Toni Collette vira chefe da máfia no trailer da comédia “Mafia Mamma”
A produtora Bleecker Street divulgou o pôster e o trailer da comédia “Mafia Mamma – De Repente Criminosa”, que chega em abril nos cinemas brasileiros. Toni Collette (“Hereditário”) e Monica Bellucci (“Assassino Sem Rastro”) estrelam a comédia dirigida por Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”). O longa acompanha a história de uma mulher que, após ser traída pelo marido, descobre que seu avô distante morreu e ela precisará assumir os negócios da família, um verdadeiro império da máfia. Com a ajuda de uma assistente de confiança, ela irá desafiar as expectativas de todos, inclusive as dela, em sua empreitada no mundo do crime. A diretora Catherine Hardwicke é conhecida por ter dirigido o primeiro filme da “Saga Crepúsculo”, assim como os premiados dramas “Aos Treze” (2003) e “Os Reis de Dogtown” (2015). O seu último trabalho no cinema é o longa “Tell It Like a Woman” (2022), que está indicado ao Oscar de Melhor Canção Original. Em 2019, Hardwicke disse ao IndieWire que se esforça para trazer histórias sobre mulheres fortes para o cinema: “Acho que agora, como mulheres, queremos ver alguém que assuma o controle de sua vida e faça o melhor que pode para escapar, revidar, lutar contra o sistema, lutar contra todos os homens que estão olhando para ela”. Além de Collette e Bellucci, o elenco de “Mafia Mamma” é integrado por Giulio Corso (“Estes Dias”), Alfonso Perugini (“A Mão de Deus”) e Sophia Nomvete (“Wandinha”). No Brasil, o longa será distribuído pela Paris Filmes e chega em 14 de abril aos cinemas. Veja o trailer oficial da produção.
Daisy Edgar-Jones e Jacob Elordi vão viver romance de época
A atriz Daisy Edgar-Jones (“Um Lugar Bem Longe Daqui”) e o ator Jacob Elordi (“Euphoria”) vão estrelar o drama de época “On Swift Horses”. Baseado no livro homônimo escrito por Shannon Pufahl, o filme vai contar a história de Muriel (Edgar-Jones) e Lee (Will Poulter, de “Dopesick”), um casal que procura reconstruir sua vida juntos depois que ele retornou da Guerra da Coréia. Porém, um triângulo amoroso é formado com a chegada do irmão de Lee, Julius (Elordi), um apostador carismático. E quando Julius parte para Las Vegas, Muriel embarca em sua própria aventura secreta envolvendo apostas em cavalos de corrida. O elenco ainda conta com Diego Calva (“Babilônia”) e Sasha Calle (“The Flash”). O roteiro foi escrito por Bryce Kass (“Lizzie”) e a direção é de Daniel Minahan (“Deadwood”). “On Swift Horses” já começou a ser rodado, mas ainda não tem previsão de estreia. Daisy Edgar-Jones será vista a seguir no drama biográfico “Beautiful”, sobre a vida da cantora Carole King. Jacob Elordi, por sua vez, vai interpretar o cantor Elvis Presley no filme “Priscilla”, dirigido por Sofia Coppola (“O Estranho que Nós Amamos”). Os dois filmes ainda não têm data de lançamento.
The Weeknd vai estrear como ator – e roteirista – de cinema
O cantor Abel “The Weeknd” Tesfaye fará sua estreia como ator de cinema. Segundo o site Deadline, ele vai estrelar um filme ainda sem título que será dirigido por Trey Edward Shults (“Ao Cair da Noite”). Detalhes sobre a trama ainda não foram divulgados. Sabe-se apenas que o roteiro foi escrito pelo próprio Tesfaye, em parceria com o diretor e com Reza Fahim, criador da série inédita “The Idol”, também estrelada por The Weeknd. O projeto já está em desenvolvimento há algum tempo, mas foi só recentemente que o filme ganhou duas adições de peso no elenco: Jenna Ortega (“Wandinha”) e Barry Keoghan (“Os Banshees de Inisherin”). A dupla de atores entrou no projeto após ter se surpreendido com o roteiro. O filme ainda contará com o diretor de fotografia Chayse Irvin (“Blonde”) e o compositor Daniel Lopatin (“Jóias Brutas”), que fará a trilha sonora em parceria com The Weeknd. As filmagens já começaram, mas o longa-metragem ainda não tem previsão de estreia.
