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Filme, Série

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6 de novembro de 2026
  • Filme

    Lucy Frye e Debby Ryan são vampiras no trailer de “As Passageiras”

    23 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer legendado de “As Passageiras” (Night Teeth), comédia de terror e ação que volta a trazer Lucy Frye como vampira após “Academia de Vampiros” (2014). A trama segue um estudante falido chamado Benny (Jorge Lendeborg Jr., de “Bumblebee”) que, desesperado por dinheiro, aceita um “bico” para servir como chofer noturno de duas jovens misteriosas, conduzindo-as a várias “festas”, apenas para descobrir que elas são vampiras sanguinárias. As passageiras do título são interpretadas por Lucy Frye e Debby Ryan (“Insaciável”), mas a trama inclui muitos outros vampiros, vividos por estrelas famosas como Megan Fox (“As Tartarugas Ninja”), Sydney Sweeney (“Euphoria”), Alfie Allen (“Game of Thrones”) e Alexander Ludwig (“Vikings”), que travam uma guerra secreta na noite de Los Angeles. Dirigido por Adam Randall (“iBoy”), o filme estreia em 20 de outubro.

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  • Filme

    Trailer chinês de “Duna” destaca batalha pelo planeta Arrakis

    23 de setembro de 2021 /

    A Warner divulgou um novo trailer do remake de “Duna”, desta vez confeccionado para o mercado chinês. A prévia tem ritmo mais lento, mas é repleta de cenas inéditas, que enfatizam a batalha pelo controle do planeta Arrakis. Fãs de ficção científica conhecem de cor a história de “Duna”. Trata-se de um clássico do gênero, originalmente escrito por Frank Herbert em 1965 e levado pela primeira vez às telas em 1984 com direção de David Lynch (o criador de “Twin Peaks”). O material ainda rendeu duas minisséries do canal Syfy e uma franquia literária, que continua a ser estendida, anos após a morte de Herbert, em 1986. Na trama, uma família aristocrática deixa seu planeta para assumir a supervisão da mineração da Especiaria, o elemento mais valorizado do universo, que só existe no mundo de Arrakis. Quem controla a Especiaria tem uma vantagem econômica significativa diante dos adversários, o que faz com que a família real enfrente complôs e sofra um atentado. Mas o filho, Paul Atreides, escapa e procura se vingar, usando a ecologia bizarra de Arrakis como sua principal arma. Em particular, os vermes gigantes que habitam as grandes dunas – e que são os verdadeiros responsáveis pela produção da Especiaria. O elenco reunido para materializar essa história é tão grandioso quanto a escala da produção, com Timothée Chalamet (“Me Chame Pelo Seu Nome”) no papel do protagonista e incluindo ainda Jason Momoa (o “Aquaman”), Josh Brolin (o Thanos de “Vingadores: Guerra Infinita”), Oscar Isaac (“Star Wars: Os Últimos Jedi”), Rebecca Ferguson (“Missão Impossível: Efeito Fallout”), Sharon Duncan-Brewster (“Rogue One: Uma História Star Wars”), Charlotte Rampling (indicada ao Oscar por “45 Anos”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Stellan Skarsgard (“Thor”), Javier Bardem (“007: Operação Skyfall”) e Zendaya (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) – entre outros. A direção é de Denis Villeneuve (“Blade Runner 2049”), que também trabalhou no roteiro com Jon Spaihts (“Prometheus”) e Eric Roth (“Forest Gump”), e a estreia nos cinemas do Brasil está marcada para o dia 14 de outubro.

