PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Filme, Série

Guia da Pipoca: As 10 principais estreias da semana no streaming

Lista de lançamentos destaca a sci-fi "Devoradores de Estrelas", o terror "O Primata" e a 2ª temporada de "Sugar", estrelada por Colin Farrell

Leia mais
14 de junho de 2026
Filme

Novo “Superman” terá cena ambientada no Brasil

Chamada de elenco busca figurantes para mercado brasileiro em "Superman: Homem do Amanhã"

Leia mais
14 de junho de 2026
Filme

“Michael” supera bilheteria de “Bohemian Rhapsody” e vira maior cinebiografia musical

Filme sobre Michael Jackson chega a US$ 911,9 milhões na estreia do filme no Japão

Leia mais
13 de junho de 2026
  • Filme

    Final da saga cinematográfica de Evangelion bate recorde de bilheteria de Imax

    10 de março de 2021 /

    O esperado final da franquia “Evangelion” bateu o recorde mundial de arrecadação diária do Imax. Lançado nos cinemas japoneses na segunda (8/3), “Shin Evangelion Gekijôban”, também conhecido como “Evangelion 4.0 Final” e “Evangelion: 3.0+1.0 Thrice Upon a Time”, arrecadou US$ 7,6 milhões em seu dia de estreia, dos quais US$ 740 mil vieram do circuito Imax. O filme teve seu lançamento adiado em vários meses pela pandemia e acabou tendo uma estreia incomum numa segunda-feira. Apesar disso, e mesmo enfrentando toque de recolher que obriga o fechamento dos cinemas às 20h em algumas áreas (incluindo Tóquio), os cinemas Imax lotaram em todo o país. Escrito por Hideaki Anno, o filme fecha a tetralogia “Rebuild of Evangelion”, iniciada em 2007, que refez inteiramente para o cinema a cultuada série anime “Neon Genesis Evangelion”, criada pela próprio Anno em 1995. A série original teve 26 episódios (atualmente disponíveis na Netflix) que acompanhavam a história de um trio de adolescentes escolhidos para pilotar robôs gigantescos, os EVA, com a função de defender uma Tóquio futurista de violentas criaturas alienígenas, chamadas de Anjos. A trama combinava ação, melodrama e metafísica, apostando no desenvolvimento dos personagens com crises existenciais e culminando num mergulho na metalinguagem em seu final maluco, que até hoje rende discussões. Tanto é que foi refeito no filme “The End of Evangelion”, em 1997, e agora ganha sua terceira versão. Entre outras coisas, seu impacto redefiniu o subgênero sci-fi dos mecha (robô gigantes pilotáveis), influenciando tudo o que veio depois, inclusive a franquia americana “Círculo de Fogo”. Veja abaixo o trailer de “Shin Evangelion Gekijôban”.

    Leia mais
  • Filme

    Avatar pode retomar recorde de maior bilheteria de todos os tempos

    10 de março de 2021 /

    O filme “Avatar” pode protagonizar uma reviravolta e retomar o recorde de maior bilheteria mundial de todos os tempos, que passou a ser de “Vingadores: Ultimato” em julho de 2019. O híbrido animado de James Cameron será relançado na China nesta sexta-feira (12/3) e a venda antecipada de ingressos indica que ele pode ultrapassar o recorde da produção da Marvel. A China tem quebrado diversos recordes de bilheteria nas últimas semanas e, com a retração de Hollywood durante a pandemia de coronavírus, passou a representar o maior mercado de cinema do mundo em 2021. A pandemia, porém, fez com que o país tenha uma falta relativa de títulos locais importantes nos próximos meses, o que deve ajudar o desempenho do relançamento. “Avatar” foi originalmente lançado na China no início de 2010, arrecadando quase US$ 203 milhões na época – um número inédito na época, antes de o mercado chinês começar a crescer exponencialmente. O novo lançamento será disponibilizado principalmente na rede IMAX e em 3D, para cobrar ingressos mais caros. Por conta disso, as vendas antecipadas para o fim de semana já renderam mais de US$ 5,5 milhões para a produção. Antes deste lançamento, a diferença entre “Avatar” e “Vingadores: Ultimato” era de apenas US$ 7,8 milhões. O total arrecadado mundialmente pela superprodução da Marvel foi US$ 2.797,5 milhões, enquanto “Avatar”, que por 20 anos foi o filme de maior bilheteria do mundo, somou US$ 2.789,7 milhões antes da contabilização da nova bilheteria chinesa. Em dezembro de 2019, cinco meses após “Vingadores: Ultimato” tomar o recorde de “Avatar”, James Cameron já tinha previsto que retomaria a liderança com um relançamento no futuro. “Acho que isso é uma certeza”, ele disse na ocasião.