Disney revela trailer de sua versão live-action da fábula de Peter Pan
A Disney divulgou um novo pôster e o trailer nacional de “Peter Pan & Wendy”, versão live-action (com atores de carne e osso) da fábula clássica de J.M. Barrie, que mostra a chegada dos irmãos Darling à Terra do Nunca e seu confronto com os piratas do Capitão Gancho. Repleta de ação e efeitos visuais, a prévia também apresenta a primeira intérprete negra da fadinha Tinker Bell (Sininho, para os mais velhos), que tem sua própria franquia animada no estúdio como uma fada loirinha. O filme é estrelado por Alexander Molony (“The Reluctant Landlord”) no papel de Peter Pan e Ever Anderson (filha de Milla Jovovich e versão adolescente da Viúva Negra no cinema) como Wendy, e ainda inclui no elenco Joshua Pickering (“A Descoberta das Bruxas”) e o estreante Jacobi Jupe como os irmãos menores de Wendy, John e Michael Darling, Yara Shahidi (estrela da série “Grown-ish”) com as asas de Tinker Bell e Jude Law (“Capitã Marvel”) como um terrível Capitão Gancho. A adaptação está a cargo do cineasta David Lowery, que já filmou uma versão live-action elogiada de um desenho clássico da Disney, “Meu Amigo, O Dragão” (2016). A estreia vai acontecer em 28 de abril na Disney+.
Série brasileira “Manhãs de Setembro” vai virar filme
A série brasileira “Manhãs de Setembro”, desenvolvida pela Amazon Prime Video, vai virar filme. O longa-metragem terá direção de Luis Pinheiro (“Garota da Moto”), que comandou alguns episódios da série. “Manhãs de Setembro” acompanha Cassandra (interpretada pela cantora Liniker), uma mulher trans que tem sua independência colocada em cheque quando descobre ter tido um filho, Gersinho (Gustavo Coelho), com uma ex-namorada (Karine Teles). Relutando para não aceitar a condição de pai, ela inicialmente refuta o filho, mas logo vê sua vida virar de ponta-cabeça ao ver que o menino não tem opções. A série também é estrelada pela ex-BBB Linn da Quebrada (“Segunda Chamada”), Thomas Aquino (“Bacurau”), Clodd Dias (“Entrega Para Jezebel”), Gero Camilo (“Carandiru”), o cantor Paulo Miklos (“Califórnia”) e a menina Isabela Ordoñez (“Treze Dias Longe do Sol”). Originalmente concebida como minissérie, a atração agradou público e crítica e ganhou uma 2ª temporada, explorando o reencontro entre Cassandra e seu próprio pai distante, vivido por Seu Jorge (“Marighella”). O filme vai se passar cinco anos após os eventos mostrados na 2ª temporada, e terá os retornos de Cassandra (Liniker), Leide (Teles) e Gersinho (Coelho). Ainda não há previsão de estreia. Antes disso, porém, “Manhãs de Setembro” pode receber reconhecimento internacional, já que concorre concorre ao 34ª GLAAD Media Awards, nos Estados Unidos. “A série teve, até agora, 16 indicações a prêmios nacionais e internacionais. E ganhou seis, incluindo APCA (prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor Série Dramática”, disse Pinheiro ao jornal o Globo. “A gente também ganhou o Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade LGBTQIAP+, vinculada à APO de São Paulo, associação ligada à organização da Parada do Orgulho Gay”. “Foi emocionante receber porque ele reconhece os esforços de quem contribuiu com a luta”, continuou o diretor. “É exatamente isso que o GLAAD faz, em âmbito mundial. Ele pode ajudar a série a ser mais vista principalmente nos Estados Unidos. Se ganharmos, o prêmio pode criar uma visibilidade. É a única estrangeira no meio de séries consolidadas dos Estados Unidos”. Confira abaixo o trailer da 2ª temporada de “Manhãs de Setembro”.
