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Filme

“O Agente Secreto” chega à Netflix com qualidade 4K neste sábado

Indicado a quatro categorias do Oscar, filme de Kleber Mendonça Filho ganha versão masterizada em HDR para streaming após quatro meses nos cinemas

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6 de março de 2026
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Kleber Mendonça Filho prepara filme ambientado nos anos 1930

Diretor brasileiro revelou detalhes do seu próximo projeto e refletiu sobre a maratona do Oscar ao lado da esposa, a produtora Emilie Lesclaux

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5 de março de 2026
Filme

Estreias: Nova animação da Pixar é o destaque da semana no cinema

Programação também inclui "A Noiva", inspirado em "Frankenstein", um drama japonês indicado ao Oscar 2026 e o relançamento de "Kill Bill" com nova montagem e cenas inéditas

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5 de março de 2026
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    Thor não é mais o mesmo no primeiro teaser de seu novo filme

    18 de abril de 2022 /

    A Marvel divulgou o pôster nacional e o primeiro teaser legendado de “Thor: Amor e Trovão”. A prévia traz Thor fazendo as perguntas existenciais básicas, sobre quem é e quem pretende ser. O visual cabeludo de Chris Hemsworth e a trilha com um clássico do Guns N’ Roses deixa no ar a resposta: um novo Axl Rose? O vídeo tem piadinhas, mas esta foi perdida na edição. Em vez disso, o teaser mostra Thor aproveitando uma vida sem responsabilidades ao lado dos Guardiões da Galáxia, fazendo o que mais gosta: lutar, festejar e até beijar. Ele já não é mais o mesmo quando seu mundo vira do avesso ao ver Mjolnir, seu antigo martelo mágico, cruzando o ar para parar nas mãos de Jane Foster (Natalie Portman), loira e vestida como ele, nos tempos em que era Thor. Escrito e dirigido por Taika Waititi (“Thor: Ragnarok”), o filme vai mostrar como ela assume os poderes de Thor e tem estreia marcada para 7 de julho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA.

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    “Batman” atinge US$ 750 milhões antes da estreia em streaming

    17 de abril de 2022 /

    O filme “Batman” ultrapassou US$ 750 milhões de bilheteria mundial neste domingo (17/4), consolidando-se como a maior arrecadação dos cinemas em 2022, um dia antes de estrear em streaming na HBO Max. O valor total arrecadado é de US$ 751,1 milhões, divididos entre US$ 365 milhões na América do Norte e US$ 386,1 milhões no resto do mundo. A façanha foi comemorada por Jeff Goldstein, presidente de distribuição doméstica da WB, que disse em comunicado: “A incrível resposta que vimos nos cinemas é uma prova do poder duradouro desse icônico super-herói da DC e do enorme apetite por experimente grandes filmes na tela grande. Parabenizamos todos os envolvidos por alcançar este marco impressionante.” Andrew Cripps, presidente de distribuição internacional, ainda acrescentou que o filme “agradou em todos os níveis, atraindo elogios da crítica e grandes multidões em todos os mercados ao redor do mundo. Estamos tão orgulhosos do filme e tão felizes que ele continue a impressionar o público em todos os lugares.” Após os EUA e Canadá (que contabilizam sua arrecadação como um único mercado), os 10 mercados que mais contribuíram com as bilheterias de “Batman” foram o Reino Unido (US$ 53,2 milhões), México (US$ 30,7 milhões), Austrália (US$ 27 milhões), França (US$ 25,9 milhões), Brasil (US$ 22,6 milhões), China (US$ 22,5 milhões), Alemanha (US$ 18,9 milhões), Espanha (US$ 11,8 milhões), Itália (US$ 11,2 milhões) e Japão (US$ 10 milhões). Embora ainda continue em cartaz em vários países, as vendas de ingressos devem diminuir consideravelmente após esta semana, com a disponibilização em streaming. Confira abaixo o trailer oficial do lançamento na HBO Max.

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    “Animais Fantásticos 3” tem pior bilheteria da franquia nos EUA

