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    Kevin Bacon entra em “Um Tira da Pesada 4”

    29 de setembro de 2022 /

    O ator Kevin Bacon se juntou ao elenco de “Um Tira da Pesada 4”. O quarto filme vai se chamar “Um Tira da Pesada: Axel Foley” (Beverly Hills Cop: Alex Foley) e trará Eddie Murphy de volta ao papel de Alex Foley, o policial de Detroit que, até aqui, viajou três vezes a Los Angeles para resolver casos ao longo da franquia. Quatro atores dos filmes originais também voltarão na continuação: Judge Reinhold e John Ashton, que viveram os detetives Billy Rosewood e o Sargento Taggart, ajudantes atrapalhados de Foley em Los Angeles; Paul Reiser, o parceiro original de Foley em Detroit, chamado Jeffrey Friedman; e Bronson Pinchot, que viveu Serge, um funcionário atrevido de galeria de arte. Eles se juntarão a novos personagens interpretados por Joseph Gordon-Levitt (“Os 7 de Chicago”) e Taylour Paige (“Zola”), que, assim como Bacon, não tiveram seus papéis divulgados. “Um Tira da Pesada: Axel Foley” vai retomar uma franquia interrompida há 28 anos. Os três primeiros filmes foram lançados em 1984, 1987 e 1994, respectivamente, e faturaram um total de US$ 735,5 milhões em todo o mundo. A continuação foi escrita por Will Beall (“Aquaman”) e tem direção de Mark Molloy, que assina seu primeiro longa-metragem após ganhar vários prêmios por seu trabalho em publicidade. Já a produção continua a cargo de Jerry Bruckheimer, responsável pela trilogia original. O projeto foi acelerado após Eddie Murphy estrelar com sucesso outra sequência dos anos 1980, “Um Príncipe em Nova York 2”, que virou um dos filmes mais vistos da Amazon Prime Video. O lançamento vai acontecer na Netflix, mas ainda não há previsão de estreia.

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    Ryan Reynolds e Hugh Jackman “explicam” retorno de Wolverine em “Deadpool 3”

    28 de setembro de 2022 /

    Após revelar que Hugh Jackman voltará como Wolverine em “Deadpool 3”, Ryan Reynolds publicou um novo vídeo nas redes sociais, em que se junta a Jackman para abordar as dúvidas que o anúncio possa ter suscitado. Mas a única explicação oferecida é que “‘Logan’ é ‘Logan'”. Ou seja, Wolverine continua morrendo naquele filme, que se passa no futuro – em 2029 – , enquanto a história de “Deadpool 3” é… segredo. Com explicações abafadas pelo som de “Wake Me Up Before You Go-Go”, antigo hit do grupo Wham, eles aproveitam o vídeo para trocar caretas e golpes, divertindo-se com a apresentação. Mas ao final fazem questão de agradecer a Kevin Feige, o presidente do Marvel Studios, que topou trazer Jackman de volta ao papel de Wolverine para a produção. O roteiro do filme foi escrito pelas irmãs roteiristas Wendy Molyneux e Lizzie Molyneux-Logelin, que assinaram vários episódios da série animada adulta “Bob’s Burgers” – e ganharam um Emmy por seu trabalho na atração do canal Fox em 2017. Mas há relatos de que a história inicial foi retrabalhada pela dupla Rhett Reese e Paul Wernick, que assinaram os dois primeiros longas de “Deadpool”. A direção está a cargo de Shawn Levy, que assim fará seu terceiro filme consecutivo com Ryan Reynolds, após os sucessos de “Free Guy: Assumindo o Controle” e “O Projeto Adam”. A estreia está marcada para 6 de setembro de 2024 nos EUA. Quick explainer video that tackles…1) Timeline questions2) Logan canon3) MCU FAQ4) Whether we can do this all day or not pic.twitter.com/50lBsfYS5p — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) September 28, 2022

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    Saiba porque “Blonde” virou o filme mais proibido da Netflix

