Channing Tatum revela primeiro foto de comédia com Sandra Bullock
O astro Channing Tatum (o “Magic Mike”) divulgou em suas redes sociais a primeira foto dos bastidores da comédia de ação “Lost City of D”, que ele estrela ao lado de Sandra Bullock (“Gravidade”). A imagem registra o casal fazendo poses nos bastidores. “Isso nem é divertido não, nem um pouquinho!”, ele brincou. A produção do filme está acontecendo na República Dominicana. Descrito como uma aventura romântica no estilo de “Tudo por uma Esmeralda”, o longa segue uma escritora reclusa (Bullock) que tinha certeza de que nada poderia ser pior do que ficar presa em uma turnê de livro com seu modelo de capa (Tatum), até que uma tentativa de sequestro coloca os dois em uma aventura implacável na selva, provando que a vida pode ser muito mais estranha e mais romântica do que qualquer ficção barata. “Lost City of D” tem roteiro de Dana Fox (“Megarrromântico”), que desenvolveu uma ideia de Seth Gordon (“Quero Matar Meu Chefe”), e direção a cargo dos irmãos Adam e Aaron Nee (“The Last Romantic”). Além de estrelar, Sandra Bullock também produz o filme com Seth Gordon para a Paramount Pictures, e o elenco ainda inclui Daniel Radcliffe (o “Harry Potter”) como vilão. A estreia está marcada para 15 de abril de 2022 nos EUA. This is no fun…no fun at all! #LostCityOfD pic.twitter.com/hIA9ZXZ9ep — Channing Tatum (@channingtatum) May 27, 2021
Dupla Explosiva 2: Novo trailer destaca humor de Salma Hayek
A Lionsgate divulgou novos trailer e pôsteres de “Dupla Explosiva 2” – que vai se chamar oficialmente “Dupla Explosiva 2 e a Primeira Dama do Crime” no Brasil. A prévia enfatiza os aspectos cômicos da trama sem economizar tiros, explosões e muita ação, além de destacar os coadjuvantes de luxo da produção. A continuação do filme de 2017 vai voltar a juntar o guarda-costas traumatizado, vivido por Ryan Reynolds, com o assassino profissional debochado, interpretado por Samuel L. Jackson. Mas dará mais destaque à pistoleira interpretada por Salma Hayek, quase secundária no filme original como esposa do matador. Bem-humorada, a personagem de Hayek rouba as cenas da prévia abaixo, ao se aliar ao guarda-costas para salvar seu marido, após o assassino ser preso por uma gangue mafiosa. Além do trio central, o elenco também destaca Antonio Banderas (“Dor e Glória”) como vilão e o veterano Morgan Freeman (“Truque de Mestre”). Novamente dirigido por Patrick Hughes, que assinou o original, “Dupla Explosiva 2” tem estreia marcada para 16 de junho nos EUA e 1 de julho no Brasil.
Jungle Cruise: Trailer da aventura da Disney reforça lançamento em streaming
A Disney+ divulgou um pôster e o novo trailer de “Jungle Cruise”, aventura estrelada por Dwayne “The Rock” Johnson (“Velozes e Furiosos 8”) e Emily Blunt (“Um Lugar Silencioso”), com cenas que combinam elementos de várias franquias do gênero – de “Indiana Jones” a “Piratas do Caribe”. O material reforça que o filme também será lançado em streaming. “Jungle Cruise” é inspirado num dos passeios mais antigos da Disneylândia, inaugurado em 1955, onde as pessoas viajam a bordo de um barco pitoresco pelo rio de uma selva povoada por animais e tribos “selvagens”. A adaptação de cinema transforma o passeio numa aventura com a premissa típica dos filmes de Indiana Jones, uma busca incansável para encontrar uma “coisa mágica”, perdida em lugar remoto, que pode mudar o mundo, mas que é guardada por “algo sobrenatural” e cobiçada também por inimigos militares com recursos superiores – como um improvável submarino no Rio Amazonas. O filme foi escrito pela dupla Glenn Ficarra e John Requa (“Golpe Duplo”) em parceria com Michael Green (“Logan”), e tem direção de Jaume Collet-Serra (“O Passageiro”). A estreia vai acontecer simultaneamente nos cinemas e em streaming na plataforma Disney+ (por um custo adicional, além da assinatura) no final de julho.