    Leia mais
  • Filme

    Disney mantém estreia de Viúva Negra em maio

    10 de março de 2021 /

    O CEO da Disney, Bob Chapek, afirmou que “Viúva Negra” manterá sua data de lançamento atual. O filme está programado para chegar aos cinemas em 7 de maio. A decisão foi reforçada durante a reunião de investidores, realizada na segunda (9/3), mas Chapek não disse se o filme também teria lançamento simultâneo na Disney+ (Disney Plus) como “Raya e o Último Dragão”). A falta de publicidade recente para um lançamento tão próximo levou muitos a apostarem num novo adiamento. Caso a Disney mantenha realmente a data, “Viúva Negra” chegará aos cinemas com um ano de atraso em relação à sua previsão original. Antes da pandemia de coronavírus, “Viúva Negra” devia chegar aos cinemas em 30 de abril passado. O começo da contaminação levou a Disney a realizar dois adiamentos de sua estreia, primeiro para novembro do ano passado e, posteriormente, para maio, onde a previsão ainda se mantém. O filme estrelado por Scarlett Johansson deveria abrir a Fase 4 da Marvel, que acabou aberta pela série “WandaVision”.

    Leia mais
  • Filme,  Música

    Kenneth Branagh vai filmar cinebiografia dos Bee Gees

    10 de março de 2021 /

    O cineasta Kenneth Branagh (“Assassinato no Expresso do Oriente”) vai trocar as adaptações de Shakespeare e Agatha Christie pela música pop. Ele assinou contrato com a Paramount Pictures para dirigir um filme biográfico dos Bee Gees. O filme vai seguir o começo humilde dos irmãos Barry, Maurice e Robin Gibb na Austrália, durante os anos 1960, até sua jornada para se tornar um fenômeno pop mundial com o sucesso da trilha sonora do filme “Embalos de Sábado à Noite” (Saturday Night Fever) em 1977. O roteirista Ben Elton está escrevendo o longa, que ainda não tem título oficial. Ele e Branagh trabalharam recentemente juntos em outra cinebiografia, “A Pura Verdade”, de 2018, sobre William Shakespeare. A Amblin Entertainment, de Steven Spielberg, assina a produção em parceria com a GK Films, de Graham King, produtor de “Bohemian Rhapsody”. Barry Gibb também está listado como produtor executivo. Ele é o último membro sobrevivente da banda, após a morte de Maurice em 2003 e de Robin em 2012. Recentemente, os Bee Gees também foram tema de um documentário da HBO, intitulado “How Can You Mend a Broken Heart”, lançado em dezembro passado com direção de Frank Marshall (“Resgate Abaixo de Zero”).

    Leia mais
  • Filme

    Elle Fanning viverá Ali MacGraw em filme sobre bastidores de O Poderoso Chefão

    9 de março de 2021 /

    A atriz Elle Fanning (“Malévola”) entrou no filme “Francis and The Godfather”, longa-metragem sobre os bastidores da produção de “O Poderoso Chefão” (1972). Ela vai interpretar a atriz Ali MacGraw, estrela dos blockbusters “Love Story” (1970) e “Comboio” (1978), que foi casada com o produtor Robert Evans, ex-chefe da Paramount. Fanning se junta a um elenco grandioso. Anteriormente, Jake Gyllenhaal (“Homem-Aranha: Longe de Casa”) foi confirmado como o intérprete de Evans, Oscar Isaac (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) como Francis Ford Coppola e Elisabeth Moss (“O Homem-Invisível”) no papel de sua esposa, Eleanor Coppola. O filme tem direção do veterano Barry Levinson (“Rainman”) e é baseado no roteiro do estreante Andrew Farotte, que se destacou na Lista Negra (os melhores roteiros não filmados de Hollywood) e foi reescrito com Levinson. O longa vai contar as batalhas entre Coppola, que tinha 31 anos na época, e Evans, que brigaram pela escalação de Marlon Brando, que não fazia sucesso há anos, e pelo pouco conhecido Al Pacino no papel principal. “Em meio à loucura da produção, e contra todas as probabilidades, um filme clássico aconteceu”, resumiu Levinson, em comunicado sobre o projeto. Coppola, por sua vez, comentou a produção de forma mais modesta. “Qualquer filme que Barry Levinson fizer sobre qualquer coisa, será interessante e vale a pena!” Quando o projeto foi originalmente anunciado há quatro anos, havia menção de produção da HBO, mas os últimos comunicados afirmam que a Endeavour Content e a FilmNation ainda negociam os direitos de exibição mundial. Além deste projeto, a plataforma Paramount+ também desenvolve uma série sobre os bastidores de “O Poderoso Chefão”. Intitulada “The Offer”, a produção seriada narra a realização do filme de 1972 através dos olhos de seu produtor, Al Ruddy, que se empenhou para tirar o projeto do papel ao lado do diretor Francis Ford Coppola. O projeto perdeu recentemente seu ator principal. Ruddy seria interpretado por Armie Hammer, que se afastou da produção em meio à polêmica sobre mensagens de conteúdo violento que supostamente enviou a várias mulheres nas redes sociais.