    17 de abril de 2022 /

    A estreia de “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” não teve o efeito mágico esperado pela Warner Bros. A superprodução milionária, orçada em US$ 200 milhões, abriu com US$ 43 milhões nas bilheterias da América do Norte no fim de semana da Páscoa. Para entender o que este valor significa, é importante lembrar que “Animais Fantásticos e Onde Habitam” estreou com US$ 74,4 milhões no mercado interno em 2016 e sua sequência, “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”, teve uma abertura de US$ 62,2 milhões em 2018. Se a queda de 16% na arrecadação entre o primeiro e o segundo filme já apontava um início de desinteresse do público, “Os Segredos de Dumbledore” registrou um tombo duas vezes maior: 30% atrás do segundo filme. Uma possível compensação para o estúdio foi o desempenho no exterior: US$ 71 milhões, chegando num total global de US$ 193 milhões. Mas os custos elevados obrigam que o faturamento seja três vezes maior para cobrir as despesas de produção – sem levar em conta as despesas de cópias e publicidade (P&A). Os números parecem sinalizar o fim da era dos trouxas. Para quem não sabe, trouxa é como os humanos normais (não mágicos) são chamados no universo de “Harry Potter”. Segundo a crítica, “Os Segredos de Dumbledore” provou o esgotamento da saga. Considerado medíocre, teve apenas 48% de aprovação no Rotten Tomatoes. E após os 36% de “Os Crimes de Grindelwald”, a rejeição aos prólogos já ameaça uma desvalorização da marca “Harry Potter”. Para completar, a franquia é cercada por polêmicas negativas – declarações transfóbicas da roteirista J.K. Rowling, agressão em bar do ator Ezra Miller, demissão de Johnny Depp após julgamento determinar que ele agrediu Amber Heard – , que dificultam muito sua sobrevivência, especialmente após a fusão da Warner com a Discovery e mudanças na condução dos negócios do conglomerado. A Warner Bros. teve pelo menos um motivo para celebrar as bilheterias do fim de semana: “Batman”, de Matt Reeves, ultrapassou a marca de US$ 750 milhões de bilheteria mundial, confirmando seu status de filme mais bem-sucedido de 2022 na véspera de seu lançamento em streaming – nesta segunda (18/4) na HBO Max. O mercado norte-americano ainda destacou duas produções da Paramount no Top 3 das arrecadações. Com US$ 30 milhões em seu segundo fim de semana de exibição, “Sonic 2: O Filme” comemorou o domingo de Páscoa com um total doméstico de US$ 119,6 milhões e US$ 231,8 milhões em todo o mundo. E “Cidade Perdida”, que chega nesta quinta (21/4) nos cinemas brasileiros, acrescentou US$ 6,5 milhões a seu montante para atingir US$ 78,6 milhões domésticos e US$ 99 milhões mundiais. A única novidade da semana na América do Norte foi a estreia de “Luta pela Fé – A História do Padre Stu”, cinebiografia estrelada por Mark Wahlberg, que abriu em 5º lugar com US$ 5,7 milhões. Mas a produção da Sony, que estreia em 19 de maio no Brasil, foi considerada pior que “Os Segredos de Dumbledore”, recebendo apenas 42% de aprovação no Rotten Tomatoes. A maior surpresa ficou por conta do thriller indie “Everything Everywhere All at Once”, que aumentou sua exibição em quase mil telas e, embora tenha chegado em menos cinemas que o “Padre Stu”, faturou US$ 6,1 milhão, ficando em 4º lugar. Além disso, enquanto a crítica lastimou o trabalho de Wahlberg, o filme de ação da A24, estrelado por Michelle Yeoh, foi considerado brilhante, com 97% de resenhas positivas. Infelizmente, é justo este que ainda não tem previsão para o Brasil.

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    Jon Batiste vai estrear como ator na versão musical de “A Cor Púrpura”

    15 de abril de 2022 /

    Depois de vencer o Grammy 2022 de clipe, gravação e álbum do ano, o músico e cantor Jon Batiste vai fazer sua estreia como ator na nova versão de cinema de “A Cor Púrpura”. Originalmente um livro de Alice Walker, “A Cor Púrpura” chegou às telas pela primeira vez em 1985, num filme dirigido por Steven Spielberg, que lançou a carreira da atriz Whoopi Goldberg. A história da mulher negra que luta para encontrar sua identidade após sofrer anos de abusos do pai e do marido, acabou transportada para a Broadway em 2005, numa montagem musical que recebeu 11 indicações ao Tony (o Oscar do teatro), e voltou a ser montada em 2015, quando venceu dois Tonys, incluindo de Melhor Revival Musical. O novo filme será musical como o espetáculo da Broadway e trará o artista como Grady, o marido de Shug Avery (interpretado por Taraji P. Henson, de “Empire”), um pianista de fala doce. Ao lado de seus vários Grammys, Batiste já tem um Oscar na estante, como um dos autores da trilha sonora premiada de “Soul”, animação da Pixar. O elenco de “A Cor Púrpura” ainda inclui Danielle Brooks (“Pacificador”), Colman Domingo (“Fear the Walking Dead”), Corey Hawkins (“The Walking Dead”), a cantora H.E.R., que também estreia como atriz, e destaca Fantasia Barrino, cantora revelada na 3ª temporada do programa “American Idol” (exibida em 2004), no papel principal. Fantasia já teve sua própria história pessoal de abuso transformada em telefilme (“A História de Fantasia Barrino”, de 2006), além de ter estrelado o musical “Soul Kittens Cabaret” em 2011. A adaptação é escrita por Marcus Gardley, roteirista da série “The Chi”, e a produção é comandada por um time poderoso, que incluiu Spielberg, a apresentadora Oprah Winfrey, que estreou como atriz no longa de 1985, o cineasta Scott Sanders (“Black Dynamite”) e o jazzista Quincy Jones, autor da trilha do filme original. Para completar, a direção está a cargo de ganês Blitz Bazawule, que assinou parte do álbum visual “Black Is King”, de Beyoncé. Além de diretor, Bazawule também é músico e compositor e já lançou quatro álbuns, e essa sensibilidade musical, aliada à repercussão de “Black Is King”, tem gerado muita expectativa em torno de seu primeiro longa hollywoodiano. A Warner estabeleceu a data de lançamento em 20 de dezembro de 2023. Veja abaixo o clipe de Jon Batiste que o Grammy 2022 considerou o melhor vídeo musical do ano.

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    Leslie Grace revela planos de continuação de “Batgirl”