“Um Lugar Silencioso – Parte II” quebra recordes de bilheteria
“Um Lugar Silencioso – Parte II” fez um barulho enorme nas bilheterias em sua estreia neste fim de semana. O lançamento da Paramount quebrou vários recordes de arrecadação da pandemia. Só na sexta (28/5), dia em que chegou aos cinemas, faturou US$ 19,3 milhões no mercado doméstico, a maior bilheteria de um único dia na América da Norte desde o começo das restrições. Até este domingo (30/5), o terror com alienígenas somou US$ 48 milhões nos EUA e Canadá, superando em três dias o recorde de abertura de “Godzilla vs. Kong”, que precisou de cinco dias em cartaz para chegar neste valor. Como o fim de semana é estendido por um feriado local (Memorial Day) na segunda-feira, as projeções apontam uma abertura de quatro dias de US$ 58 milhões, deixando ainda mais evidente o recorde conquistado. O que mais impressiona neste desempenho é que o montante reflete as previsões iniciais para o lançamento do filme… antes da pandemia. Vale lembrar que “Um Lugar Silencioso – Parte 2” deveria ter estreado originalmente em 20 de março de 2020 e chegou a ter projeções de vendas de ingressos na época, baseadas na procura antecipada. Esperava-se que o filme faturasse US$ 60 milhões em seu fim de semana inaugural e a “profecia” se cumpriu, independente do adiamento e da pandemia. “‘Um Lugar Silencioso – Parte II’ é o primeiro lançamento doméstico deste ano a cruzar o limiar de ‘grande fim de semana de abertura devido à pandemia’ para ‘grande fim de semana de abertura, ponto final’, oferecendo uma prova inegável de que a bilheteria doméstica está de volta”, apontou Rich Gelfond, CEO da IMAX em um comunicado. A continuação ainda teve desempenho comparável ao primeiro filme, que abriu com US$ 50 milhões em 2018. Entretanto, o longa original custou apenas US$ 17 milhões, enquanto o segundo teve orçamento de US$ 61 milhões. O terror escrito e dirigido por John Krasinski, e estrelado por sua esposa Emily Blunt, também teve uma boa vendagem internacional. Por enquanto, a distribuição se limitou a 12 países, mas só a China foi responsável por US$ 15 milhões – 66% mais que o filme original. O sucesso ainda se estendeu à crítica, que rasgou elogios à produção e principalmente à direção de Krasinski. A média aferida pelo agregador Rotten Tomatoes foi de 91% de aprovação, altíssima não só para o gênero, mas para títulos que concorrem ao Oscar. O impacto de “Um Lugar Silencioso – Parte II” acabou eclipsando outra grande aposta de Hollywood nas bilheterias do fim de semana. Mas o lançamento simultâneo em streaming pode ter conspirado para um desempenho menos agressivo de “Cruella”. A produção da Disney, que atingiu 72% de aprovação no Rotten Tomatoes, faturou US$ 21,3 milhões em seus três primeiros dias nos cinemas norte-americanos, com projeções apontando um total de US$ 26,5 milhões até segunda-feira. O mercado internacional acrescentou mais US$ 16,1 milhões de 29 países, elevando a soma do faturamento para US$ 37,4 milhões em todo o mundo, com projeções de US$ 42,6 milhões até o Memorial Day. Cinemas da Austrália e Japão sofreram novo apagão no fim de semana, mas outros mercados tradicionais reagiram à pandemia, com o México liderando a arrecadação com US$ 2,6 milhões, seguido pela Coreia do Sul com US$ 2,5 milhões e o Reino Unido com US$ 2,2 milhões. A fábula desencantada ainda liderou as bilheterias em mercados impactados pela covid-19 e que não receberam a continuação de “Um Lugar Silencioso”, incluindo o Brasil. Apesar disso, o desempenho deixou claro que muita gente preferiu assistir a “Cruella” em casa, aproveitando a disponibilidade na plataforma Disney+. Os números do streaming, porém, estão guardados no calabouço de um castelo, cercado por espinhos e pela maldição de uma bruxa que impede seu acesso ao público.