    28 de setembro de 2022 /

    O filme “Blonde”, cinebiografia da atriz Marilyn Monroe, chegou à Netflix nessa quarta (28/9) com a classificação indicativa “NC-17” nos EUA (equivalente à proibição para menores de 18 anos no Brasil), mais alta que qualquer outro conteúdo disponível no serviço de streaming. Para se ter ideia, “Blonde” foi considerado mais impróprio que o drama erótico “365 Dias” (2020), que recebeu “apenas” a classificação indicativa “R” (equivalente a 16 anos no Brasil), devido ao seu forte conteúdo sexual. Embora a Motion Picture Association (MPA), associação responsável pela classificação, não divulgue as cenas específicas que motivaram a censura etária, é possível supor que isso se deva à combinação de diferentes temáticas e imagens mostradas no filme. Um dos motivos considerados foi o excesso de cenas de nudez, incluindo nudez frontal masculina e feminina. Marilyn, interpretada pela atriz Ana de Armas (“Águas Profundas”), é vista nua durante boa parte do filme. “Blonde” também apresenta cenas de violência contra mulheres e até contra criança. E, se isso ainda não fosse suficiente, há ainda uma cena de aborto mostrada em close-up. Mas o diretor Andrew Dominik (“O Assassino de Jesse James Pelo Covarde Robert Ford”) acredita que uma cena em particular tenha impressionado mais os censores. Em determinado momento, a Marilyn de Ana de Armas aparece masturbando o presidente Kennedy (interpretado por Caspar Phillipson, de “Jackie”). Como não consegue atingir o clímax, o presidente então força a atriz a fazer sexo oral nele. A cena é filmada em close, mostrando o sofrimento e o desconforto da atriz. Em entrevista ao CinemaBlend, Dominik destacou que a cena “provavelmente” foi o fator determinante da classificação elevada. “Mas é difícil dizer, porque eles são um cofre. Eles não explicam, eles só dão dicas sobre o que pode ser problemático”, acrescentou. “Acho que tem muito a ver com quem está (na cena). Mas, por outro lado, as pessoas parecem estar chateadas com o filme ou sofrendo gatilhos com o filme. Então, talvez ele seja mais eficaz do que eu pensava.” “NC-17” foi uma classificação etária criada em 1990 para evitar que o lançamento de “Henry & June” recebesse a tarja “X”, mais elevada na época e usada para filmes pornográficos. Ela difere de “R” por proibir que menores vejam o filme mesmo se forem acompanhados dos pais e do hard “X” por ser mais que uma montagem de cenas explícitas. A partir de sua inclusão, o “NC-17” se tornou a censura máxima dos cinemas associados à MPA, entidade da indústria cinematográfica responsável pelo sistema de classificação dos EUA, empurrando o “X” para os vídeos adultos. Essa classificação é quase um certificado de óbito para um filme que precisa ser exibido nos cinemas, uma vez que limita demais o seu público. O filme “Showgirls” (1995) até tentou capitalizar em cima da curiosidade gerada por seu rótulo de “NC-17”, mas só arrecadou US$ 20 milhões nas bilheterias. Desde então, os realizadores normalmente optam por fazer cortes nas cenas polêmicas para conseguir uma classificação mais branda. Foi o que aconteceu com “Coração Valente” (1995), “Pânico” (1996), “American Pie — A Primeira Vez é Inesquecível” (1999), “Team America: Detonando o Mundo” (2004) e “King’s Man: A Origem” (2021), entre outros. Entre os filmes que receberam a classificação “NC-17” e ainda assim mantiveram a edição original, destacam-se “Crash – Estranhos Prazeres” (1996), de David Cronenberg, “Os Sonhadores” (2003), de Bernardo Bertolucci, e “Azul É a Cor Mais Quente” (2013), de Abdellatif Kechiche. Andrew Dominik chegou a revelar que a Netflix insistiu em contratar a montadora Jennifer Lame (“Tenet”) “para conter os excessos do filme”, mas se considera orgulhoso por manter tudo o que quis e por colocar seu filme na lista dos “proibidões”. “É um filme exigente. Se o público não gostar, isso é problema do público. O filme não está concorrendo a nenhum cargo público”, disse o cineasta, em entrevista ao site Screen Daily. “É um filme ‘NC-17’ sobre Marilyn Monroe, e é meio que o que se quer, certo? Eu quero ver a versão ‘NC-17’ da história de Marilyn Monroe.” Apesar disso, a atriz Ana de Armas não concordou com a classificação. “Eu posso listar várias séries ou filmes que são muito mais explícitos, com muito mais conteúdo sexual do que ‘Blonde’”, disse ela à revista francesa L’Officiel. “Mas para contar essa história era importante mostrar todos esses momentos da vida de Marilyn que a fizeram terminar daquele jeito. Precisava ser explicado. Todo mundo [no elenco] sabia que tínhamos que ir a lugares desconfortáveis. Eu não fui a única.” “Blonde” é uma adaptação do livro de mesmo nome, de Joyce Carol Oates, que mistura realidade com o uso da imaginação (isto é, suposições de fatos) para contar a história da lendária estrela de cinema. Mas apesar dos elogios à interpretação corajosa da atriz cubana, longamente aplaudida durante a première do filme no Festival de Veneza, o longa dividiu a crítica e chegou à Netflix com apenas 50% de aprovação da crítica, conforme a média calculada pelo portal americano Rotten Tomatoes. Além de Ana de Armas, o elenco destaca Adrien Brody (“A Crônica Francesa”) como o escritor Arthur Miller e Bobby Cannavale (“O Irlandês”) como o jogador de beisebol Joe DiMaggio, ex-maridos de Marilyn Monroe. Assista ao trailer.