Diretor de “Triângulo da Tristeza” vai presidir Festival de Cannes 2023
O diretor Ruben Östlund, que venceu duas vezes a Palma de Ouro, foi anunciado como presidente do júri da competição do Festival de Cannes desse ano. Ele é o primeiro presidente sueco do festival desde a atriz Ingrid Bergman (“Casablanca”) em 1973. “Estou muito feliz e orgulhoso em receber a honra de presidir o júri do Festival de Cannes”, disse Östlund em um comunicado. “Sou sincero quando digo que a cultura do cinema está em seu período mais importante de todos os tempos. O cinema é uma experiência coletiva, a gente assiste junto e isso aumenta a intensidade da experiência”, relatou o diretor. Östlund é um velho conhecido do festival francês. Os seus longas “Involuntário” (2008) e “Play” (2011) foram exibidos na mostra Um Certo Olhar e na Quinzena dos Realizadores do festival. As premiações começaram com a comédia dramática “Força Maior” (2014), vencedor do Prêmio do Júri da mostra Um Certo Olhar. Seu filme seguinte, “The Square: A Arte da Discórdia”, foi o primeiro a ser exibido na mostra competitiva. E conquistou a Palma de Ouro de Melhor Filme em 2017. No ano passado, ele voltou à Cannes com “Triângulo da Tristeza” e voltou a vencer a Palma de Ouro. Impulsionado pela conquista em Cannes, “Triângulo da Tristeza” tornou-se o maior sucesso comercial de Östlund, venceu a premiação da Academia Europeia como Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro do continente e ainda arrematou três indicações ao Oscar nas mesmas categorias. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Festival de Cannes (@festivaldecannes)
Mônica Marteli fará sequência de “Minha Vida em Marte” em homenagem a Paulo Gustavo
Mônica Martelli (“Filho da Mãe”) irá retornar aos cinemas. Após a morte de Paulo Gustavo (“Minha Mãe é Uma Peça”), a atriz havia desistido de continuar com a franquia de “Os Homens São de Marte… E é Pra Lá Que Eu Vou” (2014), mas agora encontrou uma maneira de ressignificar o projeto, que será uma homenagem ao amigo e humorista. Ela começou a reescrever o roteiro da continuação de “Minha Vida em Marte” (2018), que agora falará sobre o luto de sua personagem, Fernanda, diante da perda do amigo Aníbal, papel de Paulo nos primeiros filmes. “Depois que o Paulo Gustavo se foi, eu tive certeza de que nunca mais ia fazer o filme. Mas teve um dia que, chegando em casa, pensei: “É uma missão na minha vida, eu sempre vou escrever sobre aquilo que eu passo. Vou fazer essa amiga sofrendo a dor desse luto. Aí comecei a fazer roteiro. Na pandemia, eu e Paulo tínhamos feito todo o roteiro. A história se passava em Nova York. Por isso que eu engavetei. Não tinha condição de fazer. Minha vida se divide entre antes e depois do Paulo. Nunca mais ri igual. Ele me empoderava e confiava muito em mim. A gente trocava muito, tinha vários planos juntos”, desabafou a atriz. Na trama de “Minha Vida em Marte”, Fernanda é uma empresária infeliz no casamento. Em meio aos desgastes causados pelo convívio de muitos anos, quem ajuda Fernanda a superar a crise matrimonial é seu sócio Aníbal, parceiro inseparável que a acompanha em todos os momentos. “Minha Vida em Marte” foi lançado em 2018 e tornou-se um fenômeno de bilheteria. Chegando a figurar na lista dos filmes brasileiro mais assistidos de todos os tempos. Em 2019, o longa recebeu o prêmio Comscore’s Latin American Box Office Achievement Award, por alcançar a maior bilheteria da América Latina num período de 12 meses. A produção do novo longa ficará por conta de A Fábrica, enquanto a direção será responsabilidade de Susana Garcia, diretora dos dois primeiros filmes e também do blockbuster “Minha Mãe É Uma Peça 3” (2019), além de ser irmã de Mônica Martelli. As filmagens têm previsão de começar ainda esse ano.
“Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” quebra recorde de prêmios do Sindicato dos Atores
O Sindicato dos Atores dos Estados Unidos (SAG, na sigla em inglês) consagrou “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” com quatro troféus em sua premiação anual, o SAG Awards. Trata-se de um feito recordista. Ate então, nunca antes um filme ou série tinha conquistado tantas vitórias no evento das estrelas de Hollywood. Exibida pelo YouTube da Netflix, após o final do contrato com a TNT, a cerimônia realizada na noite deste domingo (26/2) no Fairmont Century Plaza, em Los Angeles, premiou Michelle Yeoh, a protagonista de “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, além de Ke Huy Quan e Jamie-Lee Curtis como os Melhores Coadjuvantes. Para completar, os astros de “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” também foram eleitos o Melhor Elenco, e transformaram a premiação numa homenagem a James Hong, que na quarta passada (22/2) completou 94 anos. Brendan Fraser, astro de “A Baleia”, completou a premiação cinematográfica como Melhor Ator. Todos os discursos foram emocionantes, mas Ke Huy Quan e Michelle Yeoh chamaram a atenção para o feito histórico de suas premiações, como primeiros asiáticos a vencerem os troféus de suas categorias. “Acho que se eu falar, meu coração vai explodir”, disse Yeoh ao subir ao palco. “Isso é para todas as garotas que se parecem comigo”, ela proclamou. Geralmente, os premiados pelo Sindicato dos Atores também vencem o Oscar de suas categorias, já que a maioria dos eleitores das duas premiações é formada pelas mesmas pessoas. No ano passado, a coincidência foi de 100%, com vitórias de Will Smith (“King Richard: Criando Campeãs”), Jessica Chastain (“Os Olhos de Tammy Faye”), Troy Kotsur (“No Ritmo do Coração”) e Ariana DeBose (“Amor, Sublime Amor”), sem esquecer que “No Ritmo do Coração” venceu como Melhor Elenco antes de levar o Oscar de Melhor Filme. Nas categorias televisivas, os destaques ficaram com Jason Bateman (“Ozark”) e Jennifer Coolidge (“The White Lotus”) em Drama, Jeremy Allen White (“O Urso”) e Jean Smart (“Hacks”) em Comédia, Sam Elliott (“1883”) e Jessica Chastain (“George & Tammy”) em Minissérie, e as séries “The White Lotus” e “Abbott Elementary”, vencedoras do troféu Melhor Elenco de Drama e Comédia, respectivamente. Confira abaixo o discurso emocionado de Michelle Yeoh, com direito a palavrão, e logo a seguir a lista completa dos vencedores. Grab your tissues and prepare to be moved by the ICONIC Michelle Yeoh! #SAGAwards pic.twitter.com/ZPHoOkHb7u — SAG Awards® (@SAGawards) February 27, 2023 Melhor Elenco de Filme “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Brendan Fraser, “A Baleia” Melhor Atriz Michelle Yeoh, “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Ator Coadjuvante Ke Huy Quan, “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Melhor Atriz Coadjuvante Jamie-Lee Curtis, “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” Melhores Dublês em Filme “Top Gun: Maverick” Melhor Elenco em Série de Drama “The White Lotus” Melhor Ator em Série de Drama Jason Bateman, “Ozark” Melhor Atriz em Série de Drama Jennifer Coolidge, “The White Lotus” Melhor Elenco em Série de Comédia “Abbott Elementary” Melhor Ator em Série de Comédia Jeremy Allen White, “O Urso” Melhor Atriz em Série de Comédia Jean Smart, “Hacks” Melhor Ator em Telefilme ou Minissérie Sam Elliott, “1883” Melhor Atriz em Telefilme ou Minissérie Jessica Chastain, “George & Tammy” Melhor Performance de Dublês em Série “Stranger Things” Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por SAG Awards® (@sagawards)
“Homem-Formiga 3” tem maior queda de bilheteria da história da Marvel
“Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” manteve o topo das bilheterias da América do Norte em seu segundo fim de semana em cartaz, com faturamento de US$ 32,2 milhões. Mas após conquistar a melhor abertura dos três longas da franquia, seu desempenho se tornou preocupante, com uma queda de 69,7% na arrecadação, a pior entre todas as produções da história do Marvel Studios. O resultado parece refletir as avaliações negativas de público e crítica – B+ no CinemaScore e 48% no Rotten Tomatoes, praticamente empatado com “Eternos”, o lançamento pior avaliado do estúdio. Com isso, o terceiro “Homem-Formiga” chegou a US$ 167,3 milhões em 10 dias nos EUA e Canadá, e US$ 363,6 milhões mundiais. Em 2º lugar, “O Urso do Pó Branco” (Cocaine Bear) foi a surpresa positiva do ranking, ao abrir com US$ 23,1 milhões. Dirigida por Elizabeth Banks (“As Panteras”), a comédia da Universal é baseada em uma bizarra história real que aconteceu em 1985, quando o avião de um traficante caiu no meio da floresta e um urso acabou devorando um quantidade enorme de cocaína. No filme, após se fartar com a cocaína que caiu do céu, o urso drogado cruza o caminho da polícia, dos criminosos e de diversos turistas, causando uma chacina sangrenta. Só que tudo isso é contado em tom de piada. A produção da Universal reúne um grande elenco, com destaque para Keri Russell (“The Americans”), Alden Ehrenreich (“Han Solo: Uma História Star Wars”), O’Shea Jackson Jr. (“Straight Outta Compton: A História do N.W.A.”), Margo Martindale (“Your Honor”), Jesse Tyler Ferguson (“Modern Family”), Kristofer Hivju (“Game of Thrones”) e o finado Ray Liotta (“Os Bons Companheiros”) em um dos seus últimos trabalhos. A estreia no Brasil só vai acontecer em 30 de março. Além de “O Urso do Pó Branco”, o drama religioso “Jesus Revolution” também abriu acima das expectativas, conquistando US$ 15,5 milhões para ficar em 3º lugar. A produção da Lionsgate também é inspirada em eventos reais e conta a história de um movimento cristão revivalista que varreu os EUA na década de 1970. Ainda não há previsão para o lançamento do Brasil. “Avatar: O Caminho da Água” e “Gato de Botas 2: O Último Pedido” completaram o Top 5, com US$ 4,7 milhões e 4,1 milhões respectivamente nos últimos três dias. Em todo o mundo, o blockbuster sci-fi elevou sua contagem global para US$ 2,2 bilhões e a animação chegou a US$ 442 milhões. Confira abaixo os trailers das 5 maiores bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá. 1 | HOMEM-FORMIGA E A VESPA: QUANTUMANIA | 2 | O URSO DO PÓ BRANCO | 3 | JESUS REVOLUTION | 4 | AVATAR: O CAMINHO DA ÁGUA | 5 | GATO DE BOTAS 2: O ÚLTIMO PEDIDO |
Annie Awards: “Pinóquio por Guillermo del Toro” vence o “Oscar da animação”
A Associação Internacional de Filmes de Animação consagrou “Pinóquio por Guillermo del Toro” na 50ª edição do Annie Awards, considerado o “Oscar da animação”. Ao todo, a produção da Netflix venceu cinco troféus, incluindo Melhor Filme e Direção para Guillermo del Toro e Mark Gustafson. De um modo geral, as produções em stop motion “Pinóquio por Guillermo del Toro”, da Netflix, e “Marcel the Shell with Shoes On”, da A24, foram os grandes destaques do evento realizado na noite de sábado (25/2) em Los Angeles. “Marcel the Shell with Shoes On” venceu três troféus, incluindo Melhor Filme Independente. Entre as produções consideradas de TV, o curta da Apple TV+ “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” e a antologia da Netflix “Love Death + Robots” foram os principais destaques com quatro prêmios cada. Apesar da inclusão em disputas com séries, a obra da Apple concorre ao Oscar de Melhor Curta Animado. A premiação contava com o brasileiro Wagner Moura na disputa de Melhor Dublagem pelo personagem Lobo Mau em “Gato de Botas 2: O Último Pedido”. Mas ele perdeu para Jenny Slate (“Marcel the Shell with Shoes On”). O resultado foi uma grande vitória da Netflix e uma derrota clamorosa para a Disney, estúdio que costuma ser o padrão das melhores animações. O império do Mickey Mouse concorria com “Red – Crescer é uma Fera”, “Lightyear” e “Mundo Estranho”, mas saiu da premiação sem nenhum troféu de cinema sequer. CINEMA Melhor Filme “Pinóquio por Guillermo del Toro” Melhor Filme Independente “Marcel the Shell with Shoes On” Melhor Produção Especial “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” Melhor Curta “Ice Merchants” Melhor Propaganda “Save Ralph” Melhor Direção “Pinóquio por Guillermo del Toro” Melhor Roteiro “Marcel the Shell with Shoes On” Melhor Trilha “Pinóquio por Guillermo del Toro” Melhores Efeitos “Avatar: O Caminho da Água” Melhor Design de Produção “Pinóquio por Guillermo del Toro” Melhor Design de Personagem “Os Caras Malvados” Melhor Animação de Personagem “Pinóquio por Guillermo del Toro” Melhor Animação de Personagem em Live-Action “Avatar: O Caminho da Água” Melhor Dublagem Jenny Slate, “Marcel the Shell with Shoes On” Melhor Edição “Gato de Botas 2: O Último Pedido” Melhor Storybording “Gato de Botas 2: O Último Pedido” Melhor Filme Estudantil “The Soloists” Melhor Animação de Personagem de Game “Cuphead – The Delicious Last Course” TV Melhor Série – Pré-escolar “The Tiny Chef Show” Melhor Série – Infantil “Abominável e a Cidade Invisível” Melhor Série – Adulta “Bob’s Burgers” Melhor Minissérie “ONI: A Lenda do Deus do Trovão” Melhor Direção “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” Melhor Roteiro “Love Death + Robots” Melhor Dublagem Maurice LaMarche, “Zootopia+” Melhor Trilha “The Cuphead Show!” Melhor Efeitos Especiais “Love Death + Robots” Melhor Animação de Personagem “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo” Melhor Design de Produção “ONI: A Lenda do Deus do Trovão” Melhor Design de Personagem “Love Death + Robots” Melhor Storybording “Love Death + Robots” Melhor Edição “O Menino, a Toupeira, a Raposa e o Cavalo”
“Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” vence premiação do Sindicato dos Produtores
O Sindicato dos Produtores dos EUA (PGA em inglês) consagrou a comédia sci-fi “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” em sua premiação anual, o PGA Awards, que foi realizada na noite de sábado (25/2) no Beverly Hilton Hotel, em Los Angeles. O filme da produtora independente A24 superou filmes que já tinham destaque em outras premiações, como “Os Fabelmans”, “Top Gun: Maverick”, “Os Banshees de Inisherin” e “Elvis”. A conquista, que serve como um bom termômetro para o Oscar, faz disparar o favoritismo de “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” ao troféu da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Assim como aconteceu no Oscar, a categoria principal, chamada de Prêmio Darryl F. Zanuck, não contou com nenhum filme dirigido por mulheres, uma vez que o sindicato ignorou produções elogiadas como “Aftersun”, “Ela Disse”, “A Mulher-Rei” e “Entre Mulheres”. O prêmio de Melhor Animação ficou com “Pinóquio por Guillermo del Toro”, favoritaço ao Oscar de sua categoria. Já a disputa de séries foi vencida por “The White Lotus”, “O Urso” e “The Dropout”, respectivamente como Melhor Drama, Comédia e Minissérie. O evento também teve homenagens à comediante Mindy Kaling, que recebeu o prêmio Norman Lear pelas realizações de sua carreira televisiva, e Tom Cruise, presenteado com o troféu David O. Selznick pela carreira cinematográfica. Confira abaixo a lista completa dos premiados. Prêmio Darryl F. Zanuck de Melhor Filme “Tudo Em Todo Lugar ao Mesmo Tempo” (A24) Melhor Animação “Guillermo del Toro’s Pinocchio” (Netflix) Prêmio Norman Felton de Melhor Série – Drama “The White Lotus” (HBO) Prêmio Danny Thomas de Melhor Série – Comédia “O Urso” (FX) Prêmio David L. Wolper de Melhor Minissérie “The Dropout” (Hulu) Melhor Telefilme “Weird: The Al Yankovic Story” (The Roku Channel) Melhor Programa de Não Ficção “Stanley Tucci: Searching for Italy” (CNN) Melhor Programa de Variedades e Entretenimento ao Vivo “Last Week Tonight with John Oliver” (HBO) Melhor Reality Show de Competição “Lizzo’s Watch Out for the Big Grrrls” (Amazon Prime Video) Melhor Documentário “Navalny” (HBO Max)
Tom Cruise diz que chorou ao reencontrar Val Kilmer em “Top Gun: Maverick”
O astro Tom Cruise revelou ter chorado de emoção ao encontrar Val Kilmer, depois de mais de três décadas, no set de filmagem de “Top Gun: Maverick”, a bem-sucedida sequência do filme que eles estrelaram em 1986. A revelação aconteceu durante participação de Cruise no programa de entrevistas de Jimmy Kimmel, que foi ao ar na noite de sexta (24/2) nos EUA. “Só quero dizer que foi muito emocionante, conheço Val há décadas”, disse o astro. “Para vê-lo voltar e interpretar aquele personagem… ele é um ator tão poderoso, que instantaneamente se tornou aquele personagem novamente… você está olhando para o Iceman.” Cruise admitiu que as lágrimas rolaram. “Eu estava chorando, fiquei emocionado”, disse a Kimmel. “Ele é um ator tão brilhante e eu amo o trabalho dele.” Kilmer foi diagnosticado com câncer na garganta em 2015 e tem limitado seu trabalho desde então por causa de uma traqueostomia. Em maio do ano passado, Tom Cruise contou que se esforçou ao máximo para superar todos os obstáculos e ter Kilmer nas filmagens. “Eu realmente lutei muito para que ele fizesse o filme. O tipo de talento que ele tem, e você vê em cena, é muito especial, muito especial” disse o astro para a revista People. Cruise foi além de garantir a presença do amigo no filme. Ele quis que a gravação da cena fosse um dia especial para ele e sua família, e convidou seus parentes a assistir ao trabalho no set. Para completar, a equipe de efeitos trabalhou para reconstituir sua voz para a participação. “Eles conseguiram dublá-lo com sua própria voz, o que é incrível”, destacou a filha do ator, Mercedes Kilmer, em entrevista ao jornal New York times. “Foi um feito tão especial e não deixa de ser uma extensão dos feitos técnicos deste filme.” Veja a íntegra da nova entrevista de Tom Cruise abaixo.