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  • Etc,  Filme

    Somália volta a ter cinema após 30 anos

    23 de setembro de 2021 /

    A Somália realizou sua primeira exibição de filme em 30 anos na quarta-feira (23/9). O evento foi realizado no Teatro Nacional da Somália, em Mogadíscio, sob forte segurança, enquanto a capital devastada pela guerra civil sonha com uma renovação cultural. O local representa a resistência da Cultura do país, após ter sido alvo de ataque de homens-bomba. A sessão simbólica exibiu dois curtas-metragens do diretor somali IBrahim CM – o terror “Hoos”, sobre uma mulher solteira que se muda para uma casa vazia, e uma comédia intitulada “Date from Hell” – com ingressos vendidos por US$ 10, caro para muitos. Os dois filmes foram escritos e estrelados por Kaif Jama, uma atriz de 24 anos que deixou a Somália quando tinha seis e circulou entre o Quênia e Uganda até se estabelecer no Cairo aos 19 anos. Desde então, ela já fez 60 curtas-metragens e esquetes com o cineasta Ibrahim CM. É a primeira vez que uma obra da dupla foi exibida em seu país natal. Mogadíscio já teve muitas salas de cinema durante seu apogeu cultural, mas todas fecharam depois que a guerra civil estourou em 1991. O próprio Teatro Nacional – construído por engenheiros chineses como um presente de Mao Zedong em 1967 -, que hospedava concertos e peças de teatro ao vivo, foi ocupada por facções dos senhores da guerra, que o transformaram em base militar até cair em ruínas. Ele foi reaberto em 2012, mas duas semanas depois foi explodido por jihadistas da Al Shabaab. O grupo islâmico ligado à Al Qaeda lança ataques regulares em Mogadíscio e considera qualquer forma de entretenimento uma atividade do mal. Apesar de expulsos de Mogadíscio há uma década, ainda mantêm o controle de áreas rurais e se perpetuam como ameaça à volta definitiva das atividades culturais na Somália. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por IBrahim CM (@icm70)

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  • Etc,  Filme

    Quênia proíbe filme de temática LGBTQIAP+: “Afronta à cultura”

    23 de setembro de 2021 /

    O Quênia proibiu a exibição do documentário “I Am Samuel”, que retrata a história de um casal gay. Segundo o governo do país africano, a produção representa uma “afronta à cultura e identidade” do país. Dirigido por Peter Murimi, o filme foi exibido no ano passado nos EUA, durante o Festival de Atlanta, ocasião em que arrancou aplausos da imprensa americana e atingiu 90% de aprovação na média computada pelo portal Rotten Tomatoes. Em contraste com as qualidades vistas pelos críticos dos EUA, o KFCB, Conselho de Classificação de Filmes do Quênia, afirma que o filme é uma blasfêmia e não poderia existir. Em sua avaliação, a entidade reguladora afirmou que o documentário busca propagar “valores que estão em dissonância com nossa constituição, valores culturais e normas”. “Pior ainda, a produção está rebaixando o cristianismo, já que dois gays no filme pretendem conduzir um casamento religioso invocando o nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo”, acrescentou o relato do chefe do KFCB, Christopher Wambua. “I Am Samuel” é o segundo filme LGBTQIA+ proibido no país. O primeiro veto aconteceu com “Rafiki” (2018), que retratava uma história de amor entre duas mulheres e se tornou o primeiro filme queniano exibido no Festival de Cannes. Na ocasião, o Conselho pediu à diretor Wanuri Kahiu para mudar o final, pois foi considerado problemático ao trazer um cenário muito esperançoso e positivo. Kahiu recusou, o que levou à proibição do filme “devido ao seu tema homossexual e clara intenção de promover o lesbianismo no Quênia, contrariando a lei”. O Quênia integra uma lista de países ultraconservadores que ainda têm leis que criminalizam a homossexualidade. Confira abaixo o trailer britânico de “I Am Samuel”.

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  • Filme

    Tom Felton passa mal em torneio de golfe

    23 de setembro de 2021 /

    O ator Tom Felton, que interpretou Draco Malfoy nos filmes de “Harry Potter”, passou mal e desmaiou durante uma partida de golfe beneficente, que reuniu famosos nesta quinta-feira (23/9) nos EUA. Ele foi cercado por espectadores no momento em que caiu no chão. Após receber atendimento médico, ele permaneceu consciente e foi levado em um carrinho-maca para a realização de exames. A disputa do torneio aconteceu em Wisconsin. A atriz Mandy Rose e esportistas como o célebre ex-jogador de futebol italiano Alessandro Del Piero e o surfista Kelly Slater também participavam do evento. Na quarta-feira (22/9), Felton comemorou seu aniversário de 34 anos. Veja abaixo uma foto de Felton saindo de campo após desmaiar. 'Harry Potter' star Tom Felton fell violently ill during a celeb golf tournament, collapsing and unable to leave the course on his own two feet. https://t.co/pPPaE7lmeR — TMZ (@TMZ) September 23, 2021

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  • Filme

    Trailer de “Spencer” destaca Kristen Stewart como Princesa Diana

    23 de setembro de 2021 /

    O estúdio indie Neon divulgou um novo trailer de “Spencer”, em que Kristen Stewart (“As Panteras”) vive a Princesa Diana. A nova prévia é acompanhada por alguns dos muitos elogios recebidos pela atriz durante a exibição do filme nos festivais de Veneza, Telluride e Toronto, que geraram apostas em Oscar por sua transformação impressionante no papel-título. “Spencer” é a terceira cinebiografia da carreira de Stewart, que no passado já tinha convencido como intérprete da atriz Jean Seberg e da roqueira Joan Jett, respectivamente em “Seberg Contra Todos” (2019) e “The Runaways: Garotas do Rock” (2010). O filme tem direção do chileno Pablo Larrain, que há cinco anos retratou outra celebridade poderosa, a ex-primeira dama americana Jacqueline Kennedy em “Jackie” (2016). O roteiro foi escrito por Steven Knight (criador de “Peaky Blinders”) e mostra a Princesa Diana no momento em que decide, durante as férias de Natal com a família real, encerrar seu casamento e sair da monarquia. O título faz referência ao nome de solteira da mãe dos príncipes Harry e William. O elenco também destaca Jack Farthing (“Poldark”) como o Príncipe Charles, além de Timothy Spall (da franquia “Harry Potter”), Sally Hawkins (“A Forma da Água”) e Sean Harris (“Missão: Impossível – Efeito Fallout”). Vale lembrar que a vida da princesa foi abordada recentemente na premiada 4ª temporada de “The Crown”, que consagrou a atriz Emma Corrin no papel, e também no filme “Diana” (2013), do alemão Oliver Hirschbiegel, estrelado por Naomi Watts, que, ao contrário, não agradou nem público nem crítica, atingindo apenas 8% de aprovação no site Rotten Tomatoes. O lançamento comercial foi marcado para 11 de novembro no Brasil, uma semana após a estreia nos cinemas dos EUA e Reino Unido.

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  • Etc,  Filme

    Roger Michell (1956–2021)