    15 de abril de 2022 /

    A atriz Leslie Grace (“Um Bairro em Nova York”) deu uma longa entrevista à revista Variety sobre a experiência de virar a nova Batgirl. Classificando a produção da HBO Max como “insana”, ela comentou como foi contracenar com Michael Keaton, Brandan Fraser e J.K. Simmons, além de revelar que já existem conversas sobre a possível continuação do filme. Ressaltando que a produção da sequência vai depender do desempenho em streaming, ela admitiu conhecer os planos dos diretores Adil El Arbi e Bilall Fallah (de “Bad Boys para Sempre”) para a possível “Batgirl 2”. “Definitivamente, houve algumas conversas sobre o que poderia ser”, afirmou. “Eu vi um pouco do que filmamos, obviamente no playback e tal, mas é insano. Nós já falamos sobre para onde vamos a partir daqui, porque muita coisa acontece nesse filme. Há muitos temas diferentes que tocamos na trama. Não é só a ação. Há uma história de amor, uma relação entre pai e filha. Há um olhar para o mundo por uma lente que não é só preta e branca, mas que vê a cor e o espectro entre as coisas”. Grace contou que as filmagens “superaram tudo o que imaginei”. “Eu tive de invocar algumas coisas em mim que nem sabia que tinha. Foi uma experiência incrível de aprendizado estar no set com veteranos de ação e absorver tudo”. Ao falar de seus “coadjuvantes”, ela revelou que teve mais dificuldades para contracenar com Brendan Fraser. Mas por um motivo inusitada. “Foi muito difícil, porque ele é nosso vilão e eu não deveria gostar dele, mas ele é um enorme ursinho de pelúcia. Ele é uma das melhores pessoas que eu já conheci”. O filme também conta com o veterano Michael Keaton de volta ao papel de Batman/Bruce Wayne, que ele desempenhou na virada dos anos 1980 para os 1990. “Foi selvagem para todo mundo”, ela explicou sobre o impacto da escalação. “Nossos diretores ficaram como duas crianças pequenas. Eles são nerds assumidos de Batman. E ele é o Batman, cara! Eu mal podia acreditar que estava dividindo um espaço com o Batman. Queria dizer mais, mas não posso. Foi insano, surreal, incrível”. “E J.K. Simmons vive o meu pai”, ela continuou. “Eu estava tão nervosa, porque tudo que conseguia imaginar era a voz dele em ‘Whiplash’. Tipo, o que será que ele falaria se eu fizesse algo errado? Então, viramos melhores amigos. E ele me contou todas as ótimas histórias sobre começar a carreira, trabalhar como garçom e em uma pizzaria e tentar ser um ator, fazendo teatro”. Para completar, a atriz adiantou o que os fãs podem esperar das cenas de ação. “Há uma boa dose de loucuras. Tem muito fogo porque, todos sabem, Brendan Fraser está vivendo o Vagalume. Tem fogos insanos. Tem acrobacias insanas. Tem quedas insanas. E Batgirl é uma motoqueira, então você vai ver muita coisa f*da”. Leslie Grace dará vida à primeira Batgirl latina e negra. A personagem nunca tinha sido representada desta forma antes, nem mesmo nos quadrinhos. Introduzida em 1967, quando executivos de televisão encomendaram uma heroína para atrair público feminino para a série “Batman”, que estava perdendo audiência em sua 3ª temporada, Batgirl ganhou as formas da atriz Yvonne Craig, que também serviu como modelo físico para as primeiras artes da personagem, sendo integrada aos quadrinhos quase simultaneamente à sua estreia na TV. Apesar de ter se tornado uma das heroínas mais populares da DC Comics, ela só apareceu no cinema 30 anos depois, quando a loira Alicia Silverstone vestiu seu capuz em “Batman & Robin” (1997). O fracasso de público e crítica daquela produção acabou reforçando a aposentadoria da personagem, que nos quadrinhos virou tetraplégica e passou a adotar a identidade de Oráculo, especializando-se em computação e serviços de inteligência para outros heróis. Essa versão de Barbara Gordon também já foi vista em carne e osso na série “Birds of Prey” (lançada no Brasil com o título equivocado de “Mulher Gato”), interpretada por Dina Meyer em 2002, e na recente 3ª temporada de “Titãs”, vivida por Savannah Welch (“Six”). Enquanto estava confinada numa cadeira de rodas nos quadrinhos, duas outras heroínas (uma asiática e uma loira) assumiram sua identidade, mantendo o nome de Batgirl vivo nas publicações mensais. Até que a DC Comics passou por dois reboots e mudou tudo, voltando a trazer Barbara Gordon em forma e de volta à ação como a Batgirl original. Desenvolvido para a plataforma HBO Max, o filme “Batgirl” tem roteiro de Christina Hodson (“Aves de Rapina”) e chega ainda este ano em streaming, numa data ainda não determinada.

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    Astro de “Riverdale” vai estrelar filme dos Super Gêmeos

    15 de abril de 2022 /

    A HBO Max encontrou seus Super Gêmeos. A produção, baseada nos personagens da DC Comics, será estrelada por KJ Apa (o Archie de “Riverdale”) e Isabel May (a Elsa de “1883”). Eles vão viver Zan e Jayna, que, apesar de aparecerem ao lado de Batman, Superman e outros heróis da DC, na verdade foram criados pela produtora de desenhos animados Hanna-Barbera, como alívio cômico da segunda configuração da popular série “Superamigos” – versão da Liga da Justiça produzida para a TV nos anos 1970. Os personagens foram introduzidos em 1977 em substituição a outros coadjuvantes dos “Superamigos”, os adolescentes sem poderes Wendy e Marvin e seu cachorro. E também ganharam um pet como companhia: Gleek, um macaco azul trapalhão. Jayna tem a habilidade de se transformar em qualquer animal (terrestre, alienígena, extinto ou mitológico), enquanto Zan pode virar água na forma sólida, líquida ou gasosa. O detalhe é que eles só podem mudar de forma após suas mãos entrarem em contato, quando gritam seu famoso bordão: “Super Gêmeos, ativar!”. Foi só após fazer a estreia no desenho que os gêmeos ganharam sua própria revista em quadrinhos. Também participaram de outras produções animadas da DC, como “Jovens Titãs em Ação”, e estrearam em live-action em um episódio de “Smallville”. Além disso, o final do crossover televisivo “Crise nas Infinitas Terras”, que introduziu a Sala da Justiça e a versão dos Superamigos do Arrowverso, fez uma referência a Gleek. As filmagens dos Super Gêmeos (Wonder Twins, em inglês) vão marcar a estreia do roteirista Adam Sztykiel como diretor. Ele já escreveu o roteiro de uma adaptação da Hanna Barbera, a animação “Scooby: O Filme” (2020), e assina o vindouro longa da DC Comics “Adão Negro”, que estreia em outubro nos cinemas. Lembre abaixo como eram os personagens na antiga série animada, com a dublagem nacional original.

