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Filme

“Chico Bento 2” é anunciado com retorno de Isaac Amendoim

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19 de junho de 2026
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19 de junho de 2026
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    Franquia “Uma Noite de Crime” vai acabar. Veja o trailer do último filme

    13 de maio de 2021 /

    A Universal divulgou duas versões do pôster e o trailer legendado de “Uma Noite de Crime: A Fronteira” (The Forever Purge), filme anunciado como o fim da franquia “The Purge”. A prévia mostra a anarquia inevitável, quando o toque do fim da Noite do Expurgo é ignorado por um grupo de mascarados, que continua cometendo crimes e violência sem parar. A trama do novo filme mostrará uma milícia que não se contenta com uma única noite em que todos os crimes são legalizados e decide tocar o terror para além do limite tolerado. O estúdio garante que este será o último filme da franquia produzida pela Blumhouse nos cinemas. Desde que o primeiro filme escrito e dirigido por James DeMonaco foi lançado em 2013, a premissa rendeu mais quatro longas e uma série de TV com duas temporadas. DeMonaco é novamente responsável pela história de “Uma Noite de Crime: A Fronteira”, mas desta vez a direção está a cargo de Everardo Gout, que só fez séries – como “Banshee”, “Marte” e “Expresso do Amanhã”. O elenco, por sua vez, destaca Josh Lucas (“O Segredo: Ouse Sonhar”), Ana de la Reguera (“Army of the Dead: Invasão em Las Vegas”), Cassidy Freeman (“Longmire”), Will Patton (“Minari”) e Leven Rambin (“Jogos Vorazes”). A estreia está marcada para 2 de julho nos Estados Unidos e 19 de agosto no Brasil.

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    “Oxigênio” estreia na Netflix com aprovação maior que filmes do Oscar 2021

    12 de maio de 2021 /

    O suspense francês “Oxigênio” estreou nesta quarta-feira (12/5) na Netflix com elogios rasgados da crítica internacional. A produção atingiu 95% de aprovação na análise do site Rotten Tomatoes, que considerou 41 críticas publicadas nos Estados Unidos. A nota é maior que as dos dois títulos da plataforma indicados para disputar o Oscar 2021 na categoria de Melhor Filme do ano: “Os Sete de Chicago” (89%) e “Mank” (83%). “‘Oxigênio’ não vai deixá-lo sem fôlego, mas deve deixá-lo pensando – e surpreso. Para esse tipo de filme, este talvez seja o combustível mais precioso de todos”, diz o trecho destacado da crítica da rede CNN. Dirigido pelo cineasta francês Alexandre Aja (“Predadores Assassinos”), o filme traz Mélanie Laurent (“Truque de Mestre”) presa em local desconhecido e lutando para sobreviver com oxigênio limitado. Ela acorda isolada em uma cápsula de criogenia, sem memórias e aos poucos percebe que o segredo para sua sobrevivência pode estar na descoberta de sua própria identidade. Apesar da história se concentrar na experiência claustrofóbica da estrela francesa, o elenco também inclui Mathieu Amalric (“O Som do Silêncio!”) e Marc Saez (“Borgia”). Veja o trailer abaixo.

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    Chris Hemsworth comemora 10 anos de Thor com foto de quando era “desconhecido”

