PIPOCAMODERNA
Pipoca Moderna
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc
  • Filme
  • Série
  • Reality
  • TV
  • Música
  • Etc

Nenhum widget encontrado na barra lateral Alt!

Filme

“Chico Bento 2” é anunciado com retorno de Isaac Amendoim

Sequência voltará a contar com direção de Fernando Fraiha e mostrará nova aventura na Vila Abobrinha

Leia mais
19 de junho de 2026
Filme

Glenn Danzig vai dirigir adaptação de seus quadrinhos de terror

Vocalista do Misfits adaptará "Hellmask", fantasia sombria publicada pela Verotik

Leia mais
19 de junho de 2026
Filme

“O Grinch” terá sequência com retorno de Jim Carrey

Ron Howard deve voltar à direção do novo filme, ainda sem título e previsão de estreia

Leia mais
19 de junho de 2026
  • Filme

    Curta com personagens de “Soul” ganha prévia dublada

    27 de abril de 2021 /

    A Disney+ divulgou o pôster e uma prévia dublada em português de “22 contra a Terra” (22 vs. Earth). Trata-se de um curta animado inédito da Pixar, baseado nos personagens de “Soul”, vencedor do Oscar 2021 de Melhor Animação. A produção é um prólogo centrado na alma cética 22, que volta a ser dublada por Tina Fey em inglês. A história acontece muito antes de 22 conhecer o protagonista de “Soul”, Joe Gardner (dublado por Jamie Foxx), e mostra sua tentativa de criar uma rebelião. O curta vai mostrar 22 desafiando as regras do Grande Antes ao se recusar a ir para a Terra, alistando cinco alminhas novas e inocentes para sua causa – batizada simplesmente de Apocalipse. A direção é assinada por Kevin Nolting, editor de “Soul”, que venceu o Eddie Award, troféu do Sindicato dos Editores, e o Annie Award, considerado o “Oscar da animação”, por seu trabalho no longa da Pixar. Ele também editou outros dois filmes de Pete Docter, diretor de “Soul” – “Up: Altas Aventuras” (2009) e “Divertida Mente” (2015), ambos também vencedores do Oscar. “Enquanto fazíamos ‘Soul’, conversamos sobre o porquê de uma nova alma não querer viver na Terra, mas, em última análise, isso não fazia parte daquele filme”, disse Nolting em comunicado. “’22 contra a Terra’ é uma chance de explorar algumas das perguntas sem respostas que tínhamos sobre o que levou 22 a ser tão cínica. Como sou, eu mesmo, uma pessoa bastante cínica, me pareceu um material perfeito para dirigir.” “22 contra a Terra” vai estrear no streaming da Disney na sexta-feira (30/4).

    Leia mais
  • Filme

    Cole Sprouse e Lana Condor vão estrelar romance espacial

    27 de abril de 2021 /

    A plataforma de streaming HBO Max anunciou a produção de um romance espacial estrelado pelos jovens astros Cole Sprouse (o Jughead de “Riverdale”) e Lana Condor (a Lara Jean da trilogia “Para Todos os Garotos”). Chamada de “Moonshot”, a trama romântica terá ingredientes de ficção científica, pois se passará num futuro distópico em que os humanos colonizaram Marte. O casal central é formado por dois estudantes universitários que compartilham uma viagem ao planeta vermelho para reencontrarem suas famílias de colonizadores. O roteiro foi escrito pelo estreante Max Taxe e a direção está cargo de Christopher Winterbauer, que causou sensação no circuito dos festivais indies americanos em 2019 com seu longa de estreia, a comédia distópica juvenil “Wyrm”. “Moonshot” ainda não tem previsão de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Yasuke: Anime sobre o primeiro samurai negro ganha novo trailer

    27 de abril de 2021 /

    A Netflix divulgou novos pôster e trailer de “Yasuke”, série animada sobre o primeiro samurai negro da História. De acordo com a sinopse oficial: “Ele veio da África para lutar ao lado de um poderoso senhor feudal no violento Japão do século 16 – e se tornou uma lenda”. Coprodução nipo-americana, o projeto foi desenvolvido por LeSean Thomas, diretor e animador da série “Black Dynamite”, e tem produção do estúdio Mappa, responsável por animes como “Dorohedoro” e a temporada final de “Ataque dos Titãs”. Já a dublagem original destaca o ator americano Lakeith Stanfield (indicado ao Oscar 2021 por “Judas e o Messias Negro”) como a voz do personagem-título. Vale lembrar que Yasuke também ganharia um filme, que seria estrelado por Chadwick Boseman (“Pantera Negra”), mas a morte do ator jogou o projeto no limbo. A estreia de série está marcada para quinta-feira (29/4) na Netflix. Veja abaixo o trailer dublado em português e a versão original com a voz de LaKeith Stanfield.

