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Filme

Robert Carradine, de “A Vingança dos Nerds” e “Lizzie McGuire”, morre aos 71 anos

Ator tirou a própria vida após lutar por duas décadas contra o transtorno bipolar. A família pediu o fim do estigma sobre a doença

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24 de fevereiro de 2026
Filme

Franquia “Venom” ganhará filme animado da Sony

Estúdio contrata diretores do terror "Premonição: Laços de Sangue" para comandar a primeira animação do anti-herói da Marvel nos cinemas

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24 de fevereiro de 2026
Filme

Lily Collins será Audrey Hepburn em filme sobre “Bonequinha de Luxo”

A estrela de "Emily em Paris" vai protagonizar e produzir o longa sobre o clássico de 1961, que mostrará bastidores do set

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23 de fevereiro de 2026
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    Jerrod Carmichael vai apresentar Globo de Ouro 2023

    8 de dezembro de 2022 /

    O comediante Jerrod Carmichael (“The Carmichael Show”) vai apresentar a próxima edição do Globo de Ouro. A informação foi divulgada pela Associação da Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA na sigla em inglês), que organiza o evento. “Estamos muito empolgados em ter Jerrod Carmichael como anfitrião do histórico 80º Globo de Ouro”, afirmou Helen Hoehne, presidente da HFPA, em comunicado. “Seus talentos cômicos divertiram e emocionaram o público, proporcionando momentos instigantes que são tão importantes nos tempos em que vivemos. Jerrod é o tipo especial de talento que este programa exige para iniciar a temporada de premiações.” Carmichael co-criou, co-escreveu, produziu e estrelou a sitcom semi-autobiográfica “The Carmichael Show”, exibida 2015 e 2017 no canal americano NBC. Em setembro, ele venceu um Emmy pelo seu especial de comédia “Jerrod Carmichael: Rothaniel” e foi indicado a outro Emmy pela sua estreia como apresentador no programa humorístico “Saturday Night Live”, em abril. “Jerrod é um talento fenomenal com uma nova perspectiva e excelente estilo cômico”, acrescentou Jesse Collins, produtor executivo e CEO da Jesse Collins Entertainment, que produz o evento. “Estamos todos entusiasmados por tê-lo como apresentador do programa deste ano”. O “tipo especial de talento” do comediante também inclui ser negro, o que chama atenção após a HFPA ser acusada de propagar racismo por não ter integrantes negros em seus quadros. A denúncia foi feita numa reportagem do jornal Los Angeles Times, que revelou que nenhum dos 80 integrantes originais da HFPA e eleitores do Globo de Ouro era negro. Para complicar, um ex-presidente da entidade, Philip Berk, escreveu um email para os filiados chamando o movimento “Vidas Negras Importam” (Black Lives Matter) de um “movimento de ódio racista”. Ele foi expulso da associação. Além disso, o Los Angeles Times também expôs a corrupção da entidade, que aceitava presentes dos estúdios para influenciar seus votos na premiação. Denúncias de assédio sexual da “imprensa estrangeira de Hollywood” também se juntaram ao caldo, citadas por astros como Scarlett Johansson e Brendan Fraser. E isso levou a rede americana NBC, responsável pela exibição da premiação desde 1996, decidir não transmitir o Globo de Ouro em 2022. A emissora cancelou a transmissão após a pressão das plataformas Amazon e Netflix, de uma coalizão de 100 agências de talentos, que representam as principais estrelas do cinema e da televisão dos EUA e do Reino Unido, e também de vários estúdios, que anunciaram rompimento com a entidade após as denúncias. Por isso, o Globo de Ouro deste ano “aconteceu” sem a presença de astros de Hollywood, apenas com o anúncio de vencedores pelas redes sociais. Para recuperar sua credibilidade, a HFPA anunciou várias mudanças, incluindo a ampliação da diversidade de seus membros com a adição de 103 novos votantes, que se somaram aos cerca de 80 anteriormente existentes, e a criação de um manual de ética. Além disso, a entidade teve seu controle adquirido pela empresa de investimentos Eldridge Industries, que também assumiu a propriedade da Dick Clark Productions, a produtora de longa data do evento. Desse modo, o dono da Eldridge Industries, Todd Boehly, passou a aturar como CEO interino do HFPA desde outubro de 2021. Mas tantas mudanças podem não ser suficientes. O ator Brendan Fraser, que vem de uma performance elogiada em “The Whale” (A Baleia) e é considerado presença garantida nos diversos eventos de premiação da temporada, já afirmou que não aceitará convite para participar do Globo de Ouro 2023. A cerimônia marcará 20 anos de um abuso que ele sofreu de Philip Berk no evento. A 80ª edição do Globo de Ouro foi marcada para o dia 10 de janeiro de 2023, uma terça-feira. A escolha da data se deve ao fato de o domingo anterior estar ocupado com um jogo de futebol da NFL e o seguinte com a premiação do Critics Choice Awards. A cerimônia terá exibição simultânea nos EUA na rede de TV NBC e no serviço de streaming Peacock.

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    Cinemas recebem “Irmãos de Honra” e mais 12 filmes

    8 de dezembro de 2022 /

    Os cinemas recebem 13 estreias nesta quinta (8/12), mas o filme com maior distribuição saiu de cartaz há 13 anos. “Lua Nova” (2009), segundo longa da “Saga Crepúsculo”, retorna aos cinemas em 400 salas durante uma única semana, em comemoração ao aniversário do fim da franquia. Entre as novidades, os lançamentos mais amplos são o filme de ação aérea “Irmãos de Honra” e a comédia brasileira “Pronto, Falei”, que chegam em 300 salas. Mas a lista de destaques ainda inclui dois títulos de prestígio, “Ela Disse” e “Ruído Branco”, que tentam chamar atenção na disputada temporada de premiações. Confira abaixo os filmes que entram em cartaz.   | IRMÃOS DE HONRA |   O filme de aviação passado durante a Guerra da Coreia chega nas telas no vácuo do blockbuster “Top Gun: Maverick”, que é evocado não apenas pelas cenas de caças em voos rasantes, mas também pela presença do ator Glen Powell, um dos “irmãos de honra” do título, ao lado de Jonathan Majors (“Loki”). Com direção de J.D. Dillard (“O Mistério da Ilha”), a trama retrata o racismo sofrido pelo primeiro afro-americano a voar em combate pela Marinha dos Estados Unidos e sua parceria com um colega que o acompanha até o limite, enquanto os dois se tornam os melhores pilotos e os melhores amigos sob fogo.   | ELA DISSE |   O drama jornalístico recria os bastidores da primeira publicação de denúncias de assédio, abuso e estupro contra um dos mais poderosos produtores de Hollywood, Harvey Weinstein. A prévia mostra Carey Mulligan (“Bela Vingança”) e Zoe Kazan (“Doentes de Amor”) no papel das repórteres do New York Times que investigaram e publicaram as denúncias que abalaram Hollywood e deram início ao movimento #MeToo. O filme é baseado no livro de mesmo nome, lançado em 2019, que conta os detalhes da investigação sobre os boatos que circulavam há anos a respeito da conduta sexual de Weinstein. A história foca nos bastidores de meses de investigações e obstáculos legais que as jornalistas enfrentaram para publicar suas reportagens, lutando contra a fortuna e o poder de um homem que ganhou mais agradecimentos que Deus na História do Oscar. Apesar da dificuldade inicial para conseguir quem assumisse as denúncias, uma vez publicada a reportagem inspirou uma centena de mulheres, inclusive estrelas de primeira grandeza de Hollywood, a revelar as tentativas de abusos e até mesmo estupros praticados impunemente pelo produtor – e dono de estúdio de cinema – por mais de três décadas. A sucessão de acusações fez ruir um esquema de proteção que incluía pagamentos por baixo dos panos, acordos de confidencialidade, ameaças de retaliação profissional e até serviços de vigilância e intimidação profissional, levando o magnata à julgamento e para a cadeia, além de render o prêmio Pulitzer para as jornalistas. Ao vir à tona, os crimes de Weinstein também tiveram um efeito dominó, inspirando novas denúncias contra poderosos chefões que abalaram os alicerces da indústria do entretenimento e as relações trabalhistas em todo o mundo – com ecos até na queda do presidente da CBF e da Caixa Econômica Federal no Brasil. A dramatização tem roteiro da inglesa Rebecca Lenkiewicz (“Desobediência”) e direção de Maria Schrader (da minissérie “Nada Ortodoxa”).   | RUÍDO BRANCO |   O novo filme de Noah Baumbach (“História de um Casamento”) é uma comédia absurda, horripilante, lírica e apocalíptica, baseada no romance homônimo de Don DeLillo (“Cosmópolis”), que acompanha as tentativas de uma família americana dos anos 1980 para lidar com os pavores da vida cotidiana e a possibilidade de felicidade num mundo incerto. Com clima apocalíptico, traz a família central em fuga de um nuvem tóxica, mas tudo é exacerbado pela condição psicológica do pai: um medo exagerado da morte, que acompanha cada passo de sua vida. Adam Driver vive o personagem principal, fazendo sua segunda parceria com Baumbach, após ser indicado ao Oscar por seu desempenho em “História de um Casamento” (2019). O elenco também destaca a participação da mulher do diretor, Greta Gerwig, que não atuava numa produção live-action desde “Mulheres do Século 20” (2016) – basicamente, desde que também decolou como cineasta com “Lady Bird: A Hora de Voar” (2017). E ainda Don Cheadle (“Vingadores: Ultimato”), Raffey Cassidy (“Tomorrowland”), Jodie Turner-Smith (“Sem Remorso”), Alessandro Nivola (“Os Muitos Santos de Newark”) e seus filhos Sam e May Nivola. Com a produção é da Netflix, o lançamento nos cinemas é bastante limitado, antes da estreia em streaming,   | BEM-VINDOS A BORDO |   O drama francês acompanha o cotidiano de uma comissária de bordo vivida por Adèle Exarchopoulos (“Azul É a Cor Mais Quente”). Levando sua rotina de trabalho no modo automático, um dia é dispensada pela empresa de aviação e se vê obrigada a lidar com o que a vida lhe reservou em seu retorno para casa. Vencedor do Festival de Gijón e premiado em Cannes, o filme é o primeiro longa do casal Julie Lecoustre e Emmanuel Marre, que chamou atenção ao conquistar o troféu de Melhor Curta no Festival de Locarno de 2018 (com “D’un château l’autre”).   | PRONTO, FALEI |   A primeira comédia de Michel Tikhomiroff (“Confia em Mim”) é uma história típica de farsa que dá errado, com referências que vão de “Para Todos os Garotos que Já Amei” a “Cyrano de Bergerac”. Na trama, Nicolas Prattes (“O Segredo de Davi”) é um jornalista que, após beber muito, descobre que enviou vários rascunhos de emails falando mal de todos no trabalho. Certo que vai perder o emprego, aceita uma barganha: outro jornalista, vivido por Romulo Arantes Neto (“Quem Vai Ficar com Mário?”), propõe assumir a autoria dos emails, e em troca pede que ele passe a escrever sua coluna. Só que os emails aumentam a popularidade do outro, que ainda é elogiado pelo trabalho que não faz. Decepcionado, o protagonista atrapalhado passa a imaginar como reverter a situação. O elenco também inclui Kéfera Buchmann (“É Fada”) e Duda Santos (“Travessia”).   | SOL |   O drama brasileiro acompanha um pai recém-separado, que não consegue se reconectar com a filha de dez anos, e se vê obrigado a viajar com ela para o interior nordestino em busca do próprio pai que o abandonou quando criança e agora quer morrer. O convívio forçado com o pai que ele odeia e a imediata conexão de sua filha com o avô testa todos os seus limites, mas lhe dá a chance de se reaproximar da filha. A direção é de Lô Politi (“Alvorada”) e o papel principal rendeu o prêmio de Melhor Ator a Romulo Braga (“Irmãos Freitas”) no Festival do Rio.   | # (HASHTAG) |   Paula Burlamaqui (“Verdades Secretas”) vive Bia uma influencer, modelo e blogueira bem-sucedida que está se preparando para a sua festa de comemoração de aniversário. Ao mesmo tempo, fica cada vez mais desconectada do mundo real e de sua própria família. Mas quando acha que vive o seu melhor momento, uma ameaça de exposição a faz questionar sua realidade. A direção é de Caio Sóh (“Canastra Suja”).   | CORAÇÃO DE PAI – SÃO JOSÉ |   O documentário religioso busca entender quem era José de Nazaré, o pai de Jesus. O diretor espanhol Andrés Garrigó é especialista em produções do gênero, já tendo filmado “Fátima, O Último Mistério” (2017) e “Luz de Soledad” (2016) sobre a santa espanhola María Soledad Torres y Acosta, entre outros documentários católicos.   | MUCO – CONTRADIÇÃO NA TRADIÇÃO |   O documentário de Oberom acompanha dois irmãos brasileiros em viagem à Índia a fim de entender as implicações que a prática milenar do Yoga, e seus princípios éticos (os Yamas), têm em nossa sociedade. Ao longo da jornada aprendem verdades ocultas da Índia que colocam em xeque a própria tradição do Yoga.   | CLARICE LISPECTOR – A DESCOBERTA DO MUNDO |   O filme de estreia de Taciana Oliveira é um ensaio documental criado a partir de uma seleção de depoimentos da escritora Clarice Lispector e entrevistas com amigos e familiares. O formato resulta numa costura poética visual de trechos adaptados da sua obra e um resgate da participação da escritora no programa “Os Mágicos”, da TV Educativa, em dezembro de 1976.   | O TABLADO E MARIA CLARA MACHADO |   O filme de estreia de Creuza Gravina foi resultado de vários anos de pesquisa para contar a história do Teatro Tablado e de sua fundadora Maria Clara Machado. A narrativa ganha forma por meio de 62 depoimentos de ex-alunos de diferentes gerações, como Marieta Severo, Malu Mader, Cláudia Abreu, Lúcio Mauro Filho, Marcelo Serrado, Bárbara Heliodora, Ernesto Piccolo, Lupe Gigliotti, Louise Cardoso, Cacá Mourthé, Leandro Hassum, Andréa Beltrão e muitos outros, além dos professores do curso de teatro e de amigos que acompanharam o trabalho da escritora, como o falecido Gilberto Braga e Marcos Palmeira.   | A SAGA CREPÚSCULO – LUA NOVA |   A Paris Filmes está relançando toda a “Saga Crepúsculo” nos cinemas brasileiros em comemoração aos 10 anos do final da franquia, que foi encerrada em 2012 com “Amanhecer – Parte 2”. Depois de “Crepúsculo” (2008), é a vez de “Lua Nova” (2009), que transformou a história de amor sobrenatural entre a mortal Bella (Kristen Stewart) e o vampiro Edward (Robert Pattinson) num triângulo com a introdução do lobisomem Jacob (Taylor Lautner). O sucesso dos filmes catapultou as carreiras do par central, que também viveu um namoro tumultuado fora das telas. Stewart e Pattinson têm feito alguns dos filmes recentes de mais prestígio e sucesso de Hollywood. Enquanto a atriz foi indicada ao Oscar por “Spencer”, o ator virou o novo “Batman” do cinema. Já Taylor Lautner, por outro lado, tornou-se coadjuvante de comédias de Adam Sandler. A “Saga Crepúsculo” também está integralmente disponível em streaming nas plataformas Netflix e Star+.

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    M3gan: Trailer mostra nova geração dos brinquedos assassinos

    8 de dezembro de 2022 /

    A Universal Pictures divulgou o novo trailer legendado de “M3gan”, que apresenta a última geração dos brinquedos assassinos. Criada pelos roteiristas James Wan (“Invocação do Mal”) e Akela Cooper (“Maligno”), M3gan é uma boneca com inteligência artificial, desenvolvida por uma especialista em robótica vivida por Allison Williams (“Corra!”). Tendo que cuidar da sobrinha pequena (Violet McGraw, de “Doutor Sono”), que perdeu os pais num acidente, a cientista apresenta a menina à sua invenção, que logo se prova um brinquedo muito fiel — talvez fiel até demais. Basta alguém ameaçar a criança para que M3gan saia em sua caçada. Para completar, o robô humanoide também começa a desobedecer comandos quando deixa de ser tratada como alguém da família. Dirigido pelo neozelandês Gerard Johnstone (“Housebound”), o terror tecnológico também traz Jenna Davis (“A Casa de Raven”) como a voz de M3gan e chega aos cinemas em 19 de janeiro no Brasil, uma semana após a estreia nos EUA.

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    Christian Bale investiga crimes macabros no trailer de “O Pálido Olho Azul”

    8 de dezembro de 2022 /

    A Netflix divulgou o trailer legendado e pôsteres dos personagens de “O Pálido Olho Azul”, terror gótico estrelado por Christian Bale. A produção marca a terceira parceria entre o ator e o diretor Scott Cooper – após o thriller “Tudo por Justiça” (2013) e o western “Hostis” (2017). Baseado no livro homônimo de Louis Bayard, o filme gira em torno de uma série de assassinatos macabros na Academia Militar de West Point em 1830. Bale tem o papel de um detetive veterano que investiga os crimes, e para isso conta com a ajuda do jovem cadete, que mais tarde se tornaria mundialmente famoso como escritor, Edgar Allan Poe. Harry Melling, conhecido como o Dudley Dursley da saga “Harry Potter”, vive Poe e o resto do elenco inclui Gillian Anderson (“The Crown”), Lucy Boynton (“Bohemian Rhapsody”), Charlotte Gainsbourg (“Ninfomaníaca”), Toby Jones (“First Cow”), Timothy Spall (também de “Harry Potter”), Charlie Tahan (“Ozark”) e o veterano Robert Duvall (“O Juiz”). A estreia está marcada para 6 de janeiro.

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    Premiação da Academia Australiana de Cinema consagra “Elvis” com 9 troféus

    7 de dezembro de 2022 /

    A Academia Australiana de Cinema e Televisão (AACTA, na sigla em inglês) anunciou os vencedores de seu 11º Prêmio AACTA Internacional, e a cinebiografia “Elvis”, dirigida por Baz Luhrmann, foi a grande campeã, levando para casa nove troféus, incluindo Melhor Filme do ano. Os demais prêmios foram para o cineasta Baz Luhrmann na categoria de Melhor Direção, o protagonista Austin Butler, eleito o Melhor Ator, a atriz Olivia DeJonge como Melhor Atriz Coadjuvante, e mais cinco troféus técnicos – Melhor Figurino, Design de Produção, Direção de Fotografia, Som e Montagem. O AACTA também consagrou atrações televisivas, destacando “Mystery Road: Origin” como Melhor Série Dramática. A atração também levou os prêmios de Melhor Ator Principal (para Mark Coles Smith) e Melhor Atriz (para Tuuli Narkle). Outro grande vencedor foi o drama adolescente “Heartbreak High”, da Netflix, que conquistou três prêmios na votação popular: Melhor Série, Ator (Bryn Chapman) e Atriz (Chloe Hayden). O ator Chris Hemsworth (“Thor: Amor e Trovão”) foi homenageado com o Prêmio Trailblazer, que destaca conquistas, talento e sucesso de um artista australiano na indústria do entretenimento. Ao receber o prêmio das mãos de Russell Crowe, seu colega de cena em “Thor: Amor e Trovão” e atual presidente da AACTA, Hemsworth destacou a importância do cinema e de equipes australianas em sua carreira. “Esta noite é uma grande honra. Não desvalorizo as oportunidades que a indústria australiana me proporcionou e estou animado e orgulhoso que o resto do mundo esteja descobrindo o quão bom é fazer filmes de primeira classe com nossas incríveis equipes e pessoas criativas”, discursou. “Sinto que estamos apenas começando.” Confira a lista completa dos vencedores no site oficial do evento.

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    Primeiras impressões de “Avatar 2” celebram “obra-prima” e “espetáculo visual”

    7 de dezembro de 2022 /

    O filme “Avatar: O Caminho da Água” teve sua première oficial na noite de terça-feira (6/12) em Londres, e embora as críticas estejam embargadas, os comentários de quem assistiu ao filme na primeira sessão já encheram o Twitter de elogios. Tanto os blogueiros geeks quanto os críticos de grandes portais de cinema ressaltaram a qualidade da obra, destacando principalmente o aspecto visual do filme. Mas alguns foram ainda mais longe dizendo que a continuação é melhor que o filme original. Dentre os aspectos técnicos, sobraram elogios aos efeitos especiais e ao uso do 3D, que proporciona uma maior imersão no mundo de Pandora. Mas a taxa de quadros de 48 frames por segundo (a mesma usada por Peter Jackson na trilogia “O Hobbit”) foi um ponto divisivo. Entre os comentários negativos destaca-se a duração do filme, que ultrapassa três horas, o que levou alguns críticos a questionarem a necessidade da obra ser tão longa. Mas, fora esse detalhe, “Avatar: O Caminho da Água” parece ter agradado muito. Novamente dirigida por James Cameron, a continuação acompanha a família dos personagens Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña), introduzindo seus filhos, que são forçados a buscar asilo com uma tribo litorânea ao serem expulsos de sua comunidade na floresta pelos invasores da Terra. O elenco também inclui a volta da maioria dos atores do primeiro filme – como Sigourney Weaver, Stephen Lang, CCH Pounder, Joel David Moore e Matt Gerald (mas não Michelle Rodriguez!) – , junto com novidades como Kate Winslet (“O Leitor”), Michelle Yeoh (“Star Trek: Discovery”), Oona Chaplin (“Game of Thrones”), Edie Falco (“Nurse Jackie”) e Cliff Curtis (“Fear the Walking Dead”). A estreia está marcada para 15 de dezembro no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Confira algumas impressões compartilhadas nas redes sociais após a première. “Sim, nunca aposte contra James Cameron. Tentando poupar hipérbole, mas nunca vi nada assim do ponto de vista técnico e visual. É impressionante. Talvez muito impressionante. Às vezes, perco detalhes da trama porque estou olhando para um peixe de Pandora. Além disso, revi o primeiro AVATAR no fim de semana e basicamente decidi que ‘aquilo é bom’. A sequência tem um desenvolvimento de personagem muito melhor e mais profundo”, escreveu Mike Ryan, do site Uproxx. AVATAR: THE WAY OF WATER: Yeah never bet against James Cameron. Trying to spare hyperbole, but I’ve never seen anything like this from a technical, visual standpoint. It’s overwhelming. Maybe too overwhelming. Sometimes I’d miss plot points because I’m staring at a Pandora fish — Mike Ryan (@mikeryan) December 6, 2022 Also, I rewatched the first AVATAR over the weekend and basically settled on “that was fine.” The sequel has much better and deeper character development. — Mike Ryan (@mikeryan) December 6, 2022 “‘Avatar: O Caminho da Água’ é incrível. Eu tinha fé que James Cameron iria elevar a fasquia com os efeitos, mas esses visuais são alucinantes. Um quadro impressionante após o outro. Mas o que mais gostei é como os feitos técnicos sempre parecem a serviço dos personagens e da construção do mundo”, destacou Perri Nemiroff, do site Collider. #AvatarTheWayOfWater is pretty incredible. I had faith James Cameron would raise the bar w/ the effects but these visuals are mind-blowing. One stunning frame after the next. But the thing I dug most is how the technical feats always feel in service of character & world-building. pic.twitter.com/MXeN3z8BnP — Perri Nemiroff (@PNemiroff) December 6, 2022 “Sem surpresa, ‘Avatar: O Caminho da Água’ é uma obra-prima visual com rico uso de 3D e imagens de tirar o fôlego. Ele sofre com uma história tênue e muitos personagens para fazer malabarismos, mas James Cameron o reúne para um extraordinário ato final cheio de emoção e ação emocionante”, disse Ian Sandwell, do site Digital Spy. Unsurprisingly, #AvatarTheWayOfWater is a visual masterpiece with rich use of 3D and breathtaking vistas. It does suffer from a thin story and too many characters to juggle, yet James Cameron pulls it together for an extraordinary final act full of emotion and thrilling action. pic.twitter.com/opr6CRyOwk — Ian Sandwell (@ian_sandwell) December 6, 2022 “‘Avatar: O Caminho da Água’ é uma maravilha visual com uma beleza hipnotizante em cada quadro. A sequência de James Cameron prospera quando explora novos terrenos, elaborando desafios emocionais maiores e melhores. A definição de épico”, comentou Jeff Nelson, do site Cheat Sheet. #Avatar /#AvatarTheWayOfTheWater is a visual marvel with mesmerizing beauty in every frame. James Cameron's sequel thrives when it explores new terrain, crafting bigger and better emotional stakes. The definition of epic. pic.twitter.com/GqSffkZKBE — Jeff Nelson (@SirJeffNelson) December 6, 2022 “É um filme de ‘Avatar’: início lento, grande construção, incrivelmente envolvente no segundo ato com uma tonelada de construção de mundo e criaturas legais que te deixam feliz, então uma hora de ação emocionalmente incisiva incrivelmente boa e cristalina para mandá-lo para casa satisfeito e feliz”, definiu David Sims do site The Atlantic. it’s an Avatar movie: slow start, big build, incredibly involving second act with a ton of world building and cool creatures that blisses you way out, then an hour of screamingly good crystal clear emotionally trenchant action to send you home full and happy — David Sims (@davidlsims) December 6, 2022 “Feliz em dizer que ‘Avatar: O Caminho da Água’ é fenomenal! Maior, melhor e mais emocionante que ‘Avatar’, o filme é visualmente de tirar o fôlego, visceral e incrivelmente cativante. A história, o espetáculo, a espiritualidade, a beleza – isso é o que há de melhor em fazer filmes e contar histórias”, declarou Erik Davis, do site Fandango. Happy to say #AvatarTheWayOfWater is phenomenal! Bigger, better & more emotional than #Avatar, the film is visually breathtaking, visceral & incredibly engrossing. The story, the spectacle, the spirituality, the beauty – this is moviemaking & storytelling at its absolute finest. pic.twitter.com/RicnpDghrx — Erik Davis (@ErikDavis) December 6, 2022 Já vi ‘Avatar’ duas vezes e estou impressionado com seu domínio técnico e escopo emocional inesperadamente íntimo. Sim, o mundo é expandido e as sequências são sugeridas, mas os personagens são mais importantes. Cameron está em sua melhor forma, especialmente no ato final. Bom tê-lo de volta”, disse Drew Taylor, do site The Wrap. Have now seen #Avatar twice and am overwhelmed by both its technical mastery and unexpectedly intimate emotional scope. Yes the world is expanded and sequels teased but the characters are most important. Cameron is in top form, especially in final act. Good to have him back. 🐟 pic.twitter.com/PR9drN5Zph — Drew Taylor (@DrewTailored) December 6, 2022 Como uma fã de ‘Avatar’, eu tinha grandes esperanças para ‘Avatar: O Caminho da Água’ e para mim ele entrega totalmente. Claro que é um pouco longo, mas vale a pena pelos lindos visuais, novos personagens maravilhosos. Uma emoção total”, contou Kara Warner, da revista People. As an Avatar stan, I had high hopes for #AvatarTheWayofWater and for me it totally delivers. Sure it's a little long, but worth it for the gorgeous visuals, wonderful new characters. A total thrill. — Kara Warner (@karawarner) December 6, 2022 “Então, ‘Avatar: O Caminho da Água’: gostei, não amei. A boa notícia é que o 3D está bom novamente (yey!), e a ação é incrível (especialmente no ato final). Mas muitas das histórias parecem ter que parar e começar, e a alta taxa de quadros foi um sucesso e um fracasso para mim”, afirmou Amon Warmann, da revista Empire. So, #AvatarTheWayOfWater: Liked it, didn't love it. The good news is that 3D is good again (yay!), and the action is pretty incredible (especially in the final act). But many of the storylines feel like they have to stop and start, and the high frame rate was hit & miss for me. pic.twitter.com/eY4G76R1AJ — Amon Warmann (@AmonWarmann) December 6, 2022

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    “Adão Negro” deve dar prejuízo milionário para Warner

    7 de dezembro de 2022 /

    O filme “Adão Negro” vai gerar um prejuízo milionário para o estúdio Warner Bros. Estimativas financeiras apontam que o longa estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson não deve render mais de US$ 400 milhões nas bilheterias, ficando abaixo do necessário para pagar seus custos de produção e divulgação. O orçamento de “Adão Negro” foi de US$ 195 milhões, um valor bastante elevado e que exige um grande retorno nas bilheterias. Para maximizar o lançamento, a Warner ainda investiu entre US$ 80 e US$ 100 milhões em marketing, o que, entretanto, só aumentou a pressão pelo sucesso do filme. Como resultado de todo esse investimento, o filme precisaria render ao menos US$ 600 milhões nas bilheterias para empatar os custos – visto que os donos dos cinemas ficam com metade do lucro da venda de ingressos e ainda há impostos. Mas “Adão Negro” já está quase encerrando a sua exibição no cinema, o que deve gerar um prejuízo de US$ 50 ou US$ 100 milhões, de acordo com estimativas de especialistas. Ainda assim, fontes da Warner Bros. contestam esses números, dizendo que o filme vai se pagar quando chegar à marca de US$ 400 milhões nas bilheterias. A Warner explica que, quando o filme foi encomendado, acreditava-se que o ponto de equilíbrio (ou seja, a quantia necessária para o filme se pagar) era de US$ 450 milhões nas bilheterias, mas esse número caiu devido às particularidades do novo cenário de entretenimento doméstico, no qual “Adão Negro” superou as projeções. Isto é, performou bem no lançamento em VOD (locação digital). O estúdio também argumenta que os fluxos de receita auxiliares se tornaram mais lucrativos com janelas mais curtas de exibição nos cinemas. Graças às concessões da era pandêmica, os filmes chegam às plataformas de entretenimento doméstico em 33 dias, em vez de 75, o que reduz o dinheiro necessário para reviver campanhas de marketing para um lançamento digital. Com as receitas secundárias, fontes da Warner Bros. dizem que o filme está prestes a sair do vermelho. Mesmo que isso seja verdade, “Adão Negro” não virou o arrasa-quarteirões que a DC esperava quando o concebeu em 2019. A exibição no cinema pode ser apenas um componente do rendimento, mas é inegável que os retornos das bilheterias são os maiores elementos da lucratividade de uma produção deste porte. E mesmo com as vendas em VOD, que podem render entre US$ 25 e US$ 35 milhões a mais, “Adão Negro” ainda estará no vermelho quando chegar de graça para os assinantes da HBO Max – por mais que a Warner afirme o contrário. Vale lembrar que a maioria dos filmes perde dinheiro durante o lançamento nos cinemas e depende de aluguéis, vendas e produtos derivados para eventualmente obter lucro. Também há valor não monetário em estabelecer uma nova propriedade intelectual cinematográfica que nem sempre é refletido nesse balanço. Recentemente, outros filmes como “Mundo Estranho”, “Lightyear”, “Amsterdam” e “Moonfall – Ameaça Lunar” também torraram grandes orçamentos que não foram recuperados nas bilheterias. Mesmo com a diminuição dos casos de covid e a gradativa recuperação do costume de ir ao cinema, o setor cinematográfico ainda luta para se recuperar. E isso tem sido um grande problema para filmes de mega-orçamento que dependem de grande público. “Adão Negro” chegou aos cinemas no final de outubro e fez US$ 67 milhões na sua estreia, um rendimento sólido, mas nada espetacular para um filme de quadrinhos. Mas, ao contrário de outros filmes do Universo DC, como “Aquaman” (que estreou com US$ 67,8 milhões) e “Shazam!” (US$ 53,5 milhões), o longa não tinha a qualidade para justificar seu orçamento. Recebido com críticas mistas (e uma aprovação de 43% no Rotten Tomatoes), “Adão Negro” não teve divulgação boca a boca e lutou para expandir seu apelo além dos fãs de quadrinhos. Até agora, o filme gerou US$ 165 milhões na América do Norte e US$ 219 milhões internacionalmente. Como a maioria dos filmes de Hollywood, a bilheteria no exterior foi limitada porque eles foram impedidos de passar na China ou na Rússia, dois grandes mercados. Em comparação, “Aquaman” conseguiu arrecadar consideráveis US​​$ 335 milhões na América do Norte. E no caso de “Shazam”, embora o filme tenha encerrado sua exibição com US$ 140 milhões no mercado interno, ele custou US$ 100 milhões para ser produzido – cerca de metade do orçamento de “Adão Negro”. Outras propriedades da DC da era pandêmica incluem “Mulher Maravilha 1984”, que arrecadou US$ 164 milhões ao estrear simultaneamente na HBO Max, “O Esquadrão Suicida”, que gerou US$ 165 milhões (também chegando no mesmo dia na HBO Max) e “The Batman”, com um rendimento incrível de US$ 770 milhões. E embora “Adão Negro” tenha conseguido manter o primeiro lugar nas bilheterias por três semanas – em parte graças à falta de outros grandes títulos – as vendas de ingressos caíram 60% em seu segundo fim de semana. E quando “Pantera Negra: Wakanda para Sempre” estreou em 11 de novembro, o filme foi rapidamente para o topo das bilheterias, rendendo US$ 140 milhões na estreia – e US$ 331 milhões em três dias. Na ocasião, Johnson comemorou os resultados do filme concorrente. “Sempre torcendo para que nosso negócio vença”, escreveu ele no seu Twitter. “Todos nós nos beneficiamos em geral quando as bilheterias florescem.” “Adão Negro” conta com a direção de Jaume Collet-Serra (“Sem Escalas”) e vai mostrar o protagonista enfrentando o grupo de heróis conhecido como a Sociedade da Justiça, formado por Aldis Hodge (“O Homem Invisível”) no papel do Gavião Negro, Quintessa Swindell (“Gatunas”) como Ciclone, Noah Centineo (“Para Todos os Garotos que Já Amei”) como o Esmaga-Átomo e Pierce Brosnan (“007 Um Novo Dia Para Morrer”) como Sr. Destino. O elenco também destaca Sarah Shahi (“Sex/Life”) como Adrianna Tomaz (identidade civil da Poderosa Isis) e Viola Davis, retomando seu papel como Amanda Waller, a inescrupulosa líder do Esquadrão Suicida. Johnson já deixou claro que ele quer estrelar uma sequência de “Adão Negro”, mas os resultados do filme nas bilheterias não parecem justificar um novo investimento.

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    Warner adianta estreia do filme do Flash nos EUA

    6 de dezembro de 2022 /

    A Warner Bros. decidiu adiantar a estreia do filme do herói Flash. A produção vai chegar uma semana mais cedo nos EUA, no dia 16 de junho, mas até o momento a data não foi alterada no Brasil e segue marcada para 22 de junho. O adiantamento teria relação com as reações positivas do público durante as sessões de teste, segundo apurou o site Deadline. Uma pessoa sem ligação com a Warner afirmou ao site que o filme é melhor que o sucesso “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa” (2021), por conta das participações dos diferentes Batmans vividos por Ben Affleck e Michael Keaton. A mudança também afasta “The Flash” da estreia de “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”, que chega aos cinemas no final de junho, dando ao filme duas semanas para respirar nas bilheterias. Mas para a nova data se manter, o ator Ezra Miller precisará ficar sem se envolver em novos problemas. Ele está metido em diversas complicações legais e deve começar a enfrentar julgamentos criminais em breve. Além de problemas de violência no Havaí, ele é acusado de furto de bebidas da casa de um vizinho em Vermont, nos EUA. “The Flash” vai adaptar um dos arcos recentes mais famosos dos quadrinhos da DC Comics, o crossover “Ponto de Ignição” (Flashpoint), onde o velocista volta no tempo para impedir o assassinato de sua mãe e acaba alterando a linha temporal do planeta inteiro. Dirigido por Andy Muschietti (“It – A Coisa”), o filme também vai introduzir uma nova Supergirl morena, vivida por Sasha Calle (“The Young and the Restless”), que será a primeira intérprete latina da heroína. Embora essa mudança não tenha sido explicada, o visual da personagem é igual ao de Lara Lane-Kent, uma filha “imaginária” de Clark Kent/Superman e Lois Lane. A personagem foi criada por Tom Taylor e Bruno Redondo em “Injustiça: Deuses entre Nós – Ano Três”, e a semelhança é tão evidente que chamou atenção de Taylor nas redes sociais. Só que Lara Lane-Kent apareceu numa breve sequência de sonho. Por isso, muita gente ainda aposta em Cir-El, outra “filha” de Superman, que como Superboy (Kon-El) acabou se revelando um clone humano alterado por Lex Luthor. Cir-El também era uma morena de cabelos curtos. Os fãs mais antigos vão lembrar ainda de Laurel Kent da Legião dos Super-Heróis, a primeira mulher descendente de Superman, introduzida em 1976 com o mesmo corte de cabelo – ainda que tenha se provado uma herdeira fake como Cir-El. O que as três personagens citadas têm em comum é o fato de serem supostamente “filhas” (ou descendentes) de Superman. A idade avançada de Batman, na versão de Michael Keaton, reforça a teoria de que o filme não terá Kara Zor-El, mas uma filha de Superman no papel de Supergirl.

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    Estrela de “Bridgerton” fará sexo a três em comédia romântica

    6 de dezembro de 2022 /

    A atriz Phoebe Dynevor (“Bridgerton”) vai estrelar com o ator Logan Lerman (“Hunters”) a comédia romântica “The Threesome”, sobre um jovem que vê seu sonho de fazer sexo a três se transformar em um pesadelo. Na trama, um homem (Lerman) está apaixonado por uma garota (Dynevor) há muito tempo e, de repente, ele tem a oportunidade de fazer sexo com ela e com mais uma pessoa ao mesmo tempo. A princípio ele acha que vai realizar o seu maior sonho, mas quando a fantasia termina, os três precisam lidar com as consequências surpreendentes e transformadoras daquela relação, forçando-os a assumir a responsabilidade por suas ações. “The Threesome” foi escrito por Ethan Ogilby e será dirigido por Chad Hartigan (“Memórias de um Amor”). As filmagens começam no ano que vem, mas o filme ainda não tem previsão de estreia. Logan Lerman será visto em breve na 2ª temporada de “Hunters”, com estreia marcada para 13 de janeiro na plataforma de streaming Amazon Prime Video, e na comédia “College Republicans”, que vai marcar a sua nova parceria com o diretor James Schamus (“Indignação”), ainda sem previsão de estreia. Phoebe Dynevor, por sua vez, deve aparecer na 3ª temporada de “Bridgerton”, ainda sem previsão de estreia. Ela também filmou recentemente o drama “Fair Play” e a comédia “Bank of Dave”, ambos sem previsão de estreia.

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    Robert Pattinson é clonado no teaser do novo filme do diretor de “Parasita”

    6 de dezembro de 2022 /

    A Warner Bros. divulgou o teaser de “Mickey 17”, primeiro filme de Bong Joon Ho após fazer história no Oscar com “Parasita”. A prévia destaca Robert Pattinson (o “Batman”) durante um processo de clonagem. A produção é uma sci-fi sobre um clone descartável que integra um esforço de colonização num mundo de gelo. Sempre que há uma missão muito perigosa – até mesmo suicida – a equipe se volta para Mickey. Se algo dá errado e o clone morre, um novo corpo é regenerado com a maioria de suas memórias intactas. Após várias mortes, Mickey entende os termos de seu acordo. Só que ele sobrevive à última missão suicida e, ao retornar à base, descobre um novo clone em seu lugar. Como a ideia de clones duplicados é universalmente odiada, ele sabe que, se for pego, será imediatamente reciclado. Mas o segredo de sua sobrevivência pode ser a única forma de salvar a missão naquele planeta. Joon Ho se aproximou do projeto no final do ano passado e entrevistou vários candidatos a protagonista antes de se decidir por Pattinson. O elenco também destaca Mark Ruffalo (o Hulk dos filmes da Marvel), Toni Collette (“Hereditário”), Naomi Ackie (“Star Wars: A Ascensão Skywalker”) e Steven Yeun (“Não! Não Olhe!”). Brad Pitt e sua produtora Plan B também estão à bordo do projeto. Pitt e Joon Ho já tinham trabalhado juntos na produção de “Okja” (2017), que também contou com Yeun no elenco. A estreia está marcada apenas para março de 2024.

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    Roteirista de “Ghostbusters: Mais Além” vai dirigir continuação

    6 de dezembro de 2022 /

    A Sony Pictures definiu o diretor da continuação de “Ghostbusters: Mais Além” (2021). A função ficou a cargo de Gil Kenan, que escreveu o primeiro filme. Kenan já dirigiu quatro longas, incluindo o remake de “Poltergeist” (em 2015) e o recente filme natalino da Netflix “Um Menino Chamado Natal” (2021). Diretor de “Mais Além”, Jason Reitman vai produzir e ajudar a escrever a continuação, que também contará com a volta do elenco do filme anterior, formado por Paul Rudd, Carrie Coon, Finn Wolfhard e Mckenna Grace. “Alguns anos atrás, meu pai me deu as chaves do Ecto-1, e juntos fizemos ‘Ghostbusters: Mais Além’”, disse Reitman em comunicado. “As palavras nunca vão expressar o quanto sou grato por ter feito um filme com meu pai ao meu lado. Agora é hora de entregar essas chaves para meu parceiro criativo e colega Caça-Fantasma Gil Kenan, um diretor brilhante que manterá vivo o espírito Spengler. Só posso esperar fornecer a ele a mesma atenção produtiva e apoio que meu pai me mostrou.” “É uma honra absoluta pegar a mochila de prótons e ficar atrás da câmera para o próximo capítulo da saga da família Spengler”, afirmou Kenan. “Eu só queria poder voltar a 1984 e dizer ao garoto na sexta fila do Mann Valley West que um dia ele iria dirigir um filme dos Caça-Fantasmas.” Embora os planos para a sequência não tenham sido revelados, fontes do site Deadline dizem que a expectativa é de um retorno à cidade de Nova York e ao icônico QG do corpo de bombeiros que ficou famoso nos filmes originais dos Caça-Fantasmas. O lançamento está previsto para dezembro de 2023.

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    “Aftersun” vence prêmio de melhor filme independente britânico do ano

    5 de dezembro de 2022 /

    O aclamado longa-metragem de estreia da cineasta escocesa Charlotte Wells, “Aftersun”, foi o grande vencedor do BIFA (British Independent Film Awards), principal premiação do cinema independente do Reino Unido. O filme lançado neste fim de semana no Brasil conquistou sete troféus na cerimônia realizada na noite de domingo (4/12) em Londres. Além de Melhor Filme Independente Britânico do ano, também levou os troféus de Melhor Direção, Direção de Estreante, Roteiro, Fotografia, Edição e Supervisão Musical. “Aftersun” acompanha as lembranças de uma mulher chamada Sophie, que recorda a alegria e a melancolia de um feriado de verão com o pai na Turquia, há 20 anos atrás, quando era criança. Nesse passeio pela memória, eventos reais se misturam a fragmentos e fatos imaginários, enquanto ela busca preencher lacunas e reconciliar a imagem do pai com quem conviveu e as verdades sobre o homem que nunca conheceu. A estreia da diretora Charlotte Wells já tinha vencido 15 prêmios internacionais, inclusive nos festivais de Cannes e Deuville, além de concorrer a mais cinco troféus no Spirit Awards 2023 (o Oscar do cinema independente) e ter render uma indicação a Paul Mescal (“A Filha Perdida”), intérprete do pai, ao troféu de Melhor Ator Europeu do Ano no European Film Awards. Outro filme de cineasta feminina se destacou na premiação: “Blue Jean”, de Georgia Oakley, ganhou três prêmios: Melhor Performance Principal para Rosy McEwen (“O Alienista”), Melhor Performance Coadjuvante para Kerrie Hayes (“As Crônicas de Frankeinstein”) e Melhor Roteirista Estreante para a própria cineasta. A premiação ainda destacou Safia Oakley-Green (“The Colour Room”) como de prêmio de Revelação do ano por seu papel em “The Origin”, longa-metragem de estreia de Andrew Cumming, e as atrizes Tamara Lawrance (“Invasão”) e Letitia Wright (“Pantera Negra”) conquistaram o troféu de Melhor Performance Conjunta pelo papel de gêmeas em “The Silent Twins”, de Agnieszka Smoczynska. Já o prêmio de Melhor Filme Independente Internacional ficou com o norueguês “A Pior Pessoa do Mundo”, de Joachim Trier. O BIFA ainda homenageou a atriz Samantha Morton (“The Walking Dead”) com o Prêmio Richard Harris, dedicado às contribuições de sua carreira para o cinema britânico. Veja abaixo o trailer do grande vencedor, “Aftersun”, que pode ser visto atualmente nos cinemas brasileiros.

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    Vida de Daiane dos Santos vai virar filme

    5 de dezembro de 2022 /

    A vida da ginasta campeã Daiane dos Santos será contada em um filme em desenvolvimento pela produtora Maria Farinha Filmes. Ambientado na década de 1990, o longa vai mostrar a história da ginasta, descoberta em um parquinho, que se tornou a primeira negra a subir no lugar mais alto do pódio na modalidade solo. A ficção pretende mostar não apenas a trajetória pessoal da campeã mundial de 1,46 metro, que superou o racismo e as exigências mentais e físicas do esporte, mas também os bastidores do esporte. Ainda não foi definido quem interpretará a ex-atleta olímpica.

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