tyler James Williams (“Todo Mundo Odeia o Cris”). “The United States Vs. Billie Holiday” é, na verdade, o segundo filme sobre a vida de Billie Holiday, que já foi interpretada por Diana Ross em 1972, no drama “O Ocaso de uma Estrela” (Lady Sings the Blues), que recebeu cinco indicações ao Oscar, incluindo na categoria de Melhor Atriz. A expectativa é de uma estreia em streaming em fevereiro, a tempo de integrar a qualificação para o Oscar 2021. Devido à pandemia de coronavírus, os períodos de elegibilidade para longas-metragens concorrerem ao Oscar deste ano foram excepcionalmente estendidos para estreias até 28 de fevereiro.
Filme de ação com Liam Neeson é a principal estreia nos cinemas
O novo filme de ação de Liam Neeson, “Legado Explosivo” (Honest Thief), é a principal estreia dos cinemas brasileiros nesta quinta (7/1). Escrito e dirigido por Mark Williams (criador da série “Ozark”), o filme traz Neeson como um ladrão de bancos que procura o FBI para entregar tudo o que roubou em troca de uma diminuição de sentença. O motivo? Ele encontrou o amor de sua vida. A premissa simplória se complica quando agentes corruptos do FBI resolvem ficar com a fortuna para si e o incriminam pelo assassinato do chefe deles, testemunha da corrupção. Assim, para limpar seu nome e escapar da cadeia, o protagonista vai precisar recuperar o dinheiro e provar a culpa dos federais, enquanto corre da polícia e tenta manter a namorada a salvo dos policiais assassinos. A programação inclui mais duas outras estreias. Uma delas é a típica comédia brasileira “Um Tio Quase Perfeito 2”, estrelada por Marcus Majella, que recicla cenas de filmes americanos e traz Eduardo Galvão, morto pela Covid, em um de seus últimos trabalhos. A outra, em circuito limitado, é o drama indie “Skin – À Flor da Pele” (2018), em que Jamie Bell (“Quarteto Fantástico”) vive um skinhead que renuncia à cultura de ódio, racismo e preconceito na qual foi criado. Este filme, por sinal, venceu o prêmio da Crítica no Festival de Toronto e tem 76% de aprovação no Rotten Tomatoes. Confira abaixo os trailers das atrações. Legado Explosivo | EUA | 2020 Um Tio Quase Perfeito 2 | Brasil | 2020 Skin – À Flor da Pele | EUA | 2018
Grammy adia premiação para data do SAG Awards, que se diz “extremamente desapontado”
Por conta da pandemia de coronavírus, o Grammy anunciou na noite de terça (5/1) uma mudança em sua data de cerimônia, que foi adiada de 31 de janeiro para o dia 14 de março. O problema é que, nesta data, já estava agendada a cerimônia do SAG Awards, premiação do Sindicato dos Atores (SAG-Aftra) dos EUA. Diante da alteração, a organização do SAG, que já havia planejado a cerimônia com antecedência, emitiu um comunicado se dizendo decepcionada com o Grammy. “Estamos extremamente desapontados ao saber da data conflitante, 14 de março, anunciada hoje para a transmissão do Grammy Awards deste ano”, disse a organização do evento. “Anunciamos a data do SAG Awards em julho passado com a intenção de dar a maior consideração possível para outras premiações se programarem com antecedência. Esperamos a mesma consideração de organizações irmãs em todo o setor”, disseram. O sindicato dos atores já entrou em contato com a Academia das Gravações sobre a situação, e as conversas estão em andamento. “O SAG Awards reconheceu atuações de destaque no ano passado. Faremos novamente um show espetacular que cumpre essa missão”, disse a organização do evento. “Nossas duas organizações, SAG-AFTRA e a Recording Academy, compartilham membros e trabalham juntas de forma eficaz para defender artistas em muitas áreas. Em um ambiente que é cada vez mais desafiador para programas de premiação televisionados, também temos um interesse mútuo em mostrar com sucesso a arte e o talento de nossos respectivos membros. Estamos em contato com a Recording Academy e continuaremos a trabalhar com nossas organizações irmãs para encontrar maneiras de tornar a temporada de premiações deste ano a mais bem-sucedida possível”.
