Diretor revela que detetive de “Entre Facas e Segredos” é gay
O cineasta Rian Johnson (“Star Wars: Os Últimos Jedi”) revelou que o detetive Benoit Blanc, interpretado por Daniel Craig em “Entre Facas e Segredos” (2019) e na continuação inédita “Glass Onion: Um Mistério Knives Out”, é gay. A exposição aconteceu durante a sessão de perguntas e respostas do Festival de Cinema de Londres, onde “Glass Onion” foi exibido no fim de semana. Quando questionado se Blanc é gay, Johnson prontamente respondeu: “Sim, ele obviamente é.” O questionamento tem relação com uma determinada cena da continuação (spoiler!), na qual o personagem é visto vivendo em situação de relacionamento estável com outro homem – um ator famoso cujo nome não será revelado. “Não há ninguém no mundo que eu possa imaginar que me traga mais alegria por estar com Benoit Blanc”, disse Johnson sobre o ator misterioso. E Craig acrescentou: “Sem spoilers, [mas] quem não gostaria de viver com essa pessoa?” A continuação se passa na Grécia, onde o detetive Benoit Blanc (Craig) vai questionar um novo grupo de suspeitos de assassinato, que conta com Leslie Odom Jr. (“Uma Noite em Miami”), Kathryn Hahn, (“WandaVision”), Edward Norton (“O Incrível Hulk”), Dave Bautista (“Guardiões da Galáxia”), Kate Hudson (“Music”), Jessica Henwick (“Matrix Ressurections”) e Madelyn Cline (“Outer Banks”). O filme é a primeira de duas sequências de “Entre Facas e Segredos” (2019) desenvolvidas por Rian Johnson para a Netflix. Quando foi questionado a respeito das continuações, Craig disse que “eu trabalharia com ele o resto da minha vida”, referindo-se à sua parceria com Johnson. “Há muitas risadas que acontecem entre nós quando estamos filmando e essa é a razão pela qual estamos aqui. Essa é a verdadeira razão pela qual continuamos fazendo essas coisas, porque no primeiro nos divertimos muito juntos e nos demos tão bem, e fazer mais um parecia que seria ainda mais divertido”, completou o diretor. “Enquanto continuarmos nos divertindo e enquanto sentirmos que podemos encontrar uma coisa diferente para surpreender o público, continuaremos fazendo isso.” “Glass Onion: Um Mistério Knives Out” será exibido em alguns cinemas selecionados em 23 de novembro, um mês antes da sua estreia na Netflix. Confira abaixo o trailer do filme.
“Halloween Ends” lidera bilheteria no Brasil
A estreia de “Halloween Ends” liderou as bilheterias dos cinemas brasileiros no final de semana. O filme da Universal Pictures arrecadou R$ 3 milhões e foi assistido por mais de 156 mil pessoas, segundo dados inéditos da Comscore. Assim como nos Estados Unidos, o 2º lugar ficou com outro terror, “Sorria”, que comandava o ranking da semana passada. Mas a diferença foi bem menor no mercado nacional. “Sorria” teve renda de R$ 2,82 milhões e 154 mil espectadores. O épico “Mulher Rei”, estrelado por Viola Davis, completou o pódio com R$ 2,35 milhões. As duas estreias da semana, o thriller “Caça Implacável” e a comédia nacional “Bem-vinda a Quixeramobim” ficaram, respectivamente, em 5º e 10º lugar. Ao todo, os cinemas faturaram R$ 13,85 milhões com a presença de 720 mil espectadores entre quinta-feira e domingo (16/10). Confira abaixo o ranking da bilheteria nacional. 1. “Halloween Ends” 2. “Sorria” 3. “A Mulher Rei” 4. “As Aventuras de Tadeo e a Tábula de Esmeralda” 5. “Caça Implacável” 6. “Amsterdam” 7. “Órfã 2 – A Origem” 8. “Minions 2: A Origem de Gru” 9. “Ingresso para o Paraíso” 10. “Bem-vinda a Quixeramobim”
Michael B. Jordan está pronto pra luta nos pôsteres de “Creed 3”
O ator Michael B. Jordan divulgou no seu Instagram os pôsteres de “Creed III”, novo filme da franquia de boxe que ele estrela e que vai marcar a sua estreia na direção. As fotos mostram Jordan de volta ao papel-título, além de destacarem a presença do seu adversário no filme, Damien, interpretado por Jonathan Majors (“Lovecraft Country”). Embora os detalhes da trama ainda não tenham sido divulgados, é possível que o filme gire em torno de algum conflito do passado do personagem de Jordan. Nas fotos divulgadas aparecem os dizeres: “você não pode fugir do seu passado”. O enfoque em Adonis Creed (Jordan) reforça o afastamento dessa produção da franquia “Rocky”, que a originou. Os dois filmes anteriores eram baseados na relação entre Creed e Rocky Balboa, interpretado por Sylvester Stallone. Entretanto, conforme divulgado antes, Stallone não retorna no novo filme. Numa entrevista anterior, concedida à revista Men’s Health, Jonathan Majors falou um pouco sobre o seu personagem. “Existem certas razões pelas quais você molda seu corpo. O corpo de Dame foi construído a partir da perda”, contou o ator. “Ele havia perdido alguma coisa, e esse buraco é o que o fez trabalhar do jeito que trabalhou. Quando você vê o corpo de Dame, você vê o sentido. Você não consegue ter esse físico e ser feliz com a vida.” As atrizes Tessa Thompson e Phylicia Rashad também repetem seus papéis na continuação, que tem roteiro de Zach Baylin (“King Richard”) e Keenan Coogler (roterisita de “Space Jam: O Novo Legado” e irmão do diretor do primeiro “Creed”, Ryan Coogler). A estreia está marcada para 2 de março no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Michael B. Jordan (@michaelbjordan)
Ashley Judd se diz grata por viver a si mesma em filme sobre Harvey Weinstein: “Justiça”
A atriz Ashley Judd (“Possuídos”) interpretou a si mesma no drama “Ela Disse” (She Said, 2022), que detalha o trabalho de jornalistas para expor Harvey Weinstein, o poderoso produtor de Hollywood que se tornou criminoso sexual condenado. Judd foi uma das mulheres que se apresentaram ao jornal The New York Times em 2017 para acusar Weinstein de má conduta sexual. No filme, ela aparece contando a sua história para a repórter Jodi Kantor (interpretada por Zoe Kazan, de “Doentes de Amor”), afirmando que foi assediada sexualmente por Weinstein durante a produção do filme “Beijos que Matam” (1997). Enquanto outras vítimas pediram para não serem identificadas no artigo, Judd concordou em ter seu nome publicado. Ela foi a primeira atriz famosa a se assumir vítima de abuso sexual de Weinstein, o que encorajou outras se pronunciarem, desencadeando uma onda de denúncias e compartilhamento público de histórias que ficou conhecido como o movimento #MeToo. “Ela Disse” teve a sua première no Festival de Cinema de Nova York na última quinta (13/10) e na ocasião Judd foi aplaudida de pé pelo público. Ela compareceu ao evento acompanhada por outras vítimas de Weinstein. “Antes de tudo, eu só quero reconhecer minhas irmãs e agradecê-las por sua coragem”, disse Judd durante uma sessão de perguntas e respostas. Ela estava emocionada e prestou uma homenagem à sua mãe, a cantora country Naomi Judd, que morreu em abril. “Eu me lembro quando eu estava falando com minha mãe sobre isso, ela disse: ‘Oh, vá pegá-los, querida.’ Ela ficou encantada com minha audácia (de falar).” Ela lembrou da sua experiência ao ser procurada pelo jornal para expor o que lhe aconteceu. “Foi muito fácil para mim contar essa história. Foi muito válido quando alguém finalmente quis ouvir e fazer algo sobre isso. E o filme é o próximo passo disso. É muito importante estar em nossa verdade e ter justiça em nossa história”, disse ela. “Então foi uma coisa muito simples para mim fazer esse filme e fiquei muito grata pela oportunidade”, acrescentou. “Ela Disse” conta a história de Kantor e Megan Twohey (Carey Mulligan, de “Bela Vingança”), duas jornalistas que divulgaram a história de décadas de alegações de abuso sexual de Weinstein e ganharam um Prêmio Pulitzer pela sua investigação. Dirigido por Maria Schrader (“O Homem Ideal”), o filme adapta o livro homônimo escrito pelas jornalistas e mostra o processo de localizar e entrevistar as vítimas. Falando sobre o que aconteceu com ela, Judd contou que “reformulei experiências que tive que entender que eram de fato assédio e agressão, porque eu as havia minimizado anteriormente”. Segundo ela, as reportagens de Kantor e Twohey, e o movimento #MeToo, “permitiram que a consciência das mulheres se transformasse e estabelecesse limites e reivindicasse autonomia.” Judd e Kazan (que também participou do evento) encerraram a sessão de perguntas e respostas elogiando as mudanças ocorridas em Hollywood desde o início do movimento #MeToo. Isso inclui coordenadores de intimidade em sets de séries de TV e filmes, assim como linhas diretas para denúncias de assédio sexual. Weinstein está atualmente cumprindo uma sentença de 23 anos de prisão após ter sido condenado por estupro e abuso sexual em um julgamento em Nova York em 2020, e agora enfrenta mais 11 acusações de abusos sexuais de cinco mulheres, que ele teria atacado entre 2004 e 2013. Seu novo julgamento está acontecendo em Los Angeles. “Ela Disse” chega aos cinemas americanos em 18 de novembro, quase um mês antes da sua estreia no Brasil, marcada para 8 de dezembro. Assista abaixo ao trailer do filme.
Harrison Ford entra no Universo Marvel
O ator Harrison Ford entrou no MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), assumindo o papel do General Ross, anteriormente interpretado pelo falecido William Hurt. A notícia foi divulgada pela primeira vez pelo podcast “The Hot Mic”, divulgado por Jeff Sneider e John Rocha, e confirmada pelo site The Hollywood Reporter. Segundo o THR, Ford aparecerá como Ross em “Capitão América: Nova Ordem Mundial”, que trará Anthony Mackie como Sam Wilson, o novo Capitão América. Com direção de Julius Onah (“O Paradoxo Cloverfield”), o filme estreia em maio de 2024 e terá outro personagem de “O Incrível Hulk”: o vilão conhecido como O Líder, vivido por Tim Blake Nelson. Depois disso, Ford também deve interpretar Ross em “Thunderbolts”, que será dirigido por Jake Schreier (“Cidades de Papel”) e tem estreia marcada para julho de 2024. William Hurt viveu Ross em “O Incrível Hulk” de 2008 e retornou em “Capitão América: Guerra Civil” de 2016. Ele também participou dos blockbusters “Vingadores: Guerra Infinita” (2018) e “Vingadores: Ultimato” (2019), aparecendo pela última vez no papel em “Viúva Negra”, no ano passado, pouco antes de morrer aos 71 anos. Harrison Ford também será visto a seguir em “Indiana Jones 5”, que tem lançamento previsto para junho de 2023.
“Halloween Ends” estreia em 1º lugar nas bilheterias dos EUA
O terror “Halloween Ends” estreou em 1º lugar nas bilheterias dos EUA e Canadá neste fim de semana com uma arrecadação de US$ 41 milhões. Mas embora o o valor seja maior que a média alcançada pelos lançamentos recentes do gênero, trata-se do menor faturamento da trilogia “Halloween” dirigida por David Gordon Green. O anterior, “Halloween Kills”, abriu com US$ 50 milhões no ano passado, enquanto o primeiro “Halloween” fez US$ 58,4 milhões em seus primeiros três dias de 2018. O desempenho abaixo do esperado tem sido relacionado à decisão de lançar o filme simultaneamente em streaming nos EUA, na plataforma Peacock. Mas “Halloween Kills” também teve estreia híbrida similar. Além disso, a Universal e a Peacock informaram que “Halloween Ends” se tornou o conteúdo mais assistido de todos os tempos em um período de dois dias na plataforma, ainda que não tenham apresentado os números. Uma análise mais detalhada de contexto tende a espalhar pessimismo no mercado, pois o fato é que “Halloween Ends” é apenas o 12º filme a abrir com mais de US$ 40 milhões nas bilheterias norte-americanas em 2022. No exterior, onde foi exibido apenas nos cinemas, o novo filme faturou somente US$ 17,7 milhões, chegando a um total mundial de US$ 58,8 milhões. A produção não contou com ajuda da crítica. Na média, as resenhas consideraram o filme ruim, com 40% de aprovação no Rotten Tomatoes – praticamente empatado com “Halloween Kills” (39%), que acabou com a boa vontade conquistada pelo surpreendente reboot da franquia em 2018 (70%). Mas a recepção do público foi ainda pior: um C+ no CinemaScore, em comparação com B- de “Halloween Kills”. Outra variante que pode ter prejudicado o final da trilogia foi a concorrência direta com outro longa de terror. Depois de liderar as bilheterias por dois fins de semana, “Sorria” continua com boa vendagem de ingressos, ocupando o 2º lugar com US$ 12,3 milhões. Ao todo, a produção da Paramount já fez US$ 71,2 milhões domésticos e US$ 137,5 milhões mundiais. O musical infantil “Lilo, Lilo Crocodilo” ficou em 3º lugar com US$ 7,4 milhões para um total doméstico de US$ 22,8 milhões. Ainda inédito no Brasil, o filme com músicas de Shawn Mendes tem estreia nacional marcada para 2 de novembro. O Top 5 se completa com “Mulher-Rei” (US$ 3,7 milhões) e o fiasco de “Amsterdã” (US$ 2,9 milhões), que deve dar US$ 100 milhões de prejuízo para o estúdio New Regency. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA. 1 | HALLOWEEN ENDS | 2 | SORRIA | 3 | LILO, LILO CROCODILO | 4 | A MULHER REI | 5 | AMSTERDAM |
Anya Taylor-Joy vai estrelar novo filme do diretor de “O Telefone Preto”
A atriz Anya Taylor-Joy (“O Gâmbito da Rainha”) se juntou a Miles Teller (“Top Gun: Maverick”) no elenco do filme “The Gorge”, que será dirigido por Scott Derrickson (“O Telefone Preto”). O roteiro foi escrito por Zach Dean (“A Guerra do Amanhã”), mas detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. O filme é descrito apenas como uma história de amor com muita ação. Além de atuar, Teller também deve produzir o filme, ao lado de Derrickson. “The Gorge” (cuja tradução literal é “o desfiladeiro”) ainda não tem cronograma de filmagem e nem data de estreia definidos. Mas deverá ser lançado pela Apple TV+. Este será o primeiro projeto que Scott Derrickson vai dirigir depois do terror “O Telefone Preto”, que rendeu mais de US$ 150 milhões nas bilheterias. Ele também está envolvido na produção do terror “Room 428”. Anya Taylor-Joy está atualmente filmando “Furiosa”, prólogo de “Mad Max: Estrada da Fúria”, em que interpreta o papel-título, vivido por Charlize Theron no longa de 2015. Este lançamento só vai acontecer em maio de 2024.
Vanessa Hudgens estrela terror de realidade virtual do diretor de “O Albergue”
A atriz Vanessa Hudgens (“tick, tick… Boom!”) se juntou ao cineasta Eli Roth (“O Albergue”, “Bata Antes de Entrar”) para realizar um terror de realidade virtual dirigido para a Meta (proprietária do Facebook). Intitulado “Eli Roth’s Haunted House: Trick-VR-Treat”, o projeto em VR promete levar os espectadores numa aventura de Halloween que dá terrivelmente errado numa antiga casa assombrada. A trama se desenrola a partir do ponto de vista de um adolescente convidado a entrar na infame Dollhouse, uma casa assombrada por uma jovem vestida de fada (personagem de Hudgens). Agora decrépita, aquela antiga casa abrigou a fabricante de brinquedos da região. Mas a cola que ela usou era tóxica e todos que brincavam com os brinquedos morreram – incluindo suas duas filhas. Agora uma das vítimas aterroriza aquele local e todos que ousam entrar lá – o que inclui os participantes da experiência. Roth escreveu e dirigiu o curta de realidade virtual que tem duração de 30 minutos e oferece uma experiência em 180°. Ele também produziu o projeto, por meio da Crypt TV, sua empresa de entretenimento digital. “Eli Roth’s Haunted House: Trick-VR-Treat” estará disponível no dia 21 de outubro, dez dias antes do Halloween. Para ter acesso à experiência completa, é necessário ter um headset Meta Quest 2 VR, como forma de garantir uma maior imersão. Porém, quem não tiver esse headset também poderá assistir ao curta nas páginas do Facebook e Instagram da Crypt TV. Além de Hudgens, o elenco também conta com Will Sasso (“Os Três Patetas”), entre outros atores. “Eu me diverti muito trabalhando com Eli Roth, Crypt TV e Meta para dar vida a esse conto aterrorizante”, disse Hudgens em comunicado. “Considerar como os espectadores terão uma experiência imersiva em 180 graus realmente adiciona tantos elementos excitantes e novos para interpretar um personagem. Não quero revelar muito, mas posso dizer, com certeza, que você vai se assustar… e vai adorar.” Em uma sessão de perguntas e respostas com a equipe de VR da Meta, Roth explicou que “uma vez que parei de pensar nisso como um ‘curta-metragem’ e comecei a pensar nisso como uma casa assombrada imersiva, isso realmente me libertou para enlouquecer e usar todos os cantos do quadro”. Ele cita o exemplo de uma cena que se passa numa escada, na qual “eu estou sutilmente orientando para que lado você deve olhar, mas na verdade todos os quatro quadrantes do enquadramento estão sendo usados e cada um tem um susto diferente”. Além de “Eli Roth’s Haunted House: Trick-VR-Treat”, a Meta está trabalhando em uma experiência de realidade virtual baseada no filme “Não! Não Olhe!” (2022), de Jordan Peele. A empresa também pretende trazer séries como “The Office” e outras propriedades para o mundo da realidade virtual. Para divulgar a “Eli Roth’s Haunted House: Trick-VR-Treat”, a Crypt TV divulgou o trailer do curta e algumas fotos. Confira abaixo.
10 filmes novos pra ver em casa no fim de semana
A seleção de filmes para ver em casa inclui a subversão de obras clássicas, com destaque para “Rosalina”, que transforma a tragédia de “Romeu e Julieta” numa comédia de triângulo amoroso, e “Cyrano”, que troca a farsa poética e o famoso narigudo por um musical com Peter Dinklage. Confira abaixo as 10 sugestões da semana para transformar a sala em cinema. | ROSALINA | STAR+ Kaitlyn Dever (de “Fora de Série”) é a Rosalina do título, prima de Julieta e que por acaso também é ex-namorada de Romeu. O filme pretende contar pela primeira vez a história deste triângulo amoroso, transformando uma das maiores tragédias de Shakespeare numa divertida comédia romântica. Para isso, muda a perspectiva da história clássica de amor, mostrando “Romeu e Julieta” pela ótica da ex rejeitada e vingativa, que planeja sabotar o namoro mais famoso de todos os tempos. A trama é baseada num best-seller de Rebecca Serle (autora do livro que virou a série “Famous in Love”) e foi roteirizada pelos especialistas Scott Neustadter e Michael H. Weber, a dupla de “(500) Dias com Ela” e “A Culpa é Das Estrelas”. Já a direção é de Karen Maine, responsável pela cultuada comédia “Acampamento do Pecado” (Yes, God, Yes), e o elenco ainda destaca Kyle Allen (“O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas”) como Romeu e Isabela Merced (a Dora de “Dora e a Cidade Perdida”) como Julieta – além de Minnie Driver (“Speachless”), Bradley Whitford (“The Handmaid’s Tale”), Christopher McDonald (“Hacks”) e Sean Teale (“The Gifted”). | CYRANO | AMAZON PRIME VIDEO Peter Dinklage (o Tyrion de “Game of Thrones”) vive um Cyrano de Bergerac diferente, que deixa de ser o feioso narigudo da peça clássica de Edmond Rostand (1868-1918) para se tornar uma pessoa com nanismo. Mas esta não é a única mudança do filme, inédito nos cinemas brasileiros. Seu rival se tornou negro com a escalação de Kelvin Harrison Jr. (o Fred Hampton de “Os 7 de Chicago”) como o galã Christian. E a disputa pelo coração de Roxanne (vivida no filme por Haley Bennett, de “O Diabo de Cada Dia”) é apresentada como um musical. Pra quem não lembra desta história bastante conhecida, Cyrano é apaixonado por Roxanne, mas ela só tem olhos para o belo e simplório Christian. Conformado, o feio tenta ensinar ao belo como conquistar sua amada, fazendo-o assinar cartas românticas de sua autoria e a declarar poemas arrebatadores que ele criou. Mas isso cria problemas óbvios, porque Christian não é nada romântico e decepciona Roxanne num encontro real, sem a simulação de Cyrano. Para complicar ainda mais, ainda há um pretende rico (Ben Mendelsohn, de “Capitã Marvel”) querendo a amada de todos. E tudo isso se passa durante uma guerra. Esta trama já foi encenada de muitas formas, desde aventura clássica de capa espada até comédia romântica moderna, mas desta vez se materializa como um musical dirigido por Joe Wright (de “Anna Karenina” e “Orgulho e Preconceito”), em que os poemas viram música e o triângulo amoroso tira todos para dançar. | ALGUM LUGAR ESPECIAL | TELECINE O drama feito para partir corações conta a história de um pai terminal (James Norton) que quer dar um futuro para o filho pequeno. Na trama, quando o pai descobre que tem apenas alguns meses de vida, ele tenta encontrar uma nova família perfeita para seu filho, determinado a protegê-lo da terrível realidade da vida. Escrito e dirigido pelo italiano Uberto Pasolini (“Uma Vida Comum”), venceu o prêmio do público nos festivais de Varsóvia (Polônia) e Pula (Croácia), além de somar 100% de aprovação no Rotten Tomatoes. | ESPOSA DE ALUGUEL | NETFLIX A nova comédia brasileira que lembra uma velha Sessão da Tarde traz Caio Castro (“Novo Mundo”) como um solteirão convicto, que nunca se envolveu profundamente com nenhuma mulher além de sua mãe e das três irmãs. Mas ao se descobrir terminal, sua mãe controladora lhe faz um último pedido: vê-lo casado. E para evitar ficar fora do testamento, o solteirão resolve contratar uma atriz (Thati Lopes, de “Diários de Intercâmbio”) para fingir ser sua noiva. Só que ela começa a improvisar e faz tudo diferente do combinado. E para surpresa de todos, agrada em cheio a matriarca, que até entrega as chaves de um imóvel cobiçado da família para o casal. Embora a premissa seja familiar, o talento de Thati Lopes para o humor ajuda a engolir até os aspectos mais intragáveis. “Esposa de Aluguel” tem roteiro de Fil Braz (“Minha Mãe é uma Peça 3”), direção de Cris D’Amato (“Pai em Dobro”) e ainda traz em seu elenco Mariana Xavier (também de “Minha Mãe é uma Peça 3”), Gabi Lopes (“A Menina que Matou os Pais”) e Danielle Winits (“Tudo Bem no Natal que Vem”). | ENTRE TEMPOS | MUBI Estre drama romântico italiano reflete uma longa história de amor, apresentada por meio das memórias de um jovem casal. São lembranças nem sempre fieis, alteradas por humores e diferenças de percepção, além do próprio tempo, que os mostram felizes/infelizes, juntos/separados, apaixonados entre si/apaixonados por outros, num fluxo de emoções e sentimentos. Belamente fotografada e magistralmente escrita e dirigida por Valerio Mieli (“Ten Winters”), a apresentação não linear resulta numa reflexão envolvente sobre a subjetividade das memórias e do amor. Venceu três prêmios paralelos no Festival de Veneza e foi indicado a três outros no David Di Donatello (o Oscar italiano). | EARWIG | MUBI A fantasia sombria da francesa Lucile Hadzihalilovic (“Inocência”) acompanha um zelador de 50 anos, que é contratado para cuidar de uma menina de 10 anos. Sua tarefa mais importante é preservar as dentaduras dela, que são feitas de gelo e devem ser trocadas várias vezes ao dia, além de atender aos muitos telefonemas diários do Mestre, que questiona o bem-estar da criança. A garota com os dentes de gelo nunca sai de casa, onde as persianas estão sempre fechadas. Até o dia em que o zelador é instruído a prepará-la para sair. Tudo acontece de forma misteriosa e bizarra, como as sequências coloridas de luz que refletem os estados emocionais dos personagens, que mal conversam entre si. É inquietante, estranho e por isso a diretora encoraja o público a manter a mente aberta para tirar suas próprias conclusões. Chega apenas no sábado (15/10) na plataforma MUBI. | O GRITO DAS LEOAS | VOD* Três mulheres jovens, de espírito livre, enfrentam o tédio e a falta de expectativas da vida no Kosovo. Para fugir das limitações de suas existências cotidianas, elas decidem formar uma gangue e começar a cometer assaltos. Escrito, dirigido e estrelado aos 18 anos de idade pela precoce Luàna Bajrami (atriz de “Retrato de uma Jovem em Chamas”), o filme conquistou cinco prêmios internacionais nos festivais de Sarajevo, Varsóvia, Estocolmo e Raindance. | A MALDIÇÃO DE BRIDGE HOLLOW | NETFLIX Esta comédia infantil de Halloween só entrou na lista porque há muitos fãs dos filmes ruins de Marlon Wayans (de “Inatividade Paranormal”) e a seleção de lançamentos da semana está bem fraca em geral. A trama acompanha uma adolescente (Priah Ferguson, de “Stranger Things”) que acidentalmente liberta um espírito capaz de fazer as decorações de Halloween ganharem vida. Diante da catástrofe, ela precisa se unir a seu pai (Wayans), um homem cético que não acredita no sobrenatural, para tentar salvar a cidade. A direção é de Jeff Wadlow (do péssimo terror inspirado na série “A Ilha da Fantasia”) e o elenco ainda conta com a cantora Kelly Rowland (“Freddy vs. Jason”), Lauren Lapkus (“A Missy Errada”) e Rob Riggle (“Anjos da Lei”). Tenha medo e não assista sozinho, deixe as crianças fazerem isso para preservar a sanidade. | ASSALTO NA PAULISTA | GLOBOPLAY O thriller brasileiro é inspirado no assalto real que aconteceu recentemente num grande banco da Avenida Paulista, no coração de São Paulo. A trama acompanha pai e filha adotiva que organizaram o roubo, vendo os planos ensaiados começarem a dar errado a partir da saída do banco e até a tentativa de desovar as joias roubadas no Paraguai. Dirigido por Flavio Frederico (“Boca”), o filme destaca Eriberto Leão e Bianca Bin (ambos de “O Outro Lado do Paraíso”) como protagonistas. | LIMA BARRETO AO TERCEIRO DIA | VOD* A produção alegórica de Luiz Antônio Pilar (“Mojubá”) se passa nos três últimos dias da internação do escritor Lima Barreto em um manicômio. Sofrendo com depressão e alcoolismo, ele relembra sua vida como jovem autor enquanto escreve “Triste Fim de Policarpo Quaresma”, uma de suas principais obras. Aos 42 anos, o artista fantasia sobre os personagens que criou e tem alucinações constantes que a todo instante o remetem à sua juventude. As duas versões de Lima Barreto também se confrontam com os personagens do romance, que ganham vida e aparecem em cena de forma fantasiosa e caricata. Roteiro e direção de arte foram premiados no festival Cine-PE, de Recife. | TROMBA TREM – O FILME | A animação brasileira, baseada na série homônima do Cartoon Network, acompanha Gajah, um elefante sem memória que, ao ficar célebre, acaba se afastando de seus velhos companheiros de viagem no Tromba Trem. O estrelato dura pouco, pois ele logo se torna o principal suspeito de misteriosos raptos. Desvendar o mistério só será possível com a ajuda dos amigos pré-fama: um grupo de cupins obstinados e Duda, uma empolgada e inocente tamanduá vegetariana. A direção é de Zé Brandão, criador dos personagens e produtor de “O Irmão do Jorel”.
Robbie Coltrane, o Hagrid de “Harry Potter”, morre aos 72 anos
O ator Robbie Coltrane, conhecido pelas novas gerações por interpretar o personagem Hagrid na franquia “Harry Potter”, morreu nesta sexta (14/10), aos 72 anos. Além do seu papel na franquia baseada nos livros de JK Rowling, Coltrane também fez participações em dois filmes de James Bond e no terror “Do Inferno” (2001), estrelado por Johnny Depp. Robbie Coltrane era o nome artístico de Anthony Robert McMillan, nascido em 30 de março de 1950, em Glasgow, na Escócia. Filho de um médico e uma professora, ele se formou na escola de arte de Glasgow, e continuou a estudar arte na Moray House College of Education, em Edimburgo. Sua estreia nas telas aconteceu em 1979, quando participou de um episódio do teleatro “Play for Today”. No ano seguinte, apareceu pela primeira vez no cinema com figurante da sci-fi dramática “A Morte ao Vivo”, clássico visionário de Bertrand Tavernier. Seguiram-se várias outras participações pequenas em filmes de sucesso ou cultuados, como “Flash Gordon” (1980), “Krull” (1983), “Férias Frustradas II” (1985) e “Henrique V” (1989), além de vários programas humorísticos, como “A Kick Up the Eighties” (1984), “Alfresco” (1984) e “Tutti Frutti” (1987). Mas foi só nos anos 1990 que ele conseguiu virar protagonista. Isto aconteceu na série “Cracker”, seu primeiro grande papel, onde Coltrane deu vida ao Dr Edward “Fitz” Fitzgerald, um psicólogo criminal antissocial e desagradável, mas com um dom único para resolver crimes. O papel rendeu a Coltrane o prêmio BAFTA. “Cracker” durou três temporadas, exibidas entre 1993 e 1995 no canal britânico ITV, e depois disso o ator foi direto enfrentar James Bond. Em 1995, Coltrane interpretou Valentin Zukovsky em “007 Contra GoldenEye” (1995), que marcou a estreia de Pierce Brosnan no papel do espião britânico. O personagem fez tanto sucesso que se tornou um dos poucos vilões a aparecer em mais de um filme de Bond, voltando em “007 – O Mundo Não é o Bastante” (1999). Sua carreira tomou outro rumo com a chegada do novo século. Em 2001, ele teve papel de destaque em “Do Inferno”, adaptação de uma famosa história em quadrinhos de Alan Moore sobre os assassinatos de Jack, o Estripador. E, claro, estrelou o filme que definiria sua carreira: “Harry Potter e a Pedra Filosofal”. Em “Harry Potter”, Coltrane interpretou Hagrid, um meio-gigante que trabalha como guarda-caça da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts e que foi um dos principais aliados do personagem-título na sua batalha contra Voldemort. Com sua inocência e seu jeito desengonçado, Hagrid conquistou uma geração inteira de fãs. Ele apareceu em todos os oito filmes da franquia, além de ter emprestado a voz para o personagem em alguns curtas-metragens. Embora a franquia “Harry Potter” lhe tenha mantido ocupado, Coltrane ainda encontrou tempo para participar de filmes como “Van Helsing – O Caçador de Monstros” (2004), no qual interpretou o monstro Mr. Hyde, “Alex Rider Contra o Tempo” (2006), no papel de Primeiro-Ministro, e na adaptação do clássico “Grandes Esperanças” (2012) em que dividiu a tela com alguns dos seus colegas de “Harry Potter”, como Ralph Fiennes e Helena Bonham Carter. Seus últimos créditos foram nas séries “National Treasure” (2016) e “Urban Myths” (2020), na qual interpretou o cineasta Orson Welles (diretor de “Cidadão Kane”). Robbie Coltrane já estava doente há dois anos, mas ele ainda participou do reencontro de “Harry Potter”, produzido pelo serviço de streaming HBO Max. Sua fala, ao final do especial, foi premonitória. “O legado dos filmes é que a geração dos meus filhos vai mostrá-los para os seus filhos. Então você poderá estar assistindo aos filmes daqui a 50 anos, facilmente”, disse ele. “Eu não vou estar por aqui, infelizmente. Mas Hagrid vai estar, sim”, completou. Daniel Radcliffe homenageou o colega ao lembrá-lo como “uma das pessoas mais engraçadas que conheci”. “Ele costumava nos manter rindo o tempo inteiro quando éramos crianças no set”, disse o intérprete de Harry Potter num comunicado. “Tenho lembranças especialmente boas dele mantendo nosso ânimo em ‘Prisioneiro de Azkaban’, quando ficamos todos escondidos de uma chuva torrencial por horas na cabana de Hagrid e ele contava histórias e piadas para manter o moral alto. Eu me sinto incrivelmente sortudo por ter conhecido e trabalhado com ele e muito triste por ele ter falecido. Ele era um ator incrível e um homem adorável”.
Disney lança pôster de “A Pequena Sereia” e reforça: “Halle Bailey é Ariel”
A Disney divulgou o pôster de “A Pequena Sereia”, versão live-action da animação dos anos 1990. Revelado nas redes sociais da empresa, a arte foi acompanhado por um texto simples, que diz: “Halle Bailey é Ariel”. A frase foi repetida em todo o mundo, reforçando que Halle Bailey (da série “Grown-ish”), uma atriz negra, interpreta o papel de Ariel. O tom afirmativo é uma resposta à reação negativa de parte do público à sua escalação. Houve até usuário expulso do Twitter por postar uma montagem racista, que “corrigia” Arial no filme, transformando-a em branca. O teaser do filme também gerou cerca de 2 milhões de dislikes, numa campanha contra a “lacração” (termo usado pela extrema direita para defender racismo, homofobia e misoginia). O filme dirigido por Rob Marshall (“Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas”) também inclui em seu elenco Melissa McCarthy (“Caça-Fantasmas”), Jonah Hauer King (da minissérie “Little Women”, da BBC), Jacob Tremblay (“Extraordinário”), Awkwafina (“Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis”), Daveed Diggs (“Expresso do Amanhã”) e Javier Bardem (“Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar”). A estreia vai acontecer em 25 maio de 2023 nos cinemas brasileiros. Halle Bailey é Ariel.#APequenaSereia, em 25 de maio nos cinemas. pic.twitter.com/BFwwmGQqgr — WaltDisneyStudiosBR (@DisneyStudiosBR) October 13, 2022
Liam Neeson negocia estrelar reboot de “Corra que a Polícia Vem Aí!”
O ator Liam Neeson (“Assassino Sem Rastro”) está em negociações para estrelar o reboot da franquia de comédia “Corra que a Polícia Vem Aí!” (Naked Gun), originalmente protagonizada por Leslie Nielsen. Nascida como uma série de TV em 1982, chamada de “Esquadrão de Polícia” (Police Squad), a franquia “Corra que a Polícia Vem Aí” foi parar no cinema em 1988 e consagrou o veterano ator Leslie Nielsen no papel de Frank Drebin, um policial com inaptidões muito especiais. Fez tanto sucesso que teve mais duas continuações em 1991 e 1994. A ideia de reviver a franquia ronda Hollywood desde a morte de Leslie Nielsen em 2010. O próprio Neeson já havia mencionado a possibilidade de estrelar o reboot em 2021. Mas agora parece que o projeto finalmente vai sair do papel. Caso as negociações se concretizem, Neeson vai interpretar o filho do detetive Frank Drebin. O roteiro do novo “Corra que a Polícia Vem Aí!” será escrito pela dupla Dan Gregor e Doug Mand, e dirigido por Akiva Schaffer. Os três trabalharam juntos recentemente no filme “Tico e Teco: Defensores da Lei” (2022). Já a produção do reboot ficará à cargo de Seth MacFarlane, com quem Neeson trabalhou em filmes como “Ted 2” (2015) e “Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola” (2014), além de ter feito aparições nas séries do produtor-roteirista, como “Uma Família da Pesada” (Family Guy) e “The Orville”. O novo “Corra que a Polícia Vem Aí!” ainda não tem previsão de estreia. Liam Neeson será visto a seguir no thriller “Marlowe”, dirigido por Neil Jordan (“Obsessão”), que chega aos cinemas americanos em 2 de dezembro. Assista abaixo ao trailer do primeiro “Corra que a Polícia Vem Aí!”.
Trailer de “Tár” destaca desempenho premiado de Cate Blanchett
A Universal Pictures divulgou o trailer nacional de “Tár”, que traz Cate Blanchett (“O Beco do Pesadelo”) em seu novo papel premiado, como uma maestrina virtuosa. Blanchett vive a fictícia Lydia Tár, uma aclamada compositora que se torna a primeira maestrina feminina de uma orquestra alemã após conquistar consagração em diferentes indústrias do entretenimento – vencedora do Emmy, do Grammy, do Oscar e do Tony. Mas apesar de suas realizações, encontra-se sob pressão durante em Berlim, durante a gravação de sua última sinfonia. “Tár” é o terceiro longa do diretor Todd Field, que foi indicado ao Oscar por “Entre Quatro Paredes” (2001) e “Pecados Íntimos” (2006) e estava há 16 anos sem filmar. Mas tão importante quanto a direção e o roteiro na produção, a música do filme será fornecida por Hildur Guðnadóttir, a compositor islandesa que venceu o Oscar 2020 de Melhor Trilha por “Coringa”. O elenco de apoio inclui a alemã Nina Hoss (“Fênix”), a francesa Noémie Merlant (“Retrato de uma Jovem em Chamas”), os ingleses Mark Strong (“Shazam!”) e Julian Glover (“Game of Thrones”), o sueco Allan Corduner (“Homeland”) e instrumentistas reais em papéis de músicos da orquestra. Bastante elogiado, “Tár” atingiu 96% de aprovação no Rotten Tomatoes e rendeu o troféu de Melhor Atriz para Blanchett no recente Festival de Veneza. A previsão para seu lançamento no Brasil é apenas para 26 de janeiro.