    23 de setembro de 2021 /

    O diretor Roger Michell, que fez o popular blockbuster romântico “Um Lugar Chamado Notting Hill”, morreu na quarta-feira (22/9) aos 65 anos. Ao anunciar o falecimento, a família do cineasta não revelou a causa nem o local do falecimento. Nascido na África do Sul, Michell teve uma carreira teatral de sucesso no Reino Unido, com passagens pelo Royal Court Theatre, pela Royal Shakespeare Company, onde foi diretor residente, e pelo National Theatre, entre outros palcos tradicionais do teatro britânico. Ele fez a transição para as telas no começo dos anos 1990, dirigindo a minissérie “Downtown Lagos” (1992) para a BBC e consagrando-se no ano seguinte com a enormemente aclamada “The Buddha of Suburbia” (1993), adaptação do romance homônimo de Hanif Kureishi estrelada pelo então jovem Naveem Andrews (“Lost”). Michell também dirigiu o clipe da música-tema da atração, composta por ninguém menos que David Bowie. Em seguida, assinou seu primeiro longa televisivo, “Persuasion”, adaptação do romance homônimo de Jane Austen, que venceu o BAFTA, troféu da Academia Britânica de Artes Cinematográficas e Televisivas, como Melhor Telefilme de 1995. A repercussão positiva dos trabalhos na TV o levou ao cinema. A estreia aconteceu em 1997 com “My Night with Reg”, drama centrado numa noite de reminiscências de um grupo de homossexuais ingleses depois que um de seus amigos morre de AIDS. Ele ainda fez outro drama, “Lutando Pela Paz” (1998), sobre a tensa situação política na Irlanda do Norte, antes de filmar a obra que mudou o rumo de sua carreira. Escrita pelo mestre das comédias românticas britânicas Richard Curtis, “Um Lugar Chamado Notting Hill” (1999) trazia Julia Roberts como uma estrela de Hollywood que se apaixonava, contra todas as possibilidades, por um livreiro inglês acanhado, interpretado por Hugh Grant. Cheia de personagens pitorescos, cenários londrinos e situações divertidas, a produção virou um fenômeno, estourou bilheterias em todo o mundo e levou Hollywood a assediar o diretor com vários projetos. Michell tentou mostrar versatilidade ao optar por estrear no cinema americano com o suspense “Fora de Controle” (2002), estrelado por Ben Affleck e Samuel L. Jackson. Mas o filme fracassou nas bilheterias. Frustrado, o diretor decidiu retomar a parceria com Hanif Kureishi, filmando dois roteiros do escritor de “The Buddha of Suburbia”: o drama “Recomeçar” (2003), com Daniel Craig, e a comédia “Venus” (2006), que rendeu ao astro Peter O’Toole sua indicação final ao Oscar de Melhor Ator. Ele chegou a ensaiar uma especialização em comédias, fazendo três em sequência: “Uma Manhã Gloriosa” (2010) com Rachel McAdams, “Um Final de Semana em Hyde Park” (2012) com Bill Murray e “Um Fim de Semana em Paris” (2013) com Lindsay Duncan e Jim Broadbent. Mas interrompeu a tendência com a minissérie “The Lost Honour of Christopher Jefferies”, que lhe rendeu um novo BAFTA em 2014, e preferiu variar os estilos de seus últimos longas. Seus trabalhos finais foram a adaptação gótica de “Minha Prima Raquel” (2017), baseada no romance de mistério de Daphne Du Maurier, em que Rachel Weisz viveu uma Viúva Negra fatal, o melodrama “A Despedida”, com Susan Sarandon no papel de uma mãe com doença terminal, e “The Duke” (2020), comédia com Jim Broadbent e Helen Mirren sobre um roubo de arte histórico.