Sacha Baron Cohen anuncia aposentadoria de Borat
Não vai ter trilogia. Apesar do sucesso enorme de “Borat: Fita de Filme Seguinte”, segundo filme do repórter do Cazaquistão criado por Sacha Baron Cohen, o ator avisou que não fará um terceiro filme do personagem. “Eu o trouxe de volta por causa de Trump. Havia um propósito em fazer este filme, e eu realmente não vejo um propósito em fazer outro. Então sim, ele está trancado no armário agora”, disse Cohen à revista Variety, afirmando que aposentou o Borat Em entrevista que ganhou capa na revista americana, o ator comentou que sua razão para retomar o personagem foi sentir que “a democracia estava em perigo” com Donald Trump na presidência dos EUA — e a situação ainda se agravou com a crise do coronavírus. “O filme originalmente era sobre os perigos de Trump e do trumpismo. O que a covid-19 demonstrou foi que havia um efeito letal nessa prática [do governo] de espalhar mentiras e teorias de conspiração”, explicou. Ele admitiu que seu propósito com filme foi desacreditar Trump e seus apoiadores, mostrando os furos na lógica de seu discurso negacionista, racista e preconceituoso, e daqueles que estão próximos a ele, como o advogado Rudy Giuliani. “Eu não quero sugerir, egoisticamente, que toda pessoa que viu ‘Borat 2’ se tornasse incapaz de votar em Trump. Mas esse era, sim, meu objetivo. Então, o que eu queria era fazer com que todo mundo visse o filme antes das eleições [presidenciais americanas, em novembro].” O filme acabou se tornando uma das maiores audiências da Amazon Prime Video.
Primeira sci-fi espacial sul-coreana ganha trailer da Netflix
A Netflix divulgou o pôster e o trailer (com legendas em inglês) da primeira sci-fi espacial sul-coreana de grande orçamento, “Space Sweepers”. O filme dirigido por Jo Sung-hee (“A Werewolf Boy”) deveria ter sido lançado durante a temporada de blockbuster do verão sul-coreano, mas foi adiado para setembro devido à pandemia do coronavírus. Com os cinemas ainda enfrentando restrições durante o outono, a Netflix entrou em cena e adquiriu os direitos mundiais de streaming da produção. Passado em 2092, “Space Sweepers” acompanha a tripulação da nave Victory, uma das muitas embarcações que sobreviveram da reciclagem de detritos espaciais abandonados. O filme é estrelado por Song Joong-Ki (o “A Werewolf Boy”) como o piloto gênio da nave espacial, a fantástica atriz Kim Tae-Ri (“A Criada) como a Capitã da nave, Jin Sun-Kyu (“Kingdom”) como um engenheiro espacial e Yoo Hai-jin (“O Motorista de Táxi”) como a voz de um robô militar reprogramado. Depois de capturar com sucesso um ônibus espacial acidentado em sua última caça a destroços, a tripulação de Victory descobre em seu interior uma menina de 7 anos. Percebendo que ela é na verdade um perigoso androide procurado pelo governo, eles decidem exigir um resgate. A estreia está marcada para 5 de fevereiro.