    12 de maio de 2021 /

    O astro Chris Hemsworth lembrou de comemorar (tardiamente) os 10 anos de lançamento do primeiro “Thor”. Para marcar o aniversário, que na verdade aconteceu no mês passado, Chris Hemsworth compartilhou uma foto com Tom Hiddleston diante do roteiro do filme, quando foram confirmados como protagonistas da superprodução em 2009. “Este ano marca o 10º aniversário de Thor, quando dois rapazes desconhecidos receberam as chaves do reino”, ele comentou ao lado da imagem. “Tem sido uma viagem e tanto e claramente não envelhecemos um dia”, completou, brincando. Tanto ele quanto Hiddleston estão muito diferentes hoje em dia. Ao lado da imagem, ele também compartilhou um artigo do Vulture, blog do jornal New York Post, que o tempo e as redes sociais trataram de transformar em piada por chamar os dois de “no-names” (desconhecidos). “Dois virtuais desconhecidos receberam as chaves da franquia da Marvel”, diz a publicação. O texto, inclusive, lembra que devemos agradecer a Hiddleston por evitar que Shia LaBeouf assumisse o papel de Loki. “Vamos esperar que eles sigam a dica de J.J. Abrams e invistam o dinheiro que economizaram no casting direto nos efeitos especiais”, completou a publicação. Chris Hemsworth está atualmente filmando o quarto longa da franquia, “Thor: Love and Thunder”, enquanto Tom Hiddleston se prepara para estrelar a primeira série de seu personagem, “Loki”, que chega na Disney+ em 9 de junho. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Chris Hemsworth (@chrishemsworth)

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    Janelle Monae entra na continuação de “Entre Facas e Segredos”

    12 de maio de 2021 /

    Mais um dia, mais um anúncio de casting na continuação de “Entre Facas e Segredos” (Knives Out). A cantora e (cada vez mais) atriz Janelle Monae (“Estrelas Além do Tempo”) tornou-se o mais novo nome ligado ao projeto nesta quarta (12/5), após Edward Norton (“O Incrível Hulk”) na terça e Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) na segunda-feira. Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo, mas a continuação terá outro mistério repleto de astros famosos, que será investigado pelo detetive Benoit Blanc, vivido por Daniel Craig, até aqui o único ator com retorno confirmado do primeiro filme. A produção da sequência era considerada garantida desde que o primeiro “Entre Facas e Segredos” estourou as bilheterias em 2019, surpreendendo com uma arrecadação de US$ 311 milhões para um orçamento inicial de US$ 40 milhões. Relatos de que o cineasta Rian Johnson trabalhava no roteiro da continuação começaram antes mesmo da pandemia, mas o diretor do primeiro filme aproveitou o tempo de isolamento social para finalizar não apenas um, mas dois roteiros da franquia e fechar um acordo milionário com a Netflix para filmá-los. Relatos (não desmentidos) da imprensa americana apontam que Johnson, o produtor Ram Bergman e o astro Daniel Craig devem ganhar US$ 100 milhões cada um pelas produções. A primeira sequência tem previsão de começar a ser rodada na Grécia durante o verão europeu (nosso inverno). Até agora, a Netflix não comentou o orçamento ou o elenco dos novos longas, que serão novamente dirigidos por Johnson.

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    Trailer da comédia “Quem Vai Ficar com Mário?” revela música inédita de Pabllo Vittar

    12 de maio de 2021 /

    A Paris Filmes divulgou o pôster e o trailer de “Quem Vai Ficar com Mário?”, comédia LGBTQIA+ que inclui uma música inédita de Pabllo Vittar em sua trilha sonora. A canção “O Menino e o Espelho” toca ao final da prévia. A trama é uma farsa romântica que evoca os tempos de “A Gaiola das Loucas”, peça de 1973 que já ganhou duas versões de cinema, sempre com atores heterossexuais se passando por gays. “Quem Vai Ficar com Mário?” repete a fórmula em seus papéis centrais, embora os tempos atuais exijam um mínimo de representatividade – gays interpretando gays. Assim como em “A Gaiola das Loucas”, a trama de “Quem Vai Ficar com Mário?” gira em torno de homens gays que precisam se passar por heterossexuais. A diferença é que agora quem vai parar no armário é o filho e não o pai. Claro, há várias outras distinções, mas quando o núcleo estrelado por Nany People (“Acredite, um Espírito Baixou em Mim”), uma legítima representante da comunidade LGBTQIA+, entra em cena, a farsa básica da “mãe” de “A Gaiola das Loucas” é encenada em toda a sua extensão. Daniel Rocha (de “Irmãos Freitas”) vive o Mário do título. Que Mário? Aquele do armário, que resolve visitar sua família tradicional para contar para seu pai (José Victor Castiel, de “Chuteira Preta”) que é gay e mora junto com seu namorado (Felipe Abib, de “Vai que dá Certo”). Mas os planos são atropelados por seu irmão mais velho (Rômulo Arantes Neto, de “Depois a Louca Sou Eu”), que resolve se assumir antes e quase mata o pai conservador. No hospital, o pai coloca Mário à frente da cervejaria da família no lugar do irmão. Pressionado a agir como hetero, o rapaz acaba se envolvendo com Ana (Letícia Lima, de “Amor de Mãe”), uma coach empresarial ousada que veio ajudar a modernizar os negócios. Só que seu namorado resolve visitá-lo e agora eles precisam lidar com a farsa. A maior farsa, porém, é que os citados são todos (menos Nany) atores heteros (pelo que se sabe) vivendo gays que tentam se passar por heteros. Letícia Lima e Daniel Rocha chegaram até mesmo a namorar. O filme tem direção de Hsu Chien (“Ninguém Entra, Ninguém Sai”) e estreia nos cinemas no dia 27 de maio.