Documentário sobre deficientes mentais vence Urso de Ouro no Festival de Berlim
O documentário francês “Sur l’Adamant”, sobre o acolhimento de deficientes mentais em um centro de saúde localizado num barco do rio Sena, no coração de Paris, foi o vencedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim 2023, em cerimônia realizada na tarde deste sábado (25/2). Em seu discurso de agradecimento, o veterano diretor Nicolas Philibert, de 72 anos, disse que tentou “inverter a imagem que sempre temos dos deficientes, como discriminados e estigmatizados. Queria que pudéssemos, se não nos identificar com eles, pelo menos reconhecer o que nos une para além das nossas diferenças”. Outro veterano, o francês Philippe Garrel, de 74 anos, levou o Urso de Prata de Melhor Diretor de Berlim por “Le Grand Chariot”, um drama familiar em que seus filhos da vida real vivem a última geração de uma família de marionetistas. Garrel dedicou o troféu ao colega recentemente falecido Jean-Luc Godard. Para contrastar com o reconhecimento aos mais experientes, o júri internacional, presidido pela atriz americana Kristen Stewart (“Spencer”), também chamou atenção por consagrar a pequena Sofía Otero como a mais jovem vencedora do Urso de Prata de atuação de todos os tempos. No filme “20.000 Especies de Abejas”, da espanhola Estibaliz Urresola Solaguren, ela vive uma menina de 8 anos que começa a manifestar sua transição para outro sexo. A menina, estreante no cinema, ficou chocada e chorou no palco, ao agradecer o troféu. Berlim foi o primeiro grande festival de cinema a introduzir prêmios de atuação de gêneros neutros e distribuir um único prêmio para melhor atuação principal e outro para melhor atuação coadjuvante. Este segundo troféu foi conquistado pela atriz trans alemã Thea Ehre no romance policial “Till the End of the Night”, do alemão Christoph Hochhäusler. Para completar, o Grande Prêmio do Júri foi para “Afire”, tragicomédia do alemão Christian Petzold sobre quatro jovens em uma casa de férias na costa do Báltico, ameaçados por um incêndio florestal, enquanto o Prêmio do júri ficou com “Mal Viver”, do português João Canijo, sobre os conflitos entre cinco mulheres que gerem um antigo hotel. Outros prêmios podem ser conferidos na lista a seguir, que reúne todos os contemplados com troféus da mostra competitiva de longas-metragens – logo abaixo do trailer do filme vencedor do Urso de Ouro. Urso de Ouro de Melhor Filme “Sur l’Adamant”, de Nicolas Philibert Grande Prêmio do Júri “Afire”, de Christian Petzold Prêmio do Júri “Mal Viver”, de João Canijo Melhor Direção Philippe Garrel por “Le Grand Chariot” Melhor Performance Principal Sofía Otero, por “20.000 Especies de Abejas” Melhor Performance Coadjuvante Thea Ehre, por “Till the End of the Night” Melhor Roteiro “Musik”, de Ângela Schanelec Contribuição Artística Excepcional Helene Louvart, diretora de fotografia de “Disco Boy”. Prêmio de Documentário da Berlinale “El Eco”, de Tatiana Huezo