Ator mirim recita monólogo adulto de Deadpool para Ryan Reynolds
O ator Ryan Reynolds compartilhou um vídeo do set de seu novo filme, “The Adam Project”, em que sua versão mirim recita o monólogo impróprio, cheio de palavrões, que abre “Deadpool 2” (2018). Na trama de “The Adam Project”, o personagem de Reynolds viaja no tempo e encontra sua versão adolescente. O jovem estreante Walker Scobell foi escolhido para o papel e é quem mergulha no passado do ator, com a desculpa de pesquisa para o papel. “Apresentando Walker Scobell. Esse jovem inocente interpreta um “eu” de 12 anos no nosso novo filme da Netflix. Por levar seu trabalho muito a sério, o papel exigiu uma pesquisa significativa. Não importa como, mas ele é MUITO jovem para saber esse monólogo de cor. #Precioso”, escreveu Reynolds ao lado do vídeo. Confira abaixo. “The Adam Project” será o segundo longa seguido de Reynolds com direção de Shawn Levy (“Uma Noite no Museu”). Os dois fizeram recentemente “Free Guy: Assumindo o Controle”, que deveria ter estreado em dezembro, mas saiu do calendário de lançamentos da Disney devido à pandemia de coronavírus. Produção da Netflix, o novo filme também inclui em seu elenco Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), Mark Ruffalo (“Vingadores: Ultimato”), Jennifer Garner (“Clube de Compras Dallas”) e Catherine Keener (“Corra!”). A premissa é de um antigo projeto abandonado, chamado “Our Name Is Adam”, que foi escrito por T.S. Nowlin (roteirista da trilogia “Maze Runner”) e quase virou filme em 2012, com Tom Cruise no papel principal. O roteiro atual foi refeito por Jonathan Tropper (criador da violenta série “Banshee”) e a produção está a cargo dos estúdios Skydance e Paramount, que reforçam suas parcerias com a Netflix após o sucesso de “The Old Guard”. Reynolds também vem de vários projetos com a Netflix, como “Esquadrão 6” e o vindouro “Red Notice”, assim como as duas atrizes principais da produção. Garner acaba de rodar a comédia “Yes Day” e Saldana vai estrelar a minissérie “From Scratch” na plataforma. “The Adam Project” ainda não tem previsão de estreia. Introducing Walker Scobell. This innocent young boy plays 12 year old me in our upcoming @Netflix film. Because he takes his job seriously, the role required significant research. No matter what, he’s WAY too young to know this monologue by heart. #Precious pic.twitter.com/KUszXS2GYf — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) January 4, 2021
Trailer mostra plano de Anne Hathaway e Chiwetel Ejiofor para assalto na pandemia
A HBO Max divulgou o trailer de “Locked Down”, uma comédia romântica de assalto que se passa durante o auge da pandemia, estrelada por Anne Hathaway (“Os Miseráveis”) e Chiwetel Ejiofor (“12 Anos de Escravidão”). A prévia começa como mais uma trama sobre quarentena, acompanhando um casal em crise, que é obrigado a conviver durante o primeiro lockdown de Londres. Mas entre as videochamadas que se tornaram características das produções do período, a trama acaba evoluindo para um plano de assalto. O filme foi escrito por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e dirigido por Doug Liman (“No Limite do Amanhã”) em Londres com um orçamento modesto, enquanto a maioria das produções ainda buscava um meio de ser realizada durante o lockdown real. Liman já tem experiência em transformar uma comédia de casal em crise em filme de ação bem-sucedido. Basta lembrar de “Sr. e Sra. Smith”, estrelado por Brad Pitt e Angelina Jolie em 2005. Além de Hathaway e Ejiofor, o elenco ainda inclui Stephen Merchant (“Dream Corp LLC”), Mindy Kaling (“Projeto Mindy”), Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”), Dulé Hill (“Suits”), Jazmyn Simon (“Ballers”), Mark Gatiss (“A Favorita”), Ben Stiller (“Zoolander”) e Ben Kingsley (“Homem de Ferro 3”). A estreia vai acontecer em 14 de janeiro na plataforma de streaming da WarnerMedia, por enquanto ainda não disponível no Brasil.