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    Veja a cena fortíssima de abertura do novo “Jogos Mortais”

    12 de maio de 2021 /

    A Lionsgate divulgou a cena de abertura de “Espiral – O Legado de Jogos Mortais”. O vídeo contém cenas muito fortes (sangrentas), ao mostrar um policial acusado de mentir em depoimentos oficiais para prender inocentes, que é colocado em uma armadilha mortal e precisa escolher entre perder a língua de maneira dolorosa ou ser atropelado por um trem de metrô. O filme é o segundo desde o suposto “Final” da franquia “Jogos Mortais” e tem como curiosidade o fato de ser estrelado e produzido pelo comediante Chris Rock (“Lá Vêm os Pais”). Na trama, um serial killer sádico inspira-se em Jigsaw para levar adiante novos assassinatos brutais. O detalhe é que, desta vez, seus alvos são policiais. Chris Rock interpreta o detetive encarregado da investigação. O elenco também destaca Samuel L. Jackson (“Capitã Marvel”) como seu pai, Max Minghella (o Nick de “The Handmaid’s Tale”) como seu parceiro, além de Marisol Nichols (a Hermione de “Riverdale”), Zoie Palmer (“Dark Matter”), Nazneen Contractor (“Ramson”) e Dan Petronijevic (“Letterkenny”). Fã de longa data de “Jogos Mortais”, o próprio Chris Rock ajudou a desenvolver a história do filme em parceria com Pete Goldfinger e Josh Stolberg, que roteirizaram “Jigsaw” (2017), o longa mais recente da franquia. Já a direção está cargo de Darren Lynn Bousman, responsável por “Jogos Mortais 2”, “3” e “4”, entre 2005 e 2007. Após vários adiamentos, “Espiral” tem sua estreia marcada para 17 de junho no Brasil, quase um mês depois do lançamento nos EUA, que vai acontecer na próxima semana.

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    Regina King vai filmar quadrinhos premiados

    12 de maio de 2021 /

    A atriz Regina King (vencedora do Oscar por “Se a Rua Beale Falasse”) já tem um novo projeto como diretora, após estrear na função com “Um Noite em Miami” no ano passado. Ela fechou com a Legendary Pictures para comandar a adaptação cinematográfica de “Bitter Root!”, publicação da Image Comics que venceu o prêmio Eisner 2020 (o Oscar dos quadrinhos). Os quadrinhos de David Walker, Chuck Brown e Sanford Greene costumam ser descritos como uma combinação de “Corra!” e “Blade”. A ação acontece no Harlem, bairro negro de Nova York, durante os anos 1920 e gira em torno da família Sangerye, experientes caçadores de criaturas, em luta contra uma ameaça sobrenatural que se alimenta de preconceito e transforma seres humanos em monstros. A metáfora é pouco sutil. De acordo com o anúncio do Legendary: “Por gerações, os Sangeryes têm caçado e curado aqueles infectados por uma força sobrenatural que se alimenta do preconceito e transforma os humanos em monstros. Mas com a maior parte da família morta, os Sangeryes restantes discordam sobre como salvar ou matar os monstros.” O roteiro está a cargo de Bryan Edward Hill, que já abordou caçadores de monstros na série “Ash vs Evil Dead” e também já adaptou quadrinhos como um dos principais roteiristas da série “Titãs”. A produção ainda conta com Ryan Coogler, o diretor de uma das adaptações de quadrinhos mais bem-sucedidas de todos os tempos: “Pantera Negra”, da Marvel. Vale lembrar que a própria Regina King também tem experiência com quadrinhos, após estrelar a série “Watchmen”, baseada em personagens da DC Comics, que lhe rendeu um de seus dois Emmys de Melhor Atriz – ela tem mais dois como Atriz Coadjuvante.