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    Paramount tira “Star Trek 4” do calendário de produções

    28 de setembro de 2022 /

    A Paramount Pictures retirou seu novo filme de “Star Trek” oficialmente de seu calendário de lançamentos. O longa, que era esperado em dezembro de 2023 nos cinemas, perdeu o diretor recentemente e ainda não definiu um substituto. No final de agosto, Adam Shakman (“WandaVision”) desistiu do projeto devido a problemas de agendamento e optou por filmar o Quarteto Fantástico da Marvel. “Matt Shakman é um cineasta incrivelmente talentoso, e lamentamos que o momento não tenha se alinhado para ele dirigir nosso próximo filme de ‘Star Trek’”, disse a Paramount em um comunicado na época. “Somos gratos por suas muitas contribuições, estamos empolgados com a visão criativa deste próximo capítulo e ansiosos para trazê-lo para o público em todo o mundo.” A versão mais recente do roteiro foi escrita por Josh Friedman (“Avatar: O Caminho da Água”) e Cameron Squires (“WandaVision”), que trabalharam numa primeira versão assinada por Lindsey Beer (“Sierra Burgess É uma Loser”) e Geneva Robertson-Dworet (“Capitã Marvel”). O último filme da nave Enterprise a chegar aos cinemas foi “Star Trek: Sem Fronteiras”, de 2016. Dirigido por Justin Lin, fez US$ 343 milhões mundiais, a menor bilheteria dos três filmes desde o reboot da franquia em 2009. A continuação deveria voltar a reunir o elenco dos três longas anteriores: Chris Pine (Capitão Kirk), Zachary Quinto (Sr. Spock), Simon Pegg (Scotty), Karl Urban (Dr. McCoy), Zoe Saldaña (Tenente Uhura) e John Cho (Sr. Sulu).

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    “Blade”, da Marvel, perde diretor na véspera das filmagens

    28 de setembro de 2022 /

    O diretor Bassam Tariq (“Mogul Mowgli”) abandonou o filme “Blade”, sobre o caçador de vampiros da Marvel. A decisão aconteceu na véspera do início das filmagens. O filme estrelado por Mahershala Ali (vencedor do Oscar por “Moonlight” e “Green Book”) estava programado para iniciar sua produção em novembro, mas fontes do site Deadline informam que uma nova data deve ser determinada após a escalação de um substituto. “Devido às mudanças contínuas em nosso cronograma de produção, Bassam não continua mais como diretor de ‘Blade’, mas permanecerá como produtor executivo do filme”, disse o Marvel Studios em comunicado. “Agradecemos o talento de Bassam e todo o trabalho que ele fez para levar ‘Blade’ ao ponto em que está”. Tariq agradeceu à Marvel em sua própria declaração: “Foi uma honra trabalhar com o pessoal maravilhoso da Marvel. Conseguimos montar um elenco e uma equipe matadores. Ansioso para ver onde o próximo diretor levará o filme.” Ainda não há detalhes sobre a trama da produção, que foi escrita por Stacy Osei-Kuffour (da série “Watchmen”), primeira roteirista negra a trabalhar numa produção do Marvel Studios. Mas fontes do site The Hollywood Reporter indicam que Beau DeMayo, que trabalhou na série “Cavaleiro da Lua”, da Marvel, reescreveu a história. “Blade” teria, inclusivo, alterado sua data de produção duas vezes para, segundo as fontes do THR, passar por várias rodadas de revisões de roteiro. Além de Mahershala Ali como Blade, o elenco também conta com participações de Aaron Pierre (“The Underground Railroad”) e Delroy Lindo (“Destacamento Blood”). A volta de Blade ao cinema, após uma trilogia estrelada por Wesley Snipes na virada do século (entre 1998 e 2004), foi oficializada durante a San Diego Comic-Con de 2019 e tem estreia marcada para novembro de 2023.

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    Diretor da “Turma da Mônica” vai filmar livro de Valter Hugo Mãe

    27 de setembro de 2022 /

    O diretor Daniel Rezende vai dar um tempo nos filmes e série da “Turma da Mônica” para comandar a adaptação para os cinemas de “O Filho de Mil Homens”, best-seller do escritor português Valter Hugo Mãe. “‘O Filho de Mil Homens’ é uma história sobre felicidade e amor, ainda que aborde temáticas como machismo, homofobia, intolerância, preconceito e discriminação. Uma fábula atemporal e inspiradora, em que os excluídos ganham protagonismo e nos mostram que apenas aqueles que conseguem se libertar da couraça repressora das convenções sociais são capazes de amar de verdade. Um filme que precisa ser feito”, escreveu Rezende em seu Instagram. A trama acompanha Crisóstomo, um pescador de 40 anos, que deseja ser pai e então decide buscar o que lhe falta: um filho. Ao encontrar o jovem Camilo, de 14 anos, ele acaba mudando a vida de pessoas excluídas e formando uma família nada convencional. O livro foi lançado em 2011 e está disponível no Brasil, junto outras obras de Valter Hugo Mãe, pela Biblioteca Azul. . O filme terá produção de Biônica Filmes e Barry Company. Em estágio inicial, ainda não tem elenco definido nem previsão de lançamento. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Daniel Rezende (@danirez)

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    Rússia anuncia boicote ao Oscar e fica sem representante na premiação

    27 de setembro de 2022 /

    O governo da Rússia decidiu que o país não vai submeter um longa-metragem à disputa do Oscar 2023, na categoria de Melhor Filme Internacional. O anúncio de boicote vem em meio a tensões entre o país e os EUA por conta da invasão da Ucrânia por tropas russas. Dizendo-se surpreendido pela decisão, Pavel Tchoukhraï, que chefia o comitê responsável pela seleção do representante russo no Oscar, informou ao site americano The Hollywood Reporter ter pedido demissão do seu cargo. A Rússia tem um bom histórico no Oscar. Desde o fim da União Soviética, seus filmes já foram indicados seis vezes na premiação, com uma vitória em 1995, quando o drama “O Sol Enganador”, de Nikita Mikhalkov, venceu a categoria (então chamada) de Melhor Filme em Língua Estrangeira. Os outros longas que se destacaram entre os finalistas ao troféu foram “Prisioneiro das Montanhas” (1997), “O Ladrão” (1998), “12” (2008), “Leviatã” (2015) e “Sem Amor” (2018). Neste ano, o filme selecionado pelo comitê foi “Unclenching the Fists”, de Kira Kovalenko, que não será submetido à apreciação da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. Vencedor da mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes e com 89% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa será lançado mundialmente em streaming pela plataforma MUBI. O representante brasileiro no Oscar é “Marte Um”, de Gabriel Martins. O Oscar 2023 acontecerá em 12 de março em Los Angeles, com transmissão para o Brasil pelo canal pago TNT e a Globo. Veja abaixo o trailer oficial e o teaser do MUBI de “Unclenching the Fists”, que o governo russo impediu de disputar uma vaga na premiação.