    Leia mais
  • Filme

    Animação criada por Lin-Manuel Miranda ganha primeiro teaser

    27 de abril de 2021 /

    A Netflix divulgou o primeiro teaser de “A Jornada de Vivo”, animação musical que conta com canções originais de Lin-Manuel Miranda, o criador de “Hamilton” e “Em um Bairro de Nova York”. Miranda também estrela a produção, com a voz do personagem-título, um jupará (pequeno mamífero de florestas tropicais) que aparece na prévia como um artista de realejo. Na animação, Vivo passa seus dias tocando música para o público de uma animada praça de Havana, ao lado de seu amado dono e parceiro Andrés (dublado pelo músico cubano Juan de Marcos González). Embora não falem a mesma língua, Vivo e Andrés são a dupla perfeita por compartilharem o mesmo amor pela música. Mas uma tragédia acontece e, quando Andrés recebe uma carta de sua antiga companheira, a famosa musicista Marta Sandoval (dublada pela cantora Gloria Estefan), convidando-o para assistir ao show de despedida dela em Miami, Vivo recebe a missão de entregar uma mensagem de seu dono para Marta em forma de música. Mas para chegar à longínqua terra de Miami, ele terá que contar com a ajuda de uma adolescente elétrica chamada Gabi (a estreante Ynairaly Simo), que segue seus próprios impulsos. O elenco de vozes também inclui Zoe Saldana (“Vingadores: Ultimato”), Brian Tyree Henry (“Godzilla vs. Kong”), Nicole Byer (“Loosely Exactly Nicole”), Michael Rooker (“Guardiões da Galáxia”), Juan de Marcos González, Leslie David Baker (“The Office”), Katie Lowe (“Scandal”), Olivia Trujillo (“For All Mankind”) e Lidya Jewett (“Good Girls”). A história foi concebida por Miranda e Quiara Alegría Hudes, sua parceira no libreto e no roteiro do musical “Em um Bairro de Nova York”, e roteirizada com ajuda do cineasta Kirk DeMicco (“Os Croods”). No comando da direção, DeMicco também trabalhou em parceria com Brandon Jeffords, que estreia como diretor após trabalhar nas animações de “Os Smurfs e a Vila Perdida”, “Hotel Transilvânia 2″ e “Tá Chovendo Hambúrguer 2”. Primeiro longa animado musical da Sony Pictures, “A Jornada de Vivo” deveria ter sido lançado nos cinemas em 4 de junho, mas acabou negociado com a Netflix, que recentemente fechou um contrato de distribuição de catálogo e produção de conteúdos exclusivos com o estúdio. A data da estreia em streaming ainda não foi divulgada.

    Leia mais
  • Filme

    Nove Desconhecidos: Série com Nicole Kidman e Melissa McCarthy ganha trailer sinistro

    27 de abril de 2021 /

    A plataforma Hulu divulgou o primeiro teaser da minissérie “Nine Perfect Strangers” que chama atenção pelo clima sinistro, envolvendo uma espécie de “seita saudável”, e pelo elenco impressionante reunido para a produção. A trama é baseada no livro homônimo de Liane Moriarty, que recebeu o título de “Nove Desconhecidos” no Brasil e acompanha nove pessoas que decidem passar dez dias num spa longe da civilização, sem carro ou celular, buscando uma mudança de vida e saúde. A adaptação está a cargo de David E. Kelley, que anteriormente levou outra obra da escritora para as telas: a série “Big Little Lies”, da HBO. Assim como em “Big Little Lies”, o elenco destaca Nicole Kidman, que vive a diretora do spa. Os demais personagens são vividos por Melissa McCarthy (“Esquadrão Trovão”), Michael Shannon (“A Forma da Água”), Regina Hall (“Viagem das Garotas”), Samara Weaving (“Casamento Sangrento”), Luke Evans (“Velozes e Furiosos 6”), Bobby Cannavale (“O Irlandês”), Tiffany Boone (“Hunters”), Manny Jacinto (“The Good Place”), Melvin Gregg (“Estados Unidos vs. Billie Holiday”), Asher Keddie (“Estado Zero”) e Grace Van Patten (“Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe”). Os oito episódios da minissérie serão dirigidos pelo cineasta Jonathan Levine, dos filmes “Casal Improvável” (2019) e “Meu Namorado É um Zumbi” (2013), e também contarão com roteiros de John-Henry Butterworth, que escreveu “Ford vs. Ferrari” (2019). Ainda não há previsão de estreia.