    Leia mais
  • Filme

    Lady Gaga e Adam Driver aparecem caracterizados na primeira foto de House of Gucci

    9 de março de 2021 /

    A cantora e atriz Lady Gaga compartilhou a primeira foto de seu novo filme nas redes sociais. Ela postou uma imagem de “House of Gucci”, em que aparece ao lado de Adam Driver (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) com visual retrô, em meio à neve. “Senhor e Senhora Gucci”, escreveu ela na postagem. No filme, eles vivem Patrizia Reggiani e Maurizio Gucci, que foram casados por 12 anos, entre 1973 e 1985, e tiveram duas filhas. Até o herdeiro milionário da grife de moda trocá-la por uma mulher mais nova – disse que ia viajar a negócios e nunca mais voltou. Abandonada, ela assinou o divórcio em 1991 e no ano seguinte passou por problemas de saúde, precisando retirar um tumor do cérebro. Ressentida, encomendou o assassinato do ex-marido a um matador profissional. O caso lhe rendeu o apelido de “Viúva Negra”, durante um julgamento midiático em 1998, que a condenou a 29 anos de prisão. Ela cumpriu 18 anos e foi libertada por bom comportamento em 2016. Mas Reggiani não perdeu tudo. Ela ganhou o direito de receber uma pensão da família Gucci, por causa de um contrato assinado antes de sua condenação. O papel de Reggiani representa o primeiro projeto de Gaga no cinema desde “Nasce Uma Estrela” (2018), que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, além da conquista do troféu de Melhor Canção Original por “Shallow”. O filme tem direção do cineasta Ridley Scott (“Blade Runner”, “Todo o Dinheiro do Mundo”) e é baseado no livro “The House of Gucci: A Sensational Story of Murder, Madness, Glamour and Greed” (A Casa Gucci: Uma Sensacional História de Assassinato, Loucura, Glamour e Ganância, em tradução literal), escrito pela jornalista Sara Gay Forden. O elenco grandioso também conta com Jared Leto (“Blade Runner 2049”), Al Pacino (“O Irlandês”), Jeremy Irons (“Watchmen”), Jack Huston (“Ben-Hur”) e Reeve Carney (“Penny Dreadful”). A produção ainda não tem previsão de estreia. Signore e Signora Gucci #HouseOfGucci pic.twitter.com/HiBjiKz6jZ — Lady Gaga (@ladygaga) March 9, 2021