Tanya Roberts (1955 – 2021)
Tanya Roberts, Bond girl e sex symbol dos anos 1980, teve a morte confirmada após uma confusão causada por seu representante, que anunciou seu falecimento de forma antecipada no domingo passado (3/1). A atriz de 65 anos estava internada num hospital desde o dia 24 de dezembro, quando desmaiou enquanto passeava com seus cachorros em Los Angeles (EUA) e veio a falecer, segundo boletim médico do Cedars-Sinai Hospital, na segunda-feira (4/1), no momento em que seu agente informava que ela ainda estava viva. A causa da morte não foi revelada. Nascida Victoria Leigh Blum, ela foi modelo e apareceu em anúncios de televisão antes de se voltar para a atuação, estreando como protagonista em 1976, no terror “Entrando à Força”. Adotando o nome Tanya Roberts, ela emplacou vários filmes em seguida, como “F.B.I. Arquivo Secreto” (1977), de Larry Cohen, e “Sonhos de Verão” (1979), de John D. Hancock, antes de virar uma das Panteras, na temporada final da famosa série das detetives femininas da agência do misterioso Charlie, exibida entre 1980 e 1981. A participação na série lhe deu grande visibilidade e ela passou a estrelar filmes de maior orçamento no cinema, como as aventuras “O Príncipe Guerreiro” (1982) e a adaptação dos quadrinhos de “Sheena, a Rainha das Selvas” (1984), uma versão feminina – e sexy – de Tarzan. Este filme foi tão caro que deu prejuízo, mas acabou se tornando cultuadíssimo. O ponto alto de sua carreira aconteceu no ano seguinte, quando ela entrou em “007 – Na Mira dos Assassinos” (1985), último filme de Roger Moore como James Bond, vivendo Stacey Sutton, uma geóloga americana que se torna alvo do vilão Max Zorin (Christopher Walken). Mas ela confessou ter hesitado em aceitar o papel. “Eu disse ao meu agente: ‘As atrizes que fazem Bond girls nunca mais trabalham depois disso'”, ela relembrou em entrevista de 2015. De fato, os bons papéis sumiram após a participação no filme de James Bond. O último filme razoável de sua carreira foi lançado logo em seguida, “Body Slam” (1986), uma comédia medíocre de Hal Needham. Depois disso, foram só thrillers sensuais apelativos voltados para o mercado de vídeo. Esta especialização a levou a estrelar a série de antologia “Hot Line” (1994-96), como apresentadora de contos eróticos na TV paga. O que parecia ser mais do mesmo, entretanto, acabou levando a seu último papel marcante. Roberts reencontrou a popularidade ao ser escolhida para viver Midge Pinciotti, a mãe extremamente sexy e burra de Donna (Laura Prepon) na série “That ’70s Show”, grande sucesso televisivo que durou oito temporadas, de 1998 a 2006. A atriz, porém, deixou de ser integrante fixa do elenco em 2001, após sua personagem se divorciar, embora tenha continuado a aparecer de forma recorrente até 2004. Ela também apareceu em episódios de “Ilha da Fantasia”, “O Barco do Amor” e “Alfinetadas”. Seu último trabalho como atriz foi na série “Barbershop”, em 2005, mas a artista seguiu ativa nas redes sociais, inclusive realizando várias lives durante a pandemia de coronavírus.
