“Abracadabra 3” está em desenvolvimento pela Disney+
A Disney+ anunciou que está desenvolvendo mais uma sequência de “Abracadabra”, após o sucesso de “Abracadabra 2” (2022), produzido para o streaming. A confirmação do terceiro filme veio diretamente de Sean Bailey, presidente da Walt Disney Studios Motion Picture Production, em entrevista ao The New York Times. O clássico da Disney foi originalmente lançado em 1993, com Bette Midler (“Amigas para Sempre”), Kathy Najimy (“Mudança de Hábito”) e Sarah Jessica Parker (“And Just Like That…”) nos papéis principais e, com o sucesso da continuação no ano passado, o trio de intérpretes das irmãs Sanderson deve voltar para assombrar as crianças mais uma vez. O lançamento de “Abracadabra 2” bateu recorde no Disney+ e se tornou a estreia mais assistida da plataforma, com 2,7 bilhões de minutos assistidos. Entre a crítica, o longa também teve uma recepção mais positiva que o primeiro, marcando 64% de aprovação – em comparação aos 38% do filme original no site Rotten Tomatoes. Embora nunca tenha sido um sucesso comercial, arrecadando apenas US$ 45,4 milhões em 1993, o filme original conquistou grande público ao ser reprisado na televisão ao longo dos anos. Dirigido por Kenny Ortega (“Descendentes” e “High School Musical”), a trama apresentou um trio de bruxas acidentalmente ressuscitadas por um adolescente na noite de Halloween. A sequência tão esperada trouxe as três de volta a uma Salem nos dias atuais e buscando vingança pelo tempo que ficaram sumidas. “Abracadabra 2” foi dirigido por Anne Fletcher (“Dumplin”) e teve o retorno de Midler, Najimy e Jessica Parker nos papéis principais. Enquanto promovia a continuação, Midler falou sobre a possibilidade de estrelar um terceiro filme. “Não sei”, disse Midler à revista Entertainment Weekly. “Após 30 anos sem uma sequência de ‘Abracadabra’, sempre tive inveja das pessoas que têm a oportunidade de interpretar seu personagem favorito mais de uma vez. O fato de termos finalmente conseguido isso, depois de 30 anos promovendo a ideia, me deixa feliz por realizar. Eu adoraria ter uma franquia – especialmente de uma personagem que amo interpretar”. Na ocasião, Midler já havia deixado claro a vontade de retornar ao papel. “Se houvesse um terceiro filme, é claro que eu assinaria, mas não sei como. Não consigo imaginar qual seria a história, mas amo Winifred, Sarah, Mary e nosso relacionamento. É bom para as mulheres. Ficamos juntas nos momentos difíceis e nos momentos de sucesso, mas também causamos o caos, e poucas mulheres causam tanto caos como nós!”. “Abracadabra 3” ainda não tem previsão de lançamento.
Barry Newman, astro de “Corrida contra o Destino”, morre aos 92 anos
O ator Barry Newman, que marcou época dirigindo um Dodge Challenger superpotente através do oeste americano em “Corrida contra o Destino” (The Vanishing Point), faleceu aos 92 anos. Newman morreu em 11 de maio no NewYork-Presbyterian Columbia University Irving Medical Center, conforme relatado neste domingo (4/6) por sua esposa, Angela. Nascido em Boston em 7 de novembro de 1930, Barry Foster Newman começou sua carreira na Broadway, interpretando um músico de jazz na comédia “Nature’s Way”, em 1957. Após várias peças, ele se destacou na TV no papel de um jovem advogado na novela “The Edge of Night”, em meados dos anos 1960. E quase foi também o fim de sua carreira, já que teve um desentendimento com um diretor que causou sua demissão – fazendo seu personagem ser enviado para um sanatório. Ele foi dar a volta por cima no cinema, ao interpretar Tony Pretrocelli, um jovem advogado que se envolve num “Crime Perfeito” em 1970. O filme escrito e dirigido por Sidney J. Furie fez grande sucesso e acabou virando uma série da