    Leia mais
  • Filme

    Liga da Justiça de Zack Snyder ganha pôsteres e trailers centrados em cada herói

    9 de março de 2021 /

    A HBO Max e o diretor Zack Snyder divulgaram novas coleções de trailers e pôsteres do relançamento de “Liga da Justiça”. Em suas redes sociais, Snyder revelou vídeos centrados em cada um dos heróis do filme, que também receberam cartazes com poses individuais. Intitulada em inglês “Zack Snyder’s Justice League”, a versão do diretor de “Liga da Justiça” tem quatro horas de duração e apresentará cenas, personagens e desfecho diferentes da “Liga da Justiça” exibida nos cinemas, submetida a refilmagens e edição de Joss Whedon em 2017. Snyder teria aceitado refazer o filme de graça para recuperar o controle sobre a obra e conseguir maior orçamento para efeitos visuais, bem como autorização para filmar duas cenas extras, que não estavam nos planos originais do longa. A maior parte do filme, porém, foi filmada há cerca de quatro anos. Snyder chegou perto de terminar “Liga da Justiça” em 2017, mas precisou se afastar da produção após uma tragédia abalar sua família. Ele acabou sendo substituído na pós-produção por Whedon, que realizou uma refilmagem extensiva do trabalho desenvolvido até então. Mas o resultado híbrido, parte Snyder e parte Whedon, foi desaprovado de forma unânime, com um fracasso nas bilheterias e críticas muito negativas. Além disso, a intervenção gerou acusações sobre os bastidores das refilmagens que, num efeito dominó, fulminaram a reputação de Whedon e fizeram balançar produtores e executivos da própria Warner. Em meio às controvérsias, a versão de Snyder, batizada pelos fãs de SnyderCut, ganhou status de lenda. Após uma campanha exaustiva nas redes sociais, que chamou atenção dos executivos da WarnerMedia, os fãs finalmente terão acesso ao que pediram, podendo comprovar aquilo que acreditavam ou se confrontar com nova frustração diante da edição alternativa de “Liga da Justiça”. O dia da verdade está cada vez mais próximo: 18 de março. #Batman #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/3CHSdvLym1 — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 4, 2021 #Superman #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/v7NpyqoyDG — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 5, 2021 #WonderWoman #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/CNsVQk9s7W — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 8, 2021 #Aquaman #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/l38xIgBE3v — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 6, 2021 #Flash #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/8hNOdIim8B — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 7, 2021 #Cyborg #SnyderCut #ZackSnydersJusticeLeague #UsUnited #AFSP pic.twitter.com/BYek52hGcz — Zack Snyder (@ZackSnyder) March 9, 2021

    Leia mais
  • Filme

    Bilheterias brasileiras desabam com novas restrições contra pandemia

    9 de março de 2021 /

    As bilheterias brasileiras do primeiro fim de semana de março sofreram forte impacto com a volta das restrições de funcionamento dos cinemas, especialmente devido aos decretos de lockdown em estados importantes do circuito, como São Paulo e Minas Gerais. Segundo dados da consultoria Comscore, a arrecadação, que já era baixa devido à pandemia, caiu pela metade entre quinta e domingo (7/3) passados. No total, foram arrecadados R$ 1,16 milhão em bilheteria, com a frequência de 72,8 mil espectadores nos cinemas. O valor equivale ao que “Tom & Jerry: O Filme” fez sozinho na semana anterior, antes da volta das quarentenas obrigatórias. Neste fim de semana, “Tom & Jerry: O Filme” teve renda de R$ 299 mil e foi o filme mais visto nos cinemas, por 19,2 mil pessoas. O número de espectadores representa uma queda de 55,8% na comparação com o fim de semana passado, quando 165 mil pessoas foram aos cinemas. Na comparação com o mesmo período em 2020, o tombo é de 92,8%. Entre 5 e 8 de março do ano passado, os cinemas brasileiros tiveram público de 1,01 milhão de pessoas e arrecadação de R$ 17,7 milhões com a venda de ingressos. Mas, no começo de março do ano passado, as salas ainda operavam sem nenhuma restrição em todo o país. As más notícias não devem acabar nisso, já que a expectativa é de ampliação da “zona vermelha” do lockdown para mais estados, especialmente nas cidades maiores, que já definiram toque de recolher e fechamento das atividades não essenciais aos fins de semana. Enquanto outros países que seguiram orientações de distanciamento social e iniciaram vacinação em massa começam a retomar suas atividades, o Brasil vive a pior fase da pandemia desde seu começo há um ano atrás.

    Leia mais
  • Filme

    Léo Rosa (1984 – 2021)