    Leia mais
  • Filme

    Vin Diesel narra trailer de “Velozes e Furiosos 9” em espanhol

    27 de abril de 2021 /

    A Universal divulgou trailers inéditos de “Velozes e Furiosos 9”, e um deles chama atenção por ser todo narrado em espanhol por Vin Diesel. Os vídeos exploram características da franquia para celebrar a reabertura dos cinemas após a pandemia de coronavírus, utilizando imagens de cenas de ação incríveis, abraços e reencontros de personagens para ilustrar a mensagem. O objetivo é reforçar o fato de que “Velozes e Furiosos 9” será lançado nos cinemas – e somente nos cinemas – a partir de junho no mercado internacional, numa aposta do estúdio. Ainda que as bilheterias estejam se recuperando, o risco é grande para uma franquia tão importante do ponto de vista financeiro. A continuação vai introduzir um novo personagem: o irmão (que nunca tinha sido mencionado!) de Dominic Toretto (Vin Diesel). Interpretado por John Cena (“Bumblebee”), ele vai formar uma aliança com a vilã do capítulo passado, Cypher (Charlize Theron), para se tornar o novo inimigo a ser vencido por Dom, Letty (Michelle Rodriguez), Mia (Jordana Brewster, ausente do filme anterior), Tej (Ludacris), Roman (Tyrese Gibson) e a “novata” Ramsey (Nathalie Emmanuel). O filme também vai trazer de volta um personagem importante do grupo tido como morto: Han (Sun Kang), supostamente assassinado por Deckard Shaw (Jason Satham) no final de “Velozes e Furiosos 6”. Além dele, quem também retorna é Magdalene Shaw, a mãe do (ausente) Shaw, numa participação que finalmente permite à atriz Helen Mirren satisfazer seu desejo de dirigir um dos carros velozes da trama. Mas o retorno mais importante acontece atrás das câmeras: o diretor Justin Lin, que dirigiu quatro filmes da marca bem-sucedida – “Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio” (2006), “Velozes e Furiosos 4” (2009), “Velozes e Furiosos 5: Operação Rio” (2011) e “Velozes e Furiosos 6” (2013). A história foi desenvolvida por Chris Morgan, roteirista de “Velozes e Furiosos” desde a estreia de Justin Lin em 2006, com o roteiro final a cargo de Daniel Casey (da sci-fi “Kin”). A estreia está marcada para 22 de julho no Brasil, um mês após o lançamento nos EUA.

    Leia mais
  • Filme

    Netflix revela trailer de comédia de Carnaval sem pandemia

    26 de abril de 2021 /

    A Netflix divulgou o primeiro trailer de “Carnaval”, comédia que devia se chamar micareta, pois vai estrear em junho no streaming. As imagens são gatilho, como anuncia a própria prévia, pois abusam das aglomerações. É que as filmagens começaram antes da pandemia. Na trama, a influenciadora digital Nina descobre um vídeo de traição do namorado sendo viralizado e, para superar o término, ela usa seus contatos para viajar para Salvador no Carnaval, junto das três melhores amigas, com tudo pago. A premissa lembra comédias de “Viagens das Garotas” recentes de Hollywood, inclusive “Ibiza”, outra produção com locação festiva e turística da Netflix. Apostando em “influencers”, o elenco destaca Flávia Pavanelli (“As Aventuras de Poliana”), GKay (“Os Roni”), Giovanna Cordeiro (“Socorro, Virei uma Garota!”), Bruna Inocencio (“Bom Sucesso”) e Samya Pascotto (“Todas as Mulheres do Mundo”), além de Micael (“Rebelde BR”) e o cantor Jean Pedro (“Tungstênio”) como interesses românticos. O filme tem direção de Leandro Neri (“Socorro, Virei uma Garota!”), que também escreveu o roteiro com Audemir Leuzinger (“Vestida para Casar”) e Luisa Mascarenhas (autora do livro “A Vida Virtual como Ela É”). O lançamento chega à plataforma em 2 de junho.

    Leia mais
  • Filme

    “Druk – Mais uma Rodada” deve ganhar remake com Leonardo DiCaprio

    26 de abril de 2021 /

    Um dia depois de vencer o Oscar de Melhor Filme Internacional, o dinamarquês “Druk – Mais uma Rodada” teve seu remake americano confirmado. Uma joint venture das produtoras Endeavor Content, Appian Way (de Leonardo DiCaprio) e Makeready adquiriu os direitos para realizar a refilmagem em inglês do longa de Thomas Vinterberg. Endeavour e Makeready vão financiar a produção do filme, que pode ser estrelado… por DiCaprio! A comédia dramática dinamarquesa de Vinterberg foi estrelada por Mads Mikkelsen no papel de um professor do ensino médio que resolve se juntar a outros colegas numa experiência: beber moderadamente para melhorar o humor e a vida. Mas se o projeto dá inicialmente certo, logo dá origem ao abuso, levando-o a enfrentar uma crise de meia-idade alimentada pelo alcoolismo. Vinterberg, que também que co-escreveu “Druk – Mais uma Rodada”, deve participar do remake como produtor executivo. Veja abaixo o trailer do filme original. Mas antes de considerar a possibilidade de comparar DiCaprio e Mikkelsen, vele observar que outros remakes de sucessos internacionais premiados, adquiridos com fanfarra por produtores famosos, nunca saíram do papel, como foram os casos do japonês “Pais e Filhos” (2013), de Hirokazu Koreeda, que teve seus direitos negociados por Steven Spielberg, e o alemão “Toni Erdmann” (2016), de Maren Ade, cuja refilmagem deveria tirar Jack Nicholson da aposentadoria.

    Leia mais
  • Filme

    Trailer de “Em Um Bairro de Nova York” supera vibração de “Amor, Sublime Amor”

    26 de abril de 2021 /

    “Amor, Sublime Amor” não é o único musical da Broadway passado num bairro latino de Nova York que vai se materializar nos cinemas em 2021. A Warner aproveitou o intervalo do Oscar, exibido no domingo (26/4) na rede americana ABC, para divulgar o novo trailer de “Em Um Bairro de Nova York”, adaptação do espetáculo “In the Heights”, de Lin-Manuel Miranda (autor do fenômeno “Hamilton”), que pode eclipsar o longa mais tradicional. Comparar é inevitável, já que os trailers de ambos os filmes foram divulgados com intervalo de poucos minutos entre si, nos comerciais do Oscar 2021 nos EUA. E a prévia de “Em Um Bairro de Nova York” é muito mais envolvente, prometendo um espetáculo vibrante e moderno, que contrasta fortemente com o musical tradicional dirigido por Steven Spielberg – ironicamente, “Amor, Sublime Amor” era revolucionário em 1961. Revolucionário, nos dias de hoje, é Lin-Manuel Miranda. O autor concebeu “In the Heights” bem antes de “Hamilton”. A peça chegou na Broadway em 2008 e venceu o Tony de Melhor Musical daquele ano, além do Grammy de Melhor Álbum de Musical. A adaptação cinematográfica é planejada desde essa época. Mas foi preciso o sucesso de “Hamilton” e dos trabalhos de Miranda na Disney para o projeto sair do papel. A Warner pagou US$ 50 milhões só pelos direitos de produção, que estavam nas mãos de Harvey Weinstein, o produtor envolvido no maior escândalo sexual do século. A adaptação foi feita por Marc Klein (“Espelho, Espelho Meu”), responsável por atualizar a trama para os dias do governo Trump, e a direção está a cargo de Jon M. Chu (“Podres de Rico”), que tem experiência no gênero – começou a carreira dirigindo o musical “Ela Dança, Eu Danço 2” (2008) e sua continuação. O elenco conta com o próprio criador do musical, Lin-Manuel Miranda, mas o papel principal pertence a Anthony Ramos (“Ela Quer Tudo”). A dupla já trabalhou junta em “Hamilton”. Outros atores incluem rostos conhecidos de séries, como Stephanie Beatriz (“Brooklyn Nine-Nine”), Dascha Polanco (“Orange Is the New Black”), Corey Hawkins (“24 Horas: O Legado”), Jimmy Smits (“Sons of Anarchy”), Melissa Barrera (“Vida”), Daphne Rubin-Vega (“Crônicas de San Francisco”) e até o cantor Marc Anthony (“Hawthorne”). A estreia de “Em Um Bairro de Nova York” só parece perder feio para “Amor, Sublime Amor” no calendário. O lançamento está prevista para junho, bem distante da temporada de premiação – ao contrário do remake, que reservou dezembro para ser bem lembrado pelos eleitores do Oscar 2022.