NBC, “Petrocelli”, que Newman estrelou por duas temporadas, de setembro de 1974 a março de 1976. Após “Crime Perfeito”, Newman desempenhou seu papel mais famoso, como Kowalski, o motorista de “Corrida contra o Destino” (1971). “Isso foi muito único”, disse Newman numa entrevista de 2019. “Eu tinha acabado de fazer este filme sobre um advogado, um graduado em Harvard, e pensei que este é um tipo diferente de coisa. O cara era o rebelde, o anti-herói. Eu gostei muito de fazer isso.” Kowalski era um veterano da Guerra do Vietnã, ex-policial e ex-piloto de corrida que virou motorista de entrega de carros. A história começa quando ele aceita uma aposta para entregar um Dodge Challenger branco de 1970 de Denver, Colorado, em São Francisco, Califórnia, em menos de 15 horas. Embora seja uma missão extremamente difícil, ele acredita ser capaz. Mas após cometer várias infrações de trânsito, passa a ser perseguido pelas autoridades. Ainda assim, consegue tempo para encontrar várias personagens, cada uma das quais representando diferentes aspectos da sociedade da época. Além de ser lembrado por suas cenas de perseguição de carros, o filme de Richard C. Sarafian se tornou famoso por focar os temas culturais da época, como percepções de rebelião e alienação social, com a estrada representando a liberdade e a perseguição policial representando a repressão e o controle social. Esta dimensão era extrapolada com o auxílio da narração de um DJ negro, Super Soul (Cleavon Little), que, ao saber das façanhas de Kowalski, passa a estimular o motorista e o transforma em herói em seu programa de rádio. Mas apesar de ter se tornado cultuadíssimo, o lançamento original do longa não chamou atenção nos EUA. O sucesso começou no exterior, quando sua estreia em Londres ocasionou “filas ao redor do quarteirão com pessoas ansiosas para vê-lo”. “Ele foi relançado nos EUA depois de ser exibido na Europa e as pessoas então começaram a se interessar pelo filme. Ele se tornou um filme cult sem que eu mesmo percebesse. Até hoje, estou sempre sendo solicitado a falar sobre o filme em algum lugar”, contou o ator em 2019. Seu filme seguinte tentou capitalizar a popularidade de “Corrida Contra o Destino” ao escalar Newman num conversível em novas cenas de estrada. Mas “O Medo é a Chave” (1972) passou batido por crítica e público. No mesmo ano, o ator ainda foi um espião em “Missão Confidencial”, antes de se dirigir à TV para estrelar o telefilme “Night Games” (1974), que serviu de piloto para a série “Petrocelli”. Newman seguiu alternando-se entre cinema e TV pelo resto da carreira. Mais recentemente, apareceu em filmes como “Daylight” (1996), estrelado por Sylvester Stallone, “Os Picaretas” (1999), com Steve Martin e Eddie Murphy, “O Segredo do Sucesso” (2001), com Charlie Sheen, e na série “The O.C.”, onde interpretou o Professor Max Bloom. Infelizmente, sua carreira foi interrompida em 2009, quando o ator foi diagnosticado com câncer de cordas vocais. No entanto, ele retornou ao sets em 2022, reunindo-se novamente com o diretor de “Crime Perfeito”, Sidney J. Furie, no filme “Finding Hannah”, que ainda não possui previsão de estreia. Graças a “Corrida contra o Destino”, Newman viverá para sempre na cultura pop. Seu personagem inspirou até uma música da banda Primal Scream, “Kowalski”, lançado no álbum “Vanishing Point” (o título do filme em inglês) em 1997. O longa também foi a inspiração do diretor Edgar Wright para criar “Em Ritmo de Fuga” (2017). E Quentin Tarantino o chamou, no roteiro de “À Prova de Morte” (2007), de “um dos melhores filmes americanos já feitos”. Por sinal, o carro daquele filme tinha a mesma placa do Challenger dirigido por Newman. Veja abaixo o trailer clássico de “Corrida contra o Destino”.
“Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” supera expectativas com estreia recorde nos EUA
“Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” superou todas as expectativas com uma bilheteria de estreia de US$ 120,5 milhões na América do Norte, segundo estimativa da Comscore. O valor representa a terceira maior abertura de todos os tempos para um filme animado nos EUA e Canadá, bem como a melhor de todos os tempos da Sony Animation. É também a segunda maior abertura de 2023 até o momento – atrás apenas de “Super Mario Bros. – O Filme” (US$ 146,3 milhões). Além da liderança no mercado doméstico, a animação arrecadou US$ 88 milhões no exterior, atingindo um montante global de US$ 209 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz. O lançamento na China rendeu US$ 17,3 milhões, seguido pelo México com US$ 11,6 milhões e o Reino Unido com US$ 11,5 milhões – enquanto Japão e Coreia do Sul só vão receber o filme no final do mês. A pesquisa do PostTrak apontou que “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” atraiu um público mais velho do que os títulos animados tradicionais, com 67% dos compradores de ingressos nos EUA tendo entre 18 e 34 anos. A conclusão é que se trata do público dos filmes de super-heróis da Marvel e não famílias com crianças pequenas. O filme que as crianças estão indo ver é “A Pequena Sereia”, que caiu para o 2º lugar, mas manteve uma boa bilheteria, com US$ 40,6 milhões. A produção da Disney chegou a um total doméstico de US$ 186,2 milhões em seu segundo fim de semana, e a US$ 326,7 milhões globalmente. Outra estreia da semana, o terror “Boogeyman – Seu Medo É Real”, ocupou o 3º lugar com US$ 12,3 milhões – e US$ 20 milhões em todo o mundo. “Guardiões da Galáxia Vol. 3” ficou em 4º lugar com uma estimativa de US$ 10,2 milhões. Após cinco fins de semana, o total do longa da Marvel na América do Norte é de US$ 322,8 milhões e o valor mais que dobra com o sucesso internacional, chegando a US$ 780 milhões mundiais. Fechando o Top 5, “Velozes e Furiosos 10” adicionou US$ 9,2 milhões em sua conta, para chegar em US$ 128 milhões na bilheteria doméstica, o que pode ser considerado desapontador após três fins de semana. No entanto, o filme da Universal é um fenômeno internacional, com US$ 474 milhões conquistados no exterior. Com isso, já soma US$ 602 milhões mundiais. Veja abaixo os trailers das cinco maiores bilheterias do fim de semana nos EUA. 1 | HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO | 2 | A PEQUENA SEREIA | 3 | BOOGEYMAN – SEU MEDO É REAL | 4 | GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL. 3 | 5 | VELOZES E FURIOSOS 10 |
“Os Winchesters” não é salva e Jensen Ackles lamenta fim da franquia “Supernatural”
A série “Os Winchesters” foi oficialmente descartada pela Warner Bros. Television. Cancelada pela rede de TV americana The CW no mês passado, a série motivou uma campanha #SavetheWinchesters nas redes sociais, incentivada pelo ator e produtor executivo Jensen Ackles (“Supernatural”), mas não foi salva por outro canal ou plataforma. Em sua conta do Twitter, Ackles lamentou o fim da franquia “Supernatural”, da qual a série era derivada. “É como dizem… timing é tudo. Com uma enorme mudança na rede [a CW] combinada com uma greve na indústria… bem… isso é um timing infeliz”, desabafou. O ator também agradeceu aos fãs que se empenharam para salvar a série. Havia esperanças de que a Max salvasse a série, já que (como HBO Max) exibiu a 1ª temporada com exclusividade no mercado internacional. Além disso, os produtores apostavam na Netflix, onde “Supernatural” foi exibida por muitos anos, e até no Amazon Studios, onde a empresa de produção do casal Jensen e Danneel Ackles está sediada. Mas a greve dos roteiristas, citada por Jensen, pode ter colaborado para o fim da atração. Graças a ela, as redes e streamings estão evitando renovações por não saber quando poderão entrar em produção. E os contratos do elenco precisariam ser renovados para que mantê-los comprometidos com a produção. Escrita e produzida por Robbie Thompson (“Cursed: A Lenda do Lago”), a série era focada nos pais de Dean e Sam Winchester – John e Mary – e funcionou como prólogo de “Supernatural”, que durou 15 anos, entre 2005 e 2020. A trama tinha narração de Ackles, no papel de Dean Winchester, e contava como John conheceu Mary e como eles arriscaram tudo para não apenas salvar seu amor, mas o mundo inteiro. Enquanto Mary Campbell era apresentada como uma jovem de 19 anos que vinha lutando contra as forças das trevas desde a infância, John Winchester era um veterano da Guerra do Vietnã que até conhecê-la desconhecia a existência de demônios. Na série original, ambos tem destinos trágicos, mas o final da 1ª temporada de “Os Winchester” apresentou uma reviravolta, mostrando um destino alternativo criado por intervenção do próprio Dean – em viagem no tempo, no multiverso e do além. Estrelada por Meg Donnelly (“Bela, Recatada e do Lar”) e Drake Rodger (“Ainda Estou Aqui”), a série era disponibilizada no Brasil pela HBO Max. To all of you who watched, followed, and supported this story, THANK YOU. And to all those who brought this show to life…I couldn’t be more proud of what we all did together. But as they say…timing is everything. With a massive Network shift coupled with an industry… pic.twitter.com/qqDD9WC0KA — Jensen Ackles (@JensenAckles) June 3, 2023