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    10 filmes que chegam nas plataformas digitais

    15 de abril de 2022 /

    A programação de lançamentos digitais da semana está cheia de filmes europeus premiados. Mas também têm besteirol brasileiro e um filme de videocassetadas pra quem preferir apenas escapismo. As 10 estreias mais relevantes podem ser conferidas abaixo, com mais detalhes e seus respectivos trailers.   JACKASS PARA SEMPRE | NOW, VIVO PLAY, VOD* Previsto para outubro passado nos cinemas brasileiros, o novo filme da trupe liderada por Johnny Knoxville só chegou nesta sexta (15/4) e exclusivamente nas plataformas digitais. A produção reúne o elenco original de “Jackass” para mais piadas cruéis com eles mesmos, geralmente perigosas e quase sempre absurdas, agora com o auxílio de novos integrantes. A crítica americana achou todos os desafios com risco de morte muito engraçados, o que rendeu 86% de aprovação no Rotten Tomatoes. A direção é de Jeff Tremaine, um dos criadores de “Jackass” na MTV no ano 2000 e responsável por manter as videocassetadas da franquia no cinema desde “Jackass: Cara-de-Pau – O Filme” em 2002. Também como sempre, roteiro e produção levam a assinatura do cineasta Spike Jonze (“Ela”), que é cocriador da série com Tremaine e Knoxville.   HISTÓRIAS DE MENINAS | NOW O grande vencedor do Goya (o Oscar espanhol) do ano passado também chega às plataformas digitais sem cruzar o circuito comercial de cinema. Passado em Zaragoza no início dos anos 1990, numa escola católica para meninas, a trama mostra como a chegada de uma garota vinda de Barcelona apresenta a adolescência para as meninas comportadas do interior e revela que a educação conservadora é cheia de tabus e contradições. O longa de estreia da diretora Pilar Palomero venceu ao todo 29 prêmios internacionais, incluindo o Platino de Melhor Trabalho de Estreia Ibero-americana.   FABIAN – O MUNDO ESTÁ ACABANDO | NOW O Fabian do título é um publicitário que vagueia pelos clubes mais decadentes de Berlim em busca de emoção, até ver seu mundo virar do avesso ao se apaixonar por uma atriz judia. Só que, na Alemanha dos anos 1930, não é apenas seu mundo que está desmoronando… Logo, seus planos e esperanças se tornam rapidamente ultrapassados pela ascensão do nazismo que torna tudo ao seu redor irremediavelmente sombrio. Diferente da primeira adaptação do romance biográfico de Erich Kästner, lançada em 1980, a versão do veterano diretor Dominik Graf (“Duas Irmãs, Uma Paixão”) narra a história do personagem interpretado por Tom Schilling (“Lara”) não como um drama de época, mas como um alerta sobre o presente, alimentado por uma cena de abertura virtuosa, que começa numa estação moderna de metrô de Berlim, antes de emergir em 1931. Afinal, simpatizantes dos nazistas estão voltando ao poder nos dias que correm. Vencedor de três troféus da Academia Alemã de Cinema, inclusive de Melhor Filme de 2021, tem 87% de aprovação no Rotten Tomatoes. OS TRADUTORES | NOW, VIVO PLAY, VOD* O curioso suspense literário francês é basicamente um mistério ao estilo de Agatha Christie sem cadáver. Os suspeitos são nove tradutores trancados em um bunker de luxo para traduzir um aguardado livro que encerra uma trilogia best-seller. Embora estejam confinados sem nenhuma comunicação externa, para evitar qualquer tipo de vazamento, uma crise se instaura quando alguém posta na internet as 10 primeiras páginas do livro e chantageia o editor a pagar 5 milhões de euros para não publicar o restante. Uma caçada se desdobra dentro do bunker em busca ao culpado. Quem matou, ou melhor, vazou o livro? Como uma boa produção “whodunit”, o segundo longa de Régis Roinsard (do delicioso “A Datilógrafa”) reúne um elenco internacional de peso, liderado pelo francês Lambert Wilson (“Matrix Resurrections”), a ucraniana Olga Kurylenko (“Viúva Negra”), a dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (“Westworld”), o inglês Alex Lawther (“The End of the F***ing World”), a portuguesa Maria Leite (“Diamantino”), o italiano Riccardo Scamarcio (“John Wick: Um Novo Dia para Matar”), o espanhol Eduardo Noriega (“Perfeitos Desconhecidos”) e o belga Patrick Bauchau (“A Jovem Rainha”).   LARA | NOW A Lara do título é uma pianista frustrada, que dedicou sua vida para transformar o filho num grande músico. Só que, ao mesmo tempo, tornou o rapaz ressentido pela falta de empatia, ignorando as dificuldades que ele enfrentava para atingir o nível exigido. Em seu aniversário de 60 anos, ela faz planos para ver o primeiro grande concerto de piano do filho. Mas não foi convidada e tudo indica que nem será bem-vinda à apresentação. O que não a impede de comprar todos os ingressos que encontra e distribuí-los para garantir lotação máxima. O drama de Jan-Ole Gerster (“Oh Boy”) venceu 12 prêmios internacionais, com destaque para o troféu de Melhor Atriz conquistado por Corinna Harfouch (“Aqui e Agora”), a Lara, no Festival de Karlovy Vary. Tom Schilling (de “Fabian – O Mundo Está Acabando”) interpreta seu filho.   NO RITMO DA VIDA | NOW, VIVO PLAY, *VOD A produção canadense acompanha um jovem que se cansa de sua cidade e se muda para a casa da avó no interior, dividindo-se entre cuidar da senhorinha que começa a dar sinais de demência e trabalhar como drag queen em um bar local. O primeiro longa de Phil Connell atingiu 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, venceu 10 prêmios em festivais do circuito LGBTQIAP+ e registrou um dos últimos papéis da veterana Cloris Leachman (vencedora do Oscar por “A Última Sessão de Cinema”), intérprete da vovó, que morreu em janeiro do ano passado.   A QUEDA | FILMICCA O longa de estreia da ucraniana Marina Stepanska mostra uma juventude que busca encontrar seu lugar num país que apensas recentemente se libertou da influência soviética. Os personagens principais são Angon, um músico de sucesso que acaba de sair de um período de reabilitação, e Katia, que está prestes a se mudar para Berlim com seu namorado alemão. Um encontro casual cria complicações não intencionais para ambos. Lindamente filmado no interior da Ucrânia, com cenas lentas e questões políticas, conquistou três prêmios da Academia Ucraniana de Cinema, inclusive o troféu de Melhor Atriz para Darya Plakhtiy (“A Sniper Russa”). Todos os lugares vislumbrados na tela estão agora destruídos, assim como os sonhos da geração dos protagonistas.   WHITE BUILDING | MUBI Um jovem enfrenta a perspectiva de demolição do conjunto habitacional em que viveu toda a vida na capital do Camboja, além das pressões da família, amigos e vizinhos que surgem e se cruzam neste momento de mudança repentina. Co-produzido pelo mestre chinês Jia Zhangke (“Amor Até as Cinzas”), o longa de estreia do cambojano Neang Kavich reflete o abandono dos mais pobres pelas autoridades das grandes cidades, que se tornam parceiras da especulação imobiliária. O também estreante Piseth Chhun, ator que vive o protagonista, foi premiado por seu desempenho no Festival de Veneza do ano passado.   JUNTOS E ENROLADOS | NOW, VIVO PLAY, VOD* A nova aposta de humor popular brasileiro traz Cacau Protásio e Rafael Portugal como noivos que resolvem se divorciar em plena festa de casamento. A produção acabou ganhando notoriedade há dois anos e meio devido a ataques racistas contra Protásio, durante filmagens num quartel de bombeiros. A comediante interpreta uma bombeira na história. Ironicamente, o filme é exemplar por fazer humor sem ofender ninguém. Ao contrário, exalta a luta cotidiana dos trabalhadores brasileiros, ainda que apele para todos os clichês possíveis. A direção é de Eduardo Vaisman (“Valentins”) e Rodrigo Van Der Put (“Detetive Madeinusa”) e o elenco ainda reúne veteranos das comédias, como Fafy Siqueira, Neuza Borges, Tony Tornado e Berta Loran.   BABENCO: ALGUÉM TEM QUE OUVIR O CORAÇÃO E DIZER PAROU | GLOBOPLAY O primeiro longa dirigido por Barbara Paz, eleito o Melhor Documentário do Festival de Veneza de 2019, aproveita a intimidade da diretora iniciante com o cineasta veterano. Parceira de vida de Babenco, Paz registrou com belíssima fotografia em preto e branco os últimos instantes do diretor – ele morreu em 2016, depois de uma luta contra o câncer – numa obra que também serve de testamento das realizações de um dos maiores cineastas do Brasil – mesmo ele sendo argentino. Selecionado para representar o Brasil no Oscar do ano passado, a produção teve uma trajetória internacional premiada e atingiu 80% de aprovação no Rotten Tomatoes. Além de grande conquista em Veneza, foi aclamado pela Academia Brasileira de Cinema com quatro troféus, incluindo vitórias nas categorias de Melhor Documentário e Melhor Filme de Estreia.   * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Store e YouTube, entre outras, sem necessidade de assinatura mensal.