    Leia mais
  • Filme

    Remake de “Amor, Sublime Amor” ganha primeiro trailer legendado

    26 de abril de 2021 /

    A 20th Century Studios divulgou o pôster e o primeiro trailer legendado do remake de “Amor, Sublime Amor” (West Side Story), dirigido por Steven Spielberg. A prévia apresenta coreografias, músicas e a caracterização do elenco central, numa recriação de cenas que busca evocar o filme de 60 anos atrás sem modernizar a história para o século 21. Protagonizado por Ansel Elgort (“Em Ritmo de Fuga”) como Tony e a estreante Rachel Zegler, que superou mais de 30 mil candidatas em testes pelo papel de Maria, “Amor, Sublime Amor” é uma versão “musical da Broadway” de “Romeu e Julieta”, passada na Nova York do final dos anos 1950. Além da mudança de locação e época, a trama acrescenta à tragédia shakespeariana de amor proibido elementos de delinquência juvenil, preconceito racial e muita música e dança. O elenco ainda conta com Ariana DeBose (Anita), Ana Isabelle (Rosalia), Corey Stoll (Tenente Schrank), Brian d’Arcy James (Policial Krupke), Curtiss Cook (Abe) e Rita Moreno, que venceu o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante na primeira versão cinematográfica do musical – e é também uma das produtoras executivas do remake. Lançado originalmente na Broadway em 1957, com canções de Leonard Bernstein e letras de Stephen Sondheim, a produção foi transformada em filme em 1961 com direção de Robert Wise (“A Noviça Rebelde”) e do coreógrafo Jerome Robbins (“O Rei e Eu”). Considerado um dos melhores musicais de todos os tempos, o longa original venceu 10 Oscars, incluindo Melhor Filme. A nova versão foi escrita pelo dramaturgo Tony Kushner, que trabalhou com Spielberg em “Munique” (2005) e “Lincoln” (2012), e deve chegar aos cinemas apenas em dezembro. Originalmente, o vídeo de “Amor, Sublime Amor” foi exibido em primeira mão nos EUA durante o intervalo do Oscar, que foi ao ar no domingo (26/4) na rede americana ABC. Por coincidência, o mesmo espaço publicitário também serviu de lançamento para o trailer de um projeto concorrente, “Em Um Bairro de Nova York”, adaptação do espetáculo “In the Heights”, de Lin-Manuel Miranda (autor do fenômeno “Hamilton”), que é outro musical da Broadway passado num bairro latino de Nova York que vai se materializar nos cinemas em 2021.

    Leia mais
  • Filme

    Com recorde de prêmios, Oscar 2021 reconhece qualidade dos filmes de streaming

    26 de abril de 2021 /

    O streaming foi o principal vencedor do Oscar 2021. Graças à pandemia, a distribuição digital consolidou-se como forma utilizada por um número recorde de filmes premiados. Líder do mercado, a Netflix também liderou as plataformas no Oscar, conquistando sete troféus por cinco filmes na noite de domingo (26/4) – e vencendo a categoria de Melhor Documentário pelo segundo ano consecutivo. A Amazon Prime Video ganhou outros dois prêmios por “O Som do Silêncio. Com títulos originalmente feitos para o cinema, a Disney+ e a HBO Max atingiram o mesmo número com “Soul” e “Judas e o Messias Negro”, embora o segundo longa também tenha sido disponibilizado simultaneamente nas salas de exibição. Além disso, a Hulu também distribuiu o vencedor do Oscar “Nomadland” nos EUA, em paralelo ao circuito cinematográfico. Seja qual for a conta – se apenas os 7 da Netflix ou os 16 prêmios totais – , a quantidade de troféus conquistados por filmes distribuídos em streaming eclipsa o recorde anterior de quatro vitórias estabelecidas pela Netflix nas cerimônias realizadas em 2017 e 2019. Em um ano atípico, a Academia permitiu que mais filmes exibidos em streaming disputassem o Oscar, sem ter pelo menos a contrapartida de uma semana de exibição nas salas de cinema. E até agora os organizadores da premiação não indicaram se esse processo excepcional será interrompido ou mantido no próximo ano, podendo virar uma norma regular daqui para frente. Independente de ser ou não exceção, a premiação inevitavelmente reconheceu a qualidade dos lançamentos digitais, dificultando que argumentos contrários à sua incorporação no Oscar possam prosperar no futuro.

    Leia mais
  • Filme

    Nomadland vence o Oscar 2021. Confira todos os premiados

    26 de abril de 2021 /

    Voltando aos eventos presenciais com público reduzido na noite de domingo (25/4), a cerimônia do Oscar 2021 mudou seu palco habitual, evocando um salão de festas na estação de trem Union Station, em Los Angeles. O clima mais intimista permitiu maiores improvisos e naturalidade. Em compensação, a distribuição dos convidados em mesas lembrou o Globo de Ouro, e o ambiente descontraído resultou em agradecimentos mais longos que o habitual. A sucessão de falas só foi aliviada brevemente quando Glenn Close resolveu dançar um rap clássico, criando um momento antológico. Além de discursiva, a cerimônia também buscou confirmar expectativas e premiar os filmes que todos esperavam. Mas não deu o prêmio mais cantado, de Chadwick Boseman como Melhor Ator por “A Voz Suprema do Blues”. Anthony Hopkins ficou com o troféu por “Meu Pai”. O que não pode ser considerado injusto, mas causou desconforto desnecessário graças a uma mudança estratégica na ordem da apresentação dos troféus. A entrega por último do Oscar de Melhor Ator sugeria um encerramento diferenciado, concebido como forma de homenagear Boseman. Entretanto, faltou combinar com os eleitores. Foi um grande anticlímax. Dormindo na hora da premiação, que não teve discursos, Hopkins fez história. Aos 83 anos, tornou-se o ator mais velho premiado pela Academia. Vitórias como a da chinesa Chloé Zhao, segunda mulher a receber o troféu de Melhor Direção – por “Nomadland” e 11 anos após o feito de Kathryn Bigelow com “Guerra ao Terror” – e de Yuh-jung Youn, primeira sul-coreana a vencer um Oscar de interpretação, como Melhor Atriz Coadjuvante por “Minari”, além do Oscar para as primeiras mulheres negras (Mia Neal e Jamika Wilson) na categoria de Maquiagem e Cabelo pelo filme “A Voz Suprema do Blues”, também se destacaram numa cerimônia que avançou a agenda progressista de inclusão em Hollywood. Ao todo, 17 troféus foram conquistados por mulheres, um recorde na Academia, superando os 15 de 2019, até então a maior quantidade de vitórias femininas. Graças ao terceiro Oscar da carreira de Frances McDormand, “Nomadland” também se tornou o filme mais premiado da noite, com três troféus. Um deles, o prêmio principal: Melhor Filme do ano – culminando uma trajetória vencedora que começou em setembro do ano passado com o Leão de Ouro no Festival de Veneza. Em geral, porém, os prêmios foram bem divididos, numa pulverização que não permitiu que nenhuma produção abrisse grande vantagem sobre as demais. Confira abaixo a lista completa dos vencedores do Oscar 2021. Melhor Filme “Nomadland” Melhor Direção Chloé Zhao, por “Nomadland” Melhor Ator Anthony Hopkins, por “Meu Pai” Melhor Atriz Frances McDormand, por “Nomadland” Melhor Ator Coadjuvante Daniel Kaluuya, por “Judas e o Messias Negro” Melhor Atriz Coadjuvante Yuh-jung Youn, por “Minari” Melhor Roteiro Original Emerald Fennell, por “Bela Vingança” Melhor Roteiro Adaptado Christopher Hampton & Florian Zeller, por “Meu Pai” Melhor Fotografia Erik Messerschmidt, por “Mank” Melhor Figurino Ann Roth, por “A Voz Suprema do Blues” Melhor Trilha Sonora Jon Batiste, Trent Reznor & Atticus Ross, por “Soul” Melhor Canção Original “Fight for You” – H.E.R. (“Judas e o Messias Negro”) Melhor Design de Produção Donald Graham Burt e Jan Pascale, por “Mank” Melhor Edição Mikkel E.G. Nielsen, por “O Som do Silêncio” Melhores Efeitos Visuais Andrew Jackson, David Lee, Andrew Lockley e Scott Fisher, por “Tenet” Melhor Cabelo & Maquiagem Sergio Lopez-Rivera, Mia Neal, Jamika Wilson, por “A Voz Suprema do Blues” Melhor Som Nicolas Becker, Jaime Baksht, Michelle Couttolenc, Carlos Cortés e Phillip Bladh, por “O Som do Silêncio” Melhor Documentário “Professor Polvo” Melhor Filme Internacional “Druk – Mais uma Rodada” (Dinamarca) Melhor Animação “Soul” Melhor Curta-metragem “Dois Estranhos” Melhor Curta-metragem de Animação “Se Algo Acontecer… Te Amo” Melhor Documentário em Curta-metragem “Colette”