Encerrada pela Globo, série “Sob Pressão” vai ganhar filme
Concluída pela Globo em 2022 depois de cinco temporadas, a série “Sob Pressão” (2017) vai continuar sua história nas telas de cinema. Trata-se de uma volta às origens, já que série foi inspirada no filme homônimo de 2016. De acordo com a colunista Patricia Kogut, do jornal O Globo, o novo longa já está em desenvolvimento. Nos bastidores, os roteiristas e diretores esperavam dar continuidade à série, mas os protagonistas Julio Andrade (“Paraíso Perdido”) e Marjorie Estiano (“As Boas Maneiras”) desejavam iniciar novos projetos, o que levou ao fim da atração – um dos maiores sucessos da Globoplay. O diretor do filme original e produtor da série Andrucha Waddington acredita que “Sob Pressão” tinha potencial para continuar por muito mais tempo. “As histórias são infinitas, poderia fazer 20 temporadas. É muito bom fazer, temos arcos longos, que são as histórias dos protagonistas, e os arcos verticais que acontecem e duram um episódio, e, aí, falamos do Brasil inteiro”, argumentou à imprensa. “Acho que isso faz com que o ‘Sob Pressão’ seja inesgotável e tenha essa aceitação tão unânime do público”, completou. Porém, o roteirista principal Lucas Paraizo admitiu que seria difícil prosseguir sem Julio Andrade. “São cinco temporadas com ele e Carolina. Por mais que tenhamos possibilidades, não consigo ainda pensar num ‘Sob Pressão’ sem Evandro. E, principalmente, sem Evandro e Carolina”, explicou o profissional ao site Notícias da TV. A novo longa é justificado por sua ótima audiência e pelo sucesso internacional conquistado pela série. Em 2022, quando a produção foi finalizada, ela foi negociada para 60 países diferentes – na América Latina, por exemplo, está disponível no streaming HBO Max. O novo filme ainda não tem previsão de estreia.
Sequência de “The Flash” já tem roteiro pronto
Embora a Warner nunca tenha anunciado, o estúdio já possui um roteiro pronto para uma possível sequência de “The Flash”. Segundo apurou a revista Variety, o roteiro é assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que escreveu o primeiro filme de “Aquaman” (2018), e volta a incluir na sua história o Batman de Michael Keaton e a nova Supergirl de Sasha Calle. A produção está em fase de espera, aguardando a repercussão do primeiro filme, que tem sido bastante elogiado internamente, do chefão do conglomerado David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, ao chefão do DC Studios, James Gunn. “Vou dizer aqui que ‘Flash’ é provavelmente um dos maiores filmes de super-heróis já feitos”, proclamou Gunn. E este aval pode indicar que Flash sobreviverá ao reboot do DCU (Universo Cinematográfico da DC), que Gunn e o copresidente do DC Studios Peter Safran pretendem realizar. Mas para confirmar esse destino, o filme precisa primeiro se provar um blockbuster – e as expectativas do mercado são otimistas neste sentido, com projeção de abertura acima de US$ 70 milhões no mercado norte-americano. Só que um sucesso nas bilheterias pode não ser o bastante. Ainda há o fator Ezra Miller. Intérprete do Flash, Miller se envolveu em várias polêmicas após as filmagens, com surtos de violência e crime de furto, que renderam detenção e ida a tribunal. Mas desde que se internou para tratamento no ano passado, elu têm se mantido fora da mídia. A Warner, inclusive, está promovendo o filme sem participação de sua estrela não binária, que não está dando entrevistas. Por conta da expectativa e o clima que envolve a produção, o diretor Andy Muschetti, responsável pelo longa, tem sido muito questionado a respeito do futuro da franquia. Recentemente, em entrevista ao podcast Discourse, ele confirmou que estaria interessado em continuar a história num novo filme com a volta de Ezra Miller ao papel principal. “Se [uma sequência] acontecer, sim”, disse Muschietti. “Eu não acho que haja alguém que possa interpretar esse personagem tão bem quanto elu. As outras representações do personagem são ótimas, mas essa visão particular do personagem, elu se destacou em fazer. Parece um personagem que foi feito para elu.” “The Flash” tem estreia marcada para o dia 15 de junho no Brasil, um dia antes do lançamento nos EUA. Veja abaixo o trailer do filme.