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    Vídeo traça trajetória de “Jurassic Park” a “Jurassic World”

    14 de abril de 2022 /

    A Universal divulgou novos pôster e vídeo legendado de “Jurassic World: Domínio”, que destacam o encontro dos personagens de “Jurassic Park” com os protagonistas da nova trilogia. Homenageando o legado do longa original de Steven Spielberg, o diretor Colin Trevorrow (do primeiro “Jurassic World”) explica na prévia que o novo filme é a culminação da história iniciada no cinema no primeiro filme dos dinossauros, de 1993. Já a arte do cartaz é ainda mais sucinta ao dizer que “Domínio” é “a conclusão épica da saga jurássica”. Além de reunir os astros originais de “Jurassic Park” (Sam Neill, Jeff Goldblum e Laura Dern) com as estrelas da franquia atual (Chris Pratt e Bryce Dallas Howard) e seus coadjuvantes (Isabella Sermon, Daniela Pineda, Justice Smith e BD Wong), “Jurassic World: Domínio” introduz novos intérpretes (Mamoudou Athie e DeWanda Wise) para retratar a nova ordem mundial, após os dinossauros serem soltos em meio à civilização contemporânea – situação do final do filme anterior, “Jurassic World: Reino Ameaçado”. O lançamento está marcado para 2 de junho no Brasil, uma semana antes da estreia nos EUA.