    Leia mais
  • Filme

    Primeiro protesto da história do Oscar vira documentário

    25 de abril de 2021 /

    O primeiro discurso de protesto do Oscar está completando 48 anos. Mas em vez de ser celebrada pela façanha, a responsável pelo momento histórico lamenta ter sido esquecida – na verdade, segregada – pela indústria cinematográfica norte-americana. Sacheen Littlefeather se tornou mundialmente conhecida ao subir no palco do Dorothy Chandler Pavilion em 1973 para aceitar um Oscar destinado a Marlon Brando. Vencedor do troféu de Melhor Ator Coadjuvante por “O Poderoso Chefão”, Brando decidiu não ir à cerimônia, escalando a jovem de 26 anos como sua representante para receber – ou melhor, recusar – o prêmio. Ela surpreendeu a Academia com seu discurso, ao afirmar que Brando recusava o Oscar em protesto contra a péssima representação de nativos americanos nos filmes de Hollywood, sempre retratados de forma estereotipada. “Quando vocês nos estereotipam, vocês nos desumanizam”, ela apontou, sob uma mistura sonora de vaias e aplausos. Naquele momento, John Wayne, que estava nos bastidores, precisou ser seguro por seis seguranças para não invadir o palco e comprar briga com a jovem indígena. Ninguém estava preparado para o que aconteceu. Foi o primeiro discurso político num Oscar – e a única vez que o troféu foi recusado por seu vencedor. Mas logo depois, e durante muito tempo, o feito foi reduzido a uma pegadinha de Marlon Brando. O desdém foi potencializado quando veio à tona que Sacheen Littlefeather era uma atriz. De fato, Sacheen Littlefeather era uma atriz. Mas uma atriz apache legítima, que após seu discurso histórico nunca mais foi escalada em nenhum filme, precisando abandonar a profissão. Um documentário em curta-metragem sobre essa história, “Sacheen: Breaking The Silence”, foi inscrito entre os trabalhos que buscavam uma indicação ao Oscar 2021 de sua categoria. Mas nem o Oscar deste ano, que supostamente celebra a inclusão, permitiu o desbloqueio da atriz. O filme não foi selecionado. Na nova obra, Littlefeather revela que Brando ficou encantado com sua atuação, mas a abandonou durante a tempestade que se seguiu. Como resultado, ela entrou numa “lista negra” – ou, como diz, “na lista vermelha” – de Hollywood e nunca mais conseguiu trabalhar na indústria. Veja abaixo o discurso histórico e o trailer do documentário.

    Leia mais
 Mais Pipoca
Mais Pipoca 
@Pipoca Moderna 2025
Privacidade | Cookies | Facebook | X | Bluesky | Flipboard | Anuncie