Tom Holland diz que “Aranhaverso” é o melhor filme do Homem-Aranha
O ator Tom Holland, que interpreta o Homem-Aranha nos filmes do MCU (Universo Cinematográfico da Marvel), revelou qual é seu filme favorito do personagem. E a escolha surpreendente foi uma animação. No tapete vermelho da première de seu novo trabalho, a série “The Crowded Room”, da Apple TV+, ele elegeu “Homem-Aranha no Aranhaverso”, lançado em 2018, como seu filme preferido do super-herói da Marvel. “Eu acho que o primeiro filme do Aranhaverso é o melhor filme do Homem-Aranha que já foi feito”, disse Holland. “Estou muito orgulhoso de todos os envolvidos. Amy Pascal [presidente do Sony Pictures Entertainment] é como minha mãe. Não pude ir [ver a sequência] porque estou aqui trabalhando. Mas estou incrivelmente orgulhoso deles. Estou animado para o segundo. Tenho certeza de que corresponderá a todas as expectativas e mal posso esperar para vê-lo.” “Homem-Aranha no Aranhaverso” venceu o Oscar de Melhor Animação. E sua sequência, “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso”, está recebendo críticas ainda mais elogiosas. O filme estreou na quinta-feira (1/6) no Brasil. Já “The Crowded Room”, em que Holland interpreta um homem com múltiplas personalidades acusado de um crime, estreia na próxima sexta (9/6) no streaming da Apple.
Giovanna Grigio vive fantasia romântica no novo trailer de “Perdida”
A Star divulgou um novo trailer de “Perdida”, adaptação do livro de Carina Rissi, que conta uma fantasia romântica com viagem no tempo. A prévia mostra Giovanna Grigio (“Rebelde”) indo parar no começo do século 19, onde se encanta por um cavalheiro da época. Na trama, Sofia (Giovanna Grigio) é uma jovem moderna apaixonada por obras antigas, como os clássicos de Jane Austen. Ao tentar convencer uma editora a investir no nicho, ela acaba se frustrando com o pedido negado. Logo em seguida, a personagem é transportada para um mundo semelhante ao dos livros que tanto gosta, ambientados no século 19. Completamente perdida, Sofia conta com a ajuda do encantador Ian Clarke (Bruno Montaleone, de “Verdades Secretas”) para resolver o mistério por trás de sua chegada naquele lugar. Produzido pela Filmland Internacional em parceria com a Star Original Productions, o longa marca a estreia na direção de Katherine Chediak Putnam e Dean Law (do curta “Inferno”). O roteiro é de Karol Bueno (“TupiniQueens”) e Luiza Shelling Tubaldini (“A Princesa da Yakuza”), e o elenco ainda conta com Nathália Falcão (“Desalma”), Bia Arantes (“Órfãos da Terra”), Sérgio Malheiros (“Um Natal Cheio de Graça”), Hélio de la Peña (“Conversa Piada”) e Luciana Paes (“Galeria Futuro”). A estreia está marcada para 13 de julho nos cinemas.