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    “Crimes of the Future” ganha teaser bizarro com Kristen Stewart

    14 de abril de 2022 /

    O estúdio indie Neon divulgou o pôster sombrio e o primeiro teaser de “Crimes of the Future”, anunciado nesta quinta (14/4) como parte da mostra competitiva do Festival de Cannes 2022. O vídeo bizarro apresenta o que parecem ser mutações experimentadas pelos protagonistas – Viggo Mortensen (“Green Book”) e Léa Seydoux (“007 – Sem Tempo para Morrer”) – e estudadas pela personagem de Kristen Stewart (“Spencer”). Compartilhando o mesmo título do segundo – e ainda amador – filme de David Cronenberg, lançado em 1970, o longa tem direção do próprio cineasta, mas não é apresentado como um remake. Considerado controverso há meio século, o tema do filme original seria proibidíssimo nos dias de hoje – inclui pedofilia. A trama se passa num futuro não muito distante em que a humanidade aprendeu a alterar a sua própria composição biológica, causando mutações e transformações no corpo. Saul Tenser (Mortensen) é um uma celebridade artística que junto com sua parceira Caprice (Seydoux) exibe publicamente a metamorfose de seus órgãos em performances de vanguarda. Os dois são investigados por Timlin (Kristen Stewart), agente do Registro Nacional de Órgãos, que rastreia obsessivamente os movimentos dos dois e descobre um grupo misterioso, determinado a usar a notoriedade de Saul para lançar luz sobre a próxima fase da evolução humana. Ainda não há previsão de estreia comercial.

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    Festival de Cannes anuncia programação principal sem filmes brasileiros

    14 de abril de 2022 /

    A organização do Festival de Cannes anunciou nessa quinta-feira (14/4) os filmes de sua programação principal de 2022, que serão exibidos entre 17 e 28 de maio no espaço tradicional da Riviera Francesa. Refletindo o desmonte das políticas de incentivo pelo governo Bolsonaro, filmes brasileiros ficaram de fora até mesmo do circuito das exibições paralelas oficiais do festival, três anos após “Bacurau” vencer o Prêmio do Júri do festival francês. A última chance são as seções independentes do evento, como a Quinzena dos Realizadores, Semana da Crítica e Cinéfondation, que ainda não anunciaram seus títulos. No ano passado, “Medusa”, de Anita Rocha da Silveira, destacou-se na Quinzena dos Realizadores e “Cantareira”, de Rodrigo Ribeyro, ficou em 3º lugar na Cinéfondation – ambos continuam inéditos até hoje nos cinemas do Brasil. A maioria dos filmes selecionados deste ano vem da Europa, mas também há representantes da Ásia e da América do Norte. A programação será aberta pela exibição de “Z (comme Z)”, novo filme de Michel Hazanavicius (“O Artista”), e a disputa pela Palma de Ouro contará com longas dirigidos por cineastas acostumados com premiações, como David Cronenberg, os irmãos Dardenne, James Gray, Cristian Mungiu, Ruben Östlund, Park Chan-Wook, Claire Denis, Valeria Bruni Tedeschi e Kelly Reichard. Apesar dos boicotes de outros festivais ao cinema russo, Cannes incluiu em sua seleção uma obra do russo Kirill Serebrennikov, que é dissidente e saiu do país para viver em Berlim. Fora da competição, ainda serão exibidos filmes bastante esperados pelo grande público. Tom Cruise, que vai receber uma homenagem no evento, acompanhará a première mundial de “Top Gun: Maverick”. Outras sessões de gala estenderão o tapete vermelho para o lançamento de “Elvis”, cinebiografia do Rei do Rock dirigida por Baz Luhrmann, e “Three Thousand Years of Longing”, a aguardada volta de George Miller após impactar o cinema com “Mad Max: Estrada da Fúria” há sete anos, além de novos filmes do italiano Marco Bellocchio, do francês Oliver Assayas e do ucraniano Sergei Loznitsa, entre outros. Fãs de música ainda verão documentários inéditos sobre Jerry Lee Lewis (dirigido por Ethan Coen!) e David Bowie. A edição de 2022 será a primeira a acontecer com todos os eventos previstos de forma presencial após dois anos de pandemia. Confira abaixo a programação inicial do evento. Filme de Abertura Z (comme Z), de Michel Hazanavicius Concorrentes à Palma de Ouro Armageddon Time, de James Gray Boy From Heaven, de Tarik Saleh Broker, de Kore-Eda Hirokazu Close, de Lukas Dhont Crimes of the Future, de David Cronenberg Decision to Leave, de Park Chan-Wook Eo, de Jerzy Skolimowski Frere et Soeur, de Arnaud Desplechin Holy Spider, de Ali Abbasi Leila’s Brothers, de Saeed Roustaee Les Amandiers, de Valeria Bruni Tedeschi Nostalgia, de Mario Martone Showing Up, de Kelly Reichardt Stars at Noon, de Claire Denis Tchaïkovski’s Wife, de Kirill Serebrennikov Triangle of Sadness, de Ruben Östlund Tori and Lokita, de Jean-Pierre e Luc Daradenne RMN, de Cristian Mungiu Mostra Um Certo Olhar All the People I’ll Never Be, de Davy Chou Beast, de Riley Koeugh e Gina Gammell Burning Days, de Emin Alper Butterfly Vision, de Maksim Nakonechnyi Corsage, de Marie Kreutzer Domingo and the Midst, de Ariel Escalante Meza Godland, de Hlynur Palmason Joyland, de Saim Sadiq Les Pires, de Lise Akoka e Romane Gueret Metronom,de Alexandru Belc Plan 75, de Hayakawa Chie Rodeo, de Lola Quivoron Sick of Myself, de Kristoffer Borgli The Silent Twins, de Agnieszka Smocynska The Stranger, de Thomas M. Wright Exibições Especiais All That Breaths, de Shaunak Sen Jerry Lee Lewis: Trouble in Mind, de Ethan Coen The Natural History of Destruction, de Sergei Loznitsa Estreias em Cannes Dodoby Panos, de H. Koutras Irma Vep, de Olivier Assayas Nightfall, de Marco Bellocchio Nos Frangins, de Rachid Bouchareb Exibições fora de competição Elvis, de Baz Luhrmann Masquerade, de Nicolas Bedos November, de Cédric Jimenez Three Thousand Years of Longing, de George Miller Top Gun: Maverickby, de Joseph Kosinski Sessões da meia-noite Hunt, de Lee Jung-Jae Moonage Daydream, de Brett Morgen Smoking Makes You Cough, de Quentin Dupieux

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    Thandiwe Newton teria sido demitida de “Magic Mike 3”

    14 de abril de 2022 /

    O jornal britânico The Sun está afirmando que o verdadeiro motivo da saída de Thandiwe Newton do novo filme de “Magic Mike” foi uma briga com o astro e produtor do filme Channing Tatum. Os dois discutiram feio sobre o tapa dado por Will Smith em Chris Rock no Oscar 2022. As posições de Newton e Tatum sobre o assunto não foram reveladas, mas a briga, que ocorreu no início de abril, teria atingido níveis tão “surpreendentes” e “inimaginavelmente cruéis” que Tatum abandonou o set de “Magic Mike’s Last Dance” em Londres. A equipe já estava filmando por 11 dias antes dessa confusão, segundo a reportagem. “Channing Tatum é o produtor e número um no set. Thandie Newton é a estrela número dois. Mas bastaram 11 dias de filmagem para a parceria acabar”, revelou um membro da equipe ao tabloide britânico. “Eles se desentenderam por causa do desastre no Oscar. Eu estava no set quando eles tiveram esse confronto, dentro e fora da casa onde estávamos filmando”, continuou a fonte do jornal. “Foi uma troca de palavras tensa, que de repente isso explodiu. Channing entrou em seu carro e desapareceu”, disse a fonte, acrescentando que Newton se comportava como uma “diva” no set antes da discussão. Após a disputa, Tatum, que interpreta Magic Mike, se recusou a continuar trabalhando com Newton no filme da HBO Max. O diretor Steven Soderbergh tentou acalmar a situação, mas sem sucesso, disse a fonte. A atriz foi dispensada e substituída por Salma Hayek (“Eternos”) na produção. Após a publicação desta reportagem, um porta-voz da Warner Bros. emitiu uma declaração contestando a apuração e alegando que Newton deixou o filme por motivos pessoais. “Thandiwe Newton tomou a difícil decisão de se afastar da produção de ‘Magic Mike’s Last Dance’ da Warner Bros. Pictures para lidar com assuntos de sua família”, disse o comunicado. Um porta-voz da atriz também negou que sua saída do filme aconteceu por uma briga com Tatum: “Este relato é completamente impreciso”. Não foram oferecidos detalhes sobre os “assuntos de família” extremamente urgentes que teriam feito a atriz abandonar um trabalho iniciado há 11 dias. “Magic Mike’s Last Dance” voltará a trazer Channing Tatum como o stripper masculino “Magic” Mike Lane, personagem que é vagamente baseado nas próprias experiências do ator como stripper na Flórida, antes de ficar famoso. Os detalhes da trama não foram divulgados, mas o título indica que o filme (exclusivo da HBO Max) vai encerrar a franquia. pic.twitter.com/H2BA0UqA0s — mediafilm – by filmupdates (@cravemedia_) March 26, 2022

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    Scrat consegue sua noz em vídeo de despedida do estúdio Blue Sky

    14 de abril de 2022 /

    Adquirido pela Disney na compra da 20th Century Fox, o estúdio de animação Blue Sky Studios está fechando. E como despedida, os responsáveis por dar vida aos personagens de “A Era do Gelo”, “Rio” e “O Touro Ferdinando” fizeram um vídeo simbólico, que mostra seu mascote, o esquilinho pré-histórico Scrat de “A Era do Gelo”, finalmente conseguindo pegar e comer sua desejada noz. “Nos últimos dias da Blue Sky Studios, uma pequena equipe de artistas se reuniu para fazer uma cena final. Essa cena é um adeus, uma despedida em nossos próprios termos”, anunciou a equipe. A cena emocionou os fãs das criações do estúdio, que se manifestaram nas redes sociais. “Os 35 segundos mais tristes que eu já vi”, definiu um deles. O vídeo foi disponibilizado na véspera do lançamento de uma série animada com Scrat na Disney+, que introduz um “filho” do esquilo. A produção foi a última realização do Blue Sky. Leia abaixo a íntegra o comunicado de despedida da Blue Sky Studios. “Caros amigos e seguidores, Nos últimos 34 anos, nós, tal como nosso personagem obstinado Scrat, buscamos algo que às vezes parecia inatingível. No entanto, de vez em quando, conseguimos colocar nossos braços em torno de nossas próprias versões dessa bolota indescritível. Infelizmente, não é possível segurar nada para sempre. Nós nos divertimos mais dando vida aos nossos filmes do que qualquer um deveria ser permitido. Esperamos que vocês tenham sido capazes de sentir um pouco dessa alegria. Obrigado, do fundo de nossos corações coletivos da Blue Sky, por estarem conosco todos esses anos. Com tremenda gratidão, o cofundador, Chris Wedge, e seus amigos da Blue Sky Studios”.

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    Faladíssimo, “Medida Provisória” é o filme pra ver no cinema nesta semana