Maurice Capovilla (1936-2021)
O cineasta Maurice Capovilla morreu no sábado (29/5), aos 85 anos, em decorrência de uma doença pulmonar. O anúncio foi feito por sua mulher, Marilia Alvim, em seu perfil no Facebook. Um dos últimos mestres do cinema que nasceu durante a ditadura militar, na encruzilhada entre o enfrentamento e a alegoria, ele sofria de Alzheimer há cinco anos. Capovilla deixou sua marca em obras que retratavam as condições de vida dos brasileiros, como “Bebel, Garota Propaganda” (1968), seu primeira longa-metragem, inspirado no livro “Bebel que a Cidade Comeu”, de Ignácio Loyola Brandão, sobre uma menina pobre contratada para ser o rosto de uma marca de sabonetes. O longa seguinte, “O Profeta da Fome” (1969), marcou época por juntar a estética da fome do Cinema Novo com os temas contraculturais do cinema marginal. Na trama, José Mojica Marins vivia um faquir decadente, que ao ser expulso de um circo pegava a estrada e virava ídolo religioso de uma pequena cidade. Foi um dos raros desempenhos de Mojica no cinema sem representar Zé do Caixão, seu icônico personagem. Três anos depois, os dois trocaram de papéis, com Capovilla virando ator dirigido por Mojica em “O Ritual dos Sádicos” (1970), um dos mais famosos filmes de Zé do Caixão. Ele também filmou “Noites de Iemanjá” (1971), misturando misticismo e terror, e o celebrado drama “O Jogo da Vida” (1977), premiado no Festival de Gramado, com música de João Bosco, Aldir Blanc e Radamés Gnatalli, e atuação inspirada de Lima Duarte, Gianfrancesco Guarnieri e Maurício do Valle como três malandros que ganham a vida com trapaças de sinuca. Como diretor, fez tanto ficções como documentários. Um de seus primeiros curtas, “Subterrâneos do Futebol” (1965), chamou atenção por mostrar o esporte por um ângulo pouco glamouroso, tornando-se pioneiro do “cinema verdade” no país. Outro, “Meninos do Tietê” (1963), foi eleito o melhor filme na 1ª Semana Latino-Americana de Cinema Documental, em Buenos Aires. Ainda gravou “O Último Dia de Lampião” (1975), documentário feito durante sua passagem pela rede Globo, onde foi diretor do “Globo Repórter”. A versatilidade do cineasta também o tornou diretor de núcleo da Rede Bandeirantes. E na Band fez até novela, comandando “O Todo-Poderoso” (1979). Afastado dos cinemas desde 1980, Capovilla voltou em 2003 com “Harmada”, adaptação do romance de João Gilberto Noll com toques de surrealismo e metalinguagem. E encerrou a carreira com “Nervos de Aço” (2016), novo mergulho marginal, que transformava Arrigo Barnabé em ator e propunha releituras dos sambas de Lupicínio Rodrigues num universo teatral.
“Army of the Dead” entra no Top 10 de todos os tempos da Netflix
A Netflix já começou a alardear o sucesso de “Army of the Dead” na plataforma, celebrando sua entrada no Top 10 de seus filmes mais assistidos de todos os tempos. A empresa divulgou uma estimativa de 72 milhões de visualizações para o longa em seu primeiro mês de exibição. Só tem um detalhe: a aventura de terror foi lançada há apenas uma semana. Apesar de ser uma projeção, muita gente – vários sites brasileiros, por exemplo – , embarcaram na confusão de afirmar que o filme recém-lançado deve superar “Resgate”, thriller com Chris Hemsworth, que teve marca maior no mesmo período projetado, por acreditar que os dados seriam referentes à sua primeira semana do lançamento. Não são. A contabilidade da Netflix tem o costume de divulgar projeções de números futuros, evitando abrir dados factuais. O fato é que, depois do comunicado inicial, não toca mais nesses números, sem dizer qual foi realmente a totalização final do período previsto. A menos que haja superação das expectativas, como aconteceu com “Bridgerton”. Outro fator obscuro embutido em seus dados é que a empresa considera que um filme inteiro foi visto se um assinante assistir a somente dois minutos de sua duração. Este balanço futurista e inflado faz parte do estilo