Tetraplégico que inspirou filme “Intocáveis” morre aos 72 anos
O aristocrata e empresário tetraplégico Philippe Pozzo di Borgo faleceu na última quinta-feira (1/6), aos 72 anos, na cidade de Marraquexe, em Marrocos. Pozzo di Borgo deixou um legado inspirador no mundo a partir da sua história de superação, que inspirou o famoso filme “Intocáveis” (2011), da dupla de cineastas franceses Olivier Nakache e Éric Toledano. A informação foi confirmada a agência de notícias Agence France-Presse (AFP), nesta sexta-feira (2/6), pelo próprio Toledano. “É um choque e sobretudo uma tristeza imensa porque a nossa relação era incrivelmente duradoura”, lamentou o diretor. Nascido em 1951 na Córsega, uma ilha francesa, Pozzo di Borgo teve sua vida drasticamente transformada aos 42 anos, quando sofreu um acidente de parapente e ficou tetraplégico. Após a trágica perda de sua esposa, ele se viu na necessidade de contratar uma assistência para auxiliá-lo com as atividades cotidianas. A partir de uma amizade inesperada com Abdel Yasmin Sellou, um assistente de nacionalidade argelina, sua vida tomou novos rumos. Graças a essa relação, Pozzo di Borgo venceu a depressão que o assombrava há tanto tempo. A história de superação e parceria entre os dois foi compartilhada pelo francês em sua biografia, intitulada “Le Second Souffle” (O segundo fôlego, em tradução literal), publicada em 2001. Dez anos depois, a história foi adaptada aos cinemas por Nakache e Toledano. Estrelado por François Cluzet e Omar Sy, o longa se tornou um sucesso mundial, arrecadando US$ 426 milhões em bilheterias de todo o mundo – a maior bilheteria do cinema francês em todos os tempos, superando o romance “O Fabuloso Destino de Amélie Poulain” (2001). O sucesso foi tanto que o filme ganhou várias adaptações internacionais. A versão argentina chamou-se “Inseparáveis” (2016) e foi estrelada por Rodrigo de la Serna (“La casa de papel”) e Oscar Martínez (“Concorrência Oficial”), enquanto nos EUA o remake “Amigos para Sempre” (2017) contou com Bryan Cranston (“Breaking Bad”) e Kevin Hart (“Jumanji: Próxima Fase”) nos papéis principais. Com a perda, os diretores do longa prestaram homenagem a Pozzo di Borgo através de uma mensagem publicada no Facebook. “Ao permitir que adaptássemos sua história, ele mudou a vida de muitas pessoas vulneráveis. Permanecerá em nossa memória como um símbolo de coragem e inspiração”, afirmaram. Eles também elogiaram o empresário como alguém “corajoso”, “humilde”, “digno” e “batalhador”. No Brasil, “Intocáveis” está disponível nas plataformas Telecine e MUBI. Veja o trailer do longa abaixo.
Fernanda Montenegro e Fernanda Torres farão filme do diretor de “Central do Brasil”
Fernanda Montenegro e Fernanda Torres vão estrelar o novo filme do diretor Walter Salles, que quase rendeu um Oscar para Fernandona no aclamado “Central do Brasil” (1998). De acordo com a colunista Patrícia Kogut, mãe e filha na vida real estão no elenco de “Ainda Estou Aqui”, adaptação do livro homônimo escrito por Marcelo Rubens Paiva e publicado em 2015. A história apresenta a comovente história da mãe do escritor, Eunice Paiva. Ao lado de seu marido, o deputado Rubens Paiva, Eunice enfrentou os desafios impostos pela ditadura militar dos anos 1960. Com a prisão e posterior morte de seu esposo, torturado por agentes do regime, Eunice precisou assumir a difícil tarefa de criar seus cinco filhos sozinha. Em meio à dor avassaladora, ela encontrou forças para se reinventar, retomando seus estudos e se tornando uma advogada dedicada à defesa dos direitos indígenas. A obra ainda aborda a batalha enfrentada por Eunice contra o Alzheimer. A última vez em que Fernanda Montenegro e Fernanda Torres contracenaram juntas foi no especial televisivo “Amor e Sorte” em 2020, na Rede Globo. Nos cinemas, a dupla de mãe e filha também estrelou o drama “Casa de Areia” (2005), dirigido por Andrucha Waddington (“Chacrinha: O Velho Guerreiro”). O novo longa marcará o primeiro trabalho de Fernanda Montenegro com Salles desde “Central do Brasil” (1998), que levou Montenegro a ser indicada ao Oscar de Melhor Atriz, num marco importante para o cinema brasileiro. “Ainda Estou Aqui” será lançado no Globoplay e ainda não tem previsão de estreia.