    14 de abril de 2022 /

    Repercutindo durante toda a semana, graças à cobertura ampla da mídia e divulgação espontânea de perfis bolsonaristas contrariados, “Medida Provisória” chega aos cinemas com um dos filmes mais falados do Brasil nos últimos tempos. Nem parece que vai enfrentar um lançamento do universo de “Harry Potter”, tamanha a diferença de expectativa gerada por sua estreia, ainda que “Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore” chegue em mais telas. A programação se completa com um documentário de K-pop e três títulos europeus de 2019, que aguardaram três anos por vaga no circuito limitado, além de sessões de pré-estreia de “DPA 3 – Uma Aventura no Fim no Mundo”, que vai disputar o público infantil de sexta (15) a domingo (17/4), antes do lançamento oficial.   MEDIDA PROVISÓRIA A estreia de Lázaro Ramos como diretor de cinema produziu o filme mais falado do Brasil em 2022, da repercussão causada por sua exibição no “BBB” às redes sociais de políticos da extrema direita em busca de views. Prenúncio do que viraria o Brasil, foi planejado em 2017 e adapta uma peça teatral de 2011, mas bolsonaristas veem claramente o governo de seu mito retratado no pesadelo descrito na tela. Podia ser irônico, mas é mesmo infernal, para usar uma palavra da atriz Taís Araújo. A trama distópica se passa num futuro não muito distante, em que uma nova lei do governo federal de direita manda deportar todos os brasileiros de “melanina acentuada” para o continente africano. Com a desculpa de se tratar de uma reparação histórica, a iniciativa também visa acabar de vez com o racismo no Brasil, deixando o país só com brancos. Aplaudido pela crítica mundial, o filme foi comparado a “Corra!” e “The Handmaid’s Tale” nos EUA, atingindo 92% de aprovação no site americano Rotten Tomatoes. Tem sido exibido e premiado em festivais internacionais desde 2020, mas levou dois anos para chegar ao Brasil por enfrentar dificuldades envolvendo a Ancine, a Agência Nacional do Cinema, problema semelhante ao que também atrasou “Marighella”, de Wagner Moura, outro filme politizado com protagonista negro. Seu elenco destaca o inglês Alfred Enoch (de “Harry Potter” e “How to Get Away with Murder”), Seu Jorge (o “Marighella”), Taís Araújo (“Mister Brau”), Mariana Xavier (“Minha Mãe É uma Peça”), Adriana Esteves (“Benzinho”), Luís Miranda (“Crô em Família”), Renata Sorrah (“Árido Movie”), Jéssica Ellen (“Três Verões”) e o rapper Emicida.   ANIMAIS FANTÁSTICOS: OS SEGREDOS DE DUMBLEDORE O terceiro prólogo de “Harry Potter” levanta a questão do quanto a nova franquia é realmente relevante para os fãs do bruxinho e qual a necessidade de estender sua narrativa de nota de rodapé por mais dois filmes, conforme planos da escritora/roteirista J.K. Rowling e do diretor David Yates, responsáveis por todos os capítulos lançados. Considerado medíocre pela crítica americana (56% de aprovação no Rotten Tomatoes), o filme “revela” os segredos de Dumbledore (Jude Law na versão mais jovem) já conhecidos pelos fãs da franquia: sua paixão pelo maior rival, Grindelwald (Madds Mikkelsen na versão politicamente correta). Representando a emergência do fascismo nos anos 1930, época em que o filme se passa, o vilão tenta transformar seus planos de extermínio em plataforma político-eleitoral, ao mesmo tempo em que o suposto protagonista Newt Scamander (Eddie Redmayne) embarca numa nova missão para justificar a quantidade absurda de coadjuvantes sem função na história, incluindo desta vez uma bruxa vivida pela brasileira Maria Fernanda Cândido (quase sem diálogos).   O TRAIDOR O lançamento tardio do vencedor do David Di Donatello (o Oscar italiano) de 2020 coloca dois filmes com Maria Fernanda Cândido simultaneamente nos cinemas. Coprodução com o Brasil parcialmente bancado pela produtora nacional Gullane, o longa de Marco Bellocchio (“A Bela Que Dorme”) é uma cinebiografia de Tommaso Buscetta (vivido por Pierfrancesco Favino, da série “Marco Polo”), o o primeiro chefe de alto escalão da máfia a se transformar em informante da justiça – o traidor do título. Buscetta viveu o Brasil por um período e a produção tem cenas rodadas no Rio de Janeiro. Em seu primeiro papel internacional, Maria Fernanda interpreta a mulher do mafioso, que o convence a tomar a decisão de cooperar com a justiça italiana em 1984. A repercussão positiva da produção, que conquistou 21 prêmios importantes, abriu as portas para a atriz atuar no exterior. Depois do hollywoodiano “Animais Fantásticos 3”, ela já tem engatilhado o novo filme da francesa Lisa Azuelos (“Rindo à Toa”).   VITALINA VARELA Mistura de documentário e ficção, o filme do premiado diretor português Pedro Costa (“Cavalo Dinheiro”) conta a história da mulher do título, nascida em Cabo Verde, que viu o marido ir embora para Lisboa em 1977, quando arranjou trabalho como pedreiro, e só foi conhecer Portugal recentemente quando ele morreu, para participar do enterro – que perdeu por chegar atrasada. O retrato de sua amargura chama atenção por ser lindamente fotografado, com cada frame assumindo aparência de pintura – visual reforçado pela predileção de filmagens noturnas e em ambientes internos de pouca luz, que conferem às cenas um visual expressionista. Venceu nada menos que 23 prêmios internacionais, inclusive o Sophia (o Oscar português) de 2020 nas categorias de Melhor Filme, Diretor, Atriz (a própria Vitalina Varela), Roteiro, Fotografia e Som (importante por ser um filme quase sem diálogos).   LOLA E O MAR Indicado ao César (o Oscar francês) de 2020, o drama belga conta a história de Lola, uma adolescente trans que conta com o apoio de sua mãe para fazer a transição e mudar de vida. Só que a mãe morre repentinamente, o que leva Lola a bater de frente com seu pai distante e homofóbico, embarcando com ele numa jornada rumo ao mar para cumprir o último desejo da pessoa mais querida de sua vida. A estreante Mya Bollaers, que interpreta Lola, é um grande achado do diretor Laurent Micheli e sua performance valoriza muito a produção.   SEVENTEEN POWER OF LOVE – THE MOVIE A banda de K-pop Seventeen ganha seu primeiro documentário depois de cinco álbuns de platina na Coreia do Sul, trazendo performances musicais e depoimentos de cada um de seus 13 (e não seventeen) integrantes.  

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