triunfal da Netflix, que busca citar sempre números gigantes e esconder fatos negativos. Isto também está por trás da tendência de transformar até cancelamentos em notícias positivas. Nos últimos tempos, em vez de falar em cortes, a plataforma tem anunciado que séries foram renovadas para mais uma temporada, que por acaso serão suas últimas. Já se a decisão for simplesmente tirar do ar, a Netflix opta por ignorar o assunto, deixando elenco e produtores com a missão de dizer aos fãs que suas séries favoritas acabaram, muitas vezes com tramas interrompidas. Não há o tradicional comunicado de agradecimento pelo trabalho realizado. O que é certo em relação a “Army of the Dead” é que a Netflix investiu pesado no filme de Zack Snyder. Além do grande orçamento e uma refilmagem caríssima para trocar um ator na pós-produção, a empresa fez o maior lançamento cinematográfico de sua História ao distribuir o longa em 600 cinemas dos EUA antes da estreia em streaming. Também se adiantou encomendando um filme derivado e uma animação baseada nos personagens, alimentando uma expectativa que ajudou o filme a atingir o 1º lugar na plataforma em 70 países. É um sucesso. Mas não é um sucesso de 72 milhões de visualizações em uma semana. Pelo menos, “Army of the Dead” dispõe de números. Chutados, mas que não deixam de ser parâmetros para avaliar o desempenho do longa em relação a outras contagens similares. Pela matemática da própria Netflix, “Army of the Dead” seria o 9º maior sucesso de seu catálogo de filmes originais, empatado com “O Céu da Meia-Noite”. Isto é mais do que se pode dizer sobre a forma como a HBO Max tratou “Liga da Justiça de Zack Snyder”, filme do mesmo diretor, que não teve nem sequer projeções divulgadas. É um fracasso. Mas é difícil precisar de qual tamanho, embora dados não oficiais da Samba TV tenham apontado meros 1,8 milhão de views. Veja abaixo a lista dos dez maiores sucessos da Netflix com a audiência projetada (e nunca totalizada) pela própria empresa no primeiro mês de exibição. 1. “Resgate” – 99 milhões 2. “Bird Box” – 89 milhões 3. “Troco em Dobro” – 85 milhões 4. “Esquadrão 6” – 83 milhões 5. “Mistério no Mediterrâneo” – 83 milhões 6. “The Old Guard” – 78 milhões 7. “Enola Holmes” – 76 milhões 8. “Power” – 75 milhões 9. “O Céu da Meia-Noite” e “Army of the Dead” – 72 milhões 72 million households are betting on dead. ARMY OF THE DEAD has been the #1 film around the world and is projected to be one of Netflix’s most popular films ever in its first 4 weeks. pic.twitter.com/85foTPFAny — NetflixFilm (@NetflixFilm) May 28, 2021
Diretor de “Coringa” estaria escrevendo sequência
O diretor Todd Phillips, responsável por “Coringa”, já estaria trabalhando na sequência. A notícia foi dada de passagem, sem o menor destaque, numa reportagem do site The Hollywood Reporter sobre os advogados mais poderosos de Hollywood. Ao citar o advogado de Phillips, o texto diz que ele ajudou o diretor a fechar o “acordo para escrever o próximo filme do Coringa”. Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o THR afirma que Phillips fechou contrato para fazer a continuação de “Coringa”. O site insiste sobre o assunto desde novembro de 2019, época em que o “Coringa” ainda estava em cartaz. Na ocasião, Phillips desmentiu a reportagem. Mas ao rebater a informação, disse uma frase cheia de entrelinhas. “Um filme não faz US$ 1 bilhão na bilheteria e você não conversa sobre uma sequência”, afirmou ao site IndieWire. Vencedor do Oscar pelo papel de Coringa, Joaquin Phoenix já se disse disposto a retomar o personagem, dizendo que havia “muito para explorar”, mas que não faria uma continuação “apenas por causa do sucesso do filme”. Vale ressaltar que, apesar da nova publicação da THR, a Warner Bros. não fez nenhum anúncio sobre a possível sequência, apesar de ter apontado, em evento de março passado, que as propriedades da DC Comics seriam prioridade para os próximos anos.