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    Documentário vai celebrar 25 anos de shows lendários do Oasis para 250 mil fãs

    12 de maio de 2021 /

    Os irmãos Noel e Liam Gallagher vão dar um tempo em sua briga fraternal em prol da banda Oasis. Mas não será para novas gravações ou show da retorno. Eles vão se juntar para produzir um novo documentário sobre os famosos shows do Oasis no Knebworth Park, na Inglaterra. Realizadas em 10 e 11 de agosto de 1996, os shows reuniram 250 mil fãs da banda e são considerados os maiores já realizados no Reino Unido. Realizados após o lançamento do disco “(What’s the Story) Morning Glory?”, que tinha hits como “Wonderwall”, “Don’t Look Back in Anger” e “Champagne Supernova”, os shows esgotaram rapidamente, com 2,5 milhões de pessoas candidatando-se a comprar os ingressos – a maior procura por um espetáculo na história britânica. Na época, não havia banda mais popular na Inglaterra. Nem mais arrogante. E o sucesso sem precedentes acabou alimentando egos que já eram grandes antes mesmo da fama. As brigas dos irmãos pelo controle da banda levaram à mudanças de integrantes e trocas de farpas públicas, mas o Oasis persistiu até 2009. A celebração do auge do Britpop será dirigida por Jake Scott para a Sony, que está financiando o filme, visando um lançamento para comemorar os 25 anos das apresentações. Veja abaixo um vídeo de “Columbia” gravado durante o evento histórico, que integra outro documentário: “Oasis: Supersonic”, lançado em 2016.

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  • Filme,  Música

    Disco clássico de Belchior vai ganhar documentário

    12 de maio de 2021 /

    Renato Terra, codiretor de “Uma Noite em 67” (2010), “Eu Sou Carlos Imperial” (2016) e “Narciso em Férias” (2020), encontrou outro tema musical para seu próximo documentário. Ele planeja abordar o disco “Alucinação”, de Belchior (1946-2017). O documentário terá o mesmo nome do álbum lançado em 1976, que registrou um repertório absolutamente clássico, como “Apenas um Rapaz Latino-Americano”, “Velha Roupa Colorida”, “Como Nossos Pais”, “Sujeito de Sorte” e “Como o Diabo Gosta”. E este é só o lado A. O outro lado tem a faixa-título, “Não Leve Flores”, “À Palo Seco”, “Fotografia 3×4” e “Antes do Fim”. Todas as faixas marcaram época. A ideia é explorar as canções como um mergulho na geração que viveu intensamente os anos 1970. As imagens serão costuradas com as canções de Belchior para potencializar lembranças, sensações e sonhos de uma geração que desejou “amar e mudar as coisas”, na definição do comunicado sobre a iniciativa. Terra vai escrever e dirigir o longa, que contará com codireção de Marcos Caetano e Leo Caetano, numa produção da Globo Filmes, GloboNews, Canal Brasil e Inquietude. Relembre abaixo a música que abre o disco.