Zack Snyder só filmou duas cenas inéditas para nova versão de Liga da Justiça
O diretor Zack Snyder colocou um ponto final nas especulações sobre o tamanho das refilmagens feitas recentemente para sua versão de “Liga da Justiça”, que será lançada em 2021 como minissérie de quatro horas na HBO Max. Durante entrevista para o Comic Book Debate, Snyder revelou que só filmou duas cenas adicionais para a adaptação da DC Comics. “Só uma pequena parte do filme são as coisas novas que eu filmei”, disse Snyder. “Tipo 80% do filme nunca foi visto por ninguém, em termos de efeitos visuais, e isso sem incluir as cenas que vocês nunca viram e que não tinham efeitos visuais. Essa parte é realmente emocionante e eu mal posso esperar que todos vivenciem esta aventura na escala gigantesca que eu pretendia mostrá-la.” Snyder contou que voltou a reunir o elenco, com a suposta presença (não confirmada de) Ben Affleck (Batman), Ezra Miller (Flash) e Amber Heard (Mera), para filmar uma sequência que não detalhou e fez outra grande cena inédita com a participação (confirmada) de Jared Leto como o Coringa. “Em primeiro lugar, vamos apenas esclarecer, há mais ou menos duas partes que eu adicionei. Uma parte que eu realmente esperava filmar depois da fotografia principal original, mas nunca tive a chance de filmar, e outra cena com Jared. Tem um pequeno pedaço inteiro com Jared [que não fazia parte do filme inicial]. A verdade é que o resto das quatro horas do filme são exatamente o que eu já tinha filmado.” Ele também explicou porque tinha tantas cenas inéditas guardadas, demonstrando que sempre pretendeu realizar uma “versão do diretor” – possivelmente com lançamento em Blu-ray, como aconteceu com “Batman vs. Superman”. “A verdade é que eu estava em uma luta com o estúdio, você sabe, e notoriamente fizemos um monte de coisas que tínhamos que fazer para tornar o filme engraçado e todas essas coisas”, continuou o cineasta. “Eu apenas meio que, de uma forma ligeiramente subversiva, continuei fazendo minhas coisas ao mesmo tempo, para poder ter algo que eu acreditava estar mais próximo do que eu faria sem qualquer influência.” Este material filmado de forma “subversiva” é o grosso do “Snyder Cut” que será disponibilizado pela HBO Max.
Sarah Shahi confirma seu papel no filme do anti-herói Adão Negro
A atriz Sarah Shahi, conhecida por papéis nas séries “The L Word”, “Pessoa de Interesse” (Person of Interest) e as recentes “Reverie” e “City on a Hill”, aparentemente confirmou seu papel no filme “Black Adam”, adaptação dos quadrinhos do anti-herói Adão Negro, que será estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson. A Warner Bros. anunciou oficialmente que ela viverá uma ativista e professora universitária que lidera a resistência contra o governo ditatorial de Kahndaq, a terra natal do Adão Negro. Mas embora o estúdio tenha evitado dar mais detalhes, fãs dos quadrinhos reconheceram a descrição como sendo da personagem Adrianna Tomaz, que marcou época na TV dos anos 1970 como a poderosa Isis. A heroína também integrou a resistência contra Kahndaq na minissérie “Os Novos 52”. Num post publicado em seu Instagram, Shahi juntou três edições de quadrinhos significativas, incluindo dois números dos “Novos 52” em que Isis tem papel bastante ativo. A edição 16, por sinal, apresenta seu casamento com Adão Negro. Vale lembrar que Tomaz também é uma das heroínas da série “Legends of Thomorrow”, ainda que com o primeiro nome e várias características alteradas. “Black Adam” ainda contará com Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do herói Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) como a heroína Ciclone e Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo, mas ainda não anunciou o intérprete do Sr. Destino. Os quatro integrarão a versão da Sociedade da Justiça reunida no longa. O filme do Adão Negro tem roteiro de Adam Sztykiel (“Rampage: Destruição Total”) e direção de Jaume Collet-Serra (“A Órfã”), e deve estar prestes a iniciar suas filmagens. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sarah Shahi🧿 (@sarahshahi)