Tom Cruise está revoltado com estreia de “Oppenheimer” em IMAX
O astro Tom Cruise (“Top Gun: Maverick”) estaria “revoltado” com o novo filme do diretor Christopher Nolan, “Oppenheimer”. Segundo informações divulgadas pela revista Esquire, o ator reprovou a acirrada disputa comercial entre seu próximo lançamento, “Missão: Impossível – Acerto de Contas, Parte 1”, e a aguardada produção de Nolan. A “batalha” travada ocorre por conta das salas de cinema com telas IMAX, tecnologia utilizada em ambas as produções. Enquanto a sétima parte da franquia “Missão Impossível” estreia em 12 de julho, o conceitual “Oppenheimer” chega aos cinemas no dia 21 de julho. Dessa forma, o longa de Tom Cruise teria exclusividade nas salas IMAX apenas por pouco mais de uma semana. Segundo relatos, Tom Cruise tem se esforçado para resolver esse impasse, apelando para ligações pessoais, distribuidores e os executivos da Paramount. O objetivo do ator é convencer os exibidores IMAX a manterem seu filme em cartaz por um período mais prolongado nessas salas de projeção. Ele ainda defende que seu filme tem um apelo popular muito superior a “Oppenheimer”, já que o filme de Nolan recebeu uma classificação indicativa para maiores de idade nos Estados Unidos, algo que restringe a audiência. Entretanto, o desafio de Cruise em convencer os exibidores IMAX é ainda mais difícil devido à relação histórica de Nolan com o formato. Adepto a tecnologia IMAX, o diretor é bastante meticuloso sobre a produção e exibição adequada dos filmes para alcançarem o nível de qualidade exigido pelas telas maiores. Outros filmes de Nolan, como “Interestelar” (2014) e “Dunkirk” (2017), foram exibidos em salas IMAX. No Brasil, “Missão: Impossível – Acerto de Contas, Parte 1” estreia em 13 de julho, enquanto “Oppenheimer” será lançado no dia 20 de julho. Confira os trailers das duas produções:
“Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” tem 2ª maior estreia de uma animação nos EUA
A estreia de “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” nos cinemas norte-americanos registrou recorde de bilheteria antes mesmo do fim de semana. A aguardada sequência do sucesso “Homem-Aranha no Aranhaverso” (2018) teve a segunda maior pré-estreia de uma animação, ficando atrás apenas de “Os Incríveis 2”, segundo dados da Comscore. Com o lançamento antecipado em sessões na noite de quinta-feira (1/6), a animação arrecadou impressionantes US$ 17,4 milhões, antes mesmo da estreia oficial nos Estados Unidos nesta sexta-feira (2/6). A abertura é 4,5 vezes maior do que o desempenho do primeiro filme, “Homem-Aranha: No Aranhaverso”, que arrecadou US$ 3,5 milhões na première paga. Somando a pré-estreia com a arrecadação desta sexta (2/6), a bilheteria do filme já é estimada em US$ 40 milhões. Segundo as previsões, o longa tem potencial para chegar entre US$ 80 e 100 milhões durante o fim de semana nos Estados Unidos. Dessa forma, a continuação vai superar muito o filme antecessor, que abriu com US$ 35,6 milhões nos Estados Unidos e Canadá. No total, “Homem-Aranha: No Aranhaverso” arrecadou US$ 384,2 milhões em todo o mundo e, de quebra, venceu o Oscar de Melhor Animação. Além do público, “Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” também conquistou uma recepção calorosa dos críticos, que chegaram a chamá-lo de uma “obra de arte”. No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, ele atingiu 95% de aprovação. Na trama da sequência, o atrapalhado Miles Morales (Shameik Moore) e Gwen Stacy (Hailee Steinfeld) embarcam em uma nova aventura no Multiverso. Eles se juntam a uma equipe de outras versões do Aranha para proteger suas respectivas realidades, mas acabam entrando em conflito quando Miles é desafiado a redefinir o que significa ser um herói para salvar aqueles que mais ama. O elenco também inclui as vozes de Jake Johnson (“New Girl”) como Peter B. Parker, Issa Rae (“Insecure”) como Mulher-Aranha, Daniel Kaluuya (“Não! Não Olhe!”) como Punk-Aranha, Oscar Isaac (“Cavaleiro da Lua”) como Homem-Aranha 2099, Jason Schwartzman (“O Grande Hotel Budapeste”) como o vilão Mancha, Brian Tyree Henry (“Trem-Bala”) como Jefferson Davis, Andy Samberg (“Brooklyn Nine-Nine”) como Aranha-Escarlate, Shea Whigham (“Perry Mason”) como George Stacy e outros. O terceiro filme da franquia já foi confirmado e vai se chamar “Homem-Aranha: Além do Aranhaverso”, com previsão de estreia para 2024.