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  • Filme

    “No Ritmo do Coração” é a principal estreia dos cinemas

    23 de setembro de 2021 /

    Os cinemas recebem 13 estreias nesta quinta (23/9), mas a maioria é restrita ao circuito invisível de “arte” – uma dúzia de cinemas nas maiores capitais. Para o grande público que vai aos cinemas de shopping centers, a lista se resume, na verdade, a apenas três lançamentos. Dois deles foram atrações do Festival de Sundance deste ano. O terceiro é mais um longa animado da série infantil “Abelha Maya”. O principal título é “No Ritmo do Coração” (Coda), que venceu Sundance e foi comprado (e exibido) pela Apple TV+ nos EUA. Dilema de partir o coração, o drama gira em torno de uma adolescente (Emilia Jones, de “Locke & Key”) de família surda, que se vê dividida entre perseguir sua paixão pela música ou servir de conexão entre seus pais e o mundo auditivo, como a única capaz de impedir a falência da família. Além de vencer dois troféus de Melhor Filme (do Júri e do Público), a obra de Siân Heder (“Tallulah”) também conquistou prêmios de Melhor Elenco e Melhor Direção no principal festival de cinema independente dos EUA. “A Casa Sombria” não foi premiado em Sundance, mas arrancou muitos elogios durante sua exibição, atingindo 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. No terror, Rebecca Hall (“Professor Marston e as Mulheres-Maravilhas”) vive uma viúva que começa a desvendar os segredos perturbadores de seu marido, recentemente falecido, ao explorar a arquitetura pouco convencional de sua casa. A direção é de David Bruckner (“O Ritual”), que a seguir vai comandar o remake de “Hellraiser”. Há um terror ainda mais bem-avaliado no circuito limitado: “A Chorona”, com 96% no Rotten Tomatoes (a mesma cotação de “No Ritmo do Coração”). Produção guatemalteca, o longa de Jayro Bustamante (“Tremores”) inova ao juntar assombração e política com resultados arrepiantes. Venceu nada menos que 23 troféus internacionais, inclusive no Festival de Veneza. Entre os demais, seis longas são brasileiros, com destaque para o suspense “O Silêncio da Chuva”, de Daniel Filho (“Boca de Ouro”), que volta a trazer às telas o universo dos mistérios policiais do escritor Luiz Alfredo Garcia-Roza. Na trama, ao investigar o assassinato de um empresário, o detetive interpretado por Lázaro Ramos (“Mundo Cão”) se depara com um submundo de corrupção e femme fatales digno dos melhores filmes noir. Outro destaque pela criatividade narrativa é “Dora e Gabriel”, passado quase todo no interior do porta-malas de um carro, onde os personagens do título são jogados após serem sequestrados. A direção é de Ugo Giorgetti (“Festa”), um mestre do cinema de risco. A lista ainda tem “A Garota da Moto”, filme de ação baseado na série do SBT, o drama “Aranha”, indicação do Chile ao Oscar passado, a comédia “A Dona do Barato”, em que Isabelle Huppert (“Elle”) vira traficante, o trash não intencional “O Filho Único do Meu Pai” e três documentários. Os documentários são “Nem Tudo se Desfaz”, análise da eleição de Bolsonaro por Josias Teófilo, diretor de “O Jardim das Aflições” (sobre Olavo de Carvalho, o guru chulo do bolsonarismo), “Oasis Knebworth 1996”, sobre os 25 anos dos dois shows do Oasis no Knebworth Park, que reuniram 250 mil pessoas e se tornaram os maiores já realizados no Reino Unido, e “Você Não é um Soldado”, que acompanha o premiado fotógrafo brasileiro de guerra André Liohn em cenas de tirar o fôlego. Cheia de imagens impactantes, a obra de Maria Carolina Telles (“A Verdada da Mentira”) foi selecionada para três festivais internacionais: Hot Docs, DOXA e Doc Edge Festival, que qualificam ao Oscar. Confira abaixo a relação completa das estreias da semana com seus respectivos trailers.     No Ritmo do Coração | EUA | Drama     A Casa Sombria | EUA | Terror     A Chorona | Guatemala, França | Terror     O Silêncio da Chuva | Brasil | Suspense     Dora e Gabriel | Brasil | Drama     Garota da Moto | Brasil | Ação     Aranha | Argentina, Brasil, Chile | Drama     A Dona do Barato | França | Comédia     O Filho Único do Meu Pai | Brasil | Comédia     A Abelhinha Maya e o Ovo Dourado | Alemanha | Animação     Nem Tudo se Desfaz | Brasil | Documentário     Você Não É um Soldado | Brasil | Documentário     Oasis Knebworth 1996 | Reino Unido | Documentário

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  • Filme

    Gloria Pires será mãe de Maisa em nova comédia

    22 de setembro de 2021 /

    Gloria Pires (“Linda de Morrer”) e Maisa Silva (“Cinderela Pop”) vão estrelar juntas a comédia “Desapega”. Elas compartilharam a novidade num vídeo publicado nas redes sociais. As duas viverão mãe e filha na trama escrita por Leandro Matos (“Amor.com”) e dirigida por Hsu Chien (“Quem Vai Ficar com Mário?”), que começou a ser filmada na terça-feira (21/9). A trama vai mostrar a personagem de Gloria Pires após sete anos de luta contra seu vício em compras. Ela lidera um grupo de apoio a compradores compulsivos, é bem sucedida como organizadora pessoal e está começando um novo romance com o personagem de Marcos Pasquim (“Malhação”). Nada parece ser capaz de abalá-la, até ela receber a notícia de que sua filha única (papel de Maisa), tem planos de sair de casa. Além dos citados, o elenco conta ainda com Malu Valle, Wagner Santisteban, Polly Marinho, Carol Bresolin e Rodrigo Fagundes. O filme é da Rubi Produtora em colaboração com a Bronze Filmes, Audaz Filmes e Telecine. Ainda sem previsão de estreia, o lançamento deve acontecer em 2022. Confira abaixo o vídeo do anúncio da produção. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por +A (@maisa)

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  • Filme

    Lázaro Ramos e Ingrid Guimarães assinam com a Amazon

    22 de setembro de 2021 /

    Revelado o motivo do fim do contrato entre Lázaro Ramos e a Globo. Segundo a coluna de Patricia Kogut no jornal O Globo, o astro já teria começado a trabalhar num projeto novo para a plataforma Amazon Prime Video como diretor. O detalhe é que ele não foi o único ator a trocar a Globo pela Amazon nesta semana. A atriz Ingrid Guimarães também deixou a emissora após 28 anos. Os dois assinaram contratos de exclusividade com a Amazon por prazo longo. Por enquanto, Ingrid está desenvolvendo ideias para novos projetos de streaming. Lázaro Ramos estreou na Globo em 2002, na minissérie “Pastores da Noite” e deixa finalizada uma participação na 2ª temporada de “Aruanas”, ainda inédita, para a plataforma Globoplay. Já Ingrid Guimarães apareceu pela primeira vez na emissora numa participação em “Mulheres de areia”, em 1993, e seu último trabalho no grupo Globo foi como apresentadora do programa “Modo Mãe”, no canal pago GNT. Ambos têm carreiras bem-sucedidas no cinema, especialmente Ingrid, que estrelou uma das trilogias de maior bilheteria do Brasil, “De Pernas pro Ar”. Lázaro, por sua vez, além de atuar tem apostado na carreira de diretor. Seu filme de estreia na nova função, “Medida Provisória”, passou com elogios em festivais internacionais, mas ainda não tem previsão de estreia nos cinemas nacionais.

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  • Filme

    Trailer de novo documentário de Britney Spears revela segredos da tutela

    22 de setembro de 2021 /

    A Netflix divulgou o pôster e o trailer do novo documentário sobre a batalha legal de Britney Spears contra a tutela de seu pai Jaime Spears. Intitulado “Britney vs Spears”, o filme foi produzido após “Framing Britney Spears: A Vida de uma Estrela” denunciar o escândalo judicial que representa a tutela da cantora, determinada numa audiência de 10 minutos em 2007 e que perdura até hoje, enriquecendo o pai da artista. Desde então, o caso ganhou novos e dramáticos desdobramentos, culminando na ida de Britney ao tribunal para denunciar o próprio pai por situação análoga à escravidão, por sua vitória ao conseguir trocar o defensor indicado pela corte por um advogado de sua própria escolha e, finalmente, na decisão de Jaime de desistir da tutela da filha. A prévia do documentário de Erin Lee Carr, diretora do célebre “Mamãe Morta e Querida”, que inspirou a minissérie “The Act”, revela acesso privilegiado e exclusivo a vários documentos secretos da tutela, além de números da fortuna controlada por Jaime. O vazamento desses dados pode estar por trás da súbita mudança do pai de Britney em relação à manutenção da tutela. E também ajudam a explicar a decisão do advogado de Britney de ir até o fim no processo. “Britney vs Spears” estreia em 28 de setembro. A história completa de Britney Spears ainda não foi contada. Meu novo filme documental Britney x Spears estreia dia 28 de setembro. pic.twitter.com/9xSfqLM2lw — netflixbrasil (@NetflixBrasil) September 22, 2021 No more secrets. No more silence. pic.twitter.com/rnc32psgyC — Netflix (@netflix) September 22, 2021

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  • Filme

    Mark Ruffalo posa com Ryan Reynolds ao lado de adesivos de Hulk e Deadpool

    22 de setembro de 2021 /

    O ator Mark Ruffalo postou uma foto dos bastidores de “The Adam Project”, uma comédia sci-fi da Netflix, em que contracena com Ryan Reynolds. Publicada sem contexto, a foto deixou muitos fãs – e sites – desavisados especulando sobre uma possível parceria dos intérpretes do Hulk e Deadpool no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel). Claro que não ajudou nada os dois posarem ao lado de adesivos de seus personagens da Marvel. No filme, Ruffalo interpreta o pai de Reynolds, o que só é possível graças à mágica cinematográfica também conhecida como narrativa de viagem no tempo. Ao estilo de “De Volta ao Futuro”, a trama de “The Adam Project” acompanha o personagem de Reynolds viajando ao passado para encontrar a si mesmo quando tinha 13 anos. Nessa missão – para salvar o mundo! – ele também acaba encontrando seus pais, vividos por Ruffalo e Jennifer Garner – que também foi par no sucesso “De Repente 30”, de 2004. O elenco ainda conta com Zoe Saldana (“Guardiões da Galáxia”), no papel da esposa de Reynolds, e o jovem estreante Walker Scobell como o Reynolds mirim. “The Adam Project” será o segundo longa seguido do astro com direção de Shawn Levy. Os dois fizeram “Free Guy: Assumindo o Controle”, que se tornou um dos grandes sucessos da Disney durante a pandemia. O novo filme ainda não tem previsão de estreia. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Mark Ruffalo (@markruffalo)

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  • Filme

    Peter Palmer (1931–2021)

    22 de setembro de 2021 /

    O ator Peter Palmer, que viveu o personagem de quadrinhos Ferdinando (Li’l Abner) na Broadway e no cinema nos anos 1950, morreu na terça (21/9), um dia após completar 90 anos. A causa não foi informada. Palmer era uma rara combinação de artista e atleta. Por estudar música e ser destaque do time de futebol americano da Universidade de Illinois, sempre cantando o hino nacional antes dos jogos, ele foi convidado a cantar numa edição do programa de variedades “The Ed Sullivan Show”. A apresentação chamou atenção dos produtores da Broadway que buscavam um novo ator para viver o inocente e musculoso Ferdinando na adaptação musical dos quadrinhos. Selecionado sem passar por testes, ele debutou nos palcos de Nova York em 1956. E três anos depois foi escalado para viver o mesmo personagem em “Aventuras de Ferdinando”, filme de Melvin Frank baseado na obra de Al Capp, que tinha até Jerry Lewis em seu elenco. Depois de encarnar o caipirão de bom coração, ele passou a participar de várias atrações televisivas, conseguindo um papel fixo na série “Custer”, de 1967. Palmer ainda apareceu em “M*A*S*H”, “As Panteras”, “Ilha da Fantasia” e vários outros sucessos ao longo das décadas, mas nunca mais recuperou o protagonismo. Ele também retornou à Broadway outras duas vezes, para participar dos musicais “Brigadoon” em 1963 e “Lorelai” em 1974. No cinema, seu último papel foi uma pequena participação em “Edward Mãos de Tesoura”, de Tim Burton, em 1990.

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