Olivia Wilde e Harry Styles estariam namorando
O site Page Six, do jornal New York Post, publicou uma foto em que a atriz e diretora Olivia Wilde aparece de mãos dadas com o cantor Harry Styles. A foto foi tirada durante um passeio no primeiro fim de semana do ano, quando eles compareceram ao casamento de Jeff Azoff, empresário de ambos. De acordo com a publicação, os noivos usaram o carro conversível de Styles para chegarem no evento, enquanto a atriz e o cantor foram levados junto com os demais convidados em um ônibus. A revista People também buscou saber mais sobre o possível romance e encontrou uma fonte que confirmou o namoro. “Eles estão namorando há algumas semanas”, relatou o suposto insider. A imprensa já especula que o relacionamento tenha começado nos bastidores do filme “Don’t Worry Darling”, que é dirigido por Wilde e estrelado por Styles. O longa ainda está sendo filmado e não tem previsão de estreia, mas, no começo da produção, a atriz não escondeu sua felicidade por contar com a participação do cantor no elenco. “Eu fiz uma pequena dança da vitória”, confessou Wilde para a revista Vogue. A atriz de 36 anos terminou seu casamento de nove anos com o comediante Jason Sudeikis no início de 2020, enquanto o cantor de 26 anos está solteiro desde 2018, quando se separou da modelo Camille Rowe. Harry Styles and Olivia Wilde twin in Gucci at Jeff Azoff's wedding https://t.co/TWvibon6J7 pic.twitter.com/VRjaZRKwxP — Page Six (@PageSix) January 4, 2021
2021 começa com menos de 140 mil pessoas nos cinemas brasileiros
O primeiro fim de semana de 2021 levou apenas 137 mil pessoas nos cinemas brasileiros, segundo dados inéditos da consultoria Comscore. “Mulher Maravilha 1984” se manteve como o filme mais assistido, com quase todo o público do período. De quinta a domingo, foi visto por 110,7 mil espectadores. Os números deste fim de semana, que só teve um lançamento – o desenho sul-coreano “Sapatinho Vermelho e os Sete Anões” – , representam uma queda de cerca de 96% em relação à bilheteria do primeiro fim de semana de 2020, antes da pandemia. Entre 2 e 5 de janeiro passados, 3,9 milhões de pessoas foram aos cinemas, gerando uma arrecadação de R$ 71,2 milhões. Agora, a arrecadação total entre 31 de dezembro e 3 de janeiro de 2021 foi de R$ 2,5 milhões.
Pequenos Grandes Heróis terá continuação
A Netflix anunciou que o filme infantil “Pequenos Grandes Heróis”, de Robert Rodriguez, foi visto por 44 milhões de assinantes desde sua estreia no dia de Natal. Por conta disso, a empresa já encomendou a sequência da produção. Rodriguez – que escreveu, dirigiu e produziu “Nós Podemos Ser Heróis” – vai retornar para conceber e comandar o novo filme. Vale lembrar que “Nós Podemos Ser Heróis” já era uma continuação tardia de “As Aventuras de Sharkboy e Lavagirl em 3-D” (2005), primeiro filme estrelado por Taylor Lautner (da franquia “Crepúsculo”). O anúncio do novo longa acompanhou um comunicado sobre o sucesso dos lançamentos mais recentes da empresa, que teriam transformado o período de 25 a 31 de dezembro na semana de maior audiência da história da Netflix. Além de “Pequenos Grandes Heróis”, duas outras produções originais foram responsáveis pelo aumento de público entre o Natal e o Ano Novo no streaming. Depois de vazar extra-oficialmente que “O Céu da Meia-Noite” pode virar seu filme mais visto, a empresa acrescentou que “Bridgerton” foi visualizada por 63 milhões de assinantes desde que estreou no dia de Natal. É importante notar, no entanto, que a Netflix não mede sua audiência de maneira realista. A empresa considera suas visualizações baseando-se no número de assinantes que assistiram a pelo menos dois minutos de um determinado conteúdo. Na verdade, o anúncio significa que 63 milhões de assinantes viram dois minutos de “Bridgerton” e 44 milhões deram play por dois minutos em “Pequenos Grandes Heróis”, o que é bem diferente de contabilizar a audiência completa da série ou do filme.