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    Edward Norton negocia papel na sequência de “Entre Facas e Segredos”

    11 de maio de 2021 /

    O ator Edward Norton (“O Incrível Hulk”) está em negociações para se juntar a Daniel Craig na continuação de “Entre Facas e Segredos”. Ele é o segundo ator cogitado a se juntar ao protagonista no novo filme, após Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”) na segunda-feira (10/5). Os detalhes da trama estão sendo mantidos em sigilo, mas a continuação será outro mistério repleto de astros famosos, que será investigado pelo detetive Benoit Blanc, vivido por Craig. A produção de uma sequência era considerada certa desde que o primeiro “Entre Facas e Segredos” estourou as bilheterias em 2019, surpreendendo com uma arrecadação de US$ 311 milhões para um orçamento inicial de US$ 40 milhões. Relatos de que o cineasta Rian Johnson trabalhava no roteiro da continuação começaram antes mesmo da pandemia, mas o diretor do primeiro filme aproveitou o tempo de isolamento social para finalizar não apenas um, mas dois roteiros da franquia e fechar um acordo milionário com a Netflix para filmá-los. Relatos (não desmentidos) da imprensa americana apontam que Johnson, o produtor Ram Bergman e o astro Daniel Craig devem ganhar US$ 100 milhões cada um pelas produções. A primeira sequência tem previsão de começar a ser rodada na Grécia durante o verão europeu (nosso inverno). A Netflix não comentou o orçamento ou o elenco dos longas, que serão novamente dirigidos por Johnson.

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    Norman Lloyd (1914-2021)

    11 de maio de 2021 /

    O ator, produtor e diretor norte-americano Norman Lloyd, que em mais de 80 anos de carreira colaborou com lendas do cinema como Charles Chaplin e Alfred Hitchcock, morreu dormindo aos 106 anos de idade nesta terça-feira (11/5), em sua casa em Los Angeles. O ator era uma parte da história de Hollywood. Ele adorava entreter colegas e o público de festivais com histórias de suas partidas de tênis com Chaplin, sua amizade com Alfred Hitchcock, o trabalho com o diretor francês Jean Renoir, a beleza da atriz Ingrid Bergman, e sobre com deu a Stanley Kubrick um de seus primeiros empregos na TV. Lloyd começou a se destacar como ator na conhecida Mercury Theatre, companhia de teatro fundada em 1937 pelo ator e diretor Orson Welles. Ele chegou a ser convidado a estrear no cinema em “Cidadão Kane” (1941), primeiro filme dirigido por Welles, mas recusou. Em vez disso, chegou às telas como o personagem-título de “Sabotador”, filme de espionagem dirigido pelo mestre Hitchcock em 1942, onde representou uma cena icônica, ao pular da Estátua da Liberdade no clímax da história. Ele foi outro vilão logo em seguida, em “Amor à Terra” (1945), co-escrito pelo lendário escritor William Faulkner e dirigido por Jean Renoir. Ainda voltou a trabalhar com Hitchcock no clássico noir “Quando Fala o Coração” (Spellbound, 1945), vivendo um paciente na clínica psiquiátrica de Ingrid Bergman. Também foi um soldado no célebre drama de guerra “Um Passeio ao Sol” (1945), de Lewis Milestone. E isso apenas em 1945. Nos anos seguintes, foi dirigido por outros mestres do cinema, como Jules Dassin (“Uma Carta para Eva”, 1946), Anthony Mann (“A Sombra da Guilhotina”, 1949), Jacques Tourneur (“O Gavião e a Flecha”), Joseph Losey (“O Maldito”, 1951), Richard Brooks (“O Milagre do Quadro”, 1951) e, claro, Chaplin. Ele interpretou um coreógrafo em “Luzes da Ribalta” (1952), o segundo longa falado de Chaplin. Inquieto, Lloyd não queria apenas atuar. Depois de participar de mais um filme dirigido por Lewis Milestone, “O Pintor de Almas” (1948), convenceu o cineasta a contratá-lo como assistente de produção, vindo a trabalhar nos bastidores de dois filmes do diretor, “Arco do Triunfo” (1948) e “O Vale da Ternura” (1949). Ao migrar para a TV nos anos 1950, decidiu começar a dirigir. Mas se sentia inseguro na nova função. Por isso, convocou um jovem estagiário para virar diretor de segunda unidade e ajudá-lo a gravar uma minissérie sobre Abraham Lincoln. O rapaz se chamava Stanley Kubrick. Depois disso, ele foi atrás de outro diretor amigo, Alfred Hichcock, para entrar na equipe da série que levava o nome do cineasta. Lloyd acabou virando produtor de “Alfred Hitchcock Apresenta”. Não só isso. Ele dirigiu 19 episódios da série de suspense, consolidando sua carreira de diretor de TV, que se estendeu até os anos 1980. Lloyd também foi o showrunner da série “Alfred Hitchcock Hour” nos anos 1960 e chegou a desenvolver a produção de um filme do diretor, “Short Night”, que Hitchcock filmaria após “Trama Macabra” (1976), mas uma piora na saúde do cineasta nunca permitiu que o projeto saísse do papel. Hitchcock morreu em 1980. Paralelamente a seus trabalhos atrás das câmeras, Lloyd continuou atuando em séries e filmes. Na TV, pareceu em “Galeria do Terror”, “Kojak”, “O Homem da Máfia” e “Jornada nas Estrelas: A Próxima Geração”, além de ter integrado o elenco central da série médica “St. Elsewhere”, responsável por popularizar Denzel Washington. No papel do Dr. Daniel Auschlander, Lloyd participou de todas as seis temporadas da atração, exibidas entre 1982 e 1988. No cinema, continuou colecionando grandes filmes e cineastas maiores, vivendo um médico no terror “As Duas Vidas de Audrey Rose” (1977), de Robert Wise, o diretor da escola do cultuadíssimo “A Sociedade dos Poetas Mortos” (1990), de Peter Weir, o dono de uma firma jurídica em “A Época da Inocência” (1993), de Martin Scorsese, etc. Até se despedir das telas com uma participação em “Descompensada”, de Judd Apatow, em 2015. “Lloyd acendia cada momento em que estivesse presente”, escreveu Apatow na revista Vanity Fair à época. Apesar dessa carreira tão ilustre, Norman Lloyd nunca virou um astro do primeiro time, tanto que um documentário de 2007 sobre sua vida chegou às telas com o título de “Who Is Norman Lloyd?” (Quem é Norman Lloyd).