Filmes online: “Cruella” e outras opções de cinema em casa
A expressão “cinema em casa” tem significado literal neste fim de semana, já que a principal estreia do circuito cinematográfico também é destaque na programação de streaming. A Disney lançou “Cruella” simultaneamente nas salas de exibição e em sua plataforma digital (por um custo adicional, além da mensalidade do serviço). A produção é a fábula mais sombria já feita pelo estúdio, superando “Malévola”, mas também apresenta um espetáculo fashion e clima roqueiro capaz de fazer muitos adultos disputarem espaço no sofá ao lado das crianças. Concebido como um prólogo de “101 Dálmatas”, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella, vivida por Emma Stone (“La La Land”) como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que compete com sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente, é claro, de dálmatas. O detalhe é que este não é o único lançamento simultâneo. O documentário “Alvorada”, espécie de “BBB” dos últimos dias de Dilma Rousseff como presidente, também chegou ao mesmo tempo em tela grande e online, disponibilizado em diversas plataformas de VOD. Com ênfase em docs políticos, a lista ainda inclui “Libelu – Abaixo a Ditadura”, sobre movimento estudantil dos anos 1970 e 1980, que venceu o recente festival “É Tudo Verdade”, e um programa duplo do premiado bielorrusso Sergey Loznitsa, “The Trial” e “State Funeral”, que joga luz sobre as perseguições, mentiras e fanatismo do stalinismo. Há também dramatização política, via “Oslo”, que chega no sábado (29/5) na TV paga e no streaming da HBO, com o tema atualíssimo das discussões impossíveis de paz entre palestinos e israelenses. Em outro registro, a identidade israelense também é tema da comédia “Synonymes”, vencedora do Leão de Ouro do Festival de Berlim. A programação se completa com três títulos inéditos nos cinemas nacionais. Um dos últimos filmes estrelados por Johnny Depp, “Cidade de Mentiras” traz o ator investigando o assassinato dos rappers Notorious B.I.G. e Tupac Shakur. Igualmente com ligação musical, “Stardust” acompanha um jovem David Bowie na viagem aos EUA que marcou a grande reviravolta da sua carreira – divisivo, não foi aprovado pela família do cantor que proibiu suas músicas na trilha. Por fim, a maior descoberta da programação. Lançado em 2015 e até então inédito no Brasil, “Black – Amor em Tempos de Ódio” marcou a estreia de Bilall Fallah e Adil El Arbi, dois jovens cineastas belgas de famílias marroquinas que hoje formam uma das duplas mais requisitadas de Hollywood. A história de gangues violentas foi premiada no Festival de Toronto e no circuito europeu, ganhou elogios da crítica e rendeu o convite para os dois gravarem o piloto de “Snowfall” e a sequência “Bad Boys para Sempre”, que se tornou o maior sucesso do cinema americano em 2020. Com esses cartões de visita, foram cortejados pela Marvel, gravaram a vindoura série “Ms. Marvel” e agora estão ligados à DC, onde começam a trabalhar no filme de “Batgirl”. Mas tudo começou com o drama criminal independente abaixo. Confira abaixo os trailers das 10 melhores opções de filmes disponibilizadas em streaming nesta semana. Cruella | EUA | Fantasia (Disney+) Cidade de Mentiras | EUA | Crime (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, SKY Play, Vivo Play, YouTube Filmes) Black – Amor em Tempos de Ódio | EUA | Crime (Reserva Imovision) Oslo | EUA | Drama (HBO Go) Synonymes | França, Israel | Comédia (Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Stardust | Reino Unido | Drama (Apple TV, Google Play, Looke, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) The Trial | Holanda, Rússia | Documentário (MUBI) State Funeral | Holanda, Lituânia | Documentário (MUBI) Alvorada | Brasil | Documentário (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes) Libelu – Abaixo a Ditadura | Brasil | Documentário (Apple TV, Google Play, NOW, Vivo Play, YouTube Filmes)
Pierce Brosnan é médico sinistro em trailer de terror
A plataforma americana Hulu divulgou o trailer do terror “False Positive”. A prévia gira em torno de uma gravidez assistida que faz a futura mamãe achar que há algo muito errado com seu bebê, algo como “O Bebê de Rosemary” (1968). A mamãe também é a autora da história, a comediante Ilana Glazer (de “Broad City”), que envereda pelo terror para falar dos nove meses mais assustadores da vida de uma mulher. Na trama, um casal com problemas de fertilidade procura um especialista para ter um filho. No entanto, após finalmente conseguir engravidar, a protagonista passa a achar o médico milagroso cada vez mais sinistro. Curiosamente, o diretor John Lee também vem de séries de comédia, incluindo a própria “Broad City” (2014-2019), criada e estrelada por Glazer. O elenco destaca Justin Theroux (“The Leftovers”) como o marido, Pierce Brosnan (“Mamma Mia!”) como o obstetra e ainda conta com Sophia Bush (“Chicago P.D.”), Gretchen Mol (“Boardwalk Empire”) e Zainab Jah (“Homeland”). “False Posivite” tem estreia marcada para 25 de junho nos EUA, mas por enquanto não possui previsão de lançamento no Brasil.