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    “Pantera Negra 2” será segundo maior filme da Marvel de todos os tempos

    27 de setembro de 2022 /

    “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” terá 2 horas e 41 minutos de duração. Com isso, será o segundo maior filme do Marvel Studios, atrás apenas de “Vingadores: Ultimato”, que teve pouco mais de 3 horas em 2019. Mas apesar de longa, a sequência de “Pantera Negra” não é o filme de super-herói de maior duração do ano. “Batman”, do diretor Matt Reeves, teve 2 horas e 56 minutos. Lançado em 2018, o primeiro “Pantera Negra” teve quase meia hora a menos – 2 horas e 14 minutos. A diferença de tamanho pode ser explicada pela decisão de dividir a ação entre vários protagonistas para suprir a ausência de Chadwick Boseman, intérprete do Pantera Negra no primeiro filme, que morreu de câncer em 2020. Além disso, o filme introduz um novo reino, Talocan (que substitui a Atlântida dos quadrinhos para se diferenciar dos filmes de “Aquaman”) e um novo antagonista: Namor. O filme conta com os retornos de Angela Bassett, Lupita Nyong’o, Letitia Wright, Danai Gurira, Martin Freeman e Florence Kasumba (mas não Daniel Kaluuya, devido ao conflito com as filmagens de “Não! Não Olhe”), e vai introduzir Dominique Thorne (“Judas e o Messias Negro”) como Riri Williams, a Coração de Ferro, que terá sua própria série na Disney+ em 2023. Para completar, o mexicano Tenoch Huerta (“Uma Noite de Crime: A Fronteira”) vive Namor, o Príncipe Submarino. A estreia de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” está marcada para 10 de novembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer da produção.

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    Hugh Jackman voltará como Wolverine em “Deadpool 3”

    27 de setembro de 2022 /

    O ator Ryan Reynolds anunciou que Hugh Jackman voltará como Wolverine em “Deadpool 3”. A revelação foi feita num vídeo postado em suas redes sociais. A produção também ganhou data de estreia: 6 de setembro de 2024 nos EUA. E um logotipo, que inclui um rasgão no logo tradicional de Deadpool feito pelas garras de Wolverine. As palavras de Reynolds no vídeo são: “Olá a todos, estamos extremamente tristes por termos perdido a D23, mas estamos trabalhando muito duro no próximo filme de ‘Deadpool’ já por um bom tempo. Eu tive que realmente investir minha alma nesta produção. A primeira aparição no MCU obviamente precisa ser especial. Precisamos nos manter fiéis ao personagem, encontrar uma nova profundidade, motivação, significado. ‘Deadpool’ precisa se destacar e se sobressair. Tem sido um desafio incrível que me forçou a chegar lá no fundo. E eu… eu não tenho nada. Sim, completamente vazio aqui. E aterrorizante. Mas nós tivemos uma ideia: Ei, Hugh, você quer interpretar Wolverine mais uma vez?”. A pergunta é feita à Jackman, que passa no fundo do quadro, escovando os dentes. E então se ouve um “Claro, Ryan”. Confira abaixo. Hard keeping my mouth sewn shut about this one. ⚔️ pic.twitter.com/OdV7JmAkEu — Ryan Reynolds (@VancityReynolds) September 27, 2022

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    Chefão da Marvel indica volta da Feiticeira Escarlate: “Há muito o que explorar”

    27 de setembro de 2022 /

    O produtor Kevin Feige, verdadeira mente criativa por trás dos filmes e séries da Marvel, indicou que a participação da Feiticeira Escarlate (interpretada por Elizabeth Olsen) no filme “Doutor Estranho no Multiverso da Loucura” não foi a última aparição da personagem. No filme (spoilers!), a Feiticeira Escarlate aparece derrubando um castelo sobre ela enquanto destruía o Darkhold, o livro maligno que a transformou em uma vilã vingativa. A cena sugeria a morte da personagem. Mas Feige tem uma interpretação diferente. “Eu não sei se a vimos sob os escombros”, disse ele em entrevista ao site Variety. “Eu vi uma torre caindo e um pequeno flash vermelho. Não sei o que isso significa.” Questionado sobre a possibilidade de trazer a personagem de volta em projetos futuros (como o vindouro filme dos “X-Men” ou na série “Agatha: Coven of Chaos”, sobre a vilã de “VandaVision”), Feige praticamente confirmou. “Realmente há muito mais para explorar”, disse ele. “Ainda não tocamos em muitas de suas histórias principais dos quadrinhos.” O produtor é um profundo admirador do trabalho de Elizabeth Olsen, introduzida no Universo Marvel no filme “Vingadores: Era de Ultron” (2015), e contou que ela sempre foi a única escolha para o papel. “Eu trabalharia com Lizzie [Elizabeth Olsen] por mais 100 anos se pudéssemos”, continua ele. “Tudo é possível no multiverso! Teremos que ver.” A própria Olsen reconhece essa possibilidade. “Eu não acho que nenhum desses personagens realmente se foi”, disse ela para a publicação. E ainda completou afirmando que queria ver a sua personagem caminhando “em direção a algum tipo de redenção”. Porém, a atriz foi categórica ao dizer que não sabe de nenhum plano para trazer a sua personagem de volta. “Realmente não sei o meu futuro. Não há nada que tenha sido fechado”, completou ela.

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    Malala vai produzir filme com diretor de “Não Olhe para Cima”

    27 de setembro de 2022 /

    A ativista paquistanesa Malala Yousafzai, pessoa mais jovem a ser laureada com um prêmio Nobel, vai produzir o filme “Disorientation” em parceria com o cineasta Adam McKay (“Não Olhe Para Cima”). O projeto será desenvolvido para a plataforma de streaming Apple TV+. Baseado no livro homônimo de Elaine Hsieh Chou, o filme vai contar a história de Ingrid Yang, uma estudante de doutorado de 29 anos que está desesperada para terminar sua tese sobre o falecido poeta Xiao-Wen Chou. Mas depois de anos de pesquisas, ela não tem muita coisa para mostrar. Até que Yang acidentalmente tropeça em uma nota curiosa nos arquivos do poeta e acaba fazendo uma descoberta explosiva. O projeto faz parte de uma parceria de programação entre a Apple TV+ e Malala Yousafzai, por meio da produtora da ativista, Extracurricular. A plataforma fechou um contrato de vários anos com Malala, que prevê o desenvolvimento de diversos programas originais para a plataforma. Além de “Disorientation”, outro projeto em desenvolvimento por meio dessa parceria é uma adaptação do livro “Fifty Words for Rain”, de Asha Lemmie, sobre uma mulher em busca de aceitação no Japão depois da 2ª Guerra Mundial, e um documentário sobre a sociedade matriarcal de pescadoras idosas de Haenyeo, na Coreia do Sul. Ambos os projetos de ficção serão estrelados por minorias. A protagonista de “Disorientation” é de origem taiwanês/americana, e a personagem principal de “Fifty Words for Rain” é negra/asiática. A ideia de trazer maior representatividade faz parte do objetivo de Malala com esses projetos. “O que eu espero trazer para a mesa são as vozes de mulheres não brancas, de roteiristas estreantes, e de cineastas e roteiristas muçulmanos”, disse a ativista à revista Variety. “Espero que possamos ter uma ampla gama de perspectivas e que desafiemos alguns dos estereótipos que mantemos em nossas sociedades. E também espero que o conteúdo seja divertido e que as pessoas se apaixonem pelos personagens e se divirtam juntos.” Nenhum dos projetos tem previsão de estreia. Adam McKay atualmente está envolvido no filme “Bad Blood”, sua nova parceria com a atriz Jennifer Lawrence (que estrelou “Não Olhe Para Cima”), que também não tem data de lançamento.

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    Samara Weaving vai estrelar terror do produtor de “Coringa”

    27 de setembro de 2022 /

    A atriz Samara Weaving (“A Babá”) vai estrelar o filme de terror “Azrael”, produzido por Jason Cloth (“Coringa”), que tem o intuito de se transformar numa nova franquia. Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo. Sabe-se apenas que o filme foi escrito por Simon Barrett (roteirista de “Você É o Próximo” e da vindoura continuação de “Godzilla Vs Kong”), que também será um dos produtores. A direção está à cargo de Evan Katz (“Channel Zero”) “Azrael” começa a ser rodado em outubro, na Estônia, mas ainda não tem previsão de estreia. Samara Weaving será vista a seguir na comédia de época “Babilônia”, dirigida por Damien Chazelle (“La La Land: Cantando Estações”), que estreia no Brasil em janeiro, e no sexto filme da franquia de terror “Pânico”, com lançamento marcado para março de 2023.

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    Jon Hamm doou salário para estrelar comédia

    27 de setembro de 2022 /

    O ator Jon Hamm (“Mad Men”) doou 60% do seu salário para a realização do filme “Confess, Fletch”, que ele próprio estrelou. A revelação foi feita pelo diretor Greg Mottola (“Superbad: É Hoje”), em entrevista ao site Uproxx. Segundo o diretor, o filme precisava de um pouco mais de dinheiro para complementar o orçamento, mas o estúdio não tinha como disponibilizá-lo. E a solução encontrada foi tirar dinheiro do próprio bolso. “Então, basicamente, o que fizemos foi que Jon devolveu 60% do seu salário para o orçamento”, contou ele. “Eu devolvi parte do meu salário também, não tanto quanto Jon porque ele é mais rico do que eu e eu tenho três filhos. E pagamos mais três dias de filmagem.” Mottola explica que com esse dinheiro, eles conseguiram completar 30 dias de filmagens em Boston e mais um dia em Roma. “E nós dissemos, f*da-se, somos loucos, somos burros. Nós vamos fazer este filme. E então a Miramax realmente nos apoiou criativamente. Eles não lutaram conosco em relação às pessoas que queríamos escalar para o filme.” “Confess, Fletch” é uma continuação da comédia “Assassinato por Encomenda”, sucesso de 1985 que introduziu o comediante Chevy Chase como o repórter Irwin M. Fletch. Chamado de “Fletch” nos EUA, o longa original era baseado numa franquia literária de Gregory McDonald e chegou a ganhar uma sequência em 1989 – “Fletch Vive”. O projeto do terceiro filme existe desde 1998, mas só agora conseguiu se materializar – em parte devido ao esforço de Jon Hamm, escalado como Fletch. Escrito por Zev Borow (da série “Chuck”) com base no segundo livro de McDonald, o filme mostra Flecth envolvido numa teia de assassinatos relacionados ao roubo de obras de artes, com ele mesmo sendo um dos suspeitos. Ao mesmo tempo em que busca provar a sua inocência, o repórter investiga uma família milionária que teve a herança de arte roubada – só o Picasso valeria US$ 20 milhões. O elenco da produção promoveu uma mini-reunião de “Mad Men” entre Hann e John Slattery, e também incluiu Lorenza Izzo (“Bata Antes de Entrar”), Marcia Gay Harden (“Cinquenta Tons de Cinza”), Kyle MacLachlan (“Twin Peaks”), Roy Wood Jr. (“The Daily Show”), Ayden Mayeri (“Depois da Festa”) e Annie Mumolo (“Duas Tias Loucas de Férias”). O filme está em cartaz nos cinemas dos EUA e ainda não tem previsão de lançamento no Brasil. Assista ao trailer.

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