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    Tom Cruise não se arrepende de bronca na equipe de “Missão Impossível” por aglomeração na pandemia

    11 de maio de 2021 /

    O ator Tom Cruise não se arrependeu da bronca que deu na equipe do filme “Missão Impossível 7”. Um áudio vazado em dezembro de 2020 revelou que o ator xingou, aos gritos, funcionários da produção que teriam desrespeitado os protocolos da covid-19. Em entrevista à revista Empire, o ator mantém sua posição, ressaltando os resultados positivos da ação. “Eu disse o que eu disse. Havia muito em jogo naquele momento… Mas não foi para a equipe inteira. Eu pedi para parte da equipe deixar o set e [a bronca] foi só em algumas pessoas”. Cruise moveu montanhas para “Missão Impossível 7” começar a ser filmado, adotando protocolos que se tornariam padrões na indústria durante a pandemia. “Todas essas emoções estavam passando pela minha cabeça”, disse o ator, sobre o filme ter sido um dos primeiros a serem rodados em meio à pandemia da covid-19. “Para toda a equipe, saber que nós tínhamos começado a produzir o filme, foi um grande alívio. Foi muito emocionante”, acrescentou. A expectativa em torno da produção também estava presente no áudio vazado, dando contexto à bronca. “Eles estão lá em Hollywood fazendo filmes agora por nossa causa. Porque eles acreditam em nós e no que estamos fazendo”, disse Cruise no vazamento. “Fico ao telefone com todos os estúdios da noite, seguradoras, produtores e eles estão nos olhando e nos usando [como modelo] para fazer seus filmes.” Mas apesar de todos os cuidados, a produção precisou ser paralisada durante o registro de cenas em Veneza, na Itália, por contaminação de covid-19 no set. Foi por conta disso que o astro explodiu ao ver membros da equipe ignorando os procedimentos de segurança adequados, amontoando-se em torno de um monitor. “Eu não quero ver isso de novo, nunca. E se você não fizer isso [distanciamento], você será demitido. Se eu vir você fazer de novo, você vai embora”, ameaçou Cruise no áudio. Durante a entrevista com a Empire, ele apontou que, depois disso, a produção do longa-metragem “não foi suspensa novamente”. Não só isso: ninguém pegou covid-19 durante as filmagens, por culpa de pessoas sem senso de responsabilidade. “Missão Impossível 7” tem lançamento previsto para maio de 2022, nos cinemas.