Música de Anitta embala novo vídeo de “Velozes e Furiosos 9”
A Universal divulgou um novo vídeo de “Velozes e Furiosos 9” nas redes sociais, dedicado às personagens femininas do filme, que também destaca a música inédita “Furiosa”, gravada pela cantora brasileira Anitta especificamente para a trilha sonora da produção. O novo lançamento da franquia é o que dá mais espaço para as personagens femininas, após Michelle Rodriguez ameaçar abandonar a saga por ter virado quase figurante nas últimas produções. Presente desde o primeiro longa, lançado há 20 anos, ela volta a se reunir com Jordana Brewster, que tinha pulado o filme anterior, além de Nathalie Emmanuel, Helen Mirren, Charlize Theron (que volta a viver a vilã Cipher) e até a rapper Cardi B. Todas elas são destacadas no vídeo abaixo. Dirigido por Justin Lin, que retorna à “família” após um hiato de dois filmes, “Velozes e Furiosos 9” tem estreia marcada para 22 de julho no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA. The women of #F9 came to kick-ass 👊 Watch how they’re raising the bar and get an exclusive listen of @Anitta’s new original song “Furiosa”. pic.twitter.com/XplyiNSNFd — #F9 (@TheFastSaga) May 27, 2021
Tempo: Novo terror de M. Night Shyamalan ganha trailer impactante
A Universal Pictures divulgou o pôster nacional e o primeiro trailer legendado de “Tempo” (Old), novo terror do diretor M. Night Shyamalan (“O Sexto Sentido”, “Fragmentado”). Impactante, a prévia apresenta uma praia isolada, cercada por falésias, em que turistas, incluindo a família principal, são aterrorizados por um inesperado envelhecimento em ritmo acelerado. Em poucos minutos, crianças viram jovem adultos, enquanto os pais começam a enrugar. Para piorar, eles não conseguem deixar o local, enquanto seus corpos apresentam cada vez mais vestígios da passagem mortal do tempo. O filme é uma adaptação da graphic novel francesa “Sandcastle”, de Pierre Oscar Levy e do artista Frederik Peeters, roteirizada pelo próprio Shyamalan. E tem um grande elenco, formado por Gael Garcia Bernal (“Wasp Network”), Thomasin Mackenzie (“Jojo Rabbit”), Vicky Krieps (“Trama Fantasma”), Alex Wolff (“Hereditário”), Eliza Scanlen (“Adoráveis Mulheres”), Aaron Pierre (“Krypton”), Embeth Davidtz (“O Espetacular Homem-Aranha”), Abbey Lee (“Lovecraft Country”), Nikki Amuka-Bird (“Avenue 5”), Rufus Sewell (“O Homem do Castelo Alto”), Emun Elliott (“Fale com as Abelhas”) e Ken Leung (“Inumanos”). A estreia está marcada para 23 de julho nos EUA e 12 de agosto no Brasil.
Trailer revela desafios da continuação do terror “Escape Room”
A Sony divulgou o trailer legendado da continuação do terror “Escape Room”, que foi batizada no Brasil de “Escape Room 2: Tensão Máxima”. No filme original, um grupo de adultos recebe um convite para participar do jogo Escape Room e tentar ser o primeiro a escapar, com direito a ganhar um prêmio de US$ 1 milhão. Mas, ao chegarem lá, os desconhecidos descobrem que a brincadeira é séria, com ameaças reais e armadilhas mortais, e que o convite não foi parar em suas mãos de forma aleatória. A sequência do filme de 2019 volta a trazer Ben (Logan Miller, de “Com Amor, Simon”) e Zoey (Taylor Russell, de “Perdidos no Espaço”), sobreviventes do filme anterior, que descobrem não terem sido os únicos a vencer o desafio aterrorizante. Na trama, eles se depararam com uma nova etapa a ser concluída, desta vez ao lado dos sobreviventes de outros quartos secretos espalhados pelo mundo. Os novos personagens são interpretados por Holland Roden (“Teen Wolf”), Indya Moore (“Pose”), Thomas Cocquerel (“The 100”) e Carlito Olivero (“East Los High: No Ritmo de L.A.”). Roteiro e direção continuam a cargo, respectivamente, de Bragi F. Schut e Adam Robitel. Feito por apenas US$ 9 milhões, o filme original arrecadou mais de US$ 155 milhões nas bilheterias mundiais. A continuação tem estreia marcada para 16 de julho nos EUA, mas apenas 40 dias depois, em 26 de agosto, no Brasil.
Cruella é a principal estreia de cinema da semana
A programação de cinema desta quinta (27/5) destaca a estreia de “Cruella”, que entra em cartaz em cerca de 700 salas de exibição. A produção é a fábula mais sombria já feita pela Disney, superando “Malévola”, mas não é um “Coringa” como muitos imaginaram após os primeiros trailers. O ponto alto é o visual, especialmente por se passar no mundo da moda, e a performance das duas atrizes principais. Concebido como um prólogo de “101 Dálmatas”, o longa se passa nos anos 1970, em Londres, e apresenta Cruella, vivida por Emma Stone (“La La Land”) como uma estilista punk em ascensão (pense em Vivienne Westwood), que planeja se vingar de sua antiga chefe interpretada por Emma Thompson (“MIB: Homens de Preto – Internacional”), enquanto começa a desenvolver uma fascinação por peles de animais — especialmente de, é claro, dálmatas. A história foi concebida por Kelly Marcel (“Cinquenta Tons de Cinza”), que retorna ao universo das fábulas da Disney após assinar “Walt nos Bastidores de Mary Poppins” (2013), e Aline Brosh McKenna, responsável por “O Diabo Veste Prada” (2006), de onde vêm as referências fashion. Mas o roteiro final foi assinado por Dana Fox (“Megarromântico”) e Tony McNamara (“A Favorita”). A direção é de Graig Gillespie (“Eu, Tonya”) e, por curiosidade, a atriz Glenn Close, que viveu a vilã em dois filmes live-action dos “101 Dálmatas” nos anos 1990, também está na equipe como produtora executiva do projeto. A estreia acontece simultaneamente nos cinemas e na Disney+ (por um custo adicional, além da mensalidade da plataforma). Por coincidência, o segundo filme com maior distribuição é estrelado pela intérprete de “Malévola”. “Aqueles Que Me Desejam a Morte” marca a volta de Angelina Jolie às tramas dramáticas após um longo período como estrela de filmes infantis. No thriller de ação, a atriz vive uma bombeira traumatizada. Em vigília contra incêndio numa reserva florestal, ela acaba resgatando um garoto em fuga e passa a ser perseguido por assassinos fortemente armados, que não vacilam em colocar fogo na floresta para eliminá-los. As cenas de perseguição com o pano de fundo de um grande incêndio na região florestal de Montana são o destaque da produção, roteirizada e dirigida por Taylor Sheridan, criador da série “Yellowstone”. “Aqueles Que Me Desejam a Morte” é o terceiro filme dirigido por Sheridan e o primeiro após “Terra Selvagem”, premiado em Cannes em 2017. Ele já foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original por “A Qualquer Custo” (2016). A semana também tem a estreia comercial de “Alvorada”, que é mais um documentário sobre o Impeachment de Dilma Rousseff, e a mediana comédia francesa “Alice e o Prefeito”. Confira abaixo os trailers de todos os títulos em cartaz. Cruella | EUA | 2021 Aqueles que Me Desejam a Morte | EUA | 2021 Alice e o Prefeito | França | 2019 Alvorada | Brasil | 2021