    9 de março de 2021 /

    O ator gaúcho Léo Rosa, intérprete do repórter César na novela “Amor de Mãe”, morreu nesta terça-feira (9/3) após uma longa batalha contra o câncer. Depois de fazer algumas peças de teatro, ele se tornou nacionalmente conhecido em 2006 ao estrelar “Vidas Opostas”, uma das novelas mais bem-sucedidas da rede Record, onde fez par romântico com Maytê Piragibe. A boa audiência impulsionou sua carreira e o tornou um dos principais astros da emissora. Ele atuou em seguida em “Amor e Intrigas” (2007), “Promessas de Amor” (2009), “Rei Davi” (2012), “Balacobaco” (2012), “Milagres de Jesus” (2015) e “Escrava Mãe” (2016), que vem sendo reprisada atualmente todas as tardes. Além dos trabalhos na Record, ele participou de três filmes, “Podecrer!” (2007), “Faroeste Caboclo” (2013), “Por Trás do Céu” (2016), e da série “O Mecanismo” (2018-2019), da Netflix. O último papel foi a estreia na Globo, na primeira fase de “Amor de Mãe”, exibida em 2019. Léo Rosa também se destacou atrás das câmeras, dirigindo um videoclipe da cantora Maria Gadú, “Axé Accapella”, e feito assistência de direção em longas-metragens do cineasta Caio Sóh a partir de “Teus Olhos Meus” (2011). O convite para fazer a última novela veio logo após ele descobrir o câncer. O ator vinha lutando contra a doença desde 2018. Depois de passar por sessões de quimioterapia, ele adotou um estilo de vida mais saudável, vivendo longe da metrópole, em contato com a natureza, e chegou a afirmar que estava em processo de cura. Em entrevista do ano passado à Patricia Kogut, do jornal O Globo, ele contou como foi parar na Globo. “Estava em casa no Natal e a Manuela (Dias, a autora) me ligou perguntando se eu teria condições de fazer este trabalho. Nem pensei, aceitei na mesma hora. A minha preparação foi basicamente conseguir chegar de pé e disposto ao estúdio. Quando a gente passa por algo tão forte como essa doença, meio que fica preparado para encarar qualquer outro desafio de peito aberto. Em meio a tanto sofrimento, sou muito grato por todo o aprendizado de vida que o câncer me deu. Hoje, por exemplo, eu não faço planos para o futuro. Eu vivo o hoje, o agora”, contou.

    Leia mais
  • Filme

    Liga da Justiça de Zack Snyder vaza acidentalmente na HBO Max

    9 de março de 2021 /

    A aguardada versão de “Liga da Justiça” de Zack Snyder vazou temporariamente na tarde de segunda (8/3) pela HBO Max. Vários usuários que procuraram assistir “Tom & Jerry” acabaram sendo redirecionados para “Liga da Justiça”, que recebeu classificação etária “R”, para maiores de 17 anos nos EUA. A plataforma percebeu o erro e, depois de cerca de uma hora, o filme (que tem quatro horas de duração) saiu do ar. O serviço de streaming soltou um comunicado oficial se desculpando. “A ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder ficou temporariamente disponível na HBO Max e o erro foi corrigido em minutos”, disse a plataforma. A estreia oficial do “Snyder Cut”, como é conhecida a nova versão do filme dos super-heróis, totalmente reeditada pelo diretor Zack Snyder, só estreia oficialmente na semana que vem, no dia 18 de março. No Brasil, o lançamento acontecerá em VOD (locação digital).

    Leia mais
  • Filme

    Intérprete da Princesa Diana vai estrelar nova versão de O Amante de Lady Chatterley

    8 de março de 2021 /

    Premiada no Globo de Ouro e Critics Choice por sua interpretação como a Princesa Diana em “The Crown”, Emma Corrin vai estrelar outro papel feminino famoso, numa nova versão de “O Amante de Lady Chatterley”. O romance escandaloso de DH Lawrence segue a rica e privilegiada Lady Chatterley, casada com um homem que ela não ama, que se envolve em um tórrido caso com um guarda-caça em sua propriedade inglesa. O livro foi publicado originalmente na Itália e na França na década de 1920, mas não foi impresso nos Estados Unidos até 1959, sob a acusação de conter obscenidades. A história já foi filmada várias vezes, incluindo uma versão proibida para menores estrelada por Sylvia Kristel (a “Emmanuelle”) em 1981 e uma adaptação televisiva de 2015 com censura livre e Holliday Grainger (a Lucrezia de “Os Borgias”) no papel principal. A adaptação está cargo de roteirista David Magee (“As Aventuras de Pi”) e contará com direção da cineasta francesa Laure de Clermont-Tonnerre, diretora do filme “The Mustang” (2019) e das séries “Mrs. America” e “The Act”. As filmagens serão produzidas pela 3000 Pictures, uma nova produtora fundada por Elizabeth Gabler após a implosão da Fox 2000 Pictures – empresa extinta pela Disney durante sua aquisição das propriedades da 21st Century Fox. Emma Corrin também será vista em breve no drama “My Policeman” ao lado do cantor Harry Styles (“Dunkirk”), que ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Um Príncipe em Nova York 2 bate recorde de audiência da Amazon