Brad Pitt processa Angelina Jolie por vender sua parte em negócio de vinhos
Brad Pitt está movendo um processo contra sua ex-esposa, Angelina Jolie, alegando que a atriz vendeu sua parte da vinícola francesa da família em segredo. De acordo com o site Page Six, o ator afirmou que a venda foi estimada em US$ 30 milhões (cerca de R$ 148,8 milhões) e que ficou sabendo da notícia por meio de um comunicado à imprensa. Anteriormente, o acordo combinado entre os dois era de que não haveria negociações sem a aprovação de ambos. O processo alega que a suposta venda foi “ilegal” devido a violações do “acordo contratual” entre Jolie e Pitt. A propriedade localizada no sul da França, nomeada como Château Merival SA, incluía a vinícola e uma casa. O local foi adquirido pelo ex-casal em 2008 e foi lá que se casaram, em 2014. Além de ter um valor simbólico para o casal, eles deram continuidades aos negócios da linha Miraval Wines, produzida pelo vinhedo. Segundo o documento, Jolie secretamente pretendia vender uma participação de 50% na propriedade, após as desavenças intensificadas com o divórcio e batalha pela guarda dos filhos em 2021. A denúncia consta que a atriz teria vendido sua participação no negócio para o grupo Tenute del Mondo, que controla a fabricante de bebidas alcoólicas Stoli Group, “comandada pelo oligarca russo Yuri Shefler”. Segundo os documentos, Pitt afirma que essa sociedade fruto da venda representa uma “ameaça existencial ao negócio” devido aos laços do novo associado parcial com a Rússia, em meio à guerra contínua na Ucrânia. “O conglomerado de bebidas alcoólicas de Shefler, afiliado à Rússia, tem sido alvo de repetidos boicotes com a invasão de Vladimir Putin à Ucrânia e a agenda legislativa homofóbica”, diz o processo. “É difícil entender o Sr. Pitt alegando que está processando sua ex-mulher para proteger sua família, porque ele sabe muito bem que as crianças não se sentem capazes de voltar para casa na França há quase sete anos, devido aos eventos que levaram a Sra. Jolie a pedir o divórcio”, disse uma fonte próxima a atriz. Em setembro de 2022, Jolie entrou com um processo de mais de US$ 250 milhões em danos, acusando Pitt de “travar uma guerra vingativa” contra a atriz desde que ela pediu o divórcio em 2016. O processo alega que Pitt “desperdiçou seus ativos, gastando milhões em projetos fúteis, incluindo mais de US$ 1 milhão em reformas de piscinas e outros fundos para restaurar um estúdio de gravação”. Os dois estiveram juntos por 12 anos, entre 2005 a 2017. Eles se conheceram durante as filmagens do thriller de ação “Sr. e Sra. Smith” (2005), onde deram vida ao casal principal. Jolie e Pitt são pais de Maddox, Pax, Zahara, Shiloh e os gêmeos Knox e Vivienne.