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    Inédito nos cinemas, “Marighella” vaza em sites piratas

    11 de maio de 2021 /

    Ainda inédito nos cinemas brasileiros, o filme “Marighella”, estreia do ator Wagner Moura na direção, vazou em sites piratas no último fim de semana. Desde sábado (9/5), links para baixar o filme surgiram em sites diversos e até em páginas de Facebook, como a da torcida de futebol Palmeiras Antifascita. O vazamento se originou de cópia do streaming oficial americano. O filme está disponível nos EUA desde 30 de abril. A pirataria abriu uma crise na produção, gerando uma reunião de emergência entre Moura, a produtora O2 Filmes e a distribuidora Paris Filmes no começo da noite de segunda-feira (10/5). O objetivo era decidir o que fazer diante do vazamento. Falando à Folha de S. Paulo, o produtor Fernando Meirelles sugeriu adiantar a estreia e disponibilizar o filme em streaming também no Brasil. Entretanto, a decisão foi manter o cronograma anteriormente acertado. Os responsáveis pela produção se manifestaram em comunicado divulgado após a reunião. “‘Marighella’ estreou nos Estados Unidos no dia 30 de abril. O longa foi disponibilizado em algumas plataformas digitais para usuários do país, o que possibilitou o vazamento do filme para a internet no último final de semana. A estratégia de lançamento nos cinemas brasileiros segue a mesma. ‘Marighella’ será lançado oficialmente no segundo semestre”, resume a nota. O filme tem estreia prevista para 20 de novembro e, a princípio, a data se mantém. Paralelamente, as páginas com os links piratas de “Marighella” foram sendo derrubadas durante toda a tarde de segunda. O caso lembra o vazamento do primeiro “Tropa de Elite”, de 2007. Antes da era do streaming, uma versão não finalizada foi desviada da pós-produção e virou DVD, que acabou comercializada por camelôs de todo o país. Isto não impediu o filme de se tornar um fenômeno de bilheterias. “Marighella” está pronto há dois anos. Sua première mundial foi no Festival de Berlim de 2019, sob aplausos, e a estreia nacional estava inicialmente programada para novembro do mesmo ano. Entretanto, o longa passou a enfrentar dificuldades para agendar seu lançamento, a ponto de Wagner Moura acusar o governo de sabotar o planejamento com uma censura burocrática. “Bolsonaro já gastou tempo para detonar o filme e a mim. Quando o presidente de um país se declara pessoalmente contra uma obra cultural específica e um setor específico, não dá para não dizer que não é perseguição política”, ele disse, em entrevista ao colunista Leonardo Sakamoto, do UOL, em 2020. O presidente realmente atacou o filme sem tê-lo visto, assim como vários robôs, que tentaram manipular a nota da produção em sites americanos, chamando atenção das empresas, que derrubaram as mensagens de ódio e mudaram até regras para evitar a prática de “review bombing” – terrorismo virtual. Na nota que vale, o filme atingiu 88% de aprovação da crítica norte-americana, na análise do site Rotten Tomatoes. O “problema” dos bolsonaristas com o filme é a narrativa dos últimos anos da vida do guerrilheiro baiano Carlos Marighella, entre 1964 e 1969, quando ele foi executado em uma emboscada da polícia na época da ditadura militar. Transformado em herói na tela, ele é considerado um bandido comum por quem afirma que a ditadura foi “ditabranda”. Protagonizado por Seu Jorge (“Cidade de Deus””), o elenco também conta com Adriana Esteves (“Benzinho”), Humberto Carrão (“Paraíso Perdido”), Bruno Gagliasso (“Todas as Canções de Amor”) e Herson Capri (“Minha Mãe é uma Peça 3”). Veja abaixo o trailer da produção.

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