    8 de março de 2021 /

    O serviço independente Screen Engine, da Digital Entertainment Group, afirmou nesta segunda (8/3) que “Um Príncipe em Nova York 2” bateu todos os recordes de audiência para se firmar como a estreia de maior audiência em qualquer serviço de streaming desde o começo da pandemia, em fevereiro de 2020. Continuação da comédia clássica estrelada por Eddie Murphy em 1988, o filme não teve números revelados pelo serviço. Mas vale apontar que, misteriosamente, o Screen Engine não registrou nenhum resultado referente a “Raya e o Último Dragão”, lançado no mesmo dia (5/3) na Disney+. A Amazon, que comprou a produção da Paramount por US$ 125 milhões em outubro, também permaneceu vaga sobre os resultados. Em vez de se vangloriar de suas dezenas de milhões de visualizações, como costuma fazer a Netflix, a plataforma afirmou apenas, em comunicado, que “Um Príncipe em Nova York 2” teve o maior fim de semana de estreia que qualquer outro filme que lançou até agora. Vale lembrar que a Amazon também lançou “Borat: Fita de Cinema Seguinte”, que se tornou um fenômeno de popularidade. E tampouco revelou quantas pessoas viram esse filme. “A família real de Zamunda chegou e o público em todo o mundo a recebeu com entusiasmo!”, disse Jennifer Salke, chefe do Amazon Studios. “A estreia de ‘Um Príncipe em Nova York 2’ excedeu em muito qualquer uma das nossas maiores expectativas. É claro que toda uma nova geração de fãs se juntou à enorme base de fãs leais que já adoravam o mundo mágico criado pelo fenômeno global Eddie Murphy”, avaliou. Para ela, o sucesso de “Um Príncipe em Nova York 2” também se deve a ser um “filme de comédia perfeitamente divertido, escapista e alegre de que o público em todo o mundo precisava.” A crítica e o próprio público podem discordar, considerando a baixa aprovação conquistada pelo filme no Rotten Tomatoes e no IMDb. Muita gente viu, mas isso não significa que gostou.

    Leia mais
  • Etc,  Filme

    Leon Gast (1936 – 2021)

    8 de março de 2021 /

    O documentarista Leon Gast, vencedor do Oscar por “Quando Éramos Reis” (1996), que capturou em detalhes a luta “Rumble in the Jungle” de 1974 entre Muhammad Ali e George Foreman, morreu nesta segunda-feira (8/3), aos 85 anos. A causa da morte não foi divulgada. Gast começou sua carreira como diretor de fotografia de “Blonde on a Bum Trip”, uma produção hippie-psicodélica de 1968. Em 1974, ele viajou a Kinshasa, no país então chamado de Zaire (o Congo atual), para filmar um festival de música, mas no meio do trabalho resolveu se concentrar na luta entre Ali e Foreman, que registrou o momento histórico em que Ali recuperou o título dos pesos pesados com um nocaute em oito assaltos contra o jovem e favorito Foreman. Com o material do festival, ele lançou o curta “B.B. King: Live in Africa”, mas voltou com 300 mil pés de filme da luta que pretendia transformar num longa-metragem. Mas enfrentou uma série de dificuldades e, pela falta de recursos para concluir e lançar o documentário, seguiu filmando outros projetos musicais, como “Salsa” (1976), “The Grateful Dead Movie” (1977), que co-dirigiu com Jerry Garcia, e “Celia Cruz: Guantanamera” (1989). Ele explicou os desafios jurídicos que impediam o lançamento do filme numa entrevista ao jornal The Jersey Journal em 2011: “[o promotor de boxe] Don King processou, [o distribuidor] Hank Schwarz processou, [o promotor de música] Lloyd Price processou”… O filme só pôde ser visto quando o produtor David Sonenberg pagou uma fortuna para garantir todos os direitos em 1996. Assim que recebeu permissão para existir, “Quando Éramos Reis” teve reconhecimento imediato em sua première no Festival de Sundance, vencendo o Prêmio Especial do Júri. O filme também venceu o Critics Choice e o Spirit Award (o Oscar indie) de Melhor Documentário, antes de ser consagrado na premiação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywoo. Cerca de duas décadas após sua filmagem original, o longa mudou a vida e a carreira de Gast. Seus projetos seguintes conseguiram apoios fartos financeiros, entre eles “Destrua essa Câmera” (2010), um retrato do pioneiro paparazzo Ron Galella, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Diretor de Documentário no Festival de Sundance. O cineasta também foi produtor executivo do documentário “The Trials of Muhammad Ali” (2013) da rede pública PBS, premiado com o Emmy.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie