Ariana Grande e Cynthia Erivo surgem como bruxas nas primeiras imagens de “Wicked”
“Wicked” – obra derivada de “O Mágico de Oz” – ganhou neste domingo (16/4) suas primeiras imagens. O diretor Jon M. Chu (“Podres de Ricos”) divulgou em seu Instagram duas fotos: Nelas estão Cynthia Erivo (“Pinóquio”) e Ariana Grande (“Não Olhe Para Cima”) caracterizadas como as bruxas Elphaba e Glinda, respectivamente. As imagens mostram as atrizes em tomadas amplas com iluminação escura, evidenciando seus trajes arrebatadores. Na resposta ao post de Chu, Erivo comenta como tem sido maravilhoso “fazer mágica com o diretor”. Na história, baseada no romance de Gregory Maguire e sua adaptação musical da Broadway, as personagens Elphaba e Glinda se apaixonam pelo mesmo rapaz: Fiyero, vivido por Jonathan Bailey (“Bridgerton”). O elenco traz ainda a ganhadora do Oscar de melhor atriz, Michelle Yeoh (“Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”) e Jeff Goldblum, ator veterano de “O Mágico de Oz”. O filme será dividido em duas partes: A primeira parte chegará aos cinemas em 28 de novembro de 2024 no Brasil e a segunda parte está prevista para 2025. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Jon M Chu (@jonmchu)
“Super Mario Bros” lidera bilheterias com quase US$ 700 milhões em todo o mundo
A animação “Super Mario Bros. – O Filme” continua surpreendendo nas bilheterias. O longa arrecadou US$ 85 milhões em seu segundo fim de semana de exibição nos Estados Unidos e Canadá, ultrapassando as expectativas ao registrar uma queda de apenas 41% em relação à semana anterior. A arrecadação representa o segundo maior fim de semana de um filme animado em todos os tempos, atrás apenas de “Frozen 2” (US$ 86 milhões) na América do Norte. Autêntico blockbuster, o filme da Illumination/Universal já soma US$ 347,8 milhões no mercado doméstico e chegou a um total de US$ 678 milhões em todo o mundo. Por isso, deve se tornar o primeiro filme do ano a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão de bilheteria mundial. “Super Mario Bros. – O Filme” bateu inúmeros recordes em seu lançamento durante o feriado de Páscoa e, no meio da semana passada, ultrapassou “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania” como o filme de maior bilheteria do ano até agora nos cinemas dos Estados Unidos e em todo o mundo. É também a adaptação de videogame mais bem-sucedida de todos os tempos, ultrapassando “Warcraft” (US$ 439,4 milhões) e “Pokémon: Detetive Pikachu” (US$ 449,8 milhões). A liderança continuada do desenho aconteceu num fim de semana com várias estreias nos EUA, com destaque para o terror da Screen Gems/Sony, “O Exorcista do Papa”, e a comédia de vampiros da Universal, “Renfield – Dando o Sangue pelo Chefe”. Ambos foram considerados fracos pela crítica norte-americana, com respectivamente 46% e 59% de aprovação no agregador Rotten Tomatoes. Apesar das piores críticas, “O Exorcista do Papa” prevaleceu em 2º lugar com uma estreia estimada de US$ 9,2 milhões em 3.178 cinemas. Dirigido por Julius Avery (“Operação Overlord”), o filme é estrelado por Russell Crowe (“Thor: Amor e Trovão”) como Gabriele Amorth, um padre que atuou como exorcista-chefe do Vaticano e que realizou mais de 100 mil exorcismos em sua vida real. O terror foi lançado na semana passada no exterior, onde chegou a US$ 27,4 milhões em 51 mercados, incluindo US$ 1,1 milhão na Itália, totalizando US$ 33,6 milhões em todo o mundo. “John Wick 4: Baba Yaga” ficou em 3º lugar com uma estimativa de US$ 7,9 milhões, totalizando US$ 160,1 milhões nos cinemas norte-americanos. Em todo o mundo, o thriller estrelado por Keanu Reeves já soma US$ 349,7 milhões, que é a melhor arrecadação de toda a franquia. “Renfield” aparece em 4º lugar com US$ 7,77 milhões e US$ 10 milhões no mercado mundial. A comédia traz Nicholas Hoult (“X-Men: Apocalipse”) no papel-título, um capanga do Conde Drácula vivido por Nicolas Cage (“O Peso do Talento”). Ainda inédita no Brasil, a produção estreia em 27 de abril nos cinemas nacionais. Logo em seguida e quase empatado, o drama de época “Air – A História por Trás do Logo” faturou US$ 7,72 milhões. O filme de Ben Affleck (“Argo”), que conta com 91% de aprovação no Rotten Tomatoes, registrou uma queda de 47% e acumulou US$ 33,3 milhões de bilheteria doméstica em 10 dias – chegando a US$ 54,1 milhões em todo o mundo. Abaixo do Top 5, a semana ainda registrou as estreias do anime “Suzume” e da comédia de crime “Mafia Mamma – De Repente Criminosa”. Nova obra do mestre japonês Makoto Shinkai (“Your Name”), “Suzume” foi o único lançamento de sexta (14/4) a conquistar críticas positivas – 95% de aclamação. Abriu em 7º lugar – atrás de “Dungeons & Dragons – Honra entre Rebeldes” – com US$ 4,8 milhões em 2.170 cinemas. Fenômeno de bilheteria no Japão, o desenho já tem quase US$ 150 milhões de faturamento mundial. “Mafia Mamma” ficou em 8º, com US$ 2 milhões e as piores críticas – apenas 21% no tomatômetro. Dirigida por Catherine Hardwicke (“Crepúsculo”), a comédia traz Toni Collette (“Hereditário”) como uma executiva de marketing americana que viaja para a Itália para o funeral de seu avô, apenas para descobrir que herdou seu legado e agora é uma chefe da máfia. A estreia no Brasil está marcada para 11 de maio. Confira abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA e Canadá. 1 | SUPER MARIO BROS – O FILME | 2 | O EXORCISTA DO PAPA | 3 | JOHN WICK 4 – BABA YAGA | 4 | REINFELD – DANDO SANGUE PELO CHEFE | 5 | AIR – A HISTÓRIA POR TRÁS DO LOGO |
Murray Melvin, ator de “Um Gosto de Mel” e “Barry Lyndon”, morre aos 90 anos
O ator britânico Murray Melvin, conhecido por seus papéis em clássicos como “Um Gosto de Mel” e “Barry Lyndon”, faleceu na última sexta-feira (14/4) aos 90 anos de idade no hospital St. Thomas, em Londres. Melvin nasceu em 1932 em Londres, onde iniciou sua carreira como ator em 1957 no teatro, antes de estrear no cinema com “Armadilha a Sangue Frio” em 1960. Seu trabalho mais notável foi a adaptação de uma peça que ele tinha estrelado. Melvin foi o único ator da montagem teatral convidado a integrar o elenco do filme “Um Gosto de Mel” (1961), de Tony Richardson, que acabou se tornando pioneiro na abordagem da homossexualidade e gravidez adolescente no cinema, tornando-se um dos mais famosos da new wave britânica. O filme contava a história de Jo (Rita Tushingham), uma adolescente que vivia com sua mãe alcoólatra e iniciava um relacionamento com marinheiro negro, que a deixa grávida. Murray Melvin interpretava um estudante gay que se tornava amigo e ajudava Jo em suas dificuldades. Por seu desempenho, Melvin ganhou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes em 1962. Ele também foi indicado ao BAFTA (o Oscar britânico) de Revelação do ano. A consagração lhe abriu as portas do cinema britânico. Ele apareceu em filmes de grande orçamento, como a aventura de época “Revolta em Alto Mar” (1962) e “O Homem de Kiev” (1968), mas também em novos clássicos da new wave, especialmente “Como Conquistar as Mulheres” (Alfie, 1966), de Lewis Gilbert, em que Michael Caine vivia um gigolô. Durante os anos 1970, Melvin trabalhou em três filmes de Ken Russell, um dos cineastas mais vanguardistas do Reino Unido: “O ‘Boyfriend’ (O Namoradinho)” (1971), “Os Demônios” (1971) e o proibidíssimo “Lisztomania” (1975). E integrou o elenco de “Barry Lyndon” (1975), um dos trabalhos mais influentes de Stanley Kubrick. Apesar disso, não teve a ambição de seguir carreira em Hollywood, alternando-se entre montagens teatrais, produções do cinema britânico e atrações locais de TV. Outros filmes de destaque de sua filmografia incluem “A Contestação da Fé” (1984), “Os implacáveis Krays” (1990), “As Novas Roupas do Imperador” (2001) e a versão musical de “O Fantasma da Ópera” (2004). Já na TV, seus papéis mais lembrados incluem uma minissérie sobre Cristóvão Colombo e participações em duas séries de temática sci-fi: “Starhunters” e “Torchwood” (derivado da popular série “Doctor Who”). Ele chegou a completar as filmagens de seu último filme, “The Undertaker”, que ainda não tem previsão de estreia.
Vítima de estupro de Polanski defende diretor em entrevista à esposa dele
Vítima de estupro cometido por Roman Polanski quando tinha 13 anos, nos anos 1970, Samantha Geimer defendeu o diretor em uma entrevista conduzida pela atriz Emmanuelle Seigner, esposa de Polanski, para a revista francesa Le Point. Esta não é a primeira vez que Geimer fala em favor do cineasta. Em 2017, ela defendeu Polanksi na Justiça dos EUA e ´pediu para o caso ser arquivado. Um ano depois, disse ao site IndieWire que seu encontro com o diretor foi “estupro”, mas que ele já havia pago por suas ações com dias de prisão e décadas de exílio. Para Seigner, Geimer relatou que “o que aconteceu com Polanski nunca foi um grande problema para mim”. Ela disse ainda: “Eu nem sabia que era ilegal, que alguém poderia ser preso por isso. Eu estava bem, ainda estou bem. O fato de termos feito disso algo grande pesa terrivelmente sobre mim. Ter que repetir constantemente que não era grande coisa, é um fardo terrível.” Polanski foi preso em 1977 por ter relações sexuais ilegais com a então menor. Ele aceitou um acordo judicial, cumpriu 42 dias de prisão e, quando o juiz do caso ameaçou voltar atrás no combinado, fugiu dos Estados Unidos para se abrigar na França, seu país natal, evitando a prisão. Desde então, ele é considerado foragido da Justiça dos EUA. Embora seja protegido na França por conta de sua cidadania, ele poderia, em tese, ser preso e extraditado se fosse a outro país. A Justiça dos EUA já tentou isso duas vezes. Ao viajar à Suíça para um festival em 2009, Polanski foi detido e colocado em prisão domiciliar numa propriedade que possui no país. No entanto, o tribunal suíço acabou rejeitando o pedido de extradição e libertou o diretor. Em 2014, houve nova tentativa na Polônia, país da família do cineasta, e o resultado foi o mesmo: o tribunal considerou que a pena já havia sido cumprida. Sobre as tentativas de extradição, Geimer diz que a iniciativa foi “injusta e contrária à justiça”, além de reforçar que Polanski já cumpriu sua sentença. “Da minha parte, ninguém queria que fosse preso, mas ele foi e foi o suficiente. Ele pagou sua dívida com a sociedade. É isso, fim da história. Ele fez tudo o que lhe foi pedido até que a situação ficou fora de controle e ele não teve outra escolha a não ser fugir”, disse à Le Point. Com o surgimento do movimento #MeToo nas redes sociais, o caso de Polanski voltou a ser comentado e novas mulheres se apresentaram como supostas vítimas de abusos do diretor nos anos 1970. Em meio a essa controvérsia, Polanski ganhou o Grande Prêmio do Júri no Festival de Cinema de Veneza em 2019 e o César (o Oscar francês) de Melhor Roteiro Adaptado em 2020, por “O Oficial e o Espião”, o que causou repúdio entre influenciadores e imprensa, e “esfriou” a relação entre o diretor e a indústria cinematográfica francesa. Atualmente, Polanski trabalha em um novo filme, “The Palace”, que aguarda lançamento, mas nenhum financiador, produtor ou estúdio francês quis fazer parte da obra, que acabou recebendo apoio da RAI Cinema da Itália. Além disso, o filme não foi incluído na programação do Festival de Cannes deste ano.
Filmes: Animação do Oscar 2023 lidera Top 10 de estreias pra ver em casa
Inédita nos cinemas brasileiros, a animação “Marcel, a Concha de Sapatos”, indicada ao Oscar 2023, é o principal lançamento da semana em streaming. O Top 10 também destaca o filme que encerra a série “The Last Kingdom” e muitos longas franceses. Confira abaixo a seleção dos melhores títulos disponibilizados nas plataformas de streaming e locadoras digitais (VOD) para assistir no fim de semana. | MARCEL, A CONCHA DE SAPATOS | VOD* A belíssima comédia infantil, que combina animação em stop-motion com atores reais, é baseada numa série de curtas virais do documentarista Dean Fleischer-Camp (“Fraud”) e da atriz-dubladora Jenny Slate (“Volta Pra Mim”), que acumularam mais de 50 milhões de visualizações no YouTube desde sua estreia em 2010, além de ter estimulado o lançamento de dois livros infantis best-sellers. A trama acompanha Marcel (dublado por Slate), um adorável caracol de uma polegada de altura que leva uma existência pacata com sua avó Connie (voz de Isabella Rossellini, de “Joy”) e seu fiapo de estimação. Antes parte de uma extensa comunidade de caracóis, eles agora vivem sozinhos como únicos sobreviventes de uma misteriosa tragédia. Mas quando um documentarista os descobre entre a desordem de seu Airbnb, o curta-metragem que ele publica online rende milhões de fãs apaixonados por Marcel, bem como perigos sem precedentes e uma nova esperança de encontrar sua família de caracóis há muito perdida. O elenco da produção também inclui Rosa Salazar (“Alita: Anjo de Batalha”), Thomas Mann (“Kong: A Ilha da Caveira”), a telejornalista Lesley Stahl e o próprio Dean Fleischer-Camp como o documentarista da trama. Dirigido por Camp, que também assina o roteiro com Slate, o filme é inédito nos cinemas brasileiros, mas foi indicado ao Oscar 2023, venceu 37 prêmios internacionais (incluindo o Annie, o Oscar da animação) e tem nada menos que 98% de aprovação no portal de críticas Rotten Tomatoes. | THE LAST KINGDOM: SEVEN KINGS MUST DIE | NETFLIX O longa é uma continuação e desfecho da trama das cinco temporadas da série “The Last Kingdom”, encerrada pela Netflix em 2022. Desta vez, o protagonista Uhtred enfrenta a fragmentação da Bretanha, numa luta épica pela coroa após a morte do rei Eduardo, em que herdeiros rivais e invasores competem pelo poder. E quando surge uma aliança buscando a ajuda de Uhtred a seus planos, ele enfrenta uma escolha entre aqueles de quem mais gosta e o sonho de ver uma Inglaterra unida. A produção é uma adaptação do penúltimo livro da saga saxônica do escritor Bernard Cornwell, “A Espada dos Reis” (2019), que tem uma conclusão bastante sombria para Uhtred. Mas como se trata do desfecho da franquia, é provável que as cenas finais incluam o desfecho do último livro, “O Senhor da Guerra” (2020), bem mais positivo. Produção da Carnival Films e da NBCUniversal International Studios, o filme tem roteiro de Martha Hillier e direção de Edward Bazalgette, ambos integrantes da equipe de “The Last Kingdom”, e volta a trazer o ator Alexander Dreymon no papel principal, além de outros integrantes do elenco original, junto com alguns novos rostos. | CHUVA É CANTORIA NA ALDEIA DOS MORTOS | FILMICCA Filmado no Tocantins, o longa codirigido pelo português João Salaviza e a brasileira Renée Nader Messora embaralha os limites entre ficção e registro documental. Com elenco amador, extraído de uma aldeia de índios Krahô, a obra recria na tela dramas reais da comunidade, como a história de um adolescente que começa a ter visões. Depois de ser surpreendido pela visita do espírito de seu falecido pai, ele se sente na obrigação de organizar uma festa de fim de luto, comemoração tradicional da aldeia, mas prefere fugir para não ser levado a virar pajé. Longe de seu povo e da própria cultura, Ihjãc enfrenta as dificuldades de ser um indígena no Brasil contemporâneo. Totalmente falado em idioma nativo e disponibilizado com legendas, o drama indígena venceu o Prêmio Especial do Júri da mostra Um Certo Olhar, principal seção paralela do Festival de Cannes. | UMA BELA MANHÃ | VOD* Quando seu pai é acometido por uma doença neurodegenerativa irreversível, a vida de uma jovem mãe solteira vira do avesso. Lidando com o sentimento de luto por alguém que não morreu, ela busca conseguir uma casa de repouso decente, enquanto reencontra uma paixão antiga e indisponível, com quem começa um caso, e complica de vez seus sentimentos tumultuados. Premiado no Festival do Cannes, o drama tem direção da francesa Mia Hansen-Løve (“A Ilha de Bergman”) e rendeu a Leia Seydoux (“007 – Sem Tempo para Morrer”) indicação ao prêmio de Melhor Atriz da Europa no ano passado. | CONTRATEMPOS | VOD* A atriz francesa Laure Calamy (“Dix pour Cent”) venceu o prêmio de Melhor Atriz do Festival de Veneza pelo desempenho como a protagonista Julie, uma mãe solteira com dois filhos pequenos para criar. Quando finalmente consegue uma entrevista para um emprego, com chances de sair do aperto financeiro, ela se depara com uma greve nacional de trânsito. O cineasta Eric Gravel (“Crash Test Aglaé”) também foi premiado em Veneza pela direção, que transforma a aflição dramática de quem busca apenas melhorar de vida numa correria digna de thriller tenso. | GOLIAS | VOD* Uma das maiores bilheterias da França em 2022, o drama é baseado em fatos reais e denuncia os perigos da indústria de pesticidas. Quando a população de uma região da França começa a desenvolver câncer e a OMS denuncia um pesticida usado nas plantações como cancerígeno, os fabricantes contratam lobistas para abafar o caso e subornar quem for preciso. Até que um obscuro advogado parisiense, especializado em direito ambiental, cruza o caminho dos poderosos. Dirigido por Frédéric Tellier (“Através do Fogo”), o longa reúne três nomes de peso do cinema francês: Gilles Lellouche (“Não Conte à Ninguém”) como o advogado, Pierre Niney (“Yves Saint Laurent”) como um lobista e Emmanuelle Bercot (“O Baile das Loucas”) como uma ativista. | UM FILHO | VOD* O novo drama do diretor Florian Zeller passou longe das premiações, ao contrário de “Meu Pai”, premiado no Oscar do ano passado. Após lidar com a demência na Terceira Idade no anterior, a nova produção explora a depressão na adolescência – ambos os filmes são baseados em peças do cineasta. A trama gira em torno de um executivo que tem sua vida com a nova parceira e seu bebê recém-nascido abalada pela reaparição da ex-esposa com seu filho adolescente. O jovem está perturbado, distante e com raiva, faltando à escola há meses. Enquanto o executivo se esforça para ser um pai melhor, procurando ajudar seu filho, o peso da condição do jovem coloca a família em um rumo perigoso. Hugh Jackman (“Logan”) tem o papel do pai e o elenco ainda conta com Laura Dern (“História de um Casamento”), Vanessa Kirby (“Pieces of a Woman”), Zen McGrath (“Marcas do Passado”) e Anthony Hopkins, que venceu o Oscar por “O Pai” e retoma a parceria com o diretor francês num personagem criado especialmente para ele no filme – isto é, que não existia no roteiro teatral. | O AMOR DÁ VOLTAS | HBO MAX Mais conhecido como roteirista de sucessos como “Central do Brasil” (1998) e “Faroeste Caboclo” (2013), Marcos Bernstein volta a dirigir um longa de ficção após dez anos – o anterior foi “Meu Pé de Laranja Lima”, em 2012. A produção é uma comédia romântica com triângulo amoroso, movida por uma farsa. Um jovem médico que estava em missão na África volta ao Brasil e descobre que as cartas apaixonadas que vinha respondendo nos últimos meses não foram escritas pela namorada, mas pela irmã dela. A namorada, por sua vez, achava que tinha terminado o relacionamento, mas fica mexida quando o ex volta mostrando que continuava apaixonado. Já a cunhada só queria confortar o rapaz, sem perceber a situação que estava criando. Claro que alguém tende a sobrar nesse triângulo. O triângulo é formado por Igor Angelkorte (“O Outro Lado do Paraíso”), Juliana Didone (“Talvez uma História de Amor”) e Cleo (“Me Tira da Mira”). | AS MÚMIAS E O ANEL PERDIDO | HBO MAX A produção animada espanhola acompanha um casal de múmias atrás dos ladrões de seu anel de noivado, numa aventura que os leva com seu pet mumificado de sua tumba até Londres. Curiosamente, a equipe de criação, incluindo os roteiristas e o diretor estreante Juan Jesús García Galocha, trabalharam na bem-sucedida franquia animada “As Aventuras de Tadeo”, sobre um aspirante a arqueólogo em aventuras que também incluem múmias egípcias. | TROMBA TREM – O FILME | DISNEY+ A animação brasileira, baseada na série homônima do Cartoon Network, acompanha Gajah, um elefante sem memória que, ao ficar célebre, acaba se afastando de seus velhos companheiros de viagem no Tromba Trem. O estrelato dura pouco, pois ele logo se torna o principal suspeito de misteriosos raptos. Desvendar o mistério só será possível com a ajuda dos amigos pré-fama: um grupo de cupins obstinados e Duda, uma empolgada e inocente tamanduá vegetariana. A direção é de Zé Brandão, criador dos personagens e produtor de “O Irmão do Jorel”. * Os lançamentos em VOD (video on demand) podem ser alugados individualmente em plataformas como Apple TV, Claro TV+, Google Play, Loja Prime, Microsoft Store, Vivo Play e YouTube, entre outras, que funcionam como locadoras digitais sem a necessidade de assinatura mensal.
“As Marvels” bate recorde de trailer com mais dislikes no YouTube
“As Marvels” já tem o recorde de trailer com mais dislikes no YouTube, com apenas três dias no ar. O vídeo tem cerca de 365 mil “não curti”, além de acumular milhares de comentários copypasta, que são blocos de texto com conteúdo de spam utilizados para abafar respostas positivas. Mas apesar do recorde negativo, o trailer tem mais likes do que dislikes, são 452 mil reações positivas. A reação negativas à sequência de “Capitã Marvel” repete o comportamento de trolls, que também boicotaram com críticas negativas o primeiro filme. Na época, eles atacaram a atriz Brie Larson por ela ter feito declarações consideradas feministas. Um comentário no trailer ironiza: “Capitã Feminista e a pedra do Patriarcado. Que porcaria!”. Vale lembrar que, apesar das críticas da minoria barulhenta, “Capitã Marvel” fez US$ 1,1 bilhão de bilheteria mundial. “Nada disso é uma surpresa para aqueles que estão cientes da tendência contínua de bombardeio de críticas que visa projetos da Marvel que apresentam a) super-heroínas, b) super-heróis não-brancos, c) super-heróis/personagens LGBTQ ou d) alguma combinação de todos esses”, escreveu Kylie Cheung ao site feminista Jezebel. “Larson, especificamente, tem sido uma fonte de ira e fúria para alguns fãs masculinos da Marvel e fóruns incel devido a sua franqueza sobre a paridade de gênero na indústria do entretenimento”, completou. Brie Larson retorna em “As Marvels” com seu papel como Carol Danvers. Na trama, a Capitã Marvel recuperou sua identidade da tirania Kree e se vingou da Inteligência Suprema, mas as consequências disso levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado. Além de Larson, o elenco também destaca Iman Vellani (“Ms. Marvel”) como Kamala Khan, Teyonah Parris (“WandaVision”) como Monica Rambeau e Samuel L. Jackson (“Vingadores”) como Nick Fury. O filme estreia em 9 de novembro no Brasil.
Mia Goth deve viver vilã do filme “Blade”. Saiba quem
A Marvel contratou nesta semana a atriz Mia Goth, conhecida por terrores como “Pearl” e “X – A Marca da Morte”, para o elenco de “Blade”, mas não compartilhou nenhum detalhe sobre seu papel. Agora, o podcast “The Hot Mic” garantiu saber quem ela vai interpretar. Especulação ou fato, já era grande o rumor de que Mia Goth interpretaria mesmo esta personagem: Lilith. O detalhe é que a Marvel tem duas vilãs chamada Lilith, e ambas apareceram em quadrinhos de Blade. Uma delas é a Filha de Drácula, que chegou a ter histórias próprias publicadas pela editora nos anos 1970. Já a outra é uma feiticeira demoníaca que estreou nos quadrinhos do Motoqueiro Fantasma nos anos 1990. Há uma chance de que a vilã vivida por Mia Goth seja um amálgama das duas personagens, mas como Blade é um caçador de vampiros, a tendência maior é que seja mesmo a filha de Drácula. Outro detalhe que reforça esta tese é que a filha de Drácula foi criada por Marv Wolfman e Gene Colan, roteirista e artista que também criaram Blade, e, apesar da criação da vilã homônima, continua aparecendo nos gibis até hoje – embora bem menos. Já a opção pela feiticeira demoníaca tem a seu favor o fato de ser uma personagem mais recente. As adaptações de super-heróis têm privilegiado versões mais modernas dos personagens dos quadrinhos. O enredo de “Blade” ainda é desconhecido. Os planos para uma nova encarnação do personagem, interpretado por Wesley Snipes em uma série de filmes no início dos anos 2000, foram revelados durante a apresentação da Marvel na Comic-Con de San Diego em 2019. Criado por Marv Wolfman e Gene Colan em 1973, como um personagem coadjuvante do gibi “A Tumba de Drácula”, Blade acabou se tornando favorito dos fãs e passou a viver suas aventuras próprias contra a ameaça dos vampiros em Nova York. A nova versão cinematográfica trará Mahershala Ali (“Green Book”) no papel principal e vem enfrentando diversas turbulências em seus bastidores. Depois de perder o diretor na véspera das filmagens, a produção foi adiada para a Marvel encontrar um substituto com uma nova visão para a adaptação. O cineasta Yann Demange (do filme “71: Esquecido em Belfast” e da série “Lovecraft Country”) acabou contratado como diretor e o roteiro foi reescrito por Michael Starrbury (da minissérie “Olhos que Condenam”). O filme tem estreia marcada para setembro de 2024. Enquanto isso, Mia Goth poderá se vista em dois novos terrores: “Frankenstein”, de Guillermo Del Toro, e “Maxxxine”, final da trilogia de Ti West iniciada por “X”.
40 anos de Flashdance: Jennifer Beals recorda modismos e bastidores do filme
Garotas vestindo polainas e moletom com ombro à mostra. “Flashdance… What a Feeling” e “Maniac” tocando nas rádios. Estas foram algumas das tendências que marcaram os anos 1980 após o lançamento do filme “Flashdance”, em 1983. Nos 40 anos do filme, os atores que protagonizaram a obra, Jennifer Beals e Michael Nouri, e o produtor Jerry Bruckheimer relembraram o impacto da produção em entrevista ao site The Hollywood Reporter. Os criadores do filme já esperavam por um sucesso, mas não imaginavam que seria uma sensação e que marcaria uma geração. A obra foi um fenômeno de bilheteria em sua estreia, em 15 de abril de 1983, arrecadando US$ 92,9 milhões (o equivalente a US$ 280 milhões de hoje, corrigido pela inflação), além de ter recebido quatro indicações ao Oscar e conquistado uma estatueta de Melhor Canção com “Flashdance… What a Feeling”, de Irene Cara. Ainda assim, a crítica ficou dividida em relação a produção. “Um crítico chamou de depósito de lixo tóxico”, contou Bruckheimer rindo. Para Nouri, “Flashdance” “não foi favorecido pela crítica e isso realmente não fez nenhuma diferença em termos de o filme se tornar icônico”. A história é centrada em Alex (Jennifer Beals), uma jovem soldadora de Pittsburgh que passa as noites se apresentando em um bar de cabaré, mas sonha em se tornar uma dançarina profissional. Foi nela que jovens se inspiraram para ditar tendências de moda, como o moletom caído no ombro. Beals se lembra de ter criado o estilo acidentalmente durante uma prova de roupas para o filme. “Deixei meu moletom na secadora por muito tempo e não consegui enfiar a cabeça pelo buraco. Então eu cortei o buraco para torná-lo maior. E então [o figurinista] Michael Kaplan transformou isso em algo melhor e mais legal”. Apesar da atriz ser sempre lembrada pelo papel, o estúdio relutou em aceitar Beals como protagonista. Bruckheimer lembrou que a equipe do filme lutou para por ela, mas os executivos do estúdio e o diretor Adrian Lyne só foram convencidos a seguir com a estreante graças às secretárias da empresa. “Os chefes da Paramount não conseguiram se decidir, então trouxeram todas as secretárias para ver os testes de tela e todos escolheram Jennifer”. Mesmo sendo estreante, Beals não topou fazer tudo o que os produtores pediram. Ela relembra que foi chamada para fazer uma cena de nudez, mas não aceitou. “Adrian me ligou e estava tentando me convencer de que seria algo de bom gosto. Eu apenas disse: ‘Sem desrespeito a você, mas eu não te conheço’”, conta ela rindo. Para a atriz, o legado duradouro do filme decorre em parte da inclusão de temas que não eram tão comuns nos filmes de estúdio da época. “Quando penso naquela cena em que ela está andando pelo corredor e há todas as bailarinas lá, não é apenas uma imagem clássica, mas também fala muito sobre barreiras em relação à raça”, apontou. Relembre os dois hits mais famosos de “Flashdance”, em clipes com cenas do filme.
“Super Mario Bros” se torna maior bilheteria do cinema em 2023
A animação “Super Mario Bros – O Filme” se tornou o maior lançamento de 2023 ao ultrapassar, no fechamento das bilheterias de quinta-feira (13/4), a marca de US$ 500 milhões em todo o mundo. A quantia desbanca o antigo líder do ranking, “Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania”, que fez US$ 474,4 milhões. Ao todo, o longa produzido pelo estúdio Illumination, com distribuição da Universal, atingiu US$ 508,7 milhões. Em dez dias, desde que foi lançado em 5 abril nos EUA, o filme virou também a maior adaptação de videogames para o cinema de todos os tempos, ultrapassando “Warcraft” (2016) e “Pokémon: Detetive Pikachu” (2019). Depois de já ter batido o recorde de maior estreia de animação, o filme já virou o segundo maior lançamento animado dos cinemas desde 2019, atrás apenas de “Minions: A Origem de Gru”, que arrecadou US$ 942,5 milhões durante sua exibição no ano passado – mas à frente de “Demon Slayer – Mugen Train”, com US$ 494 milhões, agora em 3º lugar. Considerando apenas as animações da Universal, o longa de Mario e Luigi contabiliza a 10ª maior bilheteria do estúdio. E mal começou sua trajetória cinematográfica “Super Mario Bros – O Filme” está em cartaz no Brasil desde 6 de abril e conta com a direção de Aaron Horvath (“Os Jovens Titãs em Ação!”) e Michael Jelenic (“Batman: Os Bravos e Destemidos”).
Toni Collette e Nicholas Hoult negociam estrelar “último filme de Clint Eastwood”
O ator e cineasta Clint Eastwood (“Cry Macho: O Caminho para Redenção”) começou a definir o elenco de seu novo filme. Aos 92 anos, ele negocia com Nicholas Hoult (“O Menu”) e Toni Collette (“Hereditário”) para “Juror #2”, um drama jurídico que está em desenvolvimento no estúdio Warner. Depois de meses tentando encontrar a combinação certa de atores e semanas de conversas com Hoult e Collette, os dois receberam ofertas oficiais. A trama vai acompanhar um jurado em um julgamento por assassinato, que percebe que pode ter causado a morte da vítima e precisa lidar com o dilema de manipular o júri para salvar a si mesmo ou revelar a verdade e se entregar. Hoult interpretaria esse jurado e Collette seria a promotora do caso. Será um reencontro dos dois atores, que trabalharam juntos há duas décadas, quando Hoult era uma criança, em “Um Grande Garoto” (2002). Fontes apontam que Eastwood pode se aposentar após as filmagens de “Juror #2”, que está sendo chamado de o “último filme de Clint Eastwood”. “Juror #2” será o 40º filme dirigido por Clint Eastwood, que já venceu dois Oscar de Melhor Diretor, por “Os Imperdoáveis” (1992) e “Menina de Ouro” (2004). O início da produção é previsto para junho, o que fará com que Eastwood tenha 93 anos quando as câmeras começarem a rodar. Com isso, se tornará o cineasta mais velho ainda em atividade. Contudo, caso realmente se aposente após “Juror #2”, ele não baterá o recorde histórico do português Manoel de Oliveira (1908-2015), que tinha 107 anos quando dirigiu seu último filme. O longa não tem previsão de estreia.
Samuel L. Jackson e John David Washington vão estrelar adaptação de “A Lição de Piano”
A Netflix anunciou que Samuel L. Jackson (“Vingadores”) e John David Washington (“Infiltrado na Klan”), filho de Dezel Washington, vão estrelar a adaptação de “A Lição de Piano”. A obra já rendeu um Prêmio Pulitzer de Teatro, em 1990, para o dramaturgo August Wilson. Jackson e Washington também estiveram numa montagem da peça na Broadway. Ainda não há data para estreia e início das filmagens. A trama acontece em 1936 em Pittsburgh e segue a vida da família de Charles e de sua herança familiar: um piano que é decorado com desenhos esculpidos por um ancestral escravizado. O elenco também inclui Ray Fisher (“Liga da Justiça”), Danielle Deadwyler (“Till – A Busca por Justiça”), Michael Potts (“True Detective”) e Corey Hawkins (“Em um Bairro de Nova York”). A direção do filme está a cargo de outro filho de Denzel Washington, Malcolm Washington, em sua estreia em longa-metragem. Denzel fechou um acordo com o espólio de Wilson para adaptar as peças do dramaturgo em filmes. Desde então, ele dirigiu “Um Limite Entre Nós” (Fences, 2018) e produziu “A Voz Suprema do Blues” (2020). O astro também é produtor de “A Lição de Piano”, que tem roteiro de Virgil Williams (indicado ao Oscar por “Mudbound”). Além de produzir os filmes, Denzel também fez e estrelou um documentário, ao lado de Viola Davis, sobre o legado de Wilson, intitulado “Giving Voice” (2020), também disponibilizado pela Netflix. Samuel L. Jackson, John David Washington, Ray Fisher, Danielle Deadwyler, Michael Potts, and Corey Hawkins will star in The Piano Lesson, a new film based on the play by August Wilson, directed by Malcolm Washington and written by Virgil Williams and Malcolm Washington. pic.twitter.com/PhkuI35Z4L — Netflix (@netflix) April 13, 2023
Com brasileiros e recorde de mulheres, Festival de Cannes anuncia filmes selecionados
O Festival de Cannes anunciou nesta quinta-feira (13/4) os filmes selecionados para a disputa da Palma de Ouro na 76ª edição da premiação, além dos títulos que vão fazer parte de exibições e mostras. A 76ª edição do evento, que ocorre de 16 e 27 de maio, vai contar com três longas brasileiros e é marcado pelo recorde de mulheres indicadas. A edição de 2023 do Festival de Cannes traz o recorde de seleção de produções dirigidas por mulheres. São seis diretoras indicadas na categoria principal e outras 14 foram em outras categorias, de um total de 51 filmes selecionados. Apesar de ser o maior número já registrado desde, a participação delas ainda não chega a 50%. Na premiação principal, as produções dirigidas por mulheres indicados ao prêmio são: La Chimera (Alice Rohrwacher), Club Zero (Jessica Hausner), Last Summer (Catherine Breillat), Anatomie d’une chute (Justine Triet), Banel et Adama (Ramata-Toulaye Sy), e Olfa’s Daughters (Kaouther Ben Hania). O recorde anterior é da edição de 2022, com 5 mulheres na categoria principal. Até então, apenas duas mulheres venceram a Palma de Ouro desde a criação do prêmio: Jane Campion, com “O Piano”, em 1993, e Julia Ducournau, com “Titane”, em 2021. O Festival traz também o Brasil na disputa principal com o diretor Karim Aïnouz> (“A Vida Invisível”) e seu filme “Firebrand”, que tem como enredo o casamento da rainha Catarina Parr e do rei Henrique VIII, e traz Jude Law e Alicia Vikander no elenco. Além de “Firebrand”, o documentário “Retratos Fantasmas”, de Kleber Mendonça Filho (“Bacurau”), vai estrear na mostra Cannes Premières, trazendo o centro de Recife como personagem principal. Já “A Flor do Buriti”, da brasileira Renée Nader Messora com o português João Salaviza, vai estar na mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regarde). Entre os filmes que vão fazer parte do Festival, vale destacar “Asteroid City”, de Wes Anderson (“O Grande Hotel Budapeste”), que traz nomes de peso no elenco, como Tom Hanks, Margot Robbie, Scarlett Johansson e Tilda Swinton. Os aguardados “Killers of the Flower Moon”, de Martin Scorsese, o quinto filme da saga “Indiana Jones” e até a série “Idol”, da HBO, também estarão em Cannes. São destaques ainda o novo curta de Almodóvar, “Strange Way of Life”, que traz Pedro Pascal e Ethan Hawke como um casal gay, e “Jeanne Du Barry”, que abre o evento e marca a volta de Johnny Depp às telonas como Luís XV, após o midiático julgamento por difamação contra sua ex, Amber Heard. Mas o evento também contará com outros nomes conhecidos dos cinéfilos e habituês do evento, como Jonathan Glazer (“Sob a Pele”), Aki Kaurismaki (“O Outro Lado da Esperança”), Hirokazu Kore-eda (“Assunto de Família”), Nanni Moretti (“Tre Piani”), Nuri Bilge Ceylan (“Sono de Inverno”), Todd Haynes (“Carol”), Marco Bellocchio (“O Traidor”) e os veteranos multipremiados Ken Loach (“Eu, Daniel Blake”) e Wim Wenders (“O Sal da Terra”). Confira abaixo os títulos que vão passar por Cannes. Filme de abertura: Jeanne Du Barry, de Maïwenn Mostra Competitiva (Palma de Ouro) Club Zero, de Jessica Hausner The Zone of Interest, de Jonathan Glazer Fallen Leaves, de Aki Kaurismaki Les Filles d’Olfa, de Kaouther Ben Hania Asteroid City, de Wes Anderson Anatomie d’une Chute, de Justine Triet Monster, de Hirokazu Kore-eda Il Sol dell’Avvenire, de Nanni Moretti L’été Dernier, de Catherine Breillat Kuru Otlar Ustune, de Nuri Bilge Ceylan La Chimera, de Alice Rohrwacher La Passion de Dodin Bouffant, de Tran Anh Hùng Rapito, de Marco Bellocchio May December, de Todd Haynes Jeunesse, de Wang Bing The Old Oak, de Ken Loach Banel e Adama, de Ramata-Toulaye Sy Perfect Days, de Wim Wenders Un Certain Regarde: Règne Animal, de Thomas Cailley (filme de abertura) Los Delincuentes, de Rodrigo Moreno How to Have Sex, de Molly Manning Walker Goodbye Julia, de Mohamed Kordofani Kadib Abyad, de Asmae El Moudir Simple Comme Sylvain, de Monia Chokri A Flor do Buriti, de João Salaviza e Renée Nader Messora Los Colonos, de Felipe Gálvez Augure, de Baloji Tshiani The Breaking Ice, de Anthony Chen Rosalie, de Stéphanie Di Giusto The New Boy, de Warwick Thornton If Only I Could Hibernate, de Zoljargal Purevdash Hopeless, de Kim Chang-hoon Terrestrial Verses, de Ali Asgari e Alireza Khatami Rien à Perdre, de Delphine Deloget Les Meutes, de Kamal Lazraq Exibições fora de competição Indiana Jones e a Relíquia do Destino, de James Mangold Cobweb, de Kim Jee-woon The Idol, de Sam Levinson Killers of the Flower Moon, de Martin Scorsese Sessões da meia-noite Kennedy, de Anurag Kashyap Omar la Fraise, de Elias Belkeddar Acide, de Just Philippot Estreias em Cannes Kubi, de Takeshi Kitano Bonnard, Pierre et Marthe, de Martin Provost Cerrar Los Ojos, de Victor Erice Le Temps d’Aimer, de Katell Quillévéré Exibições Especiais Man in Black, de Wang Bing Occupied City, de Steve McQueen Anselm (Das Rauschen der Zeit), de Wim Wenders Retratos Fantasmas, de Kleber Mendonça Filho
Ator Jamie Foxx é hospitalizado após complicação médica
A família do ator Jamie Foxx (“Django Livre”) revelou nesta quarta-feira (12/4) que ele foi hospitalizado em Atlanta, nos Estados Unidos, após uma “complicação médica”, sem detalhar qual seria o problema. Foxx estava na cidade filmando a comédia “Back in Action”, da Netflix. De acordo com a filha de Foxx, Corinne, em publicação no Instagram, ele já está se recuperando. “Queríamos compartilhar que meu pai Jamie Foxx teve uma complicação médica ontem. Felizmente, devido à ação rápida e grande cuidado, ele já está se recuperando. Sabemos o quanto ele é amado e agradecemos suas orações. A família pede privacidade durante esse período”. Não há maiores informações sobre o estado de saúde do ator. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Corinne Foxx (@corinnefoxx)











